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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Sexto volume da aclamada série Ciclo de Avalon apresenta rainha guerreira celta contra o domínio de Roma

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro.

Obra de maior sucesso da autora americana Marion Zimmer Bradley, ‘As brumas de Avalon’ ganha um novo capítulo com o lançamento do livro ‘Corvos de Avalon’, que chega pela Planeta Minotauro. Sexto volume da série Ciclo de Avalon, focada na lendária Ilha Sagrada e nas personagens femininas que moldam a história do lugar e da Grã-Bretanha, a obra expande o universo da saga e explora a lenda de uma rainha guerreira que está disposta a tudo para resistir ao domínio romano.

A paz entre os romanos e a tribo Iceni, comandada pelo rei Prasutagos, já era tênue e, com a morte do monarca, foi rompida de vez. Sem a figura de autoridade, os homens de Roma se recusam a reconhecer Boudica, a esposa do antigo líder, como sua rainha. Eles espancam e estupram suas filhas, mas a mulher jura vingança. Determinada a se vingar e impedir que os soldados estrangeiros dominem seu povo, Boudica levanta um exército com o poder mágico da Deusa, invocada em seu temível aspecto de guerreira, e decide contra-atacar os invasores.

A lendária rainha celta é mais uma das incríveis personagens que misturam fantasia e realidade para redescobrir a mitologia britânica com destaque em suas figuras femininas. Por meio dela, se desenrola nesse sexto volume uma história cheia de simbolismo, luta e resistência, tanto das mulheres quanto de um povo que não se deixam ser dominados.

Escrito em parceria com Diana L. Paxson, Corvos de Avalon mergulha no passado da misteriosa ilha e traz um relato rico em detalhes históricos e mágicos da formação do lugar. Repleto de mitologia e fantasia, a obra transporta leitores e leitoras para um mundo fascinante de mitos, lendas e mistérios, convidando aqueles que se aventuram por estas páginas a desbravarem o universo místico e lendário de Avalon.

Ficha técnica:

Título: Corvos de Avalon

Autoras: Marion Zimmer Bradley e Diana L. Paxson

Tradução: Marina Della Valle

ISBN: 978-85-422-2463-4

368 páginas

R$109,90

Planeta Minotauro | Editora Planeta.

Sobre a autora | Marion Zimmer Bradley nasceu no estado de Nova York, Estados Unidos, em 1930. Começou sua destacada carreira como autora em 1961, com seu primeiro romance, A porta através do espaço. No ano seguinte, escreveu o primeiro livro da popular série Darkover, Sword of Aldones [Espada de Aldones], logo indicado ao Hugo Award. Seu romance A torre proibida também foi indicado ao Hugo e, A herança de Hastur, ao Nebula Award. As brumas de Avalon, primeiro livro do aclamado Ciclo de Avalon, foi a obra de maior sucesso da carreira de Bradley. Recebeu o Locus Award em 1984 na categoria Melhor Romance de Fantasia e está entre os mais vendidos da revista Locus há anos. Bradley morreu em 1999.

Sobre a editora | Fundado há 70 anos em Barcelona, o Grupo Planeta é um dos maiores conglomerados editoriais do mundo, além de uma das maiores corporações de comunicação e educação do cenário global. A Editora Planeta, criada em 2003, é o braço brasileiro do Grupo Planeta. Com mais de 1.500 livros publicados, a Planeta Brasil conta com nove selos editoriais, que abrangem o melhor dos gêneros de ficção e não ficção: Planeta, Crítica, Tusquets, Paidós, Planeta Minotauro, Planeta Estratégia, Outro Planeta, Academia e Essência.

(Fonte: Editora Planeta)

Piracicaba recebe apresentação do espetáculo ‘Vozes da Transformação’

Piracicaba, por Kleber Patricio

O Coral Jovem Heliópolis. Foto: Divulgação.

O Instituto Baccarelli, organização sem fins lucrativos que promove transformação e inclusão social por meio da educação, anuncia uma apresentação única do espetáculo ‘Vozes da Transformação’ em Piracicaba (SP), no próximo dia 14 de dezembro, às 20h. Com entrada franca no Teatro Erotides de Campos (Teatro do Engenho), o público poderá embarcar em uma jornada sonora e visual do Coral Jovem Heliópolis, que interpretará um repertório rico e diversificado de composições brasileiras.

Sob a regência do maestro Otávio Piola e acompanhamento de piano, baixo e bateria, o grupo vocal é composto por 46 cantores, entre jovens e crianças, que exploram a profundidade e a emoção de cada canção, criando uma fusão de música, coreografias e encenações com performances que dão vida às histórias contadas pelas letras. O resultado é uma experiência imersiva que transcende o ato de ouvir ao convidar o público a sentir, refletir e se conectar de maneira profunda com cada apresentação.

