Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

Toni Morrison é tema de curso na ESPM Rio

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/ESPM.

A ESPM Rio, escola de negócios referência nas áreas da economia criativa, lança o curso Toni Morrison: Uma Escritora Negra Por Princípio. Serão sete encontros ao vivo por webconferencia, terças e quintas, para explorar seis romances, além de ensaios e textos da escritora norte-americana e primeira mulher negra a vencer o Prêmio Nobel de Literatura, em 1993.

O curso é dirigido a profissionais, estudiosos e pesquisadores da área de literatura e letras ou interessados nas obras e pensamentos de Toni Morrison. “Além disso, estudar Toni Morrison é uma ótima oportunidade para conhecer as dinâmicas culturais da comunidade afro-americana dos Estados Unidos, como música, religião, Escrita Criativa e interseccionalidades”, diz Kátia Santos, professora do curso da ESPM.

Formada em letras pela Howard University, Toni Morrison estreou como romancista em 1970 com o livro O Olho Mais Azul. Suas histórias apresentam o afro-americano não apenas como personagem determinante na construção do país, mas principalmente como alvo de uma segregação ainda existente. Conquistou inúmeros prêmios, entre eles o National Book Critics Circle e Pulitzer e foi a primeira negra a receber o Prêmio Novel de Literatura. Faleceu em 2019, aos 88 anos.

Serviço:

Toni Morrison: Uma Escritora Negra Por Princípio

Quando: 20, 22, 27 e 29 de outubro e 5, 10 e 12 de novembro

Horário: 19h às 22h

Investimento: R$735,00 (parcelamento em até 3 vezes)

Inscrições e informações: clique aqui.

Topázio Cinemas realiza festival em homenagem ao diretor Christopher Nolan

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Cena de “Dunkirk”. Fotos: divulgação/Topázio Cinemas.

Os cinemas da rede Topázio no Shopping Jaraguá Indaiatuba recebem o Festival Nolan de 15 a 21 de outubro. A programação contará com quatro filmes do diretor Christopher Nolan, como um “aquecimento” para a grande estreia de Tenet, que chega no Brasil em 29 de outubro.

A programação do Festival Nolan terá início nesta quinta-feira. Estão na programação o premiado A Origem, sucesso que comemora 10 anos em 2020, Batman: O Cavaleiro das Trevas (com Christian Bale e Heath Ledger no elenco), Dunkirk (ganhador de três Oscar em 2018) e Interestelar (indicado a cinco Oscar em 2015).

“A Origem”, estrelado por Leonardo DiCaprio, faz parte do Festival Nolan.

Todas as sessões do Festival Nolan serão precedidas por um material especial do filme Tenet, sendo 10 minutos de cenas inéditas e uma rápida entrevista com o diretor. “Estamos felizes de receber o primeiro festival deste ano no Topázio Cinemas, especialmente com títulos que fizeram história no cinema contemporâneo”, declara a responsável pelo Marketing do grupo, Bruna Mascarenhas. “Este será um ‘esquenta’ para a estreia de Tenet, um dos filmes mais aguardados de 2020”, aponta.

Tenet chega ao Topázio Cinemas no dia 29 de outubro e retrata o mundo da espionagem. Um agente da CIA (John David Washington) é recrutado por uma organização misteriosa chamada Tenet para participar de uma missão de escala global. Eles precisam impedir que Andrei Sator (Kenneth Branagh), um renegado oligarca russo com meios de se comunicar com o futuro, inicie a Terceira Guerra Mundial. A organização está em posse de uma arma de fogo que consegue fazer o tempo correr ao contrário, acreditando que o objeto veio do futuro. Em posse dessa habilidade, o agente da CIA precisará usá-la como forma de se opor à ameaça que está por vir, impedindo que os planos de Sator se concretizem.

Os ingressos para o Festival terão preço normal de tabela e poderão ser adquiridos pelo aplicativo ou site (www.topaziocinemas.com.br) antecipadamente e com desconto. Os clientes que preferirem poderão adquirir a entrada nas bilheterias ou nos totens de autoatendimento do Shopping Jaraguá.

