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Festival Varilux de Cinema Francês confirma data em novembro em todo o país e inscreve para o 7°LAB Franco-Brasileiro de Roteiros

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Programado para os cinemas de todo o país entre os dias 7 e 20 de novembro, o 15º Festival Varilux de Cinema Francês realiza a sétima edição do seu já tradicional LAB Franco-Brasileiro de Roteiros em parceria com o Conservatório Europeu de Escrita Audiovisual (CEEA), escola parisiense referência para a formação de roteiristas, na França. As inscrições são gratuitas entre 10 de julho e 9 de agosto e os selecionados serão escolhidos pela comissão técnica do festival. Destinado a roteiristas, diretores e realizadores, a atividade propicia o desenvolvimento da escrita de projetos de roteiros de longa-metragem de ficção e de séries de TV.

Coordenado por François Sauvagnargues, especialista de ficção e ex-diretor geral do FIPA, Festival Internacional de Programação Audiovisual (Biarritz, França), o LAB terá como professores os roteiristas Corinne Klomp, Claire Barré, Jean-Marie Chavent e Monica Rattazzi, todos roteiristas e integrantes do Conservatório Europeu de Escrita Audiovisual. Os 16 participantes selecionados serão divididos em quatro grupos que trabalharão durante cinco dias. A formação será no Rio de Janeiro, entre os dias 4 e 8 de novembro. A inscrição deve ser feita pelo formulário (acessado aqui) no qual se encontra o regulamento e outras informações. Uma taxa de participação de R$500,00 (quinhentos reais) será cobrada.

François Sauvagnargues, coordenador do LAB. Foto: Divulgação.

O LAB terá duas modalidades de roteiros: de longa-metragem de ficção original ou adaptado e de série de ficção para televisão. O objetivo é explorar os fundamentos e a metodologia da construção dramática, acompanhar a escrita, explorar abordagens que facilitem a construção da história e orientar os autores ajudando-os a encontrarem suas particularidades e a construir uma narração. Entre teoria e prática, o LAB promove a troca de experiências entre palestrantes europeus com larga experiência e profissionais brasileiros, contribuindo para estimular o intercâmbio de conhecimentos e incentivar coproduções futuras entre Europa e Brasil. Já passaram pelo Laboratório de Roteiro nomes como Ana Rieper, Angelo Defanti, Estevão Ciavata, João Miguel, Sabrina Fidalgo e Wagner Assis. Para outras informações sobre o Lab: lab@bonfilm.com.br (coordenadora: Nathalie Tric).

O Festival Varilux de Cinema Francês é realizado pela produtora Bonfilm e tem como patrocinadores principais a Essilor/Varilux e a Pernod Ricard/Lillet, além do Ministério da Cultura, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura. Outros parceiros importantes são as unidades das Alianças Francesas em todo Brasil, a Embaixada da França no Brasil, as empresas, Air France, Fairmont (grupo Accor), além das distribuidoras dos filmes e os exibidores de cinema independente/de arte e as grandes redes de cinema comercial.

Sobre a Bonfilm | Além de distribuidora de filmes, a Bonfilm é realizadora do Festival Varilux de Cinema Francês que, nos últimos 14 anos, promoveu mais de 35 mil sessões nos cinemas e somou um público de mais de um 1,2 mil espectadores. Desde 2015, a Bonfilm organiza o festival Ópera na Tela, evento que exibe filmes de récitas líricas em uma tenda montada ao ar livre no Rio de Janeiro e que já teve uma edição em São Paulo, além de cinemas de todo Brasil.

(Fonte: Agência Febre)

MinC disponibiliza editais temáticos da PNAB para projetos de apoio ao livro, leitura, literatura e bibliotecas

Brasília, por Kleber Patricio

Foto: Alexei Maridashvili/Unsplash.

Reafirmando o compromisso de acompanhar a execução dos recursos que foram repassados para estados, Distrito Federal e municípios por meio da Política Nacional de Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), o Ministério da Cultura (MinC) divulgou dois modelos de editais direcionados para apoiar projetos e ações que envolvam Livros, Leitura, Literatura e Bibliotecas.

Uma das minutas sugere um edital para repassar apoio financeiro a ações literárias com o objetivo de incentivar a leitura e a valorização da literatura e da escrita nos territórios. De acordo com o modelo, eventos como festas e feiras literárias, bienais do livro, saraus, oficinas de escrita criativa e publicações literárias seriam exemplos de projetos que poderiam concorrer.

