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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Yentl, a menina que queria estudar: espetáculo literomusical abre programação de abril na Casa Museu Ema Klabin

São Paulo, por Kleber Patricio

Espetáculo conta a história de uma menina que assume a identidade masculina para conseguir estudar. Foto: Rogério Alves.

No sábado, 5 de abril, às 15h, o coletivo Culturas em Movimento apresenta na Casa Museu Ema Klabin o espetáculo Yentl, a Menina que Queria Estudar. A peça é baseada na obra Yentl, o ‘Menino da Yeshiva’, do escritor Isaac Bashevis Singer, ganhador do Prêmio Nobel de Literatura de 1978 e conta a história de uma menina que assume a identidade masculina para conseguir estudar. O evento é gratuito e oferece 100 vagas por ordem de chegada, com tradução e interpretação em Libras.

Adaptada pela artista Dinah Feldman, a peça vai além do conto original de tradição judaica que a inspira: Dinah enriquece a narrativa ao integrar textos de outros artistas, poetas e pensadores, oferecendo uma abordagem contemporânea para a história. Além disso, a obra incorpora elementos da trajetória pessoal da artista, bem como suas pesquisas sobre protagonismo feminino e os tabus enfrentados pelas mulheres na sociedade atual, tornando a adaptação ainda mais relevante para o público jovem e adulto.

Máscara Iorubá da Coleção Ema Klabin. Foto Henrique Luz/Arquivo Casa Museu Ema Klabin.

O elenco do espetáculo é composto por Dinah Feldman (adaptação e interpretação), Jefferson Bueno (músico) e Lucas Coimbra (músico e diretor musical). A equipe técnica é formada por Marcela Horta (produção), Lica Barros (iluminação) e Éder Lopes (cenário e figurino). A direção artística é de Malú Bazán.

Fundado em 2005 por Dinah Feldman, o coletivo Culturas em Movimento se dedica à pesquisa de textos contemporâneos e à promoção do universo feminino nas artes cênicas. Formada pelo Teatro Escola Macunaíma e pela École Philippe Gaulier, Dinah já criou outras obras, como ‘O Vazio na Mala’ e ‘Outono, Inverno ou O Que Sonhamos Ontem, e levou o coletivo a festivais internacionais, incluindo o YELEEN, em Burkina Faso, e o XXVIII Encuentro de Contadores de Historias y Leyendas, na Colômbia.

Veja a seguir outras atividades da programação cultural da Casa Museu Ema Klabin em abril:

Experimentando o Museu: visita e oficina

Nos dias 5 e 13 de abril, das 14h30 às 16h, a programação Experimentando o Museu convida o público a explorar o fascinante mundo do colecionismo por meio de uma visita mediada à Coleção Ema Klabin, seguida por uma oficina prática. O evento abre espaço para reflexões e práticas que conectam arte e memória.

Visitas mensais têm como propósito destacar a relevância da longevidade. Foto: Arquivo da Casa Museu Ema Klabin/Divulgação.

Durante a visita, o público poderá conhecer melhor o universo dos museus e do colecionismo. Na oficina, os participantes serão convidados a interagir com imagens da coleção por meio de técnicas como colagem, desenho e pintura, recriando e reinterpretando os objetos apresentados. A proposta estimula a criatividade, permitindo que novos significados surjam a partir da intervenção artística.

‘Bate-Papo em casa’ aborda culturas africanas e afro-brasileiras em museus 

Para os que preferem acompanhar a programação sem sair de casa, o programa Bate-Papo em Casa, realizado em parceria com a Casa Museu Eva Klabin, no Rio de Janeiro, oferece a oportunidade de participar de debates envolventes e educativos. Após o sucesso em 2024 com o tema ‘tipologia casa museu’, a edição de 2025 retorna com uma nova abordagem temática, discutindo educação museal e práticas educativas relacionadas a ancestralidade, gênero e territorialidade.

