Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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‘Eu pareço suspeito?’: documentário debate racismo estrutural

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Imagem: divulgação.

Entre esquadros, prisões e invisibilidade racial, o documentário Eu pareço suspeito? traz à tona o preconceito e o racismo que negros sofrem diariamente pela polícia no país. Com objetivo de mostrar essa realidade ao público, o diretor da trama relata acontecimentos sobre momentos da história do Brasil no qual o estereótipo negro foi considerado suspeito. Para ilustrar o tema, o diretor da produção aborda a história de um jovem que foi considerado criminoso e morto pela polícia pelo simples fato de ser negro.

Com duração de 27 minutos, o curta documentário revela mortes e prisões decretadas às pessoas inocentes. Traz à tona o sequestro da cultura de pessoas negras com o tráfico e escravização. A produção deixa a mensagem de que o fruto dessa diáspora é a criação das periferias, em que negros foram deixados desamparados pelo Estado totalmente marginalizados pela sociedade, mas que é nesse lugar que negros se constituem enquanto cidadãos, pensando, debatendo; no entanto, nesse mesmo ambiente, negros são mortos e agredidos todos os dias pela polícia.

Dirigido por Thiago Fernandes, o filme recebe coprodução da SPCine e da Prefeitura de São Paulo. A produção está disponível na plataforma de streaming TodesPlay , voltada para exibição de conteúdo identitário, dando prioridade a produções audiovisuais negras, LBGTQ+ e indígenas. O curta também está disponível com legenda em inglês. A classificação indicativa do documentário é de 16 anos.

Serviço:

Onde assistir: http://todesplay.com.br

Assinatura: R$6,90 nos primeiros 10 meses

R$18 – plano trimestral

R$72 – plano anual.

Campinas participa do World Creativity Day nos dias 21 e 22 de abril

Campinas, por Kleber Patricio

Campinas terá uma programação intensa no World Creativity Day, que vai ocorrer simultaneamente em 126 cidades, em 19 países, nos dias 21 e 22 de abril. É o quarto ano que a cidade participa do evento, que foi criado por um brasileiro e se tornou o maior festival colaborativo de criatividade do mundo, reconhecido pela ONU e endossado pela Unesco Mil Alliance.

Para este ano, o evento global traz o tema Novo Mundo, Novas Habilidades e conta pela primeira vez com a maior feira de experiências educacionais criativas, com a intenção de acelerar o desenvolvimento do capital humano e foco nas 10 principais habilidades para o futuro, apresentadas pelo Fórum Econômico Mundial.

No Brasil, o World Creativity Day está liderando a maior campanha de doação de bolsas de estudos já realizada e reuniu algumas das melhores e mais influentes escolas de cursos livres do país para apoiar a nova educação com foco no desenvolvimento das habilidades do futuro. Juntos, irão oferecer milhares de bolsas de estudos gratuitas para os participantes do festival como forma de incentivar o processo de aprendizagem contínua e ampliar a capacidade criativa da sociedade para acelerar a retomada da economia pautada pela inovação e pelo conhecimento em rede.

O evento, que nasceu no Brasil, tornou-se mundialmente conhecido após a ONU ter estabelecido o Dia Mundial da Criatividade e Inovação em seu calendário oficial em 2017. Em 2021, o festival será online e o palco principal aberto pela plataforma YouTube contará com a participação de representantes da Unesco e especialistas da Singularity University e The School of Life, entre outras escolas inovadoras reconhecidas mundialmente.

Cada cidade participante tem um líder local e, em Campinas, a líder é a especialista em Economia Criativa Ana Paula Cunha, que desde 2020 assumiu a responsabilidade de trazer o World Creativity Day para a região. Segundo a líder do WCD em Campinas, “a programação do festival em Campinas será diversificada com a proposta de expandir a discussão sobre criatividade para os diferentes territórios da cidade. Além de destaques já consagrados no cenário da criatividade e inovação, é urgente dar voz aos jovens promissores das nossas periferias, relembrando assim que a criatividade é nosso bem mais abundante e acessível”.

