Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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FIEC promove campanha de doação de sangue no sábado (28)

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Mauricio Santaliestra.

A Fundação Indaiatubana de Educação e Cultura – FIEC, em parceria com o Centro de Hematologia e Hemoterapia da Unicamp, realiza no sábado, 28 de novembro, a campanha mensal de doação de sangue na unidade do Jd. Regina.

Dentre as medidas de segurança e de proteção dos doadores contra o coronavírus (Covid-19), a FIEC, com orientação do Hemocentro, realizará a distribuição de senhas online nos horários das 8h30, 9h, 10h, 10h30 e 11h. Para agendamento e retirada da senha online é necessário que o candidato faça um cadastro no link  https://processoseletivo.sophia.com.br/SophiA_5/Default.aspx?escola=6462. As senhas são limitadas e o cadastro estará disponível a partir desta quinta-feira (26).

Será realizado o controle de acesso às dependências da FIEC, restringindo a 40 pessoas por horário, de modo a evitar aglomeração de pessoas. Orienta-se ainda que os candidatos não levem acompanhantes, principalmente crianças, ao local da doação e que utilizem máscara.

Para ser um doador, é obrigatória a apresentação de documento oficial com foto, ter entre 16 (dos 16 até 18 anos incompletos, apenas com consentimento formal dos responsáveis) e 69 anos, não estar em jejum e evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação.

Não poderá ser doador o candidato que nos últimos 30 dias tenha retornado de viagem ao exterior, ou que tenha tido sintomas respiratórios, incluindo gripe ou febre. Além disso, o ato da doação fica restrito para pessoas que tenham se vacinado contra gripe a menos de 2 dias (48h),  estejam em tratamento odontológico, não tiverem parceiro (a) fixo (a), pesarem menos de 50 quilos, tiverem feito endoscopia há menos de seis meses, tiverem colocado piercing ou feito tatuagem há menos de um ano, forem diabéticos, se tiverem ingerido bebida alcoólica na noite anterior ou fumado horas antes.

O Hemocentro orienta ainda que candidatos que estejam aptos e que tenham 60 anos ou mais não compareçam à doação de sangue devido à limitação do isolamento social.

Existem vários critérios que são avaliados no dia da doação e que podem levar à inaptidão. Dúvidas pontuais, como uso de medicamentos, procedimentos invasivos recentes, viagens etc. serão avaliadas na triagem.

Se você vai doar pela primeira vez, saiba como funciona o processo de triagem que envolvem as etapas da doação:

Retirada da senha | O candidato é recebido por um representante da FIEC e é importante que avise sobre a participação pela primeira vez como doador para que seja explicado como acontece a campanha e informados os principais motivos que possam impedir a doação.

Sala de espera | Nessa etapa, o candidato aguarda até que seja chamado para o cadastro. Na sala de espera também são passadas algumas orientações.

Cadastro | Obrigatória a apresentação de um documento oficial com foto para cadastro.  Nessa etapa, informe se tem interesse em se cadastrar para ser doador de medula óssea.

Exame físico | São realizados testes para anemia, verificação de pressão arterial, pulso, temperatura, peso e altura.

Entrevista | A entrevista é individual. São feitas perguntas específicas e é assinado um termo de responsabilidade quanto à veracidade das respostas.

Coleta | Será coletada uma bolsa de sangue e amostras para os exames laboratoriais.

Lanche | Após a doação, o candidato é encaminhado para um local onde é oferecido um lanche.

Todo o processo dura em média 2 (duas) horas.

Serviço:

FIEC: Av. Eng. Fábio Roberto Barnabé, 3405 – Jardim Regina

Hemocentro

Fale conosco pelo site www.hemocentro.unicamp.br

Telefone: 0800-722 8422

E-mail: hemocentro@unicamp.br.

Os sabores inesquecíveis da Ilha da Madeira

Ilha da Madeira, por Kleber Patricio

Foto: ©Andre Carvalho

A Ilha da Madeira, território português situado em meio ao Oceano Atlântico, é um destino turístico que mexe com os sentidos. Não só é um lugar com cenários deslumbrantes, aroma de maresia, sons da natureza viva e do mar quebrando na costa, como também conta com uma gastronomia deliciosa e inesquecível — é impossível viajar para a Madeira e não ser completamente conquistado pelos pratos tradicionais, que vão desde os deliciosos peixes e frutos do mar abundantes na região até complementos frescos e variados da natureza vulcânica da ilha.

Para conferir as delícias da Madeira, você pode conferir a lista abaixo ou assistir ao vídeo neste link: https://bit.ly/2H5KL8i.

Peixes e frutos do mar

Quando o assunto são peixes e frutos do mar, as opções são inúmeras. Podemos dizer que os mais famosos são o peixe-espada-preto, o atum e as lapas, um tipo de molusco.

As lapas, um dos pratos mais apreciados da Madeira, são entradas ou petiscos de uma refeição. Foto: Francisco Corrêa.

