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Museu da Imigração recebe quinta edição do ‘Comida de Herança’

São Paulo, por Kleber Patricio

Crédito da foto: divulgação.

O festival Comida de Herança promove a 5ª edição nos dias 26 e 27, das 10h às 19h, no Museu da Imigração, em São Paulo, com a proposta Ressignificar e mais de 50 marcas autorais confirmadas em gastronomia, drinks e artigos para casa, além de programação de curso, oficina infantil e exposição artística interativa.

Conhecido, principalmente, pela curadoria selecionada de pequenos produtores com receitas gastronômicas passadas de geração em geração, o CH retorna ao local de sua 1ª edição, no Museu da Imigração, no bairro da Mooca, com um leque variado de alimentos feitos para consumo imediato e outros to go para serem degustados em casa.

No sábado, o professor e palestrante Alessander Guerra, do blog Cuecas na Cozinha e a fotógrafa Janice Prado ministram o curso Ressignificando seu produto – Marketing digital e fotografia, destacando estratégias para redes sociais, edição de fotos e produção de conteúdo à quem deseja alavancar seus negócios. São 10 vagas e duração de 8h.

Evento contará com um leque variado de alimentos feitos para consumo imediato e outros to go para serem degustados em casa.

Durante os dois dias de Comida de Herança, o projeto Ser Âmica será um dos destaques na curadoria do evento. Às 14h de cada dia, adolescentes em situação de vulnerabilidade social integrantes do projeto promovem oficina de cerâmica como instrumento de arte, baseada no conceito wabi-sabi. O valor de suas criações são revertidos integralmente a cada jovem autor do produto.

A programação infantil fica por conta do Pai Alkimiko, responsável pelos brinquedos infantis sustentáveis feitos com madeira de demolição e expostos para as crianças brincarem. Por fim, a artista plástica Winny Machado pintará a história dos expositores em madeiras reaproveitadas e estarão disponíveis para uso dos visitantes.

Expositores

Café Basílio Garcia, Delícias do Zinha, Puppo, Heborá Mel do Brasil, A Table, Julice Pães, Forno Fecchio, Café Alta Paulista, Albadawi, Fazenda Bela Vista, Azeite Carioca, Agroasmussen, Cristophe e Zeide, Refúgio do Shitake, Pão de Queijo da Cidade, Pancs, Limar Comida Arabe, Casinha Bistro, La Cuisine Crepes, Artesanais, Blood Steaks Burger, Da Villar, D Farm, Los Compadres, Farfalla, Mapuche, Real Bragança, Desenrolha, Priscila França Chocolates, Cannoleria Brasil, Receitas de Familia, Sara Accioly Chocolatière, Tasty Menu, Temano Molho Artesanal, Moelleux Sucre, Oficina Urutal, Cachaça Arete Elges, Unevie, Ae Ceramica, Delborgo, Da Mila, Mel da Serra, Thoro Pimenta, Zizi, Bianca Kovac Cerâmica.

Serviço:

5º Comida de Herança

Endereço: R. Visconde de Parnaíba, 1316 — Mooca, São Paulo/SP

Datas: 26 e 27 de outubro

Horário: 10h às 19h

Telefone: (11) 2692-1866

Entrada: R$5

@comidadeheranca.

Zuza Homem de Mello discorre sobre as divas da música brasileira sábado (26) em Sorocaba

Sorocaba, por Kleber Patricio

serão apresentadas as cinco cantoras que representam o anel de intérpretes excepcionais dos últimos anos: Elizeth Cardoso, Maria Bethânia, Gal Costa, Nana Caymmi e Elis Regina. Crédito da foto: Mirna Modolo.

A Metso Cultural – 13ª Temporada de Música Instrumental Brasileira de Sorocaba promove no próximo dia 26 de outubro, sábado, a palestra As Divas da Música Brasileira: Elizeth, Elis, Bethânia, Gal e Nana com Zuza Homem de Mello no Auditório Facens (Rod. Senador José Ermínio de Moraes, 1425 – Castelinho km 1,5 – Alto da Boa Vista), em Sorocaba. A apresentação acontecerá às 15h e terá duas horas de duração.

No encontro, serão apresentadas as cinco cantoras que representam o anel de intérpretes excepcionais dos últimos anos: Elizeth Cardoso, Maria Bethânia, Gal Costa, Nana Caymmi e Elis Regina. Amigo pessoal de todas elas, Zuza Homem de Mello descortina suas carreiras e obras, ilustrando as aulas com áudios e vídeo que provocam a sensação de reviver as performances de cada uma das divas brasileiras.

As inscrições são gratuitas e podem ser efetuadas via  Whatsapp (15) 3211-1360 (MdA International).

