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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Outback oferece combos com preços fixos e consumo à vontade em confraternizações de fim de ano

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

O Outback criou dois combos especiais para o fim de ano que incluem aperitivos, prato principal, bebidas não alcoólicas e chope, tudo à vontade. A partir de 8 de novembro, os 99 restaurantes da marca apresentam o Outback Celebration, ação especial para quem está planejando fazer as tão esperadas confraternizações. São duas opções de combos com preços especiais: R$85 ou R$92. Os itens contemplados nos menus podem ser consumidos com reserva antecipada para grupos que tenham no mínimo 12 pessoas durante o período de até duas horas.

A primeira opção de combo da novidade conta com quatro aperitivos: a icônica Aussie Cheese Fries®, a famosa cebola gigante dourada Bloomin’ Onion, as saborosas Kookaburra Wings® e a Billy Ribs. O combo conta ainda com refrigerantes, água, iced tea e chope de 340 ml à vontade – tudo a R$85 por pessoa.

A segunda opção traz um menu ainda mais completo – além dos aperitivos Aussie Cheese Fries®, Bloomin’ Onion e as Kookaburra Wings®, conta com as Chook’N Dillas, quesadillas recheadas com tiras de frangos temperadas, cobertas com bacon, champignons e mix de queijos. Aussie Beef Quesadillas, pétalas da Bloomin’ Onion com tiras de filet mignon, mix de queijos acompanhados com tomates e a famosa costela de porco Ribs On The Barbie. Sem falar nas refrescantes bebidas, também inclusas nesta opção com o valor de R$92 por pessoa.

A promoção é válida para grupos de no mínimo 12 pessoas, de segunda a quinta-feira (exceto feriados), das 15h às 17h, ou de acordo com a disponibilidade do restaurante escolhido. Para reservas, basta entrar em contato com o restaurante de preferência. A reserva dá direito a consumo dos itens durante duas horas.

Serviço:

Outback Iguatemi Campinas

Endereço: Av. Iguatemi, 777, Vila Brandina – Campinas/SP

Informações: (19) 3251-8350

Outback Parque D. Pedro

Endereço: Av. Guilherme Campos, 500, Jardim Santa Genebra – Campinas/SP

Informações: (19) 3756-9877

Outback Galleria Shopping

Endereço: Rod. D. Pedro I, km 131,5, Jardim Nilópolis – Campinas/SP

Informações: (19) 3207-1509

Outback Steakhouse Sorocaba

Shopping Center Iguatemi Esplanada – piso Sorocaba

Endereço: Avenida Professora Izoraida Marques Peres, 401 – Parque Campolim – Sorocaba/SP

Informações: (15) 3247-3559.

Edusp lança trilogia ‘Imagens da Mulher no Ocidente Moderno’

São Paulo, por Kleber Patricio

Fruto de oito anos de pesquisa da socióloga Isabelle Anchieta, a obra revela as ambiguidades e estereótipos da representação feminina. Crédito das fotos: Toni Yaa.

Remontar os primórdios da individualização e humanização da sociedade do Ocidente Moderno por meio das imagens da mulher – este foi o cerne do estudo realizado pela socióloga Isabelle Anchieta. Ao longo de oito anos, ela mergulhou em uma intensa pesquisa teórica e de campo, na qual se debruçou por pinturas, esculturas, panfletos noticiosos e filmes dos arquivos de bibliotecas da Alemanha e Suíça, museus da Europa e até dos estúdios de Hollywood. O resultado pode ser conferido em Imagens da Mulher no Ocidente Moderno, trilogia a ser lançada em 5 de dezembro pela Edusp, na Livraria da Vila (Alameda Lorena), em São Paulo.

“Elegi as imagens da mulher por serem ambíguas personagens que atraem, em torno de si, os mais contraditórios sentimentos sociais. Mulheres que nem sempre foram vítimas de suas representações. Conformadas em temíveis e atrativas imagens, elas também souberam fazer uso e proveito do fascínio que provocaram, invertendo os jogos de poder”, explica a autora.

