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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Selo SESC lança primeira gravação completa dos Trios de Villa-Lobos com Ricardo Castro, Antonio Meneses, Claudio Cruz e Gabriel Marin

São Paulo, por Kleber Patricio

Crédito da foto: João Vitor Cruz.

Autor de muitos concertos, sinfonias, óperas, obras para piano e violão solo e para música de câmara, Heitor Villa-Lobos (1887-1959) é o maior e mais importante compositor brasileiro de todos os tempos, em qualquer gênero; uma referência para o meio musical. Sua obra, amplamente gravada por orquestras, conjuntos camerísticos e solistas, agora recebe mais uma homenagem – e por um time de músicos de altíssimo nível e ampla experiência em música brasileira e de câmara. O pianista Ricardo Castro, o violoncelista Antonio Meneses, o violinista Claudio Cruz e o violista Gabriel Marin. É o álbum Villa-Lobos Trios, lançado pelo Selo SESC, a gravadora do SESC São Paulo, que o SESC Digital antecipa com exclusividade e acesso gratuito, sem necessidade de cadastro, no dia 15 de janeiro e disponível nas principais plataformas de streaming a partir de 20 de janeiro.

Trata-se do primeiro registro fonográfico completo dos três trios para violino, violoncelo e piano lançado no País e com músicos brasileiros, aqui interpretados por Claudio Cruz, Antonio Meneses e Ricardo Castro, respectivamente, junto aos quatro movimentos do Trio de cordas, com Cruz, Meneses e Gabriel Marin. Os três trios com piano, cada um composto por quatro movimentos, foram escritos entre 1911 e 1918, época em que Villa-Lobos ainda buscava se afirmar no cenário musical brasileiro, em especial no Rio de Janeiro e em São Paulo, e sob forte influência da estética francesa. Neste período, até o ano de 1930, como revela o texto de apresentação do disco assinado pelas pesquisadoras Flávia Toni e Camila Fresca, o próprio compositor foi o intérprete de seus três trios com piano em diversas ocasiões.

Para o violinista e maestro Claudio Cruz, que concebeu o álbum e está desenvolvendo um mestrado sobre Villa-Lobos, “esta gravação antológica pode ser compreendida como um trabalho referencial para o meio musical”, destaca. A respeito do difícil desafio de escolher uma música do disco, em especial, Cruz elege o Trio nº 1 por ser mais acessível ao ouvinte, principalmente aos iniciantes na obra de Villa-Lobos. “O primeiro Trio nos remete ao período romântico e pode ser comparado aos grandes trios dos principais nomes da história da música clássica”, completa. Trio nº 1, inclusive, que Claudio Cruz já tocou com Antonio Meneses em concerto nos EUA.

Já o Trio nº 2 e o Trio nº 3 se distinguem pela linguagem estética própria, mesmo tendo sido compostos em um intervalo de apenas três anos. Ambos foram apresentados na Semana de Arte Moderna de 1922, movimento cultural que teve como palco o Theatro Municipal de São Paulo e que colocaria Villa-Lobos, mais tarde, como um expoente da música do modernismo brasileiro.

Fechando o álbum, há também os quatro movimentos do único Trio de cordas composto por Villa-Lobos, já em 1945, período em que o músico já era reconhecido internacionalmente e marcava o início de sua consagração definitiva com as viagens profissionais regulares que passava a fazer para os EUA. Gravado por Claudio Cruz (violino), Gabriel Marin (viola) e Antonio Meneses (violoncelo).

O álbum Villa-Lobos Trios (Selo SESC) foi gravado por Ulrich Schneider e Marcio Torres, editado, mixado e masterizado por Ulrich Schneider no Estúdio Monteverdi, em Mairiporã, São Paulo, entre agosto e setembro de 2019.