Na outra, a sugestão é lançar um edital para selecionar bibliotecas comunitárias, criadas e mantidas pelas comunidades, sem intervenção do poder público, para receberem subsídio mensal como forma de apoio à manutenção dos espaços. Clique aqui para acessar a íntegra dos modelos e anexos de editais temáticos da PNAB. “Com esses editais, nós entendemos que podemos aproveitar esse grande investimento que é a PNAB para a qualificação das bibliotecas comunitárias, das ações literárias e para a economia do livro. E a literatura brasileira nessa sua diversidade, compondo um acervo cada vez mais rico, regionalizado e com uma importância também de entender isso dentro da bibliodiversidade brasileira”, avaliou o diretor de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do MinC Jéferson Assumção.

Para o titular da Secretaria de Formação, Livro e Leitura (Sefli) do MinC, Fabiano Piúba, os modelos são importantes, pois apontam para gestores e gestoras públicas de cultura, a necessidade de fomentar os mais diversos tipos de ações. “Eu compreendo a PNAB não como uma política voltada apenas para a distribuição de recursos. Ela é um instrumento para a execução de políticas culturais. Nesse sentido, o Ministério da Cultura vem desenvolvendo algumas modelagens e referências para que estados e municípios possam aderir a essas políticas, compreendendo, por exemplo, no âmbito da Sefli, a possibilidade de estarem lançando editais para fomentar projetos de formação artística cultural, livro e leitura”, avaliou.

A secretária dos Comitês de Cultura (SCC) do MinC, Roberta Martins, responsável por coordenar os trabalhos de assistência aos gestores públicos na execução das políticas de fomento, explica que a equipe do Ministério está empenhada em desenvolver mais modelos de editais, para contemplar as mais diversas linguagens artísticas. “Queremos oferecer ferramentas para que as necessidades de todos os fazedores de cultura sejam contempladas. Entendemos que não basta distribuir recursos financeiros, nossa gestão está dedicada a assegurar que o dinheiro da PNAB alcance todos os territórios e as políticas públicas ajustadas às necessidades específicas de cada localidade”, destacou.

O diretor de Assistência Técnica a Estados, Distrito Federal e Municípios (DAST) do MinC, Thiago Leandro, não descarta parceria com outros ministérios para propor modelos de editais temáticos. “A ideia é que tenhamos vários outros modelos temáticos que sejam realizados em parceria com as áreas fins, inclusive com outros ministérios na Esplanada. A gente segue em formato de fluxo contínuo na construção dessas minutas para oferecer aos gestores estaduais e municipais uma série de opções que facilitem e dinamizem o trabalho na ponta. E também estamos sempre à disposição para auxiliar no processo da boa execução das políticas, inclusive na adequação do edital à realidade local”, lembrou.

Todas as minutas foram elaboradas com base na Lei nº 14.903/2024, no Decreto nº 11.453/2023 e atestadas pela Consultoria Jurídica do Ministério da Cultura. Por isso, apesar de serem modelos abertos, eventual alteração pode implicar em irregularidades jurídicas no edital. A recomendação é que, uma vez finalizado o preenchimento, o gestor público encaminhe o documento ao setor jurídico local para análise e verificação de adequação formal da minuta.

Dúvidas | Mais informações sobre a execução de recursos e sobre as minutas de editais podem ser obtidas nos canais de atendimento da PNAB pelo e-mail pnab@cultura.gov.br e também na página oficial da Política. Clique aqui para acessar. No site também é possível agendar participação nos plantões tira-dúvidas, realizados no formato virtual, sempre às quartas-feiras, das 14h às 16h (horário de Brasília).

(Fonte: Ministério da Cultura – Governo do Brasil)

[Férias] Museu da Língua Portuguesa realiza feira de troca de livros, sarau e brincadeiras para crianças entre 16 e 21 de julho

São Paulo, por Kleber Patricio

Exposição temporária Línguas africanas que fazem o Brasil. Foto: Guilherme Sai.

Feira de troca de livros, sarau com manifestações afro-brasileiras e oficinas e brincadeiras para a criançada marcam a programação de 16 a 21 de julho do Museu da Língua Portuguesa. Além disso, aos sábados e domingos deste mês, todos os públicos não pagam nada para visitar a exposição principal e a atual mostra temporária ‘Línguas africanas que fazem o Brasil’. Desta forma, o Museu é uma excelente dica de passeio para as crianças e pessoas de todas as idades no mês das férias do meio do ano.