Composta por três volumes, a obra de Isabelle Anchieta fundamenta e até se confunde com o início da cultura ocidental moderna e, não ao acaso, seu recorte temporal e geográfico é o Ocidente moderno. Entre as diversas imagens femininas, a socióloga priorizou aquelas que se popularizaram no Ocidente por meio de estereótipos: a bruxa, a índia tupinambá canibal, Maria, Maria Madalena e as estrelas hollywoodianas.

A autora Isabelle Anchieta.

É importante elucidar que autora não parte da premissa de que as mulheres foram a parte fraca ou oprimida do objeto de estudo. “Mais do que uma simples identificação de quem são os vilões, as vilãs e as vítimas, atentei para as contradições, o que escapa ao controle e às intenções dos atores e as ambiguidades próprias da representação da imagem da mulher. Uma alteridade que simultaneamente provoca atração e medo, no que denominei ‘marginal atrativa’. Difícil dizer, ao fim, quem controla quem, mesmo porque as imagens são animadas pelas relações”, enfatiza a autora.

“A pesquisadora se deslocou rumo às fontes originais e fez uma verdadeira peregrinação em direção às imagens, sem descurar jamais da materialidade das obras analisadas: o tamanho, os locais, o contexto e a autoria. O conjunto é robusto, inesperado e convence”, diz a historiadora e antropóloga Lilia M. Shwarcz, que assina a contracapa da obra.

A série abre com Bruxas e Tupinambás Canibais, no qual o leitor pode acompanhar a diabolização da imagem da mulher nos séculos XV e XVI por meio de um diálogo entre as bruxas e as índias tupinambás, figuras que tanto atormentaram e enfeitiçaram os homens na transição da Idade Média para a Idade Moderna.

No segundo livro, a autora traz a idealização e a emergente humanização da imagem feminina por meio de Maria e Maria Madalena, figuras que emprestam o nome à publicação, protagonistas que incorporam os mais diversos conflitos de ordem religiosa, moral e econômica. A socióloga traz, com elas, a ascensão e a crise da moralidade cristã entre a Idade Média e a Moderna.

Na remontagem histórica traçada pela socióloga, é posta em evidência a transição de “personagem a uma pessoa” vivenciada pelas mulheres. Segundo a autora, primeiro, elas lutaram para humanizar-se no fim da Idade Média, tentando desvencilhar-se de um destino de extremidades, no qual ou eram bruxas ou santas. “Descê-las do pedestal e retirá-las da boca do inferno foram os primeiros passos para que, enfim, a modernidade levasse sua encarnação a cabo”, explica.

O movimento seguinte foi o de individualização, com o desejo de ser única e reconhecível, tal qual estimavam as estrelas hollywoodianas que intitulam o terceiro volume – Stars de Hollywood. “Desde então, a mulher tem sido plural: mulheres. Existe apenas na forma particular que a encerra”, afirma Isabelle. A esse duplo movimento, que se entrelaça e se complementa, a autora atribui o termo individumanização.

“Nos três livros que compõem a série, Isabelle Anchieta inaugura, entre nós, um estilo de reflexão que explora as múltiplas possibilidades de interpretação das imagens na perspectiva sociológica. É uma obra originada no manejo da mais fina artesania”, pontua a socióloga Maria Arminda do Nascimento Arruda, em declaração para contracapa da trilogia.

Para facilitar a leitura dos três volumes separados ou na ordem que melhor convier ao leitor, a autora oferece uma apresentação geral que se repete nas publicações e oferece uma visão de conjunto das obras que integram a série. Além disso, cada volume contém, ainda, uma introdução e uma conclusão específicas, que conferem a ideia da unidade e do conjunto da obra.

