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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Empresa se especializa em viagens para pessoas sozinhas

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

Nem sempre é fácil encontrar pessoas que queiram e possam compartilhar uma viagem. Seja pela falta de compatibilidade de agenda ou pelas diferenças das situações de vida, alguns indivíduos têm escolhido viajar sozinho. “Mas para aquelas que têm medo ou dúvidas, há a opção de viajar em grupos”, afirma Renata Guedes (48), proprietária da Single Trips, que mora em São Paulo há 20 anos.

A Single Trips é uma empresa especialista em criar roteiros de viagem personalizados em grupos para pessoas viajarem sozinhas, mas com companhia. O grande diferencial é que a não se trata de uma agência de viagem. A empresa se preocupa em entregar roteiros que oferecem conforto, qualidade, segurança e experiências; ou seja, ao invés de apenas conhecer os pontos turísticos, há uma preocupação em marcar positivamente a vida das “singles” – carinhosamente assim chamadas.

Como os roteiros são personalizados, existe todo um cuidado para oferecer experiências únicas e que fazem parte da cultura local do destino. Entre as que já ocorreram, estão aula para aprender produzir bebida típica no Peru e o famoso sushi no Japão, mas já houve muitas mais.

Criação

A Single Trips foi criada por Renata Guedes, uma fisioterapeuta que desde criança é encantada por viajar. Já adulta, se viu na difícil situação de um término de um longo relacionamento, mas sabia que a paixão por viajar se mantinha intacta. Resolveu viajar, porém sentiu na pele a dificuldade de encontrar roteiros que se adequassem ao momento da vida que estava passando – todos eram destinados a famílias ou casais. Além disso, se viu sozinha por não ter com quem pudesse compartilhar a viagem.

Foi então que viu uma grande possibilidade e fundou a agência. O resultado foi tão positivo que, após quatro viagens nesse estilo de roteiro, percebeu que poderia fazer mais. Como sentiu na pele todas as angústias, sabia como tratar as pessoas e planejar os roteiros, já que sempre foi apaixonada – sabia que poderia entregar mais do que o mercado já oferecia e trocou a carreira de fisioterapeuta para se dedicar de corpo e alma a mudar a vida das pessoas. Desde então, já foram realizados mais de 500 encontros e mais de 3 mil vidas mudadas nesses quatro anos.

Entretanto, Renata percebeu que podia fazer mais. Sempre atenta aos anseios das singles e às novidades no mercado, resolveu segmentar ainda mais o seu público. Agora, a Single Trips recebe solteiros ou quem está sozinho por falta de companhia, mas realiza roteiros pensados para singles acima de 35 anos.

Roteiros

Os mais de 1000 roteiros que já ocorreram estão divididos entre eventos de um único dia, viagens de fim de semana e outras que têm uma duração maior. Os destinos são variados. E um especialista da equipe sempre faz o roteiro para testar antes do grupo. Dessa forma, a qualidade é garantida.

A Single Trips cuida de toda a parte operacional e burocrática. Só cabem as singles aproveitarem a viagem e estarem atentas às recomendações da empresa, que, por sinal, oferece todo suporte necessário na viagem, seja com concièrge e/ou guia local.

Serviço:

Single Trips

Rua Diana, 89 sala 16 – Perdizes, São Paulo/SP

(11) 2592-1971

www.singletrips.com.br.

Cineclube Indaiatuba exibe “Adam” na terça (28)

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Produção foi a indicação do Marrocos para a categoria de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar 2020. Foto: reprodução/divulgação.

Na próxima terça-feira, 28 de janeiro, a Topázio Cinemas irá exibir Adam, da diretora marroquina Maryam Touzani (de Primavera em Casablanca), na sessão Cineclube Indaiatuba.

No longa-metragem, Abla é uma viúva e mãe de uma menina de dez anos de idade. Batalhando para sobreviver e conseguir um bom futuro para a filha, ela começa um negócio vendendo pães e doces marroquinos. Quando uma jovem grávida aparece em sua porta buscando refúgio, ela se vê obrigada a repensar seu estilo pragmático de maternidade e tem sua vida mudada completamente.

Adam foi exibido na mostra Un Certain Regard, paralela à seleção oficial do Festival de Cannes, em 2019. Além disso, foi selecionado pelo Marrocos para uma vaga na categoria de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar 2020.

O filme será exibido na terça-feira, 28 de janeiro, às 19h30 no Cine Topázio do Shopping Jaraguá Indaiatuba e terá reprise no sábado, 1º de fevereiro, em horário a ser definido e divulgado. Para a sessão Cineclube, o ingresso tem valor único de R$10,00 por pessoa.

