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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Cia Apocalíptica apresenta espetáculo de dança contemporânea para crianças no Sesc Santana

São Paulo, por Kleber Patricio

Imagem: Flávia Baxhix.

A Cia. Apocalíptica, de São José do Preto – uma das mais antigas e atuantes companhias do interior do estado – chega a São Paulo nos dias 8 e 15/2 com o clássico ‘A Cigarra e a Formiga’, um espetáculo de dança contemporânea para o público infantil, inspirado na fábula de Esopo. Dirigido e coreografado por Miriam Druwe (APCA de melhor bailarina), a montagem, premiada pelo Prêmio Nelson Seixas 2018, reinterpreta três versões da história: a de La Fontaine, que reflete sobre a sociedade capitalista; a de Monteiro Lobato, que sugere a ausência de consequências para os atos; e a de Millôr Fernandes, que critica o individualismo contemporâneo. As sessões acontecem na área de convivência do Sesc Santana, sempre ao meio-dia.

A proposta coreográfica, sem palavras, utiliza um cenário labiríntico e uma iluminação expressionista para criar um ambiente lúdico. A trilha sonora original de Divan Gatamortta combina instrumentos tradicionais e melodias harmoniosas, projetando um universo sonoro que complementa a narrativa corporal do espetáculo.

Cia. Apocalíptica

Tendo iniciado seus trabalhos em 2013, a Cia. Apocalíptica é um coletivo de Artes Cênicas que mantém sua sede em São José do Rio Preto, no noroeste paulista. A Cia. Conta com um elenco multissegmentado e engloba cerca de 15 profissionais que se dividem num repertório atuante de 15 projetos, contemplando atividades formativas, festivais, espetáculos de teatro, dança, musicais, contações de histórias, circo, entre outros. Tendo predileção pelo público infanto-juvenil, o coletivo desenvolve projetos específicos para essa faixa etária.

Ficha técnica 

Direção e Coreografias: Miriam Druwe

Assistência de Direção e Dramaturgia: Lawrence Garcia

Direção Musical: Divan Gattamorta

Iluminação: Lawrence Garcia

Figurinos: Isaac Ruy

Cenário: David Balt e Cia. Apocalípitca

Maquiagens: Carolina Campos

Operador de Som: Xico Mendes

Direção de Produção: Fernanda Missiaggia

Elenco: Carolina Campos (como Formiga), David Balt (como Cigarra) e Maria Eduarda Tagliaferro (como Barata)

Produção: Leelas Produções Artísticas

Produção executiva: Laila Guedes

Duração: 40 minutos.

Serviço:

A Cigarra e a Formiga com Cia. Apocalíptica

Sesc Santana

Área de Convivência

Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana, São Paulo – SP

Dias 8 e 15/2/2025 | 12h (meio-dia)

Classificação etária: Livre

Entrada gratuita

Informações: https://www.sescsp.org.br/programacao/a-cigarra-e-a-formiga-2/.

(Com Marina Franco)

Alunas do Anelo conquistam aprovação no curso de Licenciatura em Música da Unicamp

Campinas, por Kleber Patricio

O Anelo, instituição que ensina música gratuitamente há 25 anos no Jardim Florence,  periferia de Campinas, será representado, em 2025, na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), por um trio de alunas que encarou o desafio do vestibular e conquistou aprovação no curso de Licenciatura em Música.

O sonho de ingressar em uma das mais renomadas universidades do país tornou-se realidade para Anna Clara Souza, Flávia Farias e Estela Souza, alunas de canto coral, violoncelo e violão, respectivamente. A notícia gerou grande entusiasmo em toda a comunidade do Anelo e reforçou a importância do propósito do Anelo na periferia: o de promover a cidadania por meio da cultura e educação. “Ainda não caiu a ficha de que passei. Eu me senti insegura no meio do processo, mas eu recebi muito apoio de todos e isso me fortaleceu e estou muito contente. É uma coisa que eu realmente queria”, comentou Flávia Farias.

Estela, que também foi aprovada em Licenciatura em Música na USP (Universidade Estadual de São Paulo), no campus de Ribeirão Preto, destacou que a conquista da vaga é mais do que um ganho individual, mas coletivo. “Como uma jovem de periferia, passar na universidade é como se eu estivesse assumindo um lugar que também é meu por direito e eu sei que isso inspira muitas pessoas, muitos alunos de escola pública e de periferia”.

