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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Dia da Tartaruga: trabalho de preservação do animal se tornou atração turística

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Kris-Mikael Krister/ Unsplash.

A morte de 11 tartarugas marinhas em uma só noite, pelas mãos de pescadores no Atol das Rocas, no Rio Grande do Norte, chocou um grupo de estudantes de oceanografia que pesquisavam no local, em 1977. Três anos depois, em 1980, nasceu, desta tragédia ambiental, um dos maiores e mais longínquos projetos de preservação animal do mundo: o Tamar. Neste 23 de maio, Dia Mundial da Tartaruga, o Ministério do Turismo destaca a importância deste trabalho, não apenas pela conservação e pesquisa sobre as tartarugas marinhas, como também pelo impulsionamento que a organização gera para o turismo.

Já consolidada na luta pela preservação desta espécie, a Fundação Projeto Tamar deu início, em 2001, aos Centros de Visitantes, que ficam nas regiões litorâneas com potencial turístico e recebem atualmente 1 milhão de turistas por ano. Estes espaços estão localizados na Praia do Forte (BA), em Florianópolis (SC), Fernando de Noronha (PE), no Oceanário de Aracaju (SE), em Ubatuba (SP) e em Vitória (ES).

Segundo a organização, “eles funcionam como núcleos de sensibilização e educação ambiental, além de oferecerem lazer, entretenimento e serviços. Junto com as lojas, são estruturas fundamentais de geração local de emprego e renda”. Somando os Centros de Visitantes ao restante da estrutura do Tamar presente em oito estados, o projeto emprega cerca de 1,8 mil pessoas.

Atrações

Os turistas que visitam as dependências do Tamar têm a oportunidade de conhecer também os museus que mostram o trabalho feito por mais de 40 anos em prol das tartarugas. As visitas guiadas ajudam os visitantes a compreenderem a importância destes animais para todo o ecossistema dos oceanos. Afinal, elas influenciam outros animais marinhos. “Peixes, crustáceos, moluscos, esponjas e medusas dependem delas para viver, assim como as formações de mangues, bancos de areia, de gramas marinhas e de algas, de corais, de recifes e de ilhotas”, explica um estudo feito pelo Tamar.

Como a Fundação Projeto Tamar é uma organização sem fins lucrativos, os valores arrecadados com os serviços turísticos são destinados para a continuação do trabalho em prol de cinco espécies de tartarugas marinhas presentes no Brasil. Os resultados ao longo destes mais de 40 anos são animadores, como a tendência de recuperação das populações de quatro espécies de tartarugas marinhas, com uma delas permanecendo estável e, em média, 25 mil ninhos protegidos a cada temporada de desova.

No dia dedicado a este animal tão especial para o ecossistema, é importante lembrar que, além das tartarugas marinhas, o Brasil também possui em seus biomas outras variedades: a tartaruga terrestre, que chamamos popularmente de jabuti, e as tartarugas que vivem na água e na terra, que são mais conhecidas como cágados. Que saibamos cada vez mais o valor destes bichos para a sobrevivência da espécie e de outras tantas.

Para visitar as atrações da Fundação Projeto Tamar, clique aqui e escolha um dos destinos disponíveis.

(Fonte: Ministério do Turismo/Governo do Brasil)

PUCRS realiza pesquisa emergencial sobre situação dos desabrigados

Porto Alegre, por Kleber Patricio

Abrigo do Parque Esportivo da PUCRS. Foto: Giordano Toldo/PUCRS.

Os cursos de Ciência da Computação e de Arquitetura e Urbanismo, da Escola Politécnica da PUCRS, convocaram estudantes e se uniram com o objetivo de avaliar as dimensões das enchentes, os deslocamentos populacionais, as condições dos abrigos emergenciais, as perspectivas de continuidade, analisando o espaço físico e demandas para projetar alternativas futuras. O trabalho colaborativo, liderado pelas professoras Soraia Musse e Cibele Figueira, também conta com doutores, doutorandos e graduandos do VHLab da PUCRS e outras instituições de ensino, pesquisadores da UFRGS e o arquiteto Rodrigo Marsillac, da prefeitura de Porto Alegre.

“Utilizando-se modelos computacionais de dinâmica populacional, pretende-se simular o cenário atual e cenários futuros que ainda possam ocorrer em decorrência de aumentos de chuvas, novos bairros alagados e evacuados ou ainda imigração de pessoas de fora de Porto Alegre para os abrigos”, explica a professora de Ciência da Computação, Soraia Musse.