Serviço:

Sessão Cineclube Indaiatuba

Filme: Adam – drama – 12 anos – 98 min.

Local: Topázio Cinemas – Shopping Jaraguá Indaiatuba

Data: 28 de janeiro de 2020

Horário: às 19h30

Ingresso único: R$10,00 por pessoa

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=2iqM67Dyc_A.

Fundação Bienal anuncia programação da 34ª Bienal de São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Adrián Balseca – “El Cóndor pasa”, 2015 – Still de vídeo – Vídeo digital, 8’29” (loop). Cortesia do artista.

Concebida como uma polifonia de vozes e visões a partir da produção artística contemporânea, a 34ª Bienal de São Paulo – Faz escuro mas eu canto pretende reivindicar o direito à complexidade e à opacidade, tanto das expressões da arte e da cultura quanto das próprias identidades de sujeitos e grupos sociais. Para tanto, a edição adota um novo formato, que propõe criar uma multiplicidade de situações distintas em que possa se dar o encontro entre obras de arte e público. Com esta estratégia, a equipe curatorial, formada por Jacopo Crivelli Visconti, Paulo Miyada, Carla Zaccagnini, Francesco Stocchi e Ruth Estévez, salienta o quanto as interpretações e significações atribuídas às obras são elásticas e influenciadas, entre outros fatores, pelos diálogos possíveis com os trabalhos exibidos ao seu redor.

Além de se alongar no tempo, com a realização de mostras individuais e eventos performáticos no Pavilhão da Bienal já a partir de 8 de fevereiro, a 34ª Bienal também se expande no espaço, ao trabalhar com 25 instituições da cidade de São Paulo. A ampla rede de parcerias institucionais da Fundação Bienal de São Paulo – cultivadas ao longo dos anos e motivadas pela potência e riqueza possibilitadas pelo diálogo e por colaborações – é, nesta edição da mostra, aprofundada, passando a englobar, para além das relações institucionais, uma malha de relações artísticas e curatoriais.

Na maior parte dos casos, a parceria consiste em exposições individuais realizadas em instituições da cidade. Essas mostras oferecem ao público uma oportunidade para construir leituras aprofundadas de artistas que participam da grande coletiva que ocupa o Pavilhão da Bienal a partir de setembro – onde os trabalhos se encontram em diálogo com outros artistas e debates. Assim, cerca de um quarto dos artistas que poderão ser vistos na mostra coletiva da 34ª Bienal integram essa rede expositiva, que resulta de meses de diálogo entre gestores e curadores dos diferentes espaços, além de curadores convidados. Há, também, casos em que as colaborações assumem outros formatos, como um programa de vídeo e um seminário internacional. “Localizada no complexo cultural do Parque Ibirapuera e com sua origem entrelaçada com a de outras instituições, como o MAM e o MAC, a Fundação Bienal já nasceu com uma forte vocação para o estabelecimento de conexões. A 34ª Bienal acontece, então, como fruto do encontro e da potencialização mútua entre projeto curatorial e atuação institucional e pelo reconhecimento de que é preciso, hoje mais do que nunca, ressaltar a importância do diálogo e das relações entre diferentes”, afirma José Olympio da Veiga Pereira, presidente da Fundação.

Carmézia Emiliano – “Uma vaca para o índio”, 2013 – óleo sobre tela – 60 x 70 cm – Foto: Marcio Lavor. Cortesia: Acervo da Galeria Jaider Esbell de Arte Indígena Contemporânea.

A 34ª Bienal se estrutura justamente a partir das múltiplas relações que se instauram entre questões artísticas e institucionais num evento desse porte. “Todos os artistas exibidos nas instituições parceiras também estarão presentes no Pavilhão da Bienal a partir de setembro, mas a experiência do encontro com suas obras por parte dos visitantes, em cada um dos casos, será imensamente diferente. E é nessa multiplicidade de relações possíveis e em constante transformação que esta edição da Bienal encontra um de seus norteadores centrais”, afirma Jacopo Crivelli Visconti, curador geral desta edição.

Paulo Miyada, curador adjunto, complementa: “São Paulo é uma metrópole complexa em que coabitam muitos públicos. Ao mobilizar essa rede de parcerias, a Bienal ganha oportunidade de aproximar-se de outros contextos urbanos e dos públicos que cada instituição cultiva cotidianamente. Os visitantes de espaços muito variados serão instigados a visitar a Bienal para reencontrar a obra de um artista em um diálogo expandido, ou, ao contrário, os visitantes da Bienal poderão se sentir compelidos a conhecer um espaço cultural novo caso desejem um mergulho mais longo na produção de um artista”.

