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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Rodrigo Nassif em Trio apresenta o melhor de 15 anos de carreira no Sesc 24 de Maio

São Paulo, por Kleber Patricio

Rodrigo Nassif. Foto: Juliana Pozzatti.

No dia 12 de setembro, às 20h, Rodrigo Nassif se apresenta no teatro do Sesc 24 de Maio com um show especial para celebrar 15 anos de carreira. Em formato de trio, o cantor e compositor gaúcho se une aos músicos Leandro Schirmer e Samuel Basso. O repertório, descrito como milonga jazz, mistura diversos ritmos da América do Sul e promete uma experiência musical única para o público.

O show traça um panorama da trajetória artística de Rodrigo Nassif destacando a consolidação de seu estilo único, que combina ritmos folclóricos com a linguagem de improvisação do jazz. A apresentação contará com músicas autorais que caracterizam “o folk jazz instrumental”, como o trio define seu gênero musical. No palco, Rodrigo Nassif assume o violão, Leandro Schirmer a bateria e Samuel Basso o baixo, proporcionando uma sonoridade marcante e envolvente.

Sobre Rodrigo Nassif

Rodrigo Nassif é compositor, produtor e multi-instrumentista. Vencedor do prêmio Açorianos em 2009 na categoria Melhor Intérprete Instrumental, possui quatro álbuns autorais lançados.

Em 2013, fundou o Rodrigo Nassif Quarteto, que posteriormente se tornou um trio. O grupo é considerado uma referência na música instrumental brasileira, segundo o portal UOL.

Ouça: YouTube Music

Veja: You Tube.

Serviço:

Rodrigo Nassif em Trio

Data: 12/9, quinta, às 20h

Local: Sesc 24 de Maio – Rua 24 de Maio, 109, São Paulo – a 350 metros da estação República do metrô

Classificação: 12 anos

Ingressos: sescsp.org.br/24demaio ou pelo aplicativo Credencial Sesc SP e nas bilheterias das unidades Sesc SP – R$60 (inteira), R$30 (meia) e R$18 (Credencial Sesc)

Duração do show: 90 min

Acompanhe nas redes:

facebook.com/sesc24demaio

instagram.com/sesc24demaio

sescsp.org.br/24demaio

Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo

A 350 metros do metrô República

Fone: (11) 3350-6300.

(Fonte: Com Meyre Vitorino/Assessoria de imprensa Sesc 24 de Maio)

Circo di SóLadies | NemSóLadies promove Oficina e Grupo de Estudos sobre Palhaçaria Feminista

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

Em 2024, o Circo di SóLadies | NemSóLadies (@circodisoladies) celebra dez anos de história. E para marcar essa comemoração, o grupo, que tem se destacado por sua forte atuação nas redes sociais (Instagram e Facebook), promete uma série de novidades ao longo dos próximos meses. Compartilhando o método de trabalho e pesquisa artística que tem guiado essa trajetória, nos dias 13, 20 e 27 de setembro de 2024 (sextas-feiras), das 14h às 17h, o grupo promove a Oficina Palhaçaria e Comicidade Feminista, no Cita Espaço Cultural, que fica na Rua Aroldo de Azevedo, 20, no Jardim Bom Refúgio, na Zona Sul de São Paulo (SP). Serão oferecidas 20 (vinte) vagas gratuitas e as inscrições podem ser feitas aqui.

Destinadas a todas as pessoas com idade a partir de 18 anos interessadas na temática, a ação tem por objetivo o fomento, a multiplicação e difusão da comicidade e palhaçaria feminista. Para participar, não é necessário ter qualquer tipo de experiência prévia ou conhecimento específico. “Para nós, o riso, quando orientado à reflexão, se torna uma importante ferramenta para afirmação da autoestima e reconhecimento da potência das mulheres e dissidências de gênero. Ao longo de nossa trajetória, fomentamos a discussão acerca do machismo naturalizado no cotidiano, alcançando pessoas de diferentes gerações, mas ainda se faz necessário redobrar a atenção para esta questão. Por isso, celebramos dez anos revisitando o passado dessa trajetória, mas apontando para um futuro que pede um olhar cada vez mais atento à realidade da desigualdade de gênero”, comenta o Circo di SóLadies | Nem SóLadies.

Foto: Karime Xavier.