O peixe-espada-preto, disponível em poucos lugares do mundo, é extremamente popular na Madeira. Costuma ser temperado com alho, suco de limão e pimenta e servido com banana ou molho de maracujá, sabores que contrastam deliciosamente com as batatas cozidas que os acompanham. As ovas do peixe também podem ser consumidas cozidas ou fritas, servidas com molho vinagrete.

Por sua vez, o atum é cortado em bifes, temperado com sal e marinado no “molho de vilão”, que leva vinagre, azeite, alho, orégano e pimenta. O acompanhamento perfeito são cubos de milho fritos para balancear o sabor da carne.

Já as lapas, um dos pratos mais apreciados da Madeira, são entradas ou petiscos de uma refeição. Grelhadas em sua própria concha, temperadas com alho e servidas ainda quentes, são salpicadas com manteiga e ganham um toque de limão. Um sabor inesquecível.

Para os carnívoros

Para os mais carnívoros, a melhor pedida é a espetada, como é chamado o tradicional churrasco da ilha. Muito popular principalmente em dias de festa, este prato consiste em cubos de carne bovina temperados com alho, sal grosso e louro, que são espetados em galhos de loureiro e assados em brasa até chegar a um ponto macio e suculento.

Foto: André Carvalho.

Outra opção é a carne vinha d’alhos, uma carne marinada em vinho, alho, cebola, sal e outros temperos durante mais de 24 horas, que pode ser comida em restaurantes ou na rua, servida no pão.

As sobremesas

Entre as sobremesas mais cobiçadas da Madeira está o bolo de mel, que contém mel de cana, cidra e nozes em sua receita. Preparado especialmente em 8 de dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição, ele é muito consumido durante as festas de fim de ano. Mas a receita dura por muito tempo e se mantém deliciosa o ano todo.

Outro doce muito famoso é o pudim de maracujá. Diferente da versão brasileira, este doce é preparado com maracujá roxo, gelatina, leite condensado, natas e açúcar. O resultado é um doce familiar, mas, ao mesmo tempo, único, já que tem o toque das frutas de solo vulcânico.

O pão tradicional

Como entrada, é comum encontrar o tradicional pão madeirense, que é conhecido, na verdade, como bolo do caco. De formato redondo e achatado, sua massa crocante por fora e macia por dentro é assada sobre uma pedra chamada de caco — o que explica o nome. É servido ainda quente, com manteiga de alho e salsa.

As bebidas

A poncha, preparada com suco de limão, mel e aguardente de cana. Foto: José Mendes.

Não podiam faltar as bebidas típicas que acompanham os pratos madeirenses. Uma das mais conhecidas é o vinho Madeira, um vinho fortificado de tradição centenária. Normalmente servido como aperitivo e digestivo, tem alto teor alcoólico e seus diferentes processos de maturação, em geral, utilizam temperaturas mais altas no processo de envelhecimento do que os vinhos comuns.

Outro drink muito famoso na ilha é a poncha, preparada com suco de limão, mel e aguardente de cana (similar à cachaça brasileira). Assim como a nossa caipirinha, a poncha já ganhou outras versões além do limão, como maracujá, laranja e tangerina. Além disso, é possível encontrá-la não só em bares e restaurantes, onde é preparada na hora, mas também engarrafada e pronta para beber.

Sobre a Ilha da Madeira

Considerado o melhor destino insular do mundo, a Ilha da Madeira é um pequeno paraíso português situado em meio à imensidão do Oceano Atlântico. De origem vulcânica, sua localização privilegiada proporciona clima ameno e mar com temperatura agradável o ano inteiro, além de impressionantes cenários de montanhas, vales e penhascos, todos cobertos pela exuberante vegetação Laurissilva, nomeada Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco. O arquipélago é formado por um conjunto de ilhas, sendo as principais e únicas habitadas Madeira e Porto Santo. Há excelentes opções em balneários, monumentos históricos e ótimos hotéis e restaurantes, onde se pode provar a deliciosa gastronomia e os premiados vinhos madeirenses. Para mais informações, acesse www.madeiraallyear.com.

Selo SESC lança obra completa para violino e piano de Claudio Santoro

São Paulo, por Kleber Patricio

Claudio Santoro. Foto: acervo da família.

O compositor e violinista Claudio Santoro (1919-1989) foi um moderno, um explorador, um eclético e sempre interessado a novas experimentações — um dos grandes autores brasileiros da música de concerto. Exímio compositor de quatorze sinfonias, uma ópera, inúmeras obras orquestrais, concertos, quartetos e obras de câmara, Santoro deixou um imenso legado repleto de embates estéticos, filosóficos e políticos. Durante o ano de 2019, orquestras, teatros e toda a produção brasileira ligada à música clássica, em particular, manteve-se envolta às lembranças e à genialidade deste músico brasileiro, que também atuou como maestro e professor universitário.