O simulador LODUS, criado por Gabriel Fonseca, doutorando orientado por Soraia no Programa de Pós–Graduação em Ciência da Computação (PPGCC), foi utilizado para simular situações reais e que ainda não ocorreram, tanto da dinâmica de movimentação das populações, quanto dos seus perfis, em caso de bairros afetados. Também é possível estimar as necessidades de provisões por pessoa, no tempo e no espaço, estimar necessidades de abrigos que precisam ser abertos e até simular pessoas nos abrigos.

“Fazemos projeções com base em dados reais e abertos disponibilizados no site AbrigosRS, criado por voluntários, prevendo futuros que esperamos que não aconteçam. Quero ser otimista e dizer que nossas projeções estão sendo pessimistas”, ressalta a professora.

Os dados fornecidos pelo site também permitem que os pesquisadores realizem um trabalho de simulação de deslocamento, nos casos de pessoas que precisam ir para um abrigo ou mudar de local, por exemplo. Os mais de 100 abrigos da cidade estão no mapa, com sua taxa de lotação indicada e última data de atualização disponível.

Outra frente deste amplo trabalho de pesquisa é observar e relatar a situação atual dos abrigos de Porto Alegre, como um primeiro foco, para que fique de registro para eventuais cenários que possam voltar a acontecer no futuro. Pensando que muitos dos locais que servem de abrigo funcionando normalmente, como escolas, clubes, igrejas e outros, o grupo também pensará alternativas de acolhimento para quem não conseguir sair do abrigo até o prazo de reabertura de atividades.

Nesta parte, os pesquisadores de Arquitetura e Urbanismo também pensam em como adaptar construções para que sirvam ao propósito de receber centenas de pessoas. Um dos objetivos é criar um guia para construção de abrigos, contendo as necessidades mínimas para ocupação de pessoas, assim como previsão de insumos necessários para a população abrigada. Com a evolução da pesquisa, a ideia é apresentar os resultados ao poder público.

(Fonte: PUC RS)

Associação entre a porcentagens de votos em Bolsonaro e de excesso de mortes durante os picos da pandemia foi encontrada em cidades do Sul-Sudeste e Centro-Oeste do país

Brasil, por Kleber Patricio

Associação entre a porcentagens de votos em Bolsonaro e de excesso de mortes durante os picos da pandemia foi encontrada em cidades do Sul-Sudeste e Centro-Oeste do país. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.

O contexto de polarização política pode ter prejudicado a vida de centenas de brasileiros nos últimos anos. Segundo pesquisa inédita liderada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), os municípios brasileiros com porcentagem maior de votos em Jair Bolsonaro no primeiro turno nas eleições presidenciais de 2018 e de 2022 também foram os que registraram mais excesso de mortes nos picos da pandemia de Covid-19, em agosto de 2020 e abril de 2021. Os resultados, desenvolvidos em colaboração com a Fiocruz Bahia e Universidade Federal da Bahia (UFBA), estão em artigo publicado na segunda (20) na revista científica ‘Cadernos de Saúde Pública’.

Com base nas tensões políticas vividas nos dois últimos pleitos, intercaladas por uma pandemia que vitimou 710 mil brasileiros, os pesquisadores buscaram por possíveis associações entre a distribuição espacial de votos das eleições presidenciais de 2018 e 2022 e excesso de mortes por município durante a emergência sanitária.

Segundo a análise, os municípios brasileiros tiveram um excesso de mortes de 23%, em agosto de 2020, e 44%, em abril de 2021, em comparação à média mensal de mortes por município nos cinco anos anteriores à pandemia. Cerca de 13% e 23% desse excesso de mortes foi devido à Covid-19. Em termos gerais, cada aumento de 1% dos votos municipais para Bolsonaro, de 2018 a 2022, correspondeu a um aumento de 0,48% a 0,64% no excesso de mortalidade municipal durante os picos da pandemia.

Para chegar a essa equação, foram utilizados dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, da Justiça Eleitoral e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O excesso de mortes para cada município foi calculado comparando o número de mortes nos meses de 2020 e 2021 com a média mensal de mortes nos cinco anos anteriores à pandemia de Covid-19. A análise considerou os votos nos primeiros turnos de eleições para presidente de 2018 e 2022 para o Partido Social Liberal (PSL) e Partido Liberal (PL), de Bolsonaro, e para o Partido dos Trabalhadores (PT).

“Ao analisar os mapas descritivos de excesso de óbitos e sua distribuição no espaço, percebemos que tinha um padrão espacial muito semelhante à distribuição espacial do eleitorado Bolsonaro em 2018 e 2022”, comenta o autor do estudo, pesquisador da Unicamp Everton Campos de Lima. Essa distribuição se concentrou em municípios do Sul-Sudeste e Centro-Oeste do país, além de grandes centros urbanos de outras regiões do Brasil. “Um ponto interessante é que o padrão espacial do eleitorado pró-Bolsonaro se manteve quase inalterado em quatro anos”.

