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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Em diálogo com José Saramago, Jota Mombaça e Paul B. Preciado, Coletiva Profanas faz novas apresentações da peça ‘E Se Sempre Fosse Dia?’

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Clara Silva.

Imagine viver no apocalipse enxergando apenas claridade. Partindo dessa premissa, a Coletiva Profanas, em parceria com a Cia Celeuma Coletiva, criou o espetáculo distópico e performativo E se Sempre Fosse Dia?, que faz uma apresentação única no Centro Cultural Olido (Avenida São João, 473 – Centro, São Paulo ) no dia 4 de dezembro de 2024, quarta, às 19h30.

Inspirada pela literatura de José Saramago, Jota Mombaça e Paul B. Preciado, a dramaturga e diretora Morgana Olívia Manfrim escreveu uma metáfora da branquitude no Brasil. Na trama, durante um casamento em uma cidade do interior, o público entra em contato com alguns personagens alegóricos que precisam lidar com uma ‘cegueira branca’ que vêm contaminando os moradores locais.

Durante a narrativa, construída de maneira cronológica, bispos, peões, fazendeiros, políticos e uma noiva apresentam a visão e as atitudes extremas das diversas classes reagindo ao apocalipse branco. Inclusive, há a presença de narradoras para conduzir a história – e essas personagens são a Visão e a Cegueira. “Queremos provocar uma reflexão profunda sobre as perspectivas embranquecidas em nossa nação. O espetáculo traz a discussão do que é ser branco como um ato de nomear o que se diz ser a norma. Nomear a norma, é isso que queremos. A branquitude cisgênera é uma identidade e não o natural. Falar de afetos e formas de relação é um ato político”, conta Morgana. Por isso, a única personagem que enxerga é uma atriz negra.

Sobre a encenação
Há sete anos, a Coletiva Profanas trabalha apenas com atores e atrizes transgênero nas suas produções. No entanto, em E se Sempre Fosse Dia?, o grupo fez uma parceria com a Celeuma Coletiva, de maneira que há pessoas transgêneras e cisgêneras no elenco, bem como uma atriz com síndrome de Down.

Em cena estão Bruna Ribeiro, Débora Lima, Esther Queiroz, Fortes Silva, Iolanda Souza, Isabela Suckow, Joana Mocarzel, Luna Gandra, Pedro Pechefist, Rodrigo Medinilla, Suya, Thiago Ribeiro, Valquíria Pimentel e Willian Lansten.

A trilha sonora, composta por Bruna Ribeiro e Lari Finocchiaro, evoca a atmosfera de uma fazenda. Por isso, as canções exploram as sonoridades do violão e das violas. Há também uma canção de Iara Ferreira e outra de Joana Mocarzel.

Para o cenário, Max Ruan deu bastante ênfase à claridade, e, por esse motivo, há muitos elementos brancos – incluindo o linóleo. O figurino de Suya Tatsuya Ito também segue essa linha, mas, aos poucos, tudo se torna manchado de sangue. Já a luz de Sun Conquista mantém essa ideia. “Há até um momento em que distribuímos óculos escuros para a plateia, porque a iluminação fica bem intensa”, comenta a diretora e dramaturga.

Entre os dias 8 e 30 de junho deste ano, E se Sempre Fosse Dia? fez 16 apresentações na SP Escola de Teatro. Para essas novas sessões, o espetáculo passou por algumas transformações, como o elenco e a duração, que diminuíram.

Sinopse E se sempre fosse dia? | Nunca escurece, sempre claro, sempre branco. A obra apresenta um fim do mundo pelo intenso e quente sol como uma metáfora da branquitude no Brasil. Um casamento acontece numa cidade do interior, alguns personagens alegóricos convivem nessa distopia de uma ‘cegueira branca’ que vêm contaminando os moradores dessa cidade. Bispos, peões, fazendeiros, políticos e uma noiva apresentam a visão e as atitudes extremas das diversas classes reagindo ao apocalipse branco.

