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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Baile da Vogue Brasil faz brilhar mais uma vez o Copacabana Palace

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Donatas Dabravolskas – Obra do próprio, CC BY-SA 4.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=43053800.

Uma das noites mais concorridas do calendário de festas nacional, o Baile da Vogue promove sua 19ª edição na noite do dia 3 de fevereiro pelo quarto ano na capital carioca. Com o tema Galactika, a festa será inspirada no espaço sideral. Com muitas referências futuristas, o Baile promete entregar a sensação de uma grande viagem entre as galáxias.

Para aproximadamente 1700 convidados, como nas edições passadas, a festa contará com grandes atrações. A direção criativa do Baile que transportará os convidados a outros mundos é assinada, mais um ano, por Wado Gonçalves e Diego Ognibeni e terá muitas luzes, efeitos especiais e neons. A BFerraz, agência da B&Partners, é pela nona vez a agência responsável pela produção do evento.

A noite é patrocinada por prestigiadas marcas como Beefeater, Havaianas e Rabanne. E, nesta edição, pretendendo expandir a presença da Vogue Brasil em uma das plataformas mais importantes do mundo, o TikTok será um dos apoiadores, fazendo sua cobertura oficial ao vivo.

Além do Tiktok, será possível acompanhar toda a cobertura da festa no site e Instagram de Vogue Brasil.

(Fonte: Index Estratégias de Comunicação)

[Artigo] Dragagem do canal do Porto de Santos também precisa considerar impactos ambiental e social

Santos, por Kleber Patricio

Por Agência CNT – Flickr, CC BY 2.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=31527057.

O projeto de aprofundamento (dragagem) do canal de navegação do Porto de Santos, previsto no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal, vai trazer impactos positivos e negativos para as comunidades locais. Com desdobramentos sociais relevantes, a questão deve fazer parte dos estudos preliminares de viabilidade, defende o professor de Engenharia e Arquitetura da ESAMC Santos, Alessandro Cardoso Lopes. “Considerar o impacto nas comunidades locais é um aspecto crucial que muitas vezes é negligenciado nos projetos portuários. Em um plano sustentável, é fundamental considerar não apenas os aspectos ambientais, mas também os sociais e o relacionamento com as comunidades locais”, disse.

No começo de janeiro, a estatal Autoridade Portuária de Santos (APS) recebeu sinal verde do governo federal para encomendar à Unicamp um estudo sobre erosão costeira. O objetivo do levantamento é avaliar como a operação de dragagem do canal de acesso ao porto, de 15 metros para 17 metros, pode interferir nas deteriorações da costa. De acordo com o cronograma anunciado pelo governo federal, uma PPP (parceria público-privada) para a dragagem do canal deve ser anunciada no segundo semestre.

Impacto nas comunidades

Assim que o projeto for viabilizado, Alessandro cita como efeito positivo a criação de empregos por conta da chegada de navios maiores e, com eles, cargas adicionais. Mas o especialista também menciona questões de segurança e qualidade de vida do entorno que podem piorar, como o tráfego intenso de veículos, poluição sonora e atmosférica.

Além da inclusão de análises aprofundadas dos impactos da dragagem nas comunidades locais, o professor defende a realização de audiências públicas e consultas com líderes comunitários. “São medidas de responsabilidade social que atingem diretamente as pessoas que vivem perto do porto”, explica.

Paranaguá

O professor menciona a dragagem do Porto de Paranaguá (PR) como bom exemplo de projeto com retorno econômico e social. Desde o ano passado, o porto vem realizando a dragagem do calado de 12,5 metros para 12,8 metros. Quando a operação for concluída nos próximos anos, a Portos do Paraná (responsável pela gestão do porto) estima um ganho operacional de 2,1 mil toneladas a mais de carga por navio.

Os estudos de impacto ambiental incluíram algumas recomendações das comunidades locais, que foram consultadas previamente e se criaram oportunidades inclusivas na gestão ambiental. Por sua vez, o estudo fez parte do plano de desenvolvimento e zoneamento do porto.

Alessandro Cardoso Lopes, professor da ESAMC Santos. Foto: divulgação.

Áreas portuárias foram redesenhadas com base em premissas ambientais e locais e o porto também adotou práticas operacionais sustentáveis. Entre elas, o uso de tecnologias limpas, tratamento adequado de resíduos, redução das emissões poluentes e gestão eficiente dos recursos naturais. Para Alessandro, a integração entre boas práticas operacionais, estudos ambientais e compromisso com a sustentabilidade trouxe impacto positivo para o meio ambiente e a comunidade que vive nas proximidades do porto. “A participação ativa da população nesse processo foi decisiva e mostra que ela precisa fazer parte das discussões.”

