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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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51º Festival de Verão e Inverno de Campos do Jordão terá apresentações 100% online e ao vivo

Campos do Jordão, por Kleber Patricio

A Osesp fará o concerto de abertura do Festival. Foto: website do Governo de São Paulo.

O Festival de Verão e Inverno de Campos do Jordão, reconhecido como o maior evento de música clássica da América Latina chega à sua 51ª edição em um formato especial, 100% online. O de inverno ocorre de 3 de julho a 1º de agosto nas cidades de Campos do Jordão e São Paulo e o de Verão, de 15 de janeiro a 13 de fevereiro de 2022, estabelecendo duas versões anuais.

O 51º Festival de Inverno deste ano terá transmissões ao vivo todos os dias, após ter sido adiado devido à pandemia de coronavírus. Serão, ao todo, 43 concertos, sendo 39 no Auditório Claudio Santoro e 4 na Sala São Paulo, com apresentações de Roberta Sá (4/7), Nelson Ayres e Vanessa Moreno (11/7), Mart’nália (18/7), Renato Braz (1º/8) e homenagens aos 250 anos de Beethoven e 100 anos de Astor Piazzolla. Elas poderão ser assistidas no YouTube do Festival e na plataforma #CulturaEmCasa, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, bem como pela TV Cultura e Rádio Cultura FM, e Facebook do canal de televisão.

No módulo pedagógico, o Festival receberá ao todo 135 alunos, se alternando entre aulas virtuais e presenciais na Sala São Paulo e divididos em 16 classes, além de duas orquestras acadêmicas com cerca de 60 alunos cada, tudo transmitido simultaneamente para as salas de aula virtuais da plataforma Educação Osesp, num total de 800 horas de aulas para aperfeiçoamento profissional.

Jazz Sinfônica realizará quatro concertos unindo a música orquestral ao repertório popular. Foto: Joca Duarte.

Haverá ainda o Prêmio Eleazar de Carvalho, dedicado ao maestro criador do Festival, que premiará o músico destaque do evento. As apresentações seguirão respeitando rigorosamente os protocolos de segurança e saúde, bem como as restrições em vigor nas respectivas cidades. Serão formatos reduzidos de orquestras, com ênfase na música de câmara, além de apresentações de, no máximo, 1h de duração. “O Festival de Campos do Jordão é o maior evento de música clássica da América Latina e temos procurado aperfeiçoá-lo e aprofundá-lo a cada edição”, diz Sérgio Sá Leitão, secretário de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. “A partir de agora passaremos a ter duas edições. A tradicional, de inverno e, a partir de 2022, a de verão, que tende a potencializar o festival e ampliar seu alcance e impacto positivo no turismo, geração de renda, emprego e oportunidades na região do Vale”, afirma.

Como na edição de 2019, que bateu recorde de público com 151 mil espectadores e 133 concertos em 9 palcos, durante 153 horas de música, a programação artística do Festival continua estruturada em dois eixos musicais principais: Clássico, com curadoria da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo — Osesp, e Popular-Sinfônico, com curadoria da Jazz Sinfônica Brasil — que, assim como a Osesp, é um corpo artístico da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

“O Festival ocupa o papel de oferecer um último polimento e abrir janelas para que o estudante possa olhar para si, para os colegas e para o caminho profissional que se descortina à sua frente”, diz Fábio Zanon, coordenador artístico-pedagógico da Fundação Osesp e do Festival de Campos do Jordão. “Isso não se refere apenas a tocar bem seu instrumento, mas também à sua inserção dentro de uma sociedade que vai absorvendo a música como patrimônio cultural e ferramenta de transformação social”, afirma.

Programação artística | O eixo Clássico traz como destaques as celebrações dos 250 anos de Beethoven (comemorados em 2020) e do centenário de Astor Piazzolla, celebrados em 2021. Haverá ainda obras compostas por mulheres, do passado e do presente, como Fanny Mendelssohn, Cécile Chaminade, Lili Boulanger e as brasileiras Clarice Assad e Marisa Rezende, entre outras.