Ainda em comemorações ao centenário do amazonense — a completar 101 anos de nascimento neste 23 de novembro — o Selo SESC lança o álbum duplo Claudio Santoro – Obra completa para violino & piano, com Emmanuele Baldini e Alessandro Santoro. Um trabalho que reúne a primeira gravação da obra completa para violino e piano do compositor, incluindo quatro obras inéditas — uma oportunidade para conhecer a riqueza e o ecletismo deste célebre músico em Sonatas de estilos muito diferentes. O disco chega às plataformas digitais de streaming em 2 de dezembro, incluindo no SESC Digital, que oferece o conteúdo de forma gratuita e sem necessidade de cadastro. Devido à interrupção da produção de CDs durante o período da pandemia, a versão física do álbum de 24 faixas, com libreto, está prevista para sair no segundo quadrimestre de 2021.

Emmanuele Baldini, violinista italiano radicado no Brasil e spalla da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) e Alessandro Santoro, pianista formado no conservatório de Moscou e responsável pelo acervo do compositor, seu pai, revelam neste projeto o mundo estético e artístico do fundador da Orquestra do Teatro Nacional de Brasília, atualmente Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro.

Foto: Alexandre Nunis.

Da integral das cinco Sonatas para violino e piano — reunidas no disco um — que abrangem duas importantes fases de criação do amazonense, o dodecafonismo dos anos 1940 e o nacionalismo dos anos 1950, ao registro de quatro obras inéditas, incluindo uma nova Sonata,  no disco dois.

Entre as descobertas que chegam ao público só agora, destaque para Sicilienne op. 1 para Violino e Piano e Op. 4 para Violino e Piano, escritas respectivamente em junho e setembro de 1937, quando Santoro tinha apenas 17 anos de idade e consideradas suas primeiras obras. E mais, Elegia II para Violino e Piano, datada de 1986 e até então não publicada, que representa o último período de criação do compositor, e os dois movimentos da Sonata 1939 para Violino e Piano (Allegro e Andante).

Presente no catálogo de Santoro, mas nunca antes gravada, Na Serra da Mantiqueira foi composta após o seu retorno ao Brasil, em 1950, após aprimorar-se em composição com Nadia Boulanger (1887-1979) em Paris. Está entre as primeiras obras de cunho nacionalista do compositor e de rompimento estético com o dodecafonismo. “Conviver com a música para violino e piano de Claudio Santoro foi, para mim, como ter encontrado um grande compositor e tê-lo deixado, ao final do processo, com a sensação de que tive um privilégio absoluto. Em explorar as diversas facetas de sua arte, em traduzir musicalmente seus segredos e, ainda mais, privilégio em fazê-lo em companhia de seu filho Alessandro. De fato, hoje me sinto como se Claudio Santoro tivesse sido um meu grande amigo, mesmo sem nunca tê-lo encontrado”, destaca o violinista Emmanuele Baldini.

Capa do álbum. Foto: Alexandre Nunis.

Tanto para Emmanuele quanto para Alessandro, se lhes colocassem o difícil desafio de eleger uma única obra do disco, ambos são unânimes ao indicarem a Sonata nº 3 para Violino e Piano: Bien Rythmé — uma música cativante em forma de sonata tradicional, com as notas obstinadas apresentadas pelo violino ao início da obra. Escrita entre 1947 e 1948, quando Santoro morava em Paris, trata-se de uma Sonata muito emblemática por representar um momento de transição estilística do compositor, entre o dodecafonismo e o nacionalismo.

O pianista e cravista Alessandro Santoro destaca que, mesmo após tantos anos debruçado sobre a obra de seu pai — seja editando, analisando, ouvindo ou executando sua música —, só agora, com a gravação de Claudio Santoro – Obra completa para violino & piano é que pode compreender o tamanho e a complexidade deste ciclo. “O que torna para mim absolutamente excepcional é que, Santoro, mesmo violinista prodígio e profundo conhecedor dos mistérios deste instrumento, soube como ninguém traduzir isso em obras com uma riqueza de cores e afetos muito singulares. Foi um privilégio poder conhecer, gravar e descobrir estas incríveis obras de meu pai ao lado do grande violinista Emmanuele Baldini. Espero que gostem”, afirma.

Claudio Santoro participou da vanguarda musical como fundador e integrante do grupo Música Viva e foi precursor do dodecafonismo no Brasil; trabalhou na Rádio, escreveu para o cinema, dirigiu orquestras e fundou o departamento de música da recém criada Universidade de Brasília, assim como foi fundador da Orquestra do Teatro Nacional de Brasília. Atuou a vida toda como regente, professor universitário e compositor. Pela sua atuação no campo das artes, recebeu inúmeras condecorações nacionais e internacionais. No dia 27 de março de 1989, enquanto conduzia o ensaio da Orquestra Nacional de Brasília, teve um infarto fulminante no pódio do Teatro Nacional que hoje leva o seu nome.

