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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Crise climática pode transformar recifes brasileiros em “cidades-fantasma”

Atlântico Sul, por Kleber Patricio

Foto: Guilherme Longo/arquivo pesquisadores.

A intensificação do aquecimento global pode trazer graves prejuízos à vida marinha, que já enfrenta um clima bem alterado desde o século passado. Análise de pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) mostra que metade da vida marinha em recifes tropicais do Atlântico Sul não vai mais existir até o final do século, se o nível de emissão de gases estufa for mantido no patamar atual. As projeções estão publicadas na edição de quarta (18) da revista “Ecosystems”.

Durante sete anos, os pesquisadores do grupo, liderado por Guilherme Longo, Leonardo Capitani e Ronaldo Angelini, tentaram entender como o aumento de temperatura do planeta afeta diretamente animais marinhos, recifes e matéria orgânica. Segundo relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês), divulgado na segunda (9), chegaremos ao limite de +1,5°C de aquecimento global em relação à era pré-industrial em 2030, dez anos antes do previsto, o que poderá trazer consequências também para a vida nos oceanos.

O sítio escolhido para o estudo foi o Atol das Rocas, primeira Reserva Biológica Marinha do país, localizada a 150 quilômetros de Fernando de Noronha. “Por ser uma área protegida, os recifes do Atol são um laboratório do que seria um ecossistema natural, com mínima interferência humana direta”, comenta Longo, coautor do estudo, que contou com o apoio e monitoramento do Programa Ecológico de Longa Duração das Ilhas Oceânicas e da equipe da reserva biológica do Atol das Rocas. Os pesquisadores conseguiram criar um modelo matemático de cadeia alimentar dos recifes tropicais do Atlântico Sul, algo inédito para as pesquisas da área.

O modelo consegue comparar a biomassa de diversos organismos a cada ano, incluindo peixes, algas, corais e outros invertebrados, levando em consideração a eficiência daquele recife em circular energia e matéria. A projeção indica que, se o crescente nível de emissão de gases estufa na atmosfera for mantido da maneira que está, a sobrevivência de muitos animais entrará em colapso já em 2050. “O aquecimento dos oceanos vai levar uma diminuição drástica na diversidade marinha, isso porque a biomassa dos recifes vai transferir menos energia para o próximo animal da cadeia, as algas vão ter menos nutrientes e os peixes serão menos resistentes, diminuindo e fragilizando as espécies”, explica Leonardo Capitani. Longo complementa: “Os recifes correm o risco de se tornarem ‘cidades-fantasma’ no mar, totalmente sem vida”.

Para os pesquisadores, o estudo alerta para a crise climática, resultado da ação humana, e os impactos que ela terá sobre a atividade pesqueira e o turismo do litoral brasileiro, já que os recifes são reservas importantes de cardumes de peixes. Longo destaca a importância de projetos de monitoramento de longo prazo de ecossistemas marinhos e do fortalecimento de unidades de conservação para reduzir impactos humanos locais. “Com isso, podemos preparar os recifes para impactos globais”, finaliza.

(Fonte: Agência Bori)

Schaeffler Música apresenta concerto de clavicórdio e cravo com Delphim Rezende Porto

Sorocaba, por Kleber Patricio

A Música em torno dos instrumentos de teclado é o tema que pauta a sequência de quatro concertos programados para a Temporada de Música Clássica de Sorocaba Schaeffler Música, nesta pequena edição de 2021. Na sexta-feira, dia 20 de agosto, às 19h00 será lançado, no canal do YouTube da MdA International um concerto de clavicórdio e cravo, gravado especialmente para a Temporada pelo músico Delphim Rezende Porto.

O organista, cravista e regente Delphim é mestre e doutor em Musicologia pela ECA-USP sob a orientação de Mônica Lucas e Giuseppe Gerbino, da Universidade Columbia de Nova York. Aperfeiçoou aos teclados históricos do cravo, órgão e clavicórdio com Peter Sykes, da renomada Juilliard School, também em Nova York. Foi aluno de Nicolau de Figueiredo e Elisa Freixo, especializando-se no repertório renascentista e barroco escrito para os teclados históricos, aos quais se dedica no âmbito acadêmico e performático.

Esta será uma ocasião de conhecer mais sobre esses dois célebres instrumentos de teclado: o clavicórdio e o cravo, com peças de Bach, Couperin, Dupré e Di Lasso, entre outros compositores que escreveram originalmente para esses instrumentos.

A Temporada tem a produção e direção artística da MdA International, patrocínio exclusivo da Schaeffler e apoio da Unimed Sorocaba.

Orquestra Rock apresenta live “Especial Rock Anos 80 Nacional” no Teatro Castro Mendes

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

O Teatro Castro Mendes recebe neste domingo, 22 de agosto, às 18 horas, a primeira live temática da Orquestra Rock: Especial Rock Anos 80 Nacional. No repertório, sucessos de quatro bandas consagradas do pop rock nacional – Titãs, Barão Vermelho, Capital Inicial e Ira. A partir do teatro, a transmissão gratuita será feita pelos canais da orquestra no Facebook e no YouTube.