Ao todo, serão oferecidas mais de 1.400 atividades simultâneas no mundo, produzidas por inspiradores e especialistas para consolidar a data como a maior experiência imersiva do planeta. A missão é acelerar a revolução da aprendizagem e garantir que milhares de pessoas possam desenvolver novas habilidades com foco em empregabilidade e geração de renda, contribuindo para reduzir os danos e prejuízos causados pela pandemia. “O uso de tecnologias cada vez mais sofisticadas tem gerado mudanças sem precedentes na história da humanidade. O Fórum Econômico Mundial chamou a atenção dos líderes mundiais sobre o fato de que a criatividade e o desenvolvimento de novas habilidades serão fundamentais para garantir a empregabilidade e o futuro dos negócios na próxima década. É por isso que estamos orgulhosos ao ver Campinas fazendo parte desse movimento de transformação criativa do mundo”, contextualiza a líder local.

Com apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Municipal, Campinas traz uma programação muito especial com a presença de algumas das principais universidades da cidade. Marcelo Knobel, reitor da Unicamp, participa pela primeira vez do evento e fará uma live imprescindível e atualíssima sobre ciência e pseudociência. Assim como Solange Muglia Wechsler, presidente da Associação Brasileira de Criatividade e Inovação e professora do curso de pós-graduação em Picologia pela PUC-Campinas, falará sobre Criatividade e saúde mental: alternativas para pandemia.

Douglas Vinicius Esteves é outro inspirador estreante na programação, mas que carrega um currículo de respeito no universo da tecnologia. Ele é presidente do Laboratório Hacker de Campinas (LHC) e chega para contar como é possível participar de projetos abertos e colaborativos dentro de comunidades hackers e makers. A jovem produtora cultural, poetiza, radialista e DJ Duda Crespa comanda uma live sobre produção cultural periférica e o comunicólogo, roteirista e articulador periférico Jefferson Rodrigues amplia a discussão sobre inclusão e diversidade a partir do seu ponto de vista, modulado pela cegueira completa, uma história comovente sobre superação e criatividade.

Localmente o evento tem apoio da Fundação FEAC, da Unicamp e de mais de uma dezena de apoiadores de diferentes setores, organizações da sociedade civil, iniciativas privadas e terceiro setor, transformando-se numa rede de mobilização de diferentes segmentos da economia criativa local. A organizadora lembra que “sendo esse um evento global, será possível acompanhar também a programação de outros países e, ainda mais empolgante, conferir os inspiradores daqui de Campinas escolhidos para levar conteúdo para todas as regiões do Brasil”.

É possível conferir a programação completa de Campinas e do mundo todo no site diamundialdacriatividade.com.br. Entretanto, para participar e ter acesso às bolsas de estudo será necessário baixar o aplicativo gratuito Dia da Criatividade, disponível para iOS e Android.

Histórico | O World Creativity Day (Dia Mundial da Criatividade) foi idealizado em 2014 pelo brasileiro Lucas Foster, referência internacional em economia criativa. A partir de 2017, a Organização das Nações Unidas incluiu o Dia Mundial da Criatividade e Inovação em seu calendário oficial e, desde então, o festival passou a ser celebrado no dia 21 de abril.

“Nós queremos apoiar o desenvolvimento da criatividade em todas as cidades, pois quanto mais diversidade e mais atividades, mais liberdade de escolha para os participantes, aumentando a produção de conhecimento e a capacidade criativa da sociedade. Quanto mais pessoas mudarem sua mentalidade sobre educação e se apropriarem do processo de World Creativity Day: The Creative Revolution starts now aprendizagem contínua, melhor para elas, para o mercado de trabalho e para a economia”, afirma Lucas Foster, idealizador do World Creativity Day.

Confira a programação completa em Campinas selecionando o nome da cidade: https://www.worldcreativityday.com/brazil/campinas/home.