FICHA TÉCNICA
Direção, encenação e dramaturgia: Morgana Olívia Manfrim
Diálogo dramatúrgico: José Saramago, Jota Mombaça e Paul B. Preciado
Direção musical e preparação vocal: Lari Finocchiaro
Composições: Bruna Ribeiro e Lari Finocchiaro (exceto Suçuarana – Iara Ferreira e Sou Diva – Joana Mocarzel)
Preparador circense: Lui Castanho
Assistente de corpo: Esther Queiroz
Figurino e visagismo: Suya
Cenografia/ técnico de palco: Max Ruan
Desenho/operação de luz: Sun Conquista
Sonoplastia: André Ryuji
Fotos e vídeo: Clara Silva
Assessoria de mídia: Willian Lansten
Produção: Rodrigo Medinilla e Willian Lansten
Elenco: Bruna Ribeiro, Débora Lima, Esther Queiroz, Fortes Silva, Iolanda Souza, Isabela Suckow, Joana Mocarzel, Luna Gandra, Pedro Pechefist, Rodrigo Medinilla, Suya, Thiago Ribeiro, Valquíria Pimentel e Willian Lansten.

Serviço:
E Se Sempre Fosse Dia?
Data: 4 de dezembro, às 19h30
Local: Sala Olido – Centro Cultural Olido – Avenida São João, 473 – Centro, São Paulo/ SP
Ingressos: R$20 e R$40 – disponíveis pelo Sympla
Duração: 90 minutos
Classificação Indicativa: 18 anos
Gênero: Teatro Performativo.

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Assessoria de Imprensa)

Ícone do jazz internacional, saxofonista Igor Butman se apresenta pela primeira vez no Brasil

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

Pela primeira vez, as noites paulistana e carioca vão receber a maior estrela russa do jazz internacional. Comandando pelo mundialmente conhecido saxofonista Igor Butman,  as apresentações com a Moscow Jazz Orchestra (MJO) prometem desvendar os maiores sucessos da carreira do artista em seus mais de 10 álbuns, além de relembrar parceiras com algumas das referências do swing e do blues internacional como Chick Corea, Jack DeJohnette, John Patitucci, Stefon Harris e Randy Brecker. Os shows terão a presença da cantora e intérprete Fantine. Filha de mãe dominicana e pai russo, a artista começou a sua carreira na Austrália e, desde então, toca com grandes artistas internacionais em Nova Iorque, Moscou e Melbourne.

As apresentações encerram a temporada das Russian Seasons de 2024, iniciativa do governo e do ministério de cultura russo que tem o objetivo de promover programas artísticos, projetos educacionais e festivais de cinema que celebram as tradições da Rússia. No Rio de Janeiro, a performance acontece no Teatro Prio, no dia 8 de dezembro, às 19 horas, e em São Paulo, o Teatro B32 abre suas portas para o músico no dia 11. Em ambas as datas, a orquestra também celebrará seu 25ª aniversário, tocando as novidades de seu recém-lançado álbum Borodin and Mussorgsky e relembrando faixas contemporâneas que marcaram época. Para garantir ingressos dos espetáculos acesse:

https://bileto.sympla.com.br/event/98019 (Rio de janeiro)
https://bileto.sympla.com.br/event/98020 (São Paulo)

Tido como o saxofonista favorito de Bill Clinton, Butman é considerado mais que um maestro virtuoso. De olho na carreira internacional, o artista migrou para os Estados Unidos e consolidou seu nome na cena do jazz, tocando ao lado de grandes mestres. Desde então, o músico se considera um cidadão do mundo, contribuindo como embaixador para o florescimento cultural e artístico de diferentes regiões por meio da integração de diversos gêneros e nomes do universo da música. Por seus esforços, recebeu duas distinções: o Prêmio Fundação de Cooperação Cultural Americano-Russa (ARCCF) e reconhecimento do Instituto de Diálogo Sustentável.

Além do renome musical e a vocação como agente multicultural, Butman também tem atuado como produtor de festivais internacionais e diretor de importantes instituições. Nos últimos anos, foi responsável por idealizar e organizar doze eventos de Jazz contemporâneo em Moscou e São Petersburgo. Neste último, ele também atuou como codiretor artístico com Herbie Hancock no Dia Internacional do Jazz. Ele também é dono do Igor Butman Jazz Club, na capital russa, estabelecimento voltado à promoção da música.

Por sua trajetória e vida obstinada pela música e trocas culturais entre nações, em 2011 Butman recebeu o título de Artista do Povo da Rússia, honraria concedida para indivíduos que atingiram realizações notáveis no campo das artes. Mas não é só na Rússia que o trabalho do saxofonista é celebrado. Ao redor do globo, músicos, críticos e personalidades internacionais admiram a obra do russo e sua grande qualidade de transpor fronteiras e conectar mundos.