O primeiro encontro da série será realizado no dia 11 de abril, das 15h às 16h30, e contará com a participação de duas especialistas: Nayla Oliveira, coordenadora do setor educativo do Museu da História e da Cultura Afro-brasileira (MUHCAB – RJ), e Rafaelle Graña, responsável pelo programa de educação do Instituto Pretos Novos (IPN – RJ). Juntas, elas abordarão a ancestralidade como prática educativa, explorando como os espaços culturais trabalham para promover as culturas africanas e afro-brasileiras. O encontro terá transmissão ao vivo pelo canal do YouTube da Casa Museu Ema Klabin.

Visita mediada: Reinvenção por toda a vida

No dia 12 de abril, às 14h, será realizada a terceira edição da série de visitas mediadas Reinvenção por toda a vida: como a cultura pode ajudar?, conduzidas por profissionais seniores de atendimento ao público que atuam na casa museu.

O encontro mensal tem o objetivo de destacar a importância da longevidade e como a arte pode ser uma fonte de inspiração para novos caminhos ao longo da vida. Enquanto os participantes apreciam obras da Coleção Ema Klabin, o público será levado a refletir sobre o quanto deixamos de vivenciar situações em nossas vidas para nos adequar às expectativas impostas pela sociedade. Essas visitas são realizadas em parceria com a Labora, organização que promove a inclusão produtiva e o trabalho flexível para profissionais com mais de 50 anos.

Palestra presencial: Mnemosine e as imagens mitológicas do feminino

Ariadne, Jean-Baptiste Greuze, séc. XVIII (51 x 41 cm), pendurada na parede da biblioteca da casa museu. Foto: Nelson Kon/Arquivo Casa Museu Ema Klabin.

No sábado, 12 de abril de 2025, das 11h às 13h, a pesquisadora Malena Contrera ministra a palestra Mnemosine e as imagens mitológicas do feminino, uma análise das representações do feminino em obras da Coleção Ema Klabin, utilizando uma abordagem mitológica e simbólica para refletir sobre o apagamento histórico e a reinvenção da memória dessas imagens.

A palestra também discutirá a memória como construção coletiva, seus registros e lacunas, bem como o papel do imaginário nesse processo. Com tradução e interpretação em Libras, o evento conta com 95 vagas disponíveis por ordem de inscrição. A taxa de inscrição é de R$ 10.

Bazar da Cidade: edição Dia das Mães

Nos dias 26 e 27 de abril, a partir das 11h, a Casa Museu Ema Klabin será palco da edição especial de Dia das Mães do Bazar da Cidade, evento que celebra o design artesanal, a moda e a gastronomia. Os visitantes terão a oportunidade de explorar uma ampla variedade de peças criadas por artesãos talentosos de diversas regiões do Brasil e, ao final da tarde, relaxar tomando um drink com os amigos ao som de música ao vivo, no jardim projetado por Roberto Burle Marx.

O Bazar da Cidade destaca-se pela curadoria cuidadosa que valoriza pequenos produtores e peças feitas em menor escala, oriundas de ateliês de várias regiões do país, promovendo a economia criativa.

Além das compras, nesta edição em homenagem ao Dia das Mães, o Bazar da Cidade oferece uma experiência gastronômica diversificada com uma variedade de pratos inspirados nas tradições culinárias de várias culturas, incluindo desde receitas típicas brasileiras até especialidades internacionais, todas preparadas com um toque artesanal.

Serviço:

5/4, às 15h, espetáculo literomusical:  Yentl, a menina que queria estudar, 100 vagas por ordem de chegada, tradução e interpretação em Libras, entrada franca*.

5 e 13/4, das 14h30 às 16h: Experimentando o Museu: visita e oficina sobre o ato de colecionar, inscrição no site da Casa Museu Ema Klabin. R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia), gratuito para professores e estudantes da rede pública.

