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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Segmento do turismo espera retomada impulsionada pela aprovação da Coronavac pela OMS

Brasil, por Kleber Patricio

Aurora boreal na Islândia. Fotos: Marco Brotto.

Uma pesquisa realizada pela Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) aponta que quase metade do empresariado (45%) projeta crescimento econômico para o setor de turismo, enquanto 29% acredita que os negócios se manterão estáveis. A pesquisa foi realizada com hotéis, pousadas, restaurantes, bares e similares de todo o país. Outro bom motivo para o otimismo do setor, em especial as agências de viagens, é a aprovação da Coronavac pela Organização Mundial de Saúde, o que amplia a aceitação da vacina mundo afora e permite mais turistas brasileiros viajando para o exterior.

A agência Marco Brotto Expeditions, especializada em viagens aos países do Ártico para visualização da aurora boreal, já nota um crescimento assombroso. “Desde o início da vacinação, a busca por pacotes cresceu e já temos inclusive alguns grupos fechados para realizar viagens a partir de setembro deste ano. A aceitação da Coronavac por boa parte dos países foi excelente para impulsionar as vendas, uma vez que uma boa parte dos brasileiros está sendo vacinada com ela”, diz Brotto.

Marco Brotto espera em breve retomar as viagens ao exterior.

O setor iniciou o ano projetando uma retração de mais de 10% no turismo interno e com a expectativa de crescimento das viagens para o exterior. “Neste novo momento a segurança será um fator decisivo e os países nórdicos se tornam ainda mais atrativos. A Islândia, por exemplo, controlou a pandemia com êxito e dispõe de passeios incríveis, como os da aurora boreal, além de reservas com águas termais e de uma gastronomia muito saborosa e peculiar. Acredito que cada vez mais vamos ver brasileiros em rotas diferentes do habitual”, explica Brotto.

Outro ponto é a busca por realizar viagens dos sonhos, como as expedições em busca da aurora boreal. “Após todo o caos que vivemos, as pessoas vão querer mais do que uma viagem; elas irão atrás de experiências. Ver uma aurora boreal de perto está na lista da maior parte das pessoas e agora será a hora de colocar este sonho em prática”, avalia Brotto, conhecido como O Caçador de Aurora Boreal. Com 82 expedições realizadas, a Marco Brotto leva turistas para a Lapônia, Noruega, Finlândia, Islândia, Alasca e outros destinos de Aurora Boreal. Mais informações em https://auroraboreal.com.br/.

O que é filosofia clínica?

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Você já ouviu falar em filosofia clínica? E como ela pode ser benéfica para ajudar as pessoas a superar desafios, medos e momentos de turbulência? O autor e filósofo clínico Beto Colombo utiliza a metodologia para terapias e mentorias individuais e empresariais e explica mais sobre o conceito e como ele pode ser aplicado em nosso dia a dia.

Segundo Colombo, a filosofia clínica é o uso prático da própria filosofia aplicada a consultório e consultoria com o objetivo de levar o conhecimento de 2.500 anos a.C da Filosofia acadêmica em prol das pessoas, trabalhando aspectos problemáticos do nosso cotidiano e propiciando uma melhoria existencial nas pessoas. “Diferentemente da psicologia, que utiliza conceitos prévios, a filosofia clínica é um método de estudo do humano que usa desde a herança grega até os dias atuais e daí o seu nome: é uma clínica fundamentada na própria filosofia”, explica.

Beto Colombo aponta que o passo a passo de um atendimento em filosofia clínica acontece após uma análise sobre o momento que a pessoa está passando, continuando pela história de vida e seguindo pela estruturação de pensamento para compreender como esse indivíduo funciona no contexto onde ele está inserido. “Sem pensar em doença ou cura, buscamos a solução através de compreender o que está acontecendo existencialmente com ele”, explica o filósofo.

Ele ressalta que dentro da filosofia clínica não há um conceito de normalidade ou de doença, mas sim, a procura da compreensão de como a essa pessoa funciona. A partir do seu jeito de ser, entender seus momentos difíceis e, compreendendo o que está acontecendo com ela a partir de sua história de vida, então será possível ter uma base para ajudá-la. “A filosofia clínica é uma terapia construída com base no indivíduo, sem utilizar conceito de certo e errado, pois esses conceitos são determinados de acordo com a própria experiência de cada indivíduo”, ressalta Colombo.