O Instituto Baccarelli, responsável pelo Coral Jovem Heliópolis, ganhou notoriedade ao formar a primeira orquestra sinfônica do mundo em uma favela – a reconhecida Orquestra Sinfônica Heliópolis, dirigida e regida pelo maestro Isaac Karabtchevsky. Nessa nova iniciativa, a organização reúne o grupo vocal mais avançado das turmas de coro do Instituto, composto por crianças e jovens da comunidade de Heliópolis – localizada em São Paulo (SP) – que se destacam pelo seu talento artístico, além da capacidade de explorar o aspecto cênico das canções. “O repertório foi cuidadosamente selecionado pelo grupo vocal e reflete a realidade vivida na favela de Heliópolis. Isso confere ao espetáculo uma autenticidade e conexão única com a comunidade. É no palco que eles podem mostrar o resultado de todo seu trabalho e dedicação, e tenho certeza de que o público vai ficar impressionado com o talento dos nossos jovens”, destaca Edilson Ventureli, diretor executivo do Instituto Baccarelli. Segundo ele, a iniciativa é uma grande oportunidade de desenvolvimento não apenas artístico, mas também pessoal dos alunos e alunas.

Com duração de 60 minutos, o projeto Vozes da Transformação tem patrocínio da Caterpillar e foi viabilizado por meio da Lei Rouanet, além de contar com o apoio da Secretaria Municipal de Ação Cultural de Piracicaba. O espetáculo acontece no Teatro Erotides de Campos (Teatro do Engenho), em Piracicaba, no dia 14 de dezembro, às 20h. Para mais informações sobre as iniciativas do Instituto Baccarelli, acesse www.institutobaccarelli.org.br.

Serviço:

Vozes da Transformação em Piracicaba

Local: Teatro Erotides de Campos

Data: 14/12/2024

Horário: 20h

Endereço: Av. Maurice Allain, 454, Engenho Central – Piracicaba/ SP

Duração: 60 minutos

Entrada: Gratuita

Realização: Investe Cultura e Beato Live Marketing

Mais informações: https://vozesdatransformacao.com.br/.

Sobre o Instituto Baccarelli

O Instituto Baccarelli foi criado em 1996, após um gesto solidário do maestro Silvio Baccarelli (1931–2019), que decidiu fazer algo pelas famílias desamparadas após um incêndio na favela de Heliópolis. A missão de transformação e inclusão social por meio da educação começou com o ensino de música para 36 crianças. Hoje, o Instituto Baccarelli é uma das organizações sociais mais respeitadas do país e é responsável por 13 polos educativos da cidade de São Paulo – a escola de música em Heliópolis e as 12 unidades dos CEUs, os Centros Educacionais Unificados, que administra em gestão compartilhada com a Secretaria Municipal de Educação (SME) da cidade de São Paulo. Sua sede em Heliópolis é um prédio moderno e com alto padrão de excelência para o ensino da música e da dança. Além de atender 1.400 alunos anualmente, o Núcleo Heliópolis mantém 4 grupos artísticos – entre eles, a Orquestra Sinfônica Heliópolis, primeira orquestra nascida em uma favela. Com direção artística de Isaac Karabtchevsky, decano da regência nacional, o trabalho de impacto social promovido em Heliópolis é um grande exemplo de sucesso em nosso país. Além das aulas, o núcleo conta com uma frente de Serviço Social para alunos e suas famílias, o Restaurante Baccarelli, no combate à insegurança alimentar, e irá inaugurar o Teatro Baccarelli, a primeira sala de concertos em um território de favela. Toda essa experiência acumulada em quase 3 décadas preparou o Instituto Baccarelli para desafios maiores. Em 2022, por meio de termo de parceria assinado com a SME, assumiu a gestão de 12 CEUs da cidade de São Paulo. Dessa forma, amplia sua atuação oferecendo a educação em suas mais diferentes formas, incluindo esporte, cultura e lazer, para mais 12 territórios da cidade. Seguindo as diretrizes estabelecidas pela SME, o Instituto Baccarelli tem como marca de sua gestão a transparência e o diálogo constante com população, poder público e instituições parcerias, sempre em prol do desenvolvimento da educação na cidade de São Paulo. Para mais informações, acesse institutobaccarelli.org.br.

