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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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“Era uma Vez – Um Show” reúne a Bachiana e as cantoras Anna Akisue, Roberta Jafet e Lara Suleiman

São Paulo, por Kleber Patricio

A Fundação Bachiana realiza, em uma parceria da Lab Cultural com a atriz, cantora, bailarina e arquiteta Roberta Jafet (do musical Wicked), um concerto cheio de magia e emoção: Era uma Vez – Um Show. O espetáculo, em cartaz aos sábados e domingos, de 31 de julho a 8 de agosto no Teatro FAAP, é realizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura, da Secretaria Especial da Cultura – Ministério do Turismo.

Ao som da Orquestra Bachiana Filarmônica SESI-SP sob a regência do maestro adjunto Heitor Fujinami, Era uma Vez – Um Show traz as atrizes Anna Akisue, Roberta Jafet e Lara Suleiman, com participações especiais de Carol Botelho & Pedro Caetano (31/7), Laura Castro & Daniel Haidar (1º/8), Marcella Bartholo & Thiago Machado (7/8) e Tabatha & André Loddi (8/8), além de um grupo de seis backing vocals e coreografias criadas por Mariana Barros especialmente para o espetáculo. O repertório retrata a magia e o poder de sonhar através não só de clássicos Disney, mas também de músicas que atravessaram gerações dentro de um universo lúdico e potente, com canções como Quando Minha Vida Vai Começar (Enrolados), Vejo uma Porta Abrir (Frozen), All I Want (Serie High School Musical) e When You Believe (Príncipe Do Egito), entre outros sucessos. A direção é de Bruno Sigrist, com roteiro do ator Jessé Scarpellini, direção musical e arranjos de Rafael Marão e arranjos adicionais de Marcelo Castro.

“Queremos inspirar todos a sonharem novamente, mostrando que é isso que cria a nossa realidade. Especialmente neste momento em que estamos vivendo, é importante lembrar que o mundo não precisa estar totalmente despido de magia”, diz Roberta Jafet.

Serviço:

Era uma Vez – Um Show

Com Anna Akisue, Roberta Jafet e Lara Suleiman

Participações Especiais:

31/julho – Carol Botelho & Pedro Caetano

1º/agosto – Laura Castro & Daniel Haidar

7/agosto – Marcella Bartholo & Thiago Machado

8/agosto – Tabatha & André Loddi

Dia: 31 de julho, 1º, 7 e 8 de agosto (sábados e domingos)

Horário: sábados às 19h e Domingos às 18h

Duração: 1h20

Indicação Etária: livre

Ingressos: Plateia e mezanino R$70 (inteira) e R$35 (meia)

Promocional: R$50 (inteira) e R$25 (meia)

Televendas: (11) 3662-7233/3662-7234

Site do Teatro FAAP: https://teatrofaap.showare.com.br/

Ficha Técnica

Orquestra Bachiana Filarmônica SESI-SP

Regência: Maestro Heitor Fujinami

Solistas: Anna Akisue, Roberta Jafet e Lara Suleiman

Direção: Bruno Sigrist

Roteiro: Jessé Scarpellini

Direção Musical e Arranjos: Rafael Marão

Arranjos Adicionais: Marcelo Castro

Coreografias: Mariana Barros

Repertório:

Be Our Guest/Fantasmic – Bruce Healey

A Dream Is a Wish – Al Hoffman e Jerry Livingston, Mack David – Solista: Roberta Jafet

A Million Dreams (O Rei do Show) – Benj Pasek e Justin Paul – Solistas: Anna Akisue, Lara Suleiman e Roberta Jafet

Quando Minha Vida Vai Começar (Enrolados) – Alan Menken  – Solista: Lara Suleiman

Reflection (Mulan) – Matthew Wilder, David Zippel – Solista: Anna Akisue

On My Father’s Wing/Touch the Sky – David Foster – Solista: Roberta Jafet

I Won’t Say I’m in Love/True Love Kiss/Belle/As Long As You’re Mine – Alan Menken e Stephen Schwartz – Solistas: Anna Akisue, Lara Suleiman e Roberta Jafet

Vejo Uma Porta Abrir (Frozen) – Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez – Solistas: Anna Akisue e Gui Leal

