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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Pinacoteca de São Paulo apresenta exposição em parceria com a Secretaria da Administração Penitenciária do Estado

São Paulo, por Kleber Patricio

Exposição Traços livres: serigrafando histórias reúne trabalhos de pessoas encarceradas, resultado de oficinas de serigrafia em unidade prisional masculina. Foto: Divulgação.

A Pinacoteca de São Paulo realiza a exposição ‘Traços livres: serigrafando histórias’, em parceria com a Fundação Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel’ (Funap), entidade vinculada à Secretaria da Administração Penitenciária do Estado de São Paulo. A proposta foi levar o trabalho e imagens artísticas do museu para dentro de algumas unidades prisionais do estado, além de fomentar a produção plástica de pessoas encarceradas e apresentar, dentro da Pinacoteca, essa produção promovendo um diálogo entre essas duas realidades e seus públicos.

Para isso, o educativo do museu realizou 15 oficinas de serigrafia em uma unidade prisional masculina de regime fechado entre os meses de abril e junho de 2024. Os encontros contaram com 18 participantes, autores dos trabalhos apresentados. Além da elaboração das serigrafias, os encontros contaram ainda com leituras de imagens de reprodução de obras de arte da coleção do museu como forma de refletir sobre a construção de imagens e suas intencionalidades.

A exposição acontece a partir do dia 25 de outubro, apresentando os resultados das oficinas, por meio de uma serigrafia selecionada de cada participante, algumas delas acompanhadas de depoimentos dos autores, e do processo de elaboração dos trabalhos. “Esperamos que a mostra sirva como um estímulo para pensar sobre as potencialidades do trabalho artístico e cultural dentro do sistema prisional, assim como visibilizar a expressão criativa de pessoas privadas de liberdade”, conta Gabriela Aidar, coordenadora do projeto.

Sobre a Pinacoteca de São Paulo | A Pinacoteca de São Paulo é um museu de artes visuais com ênfase na produção brasileira do século XIX até́ a contemporaneidade e em diálogo com as culturas do mundo. Museu de arte mais antigo da cidade, fundado em 1905 pelo Governo do Estado de São Paulo, vem realizando mostras de sua renomada coleção de arte brasileira e exposições temporárias de artistas nacionais e internacionais em seus três edifícios, a Pina Luz, a Pina Estação e a Pina Contemporânea. A Pinacoteca também elabora e apresenta projetos públicos multidisciplinares, além de abrigar um programa educativo abrangente e inclusivo.

Serviço:

Traços livres: serigrafando histórias

Período: 25/10 a 9/12/2024

Curadoria: Gabriela Aidar

Pinacoteca Luz (Lobby 1º piso)

De quarta a segunda, das 10h às 18h (entrada até 17h)

Gratuitos aos sábados – R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia-entrada), ingresso único com acesso aos três edifícios – válido somente para o dia marcado no ingresso; quintas-feiras com horário estendido B3 na Pina Luz, das 10h às 20h (gratuito a partir das 18h).

(Fonte: Com Mariana Martins/Pinacoteca de São Paulo)

Instituto Tomie Ohtake apresenta primeira retrospectiva de Carlito Carvalhosa em São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Carlito Carvalhosa – Sem-titulo (P0390_ 1990) – óleo, cera, pigmento e carvão sobre tela – 200 x 150 x 2cm. Foto: Divulgação.

O Instituto Tomie Ohtake apresenta a exposição ‘Carlito Carvalhosa – A metade do dobro’, a primeira retrospectiva de fôlego sobre a produção artística de Carlito Carvalhosa (1961–2021). Com cerca de 150 obras que datam de 1984 a 2021, a mostra perpassa quase quarenta anos de carreira, reunindo muitos exemplos da constante experimentação do artista com diferentes materialidades e navegando entre os limites da pintura, escultura e instalação. A mostra foi inaugurada no dia 24 de outubro concomitantemente à exposição ‘Mira Schendel – esperar que a letra se forme’.