Serviço:

Dia Mundial da Criatividade (World Creativity Day)

Quando: 21 e 22 de abril

Onde: Aplicativo oficial do Dia da Criatividade

Líder Local: Ana Paula Cunha, anacunha.consultora@gmail.com e (19) 98217-8591

Site: www.worldcreativityday.com

www.instagram.com/worldcreativityday

www.youtube.com/c/WorldCreativityChannel

app Dia da Criatividade

PROGRAMAÇÃO CAMPINAS

21/4 | 10h00 – Como participar e criar junto com hackers e makers na sua cidade – Douglas Vinicius Esteves

21/4 | 15h00 – Inovação e criatividade: Será que a pergunta é a melhor resposta? – André Luiz Andrade Sucupira

21/4 | 15h30 – O desafio do engajamento e interatividade na educação virtual – Roberto Fonseca Bertolla Junior

21/4 | 16h30 – Processo Pro Sucesso – Ana Alice Trubbianelli

21/4 | 17h00 – Conversa Sobre Produção Periférica – Duda Crespa

21/4 | 20h00 – A força da criatividade: liberte seu potencial criativo – Vitor Rodrigues

21/4 | 20h30 – Movimento Maker e criatividade – Fabio Souza

22/4 | 10h30 – Combatendo a desinformação com ciência – Marcelo Knobel

22/4 | 17h00 – Criatividade e saúde mental: alternativas para pandemia – Solange

Muglia Wechsler.

Atividades da agenda em Campinas

Atividade: Como juntar Economia circular, sustentabilidade, parceria e artesanato – Luciana Machado Oliveira

Atividade: Jornada para um mundo melhor – Mergulho Sustentável

Atividade: Você não é todo mundo, ainda bem – Jefferson Rodrigues da Silva

Atividade: Repensando a forma como consumimos conteúdo online – Mario Gioto.

Pesquisa aponta baunilha como tendência em aromas de conforto para tempos de estresse

Valinhos, por Kleber Patricio

Sorvete de baunilha é um dos alimentos que pode trazer sensações de conforto, aconchego e segurança. Foto: Aline Ponce/Pixabay.

A pandemia de Covid-19 trouxe consigo o isolamento social, medidas restritivas e quarentenas. No “pacote”, o aumento do estresse, ansiedade e problemas relacionados à saúde mental. Por isso, segundo estudos da Takasago – uma das cinco maiores empresas de aromas e fragrâncias do mundo, com operação em 26 países, incluindo o Brasil –, o consumo de alimentos funcionais e que trazem sensação de conforto aumentou. A pesquisa da multinacional japonesa mostra que vários sabores podem ser usados em produtos para fornecer aos consumidores finais ajuda na melhora do humor, alívio nas preocupações e estímulo às sensações de conforto e aconchego. E, de acordo com a empresa, a baunilha é uma das tendências mais relevantes para 2021.

“Em nossas pesquisas, descobrimos que, sozinha ou combinada com outros sabores, a baunilha pode promover o sentimento de felicidade e mudar o humor. Uma das formas de aliviar os sentimentos de medo e ansiedade ainda presentes na vida de todos nós é buscar segurança e conforto na alimentação, em produtos que conhecemos, que são familiares, que resgatam tradição, memórias felizes e associações com experiências positivas”, explica Rafaela Bedone, Head de Marketing e Consumer Insights da Takasago.

A planta, de aroma único, ocupa lugar de destaque na culinária do mundo inteiro pela sua versatilidade em pratos doces e salgados, quentes ou frios, devido ao sabor e à intensidade únicos, característicos da área onde é cultivada. O aroma está presente em muitas categorias de alimentos e bebidas no mercado, como bolos, biscoitos, sorvetes, iogurtes, bebidas lácteas etc.

