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Arte & Cultura

Rio de Janeiro

Etc e Tal transforma “Dom Quixote” em uma experiência visual arrebatadora e reafirma a força da mímica brasileira no cenário contemporâneo

por Kleber Patrício

Uma das companhias mais importantes do teatro físico brasileiro, a carioca Etc e Tal apresenta Dom Quixote, espetáculo infanto-juvenil sem palavras que reinventa o clássico de Miguel de Cervantes por meio da mímica, da comicidade gestual e de uma sofisticada dramaturgia visual. A estreia acontece no dia 7 de março de 2026 no Teatro Glaucio […]

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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Zezé Motta celebra obra de Caetano Veloso em show no Sesc 24 de Maio

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

No dia 7 de março, sábado, às 20h, o palco do Sesc 24 de Maio recebe uma das maiores personalidades da cultura brasileira: Zezé Motta. No espetáculo “Coração Vagabundo – Zezé canta Caetano”, a artista revisita o repertório do compositor baiano em um formato sensível de voz e piano.

Com seu marcante timbre de contralto e força interpretativa, Zezé imprime novas emoções a clássicos imortais como “Luz do Sol”, “Odara”, “Sampa” e “Tigresa”. O show é um convite à memória e uma celebração à riqueza da MPB, unindo a sofisticação da escrita de Caetano à presença magnética de uma artista com mais de 60 anos de dedicação às artes.

Zezé Motta iniciou sua carreira em 1968 na peça “Roda Viva”, de Chico Buarque, e desde então trilhou um caminho como atriz e cantora. Com mais de 10 discos lançados e passagens por palcos internacionais como o Carnegie Hall (EUA) e o Olympia de Paris, Zezé soma ainda mais de 50 projetos na TV e 70 filmes, consolidando-se como uma das artistas mais respeitadas do Brasil e do mundo.

Assista: YouTube – Show Coração Vagabundo – Zezé canta Caetano.

Serviço:

Zezé Motta | Coração Vagabundo – Zezé canta Caetano

Data: 7/3/2026, sábado, às 20h

Local: Sesc 24 de Maio – Rua 24 de Maio, 109, São Paulo – 350 metros da estação República do metrô

Classificação: 12 anos

Ingressos: sescsp.org.br/24demaio ou através do aplicativo Credencial Sesc SP e nas bilheterias das unidades Sesc SP – R$50 (inteira), R$25 (meia) e R$15 (Credencial Sesc).

Duração do show: 90 minutos

Serviço de Van: Transporte gratuito até as estações de metrô República e Anhangabaú. Saídas da portaria a cada 30 minutos, de terça a sábado, das 20h às 23h, e aos domingos e feriados, das 18h às 21h.

Acompanhe nas redes:

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sescsp.org.br/24demaio

Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo

350 metros do metrô República

Fone: (11) 3350-6300.

(Com Meyre Vitorino/Sesc 24 de Maio)

Balé da Cidade de São Paulo apresenta “Encruzilhada”, coreografia inédita de Renan Martins

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Foto do ensaio de Encruzilhada. Crédito: Rafael Salvador.

Em sua primeira temporada de 2026, o Balé da Cidade de São Paulo estreia “Encruzilhada” na Sala de Espetáculos do Theatro Municipal, com apresentações nos dias 14, 15, 18, 19, 20, 21 e 22 de março. Encruzilhada é uma obra coreográfica sobre a celebração como espaço de resistência e a negociação como prática compartilhada, sobre encontro e conflito. Os ingressos variam de R$13 a R$100 e a duração é de aproximadamente 70 minutos, sem intervalo. O espetáculo tem patrocínio do Nubank.