Teatro Prio

Localizado no Jockey Club da Gávea, no coração da Zona Sul do Rio de Janeiro, em um dos pontos de maior efervescência cultural da cidade, o Teatro Prio reforça a sua vocação para as artes cênicas com grandes espetáculos e uma programação musical com shows de artistas consagrados. Com uma estrutura e tecnologia de ponta e muito conforto, conta com espaço de plateia que recebe até 352 pessoas, além de oferecer um lounge moderno e uma área externa com vista para o Corcovado.

Dia 8 de dezembro, às 19h

Jockey Club Brasileiro – Avenida Bartolomeu Mitre, 1110, Lagoa, Rio de Janeiro, RJ.

(Com Luciana de Azambuja/Fatutti Comunicação)

Exposição ‘São Paulo, Meu Amor’ celebra urbanidade da cidade na obra de Rodolpho Tamanini Netto

São Paulo, por Kleber Patricio

Segunda na cidade, 2007 – 50×70. Imagens: Divulgação.

A Galeria Jacques Ardies apresenta a exposição ‘São Paulo, meu amor’, que exibe o trabalho do artista Rodolpho Tamanini Netto, sob a curadoria de Jacques Ardies. Reunindo 22 pinturas, a mostra explora a relação do artista com São Paulo, exaltando sua urbanidade e apresentando a cidade como uma metrópole vibrante e monumental. Reconhecido no segmento da arte popular, o artista paulistano retrata a cidade que o inspira e captura em traços detalhados e simétricos, revelando um olhar sensível sobre o que considera os ícones culturais e naturais de sua terra natal.

Nas séries, Tamanini destaca pontos centrais da metrópole, como o Pátio do Colégio, a Catedral da Sé e o Largo São Francisco. Suas obras também retratam a arquitetura eclética de marcos como o Teatro Municipal e o Mosteiro de São Bento, além do edifício do Banespa. A cidade ganha vida em sua forma mais autêntica, sem abstrações, mas com um detalhamento que reflete a precisão e o olhar apaixonado do artista pelo patrimônio urbano paulistano.

Outros elementos contemporâneos da cidade, como o vão do Masp e o circuito de Interlagos, ampliam a perspectiva de Tamanini sobre São Paulo, assim como locais que representam o diálogo entre a cultura e a modernidade paulistana, a exemplo da Pinacoteca e do Museu do Ipiranga. A presença de espaços verdes, como o Parque Ibirapuera e a Serra da Cantareira, bem como o Pico do Jaraguá e as águas da represa de Guarapiranga, oferece equilíbrio à urbanidade e convida o público a ver a cidade em uma visão integrada e diversa.

Vista do Parque Ibirapuera, 2004 – 70×90.

Nascido em São Paulo em 1951, Rodolpho Tamanini Netto começou sua trajetória artística aos 19 anos. Autodidata, desenvolveu seu talento em exposições no Brasil e no exterior, com uma carreira que soma mais de cinco décadas. Em 1970, fez sua primeira exposição coletiva no Museu do Folclore e, no ano seguinte, expôs na Alemanha. Em 1971, realizou sua primeira individual na Mini Galeria Usis. Participou de salões de arte em países como Inglaterra, França, EUA, Dinamarca, Canadá, Portugal, Espanha e Suíça, tornando-se um nome respeitado no campo das artes. Desde 1979, mantém uma parceria sólida com a Galeria Jacques Ardies.

Em sua produção, Tamanini apresenta São Paulo como uma cidade de nuances e riqueza cultural, expressa em traços e na simetria que se tornaram características marcantes das suas composições. Na abordagem estética do artista, a paisagem urbana se compõe de figuras humanas diminutas e integradas aos ambientes, afastando-se da hostilidade do cenário real e refletindo uma cidade humanizada. Elementos como balões, fogos de artifício e papéis picados aparecem como símbolos de celebração, sugerindo uma metrópole vibrante e acolhedora. Essa perspectiva foi observada por Oscar D’Ambrosio, que ressalta a relação harmoniosa entre a figura humana e os elementos urbanos em sua obra.

