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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Maior evento multicultural gratuito em praças públicas do Brasil retorna a BH com show internacional, Vila Gastronômica e diversas atrações

Belo Horizonte, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

Maior circuito multicultural gratuito realizado em praças públicas do Brasil, o Circuito Praça Ativa, em sua Edição Comemorativa de 15 anos, retorna à BH com uma grande festa que terá show internacional, Vila Gastronômica, diversas ações culturais, sociais e de cidadania. O evento acontecerá no dia 14 de julho, das 10h às 20h, na Praça da Assembleia, palco da sua 1ª edição, desde que surgiu em Belo Horizonte, em 2004.

Com atrações para toda a família, essa edição especial trará o cantor e compositor norte-americano David Bryan, que tem em seu repertório a canção ‘I’ve Been Alone’, que foi trilha de novela aqui no Brasil, e ainda toda uma programação diversificada que inclui Vila Infantil com brinquedos para a criançada e Vila Gastronômica com os sabores da culinária ancestral e afetiva que terá parte da renda destinada para entidades sociais. O evento tem ainda ações de inclusão social, exposição e oficinas para construção de brinquedos com materiais recicláveis, slimes e distribuição de mudas de árvores.

No Palco Coreto, o line up da Praça Ativa 15 Anos contempla todos os estilos musicais. A atração internacional David Bryan fecha o evento se apresentando às 18h com o seu show ‘Acoustic Rock’, que tem um repertório repleto de grandes sucessos internacionais em versões acústicas, além do seu trabalho autoral. O Grupo de Choro Poesia Musical abre o evento às 11h com clássicos da MPB e poesias musicadas pelo poeta mineiro Antônio Galvão. Às 13h, o Grupo Samba de Raiz Popular apresentará o melhor do samba de raiz tradicional; às 16h, acontece o show de Josavih Power Loop com uma mistura vibrante de pop, reggae, soul, black e MPB. Nos intervalos, a música fica à cargo do renomado DJ mineiro Júlio Guedes.

Durante os seus 15 anos de existência, o Circuito Praça realizou mais de 400 eventos em praças públicas, percorrendo todas as regiões do país. De acordo com o idealizador e organizador do evento, o empresário e empreendedor cultural Christiano Rocco, esse é o maior circuito multicultural já realizado em praças públicas do Brasil e a expectativa é receber em torno de cinco mil pessoas nessa edição comemorativa. “O projeto tem como objetivo promover o bem-estar social, reunindo famílias para um dia de muita diversão com conscientização sobre temas importantes para a sociedade, como inclusão social e também a geração de renda para microempreendedores e instituições sem fins lucrativos”. Ele destaca que os eventos geram empregos e oportunidades para centenas de pessoas, já que inclui em sua programação praticamente todos os agentes e setores da indústria criativa.

Vila Gastronômica: uma viagem pelo tempo através dos aromas e sabores ancestrais 

A Vila Gastronômica tem a assinatura do organizador do evento, que também é chef de cozinha. Christiano Rocco vai apresentar 4 Estações: Cozinha Ancestral, Cozinha Afetiva, Cozinha do Brasil e Cozinha Social. O público poderá conferir deliciosos pratos e petiscos típicos de diversas regiões do Brasil. A Cozinha Ancestral tem à frente o chef Luiz Maya, que vai preparar Feijão Tropeiro, Costela no Fogo de chão e Paçoca no Pilão. Ele é Juiz de berrantes, em Barretos, e um dos maiores especialistas do Brasil na famosa ‘Queima do Alho’.