A Osesp, comandada por seu diretor musical e regente titular Thierry Fischer, faz o concerto de abertura do Festival (3/7, 20h, Auditório Claudio Santoro) interpretando a Sinfonia nº 2, de Rachmaninov. Nesse mesmo palco, ao longo do Festival, apresentam-se também: Orquestra Jovem do Estado – Ojesp, São Paulo Chamber Soloists, Orquestra do Theatro São Pedro e Orquestra Experimental de Repertório, entre outras, além da Orquestra do Festival, que neste ano será dividida em dois grupos por conta dos protocolos sanitários — um sob regência de Cláudio Cruz e outro com Giancarlo Guerrero. Haverá ainda um terceiro grupo do eixo pedagógico, este formado por bolsistas e professores do Festival interpretando um programa barroco, sob direção do violinista Luis Otavio Santos.

O Auditório Claudio Santoro também será palco de 20 concertos de câmara, com nomes como os pianistas Hércules Gomes e Lucas Thomazinho, o Quarteto Camargo Guarnieri, o Quarteto Osesp e o Escualo Ensemble.

Na Sala São Paulo, a Jazz Sinfônica realiza quatro concertos unindo a música orquestral ao repertório popular. Os convidados serão Roberta Sá (4/7), Nelson Ayres & Vanessa Moreno (11/7), Mart’nália (18/7) e Renato Braz (1º/8).

Programação pedagógica | A edição deste ano do Festival oferecerá 20 masterclasses transmitidas ao vivo da Sala São Paulo, de segunda a sexta-feira, com 3 horas de duração cada uma. Entre os professores, destacam-se o trompetista Pacho Flores (solista internacional), a pianista Yulianna Avdeeva (solista internacional), a flautista Silvia Careddu (professora da Hanns Eisler Berlin e da Barenboim-Said Akademie, entre outras), o violinista Boris Brovtsyn (solista internacional), o contrabaixista Martin Heinze (Filarmônica de Berlim) e o trombonista Joe Alessi (Filarmônica de Nova York). Nomes de referência no cenário internacional, eles estarão fora do Brasil e irão ministrar as aulas à distância — o público terá a oportunidade de interagir através do chat.

Sobre o Festival de Verão e Inverno de Campos do Jordão | Criado em 1970 pelos maestros Eleazar de Carvalho, Camargo Guarnieri e Souza Lima, o Festival de Verão e Inverno de Campos do Jordão Dr. Luís Arrobas Martins foi inspirado no Festival de Tanglewood, nos EUA, e combina, com excelência, uma programação de música de concerto a um trabalho pedagógico amplo e qualificado. Ao longo de suas 50 edições, o evento se consolidou como o maior e mais importante festival de música clássica da América Latina, oferecendo aos bolsistas a vivência com importantes nomes da música nacional e internacional e, paralelamente, uma programação cultural de qualidade – em grande parte gratuita -, que beneficia não somente a cidade de Campos do Jordão como todo o seu entorno, ampliando as oportunidades de acesso à música erudita.

Realização | O 51º Festival de Verão e Inverno de Campos do Jordão é um programa do Governo do Estado de São Paulo, realizado por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e pela Fundação Osesp. Tem direção executiva de Marcelo Lopes, direção artística de Arthur Nestrovski e coordenação artístico-pedagógica de Fábio Zanon. Esta edição conta com o patrocínio da Rede, Sabesp, XP Investimentos e Instituto Cultural Vale, apoio da Fritz Dobbert e da Unigel e promoção da Folha de S. Paulo, Band News e 29 Horas.

Amigos do Festival | Desde 2013, a Fundação Osesp conta com a colaboração de uma rede de estabelecimentos comerciais da cidade de Campos do Jordão, que contribui para a divulgação de informações sobre a programação de concertos. Esses estabelecimentos recebem um selo que os identifica como Amigos do Festival e mostra engajamento com um dos mais tradicionais projetos culturais da cidade.

