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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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A exposição “Bichos” de Lygia Clark e sua conexão com UMA

São Paulo, por Kleber Patricio

A Pinacoteca de São Paulo inaugura sua programação de exposições de 2024 com uma notável mostra panorâmica dedicada a uma das artistas mais influentes do século XX, Lygia Clark. “Lygia Clark: Projeto para um planeta” é uma imersão única reunindo mais de 150 obras representativas de diversas fases de sua carreira. Com o objetivo de aproximar o legado artístico de Clark das novas gerações, a exposição fica em exibição na Pinacoteca de São Paulo até 4 de agosto de 2024.

A UMA, marca de moda contemporânea reconhecida por sua essência independente e atemporal, reafirma sua ligação única entre arte e moda e celebra a exposição da artista plástica disponibilizando as peças bichos: caranguejo, Lygia Clark por R$280,00, em três opções de cores – preto, branco e cinza – e podem ser adquiridas tanto no site oficial quanto nas lojas físicas

A série Bichos foi uma coletânea de esculturas produzidas por Lygia Clark a partir de 1960, no período em que a artista passou a integrar o movimento neoconcretista juntamente com o Grupo Frente do Rio de Janeiro. Os Bichos são estruturas instáveis que questionam as certezas físicas de quem vê, uma vez que estão a todo momento à beira do colapso e não possuem uma forma ideal.

Sobre a UMA

Fundada por Raquel e Roberto Davidowicz em 1997, a UMA é uma marca de moda contemporânea com essência independente e atemporal. Feita em São Paulo para consumidores globais, a UMA foca em produtos de qualidade, relações de trabalho justas e estética moderna. Conhecida por sua conexão com artes visuais e dança, além de trabalhar a sustentabilidade com sua linha ecológica UMA X, a etiqueta paulistana possui lojas em São Paulo e Rio de Janeiro e está presente em multimarcas pelo Brasil e e-commerces internacionais. @umabrasil | www.uma.com.br.

(Fonte: Suporte Comunicação)

Espetáculo site specific de Fause Haten “Eu Sou um Monstro” estreia no Sesc Pompeia

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Fause Haten.

Na véspera da estreia de uma importante exposição, um artista encontra seu namorado morto e deixa o corpo no mesmo lugar para não atrapalhar o grande dia. A história, com ares de filme de mistério, aconteceu com o pintor anglo-irlandês Francis Bacon (1909–1992) e inspirou Fause Haten a criar o espetáculo “Eu Sou um Monstro”, que faz sua primeira temporada em São Paulo de 4 a 14 de abril de 2024 na Área de Convivência do Sesc Pompeia (R. Clélia, 93 – Água Branca, São Paulo – SP).

Tudo começou a partir da palavra. Haten, que transita entre as diversas artes, ficou muito impressionado com esse relato e escreveu um conto ficcional. Em um determinado momento, surgiu a ideia de transportar a narrativa para o teatro – foi quando começaram os estudos para viabilizar isso.

Após algumas apresentações individuais para amigos e parceiros de trabalho, “Eu Sou um Monstro” alcançou seu formato final e fez uma temporada na Casa Rosa Salvador, em 2022. Na prática, o universo desenvolvido pelo conto foi expandido para se tornar esse teatro-performance site specific, ou seja, cuidadosamente pensado para cada espaço onde é encenado.

Sobre a encenação

O público embarca em uma experiência única. Ao chegar no espaço, é recebido por Fause, que começa a discutir amenidades com as pessoas. Aos poucos, os espectadores são conduzidos para outro lugar com algumas obras de arte expostas. O intérprete compartilha curiosidades sobre elas e propõe um pacto: por 50 minutos, todos precisam acreditar que ele é Francis Bacon. Ao longo desse tempo, quem estiver assistindo ao trabalho acompanha a transformação de um ser idolatrado em um monstro. Ou seja, os sentimentos de aversão e de admiração são colocados em confronto – tudo em nome de um desejo artístico.