(Fonte: Betini Comunicação)

Pobreza atinge 30,2% das crianças até seis anos no Rio Grande do Sul em 2022

Rio Grande do Sul, por Kleber Patricio

Imagem: Hosny Salah/Pixabay.

Em 2022, a população com seis anos ou mais no Rio Grande do Sul enfrentava uma taxa de pobreza de 15,9%. Para as crianças de até 6 anos, no entanto, esta taxa era praticamente o dobro, alcançando 30,2%. No caso da pobreza extrema, para aqueles acima de 6 anos a taxa era de 2,5%, enquanto para as crianças menores o patamar ficava em 4,7%. Em termos absolutos, em 2022, havia 244 mil crianças pobres e 37,9 mil em extrema pobreza. Segundo André Salata, professor da PUCRS, “as taxas de pobreza maiores para as crianças até 6 anos, na comparação com a população total acima desta faixa etária, se explicam, em boa medida, pela maior concentração de crianças em domicílios com renda mais baixa.”

Estes números fazem parte do relatório “Pobreza infantil no Rio Grande do Sul entre 2012 e 2022”, lançado pelo PUCRS Data Social: Laboratório de desigualdades, pobreza e mercado de trabalho. Os dados são provenientes da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios Contínua (PNADc), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo trabalha com as linhas de US$6,85 PPC para pobreza e US$2,15 PPC para a extrema pobreza, assim como definidas pelo Banco Mundial. Em valores mensais de 2022, a linha de pobreza é de aproximadamente R$6,36 per capita e a linha de extrema pobreza é de aproximadamente R$199 per capita. Crianças que vivem em domicílios com renda per capita abaixo desses valores estão em situação de pobreza e/ou de pobreza extrema.

O professor Ely Jose de Mattos, pesquisador do laboratório, afirma que “a pobreza infantil é particularmente preocupante, pois sabe-se que privações de condições básicas nesta fase da vida tem repercussões permanentes na fase adulta”. Já a pesquisadora Izete Pengo Bagolin destaca que “crianças que vivem em famílias em situação de pobreza monetária, em geral, também estão expostas a outros tipos de privações, tais como moradias precárias, nutrição inadequada e condições educacionais insuficientes.”

Ainda que as taxas de pobreza e pobreza extrema sejam preocupantes de um modo geral, a situação é ainda pior para determinados segmentos demográficos. Entre as crianças negras, por exemplo, a taxa de pobreza é o dobro daquela entre as crianças brancas – 50,5% contra 25,6%. Já sobre localização de moradia, a pobreza infantil em áreas rurais é maior (35%) contra 29,5% no ambiente urbano.

Os programas de transferência de renda, neste contexto, desempenham importante papel na minimização desta situação. Em 2020, ano crítico da pandemia, a taxa de pobreza entre crianças no RS foi de 31,6%; sem os auxílios, poderia ter chegado a 38,3%. No caso da pobreza extrema, para o mesmo ano, registrou-se a marca de 5,4%; sem os auxílios poderia ter sido quase o dobro (10,6%). Além das taxas de incidência, os auxílios também se mostraram relevantes para amenizar a profundidade da pobreza – entendida como a distância entre a renda dos indivíduos e a linha de pobreza utilizada.

O estudo também mostra que as crianças em situação de pobreza sofrem desvantagens em outras dimensões que não a monetária. Por exemplo, no que se refere à estrutura familiar, as crianças pobres apresentam maior tendência de viver em famílias monoparentais: 29,3% entre as crianças pobres, contra 16,7% para o total de crianças no RS. Em termos de escolaridade dos pais ou responsáveis, fica evidente seu menor nível educacional no caso das crianças pobres. Entre as crianças abaixo da linha de pobreza, 48,9% dos responsáveis tinham apenas ensino fundamental, enquanto para o total de crianças do RS esse número era de 32,7%. O estudo identifica, ainda, que as crianças em pobres tendem a frequentar menos a creche/escola: 45,7% o faziam, contra 57,7% para o total de crianças do RS. Finalmente, do ponto de vista de moradia, o estudo mostra que crianças em situação de pobreza tendem a morar em domicílios com adensamento excessivo: 48,9% entre as crianças pobres, contra 33,2% no total das crianças do RS.

Segundo os pesquisadores, estes são fatores que afetam não somente a qualidade de vida destas crianças no presente, mas também suas oportunidades no futuro. Andre Salata, que também coordena o PUCRS Data Social, pontua: “É importante compreender que a pobreza não indica somente uma privação monetária. Em função das condições de vida mais duras, famílias pobres têm dificuldades para garantir os estímulos necessários ao bom desenvolvimento de capacidades cognitivas e não cognitivas para seus filhos, com prejuízos que se dão no presente, mas que também serão sentidos no futuro dessas crianças”.