Serviço:

51º Festival de Verão e Inverno de Campos do Jordão

Data: de 3 de julho a 1º de agosto

Locais:

Auditório Claudio Santoro – Av. Dr. Luís Arrobas Martins, 1.880, Alto da Boa Vista – Campos do Jordão, SP. Tel. (12) 3662-2334. 269 lugares. Gratuito.

Retirada de ingressos em www.festivalcamposdojordao.org.br/ingressos/ a partir de 10 dias antes de cada apresentação ou no dia do evento, na bilheteria do Auditório — consultar horário de funcionamento no site. Limitada a quatro ingressos por pessoa e à capacidade do local.

Sala São Paulo – Praça Júlio Prestes, 16, Campos Elíseos – São Paulo/SP. Telefone (11) 3367-9500. 480 lugares. Gratuito.

Retirada de ingressos em www.festivalcamposdojordao.org.br/ingressos/ a partir de 10 dias antes da apresentação, limitada a quatro ingressos por pessoa e à capacidade do local.

Mais informações e conteúdos:

https://www.festivaldeinverno.sp.gov.br

https://www.youtube.com/user/fcamposjordao

https://www.instagram.com/festivalcamposdojordao

https://www.facebook.com/festivalcamposdojordao

https://twitter.com/festivalcampos.

Museu da Água lança passeio virtual por nascente modelo

Indaiatuba, por Kleber Patricio

A Nascente Modelo do Museu da Água. Foto: divulgação/SAAE.

Mesmo com a pandemia da Covid-19, que impede, por questões de segurança, entre outros cuidados, a aglomeração, as pessoas não foram privadas de conhecer o Museu da Água. O Serviço Autônomo de Água e Esgotos (SAAE) usou a tecnologia e criou visitas virtuais como uma forma de continuidade. Além do Passeio Virtual pelo Museu, que está disponível desde o ano passado, foi lançado o passeio virtual pela Nascente Modelo, importante marco histórico da cidade, que abastece a população desde 1937.

A coordenadora do Museu da Água, Rosilaine Diniz Piccoli, fez um passeio educativo mostrando onde a nascente está localizada e a importância de sua conservação. O vídeo está disponível nas mídias sociais do SAAE e do Museu da Água e no site, pelo link https://museudaagua.sp.gov.br/.

O Museu da Água. Foto: Sacha Ueda.

O Projeto Nascente Modelo faz parte do Programa Município VerdeAzul (PMVA), por meio da diretiva de Gestão das Águas, onde é considerada ‘modelo’ por estar protegida por vegetação nativa preservada conhecida como “mata ciliar”. Além disso, como é característica de qualquer nascente, ela tem uma Área de Preservação Permanente (APP) de 50 metros, conforme prevê o Novo Código Florestal Brasileiro (Lei 12.651/12).

O Programa Município VerdeAzul tem o propósito de medir e apoiar a eficiência da gestão ambiental com a descentralização e valorização da agenda ambiental nos municípios. O objetivo é estimular e auxiliar as prefeituras paulistas na elaboração e execução de suas políticas públicas estratégicas para o desenvolvimento sustentável do Estado.

As ações propostas pelo PMVA compõem as dez diretivas norteadoras da agenda ambiental local, abrangendo os seguintes temas estratégicos: Esgoto Tratado, Resíduos Sólidos, Biodiversidade, Arborização Urbana, Educação Ambiental, Cidade Sustentável, Gestão das Águas, Qualidade do Ar, Estrutura Ambiental e Conselho Ambiental.

Nova exposição do SESC Santos apresenta panorama da arte na Baixada Santista

Santos, por Kleber Patricio

Obra “Perequê”, de Mauricio Adnolfi. Foto: Bruna Quevedo.