Vejo Enfim A Luz Brilhar (Enrolados) – Alan Menken – Solista: Lara Suleiman

All I Want (Serie High School Musical) – David Nessim Lawrence – Solista: Roberta Jafet

Medley: Belle/Jasmine/Nala – Alan Menken e Elton John – Solistas: Anna Akisue, Lara Suleiman e Roberta Jafet

When You Believe (Príncipe do Egito) – Stephen Schwartz   – Solistas: Anna Akisue e Lara Suleiman

Ninguém Me Cala (Aladin – Live Action) – Alan Menken – Solista: Lara Suleiman

Monster (Frozen Musical) – Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez – Solista: Roberta Jafet

The Climb (Hannah Montana) – Miley Cyrus – Solista: Anna Akisue

Princess Power Medley – Benjamin Rauhala, Laura Osnes, Taylor Louderman e Desi Oakley – Solistas: Anna Akisue, Lara Suleiman e Roberta Jafet

When You Wish/A Dream Is a Wish – Al Hoffman, Jerry Livingston e Mack David – Solistas: Anna Akisue, Lara Suleiman e Roberta Jafet

Happily Ever After – Jordan Fisher – Solistas: Anna Akisue, Lara Suleiman, Roberta Jafet.

Teatro #EmCasaComSESC recebe espetáculo “Era Uma Vez Um Rei”

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Ricardo Big.

Nesta quarta-feira (28/7), direto do SESC Campo Limpo, o Grupo Pombas Urbanas apresenta Era Uma Vez Um Rei. O espetáculo, com texto de Oscar Castro e direção coletiva do Pombas Urbanas, fala sobre um grupo de homens em situação de rua que se encontra em uma praça, num final de tarde. Com latas, plásticos e papelões, eles criam o espaço onde vivem, descansam e fazem festa. Dessa relação, nasce uma brincadeira na qual, a cada semana, um deles será rei, depois presidente e, em seguida, ditador. O jogo humano e imaginativo se torna intenso e eles saem da realidade em que vivem para representar as relações de poder da mesma sociedade que os marginaliza. Com Adriano Mauriz, Marcelo Palmares, Paulo Carvalho Jr. e Ricardo Big. Após a apresentação, haverá um bate-papo do elenco com o público. Classificação indicativa: 14 anos.

O Grupo Pombas Urbanas surgiu e se consolidou na periferia de São Paulo como teatro comunitário: criado, produzido e feito para e com a comunidade. Com 31 anos de trajetória artística e um repertório de 15 espetáculos, o grupo já realizou diversas apresentações e participou de inúmeros festivais, encontros e mostras teatrais nacionais e internacionais. Em 2004, quando chegou ao distrito de Cidade Tiradentes (situado no extremo leste da cidade de São Paulo), o Pombas Urbanas encontrou um galpão praticamente em ruínas, localizado numa das principais vias de acesso do bairro. Nele, criou o Centro Cultural Arte em Construção (CCAC), espaço voltado para a arte e para a construção de uma linguagem teatral que dialogue e se expresse com a comunidade. Com uma diversidade de ações totalmente gratuitas, o CCAC se configura como um importante polo cultural na cidade de São Paulo e é reconhecido como referência na democratização do acesso à formação artística e aos bens culturais em regiões periféricas.

#EmCasaComSESC | Há pouco mais de um ano no ar, o #EmCasaComSesc segue em 2021 com uma programação diversificada de espetáculos ao vivo na internet. São shows, apresentações de teatro e dança, e espetáculos para crianças e famílias, sempre mesclando artistas e companhias consagrados no cenário brasileiro com novos talentos. As transmissões acontecem de terça a domingo, às 19h, no Instagram SESC Ao Vivo e no YouTube SESC São Paulo , exceto a apresentação para crianças, aos sábados, que ocorre às 15h.

Foto: Tatit Brandão.

Parte das transmissões é realizada diretamente das unidades do SESC São Paulo, sem presença do público no local e seguindo todos os protocolos de segurança de prevenção à Covid-19. Além disso, as apresentações também são transmitidas da casa ou do estúdio de trabalho dos artistas. Tudo em conformidade com as medidas estipuladas pelo Plano São Paulo.