Tomás Fiori, professor da PUCRS e um dos autores do estudo, destaca o papel do governo estadual no combate à pobreza infantil: “O Rio Grande do Sul já foi pioneiro quando lançou o Programa Primeira Infância Melhor (PIM) há 21 anos e hoje está construindo o Plano Estadual que norteará o cuidado integral das crianças até 2034. A compreensão da incidência e profundidade da pobreza nessa fase da vida é crucial, assim como a contribuição da comunidade acadêmica em estudos como esse que o PUCRS Data Social está oferecendo para a sociedade.”

(Fonte: PUC-RS)

O Terno esgota shows no Rio de Janeiro e São Paulo em turnê que marca retorno da banda aos palcos

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Pedro Maciel.

Após quatro anos de pausa, O Terno anunciou a retomada da turnê <atrás/além> e, agora, se prepara para dar muitas “voltas e meias”, como na canção do álbum de 2019. Essas movimentações serão concretizadas pela passagem de Tim Bernardes, Guilherme D’Almeida e Biel Basile por palcos do Brasil e dos Estados Unidos. Realizada pelo Coala Music, a turnê acaba de esgotar as entradas dos dias 22 de março, em São Paulo, no Espaço Unimed; e 29 de março, no Rio de Janeiro, no Circo Voador. Ainda restam alguns ingressos para as apresentações de 5 de abril, em Porto Alegre, no Auditório Araújo Vianna; 12 de abril, em Belo Horizonte, no Arena Hall; 3 de maio, em Salvador, na Concha Acústica; e, 14 de maio, em Los Angeles, no Lodge Room. Os tíquetes podem ser garantidos pelo Sympla e pelo site do Lodge Room.

Esse momento de retorno marca as primeiras apresentações da banda por casas de shows maiores, consequência do aumento orgânico de ouvintes durante o período de hiato causado pela pandemia — acompanhando o forte crescimento da carreira de Tim nos últimos anos, indicado ao Grammy Latino com o disco “Mil Coisas Invisíveis” (2022). O anúncio da turnê foi feito de maneira nostálgica e divertida por meio de um de um vídeo estrelado pelos integrantes em um talk show (à lá anos 1980) apresentado por Wandi Doratiotto (assista).

O trio se emancipou sonoramente nos últimos anos e, agora, prepara o reencontro com os fãs que cresceram com os integrantes. “Fazer um encerramento para esse projeto tão simbólico na nossa trajetória é algo que a gente devia para nós mesmos, mas também para o nosso público”, afirma Biel.

Serviço:

O Terno @São Paulo

Data: 22 de março (sexta-feira)

Local: Espaço Unimed – R. Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo/SP

Ingressos: esgotados

O Terno @Rio de Janeiro

Data: 29 de março (sexta-feira)

Local: Circo Voador – R. dos Arcos, s/n – Centro – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: esgotados

O Terno @Porto Alegre

Data: 5 de abril (sexta-feira)

Local: Auditório Araújo Vianna – Parque Farroupilha, 685 – Farroupilha – Porto Alegre/RS

Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/89490/d/230065

O Terno @Belo Horizonte

Data: 12 de abril (sexta-feira)

Local: Arena Hall – Av. Nossa Sra. do Carmo, 230 – Savassi – Belo Horizonte/MG

Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/89448/d/229968

O Terno @Salvador

Data: 3 de maio (sexta-feira)

Local: Concha Acústica – Av. Alberto Pinto, 11 – Campo Grande  – Salvador/BA

Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/89622/d/230672/s/1570742

O Terno @Los Angeles, EUA

Data: 14 de maio (terça-feira)

Local: Lodge Room – 104 N Ave 56 2nd floor – Los Angeles/CA – Estados Unidos

Ingressos: https://www.lodgeroomhlp.com/shows/o-terno/.

(Fonte: Trovoa Comunicação)

Ensino de Dança Clássica: Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro e Escola Estadual de Dança Maria Olenewa lançam nova turma do curso de Pós-Graduação

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Fotos: Daniel Ebendinger.

O ano novo começa com uma boa oportunidade para quem deseja aprimorar o conhecimento no ensino do balé clássico no Rio de Janeiro. A Fundação Teatro Municipal e a Escola Estadual de Dança Maria Olenewa abrem um edital para inscrições do Curso de Pós-Graduação em Ensino de Dança Clássica 2024 com início das aulas em 9 de março. Serão três módulos obrigatórios e atividades complementares, totalizando 360 horas em um período de 18 meses. As aulas acontecerão aos sábados, duas vezes ao mês, no Theatro Municipal.