A exposição inédita PORTOS – Processos Orientados via Território e Ocupações Santistas, em cartaz no SESC Santos, apresenta um panorama da arte contemporânea da região da Baixada Santista com trabalhos de diferentes linguagens artísticas, como xilogravura, cerâmica, videoarte, desenho, arte indígena e arte naïf, entre outras. Composta por 61 artistas ligados à região, participam da mostra nomes como Maurício Ianês, Marina Guzzo, Thiago Verá Benites da Silva, Elizeu Werá Tukumbo da Silva e Uwerá Nimangá Dju Gomes, sendo os dois últimos alguns dos representantes do recorte indígena da exposição. A curadoria é da equipe técnica da programação da unidade em parceria com a antropóloga Ilana Goldstein e colaboração de Cristine Takuá e Carlos Papá, curadores convidados da Aldeia do Rio Silveira.

O primeiro objetivo de PORTOS é dar visibilidade aos artistas da Baixada Santista, que contam com poucos espaços de projeção. O segundo é discutir as relações entre produção artística e território; ou seja, de que maneira as diferentes formas expressivas são fruto de experiências ligadas à vida no litoral, nas cidades da Baixada, em meio à arquitetura histórica, à mata atlântica e aos modos de se relacionar específicos de suas populações.

Sem título – Fred Casagrande – São Vicente, 2014.

Um terceiro objetivo é questionar as hierarquizações no sistema da arte, que costuma separar a arte contemporânea “legítima”, profissional, valorizada pelo mercado, avalizada pela crítica, da arte popular, autodidata, e do artesanato, desprezado por seu caráter utilitário. Na verdade, as fronteiras entre essas categorias são móveis e questionáveis e a exposição propõe diálogos temáticos e formais entre trabalhos feitos por pintores amadores e artistas premiados, entre outros sujeitos.

O percurso é dividido em quatro núcleos: o primeiro, chamado e dedicado ao mar, à navegação e ao porto; o segundo e o terceiro, interligados, focados nas maneiras de habitar a terra, na paisagem natural e urbana e, o quarto e último, aludindo à diversidade étnica e social do território, aos diferentes sujeitos que aqui habitam e suas relações. Além de Santos, estão representadas as cidades de São Vicente, Guarujá, Praia Grande, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe e Cubatão, bem como seus territórios indígenas.

A curadora convidada para essa mostra, Ilana Goldstein, é antropóloga e professora da Universidade Federal de São Paulo. Ilana já realizou curadoria de exposições como Terra Paulista: História, Artes e Costumes, exposta no SESC Pompeia, em 2005, e Jorge, Amado, universal, que ficou em cartaz ao longo de 2012 no Museu da Língua Portuguesa e no Solar Unhão/MAM, na Bahia.

“O mambembe” – Fabiano Ignacio – 93 x 65 cm.

Lista completa de artistas: Alyson Montrezol, Ana Akaui, Augusto Pakko, Biga Appes, Carlos Papa, Chico Melo, Coletivo (a)gente, Cris Alonso, Eleonora Artysenk, Élida Andréia Escobar, Elisabeth Ruivo, Elizeu Werá Tukumbo da Silva, EVORA Coletivo, Fabiano Ignácio, Fabiola Notari, Fabrício Lopez, Fred Casagrande, Fulvia Rodrigues, Gaio, Geandré, Gilda Martins de Figueiredo, Ildefonso Torres Filho, Ivy Freitas, Izaura Campos, Jhoni Morgado, José Maria da Costa Villar, Joyce Farias, Juliana do Espírito Santo e Lelê Lótus, Kátia Miyahira, Kelly Alonso Braga, Laércio Alves, Lidia Malynowskyj, Lucia Quintiliano, Ludemar Victor, Luiz Marq’s, Mai-Britt Wolthers, Márcia Santtos, Marcos Piffer, Marcus Cabaleiro, Mari Lucio, Maria Inês Veríssimo, Marina Guzzo, Maurício Adinolfi, Maurício Ianês, Nenê Surreal, Paulo Climachauska, Paulo von Poser, Rachel Midori, Raphaella Gomez, Renata Salgado, Roberta Lima, Rodrigo Munhoz a.k.a Amor Experimental, Sr. Domingos, Thiago Verá Benites da Silva, Tomzé Scala, Tubarão Dulixo, Ubiraci Gomes, Uwerá Nimangá Dju Gomes, Wadson Silva, Wilis Graffiti, Wilson Santos.