REPERTÓRIO

Disco 1

1 – Sonata nº 1 para Violino e Piano: Andante

2 – Sonata nº 1 para Violino e Piano: Allegro

3 – Sonata nº 2 para Violino e Piano: Allegro

4 – Sonata nº 2 para Violino e Piano: Andante

5 – Sonata nº 2 para Violino e Piano: Allegro molto

6 – Sonata nº 3 para Violino e Piano: Bien Rythmé

7 – Sonata nº 3 para Violino e Piano: Allegro Moderato (Quasi andante) – Meno – Piu Lento

8 – Sonata nº 3 para Violino e Piano: Allegro Energico

9 – Sonata nº 3 para Violino e Piano: Epílogo (Adagio)

10 – Sonata nº 4 para Violino e Piano: Allegro

11 – Sonata nº 4 para Violino e Piano: Lento

12 – Sonata nº 4 para Violino e Piano: Allegro

13 – Sonata nº 5 para Violino e Piano: Allegro

14 – Sonata nº 5 para Violino e Piano: Lento

15 – Sonata nº 5 para Violino e Piano: Vivo-Molto

16 – Sonata nº 5 para Violino e Piano: Allegro molto

Disco 2

1 – Sicilienne op. 1 para Violino e Piano

2 – Op. 4 para Violino e Piano

3 – Sonata 1939 para Violino e Piano: Allegro

4 – Sonata 1939 para Violino e Piano: Andante

5 – Na Serra da Mantiqueira

6 – Elegia I para Violino e Piano

7 – Elegia II para Violino e Piano – Romance

8 – Elegia III para Violino e Piano: Andante (cantabile)

Ficha Técnica

Concepção do projeto e produção musical: Emmanuele Baldini e Alessandro Santoro

Pesquisa e Revisão das partituras: Alessandro Santoro

Fotos: Alexandre Nunis (Xexéu)

Texto: Leonardo Martinelli

Diretora de produção: Veroni Girelli – Ritmiza Produções

Projeto gráfico e capa: Nilton Bergamini

Edição e montagem: Alessandro Santoro e Douglas Fonseca

Gravado, mixado e masterizado por André Mehmari no Estúdio Monteverdi em Mairiporã – São Paulo/SP em abril, julho e novembro de 2019.

SOBRE OS ARTISTAS

Emmanuele Baldini – violino | Italiano, Baldini iniciou seus estudos musicais em Trieste com Bruno Polli, aperfeiçoando-se em Genebra (Suíça), com Corrado Romano e em Salisburgo (Áustria) e Berlim (Alemanha), com Ruggiero Ricci. Mais recentemente, especializou-se em regência com Isaac Karabtchevsky e Frank Shipway. Sua incansável curiosidade e paixão pela música fizeram Baldini ampliar seus horizontes e, depois de uma carreira notável como violinista, começou a se aperfeiçoar como regente. Nessa nova fase, fundou também o Quarteto Osesp, intensificou sua atividade didática e, com o violino, começou a explorar o precioso repertório brasileiro, que resultou em inúmeros CDs gravados, para vários selos, com críticas muito elogiosas. Como regente, se destacam concertos no Teatro Colón, de Buenos Aires (Argentina), no Teatro del Sodre, de Montevidéu (Uruguai), da própria Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp e apresentações com as principais orquestras da América Latina. De 2017 a 2020, foi diretor musical da Orquestra de Câmara de Valdivia, Chile. É o atual diretor artístico da Orquestra de Câmara – Sphaera Mundi, de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

Alessandro Santoro – piano | Nascido no Rio de Janeiro e Mestre em piano pelo Conservatório Tchaikovsky de Moscou (Rússia) na classe de Elena Richter, gravou o Concerto para piano Nº 1 de seu pai, Claudio Santoro na então URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas). Concluiu seu mestrado em cravo na classe de Jacques Ogg no Koninklijk Conservatorium de Haia (Holanda), onde posteriormente integrou o corpo docente. Apresentou-se com a Orchestra of the 18th Century e é fundador da Den Haag Baroque Orchestra. É regularmente requisitado como professor de cravo em festivais por todo o Brasil. Sua discografia compreende 20 CDs, sendo dois em parceria com o fagotista Fábio Cury e destacando o Diapason D’ Or pelo CD Sonatas para Violino e Basso Contínuo de Leclair. Recebeu o troféu da Câmara Legislativa de melhor trilha sonora do 48º Festival de Cinema de Brasília. Atualmente é professor de cravo e baixo contínuo na Escola de Música do Estado de São Paulo (Emesp Tom Jobim) e responde pelo acervo material e virtual da Associação Cultural Claudio Santoro.