A série #EmCasaComSesc teve início em abril de 2020, com um conjunto de transmissões ao vivo das linguagens artísticas de Música, Teatro e Dança, espetáculos para Crianças e atividades do Esporte – que somaram 13,5 milhões de visualizações, até dezembro do ano passado, no total de 434 espetáculos. Para conferir ou revisitar o acervo completo disponível, acesse youtube.com/sescsp.

Campanha de doação de sangue acontece sábado (31) na FIEC

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Mauricio Santaliestra.

A Fundação Indaiatubana de Educação e Cultura (FIEC), em parceria com o Centro de Hematologia e Hemoterapia (Hemocentro) da Unicamp realiza, neste sábado, 31 de julho, a campanha mensal de doação de sangue.

Em decorrência da pandemia, visando à segurança e proteção dos doadores contra o coronavírus, que causa a Covid-19, será realizada a distribuição de senhas on-line e limitadas por horários, das 8h30, 9h, 10h, 10h30 e 11h. O cadastro no sistema para a retirada da senha on-line estará disponível a partir das 9h desta quinta-feira (29/7), pelo link          https://processoseletivo.sophia.com.br/SophiA_5/Default.aspx?escola=6462.

O doador deve comparecer no dia da coleta (conforme horário agendado), na unidade 1 da FIEC, na Avenida Engenheiro Fabio Roberto Barnabé, 3405, Jardim Regina. Os requisitos obrigatórios são a apresentação de um documento oficial com foto, ter entre 16 e 69 anos e pesar mais de 50 kilos. No caso dos menores de 18 anos, é preciso ter o consentimento formal dos responsáveis.

Não é necessário estar em jejum; o candidato deve apenas evitar ingerir alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação. Há vários critérios que podem determinar se o candidato está apto ou inapto para ser doador; para isso, ele passa por uma triagem realizada por profissionais do Hemocentro. Não pode doar sangue a pessoa que apresentou sintomas gripais, resfriado ou infecção acompanhado de febre nos últimos 14 dias. Fumantes devem evitar o cigarro ao menos duas horas antes e duas horas após da doação. Também não podem ser doadores os portadores de sífilis, malária ou doença de chagas, alcoolista crônico ou que tenham ingerido bebida alcoólica, nas últimas 12 horas que antecedem a doação. Ter sido exposto a situações de risco para doenças sexualmente transmissíveis e ter realizado endoscopia há menos de seis meses são fatores que também impedem a doação de sangue.

Vacinados contra a Covid-19 | O candidato que já tenha se vacinado contra a Covid-19 fica impedido de doar sangue no prazo de 48 horas, para cada dose da CoronaVac, e de sete dias, após cada dose das vacinas da AstraZeneca, Pfizer e Janssen. É necessário apresentar o comprovante de vacinação.

Gripe | Quem tomou a vacina contra a gripe também deve esperar 48 horas para fazer a doação de sangue.

Romance “Antonia: uma sinfonia”, baseado na obra de Maria Peters, chega à Netflix

São Paulo, por Kleber Patricio

Maria Peters é escritora, produtora de cinema, diretora e roteirista holandesa. Depois de ter filmado Antonia: uma sinfonia, a escritora ficou ainda mais encantada pela trajetória da maestrina Antonia Brico e decidiu transformar o roteiro do filme em um romance histórico. A história da primeira mulher a reger uma grande orquestra chegou às livrarias pela Editora Planeta e o filme estreou na Netflix na terça-feira, 27 de julho.

Antonia: uma sinfonia é best-seller na Europa e narra a cativante história de Willy Wolters, uma jovem apaixonada pela música que sempre sonhou em conduzir orquestras. Mas havia um problema: Willy era uma mulher e em 1926 já era raro que mulheres pudessem se matricular no conservatório para estudar um instrumento musical – e, muito mais raro, que fossem admitidas em um curso de regência. Mas Willy estava determinada. Além de se dedicar a seu emprego em uma grande casa de concertos, ela passava horas atrás do piano todos os dias, sem deixar de procurar por um professor de regência que estivesse disposto a ajudá-la.

Adotando, então, um novo nome – Antonia Brico –, a talentosa musicista conhece as mais diversas pessoas, incluindo o imensamente rico e atraente Frank Thomsen, muito bem relacionado no mundo da música. No início, os dois não se suportam; entretanto, quanto mais se chocam, mais percebem a afeição que sentem um pelo outro.