Sobre Topázio Cinemas:

Facebook: fb.com/TopazioCinemas | Instagram: @topaziocinemas | Twitter: @topaziocinemas

Serviço:

Festival Nolan

Quando: 15 a 21 de outubro

Quinta (15): às 20h10 – Dunkirk

Sexta (16): às 20h10 – Interestelar

Sábado (17): às 16h20 – Batman: O Cavaleiro das Trevas / às 20h10 – A Origem

Domingo (18): às 16h20 – A Origem / às 20h10 – Interestelar

Segunda (19): às 20h10 – Batman: O Cavaleiro das Trevas

Terça (20): às 20h10 – Dunkirk

Quarta (21): às 20h10 – A Origem

Ingressos: preço normal de tabela (promoções e descontos vigentes serão válidos também para o festival).

Restaurar 30% de áreas degradadas do planeta pode salvar 71% de espécies da extinção

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Pesquisadores/divulgação.

Restaurar 30% dos ecossistemas degradados do planeta de forma otimizada pode impedir o desaparecimento de 71% das espécies que seriam extintas nas próximas décadas. Além disso, se restaurados, esses ecossistemas podem retirar 466 bilhões de toneladas de gás carbônico do planeta, o que equivale a 49% de todo o acumulado desde a Revolução Industrial. É o que mostra estudo global encomendado pela Organização das Nações Unidas (ONU) feito por 27 pesquisadores de 12 países — e liderado por um pesquisador brasileiro da PUC-Rio. Os resultados serão publicados na revista Nature na quarta (14). O estudo é o primeiro voltado à restauração de áreas prioritárias em uma escala global. Os pesquisadores investigaram quais regiões degradadas do planeta devem ser preferencialmente recuperadas de modo a maximizar os benefícios e minimizar os custos. Para isso, combinaram três critérios: preservação da biodiversidade, sequestro de carbono (a retirada de gás carbônico da atmosfera) e os custos.

Recuperar um ecossistema degradado vai muito além de plantar novas árvores no local. Para descobrir as principais regiões do globo em que os efeitos dessa restauração serão otimizados, os pesquisadores levaram em conta todos os biomas: florestas, savanas, campos, zonas alagadas, desertos. “Definir essas áreas prioritárias é importante porque, dependendo de onde a restauração acontece, os resultados podem ser bastante diferentes”, afirma Bernardo Strassburg, pesquisador da PUC-Rio que liderou o estudo. Recuperar 5% de terras em uma ou outra região do globo, por exemplo, pode reduzir a extinção de espécies em 7% ou 43%.

Outra descoberta: diferentes biomas importam para diferentes objetivos. Restaurar florestas tem um impacto grande para o clima e a biodiversidade, mas as zonas alagadas, como o Pantanal, são ainda mais importantes para a biodiversidade e também têm papel-chave para o clima. Assim, de maneira inédita, o grupo buscou olhar para todos os biomas de forma combinada. Até então, a literatura e os acordos internacionais vêm focando muito na recuperação de florestas.

Onde e quanto restaurar

As Metas de Aichi para a Biodiversidade para a década de 2011-2020, assinadas pelos países-membros da ONU, previam a restauração de 15% das áreas degradadas, o que não foi cumprido. Os pesquisadores então foram além do percentual previsto, e criaram a plataforma Plangea para otimizar cenários de alta a baixa prioridade de restauração, numa escala de 5% a 100%. De acordo com Strassburg, “essa ação não prejudicaria a agricultura. Podemos recuperar até 55% das áreas degradadas do planeta e ainda manter a produção agrícola atual, provavelmente com vários impactos positivos como conservação da água, solo e melhor polinização”, comenta.

O estudo identificou um total de 2,9 bilhões de hectares de terras restauráveis. As áreas prioritárias estão em todos os continentes, das ilhas no Mar Báltico até a Terra do Fogo, no extremo-sul argentino. Também incluem todos os biomas, de florestas a desertos, que também têm importância para a biodiversidade. A Mata Atlântica se mostrou uma hiperprioridade global sob qualquer um dos critérios. “Seja para salvar as espécies da extinção ou para mitigar mudanças climáticas e, em particular, para ambos simultaneamente, a Mata Atlântica é especial. Grande parte dela está na zona de alta prioridade de restauração da nossa escala”, destaca o pesquisador. O Brasil como um todo, aliás, tem muitas das regiões prioritárias a serem recuperadas, como o cerrado, o pantanal e a floresta amazônica.

