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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Museu do Ipiranga e Wikipédia realizam nova maratona de edição com o tema ‘Casa Brasileira’

São Paulo, por Kleber Patricio

Em parceria com o Wiki Movimento Brasil (WMB), instituição faz evento online na próxima sexta-feira, dia 28, às 14h, com o título “Cozinha e suas coisas”. Foto: Hélio Nobre.

Em 2021, a Casa Brasileira é o tema que norteia as ações do Museu do Ipiranga em parceria com o Wiki Movimento Brasil (WMB). A programação inclui maratonas de edição de verbetes que, neste ano, iniciam com encontros com pesquisadores da área que falarão sobre as linhas de pesquisa que desenvolvem no Museu, seguidos de treinamento e assistência técnica sobre a plataforma. O terceiro encontro desta série acontece no dia 28 de maio, sexta-feira, a partir das 14h, com o tema Cozinha e suas coisas.

“A Casa Brasileira é tema de pesquisa do Museu do Ipiranga há mais de 30 anos e estará presente nas exposições de reabertura, em 2022”, conta Vânia Carneiro de Carvalho, coordenadora do projeto de implantação das novas exposições e docente do Museu. Segundo a professora, este é um museu de História que estuda a sociedade brasileira a partir de sua dimensão material. “Partimos da premissa de que a nossa interação com a matéria é o que nos torna humanos, e o que constitui nossas identidades sociais e culturais”.

Objeto que integra o acervo do Museu Paulista da USP. Foto: José Rosael/Hélio Nobre/Museu Paulista da USP.

As maratonas de edição acontecem às sextas-feiras, às 14h, via YouTube. Nesta semana, quem faz a abertura do encontro são as historiadoras Laura Stocco Felicio, Maria Eugênia Ferreira Gomes e Viviane Soares Aguiar, pertencentes ao projeto Processamento de Alimentos no Espaço Doméstico. São Paulo, 1860-1960, que reúne alunas de iniciação científica, mestrado e doutorado sob a orientação da professora Vânia. Às 15h, via Google Meet, a equipe do WMB oferecerá um tutorial de como editar a Wikipédia, para que novos usuários possam contribuir facilmente com a plataforma. Não é necessário conhecimento prévio. Para mais informações sobre os eixos temáticos e inscrições, consulte a programação abaixo.

Neste dia, também serão anunciados os vencedores do Wikiconcurso Casa Brasileira, que, por meio de um sistema de pontuações, premiará os editores que mais contribuíram com a Wikipédia em português na temática da Casa Brasileira com vale-compras de até R$2500,00 no Submarino.

Cozinha e suas coisas | 28/5, sexta-feira, às 14h | Inscrições: clique aqui

A história das cozinhas é pouco conhecida. Menos ainda são seus equipamentos e ferramentas. As atividades de trabalho empreendidas nas cozinhas trazem questões importantes sobre a convivência entre objetos tradicionais – manuais ou mecânicos – e objetos modernos – eletrificados. Conhecer esse universo de coisas que compõem a cozinha é o objetivo do grupo de pesquisa que estuda os acervos de cozinha do Museu Paulista. Há muitos objetos que precisam ser identificados, ter seus diversos nomes pesquisados e suas funções e períodos de uso estabelecidos. A consolidação de um repertório dos equipamentos e ferramentas de cozinha é algo necessário e que muito ajuda no avanço do conhecimento das casas brasileiras.

Intérpretes da casa brasileira | 18/6, sexta-feira, às 14h | Inscrições: clique aqui

O Brasil conta com um elenco importante de obras sobre as moradias brasileiras. Essas obras se desenvolveram pioneiramente entre os arquitetos, interessados nas configurações espaciais dos interiores domésticos. Foram eles que primeiro procuraram definir as tipologias de casas, estudaram a atuação de construtores e descreveram as configurações de espaços internos da moradia associados às suas funções produtivas e sociais. Outra vertente, a dos historiadores, se dedicou a compreender os tipos de objetos próprios das casas – produziram estudos tradicionais sobre mobiliário, estudos sobre a riqueza e costumes das famílias por meio dos inventários e, mais recentemente, estudos sobre os objetos da casa e suas relações com a vida psíquica, social e cultural de seus moradores.