SELO SESC

Criado há 16 anos, o Selo SESC tem o objetivo de registrar a amplitude da produção artística brasileira construindo um acervo pontuado por obras de variados estilos, épocas e linguagens. Recentemente, foram lançados no mercado digital os álbuns Sessões Selo SESC #6: Rakta + Deafkids, Sessões Selo SESC #7: João Donato + Projeto Coisa Fina, Sessões Selo SESC #8: Toada Improvisada – Jackson do Pandeiro 100 anos e Sessões Selo SESC #9: …And You Will Know Us By Trail Of. O CD-livro São Paulo: paisagens sonoras (1830-1880) da pesquisadora e cantora Anna Maria Kieffer; o DVD Exército dos Metais, da série O Som da Orquestra, O Romantismo de Henrique Oswald (José Eduardo Martins e Paul Klinck); os CDs físicos e digitais Dança do Tempo (Teco Cardoso, Swami Jr. e BB Kramer), Espelho (Cristovão Bastos e Maury Buchala), Eduardo Gudin e Léla Simões, Recuerdos (Tetê Espíndola, Alzira Espíndola e Ney Matogrosso), Música Para Cordas (André Mehmari), Estradar (Verlucia Nogueira e Tiago Fusco), Tia Amélia Para Sempre (Hercules Gomes), Gbó (Sapopemba), Acorda Amor (Letrux, Liniker, Luedji Luna, Maria Gadú e Xênia França), Copacabana – um mergulho nos amores fracassados (Zuza Homem de Mello), Tio Gê – O Samba Paulista de Geraldo Filme (vários artistas) e os álbuns digitais Mar Anterior (Grupo Anima), Olorum (Mateus Aleluia), Nana, Tom, Vinicius (Nana Caymmi), Jardim Noturno – Canções e Obras para Piano de Claudio Santoro (Paulo Szot & Nahim Marun), 7 Caminos (Emiliano Castro), São Paulo Futuro – A Música de Marcello Tupynambá (Vários Artistas), Cantos da Natureza (Pau Brasil), O Fim da Canção (Luiz Tatit, Zé Miguel Wisnik e Arthur Nestrovski) e Sessões Selo SESC #10: Carne Doce.

Serviço:

Lançamento de Claudio Santoro – Obra completa para violino & piano

2/12 disponível nas principais plataformas de streaming e no SESC Digital

Selo SESC nas redes:

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Mostra de cinema tem a consciência social como tema

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Cena do longa-metragem “Menino 23 – Infâncias Perdidas no Brasil”, em cartaz na mostra. Foto: divulgação.

Este ano, ao longo da última semana de novembro, será apresentada a mostra XI Brazilian Film Festival, que exibe para todo o País, gratuitamente e online, filmes com consciência social. Trata-se da 6ª edição no País e 11ª nos Estados Unidos. Por aqui, o já tradicional evento exibirá 16 filmes, entre longas e curtas metragens, com ficção e documentários, além de duas animações. Durante todos os dias haverá bate-papo online, às 20h30, com cineastas dos filmes em exibição.

Com acesso à programação pelo site da mostra no Brasil, os longas-metragens que integram o evento são Menino 23, Amazônia – O Despertar da Florestania, A Cidade dos Piratas, A Terceira Margem e Azougue Nazaré. Entre os curtas-metragens, Ressurreição, Sorriso Negro, A Mulher que Sou, Quebramar, Vidas Entregues, Sem Asas, Quilimérios, Baile, Marie, Copacabana Madureira e Como ela faz.

No novo formato de transmissão via plataformas online, a mostra XI Brazilian Film Festival, de Consciência Social, conta com o apoio no Brasil da agência municipal de fomento do audiovisual de São Paulo, a SPcine e da Unibes Cultural, responsáveis pelas exibições dos filmes e dos bate-papos com cineastas durante a mostra.

Há 11 anos, a mostra Brazilian Film Festival foi criada nos EUA, em Chicago, pela brasileira e professora universitária Ariani Friedl, que vive lá há mais de 40 anos. A iniciativa de Friedl busca, através do cinema, mudar os estereótipos pelos quais os estadunidenses conhecem nosso País. “Até a edição passada, nossos filmes eram exibidos de forma presencial, em universidades e centros culturais de Chicago e cidades do meio-oeste dos Estados Unidos”.

Friedl destaca que a mostra é realizada pela organização sem fins lucrativos Partners of the Americas, que foi criada na década de 1960 durante o governo Kennedy e que tem como objetivo servir, conectar e mudar vidas por meio do voluntariado.

Com a realidade da pandemia, que afeta o mundo todo por meio das restrições à locomoção e presença pública em alguns locais, as plataformas de transmissão online de eventos têm sido grandes aliadas na difusão de atividades culturais. Com a tecnologia e de forma gratuita, eventos como a mostra Brazilian Film Festival, de Consciência Social, são apresentados ao público dentro e fora do País e no conforto de suas casas.

