Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Zena completa 12 anos com trufas negras no menu

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Imagem de WikiImages por Pixabay.

No dia 25 de janeiro, o restaurante paulistano Zena completa seu 12º aniversário com prato comemorativo no menu. A partir do dia 22 de janeiro, o restaurante do chef Carlos Bertolazzi e do empresário Dudu Pereira apresenta mais uma versão do seu premiado gnocchi – dessa vez, com finalização de trufas negras advindas de um tartufaio de Norcia, no Sul da Itália.

A pedida do Gnocchi con fonduta al formaggio ganhará 10 g de lascas de tartufo nero à mesa, na frente do cliente e estará disponível enquanto durar a iguaria italiana, por R$180.

Seguindo todas as recomendações de higiene e segurança recomendadas pelas autoridades da cidade, o Zena fica aberto de terça a domingo, no almoço e jantar, com opção de reserva.

Sobre o Zena | O chef Carlos Bertolazzi abriu seu Zena em janeiro de 2009, nos Jardins, junto do empresário Dudu Pereira, para oferecer a gastronomia italiana da Ligúria em um espaço que remete ao charme de uma vila típica italiana. Em ambiente descontraído e arejado, envolto por paisagismo, serve entradas, pratos e sobremesas feitos inteiramente no local, como seu tradicional Grissini – oferecido como cortesia –, às focaccias, saladas ou o clássico e premiado Gnocchi Zena.

Aberto direto do almoço ao jantar, o restaurante é bastante convidativo a quem quer apreciar ainda drinks de receitas exclusivas ou vinhos expostos em uma “geladeira de padaria” – herança do estabelecimento antecessor –, que facilita o acesso e escolha do cliente sobre seu rótulo preferido; entre eles está o Zena Rosso, vinho da casa produzido artesanalmente na região de Monferrato, da região italiana do Piemonte, no noroeste do país.

Serviço:

Zena

Horário de funcionamento: terça a domingo – das 12h às 17h / das 19h às 22h.

Endereço: Rua Peixoto Gomide, 1901 – Jardins, São Paulo/SP

Telefone: (11)3081-2158 / telefone delivery: (11) 3082-9362

Site: http://www.zenacaffe.com.br/

Facebook: /zenacaffe

Instagram: @zenacaffe

Acessibilidade/ Conexão Wi-fi Gratuita / Pet Friendly.

Mercado de música acena com retomada e realiza feira virtual

Brasil, por Kleber Patricio

Um dos mercados mais afetados pela pandemia, a indústria da música começa 2021 disposta a fazer barulho para voltar a crescer. Entre os dias 1º e 7 de fevereiro, 60 marcas vão promover o Conecta+Música&Mercado, um espaço virtual de negócios e eventos gratuitos dedicados à criação musical. A meta é atrair 50 mil visitantes do Brasil e da América Latina e alcançar R$700 milhões em vendas de instrumentos e áudio para os próximos seis meses.

A proposta do Conecta+Música&Mercado é vista com bons olhos pelas empresas do setor, duramente atingido pelos efeitos da Covid-19. Segundo pesquisa da UBC/ESPM, mais de 86% dos profissionais do mercado musical afirmam ter sofrido perda de renda durante a paralisia provocada pelo novo coronavírus. “A ideia é inaugurar uma feira virtual inteligente e intuitiva, direcionada para quem trabalha com música e capaz de criar e ampliar laços profissionais e comerciais. O setor precisa de ânimo e de uma demonstração de força. O foco é manter a indústria aquecida e a criação musical efervescente”, explica Daniel Neves, presidente da Anafima, Associação Nacional da Indústria da Música.

Entre os expositores estão a Roland, Takamine, Bose Pro e a JBL/Harman by Samsung, uma das principais fabricantes de equipamentos de áudio do país, além de empresas da Argentina, Colômbia e México. “Acreditamos que o formato digital da feira possa sinalizar um novo modelo para a indústria da música”, afirma Bruno Moura, diretor da Harman do Brasil.