Enquanto esse amor parece florescer em sua vida, os esforços de Willy finalmente valerão a pena e ela andará a passos rápidos na direção do sucesso. No entanto, se ela decidir perseguir seus sonhos, terá de deixar Frank para trás.

Ficha técnica:

Título: Antonia: uma sinfonia

Autor: Maria Peters

Tradução: Mariângela Guimarães

256 páginas

R$51,90

Sobre a autora | Maria Peters é uma escritora, produtora de cinema, diretora e roteirista holandesa. Três de seus filmes estão no top 20 dos filmes holandeses de maior sucesso das últimas duas décadas. Seu primeiro filme de projeção internacional, Sonny Boy, concorreu pela Holanda ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2011. Depois de ter filmado Antonia: uma sinfonia, a história de Antonia Brico continuou a fasciná-la. Peters decidiu, então, transformar o roteiro do filme neste romance, sucesso de vendas na Europa.

Balé da Cidade de São Paulo retoma apresentações com duas coreografias no mesmo espetáculo

São Paulo, por Kleber Patricio

BCSP – cena de “Árvore do Esquecimento”. Foto: Sylvia Masini.

O Theatro Municipal de São Paulo traz uma boa notícia aos entusiastas da dança: o Balé da Cidade retoma sua temporada em 30 de julho, sexta-feira, com um programa duplo, com a presença do público na plateia: a reapresentação de A Casa, coreografia de Marisa Bucoff que fez sua estreia mundial em fevereiro último e que trata das relações neste período de confinamento forçado e de seus efeitos no corpo dos bailarinos, e Árvore do Esquecimento, de Jorge Garcia, que estreou em 2015 e faz um mergulho ancestral na história do Brasil colonial e que surge agora adaptada às normas de afastamento social. As apresentações seguem até 8 de agosto. Trata-se de uma curta temporada de oito apresentações, em dois horários: às 19h, em dias de semana e às 17h, aos sábados e no domingo. Os ingressos custam de R$10 (R$5 meia) a R$80 (R$40 meia) e podem ser adquiridos exclusivamente no site do Theatro.

Tema e coreografia de Marisa Bucoff, bailarina com 21 anos na companhia, A Casa tem como ponto de partida o isolamento social provocado pela pandemia e os seus efeitos. Com 16 bailarinos no palco, o espetáculo intimista dialoga com os afetos que atravessam as subjetividades formadas durante este período de confinamento. Em uma representação de dualidade, A Casa simboliza não só a moradia e a proteção mínima que são espectros de sua figura natural, mas também a sua falta e tudo aquilo que é a ausência do lar. A Casa foi apresentada ao público em fevereiro deste ano e agora retorna ao palco do Municipal.

Cena de “A Casa”. Foto: Larissa Paz.

“A retomada de um espetáculo é uma ocasião em que os bailarinos se apropriam muito mais do trabalho, que acaba ganhando outra consistência e possibilita uma infinidade de refinamentos artísticos”, comenta Marisa Bucoff. Para ela, trata-se de um conjunto de elementos, como a parte espacial e a iluminação, que ganham outras referências dentro do palco. “Como bailarina, entender esse lugar para se aprofundar mais com os personagens é fundamental”, completa.

Com poucos elementos cênicos, como mesa, cadeiras, sofá e poltronas como ambientação de moradia dos bailarinos solitários, a coreografia traz corpos colados, mas separados por biombos com telas acrílicas transparentes como medida de segurança e respeito ao protocolo de limitação de contato físico. Todos os bailarinos usam máscaras de proteção, podendo haver exceções nas cenas em que participam apenas bailarinos que moram juntos. Como parte dos protocolos sanitários determinados para a criação do espetáculo, A Casa não conta com cenário além dos elementos citados acima. A trilha sonora original é de Ed Côrtes, desenho de luz de Mirella Brandi e figurinos de João Pimenta.

Em consonância com A Casa, que abre o espetáculo, logo na sequência – e sem intervalo entre as coreografias – vem a remontagem de Árvore do Esquecimento, encenada pela primeira vez em 2015, no Teatro Paulo Autran, no SESC Pinheiros, e que passa agora por uma grande adaptação. Criada por Jorge Garcia, a peça é inspirada no livro e documentário Pedra da Memória, de Renata Amaral, que traz diálogos de festas populares de Pernambuco e Maranhão que tiveram sua origem em Benin, país da África Ocidental em que descendentes de escravos aportaram nas terras do Brasil no período da colonização.

