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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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“Quando tudo isso passou”: Curta metragem de animação integra Força Tarefa Unicamp contra Covid-19

Campinas, por Kleber Patricio

Imagem do livro “Quando tudo isso passou”. Foto: divulgação.

O Instituto de Artes da Unicamp e o Núcleo de Cinema de Animação de Campinas (NCAC) se juntaram à Força Tarefa Unicamp contra a Covid-19 e produziram o curta-metragem Quando tudo isso passou, um desenho animado com reflexões sobre a pandemia do coronavírus.

O curta-metragem traz a história de uma cientista que busca o remédio para doença, mas que, além da pesquisa e das questões ligadas à saúde física e hábitos de higiene, reflete sobre como a solidariedade, compreensão e o amor são essenciais em tempos de pandemia. O filme está disponível no canal da TV Unicamp no Youtube, no link https://youtu.be/9a4QI7aTq4Y.

O texto é do próprio diretor, Wilson Lazaretti, professor do Instituto de Artes da Unicamp, com contribuições de oito ex-alunos do animador, estudantes principalmente do curso de Artes Plásticas da universidade, com cada um trabalhando remotamente de sua casa. A produção é de Maurício Squarisi, do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas. Uma das envolvidas é a jovem Isabella Brum, 20 anos, estudante do segundo ano de Artes Visuais da Unicamp. “A gente trata deste tema do coronavírus de uma forma um pouco mais lúdica. É um vídeo com um caráter mais esperançoso, para levar uma luz para as pessoas”, comenta ela, que vê no projeto também uma oportunidade de evoluir e aprender mais a técnica da animação.

Força Tarefa Unicamp contra Covid-19

A Força Tarefa Unicamp contra a Covid-19 é uma iniciativa da Universidade Estadual de Campinas que coloca a serviço da sociedade sua infraestrutura e todo o recurso humano e financeiro na luta contra um dos maiores males da história da humanidade. Hoje, a Força Tarefa Unicamp contra a Covid-19 trabalha arduamente junto aos governos municipal, estadual e federal para conseguir os recursos necessários para ampliar cada vez mais sua capacidade de atuação. Para saber mais: http://www.ftcovid19.unicamp.br/index.html.

Núcleo de Cinema de Animação de Campinas: atuação virtual reforçada durante a quarentena

Imagens do livro “Manual do Pequeno Animador”. Foto: divulgação.

Com mais de 45 anos de atuação, o Núcleo de Cinema de Animação de Campinas, dirigido por Wilson Lazaretti e Maurício Squarisi, mantém as atividades a todo vapor, respeitando o isolamento social e recorrendo ao ambiente virtual. Além do envolvimento com o curta-metragem Quando tudo isso passou, há novidades que incluem curso de animação online e lançamento de livro.

O codiretor do Núcleo, Maurício Squarisi, lançou um curso online de desenho animado autoral que permite que os alunos criem sua própria produção de animação. Disponível na plataforma da Diálogo Produções Culturais, as aulas totalizam 90 minutos, incluindo uma aula de apresentação inicial gratuita. O curso é recomendado para pessoas acima de 12 anos e não é necessário ter nenhuma experiência nem com desenho, nem com animação, porque é esse traço pessoal que será aplicado na criação de seu filme.

Esta metodologia própria desenvolvida pelo Núcleo, aliás, é a base do livro Manual do Pequeno Animador, recém lançado por Wilson Lazaretti. Após uma campanha de financiamento coletivo no início do ano, o livro, escrito pelo fundador e codiretor do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas, Wilson Lazaretti, está disponível para venda pelo site https://ncaonline.lojaintegrada.com.br/manual-do-pequeno-animador.

O Manual do Pequeno Animador traz questões da arte da animação, mais filosóficas do que propriamente técnicas, que refletem uma metodologia própria construída por Lazaretti em seu trabalho ao lado de Maurício Squarisi nos 45 anos do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas, presente tanto nas dinâmicas de suas oficinas, quanto nos trabalhos autorais de seus dois diretores. “É um manual sobre parte do que se aprende e sobre parte do que se ensina sobre animação e desenho animado”, comenta Wilson Lazaretti, que intercala na obra comentários sobre o nascimento da animação e sua evolução, a linguagem do cinema e algumas questões técnicas sobre o desenho, entre outros tópicos, com narrativas baseadas nas mais de 2500 oficinas de animação que o Núcleo de Cinema de Animação de Campinas realizou mundo afora transformadas em fábulas. O livro ganhou a importante contribuição da animadora búlgara Radostina Neykova, que fez as ilustrações.