Sob o comando do chef Léo Sena, a Cozinha do Brasil terá Churrasco Brasileiro, Galinhada, Arroz Doce, Canjica, Acarajé e Milho Cozido. Os pratos da Cozinha Afetiva ficam a cargo da chef Andressa Sensato, que vai preparar Arroz Caldoso de Costela, Fígado Acebolado com Jiló, Iscas de Copa Lombo e Chips Caseiro. A Cozinha Social será comandada pelas entidades A Força do Bem, APAE-BH e Original Niners Motoclube, e terá Cachorro Quente, Sanduíche de Pernil, Doces, Geleias Caseiras, Pipoca e Algodão Doce. A renda será destinada para os trabalhos sociais realizados por eles. No Bar do evento, haverá Chopp Artesanal de cervejarias mineiras, refrigerante, suco, água e uma Estação de Drinks.

Oficinas educativas, ações de inclusão social e cidadania

O Circuito Praça Ativa contará com tendas de oficinas educativas como a oficina que ensina a construção de brinquedos utilizando materiais recicláveis e uma Oficina de Slime que será uma atividade de inclusão social. O Slime virou moda na internet, pois é uma ótima maneira de ensinar princípios científicos para crianças com diversão, já que consiste em misturar ingredientes caseiros para formar uma ‘geleca’, um fluido não newtoniano para brincar. A oficina será ministrada por Isabella Rocco, filha de Christiano Rocco, 20 anos, que possui Síndrome de Down e ensina a arte dos slimes por meio do seu canal no YouTube e no seu perfil do Instagram.

Haverá espaço dedicado para prestigiar artistas de rua, inclusive os que se apresentam em sinais de trânsito, apresentações cênicas e circenses, prática de Live Painting com ensinamentos e demonstrações de técnicas de forma interativa.

Serviço:

Circuito Praça Ativa 15 Anos

14 de julho | das 10h às 20h | na Praça da Assembleia

Line-up Palco Coreto

11h – Grupo de Choro Poesia Musical

13h – Grupo Samba de Raiz Popular

16h – Josavi Power Loop

18h – David Bryan Acoustic Rock

Vila Gastronômica com assinatura do Chef Rocco

Cozinha Ancestral – chef Luiz Maya: Costela no Fogo de Chão, Feijão Tropeiro | Paçoca no Pilão

Cozinha Afetiva – chef Andresa Sensato: Arroz Caldoso de Costela | Fígado Acebolado com Jiló | Iscas de Copa Lombo | Chips Caseiro

Cozinha do Brasil – chef Léo Sena: Churrasco Brasileiro | Galinhada | Arroz Doce | Canjica | Milho Cozido

Cozinha Social – APAE-BH | A Força do Bem | Niners Motoclube: Cachorro Quente | Sanduíche de Pernil | Doces e Geleias Caseiras | Pipoca | Algodão Doce.

(Fonte: Com Você Comunicação)

Escola de teatro promove educação e inclusão para crianças do Caju e zona portuária

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

A Escola de Teatro Cria está transformando a vida de 1.000 crianças e jovens do bairro do Caju e zona portuária da cidade do Rio de Janeiro utilizando o teatro como ferramenta de educação e inclusão. Por meio do Método Cria, que combina elementos do teatro com a Pedagogia Waldorf, o projeto está presente em seis polos teatrais e se tornou disciplina eletiva em escolas públicas da região.

Nas oficinas, as turmas são organizadas por faixas etárias, garantindo que as técnicas teatrais e os conteúdos educacionais sejam adequados ao desenvolvimento de cada grupo. A abordagem visa estimular o conhecimento, o raciocínio lógico, o equilíbrio emocional e a iniciativa para a ação.

“A metodologia do Método Cria é projetada para atender as necessidades específicas de cada faixa etária, proporcionando um ambiente de aprendizado que é ao mesmo tempo divertido e profundamente transformador”, destaca Laura Campos Braz, idealizadora e diretora artística do projeto. “Nosso objetivo é gerar um impacto direto nas escolhas de vida das crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, possibilitando uma mudança significativa em sua comunidade”.