REPERTÓRIO

Disco 1

1 – Primeiro Trio, Rio 1911: Allegro non tropo

2 – Primeiro Trio, Rio 1911: Andante sostenuto

3 – Primeiro Trio, Rio 1911: Scherzo

4 – Primeiro Trio, Rio 1911: Allegro tropo e Finale

5 – Segundo Trio, Rio 1915: Allegro moderato

6 – Segundo Trio, Rio 1915: Berceuse-Barcarolla

7 – Segundo Trio, Rio 1915: Scherzo

8 – Segundo Trio, Rio 1915: Final – Molto allegro

Disco 2

1 – Terceiro Trio, Rio 1918: Allegro con moto

2 – Terceiro Trio, Rio 1918: Assai moderato

3 – Terceiro Trio, Rio 1918: Allegretto spirituoso

4 – Terceiro Trio, Rio 1918: Allegro animato

5 – Trio de cordas, Rio 1945: Allegro

6 – Trio de cordas, Rio 1945: Andante

7 – Trio de cordas, Rio 1945: Scherzo

8 – Trio de cordas, Rio 1945: Allegro preciso e agitato

Ficha Técnica

Concepção e Direção Artística: Cláudio Cruz

Textos: Flávia Toni e Camila Fresca

Projeto Gráfico e Capa: Alexandre Calderero

Diretor de Produção: Éser Menezes – ArteMatriz Soluções Culturais

Assistente de Produção: Thiago Torres

Gravado por Ulrich Schneider e Marcio Torres, editado, mixado e masterizado por Ulrich Schneider no Estúdio Monteverdi, em Mairiporã – São Paulo/SP, em agosto e setembro de 2019.

Serviço:

Lançamento de Villa-Lobos Trios

Com Ricardo Castro (piano), Antonio Meneses (violoncelo), Claudio Cruz (violino) e Gabriel Marin (viola)

15/1/2021: disponível com exclusividade e acesso gratuito no SESC Digital

20/1/2021: nas demais plataformas de streaming.

Saiba+

Selo SESC nas redes:

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Festival de cinema retrata a vida de jovens, mulheres e LGBTQI+ da periferia e ocupações de SP

São Paulo, por Kleber Patricio

Festival traz filmes feitos por jovens da periferia. Foto: divulgação.

De 15 de janeiro a 14 de fevereiro estão abertas inscrições para o 1º Na Quebrada Festival de Cinema. Serão três mostras competitivas em curtas-metragens mostrando universos de jovens, mulheres e LGBTQI+ que moram na periferia ou ocupações centrais da cidade de São Paulo. Os filmes inscritos devem ter duração máxima de 25 minutos, ter sido finalizados após janeiro de 2017, em qualquer formato, gênero e classificação. As inscrições gratuitas podem ser realizadas no site https://filmfreeway.com/NAQUEBRADA-FestivaldeCinema.

Serão três categorias: mostras Manas, Monas e Manos, feitas respectivamente por cineastas mulheres, LGBTQI+ e jovens,  todos retratando as diferentes realidades  da vida na periferia da cidade de  São Paulo.

De acordo com a diretora do Festival, Stefanie Lacerda, a proposta é voltada para o protagonismo dos cineastas das periferias. “Estamos num momento de mobilização para a garantia, continuidade das conquistas sociais e para inclusão de segmentos historicamente excluídos: pobres, pretos, mulheres e LGBTQI+”, salienta Stefanie, que atuou como assistente de direção de Minissérie na Play TV.

Festival acontece em março | Com curadoria de Monica Trigo, o 1º na Quebrada Festival de Cinema acontece de 1 a 7 de março e será transmitido na plataforma SPCine Play (https://www.spcineplay.com.br/). Também haverá debates e bate-papos nas redes sociais do Festival. “Acreditamos que a cultura é um elemento chave, mas desde que valorize as iniciativas comunitárias periféricas, que represente a diversidade dos territórios. Que crie oportunidade para indivíduos e coletivos artísticos. Por isso vamos exibir filmes feitos pelos jovens da periferia, porque o cinema é uma linguagem que fala para todos”, explica Stefanie Lacerda.