Organizadores da mostra no Brasil, os jornalistas e produtores culturais Luiz Oliveira e Rudi Gonçalves acreditam que a novidade das transmissões online abre uma grande perspectiva para que nacionalmente milhões de brasileiros possam assistir os filmes em qualquer ponto do País. “Neste atual momento, a cultura nacional vem sofrendo com um triste impacto da falta de incentivo. O audiovisual é um dos exemplos onde encontramos dificuldades para, por meio dos festivais e mostras, difundirmos as obras de nossos cineastas. Isso ocorre em função da falta de opções para que nossas produções permaneçam ao alcance da população em geral, o que talvez possamos suprir com as transmissões virtuais dos eventos”, disse Gonçalves.

“Quanto aos curtas-metragens nacionais de ficção, documentários e de animação, que encontram desafios ainda maiores de audiência junto ao público em geral, a exibição online em nossa mostra também permite romper tais obstáculos de alcance do público, que normalmente não busca esse formato de produção”, completou Oliveira.

Na visão dos organizadores brasileiros do evento, com a nova proposta de transmissão da mostra XI Brazilian Film Festival, caminhamos rumo ao fortalecimento da divulgação dos filmes brasileiros e do aumento de sua audiência no País e no exterior, com os efeitos benéficos de sua gratuidade e do conforto ao público de assistirem o evento de suas casas.

Acesse o site da mostra XI Brazilian Film Festival no Brasil: https://mostrafilmfestival.org/xi/br/.

Visite as páginas no Facebook da mostra em São Paulo:

https://www.facebook.com/mostrabrazilianfilmsSP

https://www.facebook.com/mostrabrazilianfilmsIndaiatuba.

Cultura do Resto do Mundo: site brasileiro conquista repercussão internacional

Brasil, por Kleber Patricio

Página inicial do website.

Em grande parte, nosso “ócio cultural” consome o melhor das produções artísticas da cena mainstream buscando a garantia de um padrão de qualidade. O hábito sempre leva ao mais fácil – receio de perder tempo com o que possa não valer a pena. É evidente nossa acomodada atitude diante da música, literatura, artes plásticas, teatro, dança e cinema, sempre vindos dos mesmos países que nos impuseram um imaginário na intensa frequência de suas produções. É hora de não apenas aceitar, mas descobrir o novo. A Internet permite que as pessoas, independentemente de onde morem ou estejam em qualquer lugar da Terra, viajem para muito além do que o seu lugar oferece. É possível visitar um país novo a cada dia ou andar virtualmente por metrópoles dos sete continentes. Ou, ainda melhor, imergir em outras vidas pela maneira mais lúdica. Seja dentro ou fora de casa, é possível experimentar diferentes existências, até mesmo em distintas línguas. E absorver: a Cultura do Resto do Mundo.

Felipe Viveiros, desde pequeno, absorveu cultura, antes mesmo da educação. Cresceu com literatura, artes plásticas, teatro, dança, cinema e música. Vivenciou culturas de vários países e descobriu talentos que fogem ao lugar comum. Sua graduação em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), extensão universitária em Comunicação Empresarial pela Universidade da Columbia Britânica (Canadá) e mestrado em Relações Internacionais e Organização Internacional pela Universidade de Groningen (Holanda) fundamentam-se em Comunicação e Artes. Além disso, embora com 27 anos, já morou na Espanha, Inglaterra, Suíça e Holanda, estudou e é fluente em cinco idiomas, tendo visitado 45 países – em todos eles pesquisou sobre música e cinema. Quando voltava de cada viagem, sempre trazia CDs e DVDs. Muito antes do Spotify e Netflix, já ouvia e assistia bandas e filmes de todos os continentes.

A maior banda dos Bálcãs, Dubioza Koletiv, elogiou o artigo sobre o grupo publicado na revista digital. Crédito da foto: Facebook da banda/nenhuma violação de direitos autorais pretendida.

Segundo Felipe, Cultura do Resto do Mundo pretende uma ruptura com os padrões mais conhecidos, consumidos por nós por hábito e preguiça de buscar o novo. “A ideia é criar um movimento cultural digital, oferecendo o que acontece em diferentes países dos sete continentes”.

Felipe é o criador, redator e editor do site. Além dele, conta com a suíça Viviane Seeger, graduada em Linguística pela Universidade de Berna (Suíça) e mestre em Mídia e Relações Públicas pela Universidade Leicester (Inglaterra), que faz a produção de arte e também responde pela parte técnica e analítica do site.

A PROPOSTA

Quando alguém conectado em cultura busca o que não é “mais do mesmo”, sendo capaz de curtir arte fora do modelo convencional, então quer o novo e gosta de descobrir músicas, filmes e séries. Tudo isso é, literalmente, garimpado todos os dias pela revista digital, que está levando ao conhecimento do público brasileiro muitas novidades internacionais. Promovendo, de modo lúdico e prazeroso, diplomacia cultural.