Outro dos principais chamarizes do Conecta+Música&Mercado é a programação com mais de 120 horas de lives, debates e workshops que será disponibilizada na plataforma online da iniciativa (https://conecta.musicaemercado.org/). A agenda de eventos privilegia o conteúdo profissionalizante e técnico para quem atua com áudio, criação em música, shows e produção, desenvolvimento profissional e treinamento para todos os setores dos produtos musicais, indústrias de tecnologia de áudio, entretenimento profissional e educação musical, entre outros.

O Conecta+Música&Mercado é gratuito para todos os inscritos. Profissionais terão acesso às estratégias e ferramentas para promover seus negócios e carreiras, conectando-se com os principais líderes do setor.

Baseado na Swapcard, plataforma francesa de networking e feira virtual e customizada dirigida ao mercado da música, o Conecta+ Música & Mercado tem o apoio da NAMM, associação norte-americana da indústria da música.

Conselho Federal de Química produz ‘Verdade x Mentira’ a partir das principais dúvidas da população sobre a Covid-19

Brasil, por Kleber Patricio

Imagem de Klaus Hausmann por Pixabay.

O Conselho Federal de Química (CFQ) produziu um Verdade x Mentira a partir das principais dúvidas da população na pandemia da Covid-19. A ideia é esclarecer, orientar e reforçar o lembrete: a pandemia não acabou, fique alerta – é hora de redobrar a atenção.

O CFQ trabalha para combater a desinformação e orientar sobre as medidas eficazes de prevenção, como lavar sempre as mãos com água e sabonete, escolher corretamente o álcool em gel, saber utilizar a água sanitária para desinfecção de objetos e superfícies e manter o distanciamento social.

Confira:

Se o álcool em gel for melequento demais, a eficácia diminui | MENTIRA – o que vai definir se o álcool em gel é mais ou menos pegajoso é a composição química da fórmula, que pode sofrer algumas alterações a depender dos compostos usados. Veja o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=dS5WHCDOhWY&list=PLZEox91Omgx1SLHmvTR_0d-8SShLAJXCm&index=19.

Qualquer álcool é eficaz contra o coronavírus | MENTIRA – o álcool 70% é o mais recomendado. Em soluções de graduação alcoólica muito superior, a eficácia é menor, pois a evaporação é mais rápida, o que diminui o tempo de contato do álcool com o patógeno.

Não devo higienizar meu celular com álcool em gel | VERDADE – o mais recomendado para equipamentos eletrônicos seria o álcool isopropílico. Por possuir um carbono a mais que o etanol na cadeia carbônica, é menos miscível em água, dificultando a oxidação das peças.

O álcool em gel queima sem que possamos enxergar | VERDADE – O álcool em gel é inflamável; porém, a sua chama é invisível. Isso traz uma necessidade de maior atenção do álcool junto à fonte de calor. Veja o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=wKt4auvJD2E&list=PLZEox91Omgx1SLHmvTR_0d-8SShLAJXCm&index=10.

É possível produzir álcool em gel em casa | MENTIRA – apesar de existirem receitas caseiras circulando na internet, o CFQ não recomenda essa prática, tanto pelos riscos associados quanto por confrontar a legislação brasileira.

Se não tiver álcool em gel, posso usar etanol de combustível ou de bebidas alcóolicas? | MENTIRA – apesar do combustível e das bebidas alcoólicas possuírem álcool etílico em suas composições, cada produto apresenta graduação alcoólica própria e é pensado para uma finalidade específica e suas formulações contém outras substâncias.

Água sanitária pura não funciona contra o coronavírus | VERDADE – a substância que melhor age como germicida não é o hipoclorito de sódio, mas sim o ácido hipocloroso. A água sanitária pura apresenta um pH alto e, por isso, contém apenas hipoclorito. É preciso baixar o pH, o que é feito com a adição de água, que tem pH levemente ácido.

É recomendável pulverizar ou borrifar soluções de hipoclorito de sódio sobre pessoas em áreas públicas de grande circulação | MENTIRA – o hipoclorito de sódio é corrosivo e pode causar irritação na pele e nos olhos. O CFQ não recomenda que soluções sejam pulverizadas sobre pessoas pelo menos até que sejam apresentadas pesquisas científicas que comprovem eficácia.