11/4, 15h às 16h30, Bate-papo em casa: ações educativas e diversidade, A ancestralidade enquanto prática educativa, com Nayla Oliveira (MUHCAB – RJ) e Rafaelle Graña (IPN – RJ), gratuito, live no Canal do YouTube da casa museu.

12/4, das 14h às 15h, visita mediada Reinvenção por toda a vida: como a cultura pode ajudar?  30 vagas por ordem de inscrição no site da Casa Museu Ema Klabin. R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia), gratuito para professores e estudantes da rede pública.

12/04, das 11h às 13h, palestra Mnemosine e as imagens mitológicas do feminino por Malena Contrera95 vagas por ordem de inscrição no site da Casa Museu Ema Klabin. R$10.

26 e 27/04, das 11h às 20h, Bazar da Cidade edição Dia das Mães, entrada franca.

Visitação

Quarta a domingo, das 11h às 17h, com permanência até às 18h

Visitas mediadas quarta a sexta, às 11h, 14h, 15h e 16h. Sábado, domingo e feriado, às 14h.

R$ 20 (inteira)

R$ 10 (meia) para estudantes, idosos, PCD e jovens de baixa renda

Gratuidade para crianças de até 7 anos, professores e estudantes da rede pública

Rua Portugal, 43, Jardim Europa, São Paulo, SP.

Sobre a Casa Museu Ema Klabin:

A residência onde viveu Ema Klabin de 1961 a 1994 é uma das poucas casas museus de colecionador no Brasil com ambientes preservados. A Coleção Ema Klabin inclui pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, obras do modernismo brasileiro, como de Tarsila do Amaral e Candido Portinari, além de artes decorativas, peças arqueológicas e livros raros, reunindo variadas culturas em um arco temporal de 35 séculos.

A Casa Museu Ema Klabin é uma fundação cultural sem fins lucrativos, de utilidade pública, criada para salvaguardar, estudar e divulgar a coleção, a residência e a memória de Ema Klabin, visando à promoção de atividades de caráter cultural, educacional e social, inspiradas pela sua atuação em vida, de forma a construir, em conjunto com o público mais amplo possível, um ambiente de fruição, diálogo e reflexão.

A programação cultural da casa museu decorre da coleção e da personalidade da empresária Ema Klabin, que teve uma significativa atuação nas manifestações e instituições culturais da cidade de São Paulo, especialmente nas áreas de música e arte. Além de receber a visitação do público, a Casa Museu Ema Klabin realiza exposições temporárias, séries de arte contemporânea, cursos, palestras e oficinas, bem como apresentações de música, dança e teatro.

O jardim da casa museu foi projetado por Roberto Burle Marx e a decoração foi criada por Terri Della Stufa.

Acesse nosso site e redes sociais

Site: https://emaklabin.org.br

Instagram: @emaklabin

YouTube: https://www.youtube.com/c/CasaMuseuEmaKlabin

Google Arts & Culture: https://artsandculture.google.com/partner/fundacao-ema-klabin

Facebook: https://www.facebook.com/fundacaoemaklabin

Linkedin: https://www.linkedin.com/company/emaklabin/?originalSubdomain=br

Vídeo institucional: https://www.youtube.com/watch?v=ssdKzor32fQ

Vídeo de realidade virtual: https://www.youtube.com/watch?v=kwXmssppqUU

*Como em todos os eventos gratuitos, a Casa Museu Ema Klabin convida quem aprecia e pode contribuir para a manutenção das atividades a apoiar com uma doação voluntária via pix: 51204196000177.

(Com Cristina Aguilera/Mídia Brazil Comunicação Integrada)

Milton Nascimento é homenageado em novo álbum do nova-iorquino Brian Jackson

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do álbum ‘Of Corners & Bridges’. Crédito: OSGEMEOS.