O público-alvo principal do projeto são crianças e jovens com idades entre 3 e 21 anos, residentes no Caju e arredores, em situação de vulnerabilidade social e que são estudantes da rede pública de ensino. Com o trabalho realizado, o Projeto Cria foi certificado como o primeiro Ponto de Cultura do Caju, um reconhecimento de sua importância na promoção da cultura e da arte na região, e conquistou o primeiro lugar na categoria Arte Educação no edital de Retomada Cultural realizado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Secec).

“O reconhecimento como o primeiro Ponto de Cultura do Caju é uma prova do trabalho árduo e dedicação de toda a nossa equipe”, acrescentou Jaura. “Estamos comprometidos em continuar oferecendo oportunidades educacionais e culturais que façam a diferença na vida de nossos jovens”.

Para mais informações sobre a Escola de Teatro Cria e como apoiar esta iniciativa, acesse https://projetocria.org.br/.

(Fonte: F+ Comunicação)

Instituto GABRIEL abre inscrições para 8ª turma do programa Embaixador da Chama

Indaiatuba, por Kleber Patricio

O Instituto GABRIEL, organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua há 25 anos em todo o território nacional no incentivo à doação de órgãos e tecidos, disponibiliza 30 vagas para o programa Embaixador da Chama, uma plataforma à distância elaborada para capacitar pessoas comuns para falar em suas comunidades e regiões sobre esse tema tão importante e ainda desconhecido por muitos que é a doação de órgãos e tecidos.

O programa foi implantado durante a pandemia, no ano de 2022, com financiamento recebido pelo Movimento Bem Maior e administrado pelo Instituto PHI, após vencer edital. De lá para cá, já capacitou 114 pessoas em 20 estados brasileiros e impactou mais de 145 mil pessoas diretamente em seu programa.

As inscrições são gratuitas para todo o território nacional e devem ser feitas pelo link gabriel.org.br/inscricaoembaixadores. O encerramento acontecerá às 23h59 (horário de Brasília) do dia 25 de julho e início do programa será no dia 5 de agosto. Qualquer pessoa acima de 18 anos poderá participar e é importante que tenha facilidade com os meios digitais de comunicação, como Facebook, Instagram, WhatsApp e outros.

Serão 12 aulas/missões liberadas semanalmente, todas as segundas feiras, consecutivamente, com temas variados, como Doação de Órgãos, Morte Encefálica, Transplantes Infantis, A Lista de Espera, Excepcionalidades e efeitos da pandemia, Processo, Legislação e Segurança do Sistema, Conversas, Mitos e a Religião, Doação de Sangue, Doação de Medula Óssea, Doação de Córneas e outros, Tecidos, Prevenção em Saúde – Doença Renal Crônica e Doenças Hepáticas, Seu município e a doação de órgãos, Cultura de Doação – Trazendo recursos para sua iniciativa, O Terceiro Setor – Boa Jornada.

Programação:

Dia 25 de julho – Encerramento das inscrições (23h59 horário de Brasília)

31 de julho – Encontro on-line de boas-vindas

5 de agosto – Início, com liberação da primeira aula/missão

21 de outubro – Encerramento com liberação da última aula/missão

29 de outubro – Encontro on-line de formatura da 8ª turma do programa

Mais informações podem ser obtidas pelo WhatsApp do Instituto GABRIEL: (19) 9 8700-0466. (Fonte: Instituto Gabriel)

Cortejo marca celebração dos 20 anos da política Cultura Viva

Salvador, por Kleber Patricio

Foto: Amanda Tropicana.

Ao som de tambores, afoxés e outras expressões artísticas, um cortejo seguiu neste sábado (6) pela orla do bairro do Rio Vermelho, em Salvador, para marcar os 20 anos da Política Nacional Cultura Viva (PNCV), com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes. A caminhada teve início na Casa Iemanjá e seguiu até a Casa Rosa, onde o ato celebrativo reuniu cerca de 250 pessoas, entre parlamentares, autoridades, mestres, gestores e fazedores de cultura de todas as regiões do país. “É uma política construída por muitas pessoas. A Cultura Viva materializa a conexão entre cultura, educação, desenvolvimento, inclusão social, cidadania como política de cultura abrangente e descentralizada, em rede, em diálogo e escuta com as comunidades, com os territórios e com o povo brasileiro”, afirmou.

