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Andrea Bocelli apresenta recital exclusivo no Rio de Janeiro dia 19 de maio

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Lorenzo Montanelli.

Comemorando 30 anos de carreira, Andrea Bocelli retorna ao Rio de Janeiro em uma apresentação única na cidade, em um espaço diferenciado que proporcionará uma experiência inesquecível para seus fãs. Na noite de 19 de maio, o tenor mais amado do mundo sobe em um palco montado na área da piscina do Fairmont Rio de Janeiro Copacabana, tendo a Praia de Copacabana ao fundo como cenário. A apresentação será totalmente definida para esse espaço mais intimista e para uma plateia de 750 pessoas que terá a oportunidade de assistir ao artista com um repertório emocionante. A produção é da Dançar Marketing, que assina toda a turnê no país.

Reforçando o conceito de exclusividade e proporcionando uma experiência completa de imersão e preparação para o momento do recital, todos os convites para a apresentação incluem pacote de estadia no Fairmont Hotel Rio de Janeiro Copacabana, com pacote de 18 a 20 de maio. Para informações e reservas para essa apresentação, é possível entrar em contato com eventos@fairmont.com ou pelo telefone (21) 2525-1232.

Andrea Bocelli vem ao Brasil como parte de sua turnê mundial de 30 anos de carreira. Estão agendadas apresentações no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte, no dia 17 de maio, em Brasília no dia 21 de maio, na Arena BRB Mané Garrincha e, nos dias 25 e 26 de maio, no Allianz Parque, em São Paulo. Para os concertos nos estádios, os ingressos estão à venda no site Eventim.

Considerado o artista de maior sucesso na história da música clássica, o tenor já realizou cinco turnês no Brasil, a última em 2018, todas produzidas pela Dançar Marketing. Conheça mais sobre as apresentações realizadas por Andrea Bocelli no país no site.

Serviço:

Rio de Janeiro

Data do recital: domingo, 19 de maio de 2024

Pacote de estadia: de sábado, 18/5, a segunda-feira, 20/5

Local: Fairmont Rio de Janeiro Copacabana – Avenida Atlântica, 4240

Classificação etária: 16 anos (menores podem acessar acompanhados por responsável legal).

Sobre Andrea Bocelli

Reconhecido como um dos grandes ícones mundiais da música, o tenor toscano Andrea Bocelli já vendeu mais de 90 milhões de discos. O grande reconhecimento de Bocelli começou em 1994, quando venceu o Festival de Música de Sanremo, na Itália. Sua carreira teve início com o repertório clássico, apresentando obras-primas da ópera no palco conduzidos por Lorin Maazel, Seiji Ozawa e Zubin Mehta.

Bocelli quebrou todos os recordes da indústria e já foi assistido por milhões de pessoas ao redor do mundo. Seus inúmeros reconhecimentos incluem uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood, homenageado em 2010, três Clássicas Brit Awards, o Global Awards na categoria melhor artista clássico, seis indicações ao Grammy e seis indicações ao Grammy Latino.

Andrea Bocelli protagonizou um momento histórico em 12 de abril de 2020, domingo de Páscoa, quando se apresentou em frente ao Duomo de Milão totalmente deserto. Transmitido via streaming, o “Music for Hope” foi concebido como um momento de oração e esperança e é considerado uma das maiores apresentações musicais ao vivo de todos os tempos.

No final de 2022, Bocelli lançou o álbum “A Family Christmas”, de canções religiosas e natalinas ao lado de seus dois filhos, Matteo e Virginia, além de três novas produções de ópera – Lucia di Lammermoor, La Forza del destino e Otello.

(Fonte: Approach Comunicação)

Mostra “Blecaute – Vozes do Antropoceno”, de Orlando Facioli, acontece na Galeria Tato

São Paulo, por Kleber Patricio

Obra ‘Caos’. Fotos: Divulgação.

A Galeria Tato inaugurou a exposição individual do artista Orlando Facioli no dia 6 de abril de 2024 (sábado), em sua sede na Barra Funda, em São Paulo. A mostra reúne obras selecionadas do artista e uma instalação composta de trabalhos em que utiliza pintura e colagem digitais e analógicas em diversos suportes que se sobrepõem, como papel, tecido e vídeo, gerando uma nova visualidade. A curadoria é de Nancy Betts.

Na pesquisa de Orlando Facioli, ele investiga o impacto das atividades humanas no ambiente. Desde o fim do século 18 até hoje, sucessivas revoluções industriais modificaram a paisagem substancialmente, causando mudanças climáticas, levando espécies à extinção e expondo os recursos naturais ao risco de esgotamento. Orlando busca compreender esses processos a partir de abordagens do pensamento ecológico sobre o planeta na era do Antropoceno, como meio de formar consciência e realizar uma reflexão estética dessa situação catastrófica em que nos colocamos.