É ainda importante mapear obras e revistas de época, que são fontes documentais de grande valia para o conhecimento das casas. Os manuais de economia doméstica, de orientação feminina, puericultura e etiqueta trazem inúmeras informações sobre os objetos da casa e seus espaços, seus modos de funcionamento e os valores e sentidos associados a essa materialidade. A estas obras somam-se as revistas de época que trazem artigos e anúncios sobre decoração, sobre inúmeros objetos pertencentes ao espaço doméstico, além de receitas e crônicas sobre a vida doméstica.

Louça paulista | 9/7, sexta-feira, às 14h | Inscrições: clique aqui

Todas as casas têm um lugar de encontro. Refeições, festas e visitas seguem regras que variam dependendo do grupo e classe sociais, mas compartilham da mesma intenção: consolidar os vínculos entre as pessoas. A louça desempenha um papel fundamental ao materializar a importância dessas ocasiões, servindo de ferramenta para o estabelecimento de divisões e vínculos sociais. Por meio do uso das louças, um morador mostra ao outro a sua “educação”, o seu gosto, os seus valores. No século 19, os serviços de porcelana importados da Europa se tornaram um dos mais importantes sinais de opulência e sofisticação. Os ornamentos, as dourações, os brasões e monogramas materializaram o requinte que as elites enriquecidas almejavam. Enquanto os caros serviços de porcelana decorada eram adquiridos pelas elites, as camadas médias e populares consumiam serviços mais baratos, mas também ornamentados. Mesmo com simplicidade, a função era a mesma: sinalizar as refeições e ocasiões especiais. Ao longo do século 20, as indústrias produziram serviços de café, chá e jantar para diversos tipos de público. Fábricas de porcelana estabelecidas no Brasil comercializavam similares das porcelanas europeias, enquanto outras indústrias criaram conjuntos com matérias-primas mais acessíveis.

Museu do Ipiranga e Wikipédia | Em parceria, o Wiki Movimento Brasil (WMB) e o Museu do Ipiranga traçaram um plano digital para aumentar a presença do acervo da instituição na Internet. O plano inclui maratonas de edição, que em 2020 resultaram em mais de 2.500 edições de aprimoramento de verbetes, com mais de 2,6 milhões de visualizações. No mesmo ano, o Wikiconcurso angariou 862 inscritos, adicionando 1,3 milhões de bytes na plataforma. Além disso, foram carregados 2.958 arquivos no Wikimedia Commons.

A iniciativa integra o Museu a um movimento global ao qual se unem instituições culturais, bibliotecas e arquivos de vários países. Dessa maneira, a instituição também adere a práticas de conhecimento aberto e licenças livres e, com isso, deve atingir públicos mais diversificados e fomentar novas parcerias. O plano inclui, ainda, ações estratégicas para dar visibilidade a grupos menos presentes na plataforma, como mulheres, negros e indígenas. A iniciativa tem a parceria da Fundação Banco do Brasil.

Museu do Ipiranga – USP | Fechado desde 2013, o Museu do Ipiranga é sede do Museu Paulista da Universidade de São Paulo e seguiu em atividade com eventos, cursos, palestras e oficinas em diversos espaços da cidade. As obras de restauro, ampliação e modernização do Museu são financiadas via Lei de Incentivo à Cultura. A gestão do Projeto Novo Museu do Ipiranga é feita de forma compartilhada pelo Comitê Gestor Museu do Ipiranga 2022, pela direção do Museu Paulista e pela Fundação de Apoio à USP (FUSP). As obras se iniciaram em outubro de 2019 e a expectativa é que o museu seja reaberto em setembro de 2022, para a celebração do bicentenário da Independência do Brasil. Para mais informações sobre o restauro, acesse o site museudoipiranga2022.org.br.

O edifício, tombado pelo patrimônio histórico municipal, estadual e federal, foi construído entre 1885 e 1890 e está situado dentro do complexo do Parque Independência. Concebido originalmente como um monumento à Independência, tornou-se em 1895 a sede do Museu do Estado, criado dois anos antes, sendo o museu público mais antigo de São Paulo e um dos mais antigos do país. Está, desde 1963, sob a administração da USP, atendendo às funções de ensino, pesquisa e extensão, pilares de atuação da Universidade.

As obras do Novo Museu do Ipiranga são financiadas via Lei de Incentivo à Cultura.

