Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

Continuar lendo...

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

CCSP recebe Marcelo Lavrador apresentando ‘Violão Nordestino Instrumental, o show’

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Rita Perran.

A música faz parte da trajetória do paulistano Marcelo Lavrador desde a infância – aos 7 anos já se arriscava no violão Di Giorgio que ganhou de seu pai. Influência de uma família musical e de sua profunda admiração por Baden Powell, Toquinho, Paulinho Nogueira e João Bosco, entre outros. Marcelo cresceu e o que era brincadeira tornou-se vocação, profissionalizou-se. Estudou no lendário Centro Livre de Aprendizagem Musical (CLAM), criado pelo Zimbo Trio na época de ouro e cursou Licenciatura em Música no Instituto de Artes da Unesp. Nestes 30 anos de carreira lançou seis discos.

O novo trabalho de Marcelo Lavrador busca valorizar a cultura da música regional nordestina, permanecendo fiel à escolha do repertório, sem se importar com modismos e gêneros musicais. E assim é no seu novo trabalho ‘Violão Nordestino Instrumental’ que tem 13 músicas, sendo 12 autorais e o clássico ‘Qui Nem Jiló’, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, que serão apresentadas na noite do dia 29 de setembro no Centro Cultural São Paulo.

Além das músicas do álbum ‘Violão Nordestino Instrumental’, a apresentação explora outros sucessos do compositor, principalmente as canções do disco ‘Sem Pátria, Sem Mátria’. Entre os destaques, estão ‘De Volta ao Lagamar’, ‘Lavrador’ e ‘Quando a Nau dos Loucos Chegou na Terra de Ninguém’. É de Marcelo a conclusão: “A arte de viver a música traz no íntimo o verdadeiro significado de ser e sentir… sentir a sonoridade do instrumento, seu ritmo musical, sentir a arte no que tem de mais perfeito”. É com essa ideia que ele nos brinda com as músicas de seu mais recente trabalho.

E é com essa filosofia que Marcelo Lavrador sobe ao palco da Vila Itororó acompanhado por André Rass e Thiago Fermino na percussão, Bruno Menegatti na rabeca, além de Renan Dias no contrabaixo, e ainda conta com a participação especial de Ricardo Vignini na viola caipira, Toninho Ferragutti no acordeom e da cantora Mariana Timbó, e com uma performance da atriz, poeta e dançarina Thays Spósito.

Ficha Técnica do show

Marcelo Lavrador @marcelo.lavrador.oficial – violão e voz

Toninho Ferragutti – acordeom (participação especial)

Ricardo Vignini – viola (participação especial)

Mariana Timbó – voz (participação especial)

Thays Spósito – atriz/poeta/dançarina (participação especial)

Renan Dias @renandiasmusic – baixo

André Rass @andrerasss – percussão

Thiago Fermino @thiagoferminooliveira – percussão

Bruno Menegatti @brunobmenegatti – rabeca

Projeto contemplado pela 7a Edição do Edital de Apoio à Música para a Cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura.

Sobre o disco Violão Nordestino Instrumental

Lançado em setembro de 2023, ‘Violão Nordestino Instrumental’, de Marcelo Lavrador, está disponível em todas as plataformas digitais e é uma celebração às raízes do violonista, que completa 30 anos de carreira. A produção do álbum é assinada pelo próprio artista ao lado de Ricardo Vignini.

O disco é formado por 12 faixas autorais e uma homenagem à Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira. Lavrador incluiu uma versão especial do clássico “Qui Nem Jiló”, gravada com violão, baixo elétrico, baixo acústico, percussão e sanfona. As composições refletem o amor que Marcelo Lavrador sente por Pernambuco, pelo Quinteto Armorial e Ariano Suassuna, pela culinária típica, por sua família, por Dominguinhos e pela Bahia. Suas boas recordações estão gravadas em cada uma das notas.

Para ajudá-lo na construção deste trabalho tão carregado de emoções, o compositor contou com as participações especiais de Badi Assad, que é uma grande inspiração para a sua música, de Toninho Ferragutti, de Marcos Suzano, do próprio Ricardo Vignini, de Socorro Lira, de Bruno Menegatti e de André Rass.