Segundo a ministra, ao longo das duas últimas décadas, a PNCV tem demonstrado a resiliência das pessoas e a força do fazer cultural de base comunitária como ferramenta de transformação social, de inclusão e geração de renda e emprego. “Quero deixar um abraço a todos os Pontões e Pontos de Cultura, que são os protagonistas e potencializadores das expressões e manifestações culturais, da memória e da identidade cultural do Brasil”, parabenizou Margareth Menezes.

Ela citou ainda a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), que vai irrigar o Brasil por cinco anos, até 2027, com um investimento recorde, que beneficiará, inclusive, os mais de 5.900 Pontos de Cultura espalhados pelo país. A PNCV receberá anualmente R$388 milhões da PNAB. O recurso será destinado pelo MinC a estados e municípios para investirem em seus territórios. Mas é preciso, segundo a ministra, que a sociedade civil se aproprie da política e acompanhe a execução do investimento.

Presente na celebração, o ex-ministro da Cultura Juca Ferreira também ressaltou que os Pontos de Cultura são a representação da diversidade brasileira. “O Brasil é uma babilônia interna de tudo, a reunião de povos de todo o mundo. Os Pontos de Cultura são as expressões dessa rica diversidade cultural que nós temos. É preciso fortalecê-la, incentivá-la, valoriza-la. Não existe coesão nacional de nenhum povo sem a cultura no mundo. A cultura está acima da política nesse aspecto. O gaúcho, o baiano, o paulista, o paraense têm que desenvolver um sentimento de pertencimento a uma mesma nação e saber que nós somos diferentes, nós somos desiguais, mas aí está a nossa riqueza”, explicou.

Para Márcia Rollemberg, secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do MinC, a PNCV pode contribuir para o desenvolvimento do Brasil e o reconhecimento de sua identidade. “Cultura Viva são as culturas indígenas, as culturas populares e tradicionais, as culturas ciganas, as culturas de matriz africana tantas vezes invisibilizadas e que ainda necessitam do seu espaço. E esse Brasil precisando compreender a sua história, a sua essência como país pra poder andar pra frente, mirar o futuro e construir um país menos desigual e com menos violência”, completou.

O ato deste sábado contou também com uma programação artística, composta pela cantora Márcia Castro e Roda de Sambareggae, Afoxé Filhos de Gandhi, Afoxé Filhos do Congo, Bancoma, Charanga da Cultura Viva, Mãe Beth de Oxum, Ponto de Cultura Mestre Didi, Tambores de Maracás, Tambores do Tocantins, Treme Terra Esculturas Sonoras e Zambiapunga.

Diálogo

Antes do cortejo, a ministra se reuniu com membros da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura (CNPdC). Das mãos de ponteiros e mestres, recebeu uma carta com sugestões de ações estratégicas para fortalecer a PNCV nos próximos 20 anos. Entre as demandas estão a institucionalização do Movimento Nacional Cultura Viva, capacitação dos agentes culturais, simplificação dos processos para acessar os recursos federais e a realização da Teia Nacional Cultura Viva e V Fórum Nacional Cultura Viva.

Encontro

O ato celebrativo fez parte do Encontro Nacional Cultura Viva 20 anos, que foi realizado entre os dias 3 e 6 de julho, com uma programação de debates sobre os avanços, desafios e o futuro da PNCV, além das capacitações da rede. O evento foi organizado pelo MinC e pelo consórcio formado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade Federal do Paraná (UFPR), em parceria com a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura (CNPdC) e o apoio do Governo do Estado da Bahia, da Prefeitura de Salvador, da Pró-Reitoria de Extensão Universitária da Universidade Federal da Bahia (Proext) e da Casa Rosa.