Ao contrário do que se esperava, o alto número de mortes nos picos da pandemia não se traduziu em menor adesão do eleitorado ao Bolsonaro em 2022. E os resultados seguiram com associação positiva entre municípios com alto número de mortes e maioria de votos em Bolsonaro neste segundo pleito. Por outro lado, a candidatura opositora, liderada pelo PT, teve associação negativa entre votos e mortes, levantando a hipótese de que pessoas no outro espectro político tenham adotado medidas preventivas e sanitárias de forma mais intensa durante a pandemia.

Em parte, a relação entre excesso de mortes e votos pode ser explicada pela descrença de lideranças políticas da gestão Bolsonaro na gravidade da pandemia, o que provocou atrasos na campanha de vacinação no momento em que o Brasil se tornava um dos principais epicentros da Covid-19 e da mortalidade no mundo. “O voto pode representar um conjunto de atitudes do eleitorado em sintonia com as ações de seu líder político, mas também pode refletir nas medidas sanitárias inadequadas adotadas pelos governos municipais onde Bolsonaro teve grande número de eleitores”, explica Lima.

Chamada pelos estudiosos de ‘polarização afetiva’, a postura política do ‘nós contra eles’ criou bolhas sociais distintas, que recebem diferentes tipos de informação. Segundo Lima, esse contexto polarizado pode prejudicar, inclusive, a implementação de políticas públicas, como aconteceu com a campanha de vacinação de Covid-19. “A todo instante, a ciência pode sofrer represálias, principalmente quando os resultados de uma pesquisa não condizem com as crenças de um dos lados políticos”, pontua o pesquisador. Para reverter esse quadro, o trabalho sugere expor a população a opiniões contrárias à sua posição política.

(Fonte: Agência Bori)

A festa do ano em Campos do Jordão: 25 anos do Chateau La Villette

Campos do Jordão, por Kleber Patricio

Chateau La Villette, em Campos do Jordão, comemora 25 anos. Foto: Divulgação.

Programação musical de tirar o fôlego, open bar e um visual incrível das montanhas de Campos do Jordão – esse é o cenário de uma das festas mais badaladas do ano: a 16ª edição da tradicional Feijoada do Chateau La Villette, que acontece no dia 31 de maio (sexta-feira), das 13h às 22h. Uma edição comemorativa que vai marcar em grande estilo os 25 anos do Chateau.

Para o empresário Luiz Rozette, diretor do La Villette, a edição desse ano tem um ‘gostinho’ todo especial em função do aniversário do Chateau. “Todos os detalhes estão sendo preparados para um evento inesquecível, reunindo apresentações musicais incríveis e muito alto astral”, enfatiza.

Programação

Badalada Feijoada La Villette acontece dia 31 de maio.

Confira o line-up: Chris Haicai, Carlo Dall Anese, Luísa Viscardi e Gabriel Naufel. Imperdível.

A deliciosa Feijoada será servida das 13h às 17h e o open bar inclui Baden Baden, uísque Jhonnie Walker, cachaça Sagatiba, gin Tanqueray, Beefeater, Rosé Piscine e drinks compostos por Monin, licor Baileys, energético Monster e Aperol Spritz.

O evento é fechado para 600 pessoas, numa parceria com o restaurante Le Foyer, que fica dentro do Chateau La Villette. Os convites podem ser adquiridos pelo Sympla. Mais informações pelos telefones (12) 3663-1444 e (12) 99788 3246 (WhatsApp).

Patrocinadores: Johnnie Walker, Sagatiba, Tanqueray, Beefeater, Monan, Baileys, Coca-Cola FEMSA, Monster, Azeite Galo, Spinassi, Hdf, 8mm, Lara Kids, Revista Moda & Beleza, Tipo A, Rosé Piscine, Scent Store, Mantecorp, Aperol Spritz, XBAR, 3 Corações, Glow e Graci Carvalho.

Serviço:

Feijoada Chateau La Villette

Data: 31 de maio (sexta-feira), das 13h às 22h

Local: Chateau La Villette, à Rua Cantídio Pereira de Castro, 100, na Vila Everest, em Campos do Jordão/SP

Instagram: @chateau_la_villette / @restaurante_le_foyer.

(Fonte: Texteria Imprensa)

Exposição ‘O Eco de Antigas Palavras’, do artista plástico André Bonani, evoca o elementar no Atelier Piratininga, em São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Obra de André Bonani. Fotos: Divulgação.