Com concepção e coreografia de Renan Martins, Iolanda Sinatra assina a dramaturgia e o acompanhamento artístico; Helena Araújo, a assistência de coreografia; EPX e Alana Ananias, a trilha sonora e sua execução ao vivo; Jo Rios, o design de luz e, Tom Martins, o figurino. A coreografia articula gestos do imaginário coletivo, práticas corporais populares e arquivos ancestrais, colocando a coletividade no centro da cena como prática instável e necessária. “A obra abraça um conjunto de arquivos de danças que ampliam o nosso entendimento sobre danças contemporâneas: gestos do imaginário coletivo, práticas corporais populares e formas de movimento que, geralmente, não ocupariam contextos institucionais. A coletividade está no centro da peça, não como imagem idealizada, mas como prática instável e necessária”, explica Renan Martins, coreógrafo e responsável pela concepção.

Em um contexto atravessado pela fragmentação, pela lógica competitiva e pela ideia de uma felicidade individualizada, o deslocamento coletivo se afirma como um exercício de invenção e como gesto político. Entre encontros, atritos, pausas, convergências, os intérpretes constroem acordos de presença e escuta, tentando instaurar um pulso compartilhado no interior do conflito.

Foto do ensaio de Encruzilhada. Crédito: Rafael Salvador

Antes da estreia, o grupo realiza o projeto Quase em Cena: Encruzilhada nos dias 3, 5 e 6, sempre às 11h, na Sede do Balé da Cidade de São Paulo, Praça das Artes. Ao abrir o processo criativo, o projeto aproxima espectadores do cotidiano da companhia, permitindo o acesso a camadas de trabalho normalmente restritas aos bastidores. A entrada é gratuita, mediante inscrição prévia no site. A classificação é livre, a duração aproximada é de 60 minutos, com intervalo.

O Balé da Cidade também realiza o Antes da Cena nos dias 14, 15, 18, 19, 20, 21 e 22 de março no Salão Nobre, uma hora antes dos espetáculos, como atividade complementar ao Encruzilhada. O evento contará com a presença de Luiz Rufino, pedagogo, escritor e desenvolve pesquisas sobre Crítica ao Colonialismo, Linguagens, Conhecimentos e Educações Populares nos dias 14, 15, 20, 21 e 22. Destinada ao público que possui ingresso para a apresentação, a iniciativa propõe encontros realizados sempre antes dos espetáculos, com duração aproximada de 30 minutos, combinando trechos de obras e reflexões conduzidas por artistas e especialistas, com o objetivo de ampliar as possibilidades de interpretação e apreciação da dança a partir de diferentes contextos culturais e temporais.

SERVIÇO:

Encruzilhada, de Renan Martins

Sala de Espetáculos

BALÉ DA CIDADE DE SÃO PAULO

Datas e horários

14 de março (sábado), às 17h

15 de março (domingo), às 17h

18 de março (quarta-feira), às 20h

19 de março (quinta-feira), às 20h

20 de março (sexta-feira), às 20h

21 de março (sábado), às 17h

22 de março (domingo), às 17h

Direção artística do Balé da Cidade

Alejandro Ahmed

Direção, concepção e coreografia

Renan Martins

Dramaturgia e acompanhamento artístico

Iolanda Sinatra

Assistente de coreografia

Helena Araújo

Trilha sonora e execução ao vivo

EPX e Alana Ananias

Design de luz

Jo Rios

Figurino

Tom Martins

Elenco

Alyne Mach, Ana Beatriz Nunes, Ariany Dâmaso, Bruno Rodrigues, Camila Ribeiro, Carolina Martinelli, Cleber Fantinatti, Cleia Santos, Erika Ishimaru, Fabiana Ikehara, Fabio Pinheiro, Fernanda Bueno, Grecia Catarina, Gutielle Ribeiro, Harry Gavlar, Isabela Maylart, Jessica Fadul, Leonardo Hoehne Polato, Leonardo Muniz, Leonardo Silveira, Luiz Crepaldi, Luiz Oliveira, Manuel Gomes, Marcel Anselmé, Márcio Filho, Marina Giunti, Marisa Bucoff, Odu Ofá, Rebeca Ferreira, Renata Bardazzi, Reneé Weinstrof, Silvia Kamyla, Victor Hugo Vila Nova e Victoria Oggiam.