(Fonte: Ministério da Cultura – Governo do Brasil)

Veterano de guerra aos 15 anos, sobrevivente do Holocausto conta sua história de esperança

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação/Alta Books.

Contra todas as probabilidades, um garoto de apenas 13 anos sobreviveu 22 meses em 3 campos de concentração. ‘O Menino que Desenhou Auschwitz’ não é apenas mais um relato sobre a Segunda Guerra Mundial, mas sim uma história real, inspiradora e que reafirma o valor da vida. Nesta obra, publicada no Brasil pela Alta Life, Thomas Geve relembra a época que entrou pelos portões de Auschwitz-Birkenau, foi separado de sua mãe e teve de aprender a cuidar de si mesmo. Anos mais tarde, quando foi libertado de Buchenwald, em 11 de abril de 1945, ele era um veterano com 15 anos de idade que sobrevivera ao terrível período do Holocausto e às tensões proporcionadas pelos nazistas.

Livre, mas fraco demais para sair, o menino sentou-se solitário à mesa do barracão e começou a desenhar. Com uma pilha de cartões da SS (abreviação de ‘Esquadrão de Proteção (Schutzstaffel’) e lápis coloridos, ele criou mais de 80 desenhos, listas e esboços e retratou em detalhes comoventes a vida dentro dos campos de concentração. Nos anos seguintes, Thomas conseguiu colocar também em palavras a história que vivenciou durante a Segunda Guerra Mundial e juntou com seus desenhos para montar um testemunho que originou a obra ‘O Menino que Desenhou Auschwitz’.

Thomas Geve consegue narrar um mundo repleto de medo, crueldade, perversidade e brutalidade, no qual os homens eram conduzidos pelo ódio e pela divisão. Ao mesmo tempo, o sobrevivente mostra a vida daqueles que lutaram bravamente para se manterem vivos com esperança e ânimo. De forma tocante, o autor revela que teve ajuda de algumas pessoas, inspiradas por suas liberdades internas, para manter a humanidade e demonstrar bondade, compaixão, apoio e graça aos outros.

Thomas Geve. Foto: Divulgação.

“Na manhã seguinte, acordado pelo soar do alarme às 5h da manhã, descartei todos os meus distintivos e peguei o bonde para o distante cemitério. Quando trabalhei no cemitério Weissensee pela primeira vez, havia 400 adolescentes. Agora havia apenas seis trabalhadores que tinham sido poupados da deportação. Meu dever era dedicar todas as forças ao trabalho. Posteriormente, alguns meio-judeus’ se juntaram a nós; alguns outros jovens estavam entre eles. Embora de modo algum eu fosse o menor, ainda era o mais jovem. O trabalho era pesado, mas não poderíamos deixar os outros na mão com nossa ausência. Cavar as covas de 3m de profundidade tornara-se nossa rotina diária, normalmente fazendo até 3 por dia. De vez em quando, os montes íngremes de terra caíam, quase enterrando alguns de nós vivos. Então tirávamos a vítima, completamente coberta de uma terra escura e imunda. Era a parte divertida do nosso dia.” (O Menino que Desenhou Auschwitz, p. 48)

Apesar dos eventos indescritíveis que Thomas Geve experimentou, em ‘O Menino que Desenhou Auschwitz’ ele traz uma voz poderosa e desenhos que ilustram as experiências e aprendizados proporcionados pela tragédia. Uma obra para que futuras gerações se inspirem e não voltem a repetir as atrocidades do passado.

Ficha técnica

Título: O Menino que Desenhou Auschwitz

Autor: Thomas Geve

Editora: Alta Life

ISBN: 9786555208863

Páginas: 304

Formato:  23cm x 16 cm

Preço:  R$73,90

Link de venda: Amazon e e-commerce da editora

Acompanhe o perfil da editora no Instagram: @altalifeeditora.

(Fonte: LC Agência de Comunicação)