Aos 82 anos, Milton Nascimento continua a encantar e influenciar artistas de diversas gerações e origens a partir de uma obra musical, que marcou a história da MPB. Somado ao recente rol de homenagens à sua carreira, o Selo Sesc faz a ponte entre Brasil e Estados Unidos e lança ‘Of Corners & Bridges’, novo álbum do músico, compositor e produtor nova-iorquino Brian Jackson em tributo a Bituca. O álbum digital está disponível nas principais plataformas de áudio.

Ao longo de 12 faixas, Jackson relê alguns dos inúmeros clássicos que compõem a obra de Milton. Para tal, o músico gringo reuniu uma extensa lista de brasileiros e estrangeiros de grande competência musical que, juntos, dão vida ao álbum unindo jazz, funk e soul. Criando camadas vocais, ruídos e texturas, o disco é permeado por um tom experimental e contemporâneo.

Admirador de Milton Nascimento desde a década de 70, Brian Jackson, que já tocou com artistas brasileiros como Black Alien, Airto Moreira e Mano Brown, teve a ideia deste grande encontro musical a partir de uma viagem ao país em 2015. Após um extenso período de criação, o álbum foi concretizado no mesmo estúdio onde Bituca gravou grande parte de sua obra. “Grande Irmão Mestre Milton, você é a razão de todo amor que se ouve neste álbum. Você é a razão pela qual todos nós nos reunimos no estúdio em que você costumava gravar quando era muito jovem, seus velhos amigos e colegas, alguns jovens talentosos e eu. Nós nos reunimos para simplesmente dizer: ‘Obrigado, Mestre. Ouça, e vai escutar o que você fez aos nossos corações e mentes, como você nos mudou para sempre, para sermos melhores’”, dedica Brian Jackson.

O álbum abre com Bridges (Sunrise – versão em inglês de Travessia – 1967, presente no LP Courage, de 1969). Nesta versão é a cantora e compositora de Los Angeles Georgia Anne Muldrow quem empresta sua potência melódica à canção. A mesma referência encerra o disco, fechando o dia. Bridges (Sunset) além de trazer Brian Jackson nos vocais é acompanhada, em especial, pelo cadenciado do atabaque, agogô e bongô.

Um dos destaques do disco é a canção Viola Violar, na qual Milton faz sua participação. Gravada originalmente em 1974, compõe o emblemático álbum Milagre dos Peixes Ao Vivo. Além dela, estão presentes versões de Maria Maria, Fé Cega, Faca Amolada e Caxangá.

“Obrigado por nos dar sua confiança e apoio. Você não precisava se envolver conosco neste projeto, mas em vez disso, estendeu os braços o máximo que pôde e nos acolheu. OBRIGADO entre um mar de ‘obrigados’ – por nos deixar entrar no seu mundo, um lugar que eu pessoalmente visitarei repetidamente enquanto puder respirar”, acrescenta Jackson.

A arte da capa do álbum representa também mais um dos amores de Jackson. Admirador do trabalho dos artistas plásticos brasileiros OSGEMEOS, são eles que ilustram o caráter solar do álbum, que abre com o raiar do dia e fecha com o pôr-do-sol.

Sobre Brian Jackson

Parte da dupla poderosa Gil Scott-Heron & Brian Jackson, Brian escreveu, arranjou e produziu mais de 10 álbuns ao longo de um período de oito anos. Ao longo do tempo, essa produção foi sampleada mais de 100 vezes, como ‘The People’ de Common (de ‘We Almost Lost Detroit’) e ‘Poe Mans Dreams’ de Kendrick Lamar (de ‘Peace Go With You, Brother’). Quase 40 anos depois, Brian ainda colabora com artistas tão diversos como Adrian Younge e Ali Shaheed Muhammad (Midnight Hour, A Tribe Called Quest), o vocalista Gregory Porter e o lendário baixista Charnett Moffett.

Brian busca inspiração tanto no presente quanto no passado para honrar a antiga tradição do griot – o trovador africano da verdade. “Esta música não é realmente minha”, afirma Brian. “Eu aprendi com aqueles que vieram antes de mim. É meu trabalho passar adiante o que aprendi. Essa é a tradição.”