Sem a presença do público e adotando todos os cuidados e protocolos sanitários, como o distanciamento seguro entre os músicos e a separação dos instrumentos de sopro em cabines individuais de acrílico, a live permitirá às pessoas em casa fazerem doações espontâneas ao Centro Infantil Boldrini, por meio do QR Code que estará na tela durante toda a exibição. “Essa live Especial Rock Nacional Anos 80 é a oportunidade de o público curtir os inúmeros sucessos dessas quatro bandas gigantes que têm fãs de todas as idades. Cada uma das músicas apresentadas virá com arranjos inéditos, que são o ponto alto da Orquestra Rock e o grande diferencial do talentoso maestro Martin Lazarov”, comenta o diretor de produção Vitor Lima.

Com 36 músicos, a Orquestra Rock é formada, em sua maioria, por músicos que integram orquestras renomadas da região, como a Sinfônica Municipal de Campinas e a Orquestra da Unicamp, entre outras. De formação clássica, o grupo reúne cordas, instrumentos de sopro de madeiras e metais. Como complemento, naipe de saxofones e seção rítmica Power, que inclui guitarra, baixo elétrico, piano, bateria e percussão popular.

Idealizada pela produtora de projetos culturais Articular, criadora do Projeto Arte do Bem, a live é viabilizada pela lei federal de incentivo à cultura e tem o patrocínio da Tetra Pak. Copatrocinam a iniciativa as empresas DHL e ABL Antibióticos do Brasil, Sherwin-Williams, Bosch, Sakata, Stoller, Kovr Capitalização, Spartan, Adimix, UPL, inService, Castelo Alimentos, Sábic, Aviagen e Foxconn.

Serviço:

Live da Orquestra Rock –  Especial Rock Anos 80 Nacional

Quando: 22 de agosto

Horário: 18h

Onde: Canais da Orquestra Rock no Youtube (www.youtube.com/orquestrarock) e no Facebook (www.facebook.com/orquestrarock)

Entidade beneficiada: Centro Infantil Boldrini

Patrocínio: Tetra Pak

Mais informações: articular.art.br.

Inhotim apresenta novas obras

Brumadinho, por Kleber Patricio

Rommulo Vieira Conceição, ”A fragilidade dos negócios humanos pode ser um limite espacial incontestável”, 2016, materiais diversos, 400 x 300 x 250 cm.  Foto: Rommulo Vieira Conceição.

Difundir e estimular a produção de arte contemporânea e trazer ao público obras de artistas seminais do circuito nacional e internacional – esse é o cerne do Comissionamentos Inhotim, programa do Instituto Inhotim que convida artistas para desenvolver obras inéditas a partir de suas experiências com a instituição e seu entorno. No sábado, 28 de agosto, a instituição inaugura criações inéditas de dois artistas brasileiros, Lucia Koch e Rommulo Vieira Conceição, expoentes da cena contemporânea, que foram convidados a desenvolver os projetos desta edição. No mesmo dia, o Inhotim apresenta a exposição Entre Terras, individual da artista Aleksandra Mir que ocupa a Galeria Praça com desenhos em grande escala da série Mediterranean (2007), trabalho em que ela questiona as forças sociopolíticas que moldam as identidades nacionais.

As ações foram pensadas a partir do programa Território Específico, eixo de pesquisa que norteia a programação do Inhotim no biênio 2021 e 2022. “É uma programação pensada para debater e refletir a função da arte nos territórios a níveis local e global, a relação das instituições com seu entorno e ainda mirar os desdobramentos de um museu e jardim botânico potente como o Inhotim”, explica Douglas de Freitas, curador do Instituto Inhotim.

Comissionamentos Inhotim | A pesquisa artística de Rommulo Vieira Conceição une diversos meios de expressão visual: instalação, objeto, escultura e fotografia. Baiano de Salvador que vive há mais de 20 anos em Porto Alegre, ele sobrepõe em sua obra os elementos presentes em espaços públicos e privados e reorganiza objetos e arquiteturas, fundindo ambientes de modo a causar deslocamentos simbólicos e funcionais. É o que faz no site specific de grande escala O espaço físico pode ser um lugar abstrato, complexo e em construção (2021), instalado no Jardim Sombra e Água Fresca.

Aleksandra Mir, ”Mediterranean Iceage”, 2007, caneta Sharpie sobre papel Fabriano, 300 x 800 cm. Foto: divulgação/Inhotim.

A obra nasceu a partir de uma pesquisa de campo realizada pelo artista nas cidades mineiras de Brumadinho, Mário Campos e outras da região que circunda o Instituto Inhotim, além de Belo Horizonte e as cidades históricas de Minas Gerais. Por meio da justaposição de arcos, cúpulas, paredes, grades, andaimes, quartinhas e frontões que compõem o trabalho, Rommulo expressa valores sobre a história da arquitetura e da arte, ambas influenciadas por diversas manifestações socioculturais ao longo dos séculos.