O estudo levou dois anos para ser concluído. Antes disso, no entanto, o Instituto Internacional para Sustentabilidade, onde Strassburg é diretor-executivo, já havia desenvolvido um algoritmo que considerava os mesmos três critérios de forma combinada para identificar as áreas prioritárias a serem restauradas especificamente na Mata Atlântica. Esse estudo anterior, que durou quatro anos, foi publicado em dezembro de 2018 na revista Nature Ecology & Evolution e serviu de base para a pesquisa em escala global. “A ONU declarou que 2021-2030 será a década da restauração ecológica. Esse é o momento para voltarmos a discutir novas metas para os países”, alerta.

(Fonte: Agência Bori)

Fondazione Torlonia e Bvlgari se unem para restauração de obras-primas da arte clássica

Roma, por Kleber Patricio

Em nome da paixão pela arte e pelo colecionismo, a Bvlgari colaborou com a Fondazione Torlonia para valorizar a mais importante coleção privada de arte antiga do mundo. Mais de 90 estátuas gregas e romanas da Coleção Torlonia, descritas por seu presidente Alessandro Poma Murialdo como “patrimônio cultural da família para a humanidade”, foram devolvidas ao seu esplendor original graças a uma restauração precisa realizada pela Fondazione Torlonia após estudos minuciosos.

Graças a um acordo com a Fondazione Torlonia, a Bvlgari contribuiu como patrocinador para a restauração das estátuas, que serão reveladas ao público durante o primeiro evento da turnê mundial da exposição The Torlonia Marbles. Reunindo obras-primas, será realizado de 14 de outubro de 2020 até 29 de junho de 2021 na Villa Caffarelli.

Fotos: The Tortonia Marbles. Créditos: Oliver Astrólogo.

Para apoiar ainda mais o projeto, a Bvlgari também é a principal patrocinadora da exposição. The Torlonia Marbles – A Coleção de Mármores é o resultado de um acordo entre o Ministério do Patrimônio Cultural e Atividades e Turismo com a Fondazione Torlonia; mais detalhadamente, para o Ministério, graças à Direção Geral de Arqueologia, Belas Artes e Paisagem e à Superintendência Capitolina. O projeto científico para a valorização da Coleção foi desenvolvido por Salvatore Settis, curador da exposição com Carlo Gasparri. Electa, editora do catálogo, também é responsável pela organização e promoção da exposição. O projeto da exposição do escritório de Milão de David Chipperfield Architects foi realizado nas novas instalações dos Museus Capitolinos da Villa Caffarelli, de volta ao trabalho graças ao projeto e ao compromisso da Superintendência Capitolina.

A restauração proporciona uma oportunidade de adquirir maiores conhecimentos sobre as obras, lançando uma nova luz sobre sua história. De fato, durante a obra, várias descobertas interessantes foram feitas, como os vestígios de cor no relevo de Portus do século III d.C., uma descoberta particularmente importante descoberta na propriedade da família no Porto (por volta de 1864). As obras-primas (bustos, relevos, estátuas, sarcófagos e elementos decorativos), restauradas por Anna Maria Carruba, foram selecionadas entre as 620 peças da Coleção Torlonia como exemplos notáveis da escultura antiga e por sua relevância na ilustração da história da coleção de antiguidades.

O envolvimento da Bvlgari é uma das muitas iniciativas em que a empresa de Roma investiu para proteger e revitalizar o patrimônio artístico da capital. É em Roma que a Coleção Torlonia tomou forma e cresceu através de várias aquisições, escavações arqueológicas e a reorganização de esculturas entre as várias residências da Família Torlonia. Nascida da paixão pela arte de várias gerações da Família Torlonia, é uma “coleção de coleções” que, através das diferentes fases de sua criação, estabelece uma história de coleção de antiguidades: é composta de muitas coleções inestimáveis compiladas por famosas famílias romanas entre os séculos XV e XIX.