No site www.culturadorestodomundo.com, revista online dedicada à indústria criativa e de entretenimento em todos os continentes, é possível encontrar artigo exclusivo toda quarta-feira (postado às 12h), vídeos, trailers e clipes, seleções de filmes e séries, top hits personalizados, dicas de bandas, curiosidades, quizzes e posts interativos diários no Instagram e playlists atualizadas, toda semana, no Spotify. Há, também, duas editorias interessantes: Pauta do Momento, que propõe temas que espelham os acontecimentos em destaque no noticiário internacional, e RestoSpectiva, um balanço mensal veiculado apenas nas mídias sociais com os artigos publicados a cada semana, ideal para quem acaba de conhecer o projeto. Sem falar, por fim, da permanente divulgação de festivais de música e de cinema realizados em todo o Planeta.

Os leitores podem rodar pelo mundo nas publicações segmentadas por temas ou pelo mapa interativo, no qual, clicando sobre o continente escolhido, embarcarão a um destino, em viagem pela música ou pelo cinema.

AUDIÊNCIA

Desde a criação da revista online Cultura do Resto do Mundo, de 8 de junho de 2020 a 10 de outubro de 2020, em apenas três meses o site já registra mais de 8.700 visualizações de página, 3.100 sessões, 1.700 usuários (sendo 1.394 só no Brasil), com visitantes de 42 países nos sete continentes do Planeta.

REPERCUSSÃO NACIONAL E INTERNACIONAL

Felipe Viveiros tomou a iniciativa de traduzir e enviar seus artigos aos músicos, artistas e produtores focados nos textos do site. Seus textos vão muito além de apenas resenhar bandas e filmes – discutem os conteúdos das letras e das tramas dos filmes, oferecendo background histórico, político, econômico, social e cultural para que o leitor entenda cada país em pauta. Para se ter uma ideia, até outras páginas culturais aqui no País já manifestaram publicamente seu respeito e aplauso ao site. Exemplo disso é o perfil no Instagram sobre cinema PluriCine, editado pelo psicólogo Daniel Corcino, que assim define o Cultura do Resto do Mundo: “Felipe Viveiros realiza um trabalho ímpar de trazer expressões culturais de todos os continentes. Essa revista online é extremamente instigante por nos fazer sair dos polos culturais historicamente hegemônicos, nos fazendo conhecer grupos musicais, filmes e séries de muitos países.”.

Luiza Adas, relações públicas, fundadora do conhecido Museu do Isolamento (com mais de 95 mil seguidores), cujo perfil no Instagram chama-se FlorindoLinhas, aconselhou: “Se vocês gostam de saber sobre a cultura dos diferentes continentes, recomendo que sigam o perfil @culturadorestodomundo, do Felipe Viveiros, que traz um monte de conteúdos bons, que envolvem música, cinema, arte, política (e muito mais) sobre todos os cantos do mundo”.

Por um inovador conceito de diplomacia cultural, por seu pioneirismo na abordagem dos temas no Brasil e no mundo, o sucesso do site já ultrapassou as fronteiras nacionais, conquistando leitores nos sete continentes. Da Groenlândia (Ártico) à Ilha de Páscoa (Oceania), passando por Guatemala, Cuba e Haiti (América Central e Caribe) e Bósnia (Leste Europeu), incluindo a África do Sul e o Níger (África), Chile (América do Sul), Síria/Israel (Ásia/Oriente Médio) e Nova Zelândia (Oceania). Abaixo, algumas das reações positivas de músicos, atrizes, atores e produtores aos textos do site Cultura do Resto do Mundo:

Groenlândia | A banda mais conhecida da Groenlândia, Nanook, republicou o artigo da Cultura do Resto do Mundo na página oficial do grupo musical no Facebook, fazendo com que o site, no mês de sua inauguração (julho/2020), atingisse 640 sessões. “O projeto soa muito interessante”, disse Christian Kjærholm Elsner, guitarrista do grupo, em contato permanente via e-mail com o site.

África do Sul | A atriz sul-africana Terry Pheto, que interpreta Miriam em Tsotsi, filme vencedor do Oscar, manifestou apoio e curtiu o post sobre o filme no Instagram.

Nova Zelândia | A Comissão de Cinema da Nova Zelândia, bem como as agências governamentais neozelandesas NZ on Air e Te Māngai Pāho, elogiaram o artigo sobre o filme BOY, via e-mail. A Comissão de Cinema, órgão governamental do país, comentou: “Que artigo fantástico!”.

Chile | A produtora Fabula, do Chile, que realizou o filme Una Mujer Fantástica, ganhador do Oscar, elogiou o projeto e difundiu o artigo sobre o longa no país sul-americano. Para a diretora de Desenvolvimento Corporativo da produtora cinematográfica, Paulina Palacios Miller: “Recebemos suas palavras com muita emoção, agradecemos seu interesse e, evidentemente, a promoção com objetivos que vão além dos culturais de nosso maravilhoso filme. Faremos o possível para divulgar sua publicação sobre nós”.