Ouça aqui.

FICHA TÉCNICA

Alberto Continentino – baixo acústico e elétrico

Alex Malheiros – baixo elétrico

André Cunha – violino

Angélica Alves – violino

Brian Jackson – voz, ambiências, arranjos, bongô, flauta transversal, orgão, palmas, piano elétrico e acústico, rhodes, synth bass

Clóvis Pereira Filho – violino

Emilia – violoncelo

Georgia Anne Muldrow – voz

Glenda Carvalho – violoncelo

Ivan “Mamão” Conti – bateria

Luísa de Castro – violino

Lula Galvão – guitarra e violão

Milton Nascimento – voz

Nikolay Sapoundjiev – violino

Nivaldo Ornellas – flauta e sax soprano e sex tenor

Paulo Guimarães – flauta e complementos

Paulo Santos – atabaque, agogô, berincéu, caxixi, congas, cowbell, efeitos, flauta bambu, flauta taques, marimba de argelim, marimba de vidro, moringa, tablas, tambor de língua, tambor sírio, taquará, tranquilo, triângulo, trilobita, TriMi, tubos

Renata Athayde – violino

Robertinho Silva – bateria

Rodrigo Brandão – voz

Samuel Passos – viola

Scott Tixier – arranjo de cordas e regência

Ubiratã Rodrigues – violino

Victor Botene – viola

Willian Isaac – violino

Produzido por Brian Jackson & Rodrigo Brandão

Arranjado por Brian Jackson

Gravado no Estúdio Cia dos Técnicos, Rio De Janeiro, de 1 a 5 de agosto de 2022, por William Luna Jr., com assistência de José Sartori ‘Magro’.

Demais gravações:

Voz Brian Jackson em ‘Nothing Will Be…’, ‘Maria, Maria’ e ‘Bridges (Sunset)’ gravada no Coramusik Studio, Portland, Oregon, por Brian Jackson

Voz Milton Nascimento em ‘Viola, Violar’ gravada no Estúdio Bituca, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, por Arthur Luna

Voz Georgia Anne Muldrow em ‘Bridges (Sunrise)’ gravada no Zephyr Studios, Los Angeles, por Georgia Anne Muldrow

Voz Rodrigo Brandão em ‘Ponta De Areia’ gravada no Dorobô Estúdio, São Paulo, São Paulo, por DJ Makô, com assistência de Caio Neri

Percussões em ‘Bridges’ gravadas no Estúdio Aprazível, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, por Daniel DvBz, sob supervisão de Philippe Ingrand ‘Doudou’

Percussões adicionais em ‘Cravo & Canela’ e ‘Prelúdio Para Canção Do Sal’ gravadas no Estúdio Três Luas, Belo Horizonte, Minas Gerais, por Paulo Santos

Mixado e masterizado no Estúdio El Rocha, São Paulo, São Paulo, por Fernando Sanches

Produção Executiva: Camila Miranda

Coordenação de Gravação: Tamara Emy Yoshida

Produtor assistente + engenheiro assistente: Daniel DvBz

Arregimentação de cordas: Paulo Guimarães

Edição de voz: Karen Ávila

Arte da capa: OSGEMEOS.

Sobre o Selo Sesc

Desde 2004 o Selo Sesc traz a público obras que revelam a diversidade e a amplitude da produção artística brasileira, tanto em obras contemporâneas quanto naquelas que repercutem a memória cultural, estabelecendo diálogos entre a inovação e o histórico. Em catálogo, constam álbuns em formatos físico e digital que vão de registros folclóricos às realizações atuais da música de concerto, passando pelas vertentes da música popular e projetos especiais. Entre as obras audiovisuais em DVD, destacam-se a convergência de linguagens e a abordagem de diferentes aspectos da música, da literatura, da dança e das artes visuais. Os títulos estão disponíveis nas principais plataformas de áudio, Sesc Digital e Lojas Sesc. Saiba mais em sescsp.org.br/selosesc.