Marcelo Lavrador apresenta Violão Nordestino Instrumental, o show

Centro Cultural São Paulo

Sala Adoniran Barbosa

Rua Vergueiro, 1000 – Liberdade, São Paulo, SP (estação Vergueiro do Metrô)

Telefone: (11) 3397-4277

Capacidade: 622

Domingo, 29 de setembro, às 18h

Classificação indicativa livre

Duração: 90 minutos

Grátis

Os ingressos podem ser reservados online pelo link https://rvsservicosccsp.byinti.com/#/ticket/futureEvent/violao-nordestino-instrumental-o-show ou presencialmente

Mais informações sobre o funcionamento da Bilheteria, física e online

Acessibilidade: sim

Siga Marcelo Lavrador nas redes:

Facebook: https://www.facebook.com/marcelolavrador.music

Instagram: https://www.instagram.com/marcelo.lavrador.oficial/

YouTube: https://www.youtube.com/@marcelolavrador20

Spotify: https://open.spotify.com/search/Marcelo%20lavrador.

(Fonte: Com Graciela Binaghi)

Ney Matogrosso e banda Hecto lançam single ‘Nosso Grito’

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Capa do single. Crédito: Marcos Hermes.

Após o lançamento de ‘Teu Sangue’, em agosto, Ney Matogrosso e Hecto se unem novamente para apresentar o single ‘Nosso Grito’, que chega às plataformas digitais no dia 4 de outubro. As músicas integram o álbum ‘Canções Para Um Novo Mundo’, projeto criado a partir da união entre Ney e Hecto que terá lançamento ainda em 2024 via Som Livre.

‘Nosso Grito’, de Guilherme Gê (vocalista da Hecto), em parceria com Déa Moura, é uma canção multifacetada. Traz o lirismo e a melodia inspirada no samba antigo nos versos iniciais, ao mesmo tempo em que leva o ouvinte a um refrão rock potente, com frases poéticas e fortes críticas aos extremismos religiosos e políticos. Neste dueto impactante, Ney e Gê fundem o peso do rock das interpretações com a sutileza da brasilidade e criam uma mistura poderosa, enquanto os versos falados no estilo rap adicionam uma camada moderna e inovadora à performance refletindo a diversidade e a riqueza cultural do Brasil. A foto de capa (Marcos Hermes) com os dois artistas se preparando para entrar em cena, reforça a conexão entre eles e aponta para uma ‘obra em construção’.

A letra retrata a dura realidade brasileira, mas também celebra a liberdade. Reflete sobre o desafio de lidar com a avalanche de informações diárias e a necessidade de manter o controle da vida para fazer escolhas conscientes.

Nossa mal tratada língua

A mais bela do planeta

Nas palavras à míngua

Quem dirá obsoletas

 

Deste ventre que não vinga

Desta viga que não basta

Na obra indefinida

Do discurso dessa gente

 

Neste credo que alucina

Na cabeça é tanto rito

Que arrebata nosso rumo

E sufoca nosso grito

(trecho de ‘Nosso Grito’)

“Comecei a escrever essa letra há muitos anos em parceria com Déa Moura. Ela surgiu em meio a boas conversas regadas a vinho, Chico Buarque e Fernando Pessoa, influências estas que sobressaem nos versos: ‘Rapaz, você não entende esse mundo/ de caos, que gira mil vezes por ano/ Convém, tirar o chapéu e fechar os olhos/ pra não perder o controle de vida remoto’”, comenta Gê. “Após um longo período, reencontrei o elo com a canção, pensando na voz do Ney e criando outras partes e novas nuances que também fazem parte da sonoridade e identidade da Hecto. Quando Ney gravou a voz em estúdio, tudo ficou muito claro. Ele sempre abre novas janelas, novos caminhos de interpretação, sempre leva a canção para outro patamar”, completa o cantor e compositor.

Segundo Ney, a sintonia entre o artista e a Hecto se destaca na canção: “Ouvindo nossa gravação, percebo que temos uma afinidade, cantamos juntos com muita facilidade”, afirma.

Antonio Cicero, imortal da Academia Brasileira de Letras, poeta, letrista, filósofo e escritor comentou: “A música é maravilhosa e deve ser ouvida com toda atenção. Parabéns por

terem escrito um poema tão forte, lindo e atual”.

Além dos instrumentos gravados por Gê (piano, guitarras, baixo, teclados), a faixa contou ainda com o pandeiro e congas de Marcos Suzano, a bateria de Mario Fabre e duas novidades que enriqueceram ainda mais o arranjo: Filipe Moura, multi-instrumentista que gravou sax tenor, trompete e trombone, e o DJ BeatBox, com sons e efeitos de voz.