Durante o mês de fevereiro deste ano, a campanha de financiamento coletivo para o Manual do Pequeno Animador funcionou como uma pré-venda do livro. O lançamento oficial seria no Monstra, o Festival de Animação de Lisboa, em Portugal, mas devido à pandemia, o evento foi suspenso; então, por enquanto, as vendas estão concentradas na internet.

Saiba mais sobre o Núcleo Cinema de Animação de Campinas

Maurício Squarisi e Wilson Lazaretti têm uma longa trajetória na animação. Juntos, fundaram em 1975, o Núcleo de Cinema de Animação de Campinas, entidade que dirigem até hoje e conquistou um importante lugar no cenário da animação brasileira, produzindo um gênero de animação voltado exclusivamente para a produção independente. As oficinas de animação do Núcleo já foram ministradas para crianças, jovens e adultos em quase todo o território brasileiro, além de Argentina, Portugal, Dinamarca, Suécia e Estados Unidos, entre outros países. Para saber mais, basta acessar o blog do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas, pelo link http://nucleodeanimacaodecampinas.blogspot.com/.

Confira:

Quando tudo isso passou: Animação de alunos da Unicamp sobre coronavírus: http://www.ftcovid19.unicamp.br/index.html

Livro Manual do Pequeno Animador: https://ncaonline.lojaintegrada.com.br/manual-do-pequeno-animador

Curso on-line de desenho autoral: https://dialogosproducoes.com/courses/curso-de-desenho-animado-autoral-com-mauricio-squarisi/

Blog do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas: http://nucleodeanimacaodecampinas.blogspot.com/.

“Edifício Itália”: um livro sobre urbanismo e cultura

São Paulo, por Kleber Patricio

Crédito da foto: Fábio Knoll.

Um dos arranha-céus mais importantes da cidade de São Paulo é também uma obra de arte em meio ao caos da megalópole mais conhecida do Brasil. O Edifício Circolo Italiano ganha o livro Edifício Itália, com fotos e textos inéditos, publicado pela Editora KPMO Cultura e Arte.

A ideia partiu da mudança do reconhecido escritório de arquitetura Pitá para o marco arquitetônico e, a partir da emoção de estar no gigante da arquitetura construído por Franz Heep, resolveram presentear os paulistanos com o resgate de todo o processo de consolidação urbana e aspectos da história social, legal e arquitetônica do Edifício Itália.

A publicação parte da presença da comunidade italiana em São Paulo, em um texto assinado por Keila Prado Costa (FFLCH-USP e KPMO), passando pelos meandros do concurso que elegeu o projeto como vencedor, com detalhes inéditos revelados pela pesquisa de Anat Falbel.

Capa do livro. Foto: divulgação.

O edifício, que fica em uma das esquinas mais conhecidas da cidade de São Paulo – a Avenida Ipiranga com a São Luís –, não é só mais um prédio construído na conhecida selva de pedra. O projeto é inovador e foi apresentado no contexto de um concurso para nova sede do Circolo Italiano, numa região onde outras construções contemporâneas transformaram as relações na cidade, como Galeria Metrópole, Galeria Zarvos e, claro, a Galeria do Edifício Itália.

A Diretoria retoma o antigo projeto de 13 anos de demolir o prédio e em seu lugar levantar um moderno edifício. Os desenhos, as anotações e correspondências, quase esquecidos nas gavetas e prateleiras, são desarquivados e passam a ganhar importância. A edição ilustrada proporcionará ao leitor uma viagem pela arquitetura paulista dos anos 60, conta com orelha do Prof. Dr. Paulo Bruna (FAU-USP) e tem prefácio assinado pelo Prof. Dr. José Eduardo de Assis Lefèvre (FAU-USP). As ricas narrativas ganham ainda mais significado por meio de mais de 190 fotografias, imagens, plantas de arquitetura e ilustrações que revelam múltiplas belezas e gerações.

Editora: KPMO Cultura e Arte

Patrocínio: Pitá Arquitetura

Apoio Cultural: Refúgios Urbanos

Textos: Anat Falbel e Keila Prado Costa

Orelha: Paulo Bruna

Prefácio: José Eduardo de Assis Lefèvre

Direção de arte e pesquisa iconográfica: Marcello de Oliveira

Ano: 2020

Número de páginas: 176

Medidas: 23×28 cm.