Zuza Homem de Mello

Zuza Homem de Mello é musicólogo, jornalista, radialista e produtor musical. Em 1957 e 1958, morando nos Estados Unidos, estudou na School of Jazz de Tanglewood, Massachussets, na Juilliard School of Music, em Nova York (musicologia) e na New York University (literatura inglesa) e estagiou na Atlantic Records. Há quase 60 anos dedica-se ao que há de melhor na música brasileira, o que inclui atuação como técnico de som da TV Record na sua fase dos musicais e dos festivais, idealização e comando do Programa do Zuza, diário na rádio Jovem Pan por 11 anos, atuação como crítico de O Estado de S. Paulo por 10 anos, idealização e comando da série semanal Jazz Brasil da TV Cultura, produção de espetáculos musicais e discos, curadoria de eventos e festivais, atuação como professor em cursos e palestras e autoria de diversos livros.

Informações: www.mdainternational.com.br e pelo telefone (15) 3211-1360.

Produtor responsável: Marco de Almeida marco@mdainternational.com.br.

Kinoplex inicia venda antecipada de ingressos para “Star Wars: A Ascensão Skywalker”

Cinema, por Kleber Patricio

Foto: reprodução/divulgação.

O Kinoplex começa nesta segunda-feira (21), às 21h, a venda de ingressos para um dos filmes mais aguardados de 2019: Star Wars: A Ascensão Skywalker. As entradas podem ser compradas nas bilheterias e terminais de autoatendimento dos cinemas participantes ou pelo site www.kinoplex.com.br.

Com estreia marcada para 19 de dezembro, A Ascensão Skywalker marca o fim da nova trilogia da saga iniciada em O Despertar da Força (2015). Na trama, passada após os acontecimentos de Star Wars: Os Últimos Jedi (2017), o conflito milenar entre a Ordem Jedi e os Sith continua. Poe Dameron (Oscar Isaac), Rey (Daisy Ridley), Chewbacca, BB-8, C-3PO e Finn (John Boyega) são sobreviventes da Resistência. Juntos, eles enfrentarão a Primeira Ordem, comandada por Kylo Ren (Adam Driver), em uma nova batalha épica pela liberdade da galáxia.

Trailer de Star Wars: A Ascensão Skywalker: http://bit.ly/35LDX7u.

7 mitos sobre o câncer de mama que precisam parar de circular

Outubro Rosa, por Kleber Patricio

(Divulgação)

Antes, eles eram espalhados no boca a boca ou em textos impressos que circulavam entre as mulheres; hoje, eles estão nas redes sociais e são compartilhados livremente em correntes e grupos de WhatsApp. Estamos falando dos boatos sobre o câncer de mama, que não ajudam em nada nas campanhas sérias de prevenção da doença – que causa mais de 450 mil mortes por ano no mundo, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde) e acomete principalmente as mulheres (a cada 100 mulheres com câncer de mama, um homem tem a doença).

“Esses mitos são como um bumerangue e sempre voltam a circular, não importa o que seja feito em termos de difundir informação verdadeira”, afirma Daniel Gimenes, oncologista do grupo Oncoclínicas, em São Paulo. Para o especialista, a maior dificuldade é convencer as pessoas de que elas não devem acreditar em qualquer coisa que leem. “O problema é que, de tanto receberem, elas acabam confiando naquilo e achando que é verdade. Uma mentira falada tantas vezes acaba parecendo uma verdade para elas”, diz.

A seguir, Gimenes esclarece os sete principais mitos sobre o câncer de mama que precisam parar de circular o quanto antes:

É preciso lavar os sutiãs com frequência para evitar o câncer de mama – A limpeza e a sujeira de sutiãs, tops ou quaisquer outras roupas usadas em contato com os seios não têm nenhuma relação com o câncer de mama. “As causas do câncer de mama são relacionadas a histórico familiar, questões hormonais, obesidade. Não existe fundamento em associar vestimentas à doença”, esclarece o oncologista.

O uso de sutiãs pretos em dias de sol aumenta o risco de câncer de mama – “Se isso fosse verdade, se descobririam cores que seriam benéficas e se curaria o câncer de mama com cromoterapia. Mas não é o caso. Nenhuma cor é relacionada com o desenvolvimento ou com a cura do câncer de mama”, diz Gimenes.

Usar sutiã para dormir aumenta o risco de câncer de mama – Não existe nenhuma ligação entre os tumores do câncer de mama e o fato de os seios estarem “livres” ou “presos” durante o sono.

Sutiãs com aro usados com frequência causam risco de desenvolvimento de tumor nas mamas – Mesmo que os aros de arame acabem machucando os seios por causa do contato, as eventuais feridas causadas por eles não se transformam em tumores, como o especialista explica: “O tumor ocorre como consequência de alterações genéticas que fazem as células se dividirem descontroladamente. É um processo interno”.

Expor os seios ao sol (topless) aumenta o risco de câncer de mama – Não há nenhuma relação entre o câncer de mama e a exposição ao sol. O oncologista alerta, porém, para o risco de câncer de pele nessa situação: “Se os seios forem expostos sem proteção solar passa a haver um risco de câncer de pele”. É importante, portanto, passar filtro solar nos seios – principalmente nos mamilos – e evitar a exposição direta aos raios do sol entre as 10h e às 16h.