BCSP – “Árvore do Esquecimento”. Foto: Sylvia Masini.

No contexto, os escravos que saíam do porto de Ouidah rumo ao “novo mundo” eram levados antes à árvore do esquecimento, grande referência da montagem. Lá, os homens eram forçados a dar nove voltas em torno da árvore mística e as mulheres, sete, para que esquecessem de suas origens, sua identidade cultural e suas referências geográficas. Partindo desses elementos, Jorge Garcia resgata suas memórias ancestrais e faz um mergulho na África, Europa e península arábica, além do norte e nordeste do Brasil.

Com nove bailarinos no palco, a montagem, que antes era repleta de duetos e toques de corpo, foi adaptada para atender aos protocolos de segurança – agora, nesta adaptação, com maior presença dos números solo. Além disso, as adaptações das iluminações pantográficas dão um tom moderno e ao mesmo tempo industrial à referência maior, da árvore. “Diante desse contexto, precisei rescrever e reestruturar praticamente todos os jogos de cena. As mudanças que aconteceram foram praticamente todas coreográficas”, conta Jorge Garcia.

As apresentações presenciais no Complexo Theatro Municipal de São Paulo, abertas ao público, estão sendo realizadas com capacidade reduzida de até 25% da casa como medida de garantir a segurança das pessoas com o distanciamento entre os assentos. O Theatro também está seguindo todas as diretrizes das orientações do Plano São Paulo e da Prefeitura Municipal de São Paulo. Para assistir às apresentações dos grupos artísticos do Theatro Municipal de São Paulo é necessário seguir os protocolos de segurança estipulados no Manual do Espectador, disponível no site da instituição.

Programa

Balé da Cidade apresenta A Casa e Árvore do Esquecimento

Theatro Municipal de São Paulo

Julho

30/7, sexta-feira, 19h

31/7, sábado, 17h

31/7, sábado, 17h

Agosto

1/8, domingo, 17h0

1/8, domingo, 17h

5/8, quinta-feira, 19h

6/8, sexta-feira, 19h

7/8, sábado, 17h

8/8, domingo, 17h

A CASA

Marisa Bucoff, concepção e coreografia

Ed Côrtes, música original

Mirella Brandi, desenho de luz

João Pimenta, figurino

Elenco: Antônio Carvalho Jr., Ariany Dâmaso, Carolina Martinelli, Cleber Fantinatti, Fabio Pinheiro, Fernanda Bueno, Grecia Catarina, Isabela Maylart, Jessica Fadul, Leonardo Hoehne Polato, Leonardo Muniz, Márcio Filho, Marina Giunti, Rebeca Ferreira, Renée Weinstrof, Yasser Díaz

ÁRVORE DO ESQUECIMENTO

Jorge Garcia, coreografia

Eder O Rocha, música original

Ari Buccioni, desenho de luz

Leo Ceolin, cenografia

João Pimenta, figurino

Elenco: Ana Beatriz Nunes, Camila Ribeiro, Leonardo Silveira, Luiz Crepaldi, Manuel Gomes, Marcel Anselmé, Marisa Bucoff, Renata Bardazzi, Victor Hugo Vila Nova

Ingressos:

Setor 1: R$80,00 (R$40 meia)

Setor 2: R$40,00 (R$20 meia)

Setor 3: R$10,00 (R$5 meia)

Classificação: Livre

Duração: 55 minutos aproximadamente

Não será permitido o acesso de pessoas atrasadas, não havendo devolução de valores ou troca do ingresso.

Serviço:

Bilheteria: em função da pandemia de Covid-19, a bilheteria do Theatro Municipal de São Paulo está fechada por tempo indeterminado. As vendas de ingressos ocorrem por meio do site do Theatro Municipal de São Paulo.

Manual do Espectador e Informações sobre os protocolos sanitários do Complexo Theatro Municipal: veja os protocolos de segurança do Theatro Municipal no site.

Theatro Municipal de São Paulo: Praça Ramos de Azevedo, s/nº, Sé – próximo à estação de metrô Anhangabaú.