Um dos destaques é a Estação Férias – Palavra com Raiz, que oferece, de terça a domingo, das 10h às 17h, oficinas, jogos, performances artísticas e intervenções interativas sobre as presenças das culturas africanas na identidade cultural brasileira para a criançada e toda a família. Para participar, não precisa reservar e nem retirar ingresso: basta comparecer no Saguão B e começar a brincar. No sábado, dia 20, o projeto contará com a participação da Cia Dundú, que mostrará o espetáculo de palhaçaria Sede de Que? E, no domingo, a atração é o Grupo Afro Babalotim com a coreografia de dança Sou Negra Raiz – ambas apresentações iniciam às 11h.

Feira de Troca de Livros do Museu. Foto: Guilherme Sai.

No dia 20 (sábado), acontecem a 4ª edição da Feira de Troca de Livros do Museu e o 5º Sarau Africanizar no Museu. A feira acontece no Pátio B, onde as pessoas são estimuladas a trocar com o Museu até oito livros em bom estado: sendo quatro livros por outros quatro livros da instituição e quatro livros por quatro ingressos (válidos até 29 de dezembro de 2024). Caso a pessoa queira doar mais livros ao Museu, não há limite, desde que respeitadas as categorias literárias indicadas. Também podem trocar livros entre si. A atividade ainda promove mediação de leitura e conta com um espaço infantil.

Já o Sarau Africanizar chama a atenção de todos que passam pelo Saguão Central da Estação da Luz das 12h às 14h. Com curadoria do Samba D’Ketu, o projeto contará com DJ Pedrinho, a professora de dança Raquel Barcossa e o Nego Dirça e o Grupo Vaib Boa.

Cia Dundú, atração da Estação Férias – Palavra com Raiz. Foto: Divulgação.

Por fim, no dia 21 (domingo), o Núcleo Educativo realiza a Estação Famílias próximo ao terraço, no terceiro andar do Museu, das 13h às 14h30. Trata-se de um espaço de acolhimento com atividades especiais.

Exposições 

Quem for ao Museu ainda tem acesso à sua exposição principal e à mostra temporária Línguas africanas que fazem o Brasil. Aos fins de semana, o ingresso para visitá-las é gratuito – de segunda a sexta, o valor é R$24 (inteira) e R$12 (meia), sendo que crianças até 7 anos não pagam em nenhum dia da semana.

A exposição principal aborda a diversidade da língua portuguesa falada no território brasileiro por meio de experiências audiovisuais, imersivas e interativas. Um dos destaques é a Praça da Língua, uma espécie de planetário das palavras, onde textos da literatura em língua portuguesa são projetados no teto e declamados por nomes como Maria Bethânia, Zélia Duncan e Tom Zé.

Grupo Afro Balabotim. Foto: Divulgação.

Já a mostra temporária Línguas africanas que fazem o Brasil apresenta a presença do iorubá, fon, quicongo e outras línguas de África no português falado no Brasil. Um grande mapa mostra como ocorreu o fluxo dessas línguas da África até o Brasil ao longo de mais de três séculos. A curadoria da exposição é do músico e filósofo Tiganá Santana.

A exposição conta com patrocínio master da Petrobras, patrocínio da CCR, do Instituto Cultural Vale, e da John Deere Brasil e apoio do Itaú Unibanco, do Grupo Ultra e da CAIXA.

Serviço: 

Estação Férias – Palavra com Raiz

De 9 a 28 de julho (de terça a domingo), das 10h às 17h

No Saguão B e Pátio B

Grátis

4ª Feira de Troca de Livros do Museu 

Dia 20 de julho (sábado), das 14h às 17h

No Pátio B

Grátis

5º Sarau Africanizar no Museu 

Dia 20 de julho (sábado), das 12h às 14h

No Saguão Central da Estação da Luz

Grátis

Estação Famílias

Dia 21 de julho (domingo), das 13h às 14h30

No terceiro andar, perto do terraço

Grátis

Exposição principal e mostra temporária Línguas africanas que fazem o Brasil 

De terça a domingo, das 9h às 16h30 (com permanência até as 18h)

R$24 (inteira); R$12 (meia)

Grátis para crianças até 7 anos

Grátis aos sábados

Grátis aos domingos (até 31 de agosto)

Acesso pelo Portão A

Venda de ingressos na bilheteria e pela internet: https://bileto.sympla.com.br/event/90834/

Museu da Língua Portuguesa 

Praça da Língua, s/nº – Luz – São Paulo

Sobre o Museu da Língua Portuguesa

Localizado na Estação da Luz, o Museu da Língua Portuguesa tem como tema o patrimônio imaterial que é a língua portuguesa e faz uso da tecnologia e de suportes interativos para construir e apresentar seu acervo. O público é convidado para uma viagem sensorial e subjetiva, apresentando a língua como uma manifestação cultural viva, rica, diversa e em constante construção.