Sobre os benefícios, o especialista pontua que vem utilizando ensinamentos filosóficos para trabalhar os mais variados assuntos e que esse método tem impactado milhares de pessoas por ano, que buscam se descobrir e recuperar sua qualidade de vida.

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Movimento Violão apresenta live de Sonatas para Violão com Felipe Reis

São Paulo, por Kleber Patricio

O violonista Felipe Reis. Foto: reprodução/fan page do músico/divulgação.

A Unibes Cultural e o Ministério do Turismo apresentam o espetáculo Sonatas para Violão com Felipe Reis. Durante o evento, que faz parte do Movimento Violão – Novos Rumos, o músico interpretará sonatas para violão de Fernando Sor e Antonio José, obras com importância imensa no repertório violonistico. O evento será transmitido pelo Facebook e canal do Youtube da Unibes Cultural.

As Expressões Culturais são mais um caminho que a Unibes Cultural adotou para dar continuidade ao seu propósito de democratizar a cultura e extrapolar os limites geográficos para alcançar todo o território nacional. Com uma programação variada todos os meses que inclui shows, exposições, palestras, atividades para o público infantil e peças de teatro, o centro cultural da Unibes assume a vocação não só de formadora de público, mas também de agente transformador do cenário cultural. Para o mês de julho a programação de eventos traz no escopo temas relacionados ao eixo Arte e Cultura. Para mais informações sobre estes e outros eventos acesse o site.

Sobre o músico | Felipe Reis iniciou seus estudos aos 10 anos no Projeto Guri, onde se destacou pela sua facilidade com o instrumento. Em apenas três meses, ingressou no Conservatório de Tatuí, onde se formou e realizou diversos recitais, sendo o primeiro com apenas 11 anos, no Teatro Procópio Ferreira em Tatuí. Fez aperfeiçoamento como concertista sob orientação de grandes e importantes nomes do violão nacional. Participou de diversos festivais importantes e master classes com violonistas comtemplados no mundo todo, como Irmãos Assad, Gérard Abiton, Jorge Caballero e Pavel Steidl, entre outros. Atualmente, cursa Bacharelado em Violão pelo Instituto de Artes da Unesp, com aulas regulares com o Professor Paulo Martelli.

Sobre Unibes Cultural | Em funcionamento desde 2015 na Rua Oscar Freire, em São Paulo, a Unibes Cultural tem o papel de hub da cultura, do empreendedorismo criativo e das causas sociais ao convergir, conectar e distribuir cultura e diferentes conhecimentos cCom uma programação variada, que inclui shows, exposições, palestras, atividades para o público infantil e peças de teatro. A curadoria do espaço propõe encontros, debates e reflexões para todos que querem ajudar a preparar a cidade para o futuro.

Acompanhe as redes sociais da Unibes Cultural: Facebook | Instagram | YouTube.

Arte e história: FAMA Museu lança o programa Fábrica São Pedro

Itu, por Kleber Patricio

Fábrica São Pedro. Foto: Acervo Histórico FAMA Museu.

O museu Fábrica de Arte Marcos Amaro, sediado em Itu, no interior de São Paulo, inaugura o programa Fábrica São Pedro para coletar memórias sobre a Companhia de Fiação e Tecelagem São Pedro, que funcionava nas instalações onde hoje funciona a instituição.

O departamento de Pesquisa e Referência da FAMA faz um apelo à população ituana que conhece a Fábrica São Pedro para compartilhar suas histórias e ajudar a construir uma nova exposição. A curadoria será coletiva e cruzará o acervo artístico do museu com o passado da Fábrica e o patrimônio industrial de Itu.

O programa Fábrica São Pedro une a pesquisa à prática da ciência cidadã, inspirado em experiências participativas de história pública e digital. A população poderá oferecer seus testemunhos por diversos canais, contando histórias, compartilhando documentos ou materiais relacionados à Fábrica São Pedro. Com coordenação de Anita Lucchesi, a iniciativa pretende ativar uma rede de pesquisa em torno do museu, mobilizando estudantes e pesquisadores interessados em estudar seu acervo, o passado da fábrica e os pontos de interseção entre o passado e o presente do patrimônio industrial na região.