A existência de uma plateia, de uma dramaturgia e de um cenário assinado por Carol Bucek ligam imediatamente “Eu Sou um Monstro” ao teatro. Já sua relação com a performance reside no fato de que a ação também depende do comportamento do público, que interage com o intérprete em alguns momentos. Mas o trabalho é muito mais do que isso.

“Como artista, eu sempre busquei extrapolar os limites da minha profissão. Como estilista, meus desfiles também são performances. Já no teatro, gosto também de criar os figurinos. E, de alguma forma, as artes plásticas também estavam presentes. Com este trabalho, estou apresentando abertamente todos esses meus lados”, comenta Fause.

Por isso, Haten desenvolveu também as obras do artista-personagem, dando essa ideia de exposição de arte. São foto-performances elaboradas a partir do contato do seu rosto com diferentes materiais, como fitas, cordões e adesivos, como se fosse mesmo uma exposição de arte. Da mesma forma, existe uma instalação na peça feita com as cadeiras destinadas ao público. No início do ato, elas estão empilhadas e cabe ao intérprete organizá-las para acomodar cada um. Vale dizer que um dos espectadores é convidado a se sentar na frente de Haten, assumindo o papel de um “olho”.

Neste jogo, o artista divide com os seus espectadores algumas das suas inquietações a respeito da arte. “Quando eu li ‘Os anormais’, de Michel Foucault, que estabelece uma relação entre o exame psiquiátrico e o direito penal partindo da análise de grandes casos de monstruosidade criminal, vi várias frases que se eu tirasse a palavra monstro e colocasse artista, o sentido se manteria. Então, estou assumindo que sim, somos monstros: deixamos as pessoas sem ar e fazemos coisas inimagináveis. Temos total liberdade, nosso corpo é livre”, defende.

Sobre Fause Haten

Foto: Fause Haten.

Fause Haten é artista reconhecido pela sua trajetória na moda. Desde 2006, abriu seus horizontes para o campo das artes, iniciando pelos estudos em artes cênicas no Teatro Escola Célia Helena, onde se formou em 2010.

Participou de vários trabalhos como ator, entre os quais destacamos “A Feia Lulu” (2014) e “Lili Marlene Um Anti Musical” (2017), em que escreveu, dirigiu e atuou. Entrando pela porta do teatro, foi se reconhecendo também como performer e acabou chegando nas artes visuais.

Sua pesquisa, sempre muito relacionada ao corpo, parte do seu próprio como matéria-prima principal. O seu ponto de partida é a sua habilidade em fazer imagens e na construção escultórica a partir de tecidos, fios, linhas e pedrarias.

O seu ponto de chegada tem sido a construção de uma nova realidade. Suas plataformas de expressão são a performance, vídeo, fotografia, escultura, pintura têxtil e pintura a óleo.

Sinopse | Escrita a partir de um acontecimento na vida do artista Francis Bacon (1909–1992) e seu namorado George Dyer, o performer pretende submeter seu público a experiência de sentir um ser idolatrado se transformar em um Monstro dentro delas. O sentimento de admiração e aversão colocados em confronto.

Ficha Técnica:

Fause Haten | Diretor, Ator, Dramaturgo

Caetano Vilela | Designer de Luz

Rodrigo Gava | Designer de som e vídeo

Carol Bucek | Cenário

Marisa Riccitelli Sant’ana e Rachel Brumana | Direção de Produção

Dani Correia e Paula Malfatti | Produção executiva

Associação SÙ de Cultura e Educação | Gestão

Assessoria de Imprensa | Canal Aberto – Márcia Marques e Daniele Valério.

Serviço:

Eu Sou um Monstro

De 4 a 14/4/2024, quinta a sábado, às 21h30 e domingo, às 18h30

Nos dias 6 e 13 de abril – sessões com Língua Brasileira de Sinais

Área de Convivência – Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93 – São Paulo (SP)

Ingresso: R$40 (inteira), R$20 (meia-entrada), R$12 (credencial plena).

Recomendação de idade: 14 anos

Capacidade: 30 lugares

Duração: 50 minutos

Não tem estacionamento

Para informações sobre outras programações, acesse o portal: sescsp.org.br/pompeia ou acompanhe nas redes sociais:

instagram.com/sescpompeia

facebook.com/sescpompeia

Para credenciamento, encaminhe pedidos para imprensa@pompeia.sescsp.org.br.