Sobre a autora

Nascida em dezembro de 1978, em Belo Horizonte (MG), Isabelle Anchieta é Doutora em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP) e mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Foi a brasileira eleita na competição Mundial Jovens Sociólogos promovida pela ISA, com apoio da Unesco, em 2014 e em 2008 recebeu o prêmio Rumos Itaú Cultural como professora de jornalismo cultural. Lecionou na Newton Paiva, em Belo Horizonte e na Universidade Mackenzie, em São Paulo. Tem dois livros publicados, Sete Propostas para o Jornalismo Cultural (2009) e Mapeamento do Jornalismo Cultural. É colaboradora das revistas Sociologia e Mente e Cérebro, da Scientific American. Seus artigos são adotados em universidades de língua portuguesa como a Universidade de Coimbra, a Universidade da Madeira e a Universidade de Nova de Lisboa, em Portugal e também na Universidade Lusófona, em Cabo Verde.

Ficha técnica

Título: Imagens da Mulher no Ocidente Moderno

Box com três volumes: Bruxas e Tupinambás canibais, Maria e Maria Madalena e Stars de Hollywood

Autora: Isabelle Anchieta

Edição: Edusp

Valor: R$170

Volume 1: Bruxas e Tupinambás canibais

Páginas: 224

Valor: R$60

Volume 2: Maria e Maria Madalena

Páginas: 220

Valor: R$60

Volume 3: Stars de Hollywood

Páginas: 248

Valor: R$60.

Serviço:

Imagens da Mulher no Ocidente Moderno, de Isabelle Anchieta

Lançamento: 5 de dezembro, quinta-feira, às 18h

Com bate-papo da autora com Lilia Schwartz, Maria Arminda do Nascimento Arruda e Mônica Waldvogel

Aberto ao público

Local: Livraria da Vila Lorena

Endereço: Alameda Lorena, 1731 |Jardim Paulista, São Paulo/SP.

‘G10 das Favelas’ quer atrair investimento, protagonismo e inclusão social às comunidades brasileiras

São Paulo, por Kleber Patricio

Gilson Rodrigues, presidente da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis e do Fundo Social Comunidades: “As pessoas precisam parar de achar que quem vive em favela é ‘coitadinho’. Queremos mostrar que aqui dentro é possível ganhar e crescer. Não estamos em situação de ficar refém de ninguém; nem da polícia, nem de bandido, nem de político”. Crédito da foto: Alexandre Battibugli.

No dia 23 de novembro, a comunidade de Paraisópolis, em São Paulo, sediará a primeira edição do G10 das Favelas, evento com bloco de líderes e empreendedores de impacto social das favelas que reunirá forças em prol do desenvolvimento econômico e protagonismo das comunidades.

Entre os participantes do evento, estará Gilson Rodrigues, de 35 anos, presidente da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis, do Fundo Social Comunidades e um dos principais entusiastas do bloco. Segundo ele, a iniciativa tem o objetivo de inspirar o Brasil inteiro a olhar para a favela de uma maneira diferente. “As pessoas precisam parar de achar que quem vive em favela é ‘coitadinho’. Queremos mostrar que aqui dentro é possível ganhar e crescer. Não estamos em situação de ficar refém de ninguém; nem da polícia, nem de bandido, nem de político”, diz.

Segundo ele, o G10 está articulando uma agenda de reuniões com governadores de Estado, senadores e o presidente da República. “Além disso, pretendemos levar um grupo de líderes de comunidades para o Fórum Econômico Mundial que acontece em janeiro, em Davos e na reunião do G7, em março do próximo ano”.

Rodrigues tem o sonho de construir um banco comunitário com juros mais baixos para os moradores e dar acesso a maquininhas (de crédito e débito), conta corrente e cartão de crédito para os comerciantes locais. O G-10 das Favelas tem na lista as comunidades da Rocinha (RJ), Rio das Pedras (RJ), Heliópolis (SP), Paraisópolis (SP), Cidade de Deus (AM), Baixadas da Condor (PA), Baixadas da Estrada Nova Jurunas (PA), Casa Amarela (PE), Coroadinho (MA) e Sol Nascente (DF).

