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Crianças #EmCasaComSESC recebe violeiro, compositor e contador de histórias Paulo Freire no sábado (20)

Campinas, por Kleber Patricio

Crédito da foto: Élcio Paraíso.

Neste sábado (20/3), às 15h, diretamente de Campinas, o violeiro, compositor, contador de histórias e escritor Paulo Freire apresenta a live Violinha Contadeira na programação do Crianças #EmCasaComSESC. Durante o show, que estará disponível no Instagram e Youtube, o artista conta causos ligados à mitologia brasileira — como o do Mapinguari, a lenda do povoamento da Terra com Rairu e Caro Sacaibo, a justiça do Curupira e a corrida do sapo e do veado — e vai entremeando as histórias com canções de autoria própria e outras que aprendeu com os mestres de viola do sertão. O público é convidado a participar da cantoria das músicas e da construção das narrativas.

Paulo Freire estudou violão com Henrique Pinto, em São Paulo, e Betho Davesaky, em Paris. Em 1977, apaixonado pelo romance Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, foi morar no Norte de Minas Gerais, na região do Rio Urucuia. Aprendeu a tocar viola com Manoel de Oliveira e outros mestres locais e aprofundou-se nos costumes e lendas do sertão. Seu primeiro disco solo de viola, Rio Abaixo (independente, 1995) recebeu o Prêmio Sharp de Revelação Instrumental. Durante sua trajetória artística, entre outros trabalhos, compôs músicas para seriados de TV (como Grande Sertão: Veredas); trilhas para programas de TV (como a de abertura de Viola, Minha Viola); gravou as violas para os filmes Deus é Brasileiro, de Cacá Diegues e O Menino da Porteira, de Jeremias Moreira; gravou com os violeiros Pereira da Viola, Passoca e Levi Ramiro e participou da gravação de discos de artistas como Arnaldo Antunes, Mônica Salmaso, Luiz Tatit, Ana Salvagni, Maurício Pereira e Wandi Doratiotto. Foi integrante da Orquestra Popular de Câmera e do grupo Anima. Possui diversos livros e discos lançados, sendo alguns deles para o público infantil, caso de O Céu das Crianças (Companhia das Letrinhas, 2008) e Violinha Contadeira (selo Vai Ouvindo, 2015). Vem fazendo shows, oficinas de viola e oficinas de causos pelo Brasil.

#EmCasaComSESC em 2020 | A série #EmCasaComSESC teve início em abril de 2020, com um conjunto de transmissões ao vivo das linguagens de Música, Teatro, Dança, Crianças e Esporte — que somaram 13,5 milhões de visualizações até dezembro do ano passado, no total de 434 espetáculos. Para conferir ou revisitar o acervo completo disponível, acesse youtube.com/SESCsp.

Vanessa da Mata e Max B.O. estão na #ViradaSPOnline de São José do Rio Preto

São José do Rio Preto, por Kleber Patricio

Vanessa da Mata se apresentará às 21h. Foto: Rodolfo Magalhães.

A décima edição da #ViradaSP Online acontece no próximo dia 20 de março e será transmitida a partir das 12h pela plataforma #CulturaEmCasa. O evento, que é uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo com gestão da Organização Social Amigos da Arte, será realizado em parceria com a cidade de São José do Rio Preto. A #ViradaSPOnline deste final de semana vai apresentar ao público a diversidade cultural da cidade por meio de diversas atrações das mais diferentes linguagens artística a partir das 12h até à 0h. O evento consolidou-se no calendário cultural do estado de São Paulo, reunindo grandes nomes do cenário nacional e divulgando a cultura local das cidades paulistas para todo Brasil (confira a programação completa abaixo).

A cantora Vanessa da Mata e o rapper Max B.O. se apresentam diretamente do palco do Teatro Sérgio Cardoso, com transmissão ao vivo também pela plataforma #CulturaEmCasa. A programação também contempla as crianças com o quarteto Brasileiros com músicas dos CDs Brasileirinhos – Música para os Bichos do Brasil, volumes 1 e 2. Neste show, também no realizado no Teatro Sérgio Cardoso, o músico Paulo Bira e sua banda cantam canções e contam curiosidades sobre animais da fauna brasileira que correm risco de extinção, sempre com leveza e bom humor.

