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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Casa de Cultura do Parque recebe mostra individual de Marcelo Pacheco

São Paulo, por Kleber Patricio

“Cachorrada”, 2021. Fotos: Ana Pigosso.

O artista Marcelo Pacheco reúne pinturas e objetos na exposição individual Sementes no bolso a partir de 19 de junho no Gabinete da Casa de Cultura do Parque. Pacheco desdobra seu trabalho de pintura em objetos construídos com elementos de madeira colhidos ao acaso. Colocados lado a lado, os objetos reconfiguram-se a partir de cores, rotações de posições originais ou combinações, carregando experiência, traços de memória e a delicadeza do artista.

Inteiramente inédita, a exposição reúne obras desenvolvidas ao longo de 2020 e 2021. O espectador pode entrar no universo do artista por meio do texto da historiadora da arte Fernanda Pitta, escrito especialmente para a mostra. Pitta descreve o modus operandi do artista, que se vale dos “vazios de coisas úteis, colhidos no seu perambular cotidiano” para dar sentido aos objetos e encontrar no conjunto “um lugar de pertencimento”.

A repetição de elementos que atravessam esse conjunto, segundo a autora, advém de uma espécie de “sentido comunitário das coisas” e se relaciona com os conhecidos procedimentos de composição e decomposição da arte. “Os materiais oscilam entre o ordinário e o nobre, sem estabelecer hierarquias, tampouco preocupados na ênfase de suas propriedades singulares. Sendo assim, uma caixa pintada transforma-se facilmente numa reflexão visual sobre a moldura e seu poder de contenção e expansão do plano pictórico, na sua relação com o anteparo da parede”, pontua Fernanda Pitta.

“Sem título”, 2021.

As obras contêm antagonismos e questionamentos, no entanto, com um tom positivo. “A ideia do título Sementes no bolso tem a ver com o campo aberto de possibilidades para esses objetos encontrados se transformar em outra coisa, em qualquer coisa, como se carregassem várias obras em potencial, o que tem um sentido de esperança e liberdade”, propõe o artista.

Sementes no bolso convida o público a pensar a função e o limite dos objetos, suportes e materiais da pintura para além do senso comum, e de forma generosa e despretensiosa, guiada pelo olhar do artista e, sobretudo, por sua capacidade de colocar os elementos em conversa.

Sobre Marcelo Pacheco | Marcelo Pacheco (Campinas, SP, 1984) formou-se em direito pela Universidade de São Paulo em 2009 e defendeu mestrado em Direito Econômico em 2013, pela mesma instituição. Realizou intercâmbio acadêmico na Université Paris I – Panthéon Sorbonne, em 2008, quando começou a fotografar com uma câmera analógica. Em 2013, paralelamente ao seu trabalho de servidor público no Tribunal de Justiça de São Paulo, instalou-se em um ateliê coletivo, onde passou a se dedicar à pintura. A partir de 2016, participou de exposições coletivas e salões de arte; dentre eles, o Salão de Arte de Ribeirão Preto e o Salão dos Artistas Sem Galeria, em janeiro de 2017. Realizou exposição individual na Galeria Sancovsky, em agosto de 2018, com curadoria de Douglas de Freitas, quando apresentou um conjunto de pinturas e seu primeiro trabalho de escultura. Mudou-se para o ateliê Massapê Projetos (SP), onde participou da exposição Featuring, em agosto de 2019, com Thomaz Rosa e Leandro Muniz, inaugurando uma obra site specific para o espaço. Foi indicado ao Prêmio Pipa edição de 2020 e realizou exposição individual na Galeria Quadra Arte, no Rio de Janeiro, em março de 2021. Atualmente, vem expandindo sua pesquisa pictórica com a produção de objetos e esculturas pintadas e obras confeccionadas com colagem e costura de tecidos.

Sobre a Casa de Cultura do Parque |A Casa de Cultura do Parque, localizada em frente ao Parque Villa-Lobos, no Alto de Pinheiros, em São Paulo, é um espaço plural que busca estimular reflexões sobre a agenda contemporânea, promovendo uma gama de atividades culturais e educativas que incluem exposições de arte, shows, palestras, cursos e oficinas. A Casa tem como parceiro institucional o Instituto de Cultura Contemporânea – ICCo, uma oSCIP sem fins lucrativos. As duas iniciativas, de natureza socioeducativa, compartilham a mesma missão de ampliar a compreensão e a apreciação da arte e do conhecimento.