Desodorantes antitranspirantes causam câncer de mama – “A relação entre câncer de mama e uso de desodorantes de todos os tipos é estudada há muitos anos e de maneira muito aprofundada e nunca se encontrou nenhuma evidência científica que ligasse antitranspirantes ou qualquer outro destes produtos às causas da doença”, afirma Gimenes.

Passar desodorante para dormir aumenta o risco de câncer de mama – Este é um hábito de muitas mulheres, que não precisam temer e podem continuar indo dormir perfumadas. A não relação entre o uso de desodorantes e o desenvolvimento de câncer de mama vale para todos os horários do dia e da noite, inclusive durante o sono.

Livro dá dicas de escrita para quem não quer ‘escorregar’ no Português

Curitiba, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Em 448 páginas, o livro Não Tropece na Redação (Bonijuris), de Maria Tereza Queiroz Piacentini, reúne tópicos preciosos que se apegam à clareza da língua e vão muito além das dúvidas ortográficas ou gramaticais. A obra será lançada no dia 31 de outubro, no Solar do Rosário, em Curitiba (PR).

Logo na apresentação de algumas das obras da professora Maria Tereza de Queiroz Piacentini, o leitor é brindado com uma pequena amostra do quanto a língua portuguesa é fascinante:

“O que fazer quando um verbo se junta a um substantivo formando uma palavra composta como no caso de vira-lata?”, indaga o escritor Sérgio da Costa Ramos. Parece complicado, mas não é: “o verbo fica como está, só as latas vão para o plural”, responde ele mesmo, recorrendo às páginas do livro Só Palavras Compostas, publicado por Maria Tereza em 2010.

Em Manual da Boa Escrita, lançado em 2014 pela autora, é a vez de Deonísio da Silva reafirmar a importância do trabalho da professora: “Cuidemos da língua de nosso convívio, aquela na qual amamos e trabalhamos, aquela à qual recorremos em todas as ocasiões”. Ou deveríamos.

A autora. Foto: divulgação.

Com Não Tropece na Redação (2019), que está sendo lançado pela Editora Bonijuris em edição primorosa, não é diferente. O também escritor Aristides Coelho Neto recorda “sova amiga” que recebeu de Maria Tereza ao afirmar vis-à-vis que a locução face a não existia. Ela devolveu, de pronto: “Se você encontra a expressão é porque existe!” Tal fato levou Coelho Neto a enxergar com clareza – talvez como nunca dantes – que o raciocínio cartesiano não se aplica bem no que se refere à “flor do lácio, inculta e bela”.

Maria Tereza não é marinheira de primeira viagem. Em 2000, ela reuniu em livro as mais de 300 colunas publicadas no site linguabrasil.com.br e as publicou sob o título Não Tropece na Língua, desde então renovado, adaptado, transmutado, atualizado e, com o advento do Acordo Ortográfico de 2009, adequado minuciosamente às novas regras.

Ideia de Jamil Snege

Que se conte uma curiosidade aqui: foi o escritor e publicitário Jamil Snege (1939-2003) quem sugeriu o nome Não Tropece… e a ele Maria Tereza aderiu entusiasticamente. Afinal, como diz a autora, o propósito do livro não era ensinar, criticar nem ficar apontando erros. “A ideia do tropeçar adequou-se ao sentido do que é escorregadela, embaraço, inconveniência, deselegância, lapso, engano, deslize, coisas que todos procuramos evitar, por certo.”

Não Tropece na Redação tem o mesmo propósito. Se bem que, como diz o nome, ele não se obrigue apenas a resolver dúvidas gramaticais ou ortográficas, mas a dar o embasamento necessário àquele que redige em língua portuguesa.

As seções do livro são pródigas naquilo que despertam de curiosidade e apego à clareza. Gravidez tem plural? Índios tupi ou índios tupis? Antes de mais nada é correto? Quando se deve iniciar um novo parágrafo?

Catarinense de Joaçaba, Maria Tereza de Queiroz Piacentini é formada em Letras e mestre em Educação pela UFSC. Em 1989, foi responsável pela revisão gramatical da Constituição do Estado de Santa Catarina. É autora de Português para Redação Empresarial (1987), Só Vírgula: método fácil em vinte lições (1996), Só Palavras Compostas (2000), Não Tropece na Língua (2012) e Manual da Boa Escrita (2014), entre outros.

Uma última questão: capitã ou capitoa? Ambas são corretas, mas a primeira soa bem melhor. Maria Tereza sabe disso.

Serviço:

Lançamento do livro Não Tropece na Redação, de Maria Tereza de Queiroz Piacentini

Dia 31 de outubro de 2019, das 16h às 18h30

Local: Solar do Rosário (Rua Duque de Caxias, 4 – São Francisco, Curitiba/PR

Mais informações: (41) 3323-4020.