Patrocinadores e parceiros: BNDES, Fundação Banco do Brasil, Vale, Bradesco, Caterpillar, Comgás, CSN – Companhia Siderúrgica Nacional, EDP, EMS, Itaú, Sabesp, Banco Safra, Honda, Postos Ipiranga, Pinheiro Neto Advogados, Atlas Schindler e Novalis.

Dia da África terá conteúdo especial na plataforma #CulturaEmCasa

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

Berço de toda a humanidade, a África é tudo, menos singular – é plural, rica e heterogênea. Continente com o maior número de países, etnias, povos e línguas, possui uma das maiores diversidades culturais do planeta. Para o Dia da África, celebrado no dia 25 de maio, a plataforma #CulturaEmCasa selecionou conteúdos que evidenciam a vasta influência do continente na formação cultural do povo brasileiro.

Entre os destaques da agenda, está a transmissão do XV Prêmio África Brasil 2021, a partir das 19h. Promovido pelo Centro Cultural Africano, o evento internacional tem como objetivo reconhecer e divulgar projetos e ações que beneficiem diretamente comunidade afro-brasileira nas áreas de educação, artes e cultura, artista, esporte, meios de comunicação, terceiro setor, responsabilidade social, políticas públicas, poder público, relações exteriores, africanos no mundo e honra ao mérito.

Na programação também está o filme Djon África, coprodução Brasil-Portugal-Cabo Verde. Dirigido por Filipa Reis e João Miller Guerra, o longa conta trajetória de Miguel “Tibars” Moreira, mais conhecido como Djon África. O protagonista descobre que a genética pode ser cruel quando sua fisionomia – bem como alguns de seus fortes traços de personalidade –  imediatamente o denúncia como filho de alguém que ele nunca conheceu. Esta descoberta intrigante o leva a tentar descobrir quem é este homem. Tudo o que Djon África sabe sobre seu pai, no entanto, é o que sua avó, com quem sempre viveu, lhe contou. No elenco principal, estão Bitori Nha Bibinha, Isabel Cardoso, Miguel Moreira.

A arte da República de Camarões será apresentada com a exposição virtual de sete esculturas deste universo artístico. Também foram reunidos demais conteúdos da plataforma, especialmente reeditados, para a data comemorativa. Entre eles, o podcast do Museu da Língua Portuguesa Influência Africana na Língua Portuguesa; a live da cantora Titica; o #SP Gatronomia com Mãe Eleonora, uma das matriarcas na tradição culinária de matriz africana, ensinando a fazer acarajé; e o espetáculo Contos Negreiros do Brasil. Baseada no livro escrito por Marcelino Freire, prêmio Jabuti de 2006, a peça traz estatísticas raciais e atuais relacionadas aos contos do livro, vividos pelos atores Rodrigo França, Aline Borges, Marcelo Dias, Milton Filho e Valéria Monã.

Sobre o Dia da África | O Dia da África (anteriormente chamado Dia da Liberdade de África e Dia da Libertação de África) celebra a fundação da Organização da Unidade Africana (OUA), em 25 de maio de 1963, hoje conhecida como União Africana. A entidade foi criada em prol da libertação africana frente ao massacre e à exploração do colonialismo europeu. Em sua conferência inicial, estabeleceu-se uma carta de princípios a fim de melhorar o padrão de vida entre os estados-membros.

Comemorado mundialmente, o Dia da África existe não só para lembrarmos de suas carências e cicatrizes avassaladoras, mas também para evidenciarmos as diversas nacionalidades e identidades africanas, exaltarmos sua pluralidade, seus polos tecnológicos e sua riqueza artística e cultural. “Preservar a memória é umas das formas de construir a história e a ligação entre o Brasil e o berço da humanidade, o continente africano. Isso pode ser sentido nas mais diversas manifestações culturais do povo brasileiro: religião, culinária, música, dança, arquitetura e costumes. Direta ou indiretamente, a África está presente no dia-a-dia e sempre teve grande influência na base cultural do país, que hoje conta com cerca de 54% de afrodescendentes”, afirma Danielle Nigromonte, diretora-geral da Amigos da Arte.

Programação: Plataforma #CulturaEmCasa (www.culturaemcasa.com.br)

Redes Sociais:

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http://www.instragram.com/culturaemcasasp/

http://twitter.com/culturaemcasasp.