(Fonte: Canal Aberto Comunicação)

3ª Bienal Black acontece até 16/6 no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Ritual Artístico Performático “O Rio de Dentro”, de Adriana Teles (BA). Foto: Sarah Lamille.

A cidade do Rio de Janeiro recebe a 3ª edição da Bienal Black (3BienalBlack), evento que tem como objetivo dar visibilidade ao trabalho de artistas emergentes, principalmente mulheres. As exposições reúnem mais de 270 trabalhos de 225 artistas de todo o país e do exterior, divididos em seis espaços da cidade e programação virtual. Com entrada franca, as atividades vão até junho e incluem uma programação extensa, que pode ser conferida no site bienalblack.com.br.

A iniciativa busca fomentar a narrativa de decolonialidade proporcionando espaços alternativos de acesso e oportunidade no campo artístico.  As atividades dividem-se entre o Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica, Centro de Artes Calouste Gulbenkian, Centro Cultural dos Correios, Cidade das Artes, Espaço Cultural Correios e Museu da História e da Cultura Afro-brasileira, com atrações programadas para ocorrer também no Museu do Samba e Museu da Maré.

Para a idealizadora e uma das curadoras, Patrícia Brito, a 3ª Bienal Black é um espaço de troca onde artistas e entidades artísticas independentes têm a oportunidade de apresentar suas obras e compartilhar suas experiências e perspectivas decoloniais. O evento também visa estabelecer conexões com outras iniciativas artísticas e culturais que sigam a mesma direção.

A escolha da capital fluminense como sede desta edição reforça a importância da cidade como um polo de difusão cultural e artística. A Bienal Black se une a um conjunto de iniciativas que visam fortalecer e valorizar a produção artística com recorte racial, não apenas na cidade, mas em todo o país. A atração deste ano foi construída a partir de cinco eixos expositivos: Linhas Insurgentes, Redes de Transmissão, Práticas Geradoras, (RE)imaginando o Cubo Preto e Memórias (trans)locadas. “Em um contexto global de migração em massa e debates acerca do tema, a exposição busca compreender como artistas contemporâneos respondem ao deslocamento de pessoas ao redor do mundo através de suas práticas artísticas”, delimita Patrícia. “As respostas artísticas, que variam desde relatos pessoais até meditações poéticas, farão parte de um circuito em diversos espaços culturais que vai contar com uma programação extensa e gratuita ao longo de quatro meses”, resume.

A terceira edição da Bienal Black Brazil Art selecionou como foco central o tema Fluxos (In)Fluxo: Transitoriedade, Migração e Memória. Com a colaboração de quatro curadores convidados – Claudia Mandel Katz (Costa Rica), Edwin Velasquez (Porto Rico), Julio Pereyra (Uruguay) e Vinicius (Alemanha) –, o pensamento foi estabelecer um ambiente propício para exploração e reflexão sobre migração, desigualdades sistêmicas de gênero, narrativas transculturais e identidades em fluxos.

Surgida em 2019, no sul do país, com a temática Mulheres (in) Visíveis, a Bienal Black nasceu com o propósito de dar visibilidade para mulheres anônimas, principalmente as mulheres negras em galerias e museus. Para sua idealizadora, a missão desta terceira edição é a busca de uma narrativa inclusiva, multifacetada e que ressoe com as realidades das comunidades marginalizadas: “Almejamos desconstruir paradigmas, contribuindo para uma compreensão mais abrangente e justa das dinâmicas de migração, memória e identidade”.

A 3BienalBlack tem organização e produção do Instituto Black Brazil Art e financiamento por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). O patrocínio é do Grupo Carrefour Brasil, com apoio da Prefeitura do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal da Cultura, Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica, Centro de Artes Calouste Gulbenkian, Teatro Municipal Gonzaguinha, Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, Museu da História e Cultura do Afro-brasileiro, Centro Cultural Correios, Cidade das Artes, Espaço Cultural Correios, Museu do Samba e Museu da Maré.