Sobre o Sesc São Paulo

Com 77 anos de atuação, o Sesc – Serviço Social do Comércio conta com uma rede de 42 unidades operacionais com atendimento presencial e 4 unidades operacionais com atendimento não presencial no estado de São Paulo e desenvolve ações com o objetivo de promover bem-estar e qualidade de vida aos trabalhadores do comércio, serviços, turismo e para toda a sociedade. Mantido pelos empresários do setor, o Sesc é uma entidade privada que atua nas dimensões físico-esportiva, meio ambiente, saúde, odontologia, turismo social, artes, alimentação e segurança alimentar, inclusão, diversidade e cidadania. As iniciativas da instituição partem das perspectivas cultural e educativa voltadas para todas as faixas etárias, com o objetivo de contribuir para experiências mais duradouras e significativas. São atendidas nas unidades do estado de São Paulo cerca de 30 milhões de pessoas por ano. Hoje, aproximadamente 50 organizações nacionais e internacionais do campo das artes, esportes, cultura, saúde, meio ambiente, turismo, serviço social e direitos humanos contam com representantes do Sesc São Paulo em suas instâncias consultivas e deliberativas. Mais informações em sescsp.org.br.

Selo Sesc nas redes: Instagram | YouTube.

(Com Sofia Calabria/Assessoria de imprensa Selo Sesc)

Visitantes podem salvar corais do Caribe em Aruba em programa de sustentabilidade

Aruba, por Kleber Patricio

Mergulhadores em Rocky Beach, Aruba. Fotos: Divulgação.

Aruba, ilha eleita o destino número 1 do Caribe no Travelers’ Choice 2025 do Tripadvisor, tem várias iniciativas de sustentabilidade nas quais o visitante pode ajudar a preservar o ambiente. Entre elas, está a fazenda de corais criada pela ONG ScubbleBubbles, projeto de revitalização de recifes no oceano. Essenciais para a biodiversidade, os corais são assunto sério no país.

É o que revela a criadora de conteúdo de sustentabilidade para Aruba no Brasil, Andrea Miramontes, jornalista de viagens há 26 anos. influenciadora em turismo, ela faz o projeto @ladobviagem, site e redes sociais, no qual também mostra iniciativas sustentáveis pelo mundo. “Para começar, Aruba incentiva visitantes a usar filtro solar com os selos ‘Reef Safe ou Ocean Safe’, que não matam corais. Os filtros solares comuns, sem os selos, contêm substâncias que acabam com esses pequenos animais importantíssimos. Há ainda estudos que relacionam essas substâncias a problemas sérios de saúde nas pessoas”, revela Andrea Miramontes.

Para recuperar os recifes e criar novas barreiras de corais, a ONG ScubbleBubbles criou um programa no qual os turistas também podem participar. Eles construíram viveiros de corais, estruturas onde são cultivados a partir de pequenos fragmentos, até que fiquem grandes e fortes para serem colocados no recife.

Corais e vida marinha em Aruba.

Foram instaladas estruturas de recife artificial em quatro locais diferentes no Parque Marinho de Aruba, onde o recife natural já estava morto. Assim, os corais do berçário podem crescer e construir um novo recife.

Visitantes podem ajudar o projeto de duas formas. A primeira delas é a limpeza das praias, organizada frequentemente pelo grupo. A segunda oportunidade é para as pessoas certificadas em mergulho, que podem fazer o curso de especialidade PADI Reef Rescue. O curso, que ensina mais sobre os corais, também reúne esforços de restauração, e mergulhadores ajudam no berçário. O dinheiro arrecadado com as aulas é usado para educação a estudantes locais.

Mais informações estão disponíveis aqui.