Não se pode usar água sanitária para desinfetar as mãos | MENTIRA – a água sanitária pode ser usada para higiene das mãos quando não houver água e sabonete ou álcool, desde que esteja diluída na concentração de 0,05% – 1 litro de água para 25 ml de água sanitária. Acesse a cartilha do CFQ: https://cfq.org.br/wp-content/uploads/2020/05/020-05-04_cartilha-perguntas-e-respostas-CFQ-V2-baixa-3.pdf.

Misturar água sanitária com outros produtos de limpeza ou com vinagre pode gerar até explosão | VERDADE – a mistura pode gerar substâncias perigosas e que liberem vapores tóxicos, já que muitos produtos contêm substâncias como hipoclorito de sódio, amônia e até mesmo nitrogênio.

Veículos elétricos movidos por célula-combustível a hidrogênio são nova aposta tecnológica

Brasil, por Kleber Patricio

Carregador para carros elétricos instalado no campus da Facens tem uso totalmente gratuito para toda a comunidade, não apenas para quem utiliza o campus.Foto: divulgação.

Os veículos híbridos têm conquistado cada vez mais espaço no mercado mundial. Porém, como todo produto, a indústria está sempre em busca de aprimoramento e inovação. Hoje em dia, um dos pontos mais considerados para estes avanços é a sustentabilidade. Os carros híbridos comercializados hoje em dia funcionam com uso de bateria e combustão a álcool ou gasolina, o que gera emissão de CO2 na atmosfera. Atualmente, há inúmeras montadoras, instituições de ensino e de pesquisa realizando testes e buscando novas fontes de energias renováveis para substituir o uso da combustão nos veículos automotivos. Uma destas novas tecnologias é a célula de hidrogênio, o elemento químico mais abundante em nosso planeta.

De acordo com Paulo Sergio, Professor Orientador da Equipe B’energy Racing Facens, antes as tecnologias ligadas ao hidrogênio tinham custo elevado e eram usadas somente em foguetes ou em usinas geradoras de eletricidade. Contudo, devido ao avanço tecnológico, o custo destas tecnologias tem reduzido, tornando o hidrogênio uma fonte de energia mais competitiva, o que tem despertado interesse no setor automotivo.

Campus da Facens. Foto: divulgação.

A Fórmula SAE, competição universitária criada nos EUA com o intuito de estimular o desenvolvimento de novas tecnologias automotivas, criou um novo desafio para as equipes e uma nova categoria, a de veículos totalmente elétricos, com células de hidrogênio. Ou seja, as equipes devem desenvolver um veículo elétrico movido por célula-combustível a hidrogênio e competir em uma prova de eficiência. Este evento acontecerá em março de 2021, junto às demais competições de Fórmula SAE.

Das 14 equipes das mais renomadas instituições ensino Brasileiras inscritas no desafio BALLARD Student H2 Challenge SAE 2020, a B’Energy, do Centro Universitário Facens, ficou entre as 8 classificadas para participar da segunda fase (competição presencial) desta nova modalidade do Fórmula SAE Brasil. “Estamos muito animados em poder participar desta nova competição. É uma oportunidade valiosa podermos fazer parte deste grupo que pode contribuir de forma robusta para o desenvolvimento desta nova tecnologia”, afirma Vitor Bertoni, capitão de B’Energy Racing Team Facens.

Projeto remunera produtores rurais por preservação de área ambiental

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/BMV.

Quando pensamos em florestas e matas nativas, o Brasil tem a maior área de proteção ambiental do mundo — 66,3% do território brasileiro são cobertos por áreas verdes. E como fica essa preservação? O BMV (Brasil Mata Viva), criado 2007 por um grupo de líderes, assumiu a missão de gerar e desenvolver soluções em sustentabilidade por meio de uma metodologia que gera Créditos de Floresta para o produtor que preserva a sua área e, por outro lado, dá oportunidade para as empresas serem certificadas e garantirem sua responsabilidade sócio ambiental por meio do Selo Sustentabilidade Tesouro Verde.