Nomes de peso | O Festival contará com um júri técnico composto por três profissionais do audiovisual para escolher os melhores filmes por categoria: Mostra Manos, Mostra Minas e Mostra Monas. Entre eles, o ator Francisco Gaspar que, entre outros prêmios, recebeu o Kikito no Festival de Gramado; a jornalista Ana Paula Nogueira, com passagens pelos jornais O Estado de SP, Gazeta Mercantil e a agência de notícias internacional Reuters. Ana também é diretora de audiovisual, em especial de documentários voltados para a temática feminina/feminista. Além de Paula Ferreira, produtora, apresentadora e atriz, uma das personalidades de grande influência na militância LGBTQI+.

Premiação | A divulgação do resultado da premiação acontecerá em uma live no encerramento do Festival. O filme vencedor de cada mostra ganhará o Troféu Perifa.  A escolha do melhor filme das três  categorias será feita  por votação popular.

O 1º na Quebrada Festival de Cinema tem patrocínio da SPCine, da Secretaria Municipal de Cultura e Prefeitura Municipal de São Paulo.

Serviço:

Inscrições abertas para o 1º Na Quebrada Festival de Cinema

Data: 15 de janeiro a 14 de fevereiro

Inscrições gratuitas e regulamento: https://filmfreeway.com/NAQUEBRADA-FestivaldeCinema

Site: www.naquebradafestivaldecinema.com.br

Instagram: @naquebradafestivaldecinema

Facebook: https://www.facebook.com/NaQuebradaFestivaldeCinema

Festival acontece de 1 a 7 de março e será transmitido na plataforma SPCine Play: https://www.spcineplay.com.br/.

Umami: a origem e as vantagens do quinto gosto para a saúde

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/Comitê Umami.

Você já deve ter escutado a palavra umami em programas e séries de TV sobre culinária, mas esse gosto é muito mais que um termo do universo da gastronomia. Ao lado do doce, salgado, azedo e amargo, o quinto gosto básico do paladar humano confere mais sabor às preparações e traz benefícios para a saúde. Descoberto em 1908 pelo professor e pesquisador Kikunae Ikeda, a palavra significa ‘delicioso’ e ‘saboroso’ em português.

O umami existe em centenas de alimentos, incluindo carnes curadas, cogumelos, queijos, peixes e tomates. É a base de famosos caldos e o responsável pela preferência unânime por macarronadas e pizzas, regados com deliciosos molhos e queijo parmesão ralado. “Não se trata de um termo culinário, mas pode ser um grande aliado da saúde. O principal responsável por esse gostinho é o aminoácido chamado glutamato, presente naturalmente em diferentes alimentos”, explica Hellen Maluly, doutora em ciência de alimentos do Comitê Umami.

Os benefícios estão atraindo a atenção de muitos profissionais, não apenas no mundo da gastronomia, mas também na área médica e de nutrição. “O umami é de dar água na boca, literalmente. Uma das principais vantagens é o auxílio na saúde bucal, pois estimula a salivação. Esse aumento da secreção salivar promove uma melhora na mastigação e aumenta a sensibilidade ao sabor global dos alimentos, auxiliando o consumo de alimentos que acabam excluídos da dieta pela dificuldade de ingestão relacionada à deglutição ou aceitação. Do ponto de vista da saúde, isso é muito bom, principalmente para quem possui a sensação de boca seca ou a perda gradual de paladar, comum em idosos devido ao avanço da idade e em pacientes expostos à quimioterapia”, explica Hellen.

O gosto umami pode ser identificado em alimentos como queijos, tomates, milho, ervilha, algas, cogumelos e carnes, além do realçador de sabor presente no mercado, o glutamato monossódico (sigla em inglês: MSG). Além de proporcionar uma experiência gastronômica muito mais gostosa, o quinto gosto também auxilia na digestão de proteínas e pode ajudar na redução de até 37% de sódio das refeições sem perder o sabor global da preparação. “Enquanto 1 g de sal de cozinha tem 388 mg de sódio, a mesma quantidade de glutamato monossódico possui apenas 123 mg. Cozinhar com ingredientes que conferem o umami nas quantidades adequadas pode ser uma experiência simples, saudável e muito prazerosa”, ressalta a especialista.