Ingressos a partir de R$ 13,00 (inteira)

Duração de 80 minutos

Classificação: 12 anos.

(Com André Santa Rosa /Assessoria de imprensa do Theatro Municipal)

Com dramaturgia de Fran Ferraretto e direção de Eugenio Lima, peça infanto-juvenil “RUA” reflete sobre sonhos e oportunidades

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Espetáculo estreia no Sesc Pinheiros e utiliza muita música e batalhas de passinho para tratar de questões sociais. Fotos: Sergio Silva.

Dois meninos com realidades bem diferentes acreditam, em um primeiro momento, que não podem ser amigos. No entanto, resolvem procurar a Senhora Sociedade para mudar essa realidade: esse é o ponto de partida de RUA, primeiro espetáculo infanto-juvenil dirigido por Eugenio Lima. O trabalho faz sua temporada de estreia no auditório do Sesc Pinheiros, com sessões nos dias 1º, 8, 15, 22 e 29 de março, às 15h e às 17h.

Com texto de Fran Ferraretto, a peça conecta dois universos por meio de uma rua: de um lado, um dos bairros mais ricos de São Paulo; do outro, uma comunidade. Na trama, a aproximação desses dois mundos revela aspectos bons e ruins da sociedade.

“Queremos abordar a desigualdade social, de uma maneira direta, sem subestimar as crianças. E sem difundir as ideias fatalistas e estereotipadas sobre a pobreza ou de que as diferenças entre as pessoas são naturalmente irreconciliáveis. Temos que combater essas visões, porque quando naturalizamos uma situação qualquer, deixamos de lutar para mudá-la”, conta Lima.

É a terceira dramaturgia infantojuvenil de Fran Ferraretto, que mantém em RUA o mesmo modelo de criação de seus trabalhos anteriores: além de assinar o texto, a artista também idealiza e atua na peça. Por seu espetáculo anterior, Valentim Valentinho, a autora foi indicada ao Prêmio APCA 2024 por sua dramaturgia, e Marcelo Varzea e Erica Rodrigues na categoria direção. No palco, contracenam com Fran os atores Barroso, Fernando Lüfer, Jennifer Souza e Rodrigo Pavon.

“Minha infância no interior foi a grande inspiração, porque eu vivi essa rua que aproximava dois mundos. Quis resgatar essa memória porque ela formou a pessoa que sou, e, consequentemente, a artista que me tornei. É a primeira vez que trago algo tão pessoal para uma dramaturgia, mas tenho certeza de que a identificação será grande, porque, infelizmente, esse é o panorama do país”, conta.

Fran desenvolve obras que exaltam a inteligência das crianças e adolescentes. “É possível tratar de temas importantes e atuais com esse público. Aliás, eu só vejo sentido assim: de igual para igual, claro que com a abordagem correta, mas sem diminuir o alcance deles, ainda mais nos dias de hoje. Foi assim nos meus dois primeiros projetos infantojuvenis, e o resultado na plateia é imediato”, completa.

 

Lucas Então a gente não pode brincar juntos e nem ser amigos porque a senhora sociedade fez a gente morar em lugares diferentes?

Jeffinho Acho que sim. Pelo menos eu nunca vi isso. Lá no meu bairro todo mundo acha que vocês têm medo da gente.

Lucas Que pena. É porque eu não tenho muitos amigos e seria muito legal aprender uns passinhos…

Jeffinho Mas se você quiser eu posso te dar umas dicas.

(Trecho da dramaturgia de RUA)

 

Sobre a encenação

Como é comum nos espetáculos de Eugenio Lima, a música tem um papel decisivo na narrativa de RUA. Com canções que vão do eletro funk do DJ, cantor, compositor, produtor e ativista estadunidense Afrika Bambaataa ao trap, a peça também está recheada de batalhas de passinho. Também há composições com letras que utilizam do texto de Ferraretto.