Seus trabalhos buscam um lirismo urbano, onde a tinta é aplicada com economia e os detalhes ganham a atenção do público, sem volumes ou texturas. A visão de Tamanini oferece uma abordagem única da arte popular, na qual a grandiosidade dos edifícios e espaços públicos de São Paulo é suavizada por uma atmosfera associativa e um rigor estético expressivo. Em ‘São Paulo, meu amor’, ele convida o público a refletir sobre as dimensões dessa cidade onde urbanidade, cultura e natureza coexistem. Por acaso e feliz coincidência, o dia 23 de novembro vai ter bolo de aniversário para comemorar seus 73 anos de idade.

Exposição São Paulo, meu amor

Artista: Rodolpho Tamanini Netto

Curadoria: Jacques Ardies

Período: 26 de novembro a 19 de dezembro de 2024

Local: Galeria Jacques Ardies

Endereço: Rua Morgado de Mateus, 579 – Vila Mariana, São Paulo, SP

Contato: Tel.: (11) 5539-7500 / 96815-0887

Horário: terça a sexta-feira, das 10h às 17h30 / sábado, das 10h às 16h

Site: ardies.com

E-mail: jacques@ardies.com

Instagram: @galeriajacquesardies

Facebook: Galeria Naif

LinkedIn: Galeria Jacques Ardies.

(Com Silvia Balady/Balady Comunicação)

CAIXA Cultural São Paulo apresenta exposição ‘Parque de Diversões’, de Nelson Leirner

São Paulo, por Kleber Patricio

Obra ‘America, America’, do artista Nelson Leirner. Foto: Pedro Tressi.

A CAIXA Cultural São Paulo recebe a primeira exposição com obras do artista Nelson Leirner após seu falecimento em 2020. A mostra ‘Nelson Leirner: Parque de Diversões’ tem entrada gratuita e fica em cartaz até 23 de fevereiro de 2025.

Com curadoria de Agnaldo Farias, a mostra reúne 74 obras, incluindo esculturas, pinturas, colagens, fotografias e objetos, oferecendo uma visão abrangente da produção do artista ao longo de sua carreira. O público terá a oportunidade de ver um panorama das últimas duas décadas da produção artística de Leirner, com trabalhos como Quadro a quadro – cem Monas (2012), no qual o artista multiplica e reorganiza a famosa imagem da Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, em cem reproduções alinhadas em série, e lança mão de uma crítica bem-humorada e irônica à banalização dos símbolos artísticos pela cultura de massa, e Missa Móvel Dupla (2007), composta por duas plataformas móveis que carregam figuras religiosas de diferentes culturas e contextos – de santos católicos a ícones populares e símbolos do consumismo, como personagens de desenhos animados.

Nelson Leirner foi um artista provocador cuja obra buscava desafiar convenções e questionar o sistema da arte e da cultura de massa. Transitando por diversos suportes e linguagens, Leirner trouxe uma abordagem irônica e reflexiva à arte mesclando elementos do popular e do erudito e abordando questões políticas e sociais com um senso crítico. Sua obra explora temas como a banalização do consumo, a iconografia religiosa e a própria sacralização do objeto artístico.

Sobre Nelson Leirner

Nascido em São Paulo em 1932, foi um pioneiro da arte intermídia e uma figura central na vanguarda brasileira. Após residir nos EUA e estudar pintura com Joan Ponç, Leirner se destacou por suas apropriações e performances inovadoras, recebendo prêmio na Bienal de Tóquio com os trabalhos Homenagem a Fontana, que deram início à realização de múltiplos no Brasil.

Ao longo de sua trajetória, Leirner participou de importantes exposições, como a Bienal de São Paulo (1967, 1989, 1994) e a Bienal de Veneza (1999) e foi reconhecido com premiações como o de Melhor Escultor pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) em 1981 e o Prêmio Mário Pedrosa do Conselho Brasileiro de Artes Visuais (2014). Entre suas exposições mais marcantes, estão a retrospectiva Através (1997), no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, e Nelson Leirner 2010-1961=50 anos (2011) no Museu Oscar Niemeyer.

Serviço:

[Artes Visuais] Nelson Leirner – Parque de Diversões

Local: CAIXA Cultural São Paulo – Praça da Sé, 111, Centro

Período expositivo: de 23 de novembro de 2024 a 23 de fevereiro de 2025

Horário de visitação: de terça a domingo, das 9h às 18h

Classificação: Livre

Entrada franca

Acesso a pessoas com deficiência

Informações: Site CAIXA Cultural/Instagram @caixaculturalsp.