Fatos que você provavelmente desconhece sobre o Edifício Itália

– Em novembro de 1968, a rainha Elizabeth II visitou o local e registrou sua visita.

– O edifício é um marco em relação à volta da diplomacia entre o Brasil e os italianos que nele viviam.

– A dinamicidade do conjunto e a ilusão de movimento resultam da combinação do deslocamento do bloco principal na direção do cruzamento das avenidas, secundado pelo bloco menor nas franjas da laje e do volume do primeiro.

– Enquanto acontecia a reunião sobre o concurso que deu origem ao prédio, o visionário Heep desenhou em um bloquinho uma elipse gorda e dispensou o quadrado ou mesmo qualquer outra forma casual de esboço, que é exatamente o formato que ficou.

– O Restaurante [Terraço] Itália foi fruto de um presente para a cidade, do imigrante Evaristo Comolatti, fundador do grupo Comolatti, que havia ganhado muito dinheiro no Brasil.

Selo SESC promove jam sessions virtuais

São Paulo, por Kleber Patricio

Durante a pandemia de Covid-19 e com as medidas de distanciamento social, a música vem se mostrando uma forte aliada para superar o isolamento. Pesquisas têm identificado sensíveis mudanças nos hábitos de consumo dos usuários das plataformas de streaming – em meio a um ambiente cercado de informação desenfreada e picos de ansiedade, nestes novos tempos tem-se escutado mais música, uma forma de respiro diário para o cotidiano árido. Em paralelo, com a impossibilidade de se apresentar em shows ou se reunir com facilidade em estúdios, músicos, compositores e instrumentistas têm encontrado outras formas de dar vazão à criatividade, mostrando resultados inesperados e surpreendentes, seja levando seus repertórios ao público através de lives ou colaborando à distância em produções feitas em casa. Singles e álbuns feitos em quarentena provam que o talento é um valor que não se confina.

É assim que surge a série Não Repare a Bagunça, do Selo SESC, com lançamento marcado para o dia 23 de julho em seu canal do Youtube (youtube.com/seloSESC) e também no SESC Digital (SESCsp.org.br/nrb), plataforma de conteúdos digitais recém-lançada pelo SESC São Paulo. Com atualizações às quintas-feiras, sempre às 17h, o Selo promove uma série de jams virtuais envolvendo compositores e instrumentistas de diversos lugares do Brasil e de universos musicais variados.

Registrados em vídeo de maneira autônoma pelos próprios artistas em casa ou em seus estúdios particulares, a série traz temas instrumentais inéditos compostos durante a quarentena, das mais variadas vertentes; seja do carimbó à valsa, do reggae ao jazz standard ou até mesmo da música de concerto, abarcando formações variadas como duos, quartetos e até quintetos e aproximando linguagens musicais distintas, muitas vezes sem conversas, ensaios, brainstorms ou alguma troca presencial, mas nem por isso menos quentes ou vibrantes.

O vídeo que abre a série marca o encontro de quatro importantes nomes da cena musical brasileira, Manoel Cordeiro (guitarra/synths), multinstrumentista e produtor musical paraense com colaborações em mais de 1000 discos; o reverenciado trombonista Marlon Sette, figura recorrente nas fichas técnicas de discos da cena musical contemporânea do Rio de Janeiro; Pupillo (bateria), ex-Nação Zumbi, compositor de trilhas sonoras e produtor pernambucano e, fechando o time, Kassin (baixo), baixista e produtor carioca considerado um dos arquitetos do som dessa era contemporânea da música brasileira. O grupo interpreta Brazuca, composição de Manoel Cordeiro feita especialmente para o projeto. “Um carimbó ribeirinho, do Marajó, que flerta com a Bossa Nova, no pulso… e espalha sotaques da musica brasileira, com as participações de Kassin e Marlon do Rio de Janeiro e Pupillo, pernambucano mangue beat‘vertentes do mesmo rio’, define o guitarrista.

Assista: YouTube do Selo SESC e SESC Digital.

