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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Sesc Pinheiros recebe espetáculo de dança ‘Paradisaeidae‘

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Nadja Kouchi.

Nos dias, 8, 9 e 10 de outubro, o auditório do Sesc Pinheiros recebe Paradisaeidae. O espetáculo de dança propõe, por meio da performance, explorar a dualidade da existência humana provocando reflexões sobre a transformação e a essência do ser, convidando o público a uma experiência artística imersiva formada por 16 bailarinos que ocupam todo o espaço da cena e, através da dança, rompem a estrutura tradicional de palco e plateia. A performance oferece uma experiência sensorial rica, marcada por movimentos fluidos, improvisações e uma fusão de sons e luzes. Cada bailarino, representando as aves-do-paraíso, expressa sua individualidade em um ambiente onde se cruzam e interagem.

A narrativa do espetáculo evoca sentimentos de liberdade e angústia refletindo a complexidade da condição humana. A intensidade dos sons e a presença física dos bailarinos criam uma atmosfera que provoca reações diversas nos espectadores. As referências à contracultura e ao anti-heroísmo enriquecem a experiência promovendo um diálogo entre arte e vida.

O intérprete Dom Gabriel, que tem deficiência visual e o diretor Diogo Granato desenvolveram uma pesquisa de audiodescrição realizada pelos artistas que compõem o espetáculo, possibilitando o acesso de forma única.

Diogo Granato é artista brasileiro, residente em São Paulo, que atua como diretor, intérprete, coreógrafo, preparador de movimento e professor principalmente nas áreas de Dança, Improvisação, Dança Acrobática, Parkour e Dança-Teatro. Foi intérprete-criador da Cia Nova Dança 4 de 1996 até 2020, é diretor e intérprete dos grupos de improviso cênico Silenciosas (desde 2004), Mais Companhia (desde 2015) e Paradisaeidae (desde 2023). Na cena da improvisação, dançou com Steve Paxton, Lisa Nelson, Nancy Stark Smith e Katie Duck, personalidades importantes para o desenvolvimento da dança contemporânea.

FICHA TÉCNICA

Intérpretes: Adriana Nunes, Ana Medeiros, Anna Luiza Marques, Clarrisa Braga, Dom Gabriel, Dresler Aguilera, Flavia Scheye, Gabriela Rios, Isadora Dalle, Isadora Prata, Luma Preto, Mariana Taques, Marina Viski, Michelle Farias, Renê Carvalho e Tayna Ibanez

Direção, Concepção, Dramaturgia: Diogo Granato

Iluminação, Trilha Sonora, Figurinos: Diogo Granato – Urutu Branco Ltda

Criação Gráfica: Duda Camargo

Fotografias de divulgação: Nathan Nascimento

Fotografias do espetáculo: Nadja Kouchi

Produção: Ana Medeiros e Diogo Granato – Urutu Branco Ltda.

Serviço:

Paradisaeidae 

Dias: 8, 9 e 10 de outubro, terça, quarta e quinta, às 20h

Duração: 90 minutos

Local: Auditório

Classificação: 16 anos

Ingressos: R$40 (inteira); R$ 20 (meia) e R$12 (credencial plena)

Sesc Pinheiros – Rua Paes Leme, 195

Estacionamento com manobrista: terça a sexta, das 7h às 21h; sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h.

(Fonte: Com Gleiceane Nascimento/Assessoria de Imprensa Sesc Pinheiros)

Mudanças climáticas podem reduzir distribuição de metade das espécies silvestres de mandioca no Nordeste até 2100

Pernambuco, por Kleber Patricio

Extinção das espécies silvestres de mandioca pode afetar a diversidade genética que garante segurança da produção da mandioca cultivada. Foto: Antonio Carlos Pereira Góes/Embrapa.