O público pode visitar a exposição de forma gratuita e presencial, mediante agendamento prévio online através da página de cada unidade no Portal do SESC São Paulo ou em SESCsp.org.br/exposicoes. Para assegurar o distanciamento recomendado entre os visitantes, as vagas para as sessões são limitadas e variam conforme a unidade, sempre respeitando o limite de até cinco pessoas a cada 100 m2 e a ocupação limitada da capacidade total de cada local. O uso de máscara é obrigatório durante todo período de permanência na unidade.

Serviço:

PORTOS

Local: SESC Santos

Período expositivo: Até 20 de novembro de 2021

Horário de visitação: Terça a sexta – 12h45, 14h, 18h30, 19h45 | Sábados – 11h, 12h15, 13h30, 14h45. Obs: Cada visitação é realizada com até seis visitantes por horário.

Agendamento de visitas: https://www.SESCsp.org.br/exposicoes

Classificação indicativa: Livre

Grátis

SESC Santos – Rua Cons. Ribas, 136 – Aparecida – Santos/SP

Acompanhe o SESC Santos nas redes sociais:

Facebook: @SESCsantos | Instagram: @SESCsantos | Youtube: /SESCemsantos.

Catálogo das Indústrias 2021 terá versões impressa e digital

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Edição anterior do catálogo. Foto: divulgação.

A Prefeitura de Indaiatuba lançou o 11º Catálogo das Indústrias, por meio da Secretaria Municipal de Governo e em parceria com a unidade municipal do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) e Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). A publicação conta, pelo segundo ano consecutivo, com a opção digital, devido à pandemia. As inscrições para o próximo ano já estão abertas.

A implantação do catálogo de maneira digital tem como foco aumentar os negócios para as indústrias locais a partir da conexão entre empresários e clientes, facilitando assim a comunicação. Dentro da edição, o empresário tem acesso a um material com dados concretos sobre o parque industrial do município.

“Muitas empresas da nossa cidade acabam fazendo negócios fora, sendo que tem empresas em Indaiatuba que podem estar fazendo acordos comerciais, movimentando o comércio, a economia e gerando dividendos não só para o município, mas para o estado de São Paulo e para o país”, afirma o prefeito Nilson Gaspar (MDB).

O secretário de Governo, Luiz Alberto ‘Cebolinha’ Pereira, o prefeito Nilson Gaspar (MDB) e o diretor do Ciesp, José Augusto Rodrigues Gonçalves.

O catálogo tem como foco auxiliar os empresários a fecharem novos negócios durante o momento de isolamento social. A versão digital, pelo app e na internet, já obteve mais de dois mil acessos até o momento. “Dessa vez, foram mais de 400 empresas que participaram e isso tem demonstrado realmente que é um instrumento absolutamente necessário nesses momentos de crise”, fala o secretário do Governo, Luiz Alberto Cebolinha Pereira, sobre a importância dessa ferramenta que tem unido as indústrias de Indaiatuba.

O cadastro das indústrias interessadas em participarem da versão 2022 pode ser realizado por meio da inscrição on-line, acessando o link https://indaiatuba.catalogodasindustrias.com.br/cadastro_empresa até 20 de dezembro de 2021. As empresas cadastradas na edição deste ano não precisam se recadastrar. É possível acessar o catálogo digital pelo aparelho Android, no Play Store, com o título do App: “Indústrias Indaiatuba”, e também pela versão web, no link https://indaiatuba.catalogodasindustrias.com.br/. No caso de dúvidas ou alterações dos dados cadastrais, basta entrar em contato com a Secretaria de Governo no e-mail governo.empresas@indaiatuba.sp.gov.br ou pelo telefone (19) 3834-9278.