Serviço:

Sementes no bolso, de Marcelo Pacheco

Direção artística: Claudio Cretti

Texto curatorial: Fernanda Pitta

Abertura: 19 de junho, sábado, a partir das 11h

Período expositivo: 19 de junho a 19 de setembro de 2021

Local: Casa de Cultura do Parque – Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 1300 – Alto de Pinheiros – São Paulo/SP

Horário: de quarta-feira a domingo, das 11h às 17h.

Evento gratuito ajuda cinéfilos a assistirem filmes de maneira consciente

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay.

Nos dias 14, 16 e 18 de junho o projeto Estudar Cinema promoverá um workshop gratuito e on-line para amantes da Sétima Arte que desejam aprimorar seu olhar enquanto assistem filmes. Durante o evento, os participantes aprenderão conceitos e ferramentas fundamentais no processo da análise crítica, que permitirão ao aluno um aprofundamento em sua relação com o cinema.

O evento é direcionado a todos aqueles que desejam aprimorar sua leitura acerca do cinema, podendo ser profissionais de comunicação que trabalham analisando filmes e até mesmo pessoas interessadas que nunca se aventuraram, mas que desejam começar a escrever sobre obras fílmicas. Nesse momento difícil da história política, social e econômica da realidade brasileira, o evento foi projetado para ser um momento alívio, diversão e muito aprendizado. Serão três encontros, que contemplarão as dimensões da teoria e da prática da análise crítica de filmes.

Durante a semana do workshop, técnicas e ferramentas de análise serão apresentadas em três encontros. No primeiro dia, os participantes aprenderão conceitos introdutórios e essenciais para a realização de uma boa análise fílmica. No segundo dia, será realizada uma análise ao vivo juntamente com os alunos. No encerramento, a aula será dividida em duas partes: conteúdo e debate. Assim será possível sanar as dúvidas e debater a partir dos comentários dos alunos.

As aulas serão ministradas pela idealizadora do projeto Estudar Cinema e Mestra em História pela Universidade de Brasília, professora e pesquisadora Karla Nayra. Segundo a ministrante, “a ideia é mostrar que qualquer pessoa pode ampliar seu olhar em direção ao cinema” e acrescenta: “acredito que mudar a forma como assistimos aos filmes pode mudar nossa visão crítica sobre o mundo”.

Pessoas de qualquer lugar do mundo podem participar, pois o evento é on-line e gratuito. Para isso é necessário realizar uma rápida inscrição. Ao se inscreverem, os participantes receberão todas as informações e materiais sobre o evento por e-mail e pelo grupo criado no WhatsApp.

Serviço:

Datas: 14, 16 e 18 de junho de 2021

Hora: 20h-21h30

Inscrições: https://www.karlanayra.com/8ai1dn71hp.

Obra de Victor Brecheret vai a leilão em SP

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

Uma escultura de Victor Brecheret, uma das mais primorosas do artista, integrará um leilão virtual nos dias 22 e 23 deste mês de junho, a ser realizado pelo antiquário Marcio Molfi.

Feita em terracota na década de 1920, ao que tudo indica na França, a obra representa a languidez de uma mulher reclinada, com formas perfeitas, longilíneas e arredondadas, de incomparável qualidade artística e incomum beleza. Mede 54 centímetros de comprimento, 14 de largura e 18 de altura.

O Instituto Brecheret, dirigido pela família do artista, atesta a autenticidade da peça. O escultor foi um dos precursores do Movimento Modernista e uma das presenças marcantes na Semana de Arte Moderna de 1922. O icônico movimento teve os trabalhos de grandes nomes expostos no saguão do Teatro Municipal de São Paulo, entre os dias 11 e 18 de fevereiro daquele ano. A comemoração de seu centenário, em 2022, amplia o foco sobre as obras de seus participantes.

Além da escultura de Brecheret, o leilão de Marcio Molfi terá um quadro atribuído ao pintor italiano Filippo di Pisis, com trabalhos em acervos do Museu de Arte Moderna de Nova York (Moma), da Coleção Peggy Guggenheim de Veneza e do Palazzo Ruspoli de Roma. Outro destaque refere-se a três centros para mesa de procedência inglesa feitos em metal espessado a prata da época vitoriana, Século 14, do renomado prateiro Elkington. Quadros europeus, tapetes orientais antigos, faianças portuguesas do Porto e coleção de porcelanas asiáticas completarão os pregões.

Serviço:

Exposição: de 10 a 21 de junho

Leilão: dias 22 e 23 de junho, apenas online

Realizado por VM Escritório de Arte do antiquário Márcio Molfi

Site do leilão: www.vmescritarteleiloes.com.br

Telefone: (11) 9 9134-4663.

Insegurança alimentar no Brasil: retrato da desigualdade de gênero

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Marcos Santos/Agência USP.