Serviço:

3ª Bienal Black (3BienalBlack): “Fluxos (in)Fluxo: Transitoriedade, Migração e Memória”

Até 16 de junho de 2024

Locais: Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica, Centro de Artes Calouste Gulbenkian, Centro Cultural dos Correios, Cidade das Artes, Espaço Cultural Correios e Museu da História e da Cultura Afro-brasileira

Entrada franca

Programação: bienalblack.com.br

Redes sociais:

Site oficial: bienalblack.com.br | Facebook: /BlackBrazilArt

Instagram: @bienalblackbrazilart | YouTube: /BlackBrazilArt.

(Fonte: Isidoro Guggiana)

Grupo Primavera apresenta nova coleção de bonecas de pano em ambiente na Campinas Decor

Campinas, por Kleber Patricio

O Lounge Primavera na Campinas Decor. Fotos: Divulgação.

Um ambiente divertido, lúdico e inspirador: assim é o Lounge Primavera, espaço cedido pela Campinas Decor 2024 ao Grupo Primavera para venda de bonecas e artesanato ao público visitante da Mostra. Pintado em tons pastel, o ambiente traz a nova coleção do principal símbolo da instituição: as bonecas de pano confeccionadas na Oficina Primavera, que representam transformação e oportunidade e são opção de presente solidário para qualquer idade.

Localizado próximo à Sala de Imprensa, no espaço 24, o Lounge Primavera foi concretizado graças à solidariedade de diversos parceiros. As designers de interiores voluntárias Marina Sampaio Andrade e Silvia Bartholomeu foram as responsáveis pelo projeto do ambiente. Patrocinaram o espaço o Grupo R1, TES Cenografia, Zulmiro José Furlan e Casa do Construtor, com produtos da Bonaluce, Classic Móveis e Rosivaldo Marcenaria.

Bonecas da nova coleção lançada pelo Grupo Primavera durante a Campinas Decor. Fotos: Divulgação.

A nova coleção apresentada no Campinas Decor traz bonecas com nove cores diferentes de roupas e cabelos e custam R$90 e R$120, conforme o tamanho. Serão também vendidos no local mini bonecas, chaveiros, marcadores de livro e a pomba símbolo do Espírito Santo (objeto para decoração), confeccionados por mão-de-obra feminina capacitada em um programa para mulheres de baixa renda oferecido pelo Primavera.

Os recursos obtidos com as vendas serão revertidos às atividades do Grupo Primavera, que atende mais de 500 crianças e adolescentes de Campinas em situação de vulnerabilidade social. “As bonecas são peças delicadas, únicas e colecionáveis, e quem as compra apoia nossos projetos, incentiva o trabalho artesanal e fortalece a comunidade, contribuindo para um futuro mais justo e igualitário”, afirma Ruth Maria de Oliveira, gestora executiva do Grupo Primavera.

Sobre o Grupo Primavera

Em 43 anos de existência, o Grupo Primavera atingiu a marca de mais de 13 mil atendidos por meio de seus programas de educação complementar, cultural e profissional com o objetivo de reduzir os riscos sociais aos quais estão expostos, capacitando-os e trabalhando para torná-los cidadãos ativos na sociedade. Oferece aos atendidos conteúdos pedagógicos inovadores e princípios relevantes como pontualidade, respeito, participação, colaboração, organização, disciplina, iniciativa e empreendedorismo.

A instituição, fundada em 1981, recebe crianças, adolescentes e jovens de 6 a 18 anos do entorno do Jardim São Marcos. O ingresso no Primavera segue critérios como perfil socioeconômico vulnerável e a necessidade dos atendidos estarem matriculados na rede pública de ensino.

Lounge Primavera na Campinas Decor

Quando: até 26/5

Onde: Prédio do Relógio – Pátio Ferroviário de Campinas – Rua Dr. Sales de Oliveira, 1380 – Vila Industrial, Campinas – Espaço 21C

Horários: terça a sexta, das 14h às 22h e sábados, domingos e feriados, das 12h30 às 22h

Bilheteria no local até às 20h30.