Engajamento na causa ambiental gera retorno positivo à natureza e bons resultados nos negócios

Brasil, por Kleber Patricio

Imagem de Nattanan Kanchanaprat por Pixabay.

Os consumidores estão cada vez mais conscientes e têm optado por comprar ou contratar serviços de empresas que tenham o chamado “selo verde”, ou seja, uma certificação que destaca a responsabilidade social. De acordo com uma pesquisa realizada pela Nielsen, 42% dos consumidores brasileiros estão mudando seus hábitos de consumo para reduzir seu impacto no meio ambiente. Além disso, 58% não compram produtos de empresas que realizam testes em animais e 65% não compram de empresas associadas ao trabalho escravo. Pensando na sociedade e no meio ambiente, surgem as chamadas fintechs verdes no ecossistema bancário. As fintechs são startups que atuam para inovar e otimizar serviços do sistema financeiro, através de soluções tecnológicas.

O mercado, de maneira geral, já está presenciando uma virada de chave nesta vertente de atuação, com cada vez mais ações voltadas para a preservação. Entidades e organizações também estão engajadas com a pauta e se mostram dispostas a mudar a mentalidade corporativa, além das próprias empresas que estão dando maior atenção à causa ambiental nos últimos anos.

Área de preservação UzziPay. Foto: divulgação.

Na Ásia, por exemplo, o investimento em empresas sustentáveis ultrapassou a marca de US$28 bilhões em 2019. Os chamados títulos verdes são investimentos de impacto e um dos grandes responsáveis por mudar a mentalidade de grandes empresários ao redor do mundo, dando atenção a empresas sustentáveis na hora de escolher onde aportar seus investimentos.

Embaladas por esse movimento, as fintechs com engajamento sustentável se multiplicaram nos últimos anos. Além da Ásia, esse universo de fintechs verdes também é muito presente na Europa, com os exemplos se multiplicando ano após ano.

No continente europeu, o termo ‘investimento de impacto’ já é bastante familiar aos empresários e tem trazido retorno positivo, tanto financeiramente quanto em práticas adotadas para preservação ambiental, programas sociais, educação e saúde, por exemplo. Há, exemplos de fintechs, como a holandesa Bunq, que permite aos usuários compensar sua emissão de CO₂ plantando uma árvore a cada €100 de transação.

Existem também algumas plataformas de investimento de impacto, como a francesa Helios, uma conta de poupança que permite aos usuários investir seus depósitos bancários em projetos climáticos, como energia renovável ou remoção de carbono. Algumas fintechs implantaram alternativas sustentáveis práticas aos clientes; por exemplo, substituindo os cartões de débito e crédito tradicionais, de plástico, por cartões produzidos com madeira reflorestada. Ações tangíveis como essas ajudam a entender a força e importância desse ecossistema de atuação.

O Brasil ainda está iniciando uma caminhada para consolidar esse formato de negócio, mas os cases já são visíveis. “É uma realidade cada vez mais latente, no futuro veremos muito mais instituições financeiras e de outros segmentos com engajamento social e sustentável. São sementes plantadas hoje que irão florescer em breve”. Quem faz a afirmação é Isabelle Kwintner, diretora sênior de estratégia da UzziPay, uma fintech com engajamento no desenvolvimento sustentável da Amazônia. E essa “semente” pode não ser apenas metafórica. No caso da Uzzipay, a proposta é preservar uma árvore na Amazônia para cada nova conta aberta através do banco digital. Ações como essa saem do campo teórico e dos discursos e se tornam atitudes palpáveis que, de fato, têm um impacto relevante para a natureza.

A Uzzipay financia uma área de reserva legal da Amazônia em Rondônia. Com a abertura da conta digital e a utilização dos recursos, como transferências, pagamentos e recargas, quanto mais movimentação o correntista tiver, mais recursos serão destinados à reserva de preservação. A área escolhida tem 700 hectares de floresta em uma reserva legal de manejo florestal em Porto Velho e o monitoramento do local é feito por solo, por drones ou voos tripulados sobre a região e por imagens de satélite. A ideia é criar reservas em outros biomas, conforme o desenvolvimento da fintech e o aumento no número de correntistas.