Vídeo Instalação Imersiva

Obra ‘Postal Realidade Virtual’.

Apoiado em referências históricas, na pesquisa visual ele parte de elementos naturais de pinturas dos séculos 17 e 18, bem como de registros realizados por naturalistas europeus em viagem pelas Américas, criando, assim, um banco de dados que utiliza como um arquivo de referências. Como designer gráfico de formação, Orlando é atraído pelas padronagens produzidas por integrantes do movimento inglês Arts & Crafts, em particular por Willian Morris. Ele se apropria dessas imagens para formar composições em que as desconstrói, apaga e rearranja, reconstruindo mundos intertextuais em sugestiva ambientação, em uma metáfora ao cenário ambiental contemporâneo.

Serviço:

Exposição Blecaute – Vozes do Antropoceno – individual de Orlando Facioli

Curadoria: Nancy Betts

Visitação: 7/4 (domingo), das 13h às 18h (por conta da SP-Arte) – quarta a sábado, das 13h às 18h, até 20/4/2024

Entrada gratuita

Galeria Tato

Rua Barra Funda, 893 – Barra Funda – São Paulo – SP

Instagram | Site.

(Fonte: Marmiroli Comunicação)

Sesc Belenzinho apresenta ‘Mercúrio’, espetáculo de dança com coreografia de Henrique Rodovalho

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: João Pacca.

O Sesc Belenzinho apresenta o espetáculo de dança ‘Mercúrio’ nos dias 12, 13 e 14 de abril, sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 17h, integrando o projeto Intersecções e Interconexões Literárias. Com coreografia assinada pelo goiano Henrique Rodovalho (diretor artístico da Quasar Cia. de Dança), a montagem tem interpretação dos bailarinos Luiz Oliveira e Irupé Sarmiento.

O poema ‘Fevereiro’, escrito e declamado pela poetisa portuguesa Matilde Campilho, é o ponto de partida e a inspiração para o espetáculo ‘Mercúrio’, criação idealizada por Luiz Oliveira. A voz da autora declamando o poema percorre a coreografia em diferentes momentos. A obra em cena é uma dança que revela intenções múltiplas sobre uma relação de amor, com suas inúmeras possibilidades. Na apresentação, intérpretes, espectadores e a poetisa são envolvidos em uma coreografia que conecta a poesia com a dança contemporânea.

Intersecções e Interconexões Literárias é um projeto do Sesc Belenzinho que contempla apresentações artísticas, em multilinguagens (artes visuais, cinema, circo, dança, música, teatro, tecnologia e artes e outros) que tenham obras literárias como referência ou inspiração.

Irupé Sarmiento | Bailarina, professora e assistente de direção, Irupé atuou em companhias como São Paulo Companhia de Dança, Balé da Cidade de São Paulo e Staatstheater Augsburg, na Alemanha. Na Argentina, dançou no Ballet Taller Juvenil da Província de Salta e foi solista no Ballet Contemporáneo do Teatro General San Martín, em Buenos Aires. Como freelancer, dançou com Alex Soares, Luis Arrieta e Samuel Kavalerski.

Luiz Oliveira | É bailarino e coreógrafo. Em 2014, entrou para o elenco do Balé da Cidade de São Paulo sob direção de Iracity Cardoso, onde ainda atua dançando obras de grandes coreógrafos nacionais e internacionais. Fez parte do elenco do ‘Deanima Jovem’, no Rio de Janeiro, sob a direção de Richard Gragun. De 2011 a 2013, dançou no Projeto Mov_ola, de Alex Soares. Luiz iniciou os estudos em dança em Ribeirão Preto, SP, sua cidade natal.

Henrique Rodovalho | Coreógrafo e diretor artístico da Quasar Cia de Dança, Rodovalho é ganhador de prêmios nacionais e internacionais, como o Prêmio Mambembe e o XXI Prêmio de Composição Coreográfica (México). Como coreógrafo trabalhou para grandes companhias e profissionais de dança do Brasil e de várias partes do mundo, a exemplo do Balé da Cidade de São Paulo, São Paulo Companhia de Dança, Balé do Teatro Guaíra, Cia. Sociedade Masculina, Discípulos do Ritmo, Cia. de Dança Roda Viva, Rui Moreira, Flávia Tápias, Cia. de Dança de Minas Gerais, o extinto Ballet da Fundação Gulbenkian (Portugal) e Ballet Teatro del Spacio (México), além do Nederlands Dans Theater, um dos principais representantes da dança contemporânea mundial, em 2006.