Com curadoria conjunta de Ana Roman, Lúcia Stumpf, Luis Pérez-Oramas e Paulo Miyada, a exposição é dividida em sete núcleos, ocupando três salas do Instituto. Sem seguir uma ordem cronológica, a mostra é permeada por rebatimentos entre permanências e tensões ou, como afirma Ana Roman, “essa oscilação entre a presença e a ausência no espaço, entre o visível e o oculto, é um tema central que atravessa as várias fases da produção de Carvalhosa”. Esta exposição conta com o patrocínio da Livelo e do Grupo CCR, por meio do Instituto CCR, na Cota Apresenta e do BMA Advogados na Cota Prata, através do Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo à Cultura, Programa Nacional de Apoio à Cultura e Governo Federal – Brasil, União e Reconstrução.

O primeiro núcleo expositivo, o único cronológico, traz pinturas do início da carreira na Casa 7, ateliê que reunia, além de Carvalhosa, Fábio Miguez, Paulo Monteiro, Rodrigo Andrade e posteriormente Nuno Ramos, jovens artistas unidos por laços de amizade e por propósitos estéticos comuns. Estão lá, por exemplo, duas obras do artista de 1985 que compuseram A Grande Tela na 18° Bienal de São Paulo. Paulo Miyada nos conta que as pinturas de Carvalhosa “são maiores que seu corpo, transbordam massa de tinta manuseada com vigor e trazem alusões tanto a figuras mundanas quanto a estilemas da história da arte recente. Desse encontro iniciático com a ideia da pintura, Carlito sai com um impulso que nunca mais abandonaria: o interesse pelo que existe de tátil na produção de imagens, pelo háptico subjacente ao ótico”.

Carlito Carvalhosa, Sem título (P28_92), 1992, Cera sobre tela sobre madeira, 50 x 40 cm. Foto: Flavio Freire.

A seção seguinte tem como destaque uma parede de encáusticas produzidas entre 1988 e 1991. São obras que, segundo Lúcia Stumpf, “a partir da mistura de cera e terebentina, com pouco pigmento, resultam em pinturas ricas em camadas matéricas e texturas, privilegiando a cor e a transparência da cera. Já as obras em cera policromáticas são compostas pela sobreposição de camadas, em um procedimento que remete à colagem”. E estão posicionadas em diálogo frontal com os espelhos graxos, feitos a partir de 2003. O fascínio pelo espelho perdurou por anos e, com ele, o artista produziu dezenas de peças com as mais variadas cores, processos, formatos e técnicas.

O núcleo seguinte traz um conjunto expressivo dos dedinhos, trabalhos muito característicos de sua produção, feitos em cera, com 30×30, e que formam uma espécie de mosaico. O mesmo espaço abriga as ceras perdidas, primeiro conjunto escultórico de Carvalhosa, produzido em 1995. Originalmente altas, as peças foram moldadas por abraços do artista no bloco de cera maleável, trazendo sua estrutura corporal para a obra. Com os anos, elas murcharam e perderam altura, ganhando outra expressão plástica, bastante diferente da original.

O visitante ingressa na sala seguinte pela instalação Qualquer direção, de 2011, uma das primeiras que o artista faz com lâmpadas fluorescentes. Mais uma vez a obra está em diálogo, agora com as pinturas feitas em chapas de alumínio. O núcleo seguinte traz alumínios brancos em diálogo com esculturas de porcelana. Para Stumpf, “as monotipias e pinturas em gesso rebatem os contornos orgânicos das esculturas, que por sua vez ofuscam o olhar do espectador com sua superfície reflexiva”, completa a curadora. Estão nesse núcleo ainda alguns toquinhos, obras que rememoram as grandes instalações de postes.

Carlito Carvalhosa, Sem título (E17_96), 2011, cerâmica faiança, 30 x 33 x 59 cm. Foto: Flavio Freire.