Dubai: a gastronomia do mundo em uma cidade

Emirados Árabes Unidos, por Kleber Patricio

Com uma posição geográfica privilegiada, Dubai atrai nacionalidades e culturas de todas as partes do mundo. Essa diversidade é refletida em uma grande variedade de cozinhas que representam os sabores de mais de 200 nacionalidades que vivem na cidade e é também o que torna Dubai um destino único. Naturalmente, a gastronomia típica dos Emirados também tem seu espaço de destaque e eventos ao longo do ano, como o Dubai Food Festival, dão destaque aos pratos locais.

Antes das influências internacionais se entrelaçarem com a cultura local, a gastronomia dos Emirados já fazia parte da identidade de Dubai. Os antigos habitantes tinham que encontrar sustento no ambiente local, e como era um ambiente desafiador para a agricultura convencional, era necessário forragear plantas e árvores do deserto para se alimentarem. Os animais de criação, como cordeiro e camelo, eram usados para fornecer leite e carne. Os beduínos, nômades que viviam nos desertos, usavam técnicas especiais de cozedura, como o zarb, em que a carne é colocada num forno com brasas sob as areias do deserto.

Essa experiência pode ser vivida atualmente. Após um passeio pelo deserto de carro ou camelo, os anfitriões fazem um tour por uma vila beduína onde se podem observar as demonstrações de cozinha, provar o tradicional café árabe fresco e desfrutar da já reconhecida hospitalidade árabe. Uma outra forma de fazer uma imersão na história da gastronomia local é visitando o Sheikh Mohammed Centre for Cultural Understanding, localizado no bairro histórico de Al Fahidi. Lá, é possível experimentar uma refeição típica dos Emirados enquanto conhece ainda mais sobre as tradições e hábitos culturais da nação. Para mais experiências imersivas, a Culinary Boutique, em Jumeirah, oferece uma mistura de pratos europeus e especialidades locais. Esse é um ótimo local para provar pratos que refletem a diversidade cultural do emirado, sendo possível cozinhar alguns deles em uma aula de culinária oferecida pelo restaurante.

Cidade multicultural, gastronomia diversificada | Por ser um dos principais centros comerciais do mundo desde o século V, Dubai atraiu muitas nacionalidades, que fizeram um mix da sua própria cultura culinária com a da cidade. Hoje, é possível encontrar as mais diversas experiências gastronômicas de todo o mundo. A culinária coreana, por exemplo, está bem representada. Para experimentar um churrasco coreano autêntico e barato, o Hyu, nas Jumeirah Lakes Towers, é uma ótima opção. Uma alternativa mais luxuosa é o Sonamu, no Asiana Hotel. Já a comida africana é representada por dezenas de excelentes restaurantes, como o Zagol, com comida da Etiópia, ou o Bab Al Mansour, perto do The Dubai Mall, com comida marroquina. Seja o que for, se estiver à procura de comida de uma origem em particular, Dubai é um local excelente para encontrá-la.

Por conta de sua reputação global como o destino dos sonhos para quem aprecia comida, a cena gastronômica de Dubai atraiu empreendedores que criaram uma série de restaurantes e cafés exclusivos. Muitos conceitos inovadores nasceram e se desenvolveram na cidade, à medida em que uma variedade de chefs aproveitaram o espírito empreendedor que contribuiu para o rápido crescimento e desenvolvimento da indústria de Dubai.

O chef celebridade britânico Gordon Ramsay tem dois restaurantes no emirado: o Bread Street Kitchen no Atlantis, The Palm e o Hell’s Kitchen, no Caesars Palace no Bluewaters Dubai. Outros grandes nomes incluem o chef francês Alain Ducasse, com o miX no Emerald Palace Kempinski, e Heinz Beck, com o Social no Waldorf Astoria Dubai Palm Jumeirah.

Para conhecer mais sobre as ofertas gastronômicas em Dubai, clique aqui.