Lideranças

Para Reginaldo Lima, empreendedor e liderança do Complexo do Alemão, o evento traz em sua célula central a importância de unir potências. “Reuniremos as 10 maiores economias de favelas do País. Tenho certeza de que essa iniciativa representará uma ruptura no pensamento preconceituoso de que não há poder econômico em uma comunidade, diferente do oriundo do submundo da violência”, afirma.

De acordo com Cleide Alves, líder da comunidade Heliópolis, diante do crescimento do desemprego e falta de oportunidades, o G10 surge como um impulsionador na busca de investimentos e políticas públicas para o desenvolvimento local.

Já para William de Oliveira, mediador, ativista e empreendedor cultural da Rocinha, esse evento cria uma provocação para mostrar às pessoas que as favelas, independentemente de suas dificuldades, possuem pessoas que também têm talento para o empreendedorismo. “Aqui existe quem tenha potencial para deixar de ser empregado e ser empregador pelo talento que tem. Então, acho que o propósito, a proposta e a ideia deste evento é provocar estas pessoas a colocarem seu talento em prática e a aprender a empreender, mobilizar as favelas e mostrar o fortalecer o potencial que elas têm”, afirma.

Projetos selecionados

Na data, serão apresentados 16 projetos selecionados pelo Investe Favela, fundo criado a partir do investimento de empresários e gerenciado por líderes comunitários do Complexo do Alemão e de Paraisópolis, voltado a financiar startups de comunidades de todo o país. No mesmo evento, mais empreendedores das comunidades do G-10 poderão candidatar seus projetos de startups a financiamentos.

Serviço:

G10 das Favelas

23 de novembro

Das 9h às 17h

Rua Itamotinga, 41, Paraisópolis, São Paulo/SP

Ingressos custam de R$200 a R$400

Mais informações: canaltransformadores.com.br/slum-summit.

Roda de Conversa em Vinhedo abordará o uso medicinal da Cannabis

Vinhedo, por Kleber Patricio

Crédito da foto: Nebula Haze/Free Images.

Na próxima terça-feira, 19 de novembro, às 9h, acontecerá em Valinhos uma roda de conversa sobre o uso medicinal da cannabis com Raphael Bontempi Ferreira, advogado que estuda o tema e que defende que as pessoas devem ter acesso à informação e conhecer seus direitos sobre a utilização da cannabis medicinal.

Durante a roda de conversa, que será na Rua Papa Pio X, 169, Vila João XXIII, em Vinhedo, a mãe de uma criança que faz uso do medicamento fará um relato e estará à disposição para esclarecer e contar sobre os efeitos.

Dr. Raphael Bontempi Ferreira é advogado pela PUC-Campinas, bacharel em Administração de Empresas com ênfase em finanças, bacharel em Economia, mestre em Direito pela Universidade de Lleida/Inefc – Espanha, especialista em Direito Internacional e estudioso do tema da cannabis medicinal pela universidade de Oaksterdam/California – Estados Unidos.

Serviço:

Roda de Conversa: Tratamento com Cannabis Medicinal

Palestrante: Dr. Raphael Bontempi Ferreira

Dia: 19 de novembro de 2019, terça-feira

Horário: 9h

Endereço: Rua Papa Pio X, 169, Vila João XXIII, Vinhedo/SP

Entrada livre.

Unicamp Afro recebe grupo de colombianos para promover a vivência na cultura afro-colombiana

Campinas, por Kleber Patricio

Crédito da foto: divulgação.

O Projeto Otras Latinoamericas receberá na última semana de novembro um grupo de 7 agentes culturais colombianos para promover discussões e vivências na cultura afro-colombiana. As atividades fazem parte do Unicamp Afro, que promove uma série de atividades culturais e reflexivas durante todo o mês de novembro em referência ao mês da Consciência Negra.

Os agentes culturais oferecerão uma série de oficinas nos mais diversos eixos culturais e artísticos, todas de forma gratuita e a programação pode ser conferida abaixo. As inscrições devem ser feitas pelo link https://forms.gle/omVzk2ZwS4KxiRZ79.