Já o cenário é construído pelas projeções de Vic von Poser. Trata-se de uma rua metafórica que serve como um portal para a imaginação. “Ela se inspirou na pop art inspirada na cultura do grafite produzida pelo artista norte-americano Keith Haring (1958-1990). Tem muitas cores e referências a desenhos infantis, remetendo a uma certa artesania”, explica o encenador.

RUA é definido como um espetáculo contagiante, que, além das danças, explora muito o humor. “Para além de tratar da desigualdade, criamos uma obra que destaca as nossas oportunidades e a importância de sonhar”, reflete Fran.

Sinopse

O espetáculo narra a história de Jeffinho, um menino muito talentoso que adora fazer rimas e passinhos. Ele mora em uma comunidade que faz divisa através de uma RUA com um dos bairros mais ricos da cidade.

Um dia, brincando, ele conhece Lucas, um garoto da mesma idade e que mora do lado de lá. Apesar das diferenças, eles se tornarão amigos e viverão, juntos, descobertas boas e ruins sobre o mundo e a sociedade. Com muita música, dança, aprendizado e diversão, a história fala sobre oportunidades, sonhos e amizade.

Ficha Técnica

Idealização e texto: Fran Ferraretto

Direção e direção musical: Eugenio Lima

Elenco: Barroso, Fernando Lüfer, Fran Ferraretto, Jennifer Souza, Rodrigo Pavon

Trilha Sonora: Barroso e Eugênio Lima

Preparadora corporal: Luaa Gabanini

Workshop Passinho: Khalifa Idd

Figurino: Claudia Schapira

Desenho de Luz: Matheus Brant

Videografia: Vic von Poser

Operação de luz: Matheus Espessoto

Operação de vídeo: Júlia Fávero

Operação de som: Viviane Barbosa

Cenotécnico: Wanderley Wagner

Design Gráfico: Murilo Thaveira

Assessoria de imprensa: Canal Aberto – Márcia Marques, Daniele Valério e Carina Bordalo

Mídias sociais: Rafael Américo

Fotos: Sérgio Silva

Direção de Produção: Paula Malfatti

Coordenação de Produção: Fatto Realizações

Apoio: Oficina de Atores Nilton Travesso.

Serviço:

RUA

Temporada: 1º a 29 de março de 2026

Horários: Domingos, dias 1º, 8, 15, 22 e 29 de março, em duas sessões, às 15h e às 17h
Sessão com LIBRAS dia 22/3

Local: Sesc Pinheiros – Auditório – R. Pais Leme, 195 – Pinheiros, São Paulo, SP

Ingressos: R$12 (credencial plena)/R$20 (meia entrada)/R$40 (inteira)/Grátis para crianças até 12 anos – vendas em sescsp.org.br ou na bilheteria de qualquer unidade

Duração: 50 min | Classificação: Livre | Recomendação: a partir de 8 anos
Capacidade: 100 lugares

Acessibilidade: Teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Comunicação)

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

Inglaterra, por Kleber Patricio

Imagem: Yukiko Noritake.

Com estreia prevista para o início do verão europeu de 2026, em junho, o British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta o Celia, um novo vagão de trem dedicado a eventos e jantares privados. O espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como “Moulin Rouge!”, “The Great Gatsby” e “Elvis”, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em “Moulin Rouge!” e “The Great Gatsby”.

Uma sala de jantar privada sobre trilhos: um cenário cinematográfico inspirado na herança teatral de Londres

Instalado em um vagão Pullman original de 1932, o Celia reúne bar de coquetéis, lounge, sala de jantar e espaço para entretenimento, com capacidade para até 12 convidados. O espaço, que permite a criação de eventos sob medida e momentos exclusivos de alta gastronomia, é uma celebração criativa da cena teatral do West End londrino dos anos 1930 e do cinema clássico, além de ser uma homenagem ao humor e ao romance de “Sonho de uma Noite de Verão”, de William Shakespeare.