Sobre o Canto Coral do Instituto Baccarelli

O Coral Jovem Heliópolis é o grupo de coros mais avançado do Instituto Baccarelli. Formado por 46 cantores, tem como regente titular o maestro Otávio Pioli. Dentro de seu plano artístico pedagógico, o Coral Jovem Heliópolis trabalha repertórios mais complexos e diversificados, incluindo composições brasileiras e obras internacionais da música popular e erudita. O Coral Jovem Heliópolis já realizou apresentações em diversos espaços culturais de São Paulo, como Sala São Paulo, Teatro Alfa, Theatro Municipal de São Paulo, MASP Auditório, Estádio do Morumbi, Mosteiro de São Bento, Páteo do Colégio e Catedral da Sé. Participou de eventos notáveis como W Festival, lançamento de Natal da Coca-Cola, tendo performado ao lado de cantores como Preta Gil e Samuel Rosa. O grupo faz parte do Coral Heliópolis, turma de coros do Instituto Baccarelli que está sob a coordenação pedagógica de Silmara Drezza e tem como objetivo a formação centrada no desenvolvimento de valores para a vida em sociedade por meio do aprendizado da música de forma prazerosa.

(Com Rodolfo Milone/ATDC Group)

Liniker vence quatro categorias no Prêmio Multishow 2024

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Beatriz Damy.

O sucesso de CAJU é incontestável. Apenas três meses depois de seu lançamento, o álbum acumula mais de 160 milhões de plays nas plataformas de áudio e a turnê segue com diversas datas esgotadas em poucas horas. Agora, Liniker acaba de ganhar mais um reconhecimento: CAJU conquistou quatro troféus no Prêmio Multishow 2024. A cantora e compositora araraquarense venceu as categorias Álbum do Ano, Capa do Ano, Artista do Ano e MPB do Ano, por CAJU. Nesta última categoria, das seis canções indicadas, três são de Liniker, que também concorreu com TUDO e VELUDO MARROM.

“Eu agradeço imensamente pela possibilidade de ser ouvida na realidade de um país que silencia e amordaça de forma transparente tantas pessoas, sentimentos, realidades, como a que molda quem eu sou. E que sempre só pensou em sonhar e poder se nutrir do próprio sonho, mesmo sendo o Brasil essa imensidão potente e exclusiva que somos”, discursou Liniker ao ser consagrada como Artista do Ano.

Foto: Leo Rosario.

O evento, que teve Liniker como o nome que mais recebeu indicações em uma mesma edição, 11 no total, aconteceu no dia 3 de dezembro, no Riocentro, no Rio de Janeiro e foi transmitido ao vivo pela TV Globo e pelo Multishow. Liniker cantou um medley de CAJU e VELUDO MARROM e foi aplaudida de pé por todos presentes.

CAJU, o segundo disco solo de Liniker, tem ganhado notoriedade nas premiações. O Prêmio Potências 2024 consagrou a faixa-título como a Música do Ano, em novembro. E a artista ainda foi reconhecida pelo Women’s Music Events Awards by Billboard 2024, concorrendo em três categorias: Álbum, Música Mainstream e Cantora. A premiação acontece no dia 17 de dezembro, em São Paulo. Ouça CAJU aqui 

(Com Carol Pascoal/Tróvoa Comunicação)

Brasil Jazz Sinfônica se apresenta com Zeca Baleiro e Edson Cordeiro no Memorial da América Latina

São Paulo, por Kleber Patricio

A Orquestra Brasil Jazz Sinfônica se une a Zeca Baleiro e Edson Cordeiro, no dia 15 de dezembro, para um concerto emocionante e repleto de sucessos. Com regência de Gustavo Petri, a apresentação será no Memorial da América Latina, Auditório Simón Bolívar, em São Paulo, a partir das 20h. Os ingressos estão à venda na plataforma INTI.

No repertório estão as canções Gonzagueana, Fantasia sobre Temas, de Luiz Gonzaga (arranjo de Cyro Pereira); Um Pequenino Grão de Areia, de Marino Pinto e Paulo Soledade (arranjo de Luis Gustavo Petri); Saudades da Minha Terra, de Belmonte e Goiá (arranjo de Luis Gustavo Petri); Pop Popular & Cantilena [Bachianas Brasileiras Nº 5], de Eduardo Dusek e Heitor Villa-Lobos (arranjo de Paulo Malheiros); Mon Dieu!, de Charles Dumont e Michel Vaucarie (arranjo de Rodrigo Morte); Bandeira, de Zeca Baleiro (arranjo de Marcelo Ghelfi); Babylon, de Zeca Baleiro (arranjo de Douglas Fonseca); Telegrama, de Zeca Baleiro (arranjo de Fábio Prado); Disritmia, de Martinho da Vila (arranjo de Rodrigo Morte); Baioque, de Chico Buarque (arranjo de Tiago Costa); Canto em Nós, de Zeca Baleiro e Zé Renato (arranjo de Rafael Piccolotto); Heavy Metal do Senhor, de Zeca Baleiro (Arranjo de Douglas Fonseca) e Mambo Só, de Zeca Baleiro (arranjo de Ruriá Duprat).