Rede de instituições parceiras (confira aqui a programação completa):

Casa do Povo

Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo

Centro Cultural São Paulo

Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes

IAC – Instituto de Arte Contemporânea

Instituto Bardi / Casa de Vidro

IMS Paulista

Instituto Tomie Ohtake

Itaú Cultural

Japan House São Paulo

Museu Afro Brasil

Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE)

Museu da Cidade de São Paulo: Capela do Morumbi

Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP)

Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP)

Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM São Paulo)

Museu Lasar Segall

Oficina Cultural Oswald de Andrade

Paço das Artes

Pinacoteca de São Paulo / Estação

Pivô

Sesc Pompeia

Sesc Carmo

Sesc Interlagos

Videobrasil

No Pavilhão da Bienal

No Pavilhão da Bienal, como anunciado previamente, além da mostra coletiva que acontece de setembro a dezembro, exposições individuais e eventos performáticos são apresentados a partir de fevereiro. Todas as atividades têm entrada gratuita.

Ximena Garrido-Lecca

exposição individual

8 de fevereiro a 15 março

Neo Muyanga

performance

8 de fevereiro de 2020, 11h

Clara Ianni

exposição individual

25 de abril a 8 de junho de 2020

León Ferrari

performance

25 de abril de 2020

Deana Lawson

exposição individual

25 de julho a 23 de agosto de 2020

Hélio Oiticica

performance

5 de setembro de 2020

Exposição coletiva

5 de setembro a 6 de dezembro de 2020

34ª Bienal de São Paulo – Faz escuro mas eu canto

Equipe curatorial

Curador geral: Jacopo Crivelli Visconti

Curador adjunto: Paulo Miyada

Curadores convidados: Carla Zaccagnini, Francesco Stocchi e Ruth Estévez

Curadora convidada para publicações: Elvira Dyangani Ose, diretora do The Showroom, Londres.

Fundação Bienal de São Paulo
Parque Ibirapuera · Portão 3 · Pavilhão Ciccillo Matarazzo · São Paulo · SP · Brasil
www.bienal.org.br
T +55 11 5576-7600

Starbucks® lança café da República Dominicana

Brasil, por Kleber Patricio

Notas de chocolate e passas secas podem ser encontradas neste café, que já está à venda em todas as lojas do país. Foto: divulgação.

Desde a abertura de suas portas em 1971, o café tem sido a principal paixão e inspiração da Starbucks, sendo a alma e o coração da marca, que surpreende mais uma vez ao lançar o Starbucks™ Single Origin República Dominicana, o primeiro café da marca proveniente desse país. Com o lançamento, a marca celebra a cultura do café da ilha do Caribe, enquanto reafirma seu compromisso de oferecer aos clientes os melhores cafés disponíveis em todo o mundo. “Temos muito orgulho de que todos os dias os nossos clientes possam encontrar o melhor do café em todas as nossas lojas. E reafirmando o nosso compromisso em ser uma marca inovadora, por meio deste lançamento queremos convidar as pessoas a experimentarem e desfrutarem de cafés de outras regiões, permitindo que elas fortaleçam seu conhecimento e paixão pelo café, tornando a Experiência Starbucks mais completa e especial”, explica Sandra Collier, head de marketing e categorias da Starbucks Brasil.

Desde o início de sua história, a Starbucks visita regiões distantes do mundo, em cerca de 30 países, para obter os melhores grãos de café 100% arábica disponíveis em alta altitude e que atendem ao seu mais alto padrão de qualidade. Sem dúvida, a região da América Latina se tornou uma importante região de fornecimento, pois a Starbucks orgulhosamente fornece café de países como Brasil, Colômbia, Costa Rica, México, Panamá e Porto Rico, entre muitos outros, e hoje, a República Dominicana se junta a esta lista.

Mergulhe no sabor da República Dominicana

Cada grão de café possui características distintas de sabor da sua região de origem que é influenciado pelas condições específicas de cultivo de cada região – solo, temperatura, altitude e quantidade de chuva e sol podem afetar o sabor que os clientes apreciam em cada xícara. Em pequenas fazendas na região exuberante e ensolarada de Cibao, o café da República Dominicana prospera e é graças às características dessa região que chocolate e passas secas podem ser encontrados em cada gole deste café; perfeito para deliciar os paladares mais exigentes. Para aproximar ainda mais os clientes dessa experiência caribenha, a ilustração apresentada na embalagem celebra a diversificada e abundante flora e fauna do Caribe. A obra de arte apresenta uma baleia jubarte, já que as águas costeiras perto de onde esse café é cultivado atraem milhares delas todos os invernos.