O vagão funciona como um espaço independente dentro do trem com um time próprio de comissários dedicados. Partindo da estação Victoria, em Londres, o vagão inclui a oportunidade de personalizar experiências tanto a bordo quanto fora do trem. Mediante solicitação, um chef privado desenvolve menus sob medida com os melhores produtos sazonais britânicos.

Criatividade sobre trilhos

Foto: Mark Fox.

O projeto parte da criação de uma personagem fictícia: Celia, musa imaginada por Luhrmann como uma estrela do West End na década de 1930, que teria recebido seu próprio vagão Pullman em homenagem a uma performance marcante como Titânia, a Rainha das Fadas. Essa narrativa orienta escolhas de design e ambientação, conferindo identidade ao espaço.

A tradição artesanal britânica como ponto de partida

O desenvolvimento do vagão contou com a colaboração de artesãos e estúdios britânicos especializados em marcenaria, mobiliário sob medida, vidro, bordado e porcelana, que foram selecionados pessoalmente por Luhrmann e Martin para evocar um mundo histórico de teatro e cinema. Camadas de romantismo permeiam a narrativa literária do design do vagão, que se inspira na paisagem britânica, incluindo sua flora e sua fauna.

Para dar vida a este universo, Catherine Martin colaborou com parceiros de longa data da Belmond, como os artesãos de marchetaria Dunn & Son, o renomado designer britânico de móveis sob medida Bill Cleyndert, o estúdio de vidros personalizados Tony Sandles, os especialistas em bordados Hand and Lock e a J.K Interiors, a histórica fabricante britânica de porcelana fina Duchess China, que colaborou na estética das louças, além de fornecedores selecionados para os itens de alimentos e bebidas, como David Mellor (talheres) e Tom Dixon (cristais).

Foto: Yukiko Noritake.

A materialidade e a textura ganham destaque em todo o vagão. Um teto de tecido elaborado coroa o espaço sobre marchetaria folheada e parquetaria de madeira personalizada que ganha vida por meio de camadas de móveis estofados em veludo espesso. Elementos florais, em celebração à flora britânica, decoram a marchetaria de carvalho e o mobiliário, definidos por uma paleta de cores de verdes, amarelos, vermelhos e roxos intensos.

Os espaços são divididos por pesadas cortinas em estilo teatral, cada uma revelando elaborados cenários oníricos gravados nos interiores do vagão. Teto e paredes em mosaico pintados à mão compõem o lavabo exclusivo, decorado com flores e desenhos místicos.

Foto: Hugh Stewart.

Baz Luhrmann afirmou: “Para Catherine e para mim, criar o Celia foi uma experiência única na vida, que nos permitiu desafiar os limites da criatividade, do luxo e da exclusividade. Entrar no vagão é como ser transportado para outro mundo, no qual os convidados são convidados a se tornarem parte da história. O Celia, em sua essência, é uma ‘viagem mágica e misteriosa’ – uma experiência gastronômica itinerante para amigos ou uma celebração íntima, repleta de comida, música, vinho, risos e performances. Tudo isso se desenrola enquanto você desliza pelo campo, sentindo como se tivesse entrado em Sonho de uma Noite de Verão. É uma maneira lúdica e única de explorar o Reino Unido, no seu próprio ritmo e de acordo com sua própria história”. 

Catherine Martin acrescentou: “O Celia oferece aos viajantes a rara oportunidade de habitar a nostalgia de outra era. O vagão proporciona o luxo supremo – tempo e espaço para se conectar verdadeiramente com a própria jornada – e permite que a mente desacelere, abrindo a possibilidade de uma conexão mais profunda não apenas consigo mesmo e com os outros, mas também com novas culturas e perspectivas. A bordo, imagino as pessoas comendo, dançando e se apaixonando, celebrando os grandes momentos da vida dentro de um mundo que oferece uma pausa no caos do cotidiano. O Celia oferece um momento de respiro, uma pequena e luminosa bolha de luz e amor”. 