Abertura do projeto acontece no dia 25

Otras Latinoamericas é um projeto da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Unicamp (ProEC), com execução da Diretoria de Cultura (DCult) e se insere como parte de uma política de desenvolvimento cultural que preza pela ampliação da diversidade e da diferença no ambiente universitário, a promoção de conhecimento e vivência com novos grupos culturais com os quais estamos pouco ou nada habituados, tornando-se, assim, uma  estratégia de aprendizado tanto para a formação cidadã quanto para a formação profissional e científica.

Neste sentido, esta política pauta-se em oferecer oficinas pelos agentes culturais convidados, visando promover a convivência mais detida com os grupos e as formas culturais que vierem a se fazer presentes na Unicamp, evitando-se que o contato cultural se dê exclusivamente como apresentações e exibições pontuais e priorizando a presença mais alongada destes grupos e formas culturais na Unicamp, promovendo contatos e aprendizagens mais sutis, integradas e duradouras.

O evento de abertura do Projeto Otras Latinoamericas ocorrerá no dia 25 de novembro, às 10h30, no Centro de Convenções da Unicamp e contará com breves apresentações dos agentes culturais colombianos dentro das propostas que serão depois ampliadas nas oficinas. A participação é aberta a todos os interessados.

https://www.dcult.proec.unicamp.br/noticias/otras-latinoamericas-colombia].

Steve Steele | Culinária

Biografia: Afro-antilhano, raizal de Santo André, Providência e Santa Catarina. Coordenador de UdeA Diversa na Universidad de Antioquia. Docente de Literaturas da África e do Caribe e Saberes e Pensamento Raizal na Universidad de Antioquia. Integrante do Coletivo de Jovens e Profissionais Raizais Di RUUTS Projek (Projeto Raízes).

Oficina: Mek wii put wan pat! (Expressão em língua crioula de Santo André e Providência que significa “Ponhamos uma panela juntos!”)

Objetivo: Proporcionar intercâmbios de saberes e sabores através das práticas culinárias da cozinha afro-antilhana a partir da preparação coletiva do rondón em sua variedade colombiana. O rondón é uma prática culinária ancestral concebida a partir da africania constitutiva das gentes que coabitam o Caribe; entre elas, os Raizais de Santo André, Providência e Santa Catarina. Esta preparação, em sua variedade raizal, envolve a toda a comunidade, conjuga sua história e seu modo de vida, nos remete a sua relação com o mar, com a terra e com todos seus frutos.

Haverá intercâmbios entre o saber e o sabor, entre a terra e o mar, entre uns e outros, entre umas e outras, desde a África matriz que nos habita e nos irmana.

Turma 1: 26/11, das 13h às 17h, na Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA)

Turma 2: 28/11, das 9h às 13h, no gramado em frente ao Centro de Convenções da Unicamp

Turma 3: 29/11, das 14h às 18h, na Gare do CIS-Guanabara.

Lina Marcela Echeverri | Dança

Biografia: Licenciada em educação básica em dança pela Universidad de Antioquia, técnica em dança folclórica tradicional colombiana pela Escuela Popular de Arte (EPA), professora de dança na Universidad de Antioquia no Programa de Saúde e bailarina de folclore colombiano no grupo de dança Guateque, faz parte do grupo de pesquisa em pensamento feminino afrolatinoamericano da Universidad de Antioquia, Cadeafro e Flor del Milho, tendo participado em processos de etnoeducação em dança no Valle del Patía Cauca, na Colômbia.

Oficina 1: OFICINA CARIBE Cumbia e danças de carnaval

Objetivo: Introduzir os participantes em alguns ritmos da Costa Norte de Colômbia, como a Cumbia e Danças de Carnaval, desde a rítmica e percussão corporal, os jogos da região e a técnica da dança.

Turma: 27/11, das 14h às 18h, na sala AD05 do Barracão do Instituto de Artes (IA).