Sustentabilidade e lucro | As bolsas de valores mundiais estão mensurando na prática o valor das companhias sustentáveis que possuem capital aberto. Ao mesmo tempo em que as empresas criam projetos de efeito ao meio ambiente, as ações delas costumam se valorizar nas bolsas.

De fato, essa valorização se concretizou, estabelecendo uma tendência que se firma cada vez mais no mercado. O Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3 (bolsa de valores de São Paulo) — estabelecido para analisar o desempenho das empresas em aspectos sustentáveis — apresentou rentabilidade de 203,8%, entre 2005 e 2018. “Com as redes sociais, aumentou a cobrança e também a preocupação das pessoas em saber o que as empresas fazem pelo meio ambiente. Apenas evitar a degradação ambiental já não é mais suficiente, é preciso fazer algo mais”, analisa Kwintner.

Outros aspectos são igualmente positivos para o desenvolvimento desse formato de companhias: os clientes se mostram mais fiéis, por se identificarem com a causa, os funcionários também são engajados e a marca ganha mais valor agregado pela responsabilidade social.

Orquestra de saxofones Ensax lança álbum produzido durante a pandemia

Curitiba, por Kleber Patricio

A Ensax Orquestra em show antes da pandemia. Fotos: divulgação.

Estreia esta semana nas plataformas digitais o primeiro álbum da Ensax Orquestra, única desse estilo no país, que desde 2015 desenvolve um trabalho dedicado à música instrumental brasileira. A riqueza dos timbres da orquestra promove uma experiência sonora sofisticada e marcante, em um álbum com músicas de Chico Buarque, Baden Powell, Roberto Menescal, Heitor Villa-Lobos e Luiz Gonzaga.

A maior parte do EP foi gravada em Curitiba, cidade sede da orquestra, e outra parte em São Paulo, com arranjos de Roberto Sion, Cacá Malaquias e Rodolfo Vilela. O repertório também celebra uma parceria com o renomado acordeonista e compositor Toninho Ferragutti.

“Estávamos trabalhando num projeto de apresentações com o Ferragutti quando vieram a pandemia e todas as suas restrições. Então o plano foi adaptado para novas possibilidades, culminando na gravação desse álbum, o nosso primeiro após sete anos de orquestra. Foi um momento de intensa produção de todos do grupo e o registro veio para celebrar a nossa profusão criativa”, conta Paulo Campos, líder da Ensax.

Novo álbum da Ensax Orquestra já está disponível nas plataformas digitais de música.

“A música QuarenTEMA 01 faz parte de uma série de temas compostos por Ferragutti desde o início da pandemia e foi gravada com ele. Conta também com arranjo do Cacá Malaquias, integrante da célebre Banda Mantiqueira, uma das mais importantes para a música instrumental brasileira. Grande compositor, arranjador e multi-instrumentista. Foi uma honra unir esses dois nomes ao nosso trabalho”, afirma Campos.

O repertório conta com as músicas Vou deitar e Rolar (Baden Powell e P.C. Pinheiro), Bye Bye Brasil (Chico Buarque e Roberto Menescal), Trenzinho do Caipira (Heitor Villa-Lobos), Qui nem Jiló (Luiz Gonzaga) e QuarenTEMA 01 (Toninho Ferragutti). As gravações aconteceram em meio ao projeto Paiol Musical, promovido pela Fundação Cultural de Curitiba no histórico Teatro Paiol, que em 2021 comemora 50 anos de existência.

“Esse é outro material incrível, produzido em vídeo, que uniu vários grupos e artistas da cidade. Certamente será apresentado ao público ainda esse ano pela FCC. Além desse projeto, para 2021 a Ensax tem a expectativa de lançar mais dois novos álbuns”, finaliza o líder da orquestra.

Para ouvir o álbum completo da Ensax Orquestra, acesse: Spotify | Amazon | Apple | Deezer | Tidal | Youtube.

Ficha técnica Ensax Orquestra:

Paulo Campos e Patrik Meloi (sax-soprano) “Melo”

Cinthia Oyama (sax-barítono)

Antônio Sousa, Gabriel Gonçalves e Bruno Wladeck (sax-tenor)

Fran Bariviera, DecoLuppi e Paulo Silva (sax-alto)

Banda:

Shirley Granato (bateria)

Nando Lemos (percussão)

Hermes Drechsel (piano)

Anderson Dias (contrabaixo)

Músico convidado: Toninho Ferragutti (acordeon)

Captação de áudio, mixagem e masterização: Valderval de Oliveira Filho.