A Fondazione Torlonia foi criada pelo príncipe Alessandro Torlonia para preservar e promover a Coleção Torlonia, uma das mais importantes coleções de esculturas antigas em mármore do mundo, e Villa Albani Torlonia, uma das mais altas expressões do neoclassicismo. As obras de arte da Coleção Torlonia e Villa Albani Torlonia foram cuidadosamente conservadas pela Família, com constante e cuidadosa restauração por parte da Fundação, com um ambicioso programa de conservação, com resultados impressionantes.

O primeiro passo em qualquer projeto de restauração é avaliar o estado de conservação e o tipo de trabalho necessário, seguindo o critério moderno de conservação preventiva: “a ação mínima que assegura a conservação da obra”, nas palavras de Annamaria Carruba, removendo substâncias sobrepostas, como partículas soltas e restaurações anteriores, sem nunca alterar a pátina natural da obra, que conta sua história e o passar do tempo.

Para cada trabalho restaurado, é preparado um livro de folhas de restauração, contando a história de sua conservação com documentação fotográfica (antes, durante e após a restauração), documentação escrita, seu estado de conservação, desenhos ilustrando trabalhos de conservação anteriores, descrições de técnicas e materiais utilizados (mármore antigo original, mármore antigo de restauração, mármore antigo não pertinente ou mármore antigo re-produzido).

O marco da colaboração entre a Fondazione e a Bvlgari é um acordo entre a Fundação e o Ministério do Patrimônio e Atividades Culturais e Turismo com o objetivo de lançar a restauração das obras-primas e incentivar a organização da exposição.

Para Bvlgari, sua contribuição para a restauração é uma homenagem a suas raízes gregas e romanas e à compreensão clássica da beleza majestosa que sempre imbuiu sua criatividade. Fundada em Roma em 1884, em mais de 130 anos, a Bvlgari estabeleceu um vínculo estreito com a Cidade Eterna, uma fonte de inspiração, o cenário único da boutique histórica da maison na Via Condotti e um fator chave para a posição internacional da marca.

O CEO da Bvlgari, Jean-Christophe Babin, comentou: “A vocação de um joalheiro é transformar os dons da natureza em criações de beleza atemporal. Portanto, era natural que estivéssemos interessados em apoiar um projeto que visa devolver ao público esta herança de esculturas de mármore criadas ao longo dos séculos por extraordinários talentos artísticos gregos e romanos. Esta restauração é uma celebração de nossas raízes culturais, de uma sensibilidade estética que ainda temos até hoje e que nos torna especiais. Na Fondazione Torlonia, encontramos um parceiro determinado, apaixonado e altamente profissional. Estou certo de que os visitantes que finalmente poderão admirar de perto a beleza pura e a força expressiva das estátuas da Coleção Torlonia ficarão impressionados nos seus olhos e na sua mente por muito tempo”.

The Torlonia Marbles – Collecting Masterpieces funcionará na Villa Caffarelli (Museus Capitolinos), Roma, até 29 de junho de 2021.

Arqueologia, fotografia e movimento negro são temas de encontros na Casa-Museu Ema Klabin

São Paulo, por Kleber Patricio

Escavações do metrô de Tessaloniki (Grécia). Vestígios de uma necrópole do período helenístico. Foto: Greece Is.

Você se interessa por arqueologia urbana, estudos de cidades antigas? Quer saber sobre a preservação de documentos da luta negra na cidade de São Paulo? Gosta de fotografia e já pensou como alguns profissionais desenvolveram parte de sua produção em situações de isolamento como a que estamos vivendo hoje com a pandemia? A Casa-Museu Ema Klabin preparou uma série de palestras e curso com grandes profissionais da área.

Só para que tenha ideia das feras que ministram esses encontros, a palestra Arqueologia urbana no Brasil e no mundo será ministrada por Cintia Gama (ex-conselheira científica do Museu do Louvre e integrante de três missões arqueológicas no Egito) e Camila Diogo (coordenadora do Grupo de Pesquisas em Práticas Mortuárias no Mediterrâneo Antigo (Taphos-CNPq) e pesquisadora da École Française d’Athènes. Já o encontro Acervos do Movimento Negro em São Paulo terá a participação de Fernanda do Anjos Casagrande (mestra em Ciência da Informação pela ECA/USP).  E o curso Poéticas da restrição: Procedimentos e estratégias para produção de imagens em tempos de confinamento traz Inês Bonduki (Arquiteta  FAU-USP, ex-editora de fotografia da Revista São Paulo (2012-13) e fotógrafa colaboradora até 2017) e  Wladimir Fontes (ex-professor no bacharelado de fotografia do Senac, doutor e mestre em Artes Visuais pela ECA-USP).