A banda Hecto é formada pelo cantor e multi-instrumentista Guilherme Gê e o guitarrista Marcelo Lader.

Ficha Técnica – Nosso Grito (Guilherme Gê/Déa Moura)

Ney Matogrosso – voz

Guilherme Gê – voz, piano, guitarras, baixo elétrico, teclados e samples

Filipe Moura – sax tenor, trompete e trombone

DJ BeatBox – beatbox, efeitos

Marcos Suzano – pandeiros e congas

Mario Fabre – bateria

Produção musical e arranjo – Guilherme Gê

Arranjo de metais – Guilherme Gê e Filipe Moura

Mixagem – Walter Costa

Masterização – Ricardo Garcia

Produção executiva – João Mario Linhares e Déa Moura

Redes Sociais – Déa Moura

Assessoria de Imprensa – Lupa Comunicação

Foto capa/divulgação – Marcos Hermes

Capa/Design Gráfico – Andre Rola

A&R: João Cantanhede, Alan Lopes, Gregg Bordallo

Som Livre

Gravado nos estúdios Udu Music Rio, Eco Som, Corredor 5, Samba Town e Marine no Rio Janeiro em 2024. Engenheiros de gravação – Renato Alscher, Fabricio Garcia e Lucca Noacco.

Lançamento Nosso Grito – Ney Matogrosso e Hecto – dia 4/10

Link do Pré-save

Hecto nas redes: Facebook | Instagram | Tiktok | Spotify | YouTube.

(Fonte: Com Flávia Motta/Lupa Comunicação)

Relatório internacional pede mais precisão no monitoramento do aumento da temperatura global, limitado a 1,5ºC

Brasil, por Kleber Patricio

Desmatamento da floresta amazônica e outros ecossistemas e produção de petróleo afastam Brasil de metas climáticas, segundo CCAG. Foto: Alexandre Cruz Noronha/Amazônia Real.

As medições de temperatura global de longo prazo estão falhando em capturar a taxa crescente de aquecimento do planeta. É o que aponta relatório lançado nesta segunda (23), pelo Grupo Consultivo para a Crise Climática (CCAG). Segundo os especialistas, isso mascara a verdadeira extensão e riscos de aumentos ininterruptos da temperatura, que já causam efeitos em comunidades vulneráveis e países, incluindo o Brasil. O documento vem à tona na Semana do Clima de Nova Iorque (EUA), maior evento global anual sobre mudanças climáticas. Ele faz parte de uma série de análises feitas de forma independente pelo CCAG e divulgadas à imprensa brasileira em primeira mão pela Bori. O grupo reúne 16 especialistas do clima de dez países diferentes, entre eles o Brasil, com a missão de impactar na tomada de decisão sobre a crise climática.

O trabalho pede uma maior precisão nos esforços de monitoramento para limitar o aumento das temperaturas globais em até 1,5ºC. Ele recomenda a ampliação das metas climáticas para incluir os níveis atmosféricos de gases de efeito estufa, que são indicadores críticos em ‘tempo real’ das mudanças climáticas.

Essa avaliação é baseada na análise dos desafios únicos enfrentados pelo Brasil, Gana, Estados Unidos e Índia no contexto da transição energética e crise climática. No caso brasileiro, o relatório aponta que o país está fora do caminho para a redução de emissões de gases de efeito estufa até 2030, por causa do desmatamento contínuo da floresta amazônica e de outros ecossistemas e do investimento na produção de petróleo. Sem uma ação rápida, segundo os especialistas, o mundo corre o risco de perder um escudo vital contra a crise climática.

Desde a eleição do presidente Lula para o terceiro mandato (2023-2026), o desmatamento na Amazônia foi parcialmente reduzido, mas as taxas aumentaram em outros biomas, como o Cerrado – o que, de acordo com o documento, é um lembrete de que danos continuam a ser causados. A floresta é um importante depósito natural que captura e absorve o carbono.

A produção de petróleo brasileira atinge 3 milhões de barris por dia, colocando o Brasil entre os dez maiores produtores mundiais. Assim, o petróleo acaba representando 44% do consumo total de energia do país – o que impõe desafios para a transição energética, em direção a fontes de energia sustentáveis. “O Brasil está enfrentando o desafio de apoiar a sua economia e reduzir a pobreza”, avalia a pesquisadora Mercedes Bustamante, da Universidade de Brasília (UnB), membro do CCAG. “Forças políticas relevantes estão defendendo o uso de mais receita de exploração de petróleo para fazer isso, ao mesmo tempo que financiam investimentos em energia renovável – mas isso é claramente insustentável”, pontua.