Peça Longos Anos faz parte da programação da #ViradaSP Online. Foto: Raphael Zanon.

O município de São José do Rio Preto foi selecionado a partir de chamada pública realizada por intermédio do programa Juntos Pela Cultura. Diversas atrações locais estão na programação: a Cia. de Comédia Os Melhores do Mundo; o show Viva Kombinados, também dirigido ao público infantil, com apresentação de vários ritmos da América Latina; O Saci – Documentário, que conta história do icônico grupo rio-pretense Saciação de Amigos e Criadores Interioranos de Sacis e seu bloco carnavalesco; as peças teatrais Refugo e Longos Anos; o grupo Psicorante e a vernissage RevitalizARTE, dos artistas residentes do Coletivo Artístico Crowd Rio Preto. “O formato digital, via plataforma #CulturaEmCasa, permite difundir amplamente e de forma gratuita a produção cultural das mais variadas linguagens de todas as regiões de São Paulo para o restante do Brasil e para outros países, além de apresentar e destacar as características turísticas de cada cidade selecionada no programa #JuntospelaCultura. E este é o objetivo tanto da #ViradaSP Online como da plataforma”, afirma Danielle Nigromonte, diretora-geral da Amigos da Arte.

Serviço:

#ViradaSPOnline – São José do Rio Preto

20 de março de 2021

12h Documentário O Saci

13h Refugo, com Cia. Beradeiro

14h Projeto REVITALIZARTE – Vernissage Digital!, com Coletivo Crowd

15h Longos Anos

16h ¡Viva! Kombinados – Canções infantis da América Latina

17h Brasileirinhos – Música para os bichos do Brasil

18h30 AfroAxé Jejê Nagô

19h30 Max B.O.

21h Vanessa da Mata

22h30 Os Melhores do Mundo 25 anos

23h20 Psicorange – Tour Colab

Plataforma:

www.culturaemcasa.com.br

Redes Sociais:

https://www.facebook.com/culturaemcasasp/

https://www.instragram.com/culturaemcasasp/

https://twitter.com/culturaemcasasp.

Palestra online e gratuita vai discutir o circo enquanto profissão e suas mudanças ao longo dos anos

Sumaré, por Kleber Patricio

A importância da arte circense como profissionalização e sua transformação ao longo do tempo são o mote da palestra gratuita oferecida como contrapartida pelo projeto Semeando Arte Circense. A atividade acontece na segunda-feira, dia 29 de março, a partir das 19h, com transmissão ao vivo pelo canal da Villa 7 | AH7 no Youtube.

Contribuindo para a formação de plateia, a palestra será ministrada por Luciene Domenicone, atriz, palhaça, professora de teatro e ministrante de oficinas de circo. “A ideia é refletir sobre o tema a partir de um panorama geral do circo contraposto à minha experiência pessoal como profissional da área. Na oportunidade vamos traçar uma linha do tempo destacando o potencial educacional e transformador do circo, além de seu aspecto cultural e lúdico para o imaginário coletivo”, explica Luciene.

A atividade é focada na troca de experiências com alunos, professores e educadores da área, mas pode ser acompanhada por todo e qualquer interessado pelo tema sem a necessidade de inscrição prévia para participação.

Sabendo que as atividades artísticas originadas do circo oportunizam o desenvolvimento da criatividade, da expressão corporal e da cooperação ao serem utilizadas como elemento cultural, o projeto tem o objetivo de colaborar na construção da subjetividade de crianças da rede pública de ensino de Sumaré.

Viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, Semeando Arte Circense é apresentado pelo Ministério do Turismo por meio da Secretaria Especial de Cultura. Produzido pela Villa 7 Cultura e pela AH7 Gestão Cultural, o projeto conta com o apoio da Nisfram e da Sociedade Humana Despertar (SHD) e patrocínio das empresas Adere, Stoller e ZF.

Serviço:

Palestra A importância da arte circense como profissionalização e sua transformação ao longo do tempo

Data e hora: segunda-feira, 29 de março, às  19h

Transmissão ao vivo: Canal da Villa 7 | AH7 no Youtube

Palestra online e gratuita.

Maior atenção à saúde primária pode tornar planos de saúde mais acessíveis

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: National Cancer Institute/Unsplash.