Para participar, é necessário ser graduado em Dança ou em outra área afim e, neste caso, é preciso ter comprovação artística/docente em dança clássica por, no mínimo, três anos consecutivos. A proposta é capacitar docentes e profissionais da área para a formação de futuros bailarinos com atuação pedagógica, técnica e artística; ampliar a produção de conhecimentos científicos e tecnológicos da dança clássica; elevar a qualidade de ensino da dança clássica no país considerando as instituições públicas e privadas de ensino; suprir a crescente demanda por formação e titulação em nível de pós-graduação na área da dança e promover a pesquisa acadêmica.

As inscrições vão de 29 de janeiro até 1º de fevereiro, com entrega de documentação, de forma presencial, das 10h às 17h.

Documentos para as inscrições: documento de identificação; CPF; duas fotos 3×4, de frente, sem retoque; diploma ou comprovante de conclusão de curso de graduação e comprovantes de gestão, prática ou ensino da dança de, no mínimo, 3 (três) anos consecutivos (carteira de trabalho ou declaração atualizada, de no mínimo 3 meses de validade, do órgão/instituição contratante), caso a graduação não seja em dança.

Endereço para inscrição presencial:

Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro

Av. 13 de maio, nº 1 – Boulevard do Theatro Municipal – Centro, Rio de Janeiro/RJ (entrada pela Rua Evaristo da Veiga)

CEP 20031-000 – Tel.: +55 (21) 2332-9460

O resultado final do edital será divulgado no dia 6 de março no site do Theatro Municipal, no endereço www.theatromunicipal.rj.gov.br.

Sobre a Escola Estadual de Dança Maria Olenewa

A Escola Estadual de Dança Maria Olenewa foi criada em 11 de abril de 1927, incentivada pelo brilhante crítico de teatro do jornal do Brasil Mário Nunes tendo por finalidade a formação de bailarinos profissionais. Graças à compreensão do então diretor do Patrimônio e Estatística, Dr. Raul Lopes Cardoso, que determinou a entrega de uma pequena sala no 3º andar do Teatro Municipal, a escola teve até sua sede, só vindo a ampliar-se muitos anos depois.

A 2 de maio de 1931, o então prefeito, Adolpho Berganini, assinava o Decreto nº 35066, aprovando o Regulamento da Escola. Em 1936, foi criado o Corpo de Baile com elementos da Escola, separando-se os dois setores, continuando, porém, a Escola, com o objetivo de preparar elementos para o Corpo de Baile.

Em 1942, Maria Olenewa afasta-se da direção da Escola, tendo os seguintes diretores seguindo seu legado: Yuco Lindberg, até 1948; Madeleine Rosay, até 1950; Américo Pereira, até 1952; Maria Magdala da Gama Oliveira,de 1952 a 1960; Madeleine Rosay, de 1960 a 1966; Lydia Costalat, de 1966 a 1983; Maria Luisa Noronha, de 1984 a 1987; Tânia Granado, de 1988 a 1991, Maria Luisa Noronha, de 1992 a 2016, e de 2016 até os dias atuais, Hélio Bejani.

Em 1963, a Escola foi desligada do Teatro Municipal, passando a chamar-se Escola de Danças do Estado da Guanabara, retornando ao Teatro em 1965. Em 1967, a Escola formou um grupo experimental, viajando com um vasto repertório por vários Estados da União. Em 1975 foi novamente desligada do Teatro, integrando o Instituto Nacional das Escolas de Arte, com o Instituto Villa-Lobos, Escola de Teatro Martins Penna e Escola de Artes Visuais. Passou a chamar-se Escola de Danças do INEART.

Nesta data, a então diretora, Lydia Costalat submete ao Conselho Estadual de Cultura um Currículo Básico e um Regimento, permitindo ser finalmente a Escola oficializada em Escola Profissionalizante de 2º grau pelo parecer nº 1937 de 10 de março de 1975, dando a possibilidade de oferecer aos seus alunos um Certificado reconhecido. A Escola continua até hoje no seu objetivo principal: o de formar profissionais da dança por meio de um curso rigorosamente técnico.

A antiga Escola de Danças Clássicas do Teatro Municipal desenvolveu-se e evoluiu no sentido de dar uma visão bem mais ampla da dança aos seus alunos, não se restringindo apenas ao Ballet Clássico, constando do seu currículo várias formas de dança, além de diversas matérias teóricas, afim de oferecer-lhes também um meio de vida mais versátil e mais condizente com o mercado de trabalho de nossa época. A Escola Estadual de Dança Maria Olenewa voltou a pertencer ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 1995.

Acesse o link do edital do Curso de Pós-Graduação em ensino de Dança Clássica 2024.

(Fonte: Assessoria de Imprensa do Teatro Municipal do Rio de Janeiro)