Bustamante comenta que, assim como outros países, o Brasil enfrenta uma crise de custo de vida e deve equilibrar as pressões econômicas e políticas de curto prazo com metas climáticas de longo prazo. “Dada a importância crítica das vastas florestas tropicais do Brasil para a estabilidade climática, é imperativo que o Norte Global forneça suporte eficaz para suavizar o caminho para um futuro sustentável”.

“A trajetória atual de aumento da temperatura global está jogando a humanidade em direção ao desastre”, destaca David King, líder do CCAG. Esse relatório, no entanto, mostra que ainda há o que ser feito para que isso seja evitado. Nesta linha, o relatório do CCAG traz quatro recomendações para reverter a trajetória climática atual: promover a equidade global por meio de finanças, liderança e colaboração; desvincular o bem-estar do consumo de combustíveis fósseis; acabar com os subsídios aos combustíveis fósseis e proteger a biodiversidade e as comunidades indígenas, parte crítica da resposta climática global para limitar os aumentos de temperatura. “Um futuro seguro para a humanidade ainda está ao nosso alcance, mas somente se todas as nações tomarem medidas urgentes”, finaliza King.

(Fonte: Agência Bori)

Cisne Negro Cia de Dança apresenta nova temporada de ‘Dança nos Hospitais’

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Reginaldo Azevedo.

Em parceria com a Supera Farma, a Cisne Negro Cia de Dança dá continuidade ao projeto Dança nos Hospitais, que teve início em 2016. A iniciativa tem como objetivo levar apresentações pocket do clássico ‘O Quebra-Nozes’, apresentado com maestria pela companhia paulista há 40 anos, a instituições de saúde, proporcionando momentos de leveza e bem-estar para pacientes, profissionais da saúde e visitantes.

A temporada de 2024 contemplará 5 instituições, sendo que a primeira apresentação está marcada para o dia 24 de setembro no Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE). No dia 25, a companhia se apresenta no ICESP – Instituto do Câncer do Estado de São Paulo. A agenda segue com apresentações no Hospital Municipal Vila Santa Catarina no dia 10 de outubro, Incor, no dia 16 de outubro, AACD Ibirapuera no dia 17, e no Hospital das Clínicas no dia 18 de outubro. Para a diretora artística da companhia, Dany Bittencourt, o projeto tem um significado especial. “Este projeto é muito importante para a Cisne Negro. Estamos no quinto ano e levar a alegria da dança e da arte aos hospitais, atendendo pacientes e equipe médica, é realmente muito gratificante”, ressalta.

Já para a Supera Farma, que tem a missão de levar a maior diversidade de medicamentos ao maior número de médicos e pacientes, provendo soluções em saúde e transformando vidas, apoiar o projeto Dança nos Hospitais é uma forma de reafirmar seu compromisso com a mudança positiva nas vidas que impacta.

As apresentações

Com a trilha sonora de Tchaikovsky e um longo histórico de apresentações e participações especiais, ‘O Quebra-Nozes’ é uma das obras mais icônicas do repertório da Cisne Negro Cia de Dança. As apresentações foram cuidadosamente adaptadas para o formato pocket de modo a criar uma experiência acessível e emocionante dentro do ambiente hospitalar, oferecendo um momento para contemplação à arte, esperança e alegria.

O projeto faz parte do compromisso da Cisne Negro Cia de Dança com a inclusão e a democratização da arte, levando o amor pela dança a novos públicos. As apresentações ocorrem nos saguões dos hospitais com a participação de dois a três casais de bailarinos do elenco da companhia. Sempre que possível, após as apresentações, que possuem duração média de 30 minutos, os bailarinos visitam outras áreas das instituições, como leitos e UTIs. Desde sua criação, o projeto já impactou mais de 10 mil pessoas, proporcionando uma conexão entre arte e saúde em um ambiente onde a recuperação e o cuidado são prioridades.