Matilde Campilho | Poeta portuguesa, Matilde nasceu em Lisboa, em 1982. Em 2014, publicou ‘Jóquei’, em Portugal, um livro de poemas que foi editado no Brasil um ano mais tarde pela Editora 34, pela qual também publicou o livro ‘Flecha’, de pequenas estórias, em 2022. Escreve para várias publicações portuguesas e internacionais. É coautora e locutora de um programa de rádio semanal, o Pingue Pongue. Matilde Campilho vive em Lisboa.

Ficha técnica: Concepção: Luiz Oliveira. Coreógrafo: Henrique Rodovalho. Intérpretes criadores: Luiz Oliveira e Irupé Sarmiento. Luz e trilha sonora: Henrique Rodovalho. Operação de luz: Rossana Boccia. Figurino: Bruna Fernandes. Arte visual: João Pacca. Produção executiva: Caroline Zitto.

Serviço:

Espetáculo/dança ‘Mercúrio’

Projeto Intersecções e Interconexões Literárias

Dias 12, 13 e 14 de abril – sexta e sábado, às 20h; domingo, às 17h

Ingressos: R$40,00 (inteira), R$20,00 (meia-entrada), R$12,00 (Credencial Sesc)

Ingressos à venda no Portal SescSP e nas bilheterias das unidades Sesc

Limite de 2 ingressos por pessoa

Local: Sala de Espetáculos 1 (120 lugares). Classificação: 14 anos. Duração: 45 min.

Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700

Estacionamento: de terça a sábado, das 9h às 21h; domingos e feriados, das 9h às 18h

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$8,00 a primeira hora e R$3,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$17,00 a primeira hora e R$4,00 por hora adicional.

Transporte Público: Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

Sesc Belenzinho nas redes: Facebook | Instagram | YouTube.

(Fonte: Sesc SP)

MUB3 abre exposição temporária que celebra a presença das mulheres na Bolsa

São Paulo, por Kleber Patricio

Crédito da foto: Acervo Digital/Museu Casa da Hera.

O MUB3 – Museu da bolsa do Brasil abre no dia 15 de abril, segunda-feira, a partir das 9h, a exposição temporária “Muitas Eufrásias: a presença das mulheres na Bolsa”, no Edifício JB, conhecido como Prédio das Moedas, localizado no Centro Histórico de São Paulo. Os visitantes terão a oportunidade de explorar a vida e as conquistas de Eufrásia Teixeira Leite, uma figura pioneira que desafiou as convenções sociais do século XIX para se tornar a primeira investidora brasileira.

Nascida em 1850, em Vassouras, Rio de Janeiro, Eufrásia Teixeira Leite é reconhecida como a primeira mulher a investir na bolsa de valores de forma independente. Ela desafiou as expectativas de seu tempo e assumiu o controle de sua própria vida financeira. Na exposição, os visitantes terão uma visão detalhada de sua jornada, desde a educação tradicional até a ascensão como uma das investidoras mais respeitadas da época.

Para Lourdes Silva, coordenadora geral do MUB3, a exposição “Muitas Eufrásias: a presença das mulheres na Bolsa” assume uma relevância significativa no contexto de reforçar e inspirar outras mulheres. “Segundo dados extraídos de pesquisa conduzida pela B3 – Bolsa do Brasil em março de 2024, observou-se um notável aumento na participação feminina no mercado de capitais nos últimos cinco anos. No entanto, ressalta-se a necessidade premente de prosseguir nesse crescimento e de proporcionar ao referido público um acesso expandido à educação financeira”, destaca Lourdes.

A mostra, além de falar da vida de Eufrásia, apresentará também outras mulheres pioneiras que se tornaram investidoras naquela época, como as irmãs Brontë, Victoria Woodhull, Tennessee Clafin, Hetty Green e Madame C. J. Walker. A exposição apresentará também uma linha do tempo com importantes marcos relacionados as mulheres.

O público ainda conhecerá de perto o Ticker, aparelho desenvolvido por Thomas Edison para a Bolsa de Nova Iorque que, em meados do século XIX, era usado por bancos, escritórios de corretores, investidores e jornais para transmitir as cotações em tempo real. A peça imprimia em uma fita de papel, a ticker tape, o código do ativo, a variação de preço e o horário de negociação, dados importantes para a tomada de decisão dos investimentos.

A exposição “Muitas Eufrásias: a presença das mulheres na Bolsa” ficará em cartaz até 15 de junho de 2024. A entrada é gratuita em todos os dias de funcionamento.

Serviço:

Exposição “Muitas Eufrásias: a presença das mulheres na Bolsa”

Visitação: 15 de abril a 15 de junho de 2024

Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 10h às 16h

Local: Edifício JB (Prédio das Moedas) – Rua João Brícola, 59 – Centro Histórico de São Paulo

Próximo à estação São Bento do metrô

Entrada gratuita

Edifício JB – Prédio das Moedas | O histórico Edifício JB, que tem a bela fachada decorada com reproduções de moedas nacionais de diferentes épocas, já abrigou diversas instituições bancárias e foi reaberto ao público depois da reforma promovida pela B3 – Bolsa do Brasil. No térreo, abriga um café e conta com um espaço para exposições temporárias.