Essa metodologia criada pelo BMV tem como base o PSA (Pagamentos por Serviços Ambientais) e vem ao encontro do projeto aprovado pela Câmara dos Deputados que cria a PNPSA (Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais), destinada a ajudar produtores rurais, indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais a conservar áreas de preservação.

De um lado, o produtor rural, do outro, empresas que querem contribuir com a preservação ambiental. Com isso, os dois lados assumem o compromisso de preservação, gerando os créditos, que são adquiridos por essas empresas ou pessoas. Hoje, o BMV conta com uma área de vegetação preservada de 5.486.842.105,26 m², aproximadamente 768.465 campos de futebol. “BMV é um Standard de conservação de florestas nativas e desenvolvimento econômico sustentável das comunidades rurais locais. Nosso protocolo envolve processos de validação, verificação, custódia e registro por entidades independentes de credibilidade internacional. Ele é aplicado tanto para áreas públicas quanto privadas e os ativos originados já compõem patrimônio de fundos de investimento, bem como patrimônios de governos, demonstrado na Secretaria do Tesouro Nacional”, explica a CEO do grupo, Maria Tereza Umbelino.

Ainda de acordo com Maria Tereza, o programa Tesouro Verde é a adesão pelos governos ao mecanismo mais eficiente e seguro de PSA, que envolve também a instituição de políticas públicas de estímulo à conservação de florestas. “É operacionalizado pela plataforma de oferta dos ativos públicos e privados para compensação da pegada ecológica das empresas e certificadas pelo Selo Sustentabilidade Tesouro Verde”.

O Selo de Sustentabilidade digital é uma forma inteligente de demonstrar boas práticas em sustentabilidade ambiental para o mundo com baixo custo, acessível a todos. Com a utilização da plataforma digital (https://www.plataformatesouroverde.com.br), as empresas obtêm o Selo por atenderem ao Protocolo de Compensação Sustentável ESG BMV. Esse protocolo qualifica-as por compensarem sua pegada ecológica que contém o impacto de emissões de gases de efeito estufa, utilização hídrica, biodiversidade com a promoção da proteção de florestas. “Somos um mecanismo de proteção e conservação dos reservatórios em conformidade com o Acordo de Paris. O BMV Standard, assim como o Tesouro Verde, pode ser aplicado globalmente”, completa Maria Tereza, e finaliza: “A Floresta Amazônica Brasileira, sendo a maior floresta tropical do mundo, é um dos principais reservatórios de carbono. No Brasil, temos um superávit na atividade de conservação das florestas nativas e somos um exemplo mundial. Portanto, é necessário o engajamento da sociedade para que adotem políticas de sustentabilidade em suas atividades. Temos o potencial de ser os maiores fornecedores de serviços ecossistêmicos para mundo”.

Para conhecer mais sobre o trabalho do BMV, acesse www.brasilmataviva.com.br.

Maria Tereza Umbelino – Chief Executive Officer BMV – Brasil Mata Viva | Maria Tereza Umbelino de Souza nasceu em Goiânia, no ano de 1965, em uma família tradicional de produtores rurais. Economista pela Universidade Católica de Goiás, onde defendeu sua tese acerca do sistema de suinocultura em conjunto com o modelo de cooperativa, pós-graduada em gestão de negócios com 30 anos de experiência em consultoria financeira e desenvolvimento de negócios para mais de 200 empresas no Brasil. Profissionalizou-se em cases de análise de crédito.

Com seus 15 anos de experiência no mercado, identificou um problema no setor do Agronegócio: os ciclos de financiamento em conjunto com os programas de incentivos e legislações ambientais. Foi contratada então pelo Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento (PNUD-ONU) para preparar um estudo sobre a questão ambiental atrelada com o endividamento da propriedade rural, onde comprovou que a conservação da floresta é um custo que o proprietário rural arca e esta é a causa da pressão econômica exercida sobre o ambiente natural.

Com esses dados, foi à procura de metodologias para contemplar a preservação das áreas existentes, estabelecendo uma metodologia inovadora e inédita que permite a remuneração dos produtores rurais e de todos os agentes atuantes na rede colaborativa de proteção ás florestas e demais biomas com sua biodiversidade – nascendo assim o BMV (Brasil Mata Viva.)