Ana Clara.

Anna Clara, aluna do Anelo desde 2019, lembrou o sonho de criança de viver da música e o ambiente propício que encontrou no Anelo para realizar o sonho. “Eu desejei muito isto e entendo que é uma conquista de muitas pessoas. A gente carrega o Anelo com a gente. Aproximadamente 20% do curso de Licenciatura de Música em 2025 serão de alunas do Anelo e isto é muito representativo”, comentou.

A aprovação das alunas reforça a importância de iniciativas como o Anelo, que oferecem oportunidades de aprendizado e desenvolvimento pessoal para pessoas de comunidades periféricas, promovendo o aumento de repertório cultural e prática de cidadania.

Para o fundador do Anelo, Luccas Soares, as aprovações tornam-se mais extraordinárias, pois inauguram um ano muito especial. “O Anelo está completando 25 anos e não poderia ter um presente mais especial do que a aprovação destas três meninas, que vão cursar licenciatura e se tornar educadoras. Elas já se tornaram referência para outras meninas e meninos aqui da comunidade. Além delas, eu parabenizo a família, os pais, os professores, os incentivadores, porque nada é mais importante do que a Educação, nós nos sentimos parte desta conquista de uma forma muito especial”, comemora Soares.

Estela.

Luccas rememora ainda o trajeto da instituição, ao longo de 25 anos, e comemora os frutos que a jornada tem gerado na comunidade. “O Anelo acredita na Educação, muitos músicos daqui tornaram-se profissionais, mas não tiveram a oportunidade de estudar em uma escola tão renomada quanto a Unicamp. Esta oportunidade de formação em uma universidade pública e gratuita é um ganho para todos. Estas três aprovações nos reforçam a ideia de representatividade e coletividade, que são pilares do nosso trabalho”, reflete.

A jornada

Anna Clara, 17 anos, Estela Souza, 18 anos e Flávia Farias, 18 anos, trilharam juntas a jornada do vestibular e puderam contar umas com as outras no momento de preparação para a prova de habilidades específicas, realizada de forma remota em dezembro de 2024. “A gente se ajudou muito para nos prepararmos para os vídeos da prova de habilidades específicas e contamos muito também com a ajuda técnica e emocional dos professores do Anelo, como o professor Leo (Pelegrin) e a professora Paula (Lins)”, apontou Estela.

“O vestibular foi um pouco difícil, eu me senti um pouco sozinha, mas até neste sentido o Anelo me ajudou muito. Se não fosse pelos professores do Anelo, acho que teria sido bem mais complicado”, aponta Flávia Farias.

Flavia.

“Eu olhava a universidade e pensava que não era possível, pois ouvia, na escola em que eu estudava, que a universidade não era ‘para o meu bico’, que eu não tinha a base para conseguir passar por este processo, mas aqui no Anelo eu encontrei acolhimento e apoio. Quando começo a ficar assustada de estar na universidade, eu penso que a Flávia e a Estela, que como eu são alunas de periferia e da escola pública, também vão estar lá comigo, estudando na mesma turma e eu fico muito feliz”, finaliza Anna.

Inspiração

A escolha pela licenciatura não foi aleatória. A inspiração veio das salas de aula e o resultado encheu de orgulho o corpo docente da entidade. “O Anelo me deu uma oportunidade de estudar música com um professor; isto foi muito bom e me influenciou muito em optar pela música e pela licenciatura”, destacou Flávia.

Pedro Franco, professor de violoncelo comemorou as aprovações das alunas e entende que a experiência, além de ter inspirado as alunas, também inspira os professores: “É uma grande alegria ver as alunas entrando na Unicamp e como ex-aluno da Unicamp eu tenho uma grande satisfação, isto me faz recordar de quando eu entrei na faculdade e entendo como um momento transformador na vida delas”, apontou.

A regente dos Coros do Anelo, Júlia Toledo, destacou o empenho das alunas e o compromisso com o estudo e apontou que a aprovação, mesmo individual, tem um caráter social. “Eu penso que estas alunas ocupando a universidade pública faz com que faça mais sentido ainda o ensino público, trabalhar nas escolas públicas com os alunos a opção e a possibilidade de conhecer mais sobre a universidade para que o aluno da periferia se veja neste lugar que é a universidade pública, ocupe este lugar e ganhe o mundo”, finaliza Júlia.

O Anelo

As alunas com o fundador do Anelo, Luccas Soares.