Em razão disto, a Takasago desenvolveu a linha La Vanille T, sua marca registrada de especialidades em baunilhas. Com um palete exclusivo de nuances do aroma, a companhia desenvolve soluções personalizadas para cada cliente e em diferentes segmentos. Para garantir a qualidade dos seus extratos e uma paleta ampla de matérias-primas, a multinacional japonesa mantém, desde 2012, uma aliança estratégica com a Ramanandraibe, um dos maiores e mais experientes operadores de baunilha em Madagascar, na África, país responsável pela maior produção mundial das favas da planta e responsável por 80% da baunilha utilizada em todo o mundo. Com fábrica própria para processamento e extração do extrato natural, a companhia consegue estabelecer uma integração vertical de todo o processo de fabricação, garantindo alta qualidade dos produtos.

O processo de cultivo é longo e rigoroso: a baunilha é extraída da orquídea Vanilla planifólia, que leva de três a quatro anos para amadurecer e as flores abrem apenas uma vez ao ano. A polinização é feita à mão com um palito e as favas também são colhidas à mão, uma a uma, e, em seguida, fervidas; ainda quentes, são embrulhadas em cobertores para, depois, serem desidratadas e armazenadas por seis meses para acentuar o sabor. Somente após todo este processo, ficam prontas para exportação.

Parceria da Takasago dribla escassez de baunilha | Por ser um dos aromas mais populares e vendidos em todo o mundo, a baunilha passa por um momento de escassez natural e flutuação constante dos preços. O mercado global, porém, está cada vez mais interessado em ingredientes naturais. E, para isso, o fornecimento de matérias-primas de maneira constante e segura é de fundamental importância.

Além disso, existem as oscilações do mercado. Em 2000, um ciclone devastou cerca de 80% das plantações de Madagascar. Inicialmente, com menos disponibilidade no mercado, o preço aumentou. Entre 2008 e 2012, a baunilha deixava Madagascar por, no máximo, US$30 o quilo. Em 2013, o preço subiu para US$40; em 2014, US$70; até chegar no preço atual, que passa dos US$1,5 mil. “É comum encontrar baunilha no vidrinho em supermercados e lojas, mas o que a maioria das pessoas nem imagina é que é um aromatizante oriundo da vagem de um tipo de orquídea. Quando analisamos profundamente o mercado da baunilha natural, vemos que é necessário investir em soluções viáveis para o mercado local. E é exatamente isso que a Takasago faz”, adiciona Vilma Mendes, diretora da divisão de Aromas da Takasago no Mercosul. “O aroma de baunilha é uma das paixões dos aromistas. Os extratos contêm, em geral, mais de 150 moléculas aromáticas diferentes, o que pode resultar em inúmeros perfis. Além de ser um dos sabores preferidos em várias categorias de alimentos e bebidas, bem como um dos cheiros favoritos dos consumidores em produtos para casa e cuidados pessoais”, conclui.

Sobre a Takasago | Fundada no Japão há 101 anos, a Takasago é uma das cinco maiores empresas de aromas e fragrâncias do mundo, com operação em 26 países. Destaca-se pela criação de soluções de aromas e fragrâncias exclusivas e customizadas, com emprego de alta tecnologia e patentes próprias. Em 2001, ganhou o Prêmio Nobel de Química, com o desenvolvimento da tecnologia de catálise assimétrica, um avanço científico que provocou grande impacto nesse mercado. No Brasil, a empresa atua há 45 anos e está instalada em Vinhedo/SP, em uma área de 43 mil metros quadrados; uma planta completa com laboratórios, centros de avaliação e criação, produção e todo o suporte comercial necessário para atender ao mercado nacional e da América do Sul. A área de Fragrâncias desenvolve soluções para perfumaria fina, cuidados corporais e produtos para o lar. Já a área de Aromas atende aos segmentos de confeitos, bebidas, panificação, lácteos, higiene bucal e salgados. A Takasago possui diversas certificações importantes, como a FSSC 22000, ISO 9001 e ISO 14001.