No primeiro trimestre de 2021, duas pesquisas sobre segurança alimentar e nutricional impactaram o Brasil. A primeira, da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança alimentar e Nutricional (Rede PENSSAN), mostrou que 55,2% da população brasileira vivenciava, em dezembro de 2020, insegurança alimentar, e 9% estava passando fome. Índices ainda mais altos foram apresentados pela segunda pesquisa, do Grupo de Pesquisa “Alimentos para Justiça: Poder, Política e Desigualdades Alimentares na Bioeconomia”, que mostrou que 59,4% da população brasileira estava em situação de insegurança alimentar no mesmo período, sendo que 15% passava fome.

Esses dados nos impactaram por sua gravidade, mas também por expressarem os retrocessos nas condições socioeconômicas e alimentares da população brasileira. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2004, 2009 e 2013 vinham mostrando importante redução do percentual de domicílios em situação de insegurança alimentar e nutricional em todo o país. Na PNAD de 2013, o Brasil apresentou seu menor índice de insegurança alimentar grave (3,2%) e, em 2014, o país saiu do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). No entanto, dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares de 2017 já sinalizavam retrocessos, com o incremento da insegurança alimentar e nutricional no país. Ainda que a pandemia da Covid-19 tenha contribuído para o aumento dos números apresentados acima, as crises econômica e política que afetam o país nos últimos anos, associadas ao desmantelamento das políticas públicas em diversos setores, colaboram para a tragédia da insegurança alimentar atual.

A magnitude dos dados das pesquisas se revela ainda mais grave quando observamos como diferentes grupos sociais são impactados pela insegurança alimentar e nutricional. Historicamente, as pesquisas de insegurança alimentar mostram que esta situação é mais acentuada nos domicílios chefiados por mulheres de raça/cor da pele autodeclarada preta ou parda e com baixa escolaridade. Na pesquisa realizada pela Rede PENSSAN, enquanto a insegurança alimentar estava presente em 47% dos domicílios cuja pessoa de referência era masculina, este percentual alcançou 64% naqueles chefiados por mulheres. Esses percentuais foram, respectivamente, 60% e 73,8% na pesquisa do Grupo de Alimentos para Justiça.

A vulnerabilidade à insegurança alimentar desses domicílios é o ápice das desigualdades de gênero presentes na sociedade brasileira, que se manifestam nos altos índices de desemprego; nas diferenças salariais; na responsabilização do cuidado com os filhos, familiares e portadores de necessidades especiais; nas diversas formas de violência contra mulheres; nas dificuldades de participação na vida pública e nos espaços políticos. E não são poucas as pesquisas que evidenciam os impactos da pandemia da Covid-19 na vida das mulheres, seja em termos de agravamento do desemprego e sobrecarga de trabalho doméstico e de cuidados com filhos e familiares, seja em termos de intensificação da violência física e psicológica.

Como o Estado brasileiro vem reagindo a este cenário de agravamento da insegurança alimentar e das suas repercussões na vida das mulheres e suas famílias? Por enquanto, infelizmente, prevalecem, no contexto político e institucional, negacionismos à pandemia, inação e desmantelamento das políticas de segurança alimentar e nutricional.

Sobre as autoras:

Catia Grisa, pesquisadora na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e membro da Rede Brasileira de Mulheres Cientistas (RBMC)

Silvia Zimmermann, pesquisadora na Universidade Federal da Integração Latino Americana, e membro da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede PENSSAN).

(Fonte: Agência Bori)

SESC RS apresenta exposição virtual de Antônio Augusto Bueno e Bebeto Alves

Rio Grande do Sul, por Kleber Patricio

“Linha de Voo #03” – crédito: Antônio Augusto Bueno e Bebeto Alves.

Depois das exposições Voo da pedra (2019) e Plano de voo (2020), Antônio Augusto Bueno e Bebeto Alves apresentam o projeto Linha de voo. Assim como nos trabalhos autorais anteriores, os dois artistas visuais contemporâneos transitam entre diferentes linguagens das artes visuais para apresentar uma proposta híbrida. As obras gráficas têm como ícone a figura de um pássaro que sugere uma narrativa visual que aproxima e mescla a fotografia ao desenho num mesmo suporte.

Com curadoria de José Francisco Alves, a primeira exibição pública ocorre em 19 de junho (sábado), com abertura da mostra virtual para todo o Brasil no site do SESC (www.sesc-rs.com.br/galeriavirtual/) e exposição presencial no SESC de Uruguaiana (cidade natal de Bebeto Alves). Pelotas deve receber Linha de voo no Espaço de Arte Ágape, em agosto; e Porto Alegre (cidade de Antônio Augusto Bueno), na Fundação Força e Luz, em outubro.