Bósnia | A maior banda dos Bálcãs, Dubioza Koletiv, elogiou o artigo sobre o grupo publicado na revista digital. Almir Hasanbegović, o vocalista, curtiu os posts sobre o grupo no Instagram e Jernej Šavel, o guitarrista, está em contato com o projeto por mensagens. “Muito obrigado! Lemos versão em inglês. Grande artigo!”, escreveram seus integrantes.

Guatemala | O diretor guatemalteco Jayro Bustamante, do filme Ixcanul, vencedor do Festival Internacional de Cinema de Berlim (Alemanha), curtiu os posts sobre o filme no Instagram e no Facebook.

A premiada produtora guatemalteca de filmes La Casa de Producción compartilhou e recomendou o artigo Aos pés do vulcão, de Felipe Viveiros. O post da produtora pode ser visto no perfil @ixcanulmovie no Instagram e no Facebook.

Haiti | A atriz haitiana Kettly Noëll, que interpreta Zabou no filme Timbuktu, indicado ao Oscar, manifestou apoio em curtidas e comentários no Instagram. Ao ler o artigo, a atriz expressou: “Uaaaaaau! Aplausos!!!”

Cuba | O ator cubano Armando Valdes Freire, que interpreta Chala em Uma Escola em Havana, lê os artigos da revista online, segue a página no Instagram e está em constante contato por mensagens diretas. Disse Valdes em sua mensagem: “A honra é minha. Obrigado por fazer um trabalho que ajuda a promover e dar conhecimento ao que realizamos. Conte comigo para o que precisar”.

Síria/Israel (das ocupadas Colinas de Golan) | A banda de roots rock TootArd, sem nacionalidade no momento devido ao conflito árabe-israelense e que atua nas ocupadas Colinas de Golan, enviou espontaneamente mensagem ao editor do site: “Muito obrigado! Agradecemos muito a recomendação de nossa banda no seu site.”

Ilha de Páscoa | Maior banda da Ilha de Páscoa, Amahiro, elogiou o artigo sobre música rapa nui e a qualidade da revista digital. Seus membros curtem os posts, seguem a página no Instagram/Facebook e estão em constante contato. O guitarrista e vocalista, Mario “Ama” Tuki, após ler o artigo, tomou a iniciativa de contatar o site: “Saudações desde Rapa Nui. Gostaria de falar com você pelo seu trabalho e promoção da música contemporânea da Ilha da Páscoa. É muito interessante ver um meio de comunicação fora da ilha, falando com tanta sabedoria de nossa cena local. Lemos e compartilharemos. Será uma honra trabalharmos juntos”. Recentemente, Mario Tuki propôs projeto de intercâmbio cultural entre a Ilha de Páscoa e o Brasil, via o site Cultura do Resto do Mundo.

A produtora de eventos Rapa Nui Arts & Artists, empresa que atua na Ilha da Páscoa promovendo intercâmbio cultural entre os artistas nativos e os do Exterior, assim se manifestou em suas redes sociais: “Estamos fazendo uma nova aliança com a Cultura do Resto do Mundo, revista online com base no Brasil que revela culturas locais de todo o globo, integrando um olhar mais íntimo que aborda, em profundidade, realidades pouco conhecidas de cada destino. Sem dúvida, uma vitrina que permitirá promover o movimento musical de Rapa Nui no gigante latino-americano, aproximando os dois povos mediante um intercâmbio cultural e profissional entre as duas indústrias”. Além dessa menção de diplomacia cultural, a produtora recomendou o artigo de Felipe Viveiros Gigantes de Pedra, dedicado à cena musical da Ilha de Páscoa.

Outro músico e ativista cultural da ilha, Yoyo Tuki, também está seguindo a Cultura do Resto do Mundo nas redes sociais. E enviou a seguinte mensagem: “¡Māuru-uru!, Felipe”. Māuru-uru significa “muito obrigado” em rapa nui. Tuki completou: “Vou compartilhar imediatamente o seu artigo em minhas redes sociais”.

Níger | A banda de blues tuaregue Dag Tenere curtiu os posts sobre o artigo O blues do Deserto, veiculado no site. Por conta própria, entraram em contato com o autor e editor do site, Felipe Viveiros e disseram “Muito obrigado!!! Nós apreciamos muito sua atitude, e estamos trabalhando em mais um álbum que será lançado em breve”. E, demonstrando muita simpatia, escreveram “Muito obrigado!” em Português.

Diante de tantos fatores que limitam a atividade cultural no Brasil – especialmente os educacionais, políticos e econômicos -, uma inciativa como esta, de um site destinado a pesquisar, comentar e divulgar arte internacional à luz de aspectos antropológicos, com modernidade de linguagem, representa a oportunidade de milhões de brasileiros terem acesso grátis ao que produz a criatividade dos artistas de todos os sete continentes. Um projeto que atende aos interesses dos produtores culturais e da sociedade.

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