Sobre a Cisne Negro Cia de Dança

Fundada em 1977 por Hulda Bittencourt, a Cisne Negro Cia de Dança é uma das mais renomadas companhias de dança contemporânea do Brasil. Com quase cinco décadas de história, a companhia é reconhecida pela inovação artística, técnica apurada e um repertório diversificado que abrange clássicos do balé e criações contemporâneas. A Cisne Negro tem se destacado tanto em palcos nacionais quanto internacionais, representando o Brasil em importantes festivais e turnês em países como Alemanha, Estados Unidos, China, Africa do Sul, Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Cuba, Escócia, Espanha, Inglaterra, Moçambique, Paraguai, Romênia, Tailândia e Uruguai, onde o grupo exibiu-se como um modelo de trabalho dentro da dança brasileira, construído com profissionalismo e paixão.

A companhia é conhecida por suas montagens criativas, incluindo a tradicional temporada de ‘O Quebra Nozes’, realizada anualmente, que se tornou um marco na cena cultural brasileira. Com uma equipe de talentosos bailarinos e sob a direção artística de Dany Bittencourt, a Cisne Negro continua a encantar e desafiar plateias ao explorar novos horizontes na dança.

A Cisne Negro Cia de Dança tem em seus valores a inclusão e está sempre atenta à acessibilidade do público, buscando garantir que sua arte seja apreciada por todos. Com um compromisso inabalável com a excelência e a promoção da arte, a companhia segue firme em sua missão de transformar e enriquecer a vida cultural por meio da dança.

(Fonte: Com Vanessa Luckaschek/Luar Conteúdo)

4 cidades para visitar durante a primavera perto de SP

Estado de São Paulo, por Kleber Patricio

Holambra. Fotos: Divulgação.

Conhecida como a estação das flores, a primavera começa no dia 22 de setembro e é marcada por um período de tempo firme que é ideal para fazer passeios ao ar livre. Pensando nisso, a Turbi, locadora 100% digital, preparou uma lista de destinos perto de São Paulo e fáceis para ir de carro.

Para o motorista não tem carro e deseja fazer um ‘bate e volta’ em um final de semana, a locadora permite agendar um carro com até 8h de antecedência e até escolher onde quer retirar o veículo. São mais de 300 pontos espalhados na grande São Paulo para ter um Turbi sempre a poucos passos de casa. Confira as dicas:

1 – Holambra (130km de São Paulo)

Holambra é um dos principais destinos da primavera em todo o Brasil. A época, marcada pelos campos floridos, é a ideal para visitar a cidade. Por lá, você também pode visitar o Parque Van Gogh, o Bloemen Park, o Moinho Povos Unidos, o Deck do Amor e os museus da cidade. A dica especial fica para os sorvetes com sabor de flores. Provaria?

2 – Cunha (221km de São Paulo)

Mais uma opção para quem gosta de flores, Cunha fica a cerca de 3 horas de carro de São Paulo, no encontro entre as serras na divisa entre São Paulo e Rio de Janeiro.

O carro chefe da cidade para esta época são os campos de lavanda, mas o lugar também oferece diversas opções de trilhas e boas opções gastronômicas.

3 – Atibaia (54km de São Paulo)

A Capital Nacional do Morango não podia ficar de fora desta lista. Mas não é só isso. Atibaia também é responsável por cerca de 25% da produção de flores de todo o país. A cidade traz muitas alternativas de passeio ao ar livre e tem uma programação especial durante a primavera, como o passeio de teleférico e a tradicional Festa das Flores e do Morango.

4 – Campos do Jordão (170km de São Paulo)

Com um clima ameno e ambiente descontraído, Campos do Jordão também floresce com a primavera, se tornando mais bonita ainda nesta época do ano. A cidade conta com ótimas opções gastronômicas e uma programação familiar bastante completa, com museus, como o Felícia Leirner e parques com atividades ao ar livre como o Capivari e o Horto Florestal.  A nossa dica é conhecer o Parque do Amantikir, um jardim a céu aberto de 60 mil m².

Sobre a Turbi | A Turbi é uma empresa de tecnologia de locação de veículos 100% digital, que surgiu com o objetivo de facilitar e desburocratizar todo o processo de aluguel de carro, mudando o conceito que os usuários possuem com as locadoras tradicionais. Presente nas cidades de São Paulo, Guarulhos, Santo André, São Caetano, São Bernardo, Osasco, Barueri e Taboão da Serra, todos os estacionamentos com Turbi funcionam 24h por dia durante os 7 dias da semana; assim, é possível que o usuário alugue ou devolva o veículo a qualquer hora do dia. A Turbi também vende seus veículos.

(Fonte: Com Artur Lopes/NR7-Full Cycle Agency)