O resultado da oficina será apresentado em uma Mostra de Cenas no dia 28 de setembro (sábado), às 16h, com entrada gratuita, no Espaço Cultural CITA. E para as pessoas interessadas em dar continuidade e multiplicar a pesquisa em comicidade e palhaçaria feminista, no dia 30 de setembro de 2024 (segunda-feira), das 19h às 22h, o Circo di SóLadies | Nem SóLadies promove o primeiro encontro do Grupo de Estudos sobre Palhaçaria e Comicidade Feminista, que será realizado na Sede Circo di SóLadies, que fica na Rua Pedro Soares de Almeida,  55 – loja 4 – Vila Anglo – Zona Oeste – São Paulo – SP.

Serão oferecidas 10 (dez) vagas presenciais e 100 (cem) vagas online gratuitas. Para participar é necessário se inscrever aqui. O grupo é aberto a profissionais das artes cênicas, pesquisadoras, artistas e público interessado. Não é obrigatória a participação na oficina anterior de palhaçaria e comicidade feminista.

Foto: Karime Xavier.

As ações fazem parte do projeto Dez Anos de Palhaçaria Feminista, contemplado no edital Lei Paulo Gustavo, viabilizado por meio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Com uma equipe formada por profissionais majoritariamente mulheres e pessoas transgêneras, inclusive nas funções técnicas – área frequentemente composta somente por homens cisgêneros –, o projeto aposta na valorização da diversidade e no combate à desigualdade de gêneros.

Há uma década, o Circo di SóLadies | NemSóLadies, grupo que é formado por duas mulheres cis, Kelly Lima e Verônica Mello, e uma pessoa transmasculina, Theo Oliveira, vem utilizando a arte e uma ampla pesquisa sobre o tema para gerar reflexão e contribuir para a autoestima de mulheres e pessoas gênero-dissidentes. Acompanhe a agenda completa do projeto em: www.facebook.com/circodisoladies, www.instagram.com/circodisoladies e circodisoladies.com.br.

Serviço:

Oficina e Grupo de Estudo Dez Anos de Palhaçaria Feminista

Com Circo di SóLadies | Nem SóLadies

Oficina Palhaçaria e Comicidade Feminista

Sinopse: Em um mundo que sempre nos cobra o acerto, a precisão e a constância, o estudo da palhaçaria convida a respirar com menos pressão e adentrar no imenso e criativo universo do erro, do ridículo e da fragilidade humana. Com a palhaçaria feminista mergulhando na criatividade, sempre iremos buscar novos caminhos para o encontro. Vamos abrir espaço para o diálogo entre os jogos de palhaçaria e os estudos feministas a fim de descobrir que nossas fraquezas e inseguranças são pérolas preciosas para a cura pessoal e a transformação.

Onde: Cita Espaço Cultural – R. Aroldo de Azevedo, 20 – Jardim Bom Refúgio, Zona Sul – São Paulo – SP

Faixa etária: a partir de 18 anos – Grátis

Inscrições: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSczN_0TGU-xEOfsy02gePdYGMvV9o0jkrGJci3fxUZ9KXbtPg/viewform

Público: para todas as pessoas com ou sem experiência em palhaçaria, a partir de 18 anos.

Quantidade de Vagas: 20

Quando: 13, 20 e 27 de setembro de 2024 (sextas-feiras) | Horário: das 14h às 17h

Apresentação – Mostra de Cenas: 28 de setembro de 2024 (sábado) | Horário: 16h

Grátis

Classificação: 18 anos

Capacidade: 30 pessoas

Acessibilidade: Sim. Não possui estacionamento.

Grupo de Estudos sobre Palhaçaria e Comicidade Feminista

Sinopse: O que feminismo, palhaçaria e comicidade podem ter em comum? Como uma teoria pode ser aliada da outra nos processos de transformação e ação propriamente dita? Com intuito de dar continuidade e multiplicar a pesquisa em comicidade e palhaçaria feminista realizada pelo grupo há mais de 10 anos, o Circo di SóLadies | Nem SóLadies está promovendo grupos de estudos com encontros mensais, abertos a profissionais das cenas, pesquisadoras, artistas e público interessado.

Onde: Sede Circo di SóLadies (Vila Anglo) – Endereço: Rua Pedro Soares de Almeida,  55 – loja 4 – Vila Anglo – Zona Oeste – São Paulo – SP

Quando: 30 de setembro de 2024 (segunda-feira) – Horário: das 19h às 22h

Grátis – Classificação Livre

Inscrições: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfjulHkjZg8smhILAudsZ3q8B1z68N9YRCUeHRx7z8APIFDlQ/viewform

Quantidade de Vagas: 10 vagas presenciais – 100 pessoas no online.