Para mais informações ou reservas, clique aqui.

Sobre o British Pullman, A Belmond Train, England

Foto: Anna Jay.

O British Pullman, A Belmond Train, England, opera de fevereiro a dezembro e conta com dez vagões das décadas de 1920 e 1930 cuidadosamente restaurados, personificando a estética contemporânea da “Era de Ouro das Viagens”. Com capacidade para 220 convidados, cada vagão possui nome e história próprios, com marchetaria em estilo antigo, iluminação vintage e estofados luxuosos.

A experiência combina interiores Art Déco com gastronomia sofisticada e uma vibrante joie de vivre, manifestada em diversos itinerários com partida e retorno da estação Victoria de Londres. As opções incluem excursões diurnas a cidades históricas como Oxford, Canterbury e Bath, visitas a propriedades icônicas como o Palácio de Blenheim e o Castelo de Highclere e viagens para eventos esportivos de classe mundial, como o Goodwood Revival e o Grand National.

As jornadas de assinatura abrangem viagens de ida e volta pelas paisagens de Kent e Surrey (como o Golden Age of Travel e o Champagne Afternoon Tea). Além disso, a programação oferece experiências de teatro imersivo com almoços e jantares de mistério (Moving Murder Mystery). Para os entusiastas do cinema, o trem abriga o vagão Cygnus, projetado pelo cineasta Wes Anderson, onde o design moderno encontra o artesanato atemporal. Como trem irmão do Venice Simplon-Orient-Express, o British Pullman já recebeu desde a realeza britânica até estrelas das telas de cinema.

Sobre a Belmond

A Belmond nasceu de uma paixão por conectar viajantes exigentes às propriedades, destinos e jornadas mais extraordinárias do mundo. De hotéis e trens a cruzeiros fluviais e lodges de safári, o conceito de Slow Luxury da Belmond convida os hóspedes a descobrir um novo ritmo de viagem, saboreando o tempo, envolvendo-se com a cultura local e conectando-se com a natureza e as pessoas ao seu redor por meio de experiências incomparáveis e histórias inesquecíveis. Com um legado de mais de 50 anos, iniciado com a aquisição do Hotel Cipriani em Veneza, em 1976, a Belmond cresceu e se tornou uma coleção global composta por 43 propriedades distribuídas por 24 países e territórios. Destinos excepcionais conectados por jornadas lendárias são a verdadeira essência da Belmond, onde o caminho que leva a um lugar é tão importante quanto o próprio destino. Pioneira no conceito de viagens em ritmo desacelerado, a Belmond opera o lendário Venice Simplon-Orient-Express desde 1982. Posteriormente, expandiu seu portfólio para incluir resorts de praia paradisíacos, como o Maroma na Riviera Maya; refúgios históricos, como a Villa San Michele nas colinas de Florença; ícones urbanos, como o Copacabana Palace no Rio de Janeiro; e portas de entrada para Patrimônios Mundiais da UNESCO, como o Hotel das Cataratas no Parque Nacional do Iguaçu, no Brasil. Como orgulhosa guardiã de propriedades repletas de história, a Belmond está comprometida em construir sobre o passado para criar um novo legado: a herança do futuro. Trabalhando em parceria com comunidades e talentos locais, além dos mais respeitados chefs, designers e artistas do mundo, a Belmond segue firme em seu propósito de perpetuar a lendária arte de viajar. Desde 2019, a Belmond faz parte do principal grupo de luxo do mundo, a LVMH (Moët Hennessy Louis Vuitton).

belmond.com

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(Fonte: Assessoria de imprensa Belmond)

Salinas (PA): além da praia, um roteiro das dunas, Lago da Coca-Cola e experiências de dia inteiro

Salinas, PA, por Kleber Patricio

Cidade se consolida como destino completo para quem busca natureza, aventura e lazer estruturado. Foto: Kaio Hudson/Ideflor-Bio.