Como participar?

– Visite a FAMA Museu. A equipe FAMA vai receber os interessados no acolhimento do museu.

– Pelo WhatsApp (11) 91126-2211: entre em contato com a coordenação do programa Fábrica São Pedro pelo WhatsApp.

– Por carta ou e-mail: quem preferir pode também enviar cartas ou e-mails para contribuir com o Nossa Fábrica. Endereço Postal: R. Padre Bartolomeu Tadei, 9 – Vila São Francisco, Itu – SP, 13300-190

E-mail: fabricasaopedro@famamuseu.org.br.

Para mais informações e atualizações sobre a agenda do programa e formas de participação, acesso o site do FAMA Museu: https://famamuseu.org.br/fabrica-sao-pedro/.

FAMA Museu | Situada em Itu, a 100 km da capital paulista, a Fábrica de Arte Marcos Amaro – FAMA Museu está localizada em uma área de 25 mil metros quadrados, onde, no século 20, funcionou a Fábrica São Pedro, importante polo da indústria têxtil, com relevância histórica e cultural para a região.

Inaugurado em 2018, o Museu abriga ateliês, salas expositivas e áreas ao ar livre para a realização de performances, residências artísticas, exposições individuais e coletivas com o objetivo de incentivar a criação artística contemporânea, investigar os caminhos da arte e possibilitar ao público o acesso ao acervo do colecionador e artista Marcos Amaro.

A coleção reúne mais de duas mil obras, entre pinturas, desenhos, gravuras, esculturas e instalações de nomes como Tarsila do Amaral, Nelson Leirner, Hélio Oiticica, Leda Catunda, Cildo Meireles, Tunga e Aleijadinho.

Com a proposta de oferecer à cidade um projeto de impacto significativo na cultura local na sua dimensão simbólica, cidadã e econômica, além de fomentar o turismo de experiência na região, o Museu inaugurou em julho de 2019 a primeira galeria de arte a céu aberto da cidade, o Parque Escultórico Linear. Obras de grandes nomes da arte contemporânea estão dispostas ao longo da Avenida Galileu Bicudo, importante via da cidade.

Em novembro de 2019, foi inaugurado em Mairinque, também no interior de São Paulo, a FAMA Campo, extensão da FAMA Museu. O espaço surgiu como um novo conceito entre a natureza, o tempo e as transformações inevitáveis dessa relação. Com exposições a céu aberto, a FAMA Campo é um lugar onde os artistas podem experimentar o conflito de suas técnicas e materiais utilizados dentro da imprevisibilidade da natureza.

Anita Lucchesi é Doutora em História pela Universidade do Luxemburgo (UNILU, 2020) e Mestra em História Comparada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGHC/UFRJ, 2014), onde também concluiu Bacharelado e Licenciatura em História (2011). No seu doutoramento, investigou a teoria e os métodos da história digital em intersecção com a história pública, discutindo as questões epistemológicas emergentes do que define como “hermenêutica da prática”. Anita é uma das pioneiras, no Brasil, no estudo da Historiografia Digital. Seu primeiro trabalho versando sobre o entrelaçamento da história com as tecnologias digitais, realizado entre 2008 e 2011, foi premiado e publicado pelo concurso de monografias da Sociedade Brasileira de Teoria e História da Historiografia. Ela integra o Grupo de Estudos do Tempo Presente, ligado ao Departamento de História da Universidade Federal de Sergipe (GET/UFS). Entre outras afiliações, faz parte da Rede Brasileira de História Pública e é também membro do comitê diretor da Federação Internacional de História Pública. Dedica-se a pesquisas na área de História Digital, História Pública, História do Tempo Presente e História Comparada, com ênfase na interface entre tecnologias digitais, estudos de memória, ensino e divulgação científica da história. Atualmente, é coordenadora do departamento de Pesquisa e Referência da FAMA Museu.

Serviço:

Programa Fábrica São Pedro

Duração: 14 de julho de 2021 a 29 de junho de 2022

Coordenação: Anita Lucchesi (FAMA Museu, Pesquisa e Referência)

Público-alvo: população de Itu e região que trabalhou na fábrica ou conheceu suas atividades de alguma outra forma.