CLAI Campinas promove uma semana de programação cultural online gratuita

Campinas, por Kleber Patricio

Colagem de xilogravura pelo Ateliê Xilomóvel. Foto: Ligia Minami.

Aulas, performances, intervenções urbanas, demonstração de técnicas e exibições de fotofilmes e videoartes ao alcance de uma tela – o Circuito Livre de Arte Independente (CLAI) Campinas, que será realizado nos dias 17 e 18, de 20 a 25 e em 29 deste mês, oferece atividades pra variados interesses. Todo o conteúdo, produzido por artistas visuais da cidade, será transmitido de graça pelas redes sociais e apenas uma atividade exigirá inscrições prévias.

O CLAI é formado por 17 espaços e iniciativas autogeridas ligados às artes visuais e tem foco no fortalecimento do setor a partir do trabalho colaborativo. O projeto é organizado por Ana Angélica Costa (artista e gestora da Casa de Eva), Maíra Endo (editora-curadora do Hipocampo) e Teresa Mas (arquiteta e gestora do Instituto Pavão Cultural) e foi viabilizado com recursos da Lei Federal 14.017, de 29 de junho de 2020 (Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc).

Performance com Cecilia Stelini. Foto: Mateus Stelini.

O projeto original previa a realização do evento CLAI na Praça, com atividades gratuitas em áreas públicas, mas o agravamento da pandemia exigiu a adaptação ao virtual. Outra ação, o CLAI Aberto, um roteiro de visitas aos espaços participantes, foi convertida em um mini documentário em vídeo incluído na programação online. Os espaços do CLAI foram mapeados e sua localização pode ser conferida no Google Maps e no perfil da rede no Instagram (@claicampinas). A versão impressa será lançada futuramente e incluirá os percursos de bicicleta e transporte coletivo até eles.

Confira a agenda e os artistas participantes:

AGENDA CLAI 

Canais de transmissão:

https://www.instagram.com/claicampinas/

http://bit.ly/Youtube_CLAI.

A única atividade que exige inscrição é a performance coletiva do dia 25 e toda a programação é gratuita. Ao final da agenda, há uma lista com os fotofilmes e videoartes que serão exibidos nas sessões Festival Hercule Florence e Hipocampo.

17/4 | sábado

11h às 11h40 – Videoaula Tudo é Desenho (ou pelo menos pode ser…), com o artista visual Marcelo Moscheta, do Ateliê/8. Inspirado em escritos de artistas como Cildo Meireles, Richard Long, De Kooning e outros, a aula aberta vai tratar do desenho e sua realização em diferentes suportes, técnicas e formatos, com proposições de simples realização, acessível e prática. Classificação livre. Transmissão pelo Youtube e Instagram, participação do artista pelo chat e registro disponibilizado depois pelos mesmos canais.

17h – Videoarte 128 dias, da artista visual Estefania Gavina, do Ateliê CASA. A partir da proposta original da intervenção Divindades Inumanas, que seria desenvolvida coletiva e presencialmente, a artista explora em seu jardim e ateliê fragmentos de instantes da vida cotidiana, construindo poeticamente seu olhar para o tempo presente e a finitude da vida. Duração: oito minutos, mais o tempo de uma conversa entre Estefania Gavina e a artista e professora Ana Helena Grimaldi. Classificação livre. Transmissão via Instagram e YouTube (estreia), com participação da artista pelo chat.

18/4 | domingo

13h às 17h – Intervenção urbana: pintura mural com o artista visual Fabiano Carriero, do Ateliê Folha, e participação da artista visual Eduarda Ribas. Pintura ao vivo de um mural em espaço público. As pinturas de Carriero trazem arquétipos de nossa brasilidade, levando as cores e dores do povo para a rua. Classificação livre. Transmissão ao vivo pelo Instagram.