O último núcleo traz os trabalhos do fim da carreira. São obras feitas em cera que dialogam com os dedinhos. Agora menos orgânicas, essas pinturas, que marcam o retorno à cera, foram realizadas a partir de 2017 com o uso de moldes, seguindo esquemas geométricos e usando cores vibrantes. Luis Pérez-Oramas conclui que “Se há uma coisa que me parece caracterizar a obra de Carlito Carvalhosa, em todas as suas fases e em suas realizações mais emblemáticas, é o exercício permanente de chegar não ao fim, mas ao começo, não ao ato final, mas à potência, não à forma clara e definida, mas ao seu estágio larval, impuro, onde residem todas as suas possibilidades”.

Audiocatálogo

Um audiocatálogo produzido em parceria com a Supersônica – plataforma concebida e criada junto a Maria Carvalhosa, filha do artista, acompanha a exposição. Nele, o ouvinte é guiado por reflexões de colaboradores, curadores, artistas e amigos de Carvalhosa sobre suas encáusticas, espelhos e esculturas, entremeados por trechos de entrevistas do artista e sonorizações de suas obras. A trilha sonora, parte fundamental desse livro, evoca a atmosfera de suas instalações.

Paralelamente à mostra de Carvalhosa, o Instituto Tomie Ohtake inaugura Mira Schendel – esperar que a letra se forme, exposição retrospectiva, com curadoria de Galciani Neves e Paulo Miyada, que explora a presença dos signos da linguagem na obra desta artista fundamental para a arte contemporânea brasileira.

Programa Público

A estas exposições soma-se um programa público de encontros, oficinas e vivências, com programação atualizada pelo site e redes sociais do Instituto ao longo do período expositivo. Na abertura, dia 25 de outubro, realiza-se programação concebida para professores das redes pública e privada e também para profissionais das artes, com a participação dos curadores da exposição e os educadores da instituição. No dia 26 de outubro, o público é convidado a assistir performance do duo Teia, parceria musical entre Inês Terra (voz) e Júlia Telles (teremin). O duo pesquisa a relação entre os primeiros dispositivos eletrônicos e vozes em processos improvisados e composicionais. Teia transita entre sons harmônicos e ruidosos, explorando as possibilidades do corpo por meio de intervenções, partituras gráficas e gravações de campo. No dia 1º de novembro, o público em geral é convidado a participar da mesa de debate Os ecos da palavra, com a presença das artistas Lívia Aquino, Lenora de Barros e da pesquisadora Maria Carvalhosa. No dia 2 de novembro serão três oficinas de diferentes gêneros de texto: Menus inventados, com a participação da jornalista e crítica gastronômica Luiza Fecarotta; Dedicatória de livro – Livros que me fazem lembrar você, com a participação da pesquisadora Rosa Couto e Técnicas de Comicidade e nossa responsabilidade com as Palavras, orientada pela atriz e comediante Karina Sbruzzy. Haverá também, no dia 21 de novembro, a oficina de audiodescrição Da palavra à imagem, com a artista DEF Isadora Ifanger e, no dia 14 de janeiro, a oficina de zines O diário de Mira Schendel, conduzida pelo artista e educador Léo Daruma. A participação nos eventos se dá mediante inscrição prévia via o site do Instituto e sujeito a lotação.

Carlito Carvalhosa – A metade do dobro

Curadoria: Ana Roman, Lúcia Stumpf, Luis Pérez-Oramas e Paulo Miyada

Em cartaz de 25 de outubro de 2024 a 2 de fevereiro de 2025

De terça a domingo, das 11h às 19h – entrada franca

Instituto Tomie Ohtake

Av. Faria Lima 201 (Entrada pela Rua Coropé, 88) – Pinheiros, SP

Metrô mais próximo: Estação Faria Lima/Linha 4 – amarela

Fone: (11) 2245-1900

Site: institutotomieohtake.org.br

Facebook: facebook.com/inst.tomie.ohtake

Instagram: @institutotomieohtake

Youtube: www.youtube.com/@tomieohtake.

(Fonte: Com Martim Pelisson/Instituto Tomie Ohtake)

Relatório de especialistas da Força-Tarefa do Clima do G20 pede ação urgente para conciliar crescimento econômico com metas climáticas

Washington, DC, por Kleber Patricio

Segundo o relatório, bancos nacionais e multilaterais de desenvolvimento devem alavancar o financiamento verde. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil.