(Fonte: Com Luciana Gandelini Assessoria de Imprensa)

ArtRio 2024: Galeria Raquel Arnaud e Galeria Cassia Bomeny apresentam projeto solo de Carlos Zilio

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Submerso, 1986. Carlos Zilio.

A Galeria Raquel Arnaud participa, em pareceria com a Galeria Cassia Bomeny, da 14° edição da ArtRio, que acontece de 25 a 29 de setembro, na Marina da Glória, Rio de Janeiro, com o projeto ‘Muito Além do Jardim’, que reúne um conjunto de obras de Carlos Zilio e homenageia os 80 anos da carreira do artista. Com curadoria de Vanda Klabin, a mostra revela o universo plástico criado pelo artista, que investiga elementos da natureza brasileira em suas produções.

Sua produção, que ganha intensidade a partir dos anos 60, foi marcada por um alto teor político durante o período de ditadura militar para depois passar a se dedicar, de forma mais leve, ao livre exercício da pintura. A mostra na ArtRio traz obras produzidas entre 1979 e 2018, que passam por diferentes projetos e fases do artista. As pinturas estarão à venda no estande S4, no Pavilhão MAR. “Na produção pictórica de Carlos Zilio, a paisagem é uma estratégia de tornar algo visível ao pensar a pintura como um espaço crítico de conhecimento, por meio de uma intensa e complexa aproximação entre a natureza e a cultura”, reflete Vanda, que acompanha o artista de perto há décadas, em seu texto curatorial.

Diante do objetivo de falar sobre o Brasil por meio de sua produção, o artista utiliza de forma livre as cores, formatos e elementos da natureza para criar uma leitura única da brasilidade. Suas pinturas fizeram parte de algumas das principais correntes da arte contemporânea brasileira do século 20, como a Nova Figuração Brasileira na década de 60 e a arte conceitual nos anos 70.

Sobre o artista

Formado em psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Carlos Zilio estudou pintura com Iberê Camargo no Instituto de Belas Artes. Perseguido pela ditadura, mudou-se para a França na década de 1970, onde se doutorou em Artes e pôde ter contato com a produção de importantes artistas de vanguarda, como Paul Cézanne. Retornou ao Brasil na década de 1980, dando prosseguimento a suas pesquisas e participando de inúmeras mostras. Atuou também como professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A produção de Carlos Zilio passou por algumas das principais correntes da segunda metade do século 20, como a Nova Figuração Brasileira, nos anos 1960, e a arte conceitual, nos anos 1970, aliando a preocupação com a ordem e a geometria a um discurso crítico e combativo em relação à Ditadura Militar vigente naqueles anos. Na década de 1980, ao mergulhar em questionamentos sobre a arte de vanguarda e a negação da tradição preconizada por suas correntes, Zilio passa a ter a pintura como objeto principal de pesquisa.

Representado pela Galeria Raquel Arnaud desde 1997, Zilio já participou das exposições ‘Opinião 66’ (Rio de Janeiro, 1966) e ‘Nova Objetividade Brasileira’ (Rio de Janeiro, 1967), que se tornariam marcos da arte brasileira, além de importantes mostras coletivas, como Bienal de São Paulo (1967, 1989 e 2010); Bienal de Paris (1977); Bienal do Mercosul (2005).

Sobre a Galeria Raquel Arnaud

Criada em 1973, com o nome de Gabinete de Artes Gráficas. Com espaços marcantes assinados por arquitetos como Lina Bo Bardi, Ruy Ohtake e Felippe Crescenti, o Gabinete passou por diferentes endereços, como as avenidas Nove de Julho e Brigadeiro Luís Antônio, além do espaço que havia pertencido ao Subdistrito Comercial de Arte, na Rua Artur de Azevedo, em Pinheiros, no qual permaneceu de 1992 a 2011.

A Galeria Raquel Arnaud tem foco no segmento da abstração geométrica e a atenção especial dada às investigações da arte contemporânea – arte construtiva e cinética, instalações, esculturas, pinturas, desenhos e objetos – perpetuaram a Galeria Raquel Arnaud no Brasil e no exterior, tanto por sua coerência como pela contribuição singular para valorização e consolidação da arte brasileira. Para isso, contribuíram de forma fundamental artistas como Amilcar de Castro, Willys de Castro, Lygia Clark, Mira Schendel, Sergio Camargo, Hércules Barsotti, Waltercio Caldas, Iole de Freitas e Arthur Luiz Piza, entre outros.