Salinópolis, no litoral do Pará, vai muito além das praias de águas mornas e extensas faixas de areia branca. Conhecida carinhosamente como Salinas, a cidade se consolida como um destino completo para quem busca natureza, aventura e lazer estruturado, com roteiros que ocupam o dia inteiro, das dunas ao Lago da Coca-Cola, e opção de hospedagem pensada para famílias.

Localizado a 220 quilômetros de Belém, o destino é porta de entrada da Amazônia Atlântica e combina paisagens singulares, cultura vibrante e história que remonta ao século XVII. Manguezais, dunas, ilhas paradisíacas e praias famosas como Atalaia, Farol Velho, Maçarico, Corvina e Marieta formam o cenário de um lugar que agrada diferentes perfis de viajantes.

Roteiros que vão além da praia

Foto: AID Alepa.

Entre as experiências mais procuradas está o Lago da Coca-Cola, também chamado de Lago Iguna, um oásis de água doce em meio às dunas da Praia do Atalaia. Com águas escuras e calmas, o local é ideal para mergulhos refrescantes e momentos de contemplação. O lago integra o Monumento Natural do Atalaia, área de proteção ambiental que preserva um dos cartões-postais mais emblemáticos da cidade.

As dunas de Salinópolis também ganham destaque nos roteiros de quem busca aventura. Passeios de buggy ou quadriciclo proporcionam vistas panorâmicas do mar, das lagoas e da vegetação nativa, além de doses de adrenalina em um dos cenários mais fotogênicos do litoral amazônico.

Foto: Bruna Brandão/Mtur.

Para quem prefere um ritmo mais tranquilo, a Fonte do Caranã é um convite ao contato com a natureza. O espaço arborizado abriga uma fonte de água mineral fresca e gratuita, além da Casa da Cultura Fonte do Caranã, dedicada à valorização da arte e da identidade local.

Completando o roteiro, as ilhas de Salinópolis abrigam praias praticamente intocadas, como Marieta, Maria Baixinha e Pilão, além da possibilidade de observar o guará, ave de plumagem vermelha que transforma o pôr do sol em um espetáculo à parte.

Destino para todos os estilos

Foto: Divulgação/Aqualand.

Com praias badaladas como Atalaia, orlas estruturadas como Maçarico e Beira-Mar, áreas preservadas como Corvina e experiências únicas nas dunas, lagoas e ilhas, Salinópolis reforça seu posicionamento como um destino que vai além do sol e da praia. Um lugar onde é possível montar roteiros completos, viver a natureza amazônica e contar com hospedagem preparada para receber toda a família.

Onde se hospedar

Para quem busca unir descanso e lazer em um único lugar, o Aqualand Park & Resort se destaca como o principal complexo turístico da região Norte. Reconhecido com o Prêmio Travellers’ Choice 2025, do Tripadvisor, o empreendimento integra o grupo dos 10% melhores do mundo segundo a avaliação dos viajantes.

Foto: Augusto Miranda/Agência Pará.

O complexo reúne parque aquático e resort em uma única estrutura e é o maior da região, com capacidade para até cinco mil visitantes por dia. Sua estrutura abriga mais de 20 atrações, incluindo a Enseada de Netuno, uma das maiores piscinas de ondas da América Latina, além do Aqua Kids, playground aquático interativo com 12 metros de altura e um baldão de três mil litros de água. Restaurantes, áreas de descanso e experiências gastronômicas que valorizam os sabores do Pará completam o passeio.

Anexo ao parque, o Aqualand Resort conta com 364 apartamentos, cinema, spa, ofurô, salão de jogos e áreas de lazer que garantem conforto, praticidade e diversão para famílias e grupos que desejam aproveitar Salinas com tranquilidade e infraestrutura. Mais informações: aqualandresort.com.br.

(Com Eliria Buso/Assimptur)