A pandemia de Covid-19 gerou uma sobrecarga nos sistemas de saúde em todo o mundo, somando-se ainda à pressão das despesas com a assistência. Nesse contexto, a Atenção Primária em Saúde (APS) ganha ainda mais importância, já que a modalidade permite um maior acompanhamento dos pacientes e controle dos custos assistenciais. Os apontamentos estão em relatório exclusivo do Centro de Estudos e Planejamento em Gestão de Saúde da Fundação Getulio Vargas (FGVsaúde), realizado a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Lançados na quarta-feira (17), os resultados da publicação serão discutidos em debate promovido pela FGVsaúde no dia 24 de março.

Segundo os autores do relatório, o maior acompanhamento e o controle dos custos assistenciais poderiam reduzir os desperdícios associados à realização de exames e tratamentos de saúde desnecessários. “Com a atenção primária, é possível organizar o cuidado em saúde, atendendo as pessoas de maneira longitudinal, possibilitando uma maior adesão aos tratamentos, racionalização do cuidado e melhores resultados clínicos”, detalha Alberto Ogata, pesquisador da FGVsaúde e um dos autores do relatório.

O relatório descreve desafios e oportunidades para que a atenção primária à saúde possa ganhar escala também no sistema privado. Os resultados foram obtidos por meio de um estudo qualitativo, de entrevistas com 12 gestores de operadoras de saúde apontadas pela Agência Nacional de Saúde (ANS) como experiências inovadoras em seus serviços de APS.

Reconhecida há décadas como uma forma de organizar os atendimentos de saúde, a atenção primária, que costuma ser praticada por um médico da família, ainda não é amplamente adotada por planos e seguros de saúde. Parte da resistência vem dos próprios beneficiários, que associam esse tipo de atendimento a uma visão pejorativa do SUS ou de serviços gratuitos. “O envolvimento de um médico da família é, muitas vezes, entendido de forma equivocada, como um cerceamento da liberdade de escolher o profissional a quem recorrer, mas não é o paciente quem melhor conhece os caminhos das especialidades de atenção secundária e terciária”, contextualiza José Cechin, superintendente do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), que comissionou a pesquisa. Segundo o executivo, a atenção primária é uma forma de assistência à saúde capaz de resolver de 80 a 95% dos casos, o que faz dela um processo mais eficiente, tanto em termos de custo quanto de adequação dos tratamentos.

O uso de tecnologias nas consultas médicas | Os autores do relatório ainda ressaltam que os recursos de telessaúde, como as consultas por meio da telemedicina, são cruciais para auxiliar no processo de maior adoção da saúde primária para os beneficiários dos planos de saúde. Algumas destas práticas, adotadas durante a pandemia sob um regime de exceção, deveriam ser mantidas mesmo depois de findada a crise sanitária, indicam os autores. “A telemedicina é uma ferramenta útil para facilitar o acesso do paciente ao sistema de saúde, mas ela não deve ser confundida com a atenção primária, que envolve pilares como o autocuidado apoiado, o uso de prontuários eletrônicos, a adoção de diretrizes clínicas e a integração com a atenção secundária e terciária, como hospitais e serviços especializados”, reforça Ogata.

Dentre as sugestões do relatório para que a saúde primária possa ganhar escala também entre os atendimentos de saúde particulares, estão os registros eletrônicos em saúde, a busca ativa de pacientes, a telessaúde, a mudança na gestão das operadoras de planos, os incentivos financeiros e a educação em saúde de forma a envolver desde a liderança até o beneficiário. O gestor precisa estar seguro e acreditar no projeto de atenção primária como um modelo racional que orienta a assistência e organiza a gestão dos planos de saúde, enquanto o beneficiário precisa ser orientado e convencido da eficácia desse método.

“Também é importante ampliar a formação de profissionais especializados, como médicos de família, enfermeiros e agentes comunitários”, complementa Ogata. José Cechin lembra que o modelo tem foco no acesso e cuidado integral. “Uma maior coordenação dos cuidados tem o potencial de prover mais saúde para as pessoas e auxiliar na redução de custos porque faz uso mais eficiente dos recursos”, explica.

(Fonte: Agência Bori)

A preservação do meio ambiente nas suas mãos: aprenda a separar o lixo doméstico

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Vivemos uma verdadeira epidemia de lixo, como se o Brasil despejasse todos os anos nos aterros um volume equivalente a 410 estádios do Maracanã repletos de detritos. A afirmação feita pelo Ministério do Meio Ambiente para ressaltar a importância da aprovação do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, ainda pendente, reforça a relevância da contribuição individual para reverter esse cenário.