Sobre Aruba

Localizada a 25 km da costa da América do Sul e fora da rota de furacões, Aruba oferece sol praticamente o ano todo e uma temperatura média de 28°C. Cerca de 20% de sua área é ocupada pelo Parque Nacional Arikok, com fauna e flora únicas e cavernas com pinturas rupestres. A ilha também é conhecida por suas praias impecáveis, culinária diversificada e hospitalidade dos moradores, que frequentemente dominam quatro idiomas, incluindo inglês e espanhol. Aruba continua a atrair visitantes latino-americanos, oferecendo desde escapadas românticas até experiências de bem-estar. Descubra mais no site oficial do destino.

(Com Marilia Bianchini/Sorella Relações Públicas)

Poder de compra da população LGBT+ confirma potencial econômico da comunidade

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Mercedes Mehling/Unsplash.

O potencial de compra da população LGBT+ no Brasil movimenta a economia do país, impulsionando diversos setores, como o turismo, entretenimento, moda, entre outros. Estudo recente da NIQ, empresa líder mundial em inteligência de consumo, aponta que somente no período doze meses anteriores ao primeiro trimestre de 2024, a comunidade injetou R$ 18,7 bilhões no mercado brasileiro.

Neste dia 25 de março, quando se celebra o Dia Nacional do Orgulho Gay, a gerente nacional de Empreendedorismo Feminino, Diversidade e Inclusão do Sebrae, Geórgia Nunes, destaca o significativo impacto econômico da população LGBT+ no Brasil. “São números que demonstram o poder expressivo de compra da população LGBT+, formada por lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e outras identidades de gênero, mas também chamam atenção para a importância de se construir uma sociedade mais inclusiva e diversa”, pontua.

A pesquisa da NIQ, chamada Raibow Homes, também traz dados sobre o perfil de consumo dessa parte da população que tem preferido a conveniência e acessibilidade oferecidas pelo comércio eletrônico. O gasto médio por lar LGBT+ no e-commerce, segundo o estudo, é 27% superior ao dos demais lares, com um ticket médio de R$ 363 contra R$ 286 dos outros domicílios, com destaque para as compras de produtos de giro rápido, como bebidas alcoólicas.

Empreendedorismo como forma de resistência e afirmação

A gerente nacional do Sebrae também ressalta que empresas que adotam políticas inclusivas e valorizam a diversidade tendem a ser mais inovadoras e competitivas. “A presença de profissionais LGBT+ em posições de liderança e em equipes diversas contribui para um ambiente de trabalho mais criativo e produtivo”, acrescenta Geórgia Nunes.

Ela explica que diante de barreiras estruturais de discriminação e falta de oportunidades, o empreendedorismo tem permitido que indivíduos LGBT+ conquistem autonomia financeira e realização pessoal. “Ao gerir o próprio negócio, é possível criar ambientes inclusivos e explorar nichos de mercado específicos”, finaliza.

(Com Marcia Lopes/Máquina Cohn & Wolfe)

Jabuticaba: Fruta brasileira é considerada a 10ª melhor do mundo

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Eduardo Gorghetto/Unsplash.

A jabuticaba (Myciaria spp), fruta da jabuticabeira, é originária do Brasil, nativa da Mata Atlântica e muito apreciada em nossa cultura, tanto pelo seu sabor quanto por sua versatilidade na culinária, propriedade que vem despertando a curiosidade em outros países, tanto que foi eleita, recentemente, a décima melhor fruta do mundo pelo Taste Atlas.

Pequena, redonda, geralmente, de cor roxa ou preta com uma polpa branca, gelatinosa, de baixo teor calórico, muito doce e rica em nutrientes, a fruta apresenta diversos benefícios para a saúde, sendo excelente fonte de vitaminas, como a C, importante para o sistema imunológico, e minerais como cálcio e fósforo, que são essenciais para a saúde óssea. Além disso, contém antioxidantes, como antocianinas, que ajudam a combater os radicais livres, podendo reduzir o risco de doenças crônicas. É rica em fibras, contribuindo para a saúde digestiva.