Umami | É o quinto gosto básico do paladar humano, descoberto em 1908 pelo cientista japonês Kikunae Ikeda. Foi reconhecido cientificamente no ano 2000, quando pesquisadores da Universidade de Miami constataram a existência de receptores específicos para este gosto nas papilas gustativas. O aminoácido ácido glutâmico e os nucleotídeos inosinato e guanilato são as principais substâncias umami. As duas principais características do umami são o aumento da salivação e a continuidade do gosto por alguns minutos após a ingestão do alimento. Para saber mais, acesse www.portalumami.com.br e acompanhe também pelas redes sociais facebook.com/gostoumami e instagram.com/ogostoumami.

Restauro do Cruzeiro Franciscano reúne equipe especializada em Itu

Itu, por Kleber Patricio

Especialistas envolvidos na obra do Cruzeiro visitaram o local e acompanharam os trabalhos de escavação que estão sendo realizados. Fotos: Renata Guarnieri.

Na última quarta-feira (13/1), o prefeito de Itu, Guilherme Gazzola, recebeu em seu gabinete a comissão científica e os profissionais que estão trabalhando na obra do restauro do Cruzeiro Franciscano, monumento de valor ímpar localizado no Centro Histórico de Itu. Na ocasião, os especialistas explicaram detalhadamente ao prefeito o que será realizado e Gazzola aproveitou para destacar a importância desse projeto para a aproximação da população com sua história e preservação da memória.

Todos os profissionais presentes ressaltaram a expertise da equipe que está trabalhando no restauro, pessoas de grande conhecimento empenhadas em recuperar este bem tão importante erigido por Joaquim Pinto de Oliveira, conhecido como Mestre Thebas. “Estamos trabalhando com a melhor equipe técnica do Brasil. O que está sendo feito aqui é um investimento financeiro e intelectual muito importante”, comentou o Professor Doutor Marcos Tognon, arquiteto e urbanista da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Paulo Zanettini, doutor em arqueologia e responsável pela primeira fase da obra, falou sobre sua experiência na área e expectativa. “O entorno do Cruzeiro é um local de encontro de culturas e histórias; o solo é uma narrativa do passado – a história que não está escrita, está no solo”, comentou. Ele acredita que a região foi um aldeamento indígena, devido a sua localização geográfica com córregos e áreas mais altas, e que vestígios dessa civilização possam ser encontrados durante as escavações, o que levaria a um conhecimento histórico de ocupação local de até milhares de anos.

Comissão científica e os profissionais que estão trabalhando no restauro do Cruzeiro Franciscano estiveram com o prefeito Guilherme Gazzola.

Esta obra, que está sendo realizada na Praça Dom Pedro I, vai muito além do restauro do Cruzeiro, que é do final do século XVII – ela poderá voltar séculos ou milênios no tempo com o que pode estar escondido embaixo do solo em seu entorno.

Com todos os estudos que foram realizados para a realização da obra, descobriu-se que o Cruzeiro apresenta muitos danos. “Vamos trabalhar para fazer um restauro definitivo do monumento”, comentou Maria Luiza Dutra, arquiteta responsável pelo projeto de restauro.

Após a reunião, os especialistas fizeram uma visita ao Cruzeiro acompanhados da secretária municipal de Cultura e do Patrimônio Histórico, Maitê Velho; do diretor de Patrimônio, Emerson Castilho; da diretora da Secretaria Municipal de Obras, a arquiteta e urbanista e presidente do Conselho de Preservação do Patrimônio Histórico Cultural de Itu Ana Paula Quinteiro Capelli; da historiadora da Universidade de São Paulo, Doutora Anicleide Zequini; a arquiteta Maria Luiza Dutra, da MLD Arquitetura e Restauro, que está desenvolvendo o projeto de restauro; do conservador e restaurador Júlio Moraes, da empresa Júlio de Moraes Conservação e Restauração, responsável pela execução do restauro  e do doutor em arqueologia Paulo Zanettini, da empresa Zanettini Arqueologia, responsável pela pesquisa arqueológica.

Restauro do Cruzeiro Franciscano está em sua primeira fase.