O Museu da Língua Portuguesa é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido e implantado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Esporte e Educação é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.

Patrocínios e parcerias 

A temporada 2024 conta com o patrocínio máster da Petrobras, patrocínio da CCR, e do Instituto Cultural Vale; com apoio do Itaú Unibanco, do Grupo Ultra, e da CAIXA. Conta ainda com as empresas parceiras Instituto Votorantim, Epson, Machado Meyer, Verde Asset Management. Revista Piauí, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux são parceiros de mídia. A EDP é patrocinadora máster da reconstrução do Museu. A reconstrução e a temporada 2024 são uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet.

(Fonte: Museu da Língua Portuguesa – Comunicação)

Vencedora do Concurso de Canto Joaquina Lapinha em 2023, Lorena Pires estreia no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Lorena no Concurso Joaquina Lapinha, em 2023. Foto: Rawziski Registros Musicais.

Ela é do Espírito Santo. Veio ao Rio de Janeiro para uma audição no Theatro Municipal e chamou a atenção da diretoria artística. Lorena Pires foi escolhida para integrar o elenco da ópera ‘Il Trittico’, no centenário de falecimento de Puccini, que entrou em cartaz na programação no dia 14 de julho em comemoração aos 115 anos de vida. A artista venceu o Segundo Concurso de Canto Joaquina Lapinha em 2023, no Theatro Municipal de São Paulo, com a Orquestra Experimental de Repertório sob a regência de Priscila Bomfim e agora, está esfuziante com a conquista do papel de Lauretta, em ‘Gianni Schicchi’.

“Esse ano, já realizo dois grandes sonhos, que são cantar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e no Theatro Municipal de São Paulo, onde também vou debutar em setembro como Anna, na produção de ‘Nabucco’ (Verdi). Quero continuar trabalhando e construindo minha carreira aqui no Brasil, mas tenho o desejo de, num futuro próximo, ir pra Europa e buscar aperfeiçoamento por lá, seja cursando um mestrado em performance ou integrando um Opera Studio de algum teatro. Onde tiver boas oportunidades, tô indo”, comemora a cantora.

Lorena (Lauritta) e Guilherme Moreira (Rinuccio) durante ensaio da ópera Gianni Schicchi. Foto de Filipe Aguiar.

Embora os planos de Lorena estejam em outro continente, ela confessa a sua paixão pelo Rio de Janeiro, em especial pela Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro: “Ah, eu tenho muita vontade de ir à Sapucaí um dia, um sonho! Eu amo Carnaval, é uma festa que gera muitos empregos e impacta positivamente na economia e no turismo, além de ser um momento em que a gente tem a oportunidade de falar sobre assuntos importantes para a sociedade atual e de celebrar, principalmente, as matrizes africanas. A única aflição do Carnaval é a apuração do desfile, o coração para de bater por uns minutos. Torcendo para o Salgueiro sair desse jejum de 15 anos, já tá na hora!”.

(Fonte: Claudia Tisato Assessoria de Imprensa)

Exposição ‘Onde a Lua Faz Clarão’, de Orlando Facioli, estreia na Pinacoteca Fórum das Artes de Botucatu

Botucatu, por Kleber Patricio

Realidade artificial. Foto: Paulo Pereira.

O artista visual Orlando Facioli, natural da cidade de Botucatu, apresenta sua mais recente exposição individual, intitulada ‘Onde a Lua Faz Clarão’, na Pinacoteca Fórum das Artes de Botucatu, no interior de São Paulo. A curadoria fica à cargo de Nancy Betts e Cristina Suzuki.

Inspirada na célebre música caipira ‘Tristeza do Jeca’ e na profunda conexão com a natureza, a mostra reflete não apenas a essência da cidade natal do artista, mas também, uma análise crítica sobre os desafios do progresso e o alerta à preservação ambiental.