20/4 | terça-feira

20h às 21h – Fotofilme: Sessão Festival Hercule Florence I. Fotofilmes são vídeos em que a linguagem cinematográfica se integra à imagem estática da fotografia. Para o Festival foram selecionados 30, que serão exibidos em três sessões. A comissão de seleção foi formada por Ana Costa Ribeiro, Érico Elias e Mariana Atauri. O Festival tem como matriz e inspiração a invenção isolada da fotografia no Brasil por Hercule Florence, em Campinas (1833) e acontece na cidade no mesmo período do CLAI. Classificação livre. Transmissão ao vivo pelo Instagram e YouTube (estreia) e depois ficará disponível nos mesmos canais.

21/4 | quarta-feira

20h às 21h – Fotofilme: Sessão Festival Hercule Florence II. Transmissão ao vivo pelo Instagram e YouTube (estreia) e depois ficará disponível nos mesmos canais.

22/4 | quinta-feira

20h às 21h – Fotofilme: Sessão Festival Hercule Florence III. Transmissão ao vivo pelo Instagram e YouTube (estreia) e depois ficará disponível nos mesmos canais.

23/4 | sexta-feira

20h às 21h – Videoarte: Sessão Hipocampo. Seleção de peças produzidas por dez artistas visuais entre 1991 e 2017. O Hipocampo dedica-se à construção de um acervo público, multidisciplinar e digital, hoje formado por cerca de 250 peças de mais de 40 colaboradores. Classificação livre. Transmissão ao vivo pelo Instagram e Youtube.

24/4 | sábado

14h30 às 17h30 – Oficina Impressão e colagem de painel em lambe-lambe, com os artistas Luciana Bertarelli, Marcio Elias e Simone Peixoto, do Xilomóvel Ateliê Itinerante. Oficina ao vivo com demonstração da impressão de xilogravuras e criação de um painel de 3 x 3 metros em lambe-lambe com colagem de impressões em monotipia e xilogravura. Classificação livre. Transmissão ao vivo pelo Instagram e YouTube, com registro posterior disponibilizado nos mesmos canais.

18h às 18h20 – Performance Consumindo Kairós, com o artista visual MIRS Monstrengo, do Estúdio Casa Ímpar. MIRS propõe uma performance ao vivo, trazendo elementos simbólicos coletivos e de sua poética que tratam de diferentes concepções da ideia de tempo nos dias atuais. Classificação livre. Transmissão ao vivo no YouTube e Instagram e registro disponibilizado depois nos mesmos canais.

25/4 | domingo

11h – Videoaula Câmeras Obscuras, com Ana Angélica Costa, artista visual e gestora da Casa de Eva. A partir da proposta original da intervenção Uma árvore com frutos estranhos, em que uma série de pequenas câmeras obscuras pendem dos galhos de uma árvore, será explicado o processo de formação da imagem pelo princípio da câmera obscura. Classificação livre. Duração: 15 minutos mais o tempo de uma conversa entre Ana Angélica e a cineasta Andrea Pasquini. Transmitida ao vivo no Instagram e YouTube e depois disponibilizada nos mesmos canais.

17h às 17h40 – Performance coletiva Tempo Corpo versus Tempo Virtual, com a artista experimental Cecília Stelini, do AT|AL 609 – lugar de investigações artísticas. Uma ação que questiona a presença física e a presença virtual de um corpo, evidenciando situações que nos são impostas. Quando o corpo físico é realmente necessário? Realizada pela plataforma Zoom em tempo real com participação do público. Inscrições gratuitas: link na bio do @claicampinas no Instagram, sem limite de participantes. Classificação livre. Transmissão ao vivo pelo Instagram e YouTube.

29/4 | quinta feira

20h – Mini documentário sobre os Espaços Membros do CLAI. Vídeo que mostra os espaços e iniciativas participantes do CLAI e substitui o CLAI Aberto, evento que faria a visitação presencial aos espaços em um passeio de bicicleta. Transmissão pelo YouTube, com participação dos gestores dos espaços pelo chat. Duração: 30 minutos.