Até 2100, as áreas de ocorrência de cerca de metade das espécies nativas de mandioca do Nordeste brasileiro podem ser reduzidas por conta das mudanças climáticas. É o que indica um artigo publicado nesta sexta (4) na revista Anais da Academia Brasileira de Ciências. O estudo, conduzido por pesquisadores das universidades federais Rural de Pernambuco (UFRPE) e do Recôncavo da Bahia (UFRB), além da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), destaca a urgência de medidas para a conservação da biodiversidade diante dos efeitos das mudanças climáticas.

Os cientistas reuniram dados sobre onze espécies de mandioca nativas do Nordeste a partir de registros de ocorrência, bancos de dados e herbários. As informações foram utilizadas em simulações de diferentes cenários com base em seis variáveis climáticas – como precipitação anual, chuvas nos meses mais secos e úmidos e temperatura média diária e anual. A equipe combinou esses elementos para prever o tamanho e a localização das áreas onde as espécies poderão viver no futuro, considerando as necessidades das plantas, e comparou com a realidade atual.

A pesquisa revela que, em um cenário otimista, cinco das espécies analisadas podem experimentar uma redução em sua faixa potencial de distribuição até 2100. Em um cenário pessimista, com condições mais severas, essa redução pode atingir até seis espécies, 54% da amostra. Nos dois cenários, quatro dessas espécies podem experimentar redução total de suas áreas de ocorrência. “Isso acontece porque as condições ambientais de que elas precisam para se desenvolver podem mudar, tornando algumas regiões menos adequadas”, explica Karen Yuliana Suarez-Contento, autora do estudo. A pesquisadora da UFRPE destaca que a redução pode não afetar somente as espécies de mandioca, pois a perda de plantas que servem de base para a vida selvagem desestabiliza os ecossistemas locais.

Segundo Suarez-Contento, a redução projetada pode, no futuro, levar à extinção de algumas das espécies silvestres de mandioca, além de afetar a produção de uma das principais fontes de carboidratos na alimentação brasileira: a mandioca cultivada. Ela é a matéria-prima de produtos como o polvilho, a tapioca e o tucupi. “As espécies silvestres abrigam uma diversidade genética crucial para o futuro da mandioca cultivada, fornecendo características importantes, como resistência a doenças e adaptações a diferentes condições ambientais”, ressalta.

A autora enfatiza que as mudanças climáticas podem ter um papel decisivo na distribuição de outros gêneros alimentícios. “Muitas outras culturas agrícolas dependem da diversidade genética de suas espécies silvestres para se adaptar a mudanças climáticas, novas pragas e doenças”, diz Suarez-Contento. É o caso do milho, arroz e feijão, que têm parentes silvestres e podem enfrentar desafios semelhantes ao da mandioca, segundo a especialista. Ela destaca a importância de conservar essas espécies e seus habitats para garantir a continuidade da produção desses alimentos.

Para a pesquisadora, estratégias como a criação e a expansão de áreas protegidas, o estabelecimento de corredores ecológicos e a restauração de áreas degradadas são um passo importante para melhorar o cenário previsto para 2100. “A educação ambiental e o incentivo para práticas agrícolas sustentáveis também podem engajar as comunidades locais e promover a proteção dos habitats”, acrescenta.

(Fonte: Agência Bori)

Pedalar reduz e organiza a atividade cerebral – e traz benefícios para pessoas com Parkinson

Rio Grande do Norte, por Kleber Patricio

Foto: José Rodriguez Ortega/Pexels.

A prática de ciclismo reduz a ativação cerebral e mantém os circuitos nervosos no nosso cérebro em um estado mais organizado. Esses efeitos são ainda mais acentuados ao pedalar de olhos fechados. É o que mostra estudo das universidades federais do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Paraná (UFPR) em parceria com instituições do Reino Unido. Os resultados, publicados em artigo na quarta (2) na revista científica Plos One, podem fornecer subsídios, no futuro, para novos tratamentos alternativos de doenças neurodegenerativas como a doença de Parkinson e o Alzheimer.