O Anelo, fundado em maio de 2000, atua há 25 anos oferecendo aulas de música gratuitamente no Jardim Florence, periferia de Campinas, atendendo anualmente mais de mil alunos entre crianças, adolescentes, jovens e adultos. A organização conta com o patrocínio master da CPFL Energia, patrocínio da Agibank, Unimed Campinas, Instituto Omni, Cerâmica Carmelo Fior e Bosch e apoio da State Grid Brazil Power Participações, Instituto CPFL, Associação Beneficente Maria Tsu Sieh, Ruff Distribuidora, Aeroporto de Viracopos e Shopping Parque das Bandeiras. Com a missão de democratizar o acesso à educação musical, o projeto já beneficiou mais de 12 mil pessoas e tem sido um importante agente de transformação na comunidade, formando talentos e promovendo inclusão por meio da arte.

(Com Elaine Oliveira/Instituto Anelo)

Xuxa revela alopecia e impulsiona debate sobre a queda de cabelo feminina

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: @eubernardocoelho.

A revelação de Xuxa de que sofre de alopecia androgenética e considera raspar a cabeça para evitar tratamentos constantes trouxe visibilidade a um problema que afeta milhões de mulheres. A queda capilar, muitas vezes associada ao envelhecimento masculino, também acontece para elas e pode ter diversas causas. Celebridades como Gretchen, Jada Pinkett Smith e Naomi Campbell já tornaram pública sua luta contra a doença, incentivando outras mulheres a buscar soluções.

A condição é mais comum do que parece. De acordo com um estudo publicado no Journal of the American Academy of Dermatology, cerca de 40% das mulheres irão apresentar algum grau de alopecia após a menopausa devido às mudanças hormonais e predisposição genética. No Brasil, a Sociedade Brasileira de Dermatologia estima que 5% das mulheres sofrem de calvície, um número que pode crescer com o aumento do estresse e alterações na saúde capilar.

Segundo Stanley Bittar, especialista em transplante capilar e CEO da Stanley’s Hair, muitas pessoas ainda subestimam o impacto emocional da alopecia. “A perda de cabelo pode levar a um grande sofrimento psicológico, afetando a confiança e a autoimagem. Felizmente, avanços na medicina capilar permitem tratamentos cada vez mais eficazes, devolvendo os fios e a autoestima”, afirma.

O que causa a alopecia e quais são os tipos mais comuns

A alopecia androgenética é uma das formas mais frequentes de perda capilar e ocorre devido à sensibilidade dos folículos aos hormônios andrógenos. Com o tempo, os fios afinam até pararem de crescer. Esse tipo de alopecia tem forte influência genética e é irreversível sem tratamento adequado.

Além dela, há a alopecia areata, um distúrbio autoimune em que o próprio sistema imunológico ataca os folículos capilares, causando falhas circulares no couro cabeludo. Em casos graves, pode evoluir para a perda total dos cabelos e pelos do corpo. Outras formas incluem alopecia cicatricial, causada por inflamação que destrói os folículos, e alopecia por tracionamento, comum em pessoas que usam penteados muito apertados.

Transplante capilar e novos tratamentos trazem esperança

Com os avanços tecnológicos, o transplante capilar se tornou uma solução viável para muitas mulheres com alopecia. A técnica FUE (Follicular Unit Extraction) é a mais moderna e permite a implantação individualizada dos fios, garantindo um aspecto natural. Stanley Bittar explica que a tecnologia tem sido um divisor de águas para quem sofre com a perda capilar. “O transplante capilar evoluiu muito nos últimos anos. Hoje, conseguimos resultados altamente naturais e minimamente invasivos, permitindo que pacientes retomem sua rotina rapidamente”, destaca.

Além do transplante, terapias hormonais e medicamentos são indicados para retardar a progressão da alopecia. Existem pesquisas recentes que avançam no uso de PRP (plasma rico em plaquetas), que estimula o crescimento capilar por meio da aplicação de fatores de crescimento extraídos do sangue do próprio paciente.

Impacto emocional e a importância do acolhimento

A queda de cabelo pode afetar a saúde mental, levando a quadros de ansiedade e depressão. Para muitas mulheres, a calvície ainda carrega um forte estigma, tornando essencial o suporte psicológico e o acolhimento adequado.