Serviço:

Brasil Jazz sinfônica com Zeca Baleiro e Edson Cordeiro

Data: 15 de dezembro de 2024 | Horário: 20h

Local: Memorial da América Latina – Auditório Simón Bolívar

Endereço: Avenida Mário de Andrade, 664, Barra Funda – São Paulo, SP

Classificação: Livre

Duração: 70 minutos

Regência: Gustavo Petri

Curadoria: Barravento Artes
Ingressos: R$190,00 (inteira) e R$95,00 (meia)

Link de venda de ingressos: clique aqui.

(Com Gelse Montesso/TV Cultura)

Duas novas espécies de peixe são encontradas nas cabeceiras do rio Sapucaí, na bacia do alto Paraná

Brasil, por Kleber Patricio

Neoplecostomus altimontanus foi uma das espécies descobertas pelos pesquisadores na Serra da Mantiqueira. Fotos: Pedro Uzeda/Acervo pesquisadores.

Duas novas espécies de Neoplecostomus foram descritas nas cabeceiras do rio Sapucaí, afluente do rio Grande, que faz parte da bacia do alto Paraná. Ambas as novas espécies são endêmicas da Serra da Mantiqueira, Sudeste do Brasil. Com a descoberta, a bacia do alto Paraná abriga 12 das 20 espécies conhecidas de Neoplecostomus. O relato está descrito em artigo publicado na sexta-feira (6) na revista ‘Neotropical Ichthyology’ de autoria de alunos de doutorado da Universidade Federal de Lavras (UFLA) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Amostragens em riachos de cabeceira têm sido promissoras na descoberta de espécies não descritas de loricarídeos (peixes de água doce) de pequeno porte. “Os cascudinhos do gênero Neoplecostomus costumam ter uma distribuição geográfica bastante restrita. Então, quando encontramos esses exemplares em uma região desconhecida para o gênero pensamos mesmo que poderia representar uma espécie nova. Porém, quando analisamos exemplares de diferentes porções da bacia do rio Grande, percebemos que, na verdade, se tratavam de duas novas espécies, mesmo em áreas relativamente próximas”, comemora o biólogo Pedro Uzeda, doutorando em Ecologia Aplicada na UFLA.

As novas espécies podem ser diferenciadas das demais conhecidas por terem duas características curiosas. Os ‘cascudos’ recebem esse nome por terem o corpo revestido por placas ósseas em vez de escamas. Porém, essas duas novas espécies apresentam uma redução de algumas dessas placas, fazendo com que as laterais do corpo fiquem quase lisas. “Outra característica curiosa é que elas possuem dimorfismo sexual dentário: enquanto os machos têm cerca de 30 a 40 dentes grandes e grossos na mandíbula, as fêmeas têm cerca de 80 dentes, porém bem menores, mais finos e mais delicados. Essas são as principais características que diferenciam as duas novas espécies, mas outros detalhes, como padrão de coloração e medidas corporais, também são úteis para diferenciá-las”, explica Uzeda.

Neoplecostomus sapucai.

As duas novas espécies de peixes Neoplecostomus são como primos próximos, mas com diferenças marcantes. O Neoplecostomus altimontanus é mais discreto, com manchas escuras bem definidas espalhadas pelo corpo e uma nadadeira adiposa maior, que ajuda a se destacar em riachos de montanha sombreados. Já o Neoplecostomus sapucai é mais colorido, exibindo barras claras no corpo e uma nadadeira adiposa menor ou até ausente, adaptando-se bem a riachos ensolarados e menos densamente vegetados. Essas distinções não são apenas visuais: refletem a forma como cada espécie se ajustou ao ambiente único onde vive, na altitude da Serra da Mantiqueira.

Os peixes se alimentam principalmente de algas e matérias orgânicas acumuladas em pedras e outras superfícies do leito do rio. Esse hábito ajuda a controlar o crescimento excessivo de algas, evitando um desequilíbrio que poderia prejudicar a qualidade da água e a vida de outros animais aquáticos.

Pelo fato de essas espécies viverem em altitudes maiores do que as conhecidas para o gênero até então, normalmente entre 1.000 m a 1.500 m, elas costumam ser mais sensíveis a mudanças ambientais, sendo muito importante o seu monitoramento, tendo em vista o cenário de mudanças climáticas. “O mais importante agora é realizar monitoramentos regulares e levantamentos de biodiversidade nas regiões de ocorrência dessas espécies para entender como as mudanças ambientais, causadas por ações humanas, podem estar afetando essas espécies e os seus ambientes de forma geral”, enfatiza Uzeda.

Esse trabalho foi fruto do financiamento provido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

(Fonte: Agência Bori)