FOTOFILMES DA SESSÃO FESTIVAL HERCULE FLORENCE

Dia 20/4

Cego Cidade (2020) – Kauan Oliveira

Concreto e Bruto (2020) – Tony Queiroga

Linha do Tempo – Uma história sobre a fotografia (2020) – Sérgio Silva

Imagens de acesso (2020) – Gu da Cei

Écfrase – frases de mãe (2018) – Gsé Silva

Massacre (2019) – Jean-Michel Rolland

Os sonhos já encontraram outro tempo (2020) – Pedro Carcereri

Palmira: a cidade inventada (2019) – Cauê Nunes

Dia 21/4

Transitório (2020) – Isabela Senatore

Domesticado (2020) – Michel de Oliveira

Polvorosas (2020) – Malu Teodoro e Thaneressa Lima

Dead see (2020) – Tetsuya Maruyama

Fluxus Fungus (2020) – Tuane Eggers

Frame rate (2020) – Tairo Lisboa e Failon Aletos

Despedida remota (2020) – Solange Quiroga

Tormenta (2018) – Flávio Edreira

Ter terra para o tempo (2020) – Matheus Dias

(In)Flama o coração da América do Sul (2020) – Mari Gemma De La Cruz

Loess (2015) – Marise Maués

Ventanas en el paisaje: el mundo al revés (2020) – Dirceu Maués

Dia 22/4

Aguado (2020) – Gabriela Miranda e Matheus Brant

Ana & Copacabana (2020) – Edem Ortegal

Rejunte (2019) – Giulia Baptistella

Somente após o descanso (2020) – Sihan Felix

Tocaia (2020) – Míriam Ramalho

Homens-ilhas (2020) – Marcelo Maia, Juscelino Bezerra, Claudia Tavares e Sônia Góes

Próxima paragem (2020) – Florence Weyne Robert

Quintal de Mariza (2020) – Beatriz Miranda (co-direção Larissa Armstrong)

Sobrevivências (2020) – Mario Victor Bergo Crosta

Um (2017) – Victor Galvão

VIDEOARTES DA SESSÃO HIPOCAMPO

Original Cópia (2014) – Irma Brown

Inconsciente Inconsistente (2014) – Cacá Toledo

Rosto de Álcool (2017) – Desali

Buraco Negro (2015) – Ali do Espírito Santo

Autoterrorismo (2016) – Marcelo Beso

Confortável (1998) – Marco Paulo Rolla

I miss you (2017) – Hifacybe

Ruídos Ruinosos (2010) – Alexandre Silveira

Inmortales (2015) – Marina Mayumi

É a questão (1991) – Ricardo Basbaum

Ficha Técnica do CLAI Campinas

Produção executiva: Maíra Costa Endo

Produção: Camilla Torres, Paula Monterrey e Teresa Mas

Artistas: Ana Angélica Costa, Cecília Stelini, Estefania Gavina, Fabiano Carriero, Eduarda Ribas, Luciana Bertarelli, Marcio Elias, Simone Peixoto, Marcelo Moscheta e MIRS Monstrengo.

Design gráfico: Rhelga Westin

Transmissões ao vivo: Anderson Kaltner

Captação, edição e roteiro do mini documentário: Gabriella Zanardi e Lorran dos Santos

Tratamento e trilha sonora: Lorran dos Santos

Espaços de arte participantes: Silvia Matos Ateliê de Criatividade; Casa de Eva; Instituto Pavão Cultural; Xilomóvel Ateliê Itinerante e Nave na Mata, em Barão Geraldo; Fêmea Fábrica, Estúdio Casa Ímpar, Atelie/8 e Torta, no Centro; Ateliê Oráculo e Ateliê Folha, na Vila Industrial; Rabeca Cultural e Tote Espaço de Arte, em Sousas; Clubinho Eulina, no Jardim Eulina; Ateliê CASA, na Chácara da Barra; AT|AL 609, no Cambuí e Hipocampo, espaço virtual/on-line.