Todos os países do G20 devem tomar medidas urgentes para adotar novos caminhos de desenvolvimento que conciliem o crescimento econômico com a meta de limitar o aquecimento global a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. E isso tem de ser feito por meio de estratégias industriais verdes ambiciosas, de novas abordagens para governança global que priorizem a equidade e de políticas financeiras verdes orientadas em torno das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs; são os documentos que oficializam a contribuição de cada país para o sucesso do Acordo de Paris).

As informações estão no relatório do Grupo de Especialistas da Força-Tarefa do Clima (TF Clima), encomendado pela Presidência Brasileira do G20. O grupo é cocoordenado pela italiana Mariana Mazzucato, professora de Economia da Inovação e Valor Público na University College London (UCL) e diretora fundadora do Instituto de Inovação e Propósito Público da UCL, e pela camaronesa Vera Songwe, fundadora e presidente do Conselho do Mecanismo de Liquidez e Sustentabilidade e membro sênior não residente da Brookings Institution (EUA).

O documento, intitulado ‘A Green and Just Planet: The 1,5°C Agenda for Governing Global Industrial and Financial Policies in the G20’, será lançado nesta quarta (23), em Washington DC (EUA). O relatório foi elaborado por doze especialistas renomados convidados pelo Governo Brasileiro, que se reuniram ao longo de 2024 para desenvolver recomendações sobre o alinhamento das políticas econômicas e financeiras com a ação climática. “O objetivo de limitar o aquecimento global a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais exige uma ação urgente por parte do G20″, diz a economista italiana Mariana Mazzucato. “Os países do G20 devem avançar com estratégias industriais verdes ambiciosas alinhadas com os suas NDC (contribuições nacionalmente determinadas) e trabalhar para redirecionar o financiamento – incluindo os imensos recursos em bancos de desenvolvimento multilaterais e nacionais – para garantir que todos os países tenham espaço fiscal para agir.”

De acordo com o relatório, a estratégia industrial verde alinhada com as metas das NDC que oficializam a contribuição de cada país para o sucesso do Acordo de Paris deve ser o eixo central dos planos de transição dos países, servindo para coordenar a ação climática intersetorial e de todo o governo e dando aos estados a capacidade de absorver e implantar o financiamento verde de uma forma coerente e estratégica. “Os investimentos alinhados ao clima proporcionarão a história de crescimento e prosperidade do século 21”, enfatiza Vera Songwe. “O financiamento destes investimentos exigirá capital público e privado de longo prazo e de baixo custo, bem como estruturas de financiamento inovadoras para responder às necessidades dos países e as demandas do setor privado. Está dentro da competência do G20 implementar políticas, inclusive através de regulamentações prudenciais que proporcionem o financiamento necessário para atingir este objetivo”, afirma. “Nosso planeta está sob ataque. O G20 pode implementar políticas e fornecer financiamento que reverta esta tendência.”

O relatório defende que o G20 deve reforçar os apelos existentes para uma arquitetura financeira global equitativa que apoie a capacidade dos países de criar espaço fiscal e angariar capital para investimentos verdes. O relatório independente do Grupo de Especialistas do TF-CLIMA será lançado em 23 de outubro, antes da próxima Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Baku, Azerbaijão (COP29) e da Cúpula dos Líderes do G20 no Rio de Janeiro — ambas em novembro.

(Fonte: Agência Bori)

Confira sete castelos imperdíveis para visitar no Alentejo

Portugal, por Kleber Patricio

O Alentejo, a maior e mais autêntica região de Portugal, é um destino fascinante conhecido por suas paisagens deslumbrantes, rica história e cultura vibrante. Um dos pontos turísticos mais famosos da região são os castelos. No local, existem cerca de 30 castelos, muitos dos quais estão bem preservados e são abertos ao público. Esses castelos variam em tamanho e estilo arquitetônico, refletindo diferentes períodos históricos, desde a época romana até o período medieval. Conheça abaixo os principais castelos do destino.