Além disso, a Casa-Museu continua com uma rica programação cultural com o projeto #CasaMuseuEmCasa, com oficinas, exposições e muita música de qualidade. Haverá, nas redes sociais do museu, apresentações de músicas inéditas de espetáculos apresentados no Programa Tardes Musicais em 2019, sempre acompanhadas de curiosidades sobre as mesmas. E também apresentações de violonistas direto de suas residências, em parceria com o Violão e Ponto, além da abertura virtual do 11º Kleztival – Festival Internacional de Música Judaica, no dia 17 de outubro, às 16h30.

Confira a programação:

Palestra: Acervos do Movimento Negro em São Paulo (Fernanda dos Anjos Casagrande)

A palestra visa expor e difundir o processo da pesquisa de Fernanda dos Anjos Casagrande na área de ciência da informação, que aborda a guarda e a preservação de documentos da luta negra em instituições de custódia na cidade de São Paulo. Serão discutidos três conjuntos documentais: a coleção Jornais Negros, localizada no Instituto de Estudos Brasileiros da USP; a coleção Imprensa Negra, presente no Arquivo Público do Estado de São Paulo e o Fundo Clóvis Moura, sob a guarda do Centro de Documentação e Memória da Unesp.

Dia: 14/10/20, das 17h às 18h45, gratuito, online pelo YouTube – link será enviado com 30 minutos de antecedência. Inscrição: https://emaklabin.org.br/palestras/acervos-do-movimento-negro-em-sao-paulo.

Curso: Poéticas da restrição: Procedimentos e estratégias para produção de imagens em tempos de confinamento (Inês Bonduki e Wladimir Fontes)

Em oito encontros virtuais, serão discutidas e trabalhadas algumas práticas, procedimentos e estratégias de produção, reflexão e compartilhamento de imagens no atual contexto de isolamento social. A proposta está em articular aulas expositivas nas quais serão apresentados trabalhos de autores que desenvolveram parte de sua produção em situações de confinamento, isolamento, cativeiro, internação e outras condições similares.

Dias: 13, 20, 27 de outubro; 3, 10, 17, 24 de novembro e 1º de dezembro – das 19h às 21h – R$400,00, 15 vagas ,plataforma Zoom, inscrição: https://emaklabin.org.br/fotografia/oficina-fotografica-poetica-da-restricao.

Palestra: Arqueologia urbana no Brasil e no mundo (Cíntia Gama e Camila Diogo)

Nesta palestra as pesquisadoras tratarão de questões relacionadas à arqueologia urbana, métodos, técnicas, legislação e estudos de cidades antigas, para compreendermos a organização urbana no passado. Para explanar essas questões, serão abordados estudos de casos grego, egípcio e brasileiro. As pesquisadoras analisarão a organização das cidades e como a ocupação contínua, ou não, de um território influencia no desenvolvimento de uma malha urbana.

Dia: 26/10/2020, 17h, investimento: R$40,00 (inteira), R$20,00 (meia), 95 vagas. Inscrição: https://emaklabin.org.br/.

Tardes Musicais em Casa: Vídeos com músicas inéditas dos espetáculos Aos Homens (Linna Karo) e Duas Beiras, das barrancas do Rio São Francisco às margens do Rio Pinheiros (Anabel Andrés e Priscila Magella) – dias 1, 6, 13, 15, 20, 27 e 29  de outubro, 17 h.

Apresentações exclusivas em parceria com Violão e Ponto

Abertura do 11º Kleztival – Festival Internacional de Música Judaica, dia 17 de outubro, às 16h30.

Acesse as redes sociais:

Instagram: @emaklabin

Facebook: https://www.facebook.com/fundacaoemaklabin

Twitter: https://twitter.com/emaklabin

Canal do YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC9FBIZFjSOlRviuz_Dy1i2w

Site: https://emaklabin.org.br/.