Os pesquisadores já haviam demonstrado, em estudos prévios, que andar de bicicleta traz benefícios para os pacientes com Parkinson. Pedalar diminui instantaneamente tremores, movimentos lentos e outros sintomas motores relacionados à doença. Essa nova pesquisa explica como isso acontece explorando os mecanismos acionados no nosso cérebro em estado de repouso e durante a atividade física.

Para investigar o comportamento dos circuitos neurais em diferentes estados, o trabalho analisou a atividade elétrica cerebral de 24 adultos saudáveis. Inicialmente, os participantes permaneceram em repouso por dois minutos em uma bicicleta ergométrica horizontal fixa. Em seguida, pedalaram continuamente pelo mesmo período de tempo. Durante essas atividades, os sinais elétricos emitidos pelo sistema nervoso foram captados e monitorados por oito eletrodos fixados no couro cabeludo dos indivíduos. Os registros foram feitos tanto para os estados de olhos abertos como para olhos fechados.

A atividade cerebral registrada foi menor e mais organizada durante a prática de ciclismo, em especial com os olhos fechados, em comparação com o momento de repouso. “Isso significa que há uma atividade cerebral organizada no ciclismo, que poucos circuitos neurais estão sendo utilizados. Ou seja, o cérebro está mais eficiente”, aponta John Fontenele Araújo, da UFRN, líder do estudo.

O pesquisador ainda destaca que, diferente do que acontece durante a pedalada, diversos circuitos nervosos permanecem ativos e trabalhando durante o repouso. “Pedalar é uma forma de ativar o cérebro de uma maneira organizada. Então, em algumas doenças neurológicas, isso faz bem para o cérebro”, nota Araújo.

A redução na complexidade cerebral durante a pedalada pode estar relacionada com a própria natureza repetitiva da atividade. No artigo, os pesquisadores explicam que os movimentos constantes e os estímulos sensoriais causados pela prática, como a sensação das pernas se movendo, podem contribuir para uma sincronização dos impulsos nervosos, reduzindo o esforço cerebral para continuar o movimento. “É como durante a aprendizagem”, diz Araújo. “No início, usamos muito circuitos neurais, mas, depois que aprendemos, usamos poucos, respondemos de forma mais rápida e eficiente”, compara.

Para ele, os padrões observados também podem ser encontrados durante a execução de outras atividades repetitivas, como a meditação e a reprodução de ações cíclicas e recorrentes no trabalho, e afetar as respostas do sistema nervoso de maneira semelhante. “Os resultados sugerem que toda tarefa que exija concentração e que seja repetitiva leva a uma organização da atividade cerebral”, ressalta.

Os pesquisadores pretendem, agora, avaliar a complexidade e o padrão de sinais emitidos pelo cérebro em condições diferentes de pedalada. O objetivo é investigar possíveis diferenças entre modelos de bicicleta, ambientes de realidade virtual, atletas de alto desempenho e pacientes diagnosticados com condições neurodegenerativas, por exemplo. Segundo Araújo, estudos centrados em pacientes com Parkinson já estão sendo realizados, visando contribuir para tratamentos mais eficientes e adaptados que preservem o controle motor durante a doença.

(Fonte: Agência Bori)

Lisboa é eleita o Melhor Destino Culinário da Europa

Lisboa, por Kleber Patricio

Foto: @palaciochiado.

Lisboa conquista, pela primeira vez, o prêmio de Melhor Destino Culinário da Europa nos World Culinary Awards. A distinção foi recebida no último dia 1, numa cerimônia realizada no Dubai, e entre as cidades concorrentes estavam Barcelona, Copenhague, Florença, Londres, Paris e Viena.