Oficina 2: OFICINA PACIFICO: Abozao y currulao

Objetivo: Introduzir os participantes em alguns ritmos da Costa Pacífica da Colômbia, como o Abozao do Pacífico Norte e o Currulao do Pacífico Sul, desde os jogos da região e a técnica da dança.

Turma: 29/11, das 9h às 13h, na Gare do CIS-Guanabara.

Alicia Reyes | Música

Biografia: Comunicadora e cantautora integrante do grupo de “nova música colombiana” Majagua Ensamble. Estudante de mestrado em Estudos Latino-americanos na Universidade Federal de Integração Latino-americana (Unila), pesquisadora de mundos sonoros e transformações das práticas musicais nos contextos de guerra. Realizadora radial e apaixonada pelas músicas do Pacífico Colombiano.

Oficina: Cozinha de canções e corpos em movimento: Invocando nossas ancestrais para encontrar nosso som interior entre os ritmos do Bullerengue – 2 turmas

Objetivo: Criar uma composição coletiva que envolva música e dança, inspirada na sabedoria das mulheres que foram importantes em nossa história de vida, levando em conta as referências musicais do Bullerengue, ritmo do Caribe Colombiano e aqueles sons que tenham relação com as nossas ancestralidades.

Turma 1: 26/11, das 14h às 18h, na sala AD04 do Barracão do Instituto de Artes (IA)

Turma 2: 28/11, das 19h às 23 h, na sala ED03 da Faculdade de Educação (FE).

Fredy Florez Olívio | Artesanato

Biografia: Professor de bordador, artesão de madeira e instrutor de desenho artesanal. Único integrante homem do grupo Artesanías Choibá da cidade de Quibdó, fundado em 1998. Foi um dos primeiros alunos de bordado que as mulheres artesãs formaram nos bairros periféricos da cidade, com elas aprendeu o ofício. Há vários anos é professor, atualmente ministra semanalmente aulas sobre diferentes técnicas de bordado às/aos jovens do grupo Raíces y Alas, pertencentes aos bairros da Zona Norte de Quibdó.

Participou em feiras, cursos e/ou encontros a nível local e nacional em que o grupo Artesanías Choibá foi convidado. Entre eles, se destaca o curso “Bordado en seda” na Escola de Artes e Ofícios Santo Domingo, na cidade de Bogotá, no ano de 2006 e a participação anual na Feira Alternativa, Justa e Solidária, que é realizada na cidade de Quibdó e na qual se reúnem vários grupos de artesãos e artesãs da região do Meio Atrato para promover o consumo local e justo de produtos próprios do território.

Oficina: Bordar a vida. Uma viagem pelo rio.

Objetivo: A oficina tem como objetivo que os/as participantes se aproximem da linguagem têxtil como forma de narrar e construir memórias, compartilhando suas experiências e trajetórias de vida através do intercâmbio de saberes sobre técnicas de bordado sobre tela.

Turma 1: 26/11, das 14h às 17h, na Sala Multiuso 3 do CIS-Guanabara

Turma 2: 29/11, das 9h às 12h, na sala LAE, da Faculdade de Educação (FE).

Angela Mena | Literatura

Biografia: professora de etnoeducação, membro do Grupo de Estudos Afrodiaspóricos-Cadeafro. Coordenadora do Programa de Estudos Afrodescendentes da Universidade de Antioquia, pesquisadora e co-criadora de modelos pedagógicos e textos etnoeducacionais, formadora de docentes no Departamento de Pedagogia. Coordenadora do Centro de Pesquisa em Pensamento Feminino Afrolatinoamericano, em co-criação com o Quilombo de Flor de Milho, de Salvador, Bahia.

Com estas oficinas, se busca compartilhar a experiência de vida do literato Miguel A. Caicedo Mena e, através de sua obra poética, explorar e reconhecer a criatividade linguística do afro-latino (Colômbia-Brasil) e sua conexão com a linguagem africana (Bantú) para narrar a vida, como crítica e como elaboração do saber, fazer, pensar e sentir; que motivem a reflexão-ação dos participantes até a produção de materiais suscetíveis de serem utilizados na etno-educação afrodiaspórica. Por outro lado, estabelecer e estreitar laços de irmandade institucional para o desenvolvimento de projetos e processos de estudos Afro-diaspóricos.