O artista plástico André Bonani apresenta a exposição ‘O Eco de Antigas Palavras’ desde 25 de maio de 2024 no Atelier Piratininga, na Vila Madalena, em São Paulo. Os textos críticos são do curador Agnaldo Farias e do artista visual Ulysses Bôscolo, a trilha sonora é do músico Kaneo Ramos e a expografia/iluminação do Coletivo Avuá. Extraído de um verso de Chico Buarque – parte da canção ‘Futuros Amantes’ –, o título da exposição procura evocar a linguagem: seus grafismos e sons, incontornável exercício matérico capaz de insinuar topografias e prenunciar cronologias.

Serão apresentadas 18 obras de três séries distintas: ‘carapaças’ (alumínio gravado, corroído, martelado e pintado), ‘cosmografias’ (gravura em metal sobre papel algodão) e ‘a caverna’ (gravura em metal e monotipia sobre papel algodão), realizadas em 2023 e 2024.

“As peças, reunidas em três séries, partem todas da placa de alumínio como matriz – um meio para incisão, corrosão e pintura – até sua dobra e modelagem com o martelo após os processos de impressão. É a partir dessa conexão no espaço entre as estampas e as chapas modificadas em volume que as geraram que ‘o eco de antigas palavras’ pode flutuar, envolto em escuridão, iluminado apenas por lâmpadas quentes como a vibração do fogo”, afirma o artista, que faz acompanhamento no atelier desde 2022.

Sobre o artista

André Bonani vive e trabalha em São Paulo. É doutorando em Processos e Procedimentos Artísticos no Programa de Pós-graduação em Artes da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (IA-Unesp), onde também é professor de gravura e procedimentos gráficos. É mestre em Linguagens, Mídia e Arte pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. É artista residente do Atelier Piratininga, estúdio especializado em gravura e estampa contemporânea. É pesquisador e membro do grupo Artecolapso: crítica prática e teórica da visualidade, vinculado ao Instituto de Artes da Unesp.

É idealizador do projeto de arte-educação Gráfica Experimental, oficina coletiva de experimentação em artes gráficas que itinera por diversas unidades do Sesc-SP. Estudou desenho e colagem no Instituto Tomie Ohtake. Já participou das exposições coletivas Espaço Vitrine, Galpão Comum, Atelier 3, Massapê Projetos, IA-Unesp, Lux Espaço de Arte (2023), Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (2023) e Museu de Arte de Ribeirão Preto (2024) e das residências artísticas internacionais Complexo Industrial do Olho de Boi, Almada, Portugal, a convite do artista Rui Soares Costa. Seu trabalho foi publicado em revistas como Gama, Uso e Têmpera e está presente em coleções privadas e públicas como Gravura Brasileira e Acervo Rotativo. Possui um certificado de mérito artístico da Pinacoteca do Grão-Ducado de Luxemburgo. É professor de artes gráficas, desenho e história da arte em ateliês, escolas e instituições culturais. https://loja.atelierpiratininga.com/andre-bonani/

Sobre o espaço

O Piratininga é um Atelier Coletivo de Gravura gerido por artistas com o propósito de compartilhar espaço de trabalho, informação, ideias, projetos artísticos e educativos. Valoriza a produção artística individual e acredita no desenvolvimento humano através da Arte.

Desde sua fundação, em 1993, organiza e participa de várias exposições no Brasil e no exterior, encontros com artistas, cursos, workshops, projetos de intercâmbio, simpósios, palestras e publicações envolvendo inúmeros parceiros e colaboradores. Além disso, abriga dezenas de artistas que desenvolvem projetos de curta ou longa duração em seu espaço, através do programa de Residência Artística.

Em 2016, o Atelier convida novos artistas e parceiros que estiveram próximos nestes últimos anos para se integrarem ao grupo, que ficou responsável por manter a tradição de mais de 20 anos de gravura no Pira.

O Atelier Piratininga está localizado no bairro da Vila Madalena em São Paulo, conhecido por abrigar diversos locais e propostas ligadas às artes, cultura e entretenimento. http://atelierpiratininga.com/

Serviço:

Exposição O Eco de Antigas Palavras, de André Bonani

Textos críticos: Agnaldo Farias e Ulysses Bôscolo

Trilha sonora: Kaneo Ramos

Expografia/iluminação: Coletivo Avuá

O quê: gravuras e esculturas

Visitação: até 15 de junho de 2024 | sexta a domingo, das 13h às 19h

Entrada gratuita

Local: Atelier Piratininga – Rua Fradique Coutinho, 934 – Vila Madalena, São Paulo – SP

Tel: (11) 2373 0224

E-mail: atelierpira@gmail.com | http://atelierpiratininga.com/

Redes sociais: @andre.bonani | @agnaldo_farias | @ulyssesbo | @kaneoramos | @coletivoavua | @atelierpiratininga.

(Fonte: Marmiroli Comunicação)