Corrida virtual Run 4 Zero Carbon transforma Kms percorridos em doações

São Paulo, por Kleber Patricio

Nos dias 29 e 30 de maio, corredores e amantes da prática poderão participar da Run 4 Zero Carbon, uma corrida virtual solidária que vai apoiar três importantes ONGs no combate aos efeitos da pandemia de Covid-19. Além de contribuir para a redução do carbono no planeta, a competição irá converter os quilômetros percorridos pelos participantes em doações para atendimento em saúde para vulneráveis (Instituto Horas da Vida), tratamento de crianças e adolescentes com câncer (Tucca) e ensino formal de qualidade para crianças (Mão Amiga Brasil).

Com idealização do aplicativo Km Solidário e patrocínio do Moss, a Run 4 Zero Carbon, cujas inscrições já estão abertas, pode ser realizada no local e horário mais convenientes para o participante, desde que respeitado o período estabelecido para a prova. A corrida será disputada nas distâncias 5K, 10K e 21,097K.

Além de receber um kit composto por camiseta e medalha finisher, o atleta terá acesso também a um painel para enviar a comprovação do seu resultado, que será considerado na composição do ranking geral da corrida virtual. Os dados, que podem ser provenientes de um aplicativo de corrida, relógio GPS ou foto de painel de esteira contendo tempo e distância da prova escolhida, devem ser enviados entre os dias 29 e 30 de maio pelo login do participante no app iguanavirtualclub.com.br.

Para Rubem Ariano, fundador do Instituto Horas da Vida, a iniciativa ajuda a trazer os holofotes a causas extremamente importantes no país. “Contribuir com o sistema público de saúde promovendo a inclusão social por meio do acesso à saúde é um grande desafio do Horas da Vida. E ter parceiros nessa jornada, especialmente em um momento tão delicado da pandemia do coronavírus, é essencial para a concretização do nosso trabalho”, afirma o executivo.

Para inscrições e mais informações, http://www.iguanasports.com.br/run4zerocarbon-vr/.

Sobre o Instituto Horas da Vida | O Instituto Horas da Vida é uma instituição sem fins lucrativos que atua desde 2013 por meio de uma rede de voluntários de profissionais da saúde promovendo a inclusão social e o acesso gratuito à saúde para pessoas em situação de vulnerabilidade social. A organização atua com foco na atenção primária em 30 especialidades e possui ações como consultas, exames, mutirões, palestras sobre saúde e doação de óculos. Possui, entre outras certificações, o Selo Doar, que atesta a transparência nas ONGs brasileiras. Desde o início da pandemia de Covid-19, tem desenvolvido projetos especiais e parcerias em benefício de grupos diretamente atingidos, como idosos, hospitais filantrópicos e os próprios profissionais de saúde.

Sobre o Colégio Mão Amiga | O Colégio Mão Amiga é uma escola filantrópica que se dedica a oferecer educação formal de qualidade para mais de 660 alunos de baixa renda desde a educação infantil até o ensino médio, com a missão de quebrar o ciclo da pobreza por intermédio da educação. Nos catorze anos de existência, o Colégio tem formado seus jovens de modo integral, abrangendo no currículo uma educação pautada em valores humanos, atividades culturais e de engajamento social, além de fomentar a participação das famílias e da comunidade na vida escolar.

Sobre a Tucca | A Tucca, Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer, há mais de 20 anos viabiliza o acesso ao tratamento digno e reais chances de cura para crianças e adolescentes com câncer em situação de vulnerabilidade social. Em 2001, a ONG firmou uma parceria com o Hospital Santa Marcelina, situado em Itaquera, onde foi criado o único centro de Oncologia Pediátrica da Zona Leste de São Paulo, região com mais de cinco milhões de habitantes. A organização atende também as cidades vizinhas, além de manter parcerias com ambulatórios e hospitais de todo o Brasil contribuindo com pesquisas, diagnóstico e acompanhamento de pacientes. Diariamente, a Tucca oferece tratamento, cuidado integral e multidisciplinar para mais de 55 pacientes.