Alguns estudos sugerem uma possível ação anti-inflamatória e os antioxidantes, presentes na sua composição, contribuem com a saúde cardiovascular, reduzindo o colesterol LDL e melhorando a circulação sanguínea. A casca da jabuticaba (epicarpo) apresenta potencial antioxidante em função de significativos teores de antocianinas, elagitaninos e tocoferóis.

Visando o aproveitamento das propriedades nutricionais das cascas e o alto desperdício dos resíduos (cascas e sementes) gerados na produção de geleias, o curso de Nutrição da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) tem investido em pesquisas para aproveitar a fruta na sua totalidade, de forma sustentável, desidratando a casca e transformando-a em farinha – o produto, inclusive, venceu o Workshop de Alimentos do 2° semestre de 2023, mostrando o seu potencial de aproveitamento.

Além das frutas, as flores e folhas da jabuticabeira também apresentam valor nutricional e podem ser utilizadas em preparações culinárias ou infusões.

Embora a jabuticaba não seja tão comum fora do Brasil, seu cultivo tem se espalhado por alguns países como Argentina, Paraguai, Portugal e em algumas regiões mais quentes dos Estados Unidos, contribuindo para que a fruta seja cada vez mais apreciada em diferentes partes do mundo.

O período de frutificação da jabuticabeira varia de acordo com a região e as condições climáticas, mas, geralmente, ocorre entre os meses de setembro e dezembro. Em algumas áreas, a jabuticabeira pode produzir frutos em outras épocas do ano, especialmente se as condições forem favoráveis. A frutificação pode ser abundante, e as árvores podem ter várias colheitas ao longo do ano, dependendo da variedade e do manejo. Estima-se que a produção esteja entre 20 mil e 30 mil toneladas/ano.

A projeção da culinária brasileira no mundo tem contribuído para a divulgação da jabuticaba, devido à versatilidade da fruta e ao seu amplo potencial de apreciação.

Na forma in natura: a forma mais simples e popular de consumir jabuticaba fresca; Desidratadas: em bolos, iogurtes, sucos e molhos; Congeladas: molhos, sucos, caldas e sobremesas.

Nas preparações — Geleias e compotas: a jabuticaba é frequentemente utilizada para fazer geleias, compotas e conservas; Sucos e smoothies: a fruta pode ser batida para fazer sucos ou smoothies, proporcionando uma bebida refrescante e nutritiva; Licores: pode ser utilizada na produção de licores, que são bebidas alcoólicas doces e aromáticas; Doces e sobremesas: a fruta pode ser incorporada em diversas receitas de doces, como tortas, bolos e pudins; Sorvetes e gelados: é uma excelente opção para a produção de sorvetes e gelados, oferecendo um sabor único; Molhos agridoces: para acompanhamento de preparações culinárias harmonizar com carnes; Drinks: tanto alcoólicos quanto não alcoólicos.

*O conteúdo dos artigos assinados não representa necessariamente a opinião do Mackenzie ou do website Kleber Patricio Online.

Sobre a Universidade Presbiteriana Mackenzie  

A Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) foi eleita como a melhor instituição de educação privada do Estado de São Paulo em 2023, de acordo com o Ranking Universitário Folha 2023 (RUF). Segundo o ranking QS Latin America & The Caribbean Ranking, o Guia da Faculdade Quero Educação e Estadão, é também reconhecida entre as melhores instituições de ensino da América do Sul. Com mais de 70 anos, a UPM possui três campi no estado de São Paulo, em Higienópolis, Alphaville e Campinas. Os cursos oferecidos pela UPM contemplam Graduação, Pós-Graduação, Mestrado e Doutorado, Extensão, EaD, Cursos In Company e Centro de Línguas Estrangeiras.

(Fonte: Race Comunicação)