A gastronomia é um dos pontos-chaves na escolha de um destino turístico e há muito que Lisboa é reconhecida pela sua oferta diversificada e de qualidade. Desde os restaurantes típicos e locais com comida tradicional, aos restaurantes de autor e de chefs com estrelas Michelin que reinterpretam os sabores clássicos, há uma vasta seleção que atrai visitantes de todos os cantos do mundo.

Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, afirma que “é um enorme orgulho ver a identidade e tradições de Lisboa premiadas pela primeira vez neste setor e como a inovação se conjuga com estas tradições gastronômicas. É o reconhecimento da qualidade da gastronomia pela qual Lisboa tão bem se distingue e um prêmio que incentiva todos os profissionais que a mantêm viva. A economia local é cada vez mais um fator distintivo da cidade e a gastronomia contribui em muito para a qualidade do turismo de Lisboa”.

Os World Culinary Awards, evento ‘irmão’ dos World Travel Awards, celebram este ano a quinta edição e têm como objetivo promover a cultura culinária global e incentivar o turismo gastronômico. Destacam as melhores práticas e inovações no setor e abrangem várias categorias, incluindo restaurantes, chefs, hotéis e outros estabelecimentos relacionados com a culinária. Os vencedores são escolhidos por meio de votação pública.

Sobre a Associação Turismo de Lisboa (ATL) | Criada em 1997, a ATL é uma entidade privada sem fins lucrativos com mais de 800 associados que se dedicam, no todo ou parcialmente, à economia do Turismo da região com a missão de promover Lisboa como destino turístico de excelência.

(Fonte: Com Lívia Aragão/Mestieri PR)

IABsp encerra comemorações dos 80 anos com exposições, debates e mais

São Paulo, por Kleber Patricio

Móbile Viúva Negra na sede do IABsp – 2024.

O Instituto de Arquitetos do Brasil – São Paulo (IABsp) encerra em 2024 suas comemorações de 80 anos de atividades com a inauguração de exposição e lançamento de livro. De 3 de outubro até 6 de dezembro, o público poderá visitar a mostra constituída de três núcleos curatoriais.

No espaço central, a exposição é marcada pelo retorno do mobile Viúva Negra e pela reconstituição da ambiência moderna que formava a cena cultural da década de 1950, quando o edifício foi inaugurado a partir de parceria com a Associação Mobiliário e Design Moderno Brasileiro (AMDMB) articulada pelo diretor de cultura do IABsp, Renato Anelli. A peça original do artista estadunidense Alexander Calder volta ao seu lugar no salão principal do edifício IABsp após uma longa temporada de empréstimos e restauro na Fundação Calder, tendo sido exibida por último no MAC-USP e Instituto Tomie Ohtake. O móbile, doado ao IABsp pelo próprio artista em 1948 e tombado junto ao edifício, é a peça principal do acervo do IABsp, exibido ao lado de mobiliário, documentos, vídeos e fotografias do acervo e outros emprestados.

Oscar Niemeyer – 1989. Foto: acervo IABsp.

Concentrada no mezanino, mas atravessando todo o espaço, a exposição IABsp 80 anos Falando em Público se desenvolve a partir da pesquisa no acervo do Instituto com curadoria de Lahayda Mamani e Paula Dedecca, e co-curadoria de Victor Próspero.

Na varanda, a exibição de uma seleção de registros visuais feitos por Amanda Areias e Camila Alba, fotógrafas, e pelos funcionários Ary Siqueira e Emerson Fioravante compõem a mostra O Patrimônio Entre o Fazer e o Olhar. Essas fotografias documentam o processo de conservação e manutenção do edifício-sede do Instituto realizado durante os últimos meses. As obras no prédio, viabilizadas pelo edital do Programa de Ação Cultural de São Paulo (ProAC), concentraram-se principalmente no pavimento térreo, 1º andar e mezanino e no 4º andar.