A crescente discussão sobre alopecia, impulsionada por figuras públicas e ícones de beleza, como Xuxa e Naomi Campbell, tem ajudado a desmistificar a condição e ampliar o acesso à informação. Com mais opções de tratamento e uma maior aceitação social, quem enfrenta esse desafio pode encontrar caminhos para recuperar a confiança e a autoestima.

Stanley Bittar reforça a necessidade de um olhar mais amplo para o problema. “Não é apenas estética. A perda capilar mexe com a autoimagem e a relação social das pessoas. Por isso, além do tratamento físico, é fundamental um acompanhamento psicológico para lidar com as emoções envolvidas”, conclui.

Sobre Stanley Bittar

Stanley Bittar é empresário com mais de 20 anos de experiência em cirurgia plástica. Ele é médico graduado pela Universidad de Córdoba, mestre em medicina estética, doutor em cirurgia plástica reconstrutiva e estética, com especialização em Medicina da Família e Comunidade, Dermatologia, Nutrologia e Dermatologia. Palestrante renomado, sua trajetória é marcada por um espírito empreendedor indomável, que o levou a se tornar referência internacional em transplantes capilares.

Como CEO da Stanley’s Holding, Stanley lidera um grupo que atua em diversos setores, incluindo educação, saúde, beleza, bem-estar, tecnologia, investimento, fintechs e startups, todos integrados em um ecossistema completo com mais de 1.000 colaboradores. Também é fundador da Stanley’s Hair, rede de clínicas número 1 do mundo em transplante capilar. Seu grande sonho sempre foi democratizar o acesso ao transplante capilar no Brasil e no mundo, e assim tem feito. Para mais informações acesse o Instagram @stanleybittar e www.stanleybittar.com.

(Com Carolina Lara) 

Belém do Pará: uma joia no Norte do Brasil

Belém, por Kleber Patricio

Theatro da Paz, Belém. Foto: Raphael Luz/Agência Pará.

Em novembro de 2025, Belém do Pará irá receber a 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30). De acordo com estimativas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), é esperado um fluxo de mais de 40 mil visitantes durante os principais dias do evento. Além de sediar um dos principais encontros relacionados ao clima do mundo, a capital paraense reserva para os turistas paisagens incríveis e uma rica gastronomia.

Para começar a descobrir o destino, o primeiro lugar para se conhecer é o Mercado Ver-o-Peso. Inaugurado em 1901, o local é um dos maiores mercados a céu aberto do mundo, com uma imensa variedade de produtos que impressionam todos os visitantes. Lá os turistas podem encontrar desde o autêntico açaí paraense até os mais incríveis peixes amazônicos. Além disso, também podem aproveitar outros diversos itens regionais, como as farinhas, sementes de árvores, frutas típicas e o artesanato. O ideal é visitar o Ver-o-Peso com tempo para conseguir ver tudo e fazer compras.

Grande parte dos pontos turísticos de Belém está localizada no Centro Histórico, nos bairros de Cidade Velha e Campina. Ao passear pela região é possível visitar a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré, o Forte do Presépio e o conjunto arquitetônico Complexo Feliz Lusitânia, por exemplo. “A capital paraense é um presente para os visitantes e convida a todos a conhecerem as diversas tradições da cidade e da região Norte”, comenta Carlos Eduardo Pereira, diretor executivo da Bancorbrás Turismo.

Estação das Docas, Belém. Foto: Alex Ribeiro/Agência Pará.

Outro destaque fica para a Estação das Docas, um grande centro de cultura, lazer, gastronomia e arquitetura. O local foi revitalizado há poucos anos e recuperou os antigos armazéns do patrimônio histórico. “A Estação é uma ótima opção para os viajantes conhecerem restaurantes tradicionais, além de aproveitarem atrações como shows, exposições e eventos diversos”, comenta o diretor. “Além disso, os visitantes também podem aproveitar para fazer passeios de barco pelo rio que partem das docas”. Lá também está localizada uma das sorveterias mais antigas e tradicionais da cidade, a Sorveteria Cairu.

Belém é também uma cidade movida à fé. A capital é famosa pelo Círio de Nazaré, procissão em homenagem à Nossa Senhora de Nazaré que ocorre no mês de outubro. A festa é a maior manifestação católica do Brasil e um dos maiores eventos do mundo. Carlos Eduardo ressalta que para quem deseja participar das festividades, o ideal é começar a se planejar com bastante antecedência. “É um evento que atrai pessoas de diversas partes do país e também turistas internacionais, logo a tendência é que a hospedagem e as passagens aéreas fiquem com um valor mais alto com a aproximação da data”, aponta. “Por isso, recomendamos que as pessoas planejem o passeio alguns meses antes”.