(Fonte: Assessoria de Imprensa da CAIXA)

Monica Salmaso e André Mehmari se apresentam no Sesc Belenzinho

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Daniel Gurgel.

O Sesc Belenzinho traz a cantora Monica Salmaso e o instrumentista André Mehmari nos dias 29, 30 de novembro e 1º de dezembro, sexta e sábado as 21h e no domingo as 18h no Teatro, com ingressos de R$18 (Credencial Sesc) a R$60 (inteira). Em comemoração aos 50 anos do álbum histórico, Mônica Salmaso e André Mehmari apresentam um show inédito, celebrando o repertório do disco.

O espetáculo tem concepção e direção artística de Lucas Nobile, André Mehmari e Mônica Salmaso e produção de Igor Nikolai. “Nos meus dez anos de gravadora, ganhei de presente um encontro com Tom. Foram momentos vividos por duas pessoas muito tensas que só conseguem de descontrair através da música. Ficou a saudade de um passado recente, em que as cores eram outras e as pessoas, mais felizes” – Elis Regina, 1974.

Gravado por Elis Regina e Tom Jobim em fevereiro e março daquele ano, em Los Angeles, o LP Elis & Tom é um dos discos mais consagrados da música popular brasileira.

Monica Salmaso se estabeleceu na carreira como uma importante cantora da MPB. Desde 1989, ela canta e regrava músicas de artistas como Edu Lobo e Guinga. Em 1995, seu primeiro álbum, Afro-Sambas, com Paulo Bellinati, uma coleção de Baden Powell com produção de Vinícius de Moraes. Em 1998 ela gravou Trampolim e se juntou à Orquestra Popular de Câmara e gravou 2 CDs. Em 1999, Voadeira deu a ela o Prêmio de Melhor Cantora do Ano. Em 2004, Iaiá foi um grande sucesso por causa da versão Menina, Amanhã de Manhã (Tom Zé/Perna). No ano de 2007, Noites de Gala, Samba na Rua, a coleção de Chico Buarque, que foi indicado ao Grammy Latino como Melhor Álbum da MPB. Alma Lírica Brasileira (2011) foi indicado ao Grammy Latino. Salmaso ganhou 23º Prêmio da Música Brasileira como Melhor Cantora de MPB.

De 2017 a 2022 ela gravou álbuns como Caipira (2017), Estrada Branca (2017), Japão Tour 2019 (2022), Canto Sedutor (2022) junto com Dori Caymmi, e Milton (2022) junto com André Mehmari.

Durante a pandemia, Ô de Casas, vídeos caseiros que a cantora realizou duetos com cerca de 150 artistas, foi um fenômeno nas redes sociais. Em 2022 ela foi convidada pelo Chico Buarque para Que Tal um Samba? Tour.

André Mehmari, nasceu em 1977 e é considerado um dos musicistas mais originais da sua geração. Pianista, compositor e arranjador muito respeitado tanto na música popular como na música clássica, suas composições foram executadas por todas as principais orquestras e músicos de câmaras no Brasil. Mehmari compôs e gravou músicas para filmes e séries no seu estúdio Monteverdi, na Serra da Cantareira. Lançou mais de 20 álbuns solo, Mehmari criou duetos expressivos com músicos como Antonio Meneses, Hamilton de Holanda, Mario Laginha, Maria Bethânia, Ná Ozzetti e Gabriele Mirabassi, entre muitos outros.

Serviço:

Show Monica Salmaso e André Mehmari – Tributo a Elis e Tom 50 Anos

Dias 29, 30 de novembro e 1º de dezembro | sexta e sábado, às 21h; domingo, às 18h

Valores: R$60 (inteira), R$30 (meia-entrada), R$18 (Credencial Sesc)

Ingressos à venda no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc. Limite de 2 ingressos por pessoa.

Local: Teatro (374 lugares). Classificação: 12 anos. Duração: 90 min.

Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700

Estacionamento

De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 8,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 17,00 a primeira hora e R$ 4,00 por hora adicional.

Transporte público: Metrô Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

Sesc Belenzinho nas redes: Facebook | Instagram | YouTube.

(Com Priscila Dias/ Assessoria de imprensa Sesc Belenzinho)