Primeira fase | As obras de restauro do Cruzeiro Franciscano estão na fase de arqueologia. Durante esta semana, trechos da praça estão sendo investigados por meio de escavações com o intuito de encontrar vestígios dos povoamentos existentes no local em diversas épocas da ocupação humana. Podem ser descobertos cacos cerâmicos, de louça ou vidro, entre outros artefatos que possam identificar a passagem do tempo. Nos primeiros dias de trabalho, os arqueólogos já encontraram artefatos que agora serão estudados para verificar seu valor histórico e localizá-los quanto ao período.

Os munícipes que quiserem conhecer um pouco sobre o trabalho que está sendo feito podem ir até a Praça Dom Pedro I e acompanhar como a busca e pesquisa são realizadas, sempre respeitando as normas de distanciamento social e o uso correto da máscara, cobrindo boca e nariz. No local, também estão sendo disponibilizados livretos e panfletos explicativos para a compreensão do que está sendo realizado.

O intuito dessa ação é aproximar a população desse bem cultural tão importante e reavivar o sentimento de pertencimento local, reverberando a história já conhecida, a esquecida e, também, a que está guardada na memória dos munícipes, buscando esse conhecimento popular juntos às pessoas.

O restauro é realizado pela Prefeitura de Itu por meio da Secretaria Municipal de Cultura e do Patrimônio Histórico com verba conquistada junto ao FID (Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos).

(Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Itu)

Dinner in the Sky volta ao Parque do Ibirapuera em 2021

São Paulo, por Kleber Patricio

Crédito da foto: @agencia_utopc.

A edição 2021 do Dinner in the Sky já tem data marcada e endereço certo em 2021: de 13 de abril a 25 de julho, com a vista do Parque do Ibirapuera – um dos mais privilegiados cartões postais da cidade –, acontece a experiência gastronômica a 50 metros de altura.

O local é o mesmo de 2020 e foi eleito pensando em quem ficou de fora na última edição, que levou 14 mil pessoas às alturas com ingressos esgotados em todas as subidas. A plataforma tem capacidade para 22 pessoas sentadas em assentos tipo Fórmula 1. Para apreciar a paisagem, os assentos se movimentam 180 graus, permitindo a captura de imagens belíssimas e seguindo rigorosas normas de segurança, como os cintos de três pontas, garantindo total proteção e conforto em todos os momentos. Seguindo todos os protocolos orientados pela Organização Mundial da Saúde, uma proteção de acrílico está instalada em volta de cada cadeira.

São sete subidas por dia, divididos em brunch, duas opções de horários para almoço, coquetel no meio da tarde e sunset para aproveitar o pôr do sol, além de mais duas opções de jantar. Os ingressos já estão a venda no site https://www.dinnerinthesky.com.br.

Serviço:

Dinner in the Sky Brasil

Data: de 13 de abril a 25 de julho (terça-feira a domingo)

Local: em frente ao Parque do Ibirapuera (Praça Armando de Sales Oliveira, Vila Mariana) – São Paulo

Valores:

Brunch: às 10h – R$250 a R$300

Almoço: às 12h e 14h – R$400 a R$440

Coquetel: às 16h – R$300 a R$400

Sunset: às 17h30 – R$420 a R$500

Jantar: às 20h e 22h – R$600

Tamanho da Plataforma: 9 x 5 m

Peso da mesa: 5 toneladas (vazia) e 7 toneladas (cheia)

Número de convidados por subida: 22

Altura de Elevação: 50m

https://www.dinnerinthesky.com.br/site/saiba_mais

Sobre o Dinner in the Sky | Criado na Bélgica, o Dinner in the Sky está presente em mais de 70 países e atua nas principais cidades do mundo, como Dubai, Las Vegas, Paris, Bruxelas, Atenas, Londres, Shanghai, Tokio e, claro, São Paulo. Uma plataforma a 50 metros de altura une 22 participantes que buscam sair da rotina com o melhor da gastronomia numa experiência perfeita. Já atuaram na plataforma os principais nomes da gastronomia, como Massimo Bottura, Virgílio Martinez, Frederic Anton, Joel Robuchon, Henrique Fogaça, Rodrigo Oliveira, Emmanuel Bassoleil, Roberto Ravioli, Flávia Quaresma e Guga Rocha, entre outros.

(Fonte: MD Assessoria)