“Na Starbucks, temos muito orgulho de oferecer, pela primeira vez, este maravilhoso café da República Dominicana, disponível em dez países da região da América Latina e do Caribe. Esperamos que partners e clientes desfrutem deste café doce, suave e equilibrado”, comenta Mary Mayorquin, gerente sênior de desenvolvimento da estratégia global de café. “Nosso objetivo com esse grão de origem única era capturar sua própria beleza e os sabores únicos em que é cultivado, para que os clientes possam desfrutar enquanto tomam uma xícara de café a caminho do trabalho ou simplesmente em um momento de relaxamento”, comemorou Mayorquin.

Este café de corpo médio, doce e equilibrado, com torrefação média, já está disponível em todas as 127 lojas da marca no país por tempo limitado e pode ser apreciado por clientes nas Bahamas, Chile, México e Porto Rico, entre outros.

Editora Planeta lança único livro escrito integralmente em Auschwitz

Literatura, por Kleber Patricio

Fac-símile da capa.

“Pareceu-lhe uma maldade incompreensível que ele não tenha compartilhado o mesmo destino dos outros. Mas ele pensou nas palavras daquela garota em No pasarán: ‘Tenho que continuar vivendo para contar sobre isso, para contar a todos, para convencer as pessoas de que aconteceu de verdade…’“.

Em ocasião dos 75 anos da libertação de Auschwitz, que ocorre em 27 de janeiro, a Editora Planeta lança no Brasil Última parada: Auschwitz, considerado o único material escrito integralmente no campo de extermínio. Lançado em outros 20 países, o livro traz as memórias de Eddy de Wind, médico judeu que viveu no local, registradas após a fuga dos nazistas do campo em 1945. Eddy se escondeu e, com chegada dos soviéticos a Auschwitz, passou a dividir sua rotina entre cuidar dos soldados e dos sobreviventes e produzir o relato deste livro, no qual registrou todas as atrocidades que presenciou ao longo do período em que foi prisioneiro.

O manuscrito a lápis e com letras pequenas, no qual Eddy compartilha suas memórias em terceira pessoa, usando o personagem Hans para contar sua própria história como maneira de atenuar o sofrimento vivido, ganhou os olhos do mundo quando Melcher de Wind, filho de Eddy, decidiu enviar a uma exposição sobre Auschwitz em 2018. A partir daí, editoras do mundo todo resolveram publicar o relato. O diário havia sido publicado originalmente em 1946, na Holanda, por uma editora que encerrou as atividades logo em seguida.

Em 1943, Eddy de Wind se voluntariou para trabalhar em Westerbork, o campo de trânsito para a deportação de judeus localizado no leste da Holanda, com a promessa de que sua mãe seria isenta de deportação em troca de seu trabalho, sem saber na verdade que ela já tinha sido mandada para Auschwitz. No campo, ele conheceu uma jovem enfermeira judia chamada Friedel, com quem se casou. Algum tempo depois, eles foram transportados num trem de carga para Auschwitz, onde foram separados: Friedel foi para a ala onde ficavam os prisioneiros destinados aos experimentos médicos do Dr. Mengele e Eddy ficou encarregado de ajudar a cuidar de prisioneiros políticos.

Nessa nova vida, cada dia se tornava uma batalha pela sobrevivência. Para Eddy, isso significava enfrentar a violência dos guardas. Para Friedel, era sofrer e resistir aos experimentos médicos de Joseph Mengele. No meio de tudo, eles ainda se mantiveram unidos, passando bilhetes pela cerca, às vezes roubando um breve abraço à custa de algum suborno. Em Última parada: Auschwitz, Eddy compartilha com os leitores sua história de amor e sobrevivência em meio ao horror vivido no campo. O livro traz também fotos do prisioneiro antes, durante e depois da guerra.

Sobre o autor

Eddy de Wind (1916-1987) foi o último médico judeu a formar-se na Universidade de Leiden, na Holanda, durante a Segunda Guerra Mundial. Ofereceu-se para trabalhar no campo de trabalho de Westerbork, com a falsa impressão de que a sua mãe, que havia sido levada pelos alemães, seria salva da deportação. Lá, ele conheceu e casou-se com a sua primeira esposa, Friedel. O casal foi deportado para Auschwitz em 1943. De Wind retornou à Holanda no verão de 1945 e especializou-se como psiquiatra e psicanalista. Em 1949, publicou Confronto com a Morte, o seu famoso artigo no qual introduziu a ideia da síndrome do campo de concentração.

Ficha técnica

Título: Última parada: Auschwitz – Meu diário de sobrevivência

Autor: Eddy de Wind

Páginas: 240

Preço: R$44,90

Editora Planeta.