Segundo a Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), das cerca de 80 toneladas de lixo produzidas anualmente no país, apenas 4% são recicladas. Pode parecer pouco separar corretamente os seus resíduos em casa, mas a soma do descuido coletivo tem uma conta bem alta: US$1 bilhão em prejuízos ambientais e tratamentos de saúde dos brasileiros a cada ano, de acordo com a entidade. “Vemos que já existe um movimento de mudança de mentalidade e de hábitos, pensando sempre na sustentabilidade do planeta para as próximas gerações, com os consumidores buscando cada vez mais por produtos que não agridem o meio ambiente e integram a economia circular. Mas é preciso partir para a ação mesmo nesses pequenos procedimentos da nossa rotina”, destaca Rafael Costa, diretor comercial da Embalixo, empresa brasileira especializada no desenvolvimento e produção de embalagens para lixo. “Pesquisa do Sistema Nacional de Informação sobre Saneamento (SNIS) mostrou que 98% da população reconhece a reciclagem como algo importante para o futuro, mas 39% não separa o lixo orgânico do reciclável; ou seja, já é tempo de mudarmos esse cenário e eliminar essa contradição”, diz.

Costa ressalta que precisamos sempre ter em mente os impactos causados pelo mau acondicionamento em toda a cadeia ligada aos descartes de resíduos. “Em muitos casos, o lixo orgânico acaba contaminando os outros recicláveis, como papel e plástico, o que muitas vezes pode comprometer até mesmo a saúde dos trabalhadores que manuseiam esses itens ou inviabilizar o reaproveitamento”, alerta. “E, em maior escala, é preciso lembrar que reciclagens de todos os tipos contribuem para reduzir a quantidade de lixo enviado a aterros sanitários, poupando água e energia, diminuindo a poluição e preservando nossos recursos naturais”, conclui.

Confira como separar e embalar corretamente seu lixo doméstico:

1 – Separe o lixo conforme o seu potencial de reciclagem:

– Sacos para o lixo que não pode ser reciclado – como restos de comida, cascas de frutas, resíduos de higiene pessoal (fraldas, papel higiênico);

– Sacos para o lixo que pode ser reciclado; de preferência, separado também por tipo de material: metais (latinhas, fiação, grampos, pregos), plástico (embalagens, potes, garrafas pet) e papel/papelão (jornais, revistas, caixas de embalagem longa vida).

2 – Enxague as embalagens, especialmente de alimentos gordurosos e de limpeza, antes de acondicionar no saco para lixo correto.

3 – Latinhas de bebida ou de alimentos podem ser amassadas para caber um volume maior no saco para lixo e facilitar o manuseio.

4 – Papéis molhados ou contaminados com resíduos orgânicos não podem ser reciclados e devem ser descartados no saco de lixo para orgânicos. Também não são recicláveis esponja de aço, fotografias, papel carbono, etiquetas, papel vegetal, papel carbono, acrílico, adesivos e placas de PVC.

5 – Pilhas, baterias e lâmpadas possuem componentes de alto risco à saúde e ao ambiente e não devem ser descartadas junto com o lixo comum, seja orgânico ou reciclável. Procure em sua cidade os locais que recebem esse tipo de material, conforme a legislação local.

6 – Máscaras de proteção contra o coronavírus, assim como luvas, devem ser descartadas junto com o lixo de higiene pessoal do banheiro; se possível, utilizando dupla embalagem ou o saco para lixo que neutraliza o vírus, já disponível no mercado, protegendo assim os trabalhadores da coleta.

7 – Se seu domicílio não tiver coleta seletiva, procure os pontos de coleta de recicláveis ou cooperativa mais próxima para entregar os resíduos.

8 – Fique atento às cores das lixeiras destinadas à coleta seletiva de lixo, pois cada uma sinaliza o tipo de resíduo que pode receber: vermelho, para plásticos; azul, para papéis; amarelo, para metais; verde, para vidros e marrom, para lixo orgânico.

Saiba mais:

Site: www.embalixo.com.br

Instagram: @embalixo

LinkedIn: Embalixo