Gastronomia

É impossível falar de Belém e de todo o estado do Pará sem lembrar da gastronomia da região. A capital é sem dúvidas o epicentro da culinária local, que tem forte influência indígena. Para degustar uma culinária exótica, os turistas podem visitar os restaurantes na região central da cidade e experimentar pratos típicos como tacacá, a maniçoba, peixes da região com temperos diferenciados como açaí e castanha-do-pará. Outra atração da culinária paraense são as frutas como cupuaçu, tucumã, bacuri, murici, bacaba e pupunha, além do internacionalmente conhecido açaí.

Pé na areia

No Pará, a 1350 km de Belém, no município de Santarém, está localizado Alter de Chão, que já foi eleito pelo jornal The Guardian como um dos mais belos destinos de praia do Brasil. O local oferece cenários incríveis, onde os turistas podem apreciar as belezas do Rio Tapajós e Arapiuns em passeios de barco e lancha, curtir momentos de descanso nos bancos de areia branquinha e degustar a famosa culinária paraense, além de adquirir itens do artesanato local.

Alter do Chão, Pará. Foto: Divulgação/Agência Pará.

A melhor época para conhecer o destino é durante o período conhecido como ‘verão amazônico’, especialmente entre os meses de agosto e dezembro, quando o nível dos rios baixa, formando assim as famosas praias.

A Bancorbrás Turismo dispõe de pacotes de viagem para Belém do Pará. O viajante pode formatar o seu passeio conforme as suas necessidades e vontades. “Oferecemos todo o suporte antes e durante a viagem, para que aquele momento se torne inesquecível para o nosso cliente”, finaliza o diretor. A empresa, além de passagens aéreas e hospedagem, também oferece, como complemento de viagem, traslado do aeroporto, ingressos para atrações turísticas, seguro-viagem etc. Para mais informações basta acessar o site ou ligar para 3004 9912 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 729 9912 (demais localidades).

(Com Fernanda Nalon/Profissionais do Texto)

Sesc 24 de Maio recebe Orquestra dos Músicos de Rua com releituras de clássicos da música popular

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Walter Antunes.

No dia 7 de fevereiro, o Sesc 24 de Maio apresenta a Orquestra dos Músicos de Rua, um projeto que reúne artistas de rua e imigrantes para interpretar clássicos da música brasileira e latina. Com uma formação diversa, que inclui músicos paraguaios, japoneses, bolivianos, emboladores, violeiros e percussionistas de diferentes regiões do Brasil, a orquestra celebra a riqueza e a pluralidade cultural.

Composta por artistas que atuam nas ruas e comunidades imigrantes de São Paulo, a Orquestra dos Músicos de Rua oferece uma sonoridade que reflete a história viva da cidade, uma verdadeira fusão de culturas e influências musicais.

A orquestra foi criada em 2004 pelo compositor e saxofonista Lívio Tragtenberg, inspirado pelos sons das ruas e das comunidades imigrantes da capital paulista. O projeto teve sua estreia na inauguração da Sala Olido, da Prefeitura de São Paulo. O sucesso da apresentação motivou os músicos a seguirem com o projeto, que, em 2007, resultou no lançamento do álbum Neuropolis pelo Selo Sesc.

Acesse: orq.dasruas.sp

Veja: You Tube.

Serviço:

Orquestra dos Músicos de Rua – 20 anos  

Data: 7/2, sexta, às 20h

Local: Sesc 24 de Maio – Rua 24 de Maio, 109, São Paulo – 350 metros da estação República do metrô

Classificação: 12 anos

Ingressos: sescsp.org.br/24demaio ou pelo aplicativo Credencial Sesc SP – R$60 (inteira), R$30 (meia) e R$18 (Credencial Sesc).

Duração do show: 90 min

Serviço de Van: Transporte gratuito até as estações de metrô República e Anhangabaú. Saídas da portaria a cada 30 minutos, de terça a sábado, das 20h às 23h, e aos domingos e feriados, das 18h às 21h.

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sescsp.org.br/24demaio

Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo

350 metros do metrô República

Fone: (11) 3350-6300.

(Com Meyre Vitorino/Sesc 24 de Maio)