Selo SESC

Criado há 16 anos, o Selo SESC tem o objetivo de registrar a amplitude da produção artística brasileira construindo um acervo pontuado por obras de variados estilos, épocas e linguagens. Recentemente, foram lançados no mercado digital os álbuns Sessões Selo SESC #6: Rakta + Deafkids e Sessões Selo SESC #7: João Donato + Projeto Coisa Fina. O CD-livro São Paulo: paisagens sonoras (1830-1880) da pesquisadora e cantora Anna Maria Kieffer; o DVD Exército dos Metais, da série O Som da Orquestra, O Romantismo de Henrique Oswald (José Eduardo Martins e Paul Klinck) e os CDs Dança do Tempo (Teco Cardoso, Swami Jr. e BB Kramer), Espelho (Cristovão Bastos e Maury Buchala), Eduardo Gudin e Léla Simões, Recuerdos (Tetê Espíndola, Alzira E e Ney Matogrosso), Música Para Cordas (André Mehmari), Estradar (Verlucia Nogueira e Tiago Fusco), Tia Amélia Para Sempre (Hercules Gomes), Gbó (Sapopemba), Acorda Amor (Letrux, Liniker, Luedji Luna, Maria Gadú e Xênia França), Copacabana – um mergulho nos amores fracassados (Zuza Homem de Mello), Tio Gê – O Samba Paulista de Geraldo Filme (vários artistas), o tríptico Imaginário Sonoro Brasileiro, do Grupo Anima, composto pelos álbuns Donzela Guerreira, Encantaria e Mar Anterior e Nana, Tom, Vinicius, de Nana Caymmi, disponibilizados nas plataformas de streaming.

+ SESC Digital

A presença digital do SESC São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado.

Saiba +: SESC Digital

Serviço:

Selo SESC apresenta Não Repare a Bagunça

Um vídeo novo, todas às quintas-feiras, às 17h, no canal do Selo SESC no Youtube (youtube.com/seloSESC) e também no SESC Digital (SESCsp.org.br/nrb)

23/7Estreia

Brazuca, com Manoel Cordeiro (guitarra/sintetizadores), Marlon Sette (trombone), Pupillo (bateria) e Kassin (baixo)

Não Repare a Bagunça – Próximos episódios

30/7

Juntos, porém Separados, com Nenê (piano), Carlos Ezequiel (bateria), Sizão Machado (baixo) e Letieres Leite (flauta)

6/8

Sol no quintal, com Victor Fão (trombone), Alana Ananias (bateria), Kiko Bonato (órgão/teclado), Marcos Mossi (guitarra) e Lua Bernardo (baixo)

13/8

Choro barroco, com André Mehmari (piano) e Rafael Cesário (violoncelo).

Consumo de bebida alcoólica aumenta durante a quarentena

Região Metropolitana de Campinas, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Em meio à pandemia, o sentimento de esgotamento se tornou expoente do isolamento social. Como refúgio, 24% dos brasileiros escolheram aumentar seu consumo de álcool durante a quarentena por se sentirem tristes ou deprimidos. Os dados são de pesquisa realizada pela Unicamp em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz.

A escolha pela bebida alcoólica como ferramenta para superar as dificuldades pessoais é explicada pelo diretor do Centro Terapêutico Nova Aliança e especialista na reabilitação de dependentes químicos, Marcelo Barbato, pelo caráter facilitador do álcool. “Trata-se de uma droga depressora do sistema nervoso central, por isso o relaxamento”, explica.

O profissional do Centro, localizado em Amparo/SP, acrescenta também um motivo cultural para o aumento da ingestão de bebidas alcoólicas diante o momento enfrentado mundialmente: a cultura alcoolista do Brasil. Barbato alerta que, assim como em diversos países, é comum as pessoas escolherem o consumo de álcool por “não ter o que fazer”.

Entre os perigos provocados pela ingestão compulsiva de álcool, o responsável pelo Centro Terapêutico Nova Aliança destaca a capacidade de perder o controle da própria vida. “O indivíduo passa a viver para usar e usar para viver e, assim, perde o senso crítico e os reflexos, o que pode levar a brigas e acidentes”, explica Barbato. Além disso, o profissional destaca os riscos de AVC, problemas cardíacos e pressão arterial.

Diante a problemática, o Nova Aliança trabalha para reverter um cenário caótico. Segundo dados da Organização Mundial da Sáude, aproximadamente 3% da população brasileira acima de 15 anos de idade é considerada alcoólatra. Entre as técnicas utilizadas no tratamento no Centro, estão os 12 passos e Terapia Cognitiva Comportamental atrelada à parte médica, terapêutica, psicológica, nutricional e esportiva.