Atualmente com sede na Rua Fidalga, 125, Vila Madalena, a Galeria Raquel Arnaud representa artistas reconhecidos nacional e internacionalmente – Waltercio Caldas, Carlos Cruz-Díez, Arthur Luiz Piza, Sérvulo Esmeraldo, Iole de Freitas, Maria Carmen Perlingeiro, Carlos Zilio e Tuneu. Os mais jovens atestam a consolidação de novas linguagens contemporâneas – Frida Baranek, Geórgia Kyriakakis, Daniel Feingold, Julio Villani, Célia Euvaldo, Wolfram Ullrich, Elizabeth Jobim, Carla Chaim, Carlos Nunes e Ding Musa.

Raquel Arnaud também fundou o Instituto de Arte Contemporânea (IAC) em 1997, a única instituição no Brasil que coloca à disposição para pesquisa os mais de 100 mil documentos existentes sobre artistas no Brasil e no mundo.

Sobre a Galeria Cassia Bomeny

Inaugurada em 2015, a Galeria Cassia Bomeny desenvolve um programa de exposições voltado a artistas da década de 70 em diante. E promove o colecionismo e a circulação das artes visuais nas esferas públicas e privadas, com constante agenda de exposições, participação nas principais feiras de arte do país e através de apoio a publicações e exposições institucionais.

Com foco em uma pesquisa contemporânea brasileira, a galeria fomenta a produção atual de artistas consagrados, como Antonio Manuel, Carlos Zilio e Eduardo Sued, ao mesmo tempo em que incentiva talentos das novas gerações.

Como parte de sua política, cada exposição individual na galeria é acompanhada pela publicação de um catálogo, com o texto crítico de curadores atuantes no mercado, como Fernanda Lopes, Frederico Morais, Tadeu Chiarelli, Vanda Klabin, Felipe Scovino, Paula Borghi, Keyna Eleison, Christiane Laclau e Shannon Botelho.

O projeto da galeria começou com uma individual do artista britânico Damien Hirst e contou com o apoio do curador Fernando Cocchiarale, produzindo trabalhos seriados e reedição de obras históricas de Anna Bella Geiger e Antonio Dias, entre outros.

Serviço:

Galeria Raquel Arnaud e Galeria Cassia Bomeny na ArtRio 2024

ArtRio – Pavilhão MAR – Estande S4

Período expositivo: 25 a 29 de setembro

Funcionamento: 14h – 21h

Local: Marina da Glória – Rio de Janeiro/RJ (Av. Infante Dom Henrique, S/N – Glória)

Ingressos: Ingressos entre R$40 e R$80.

https://raquelarnaud.com/

https://www.instagram.com/galeriaraquelarnaud/

https://cassiabomeny.com.br/a-galeria/

https://www.instagram.com/cassiabomenygaleria/.

(Fonte: Com Andre Cirri/A4&Holofote Comunicação)

Ladies Ensemble apresenta concerto de música brasileira no Auditório Regina Casillo

Curitiba, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação/Solar do Rosário.

A orquestra feminina Ladies Ensemble promete um concerto que celebra a rica diversidade da música brasileira, com um repertório que passeia por clássicos de Villa-Lobos a Tom Jobim, no palco do Auditório Regina Casillo no dia 20 de setembro às 20h. A apresentação faz parte da série Literatura e Música do plano anual do Solar do Rosário, realizado com a Lei Federal de incentivo à cultura.

Ladies Ensemble é a primeira orquestra profissional formada unicamente por mulheres no Brasil. Fundada em 2009 pela violista Fabíola Bach Akel, a Ladies Ensemble conta com musicistas de diferentes idades, vertentes, influências e inspirações em um universo com reduzida presença feminina e posições de liderança e destaque.

Com 25 instrumentistas profissionais e parceria com o Solar do Rosário, que abriu o Auditório Regina Casillo para que a orquestra tivesse uma ‘casa própria’, a Ladies Ensemble trabalha na formação de plateia, democratização da música clássica e na formação de músicos. Desde seu início, o projeto influenciou muitos artistas e soma um público de mais de 200 mil pessoas.

O grupo, que é pioneiro em Curitiba, tem se destacado pela sua abordagem diversificada, trazendo sempre novas linguagens à música clássica e world music. “Um dos diferenciais do projeto é a inclusão de instrumentos como o kanun, de origem persa, e a participação de musicistas de várias origens. Entre elas, destaca-se uma instrumentista refugiada da Síria, que encontrou no Brasil e no grupo uma nova oportunidade de carreira”, explica a diretora artística da Ladies Ensemble, Fabiola Akel.