Castelo de Portel

Foto: Turismo do Alentejo.

Localizado na Vila de Portel, no Alentejo, este castelo é uma impressionante estrutura histórica que remonta ao período medieval. Construído no século 13, o castelo desempenhou um papel importante na defesa da região e na luta contra a invasão muçulmana. A arquitetura do castelo é caracterizada por suas robustas muralhas e torres, que oferecem uma vista panorâmica deslumbrante da paisagem ao redor dele.

Castelo de Monsaraz

Foto: Turismo do Alentejo.

Situado em uma colina, este castelo medieval oferece uma vista panorâmica sobre o Alqueva, o maior lago artificial da Europa. É conhecido pela sua história e pelo bem preservado ambiente medieval da vila. O castelo é cercado por imponentes muralhas de pedra, que ainda estão em excelente estado de preservação.

Castelo de Beja

Foto: Turismo do Alentejo.

O destaque deste castelo, que tem raízes que remontam ao período islâmico, é a sua imponente torre de menagem que conta com 40 metros de altura. Além disso, os viajantes podem subir seus 200 degraus para conferir uma vista de tirar o fôlego. A torre é composta por três salas, que contam com elementos de inspiração muçulmana, romana medieval e manuelina.

Castelo de Estremoz

Foto: Turismo do Alentejo.

Atualmente, neste castelo funciona uma pousada. Mas ainda é possível conhecê-lo. Seu destaque é a espetacular Torre das Três Coroas, com 27 metros de altura e feita de mármore branco. Ao lado do castelo fica uma estátua em homenagem à Rainha Santa Isabel, conhecida pelo milagre de transformar moedas em rosas no século 14.

Castelo de Marvão

Foto: Turismo do Alentejo.

É um dos castelos mais bonitos de Portugal, localizado em uma posição elevada, e oferece vistas deslumbrantes sobre a paisagem alentejana, rodeado por muralhas bem preservadas. O Castelo de Marvão fica no ponto mais alto da Serra de São Mamede, a 843 metros de altitude, e do topo de sua torre, em um dia claro, é possível ver até mesmo a Espanha.

Castelo de Elvas

Foto: Turismo do Alentejo.

O Castelo de Elvas, reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco, faz parte do rico conjunto de construções históricas da cidade. Elvas foi estrategicamente desenvolvida como uma fortaleza devido à sua proximidade com a fronteira espanhola. Além do castelo, os visitantes podem explorar diversos fortes da cidade. Com suas robustas muralhas, bastiões e torres, o castelo se destacou como uma das fortificações mais impenetráveis da região. O sistema defensivo de Elvas é considerado a maior fortaleza abaluartada do mundo.

Castelo de Arraiolos

Foto: Victor Carvalho.

Este castelo de arquitetura circular é uma encantadora fortificação famosa por suas tradições de tapeçaria. Visitar o Castelo de Arraiolos é uma oportunidade de conhecer a rica história do Alentejo e apreciar a cultura local, especialmente os famosos tapetes. Situado no topo do Monte de São Pedro, é rodeado por uma muralha em forma de elipse de onde é possível apreciar uma bela visão panorâmica dos campos alentejanos.

Sobre o Alentejo | Considerado o destino mais genuíno de Portugal, o Alentejo é a maior região do país. Privilegiando um lifestyle tranquilo em que a experiência de viver bem dá o tom, conta com belas praias intocadas e cidades repletas de atrações ímpares, como castelos e monumentos históricos. Detentor de quatro títulos da Unesco e diversos outros prêmios e reconhecimentos internacionais no setor do turismo, o Alentejo oferece opções para todos os tipos de viajantes, sejam famílias, casais em lua de mel ou aventureiros. A promoção turística internacional do Alentejo é cofinanciada pelo Alentejo 2020, Portugal 2020 e pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER). Para mais informações, visite www.turismodoalentejo.com.br. 

(Fonte: Com Yasmim Dicastro/AFT Comunicação Digital)