(Fonte: Carol Silveira Comunicação)

[Comunicação] 3 técnicas para o dia a dia que você precisa aprender o quanto antes

São Paulo, por Kleber Patricio

Não tem como escapar: você precisa saber se comunicar. Então conheça alguns dos principais segredos para manter uma comunicação saudável no dia a dia. Fotos: Divulgação.

Em um mundo onde a informação circula mais rápido do que nunca, a capacidade de se comunicar de forma eficaz tornou-se uma habilidade essencial. Seja no trabalho, em casa, ou nas redes sociais, todos nós enfrentamos o desafio diário de nos fazer entender claramente. Por isso, dominar técnicas de comunicação é não só útil, mas urgente. A fonoaudióloga e especialista em comunicação Mirna Abou Rafée compartilha 3 das principais dicas de uma comunicação eficiente para o dia a dia:

1 – A primeira e talvez mais importante técnica é a prática da escuta ativa. A arte de ouvir vai muito além de simplesmente escutar as palavras que são ditas. Envolve prestar atenção total ao interlocutor, olhar nos olhos e evitar qualquer tipo de distração. Isso significa colocar o celular de lado, esquecer as abas abertas no computador e focar completamente na pessoa que está falando. A escuta ativa permite uma compreensão mais profunda do contexto comunicativo, ajudando a evitar mal-entendidos e a construir relacionamentos mais sólidos.

2 – Além de ouvir, expressar-se corretamente é fundamental. Aqui, gestos e expressões faciais entram em cena. O corpo fala, e saber usar essa linguagem não verbal é uma poderosa ferramenta de comunicação. Um sorriso, um aceno de cabeça e o contato visual são exemplos de como podemos reforçar nossa mensagem sem dizer uma única palavra. Esses sinais ajudam a criar uma conexão mais forte com o interlocutor, tornando a comunicação mais dinâmica e efetiva.

3 – Outra dica valiosa é a objetividade. Vivemos num mundo saturado de informações e ser direto e conciso é uma virtude. Isso não significa ser brusco ou ríspido, mas sim evitar rodeios desnecessários. Comunicações claras e ao ponto são mais facilmente compreendidas e apreciadas. Quando falamos de maneira simples e direta, respeitamos o tempo do outro e aumentamos as chances de nossa mensagem ser efetivamente absorvida.

Mas como aplicar estas técnicas no dia a dia? Comece pequeno. Nas suas próximas conversas, foque em ouvir ativamente, prestando atenção ao que está sendo dito e como está sendo dito. Use sua linguagem corporal para mostrar que você está engajado na conversa. E quando for sua vez de falar, lembre-se de ser claro e objetivo.

Além dessas técnicas, é importante lembrar que a comunicação é uma via de mão dupla. Estar aberto ao feedback e disposto a ajustar sua forma de comunicação conforme o contexto e as necessidades do interlocutor também é crucial. A empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, desempenha um papel fundamental nesse processo. Entender os sentimentos e perspectivas da outra pessoa pode ajudar a adaptar sua mensagem de maneira mais eficaz, criando uma conexão mais genuína e profunda.

Dominar a arte da comunicação é um processo contínuo, que exige paciência, prática e, acima de tudo, disposição para aprender e melhorar. Mas as recompensas valem o esforço: menos conflitos, relações mais fortes e uma maior capacidade de influenciar e inspirar os outros.

Sobre Mirna Abou Rafée | Idealizadora da Yutter, Mirna Abou Rafée é tagarela por vocação e apaixonada por comunicação. Acredita que tão importante quanto o que se diz é como se diz. Defende que uma comunicação autêntica e bem desenvolvida faz você sair na frente e garantir um lugar de destaque, seja onde for. Afinal, uma boa fala tem o poder de valorizar qualquer discurso. Mirna é fonoaudióloga formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, especialista em voz pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia com duas pós-graduações e mentora de comunicação de líderes e executivos de empresas de diversos segmentos. Participou do programa de neurociências na Universidade de Yale, em Connecticut/USA.

(Fonte: RTA Comunicação)