CASACOR São Paulo anuncia novo endereço

São Paulo, por Kleber Patricio

EU SEREI OUTRO LUGAR – intervenção de Felipe Morozini no detalhe. Crédito da foto: Felipe Avarena.

Uma intervenção artística de mais de 3.000 m², que levou dois dias para ficar pronta, marca oficialmente a chegada da CASACOR São Paulo a seu primeiro endereço dessa nova fase da marca. Além disso, a participação de Felipe Morozini na CASACOR reserva outras surpresas. “Faremos uma CASACOR inteligente, um pouco mais compacta do que as apresentadas nos últimos anos, com fluxo de visitação programada e uma grande estrutura de receptivo, bem adequada aos novos tempos”, esclarece a superintendente nacional da mostra Livia Pedreira.

O tema a ser explorado pelo elenco este ano é A casa original. A inspiração para o conceito surgiu antes mesmo da pandemia que nos trancou em casa e impôs novas reflexões sobre o morar contemporâneo. A tendência, captada no mundo pré-pandemia, continua atual. Naquele momento, o mal-estar provocado pelo excesso, pela exaustão digital e pela ansiedade, pedia uma pausa. Como resposta, a Casa Original promove uma série de reflexões, sobretudo pelo evidente desejo de retorno às origens, de buscar na ancestralidade e na simplicidade o necessário equilíbrio entre o passado e o futuro.

Os arquitetos, designers e paisagistas do elenco CASACOR serão convidados a pensar sobre esse novo universo do morar: o lugar de afetos e memórias que celebra nossa identidade. “A pandemia antecipou esse movimento de volta para casa, para os afazeres cotidianos, para a autossuficiência doméstica, mas também nos plugou definitivamente no universo digital”, lembra Livia Pedreira.

CASACOR São Paulo volta a percorrer a cidade | Nesse momento de intensa transformação social, a mostra paulistana aposta, ainda, no retorno de seu tradicional modelo itinerante, através do qual se tornou famosa por inovar sempre em formatos e locais de exposição diferentes e inesperados.

Após mais de uma década explorando cada nuance do Jockey Club, agora o público de CASACOR São Paulo vai se surpreender a cada ano com os locais da exposição. “Vamos retomar o DNA original da marca, que voltará a ser itinerante. O momento é mais que propício, uma vez que a cidade começa a oferecer novos espaços para grandes eventos, com a futura inauguração da Cidade Matarazzo e do Alegra Pacaembu”, lembra Benjamin Ramalho, diretor executivo da CASACOR. A mudança de endereço, que já está planejada para ocorrer também pelos próximos cinco anos, é uma das estratégias de negócio para o futuro da marca, que tem mantido sua relevância e influência no segmento ao proporcionar experiências nos universos da arquitetura, da decoração e do design. A marca sempre evoluiu em forma e conteúdo, mantendo vivo em seu DNA o desafio de apresentar propostas criativas, versáteis e adequadas ao momento. Um bom exemplo foi o inovador projeto Janelas CASACOR e a implementação do formato phygital nacionalmente, sem perder a essência da marca, criada em 1986.

“Nosso investimento nos meios digitais é outra prioridade da área de negócios da CASACOR, trazendo novas possibilidades para as marcas parceiras que investem na mostra. Agora, além de proporcionar a experiência física a quem visita o evento, recursos como tour virtual e outras ativações poderão proporcionar uma imersão no universo da marca, mesmo após o evento. Vale lembrar que todos os locais de exibição estarão preparados para receber os visitantes em condições de segurança determinada pelos protocolos sanitários, como distanciamento social, uso obrigatório de máscaras e acesso facilitado a pias para limpeza das mãos e álcool em gel”, explica André Secchin, diretor geral da CASACOR.

Sobre a CASACOR | Empresa do Grupo Abril, a CASACOR é reconhecida como a maior e mais completa mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo das Américas. O evento reúne, anualmente, renomados arquitetos, decoradores e paisagistas e em 2020 chega à sua 34ª edição em São Paulo, com 15 praças nacionais (Bahia, Brasília, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Ribeirão Preto), e mais quatro internacionais (Miami, Bolívia, Paraguai e Peru).

Mais informações:

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