Aprenda a preparar sobremesas inusitadas com vodca

Brasil, por Kleber Patricio

Conhecida na produção de drinks, a vodca é uma bebida versátil, que pode ser utilizada na produção de diversas receitas, inclusive sobremesas. Para quem quer se surpreender e saborear uma verdadeira experiência gastronômica diferenciada, Albert Lifschitz, sócio proprietário da Vodka Svarov, listou algumas receitas ideias para serem feitas em casa e algumas que combinam perfeitamente com o inverno.

Confira:

Mousse de maracujá com vodka

Fotos: divulgação.

Ingredientes:

1 lata de leite condensado

1 caixinha de creme de leite

2 ou 3 maracujás (ou 200 ml de suco concentrado natural)

1 dose de vodca

Modo de preparo:

Bata a polpa do maracujá no liquidificador e peneire para tirar os caroços (você pode guardar as cascas do maracujá para usar de copo para servir). Em seguida, bata o creme de leite, o leite condensado e o suco do maracujá peneirado no liquidificador. Adicione a dose de vodca e misture bem. Encha os copinhos (ou as cascas de maracujá) e leve à geladeira até endurecer, por aproximadamente 3 a 4 horas. Se preferir, use sementes de maracujá para decorar e sirva a seguir.

Chocolate Quente com Vodca

Ingredientes:

75 ml de vodca

200 ml de leite

1 colher (sopa) de leite condensado

3 colheres (sopa) de chocolate em pó

2 colheres (sopa) de creme de avelãs

Modo de preparo:

Esquente o leite, mas não o deixe ferver. Em uma caneca separada, coloque as colheres (sopa) de creme de avelã e a vodca. Quando o leite estiver quente, misture o leite condensado e o chocolate em pó. Despeje a mistura com o leite na caneca com creme de avelãs e vodca e não mexa.

Verrine de Caipirinha

Ingredientes:

1 lata de leite condensado

1 lata de creme de leite

6 colheres sopa de vodca

4 unidades de limões (suco)

2 xícaras chá de água

1 envelope gelatina em pó incolor (12 g)

2 colheres chá de amido de milho

3 colheres sopa de açúcar

Limão em rodela a gosto

Modo de preparo:

Reserve o suco de 1 limão e 1 xícara (chá) de água para a calda. Bata no liquidificador o creme de leite, o restante da água, o leite condensado e a vodka até formar um creme. Dissolva a gelatina incolor em pó. Coloque a gelatina dissolvida no creme e bata mais uma vez. Coloque em taças de sobremesa deixe na geladeira por aproximadamente quatro horas. Coloque a calda por cima e decore com uma rodela de limão. Sirva gelado.

Calda:

Coloque em uma panela a água e o suco de limão reservados, o açúcar e o amido de milho. Misture bem e leve ao fogo médio, mexendo até levantar fervura e deixe por dois minutos. Reserve até esfriar mexendo sempre.

Brigadeiro de caipirinha

Ingredientes:

½ caixa de creme de leite

2 colheres de sopa de manteiga

50 ml de vodca

1 lata de leite condensado

Açúcar cristalizado

Raspas de limão para decorar

Suco de um limão

Modo de preparo:

Em uma panela, leve ao fogo o leite condensado, o creme de leite e a manteiga. Mexa em fogo baixo até a mistura desgrudar da panela. Retire do fogo e coloque a vodca junto com o suco do limão.

Volte a panela ao fogo até conseguir o ponto novamente. Use uma assadeira untada com manteiga pra colocar a massa e deixe reservado até esfriar. Na hora de fazer as bolinhas, unte as mãos com manteiga e faça bolinhas com a massa. Para decorar, passe cada brigadeiro no açúcar cristal com raspas de limão.

Balas de gelatina com vodca

Ingredientes:

1 litro de vodca

1 pacote de balas de goma em formato de ursos

Modo de preparo:

Coloque em uma tigela de vidro as balas e a vodca na quantidade que for necessária para cobrir todos os ursinhos. Cubra a tigela com papel filme e deixe de molho por um ou dois dias, sendo que quanto mais tempos você deixar as balas marinando, mais vodca elas vão absorver. Quando o teor alcoólico estiver do seu agrado, retire as balas da bebida e sirva como aperitivo.