Uma das maiores exposições do acervo próprio realizada pelo IABsp, ressalta a importância do Instituto na história da cidade de São Paulo e na conservação do patrimônio arquitetônico nacional. A exposição é promovida pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura com patrocínio da Otis. Essa exposição conta também com o apoio de Caddore Cortinas by Juliana Diniz, Dpot, Galeria Teo e GMTEC – Projeto e Construção e Galeria Verniz.

Segundo a curadora Lahayda Mamani, “além de reunir os documentos do acervo e mobilizá-los sob o olhar histórico, a provocação do IABsp à curadoria foi a de que a história do instituto fosse observada à luz dos novos tempos. Não apenas pensando na celebração de sua criação, mas, sobretudo, como uma oportunidade para refletir sobre suas práticas ao longo desses 80 anos, marcados por contradições e confluências institucionais, mas levando em consideração também as novas possibilidades e potências de discursos que podem emergir e se fortalecer nesse espaço”.

1º Seminário de Emergência Climática e Cidades, realizado no IABsp em 2023. Foto: acervo IABsp.

Localizado no coração de São Paulo, onde as ruas General Jardim e Bento Freitas se encontram, a sede do IABsp, tombado em três instâncias Conpresp, Condephaat e Iphan, é um dos edifícios mais emblemáticos da cidade. Fundado em 1943, o departamento de São Paulo do IAB (Instituto de Arquitetos do Brasil) oficializou esse endereço como sua morada em 1950, depois da construção de sede própria que representasse os valores da instituição. realizada a partir da reunião de projetos selecionados em um concurso público para a construção de sua sede.

Com estrutura de concreto armado, pilotis revestidos de pastilhas de vidro, fachadas horizontais envidraçadas e terraços que contavam com jardim, o edifício sintetiza com excelência a identidade moderna da arquitetura brasileira do período. A importância do IABsp transcende a qualidade da obra arquitetônica, estando profundamente ligada à memória, à democracia, ao planejamento urbano, às políticas públicas e à formação da profissão de arquitetura e urbanismo no contexto nacional e paulista.

Demais eventos comemorativos

A programação comemorativa culmina no lançamento do livro IABsp 80 Anos, marcando seu encerramento, que reúne uma série de documentos e textos e nos convida a refletir sobre o passado, o presente e futuro da instituição abordando os temas que fazem parte da agenda do instituto, convergindo para a Premiação IABsp 2024 e para o lançamento da divulgação da 14ª edição da Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, a ser realizada em 2025.

Serviço:

Instituto de Arquitetos do Brasil – São Paulo (IABsp)

Endereço: Rua Bento Freitas, 306 – Vila Buarque – 1º andar

Horário da exposição: Terça-feira a sexta-feira das 14h às 18h | Sábado 10h às 13h

Outubro

8/10 – Exibição do primeiro filme mais debate das 19h30 às 20h30

Mostra de Curtas-Metragens Espaços e Contextos no Audiovisual

Demais sessões: 15/10, 22/10, 29/10, 05/11, 12/11, 19/11, 26/11, 3/12 e 10/12

10/10 – Mesa de debate das 19h00 às 20h30

Edifício IABsp: desafios da conservação

17/10 – Mesa de debate das 19h00 às 20h30

Acervo IABsp.

Sobre o IABsp

O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) é uma entidade sem fins lucrativos que desde 1921 se dedica à cultura arquitetônica e urbanística. O Departamento de São Paulo (IABsp), fundado em 1943, é o organizador da Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo. Atua como instituição cultural organizando atividades como debates, cursos e premiações em sua sede, localizada na rua Bento Freitas, 306, no edifício tombado em três instâncias (Conpresp, Condephaat e Iphan). Historicamente uma voz de destaque no debate público sobre as questões contemporâneas da arquitetura e do urbanismo em São Paulo, o IABsp tem um reconhecido papel nos rumos tomados pela cidade, além de uma atuação representativa em órgãos públicos colegiados. Saiba mais.

(Fonte: Com Fabiola Pretel/Cobogó Relações Públicas)