Cantora brasiliense é a primeira colocada em festival francês de música

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

A cantora e compositora brasiliense Moara ganhou em 1º lugar a última edição do Rootstock – Festival Francês de Música, em Château de Pommard, na França, que aconteceu nos dias 10 e 11 de julho. Moara concorreu com mais 19 artistas de diversas nacionalidades. A votação aberta ao público que consagrou os cinco ganhadores aconteceu online nos dias 10 e 11 de julho no site da Rootstock Music. “Esse prêmio é de extrema importância para a minha carreira. Ficar entre os cinco escolhidos já seria muito bom, não imaginei que em uma votação aberta eu ficaria em primeiro lugar”, comemora Moara.

Além de compor e cantar, Moara também é a diretora do Instituto Afrolatinas e produtora executiva do maior festival de mulheres negras da América Latina, o Festival Latinidades. Com 28 anos, é uma artista autodidata e que vem ganhando projeção na cena musical brasileira desde sua estreia em 2018.

O festival exibe 48 horas de música sem parar e teve como objetivo impulsionar cinco carreiras que são apostas de cada ano. Feito com um prêmio em dinheiro no valor de cinco mil euros e uma mentoria com especialistas do mercado.

Dona de voz potente e presença marcante, Moara se destaca como uma das principais representantes da música da capital do país na atualidade. Recentemente, recebeu dois prêmios na Lei Aldir Blanc, sendo o primeiro na categoria “Trajetória artística” e o segundo, com a Reverbera, plataforma de mulheres nas artes criada por ela e que teve sua primeira edição em 2019, envolvendo as principais representantes dos grandes festivais brasileiros de música.

Em 2018, lançou Peito Aberto, indicado no mesmo ano pelo jornal Folha de S. Paulo na categoria “Discos de MPB”, ao lado de nomes como Elza Soares e Gal Costa. Ainda em 2018, lançou 12 músicas em uma série intitulada Cartas Acapella e, no ano seguinte, trouxe ao mundo o EP Do começo ao fim?, indicado pelo portal Multi Modo como um dos 20 melhores EPs de 2019.

Depois de três anos, desde o primeiro trabalho lançado, Moara já se apresentou em festivais como Sonora Soma, COMA, SIM São Paulo, Móveis Convida, PicNik, Fico em Casa BR, LIFA Brasil, além de passar por palcos como Red Bull Station, Caixa Cultural São Paulo e CCBBs de Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. “Durante a pandemia, produzi com o DJ Venezuelano Fourtwenty Sound a faixa Nada Ok, trabalho totalmente remoto. Foi um desafio grande, mas conseguimos nos entender bem e o resultado ficou ótimo. Já recebi feedbacks de público fora do Brasil e isso me anima muito de pensar uma carreira internacional”, comenta a cantora Moara.

Ser uma das vinte artistas do mundo a compor a programação do Rootstock Festival com certeza é um passo importante nessa caminhada. Vencer o prêmio, além de trazer notoriedade internacional e ampliar as possibilidades de circulação, significaria mais investimento financeiro para a trajetória da artista.

Para acompanhar o trabalho de Moara nas redes sociais acesse:

https://instagram.com/moaramusica

https://www.youtube.com/moara

Latinidades 2021: Ascensão Negra | O Festival deste ano traz como tema a ascensão negra. O evento, que acontece de 22 a 25 de julho novamente de forma online, vai abordar uma sequência de acontecimentos que reforçam a contribuição da população negra para a humanidade. Os principais conteúdos das atividades do Latinidades estarão ligados aos seguintes tópicos: espiritualidade, bem viver, autoconhecimento, saúde, afeto, economia/finanças, estética/beleza, disputa política sobre futuros e epistemologias/cosmovisões afro-centradas.

A missão do festival é impulsionar a produção cultural e intelectual de mulheres negras, formação de público, capacitação e empoderamento. A primeira edição do Latinidades aconteceu no Distrito Federal, em 2008. Hoje, prestes a realizar a 14ª edição, o maior festival de mulheres negras da América Latina se tornou uma plataforma de formação e impulsionamento de trajetórias, saberes e fazeres de mulheres negras nas mais diferentes áreas do conhecimento.

Afrolatinas

Site: https://afrolatinas.com.br/

Instagram: https://www.instagram.com/afrolatinas/

Youtube: https://www.youtube.com/afrolatinas.