Oficina 1: De onde eu venho. Falando com Miguel A. Caicedo Mena

Objetivo: Esta oficina tem como propósito localizar o contexto de enunciação dos participantes, ao mesmo tempo em que do autor Miguel Antonio Caicedo Mena, com a apresentação de sua vida e a motivação para sua descrição do mundo afro-chocoano.  A partir desta apresentação, provocar a reflexão sobre as semelhanças com o contexto brasileiro para a construção de oralidades próprias.

Turma: 26/11, das 14h30 às 18h30, na Sala Multiuso da Casa do Lago.

Oficina 2: De Áfricas para o Chocó. O crioulo afro-chocoano e a construção de identidade

Objetivo: Esta oficina é uma provocação para se refletir sobre dois assuntos: a) as relações de parentesco na cultura afro-diaspórica e a construção de laços identitários; b) explorar alguns fenômenos lingüísticos na poesía de Miguel A. Caicedo e sua relação com a oralidade africana (Bantú).

Turma: 27/11, das 13h às 17h, na Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA).

Ramón Perea e Ángela María Jiménez Cano | Audiovisual

Biografias: Ramon Perea é Criador do Consejo de Audiovisual Wida e do Consejo Audiovisual Afrodescendiente de Colombia e diretor do Ficca Kunta Kinte, Festival Internacional de Cine y Video Afro Kunta Kinte. Coordenador da Cátedra Popular Ana Fabricia Córdoba. Diretor Geral de Carabantu.

Ángela Jiménez é produtora e gestora cultural. Desenhista. Pesquisa gênero, imagem, representação em narrativas e construções no audiovisual e nas artes cênicas desde uma perspectiva antirracista. Participou em projetos de educação, direitos humanos e audiovisual. Produtora e membro do grupo artístico do Ficca Kunta Kinte. Integrante da Corporação Carabantú.

Oficina 1: Cartografias: Identidades Afro-diaspóricas na imagem e no audiovisual – 2 turmas

Objetivo: Construir narrativas visuais através da análise crítica e ética na história do cinema e das artes visuais negras, permitindo encontrar identidades e conexões na diáspora africana na América Latina através de ferramentas como a fotografia, gráficas coletivas, arquivo e videoclipe.

Turma 1: 28/11, das 9h às 12h, no Cinema da Casa do Lago

Turma 2: 28/11, das 14h às 17h, no Cinema da Casa do Lago

Oficina 2: Imagem, linguagem, poder e contra-narrativa

Objetivo: Construir narrativas visuais através da análise crítica e ética na história do cinema e das artes visuais negras, permitindo encontrar identidades e conexões na diáspora africana na América Latina através de ferramentas como a fotografia, gráficas coletivas, arquivo e videoclipe.

Turma: 29/11, das 9h às 12h, no Cinema da Casa do Lago.

Confira abaixo o endereço dos locais onde ocorrerão as oficinas:

Centro de Convenções da Unicamp (CDC): Av. Érico Veríssimo, 800, Cidade Universitária ‘Zeferino Vaz’, Barão Geraldo, Campinas/SP

Barracão do Instituto de Artes da Unicamp (IA): Rua Pitágoras, 338, Cidade Universitária ‘Zeferino Vaz’, Barão Geraldo, Campinas/SP

Faculdade de Educação da Unicamp (FE): Av. Bertrand Russell, 801, Cidade Universitária ‘Zeferino Vaz’, Barão Geraldo, Campinas/SP

Espaço Cultural Casa do Lago: Av. Érico Veríssimo, 1011, Cidade Universitária ‘Zeferino Vaz’, Barão Geraldo, Campinas/SP

CIS-Guanabara: Rua Mário Siqueira, 829, Botafogo, Campinas/SP

Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA): Rua Pedro Zaccaria, 1300, Limeira/SP.