Sobre MUB3 | O Museu da bolsa do Brasil – MUB3 nasceu do desejo de se preservar e compartilhar a história do mercado de capitais brasileiro, a partir de uma potente plataforma de conhecimento, aberta a todas as pessoas que se interessam pelo tema e o pesquisam. O acervo originário das principais bolsas de valores do Brasil permitiu a criação do Museu, que passa agora a integrar uma rede de equipamentos culturais no centro de São Paulo ligados à história econômica brasileira, com reflexos para todo o Brasil.

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(Fonte: MUB3 – Museu da bolsa do Brasil)

Saiba onde fica a maior trilha aquática do Brasil

Brasil, por Kleber Patricio

Fotomontagem: Divulgação/MTur.

Os estados do Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo abrigam um atrativo turístico conhecido como a maior trilha aquática do Brasil. Essa experiência fica na Rota dos Pioneiros, trilha de longo curso de cerca de 400 km que promove a experiência no rio Paraná por meio de bote ou caiaque. O passeio abrange os municípios de Taquarussu, Jateí, Naviraí, Eldorado e Mundo Novo, no Mato Grosso do Sul; Inajá, Santo Antônio do Caiuá, Paranavaí, Terra Rica, Diamante do Norte, Nova Londrina, Marilena, São Pedro do Paraná, Querência do Norte, Icaraíma, Altônia, Guaíra, no Paraná, e Teodoro Sampaio, Euclides da Cunha, Rosana em São Paulo.

A trilha de longo curso presenteia os turistas com a oportunidade de explorar o rio de maneira íntima e intensa, atravessando paisagens deslumbrantes que vão desde trechos calmos e serenos até incríveis corredeiras, proporcionando uma experiência completa para os amantes da natureza e dos esportes aquáticos.

A Rota dos Pioneiros tem o objetivo de promover a região e fortalecer o potencial turístico e cultural do local. A coordenadora-geral de Produtos e Experiências Turísticas do Ministério do Turismo, Fabiana Oliveira, enfatiza que esses equipamentos são fundamentais para a diversificação do cardápio de experiências ofertadas para as pessoas que buscam contato com a natureza. “É nelas que ocorrem atividades como caminhadas, cicloturismo, observação de fauna e flora e atividades aquáticas. Além disso, são de extrema importância para a conservação da biodiversidade”, pontuou.

Para o gestor da Rota dos Pioneiros, Erick Xavier, assim como outras trilhas aquáticas, o local cumpre o papel de contar também a história do país. “O Brasil possui mais de 40 mil quilômetros de rios navegáveis e mais de 7 mil km de litoral, por onde se desenhou a história brasileira. Então, se queremos conectar o país, por meio de trilhas de longo curso, precisamos olhar para o potencial das trilhas aquáticas”, mencionou.

O trecho que corta o estado do Mato Grosso do Sul e integra as regiões turísticas do Vale das Águas e Cone Sul também oferece o aviturismo (turismo de observação de aves), praticado nas unidades de conservação da Mata Atlântica do estado.

Rede Trilhas

A Rota dos Pioneiros faz parte do programa Rede Trilhas, iniciativa criada por voluntários da sociedade civil em parceria com o Ministério do Turismo, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O objetivo é conectar paisagens e ecossistemas brasileiros para promover a estruturação e a ampla visibilidade da oferta turística de natureza.

As trilhas de longo curso são identificadas com o símbolo de pegadas amarelas e pretas. A sinalização padronizada traz mais segurança aos turistas, que contam com sinalização e com a indicação de pontos de interesse turístico, locais para pernoite, alimentação e outros pontos de apoio. Para Fabiana, a rede tem fundamental importância no posicionamento do Brasil como um destino turístico de natureza. “É uma política pública de relevância nacional, pois cria um sistema eficiente, com uma sinalização padronizada, que facilita a promoção do país como um destino de natureza em todo o mundo”, concluiu.

Trilhas do Brasil | O Ministério do Turismo elaborou uma publicação em parceria com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), Instituto Chico Mendes para Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), Associação Brasileira de Trilhas de Longo Curso (REDE) e Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) chamada “Trilhas do Brasil – Manual de Estruturação e Promoção Turística das Trilhas de Longo Curso”. Trata-se de um manual com orientações para apoiar a criação, a estruturação e a promoção de Trilhas de Longo Curso no Brasil. O Manual pode ser acessado aqui.

(Fonte: Ministério do Turismo/Governo do Brasil)