Para a diretora do Solar do Rosário, Lucia Casillo Malucelli, os concertos da Ladies Ensemble são também uma aula de história, contextualizando as peças apresentadas e transportando o público a diferentes épocas e culturas. “Essa contextualização enriquece a experiência do concerto e aproxima o público da narrativa musical”, pontua.

Com uma trajetória marcada pela inclusão, diversidade e excelência musical, a Ladies Ensemble se firma como um dos principais grupos de Curitiba, abrindo caminhos para novas vozes na música clássica e world music.

O Plano Anual Solar do Rosário é realizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura, com patrocínio das empresas Oregon, Fertipar, Cartório da Barreirinha, Impextraco e Supermercado Tozetto e conta com a coordenação geral de Liana Leão e direção de Lucia Casillo Malucelli.

Sobre o Solar do Rosário

Há mais de três décadas, o Solar do Rosário se destaca como um oásis de arte e cultura em Curitiba. Fundado por Regina de Barros Correia Casillo, o centro cultural oferece uma programação diversa e acessível para todas as idades. Em 2021, o Solar ganhou um novo espaço, ampliando suas possibilidades e consolidando-se como um polo cultural imperdível na capital paranaense.

O Auditório Regina Casillo com capacidade para 300 pessoas e foco em eventos de música e literatura e já recebeu diversas orquestras e grandes nomes da música clássica. Recebe também anualmente o vencedor do aclamado Concurso Rainha Elisabeth da Bélgica, sempre com casa lotada. Apoia jovens talentos locais e realiza mensalmente contrapartidas sociais recebendo alunos e professores de escolas públicas para concertos didáticos.

Serviço:

Série Literatura e Música

Dia: 20 de setembro – sexta-feira | Horário: 20 horas

Endereço: Auditório Regina Casillo – Solar do Rosário (Rua Lourenço Pinto, 500, Centro)

Informações: (41) 3225-6232 ou https://www.instagram.com/solar.dorosario/?hl=en

https://www.diskingressos.com.br/evento/7974/2024-09-20/pr/curitiba/ladies-ensemble-brasilidades.

(Fonte: Com Emelin Leszczynski/Isabela França Conteúdo Estratégico)

Infância de Candido Portinari é o tema da estreia do II Festival Oficina da Ópera do TMRJ

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Da esquerda para a direita Ulysses Rabelo (caracterização), Daniel Salgado (direção cênica) e Ludoviko Vianna (Candido Portinari). Foto: Divulgação.

O II Festival Oficina da Ópera, com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Ensemble OSTM, estreia ao público no dia 13 de setembro, às 19h, com a ópera ‘Candinho’, de João Guilherme Ripper, inspirada na infância de Candido Portinari. No papel de Portinari já adulto, atuando como narrador, Ludoviko Vianna, que durante toda a ópera mostra, de forma bem poética, as memórias do menino ‘Candinho’, em Brodowski, sua cidade natal.

“A sensação de vivenciar esta experiência no palco do Municipal contando a trajetória de um dos maiores artistas brasileiros de todos os tempos é única, inesquecível e me coloca num patamar que jamais imaginei. E eu pude sentir em cena várias semelhanças entre a infância de Portinari e a minha”, comenta o ator Ludoviko Vianna.

A maquiagem de Candido Portinari, feita pelo caracterizador do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Antonio Ulysses Rabelo, é inspirada no autorretrato de Portinari. “A ideia é fazer uma homenagem ao próprio personagem como se estivesse dando vida às pinturas dele. A maquiagem será inspirada nas cores que ele usava nas peles de suas pinturas como a Nossa Senhora do Carmo, o Santo Antônio e tantos outros personagens que ele pintou”, ressalta Ulysses.

O elenco de Candinho é formado por jovens cantores e pelas crianças do Coral Infantil da UFRJ. A regência será de Roberto Duarte. Segundo o compositor, “entre brincadeiras de criança, primeiros amores e poesias, mergulhamos ainda mais fundo na história de vida de Portinari”, completa Ripper.

Na foto principal, além de Ulysses e Ludoviko, o diretor cênico da ópera, Daniel Salgado, que participa do Festival Oficina da Ópera pela segunda vez. No ano passado, ele assinou a concepção e direção de outra ópera brasileira: ‘O Caixeiro da Taverna’, de Guilherme Bernstein.

O Festival terá ainda mais duas óperas no Theatro Municipal: ‘La Serva Padrona’, de Giovanni Battista Pergolesi, nos dias 14 e 15, e ‘Le Villi’, de Giácomo Puccini, que será realizada em 19, 20 e 21 de setembro.

(Fonte: Com Claudia Tisato/Assessoria de imprensa TMRJ)