Sulco etéreo. Foto: Orlando Facioli.

Com uma abordagem artística diversificada, Facioli utiliza diversas técnicas, como desenho, pintura acrílica e digital, motion image, impressão em tecido, papel, recortes e objetos escultóricos em sobreposições ópticas. Suas obras retratam um universo intertextual complexo, que convida o espectador a refletir sobre o impacto das ações humanas no meio ambiente.

Além das obras de sua trajetória recente, a exposição apresenta duas criações exclusivas para Botucatu: ‘Sulco Etéreo’, feito com técnica especial de recortes em papel, e a vídeo-instalação ‘Jamais Fomos Modernos’, título inspirado da obra do antropólogo francês Bruno Latour (1947–2022). Destaca-se também a nova montagem da instalação imersiva ‘Blecaute’, ocupando o espaço principal da Pinacoteca. No segundo semestre, ela realiza a mostra ‘Realidade Artificial’ no Museu de Arte de Blumenau, em Santa Catarina.

Sobre o artista

Orlando Facioli nasceu em 1969 em Botucatu/SP. Vive e trabalha em São Paulo. Fez parte do Programa de acompanhamento de artistas com curadoria de Renato De Cara, na Galeria Gare – São Paulo/SP (2023); Programa de acompanhamento de Artistas 6 x 6 – São Paulo /SP – Flavia Gimenez, Mariana Leme e Cristiana Tejo (2023); Programa de acompanhamento de Artistas Casa Tato 8 – São Paulo/SP (2023) e pela Central Saint Martins College of Art & Design – Design without Walls – Londres/UK (1997).

Foto: Paulo Pereira.

O artista visual pesquisa o impacto das atividades humanas no ambiente no âmbito das sucessivas revoluções industriais que modificaram a paisagem substancialmente com mudanças climáticas, extinção de espécies e esgotamento de recursos naturais. Sua pesquisa visual se apoia em referências históricas: elementos naturais de pinturas dos séculos XVII e XVIII, registros realizados de naturalistas na época da colonização e o movimento inglês Arts & Crafts.

A partir do resgate destas imagens formata composições em que as desconstrói, apaga e rearranja, reconstruindo mundos em sugestivas ambientações, em uma metáfora ao cenário ambiental contemporâneo. Em seu processo, utiliza pintura e colagem digitais e analógicas em diferentes suportes como papel, tecido e vídeo.

Vídeo instalação ‘Blecaute’. Foto: Paulo Pereira.

Realizou uma mostra solo, sendo ela ‘Blecaute – Vozes do Antropoceno’, na Galeria Tato – SP (2024). Participou de diversas coletivas, sendo elas Salão de Artes dos Pinhais, em 2024; 7 artistas a procura dos Vestígios, curadoria de Renato de Cara, na Galeria Gare – São Paulo/SP, em 2023; Salão de Artes Plásticas de Praia Grande/SP, em 2023; Salão Nacional de Arte de Jataí/GO, em 2023; Constelações Sensoriais e Cartografias Visuais (curadoria de Andrés Hernández), na Unibes Cultural, em São Paulo/SP, em 2023 e ‘Uma Certa Enciclopédia’ (curadoria de Nancy Betts, Ícaro Ferraz Vidal Junior e Katia Salvany), na Casa Tato – São Paulo/SP, em 2023. Ganhou prêmios como Destaque – Arte Transforma, na Fundação Stickel – SP (2024) e Menção Honrosa no Salão de Artes Plásticas de Praia Grande/SP (2023).

Serviço:

Exposição Onde a lua faz clarão, individual de Orlando Facioli

Curadoria: Nancy Betts e Cristina Suzuki

Visitação: 30 de junho à 13 de outubro de 2024 | quarta, quinta e sexta, das 8h30 às 16h45; sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h

Local: Pinacoteca Fórum das Artes de Botucatu Rua General Teles, 1040 – Centro Botucatu – SP

Tel: (14) 3811-1470

https://www.botucatu.sp.gov.br/portal/secretarias/3/secretaria-de-cultura/

Redes sociais:

Orlando Facioli – @orlandofacioli_art

Nancy Betts – @nancy.betts

Cristina Suzuki – @cristinasuzuki

Pinacoteca Fórum das Artes de Botucatu – @pinabotucatu.

(Fonte: Marmiroli Comunicação)