O projeto tem financiamento do Pró-Cultura RS Fundo de Apoio à Cultura – FAC, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, com produção executiva da Stephanou Cultural. Mais informações no site https://linhadevoo.wixsite.com/linhadevoo, onde é possível baixar gratuitamente o livro dos artistas e conferir todas as informações sobre o projeto.

Capa do livro “Linha de Voo” – Ed. dos Autores FAC RS.

O curador da mostra, José Francisco Alves, é professor do Atelier Livre Xico Stockinger, doutor e mestre em História da Arte e membro da AICA e ICOM. No texto curatorial, ele interpreta: “Para os artistas, este pássaro pode se resumir a uma forma de simbologia do tempo. O grafismo de Antônio em meio ao pássaro capturado por Bebeto é, em verdade, uma escrita sobre o tempo e sobre o espaço na existência que ocupamos ao percorrer este tempo. O tempo que vivemos antes, agora e depois”.

Antônio Augusto Bueno | Bacharel em Desenho (2004) e Escultura (2008) pelo Instituto de Artes da UFRGS. Desde 1996, vem mostrando seu trabalho em diferentes localidades do Brasil e exterior. Entre as individuais destacam-se: Antes era só o vão – Galeria Mamute; Um outro outono – MARGS; Música de passarinho – MAC-RS, Cabeças – armadilhas para um significado – Museu do Trabalho; Gravetos armados em processo na Pinacoteca – Pinacoteca Ruben Berta e Dez anos no Jabutipê – Jabutipê. Entre as coletivas, destacam-se Sustratos – Museu Zorrilla (Montevidéu/Uruguai); Queermuseu – cartografias da diferença na arte brasileira – Santander Cultural (POA/RS) e Parque Lage (Rio de Janeiro); Emprunts Empreintes – Salon du Vieux Colombier (Paris/França); ArtLive 2011 – CATM Chealse (Nova York/EUA) e – Fundação Vera Chaves Barcellos (Viamão/RS). Tem trabalhos em acervos de instituições como Fundação Vera Chaves Barcelllos, MARGS, MAC-RS, UFRGS, Pinacoteca Ado Locatelli, Pinacoteca Barão do Santo Ângelo, Fundação Franklin Cascaes e em coleções privadas como Mônica e George Kornies. Desde 2008, trabalha, ministra aulas e é o curador do espaço expositivo do Jabutipê. É artista representado pela Galeria Mamute.

Bebeto Alves | Músico, compositor, fotógrafo e artista visual. Com mais de 30 discos lançados, com músicas gravadas por Ana Carolina, Belchior, Ednardo, Kleiton e Kledir e Tânia Alves, entre outros, Bebeto Alves tem se dedicado e trabalhado exaustivamente como artista visual nos últimos anos. Ligado à fotografia e a arte digital, vem desenvolvendo essas linguagens com desenvoltura e criatividade. Desde 2009, participa com regularidade de exposições relevantes no cenário das artes visuais ao Sul do Brasil e tem desenvolvido e proposto novas formas de se trabalhar com a fotografia. Foi diretor do CEMUS, Centro da Música da Funarte (Rio de Janeiro); coordenador de Música da Secretaria de Cultura da cidade de São Leopoldo; Secretário da Cultura e Turismo do Município de Uruguaiana/RS; Diretor do Instituto Estadual de Música (IEM) da Secretaria do Estado da Cultura (Rio Grande do Sul) e presidente da Cooperativa Mista dos Músicos de Porto Alegre. Tem trabalhos seus nos acervos do MARGS e MAC-RS e em coleções particulares.

Serviço:

Linha de Voo | Antônio Augusto Bueno e Bebeto Alves

Atividade gratuita

Mostra virtual

Abertura dia 19 de junho (sábado) no site do SESC: www.sesc-rs.com.br/galeriavirtual/

No site https://linhadevoo.wixsite.com/linhadevoo é possível baixar gratuitamente o livro dos artistas e conferir todas as informações sobre o projeto

Acompanhe o processo criativo: https://www.youtube.com/watch?v=t8VPLrs_Zwg

Acompanhe nas redes sociais: Instagram @linhadevoo | Facebook @projetolinhadevoo

Mostra presencial

Uruguaiana/RS

Período: 19 de junho a 31 de julho | Entrada franca

Visitação: de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, e sábados, das 8h às 12h

Endereço: SESC Uruguaiana | Rua Flores da Cunha, 1.984 – Centro – Uruguaiana/RS

Curadoria: José Francisco Alves

Quem visitar a exposição presencial poderá retirar gratuitamente o livro Linha de voo.