Mesclando fragmentos de arquiteturas sacras a uma arquitetura escolar seccionada, o artista cria um conjunto que, simbolicamente, sustenta sua ideia de fé no conhecimento e em uma construção conjunta da humanidade. “A obra conduz o olhar do visitante para diferentes pontos de vista, acentuando a desorientação desse espaço em estado de construção. Os arcos, por exemplo, perdem a sua funcionalidade estrutural arquitetônica e passam a sustentar o nada ou talvez deixem de sustentar a representação do céu das arquiteturas sacras para deixar o céu real ser visto através deles”, explica Douglas de Freitas.

É também a partir da relação entre arte e arquitetura que nasce a obra de Lucia Koch. Artista gaúcha e radicada em São Paulo, ela ocupa, simultaneamente, espaços da cidade de Brumadinho e do Instituto Inhotim com um trabalho que suscita questões acerca do lugar da arte e a lógica das manobras de propagação das informações. Trata-se de PROPAGANDA (2021), obra composta por intervenções em outdoors que trazem fotografias de caixas e embalagens vazias que a artista coletou em Brumadinho e Belo Horizonte. As imagens são apresentadas em estruturas já existentes locadas na cidade de Brumadinho e em outdoors instalados no Inhotim.

Rommulo Vieira Conceição “Estrutura dissipativa/Gangorra”, 2013, lâminas de vidro, pintura automotiva sobre mdf e ferro, azulejos e cerâmica. Foto: Eduardo Fraipont.

Segundo Douglas de Freitas, Koch interfere nos espaços e sugere mudanças na percepção deles. “Nesse trabalho, pela mudança de escala das imagens do interior das embalagens, Lucia cria arquiteturas virtuais que se propagam entre Brumadinho e inhotim, na cidade usando os suportes de publicidade, e no Inhotim criando estruturas inspiradas nos mesmos”, reflete o curador.

Entre Terras | Em atividade desde o início dos anos 1990, Aleksandra Mir transita entre a performance, o vídeo e outros suportes. Mas foi ao desenho que ela dedicou atenção especial: com canetas sharpie nas mãos, Mir explora uma variedade de tons que vão do preto ao cinza com o desgaste da caneta em desenhos de grande escala para série Mediterranean (2007). O conjunto de quatro obras será exibido na Galeria Praça, na mostra individual Entre Terras.

Em seus desenhos – e, frequentemente, em toda sua obra –, Mir traz questionamentos acerca das forças sociopolíticas que moldam as identidades nacionais e locais. Nascida em Lubin, na Polônia, e atualmente radicada em Londres, a artista passou por quatro migrações e desde a infância se habituou a negociar e transgredir fronteiras.

De origem latim, o termo “mediterrâneo”, que dá nome à série, significa “mar entre terras” e foi cenário da ascensão e queda de grandes impérios do Ocidente. Até o período das Grandes Navegações – séculos 15 e 16 –, era a principal rota do comércio marítimo entre os continentes africano, europeu e asiático e convergia em zonas de contato que resultaram tanto em choques culturais quanto em objetivos compartilhados.

Aleksandra Mir, ”Mediterranean Heartbreak”, 2007, caneta Sharpie sobre papel Fabriano, 300 x 800 cm. Foto: divulgação/Inhotim.

Mediterranean é resultado da experiência que ela viveu enquanto morou na Sicília, entre 2005 e 2010, ilha mediterrânea que integra a Itália. “O trabalho chama a atenção para as manifestações culturais carregadas por aquelas águas ao longo de milênios, como agentes de troca entre sociedades e no deslocamento de indivíduos”, comenta o curador Douglas de Freitas.

Com referência à estética de cartum – oriunda da admiração que a artista tinha, quando criança, pela escola polonesa de pôsteres de filmes dos anos 1970 –, os desenhos exprimem o humor conceitual de Mir e trazem marcas de sua vivência sob do regime totalitário comunista soviétivo, que perdurou 44 anos.

Para Freitas, Mir adiciona certa tensão ao nosso modo de visualizar as fronteiras regionais, motivo frequente de conflitos sociais, políticos e culturais. “Nosso olhar é então redirecionado ao território como um local de experiências coletivas”, reflete o curador.

Território Específico | Ao completar 15 anos em 2021, com 140 hectares de visitação ocupados por obras de renomados artistas contemporâneos brasileiros e internacionais e mais de 4,5 mil espécies de todos os continentes – algumas raras e ameaçadas de extinção – o Instituto se pergunta: como a relação com o território em que está situado, o entorno de Brumadinho, as comunidades rurais e quilombolas da região e a relação com visitantes de todas as partes do mundo moldam a história, o presente e a projeção de futuro da instituição?

Aleksandra Mir, Mediterranean Headache, 2007 , caneta Sharpie sobre papel Fabriano, 300 x 800 cm. Foto: divulgação/Inhotim.

Esse foi o ponto de partida para escolha do eixo de pesquisa intitulado Território Específico, que norteia a programação do Inhotim no biênio de 2021 e 2022. Inspirada nos estudos do geógrafo brasileiro Milton Santos, a pesquisa traz o conceito de território a partir de suas diferentes escalas de processos e fronteiras. Segundo a tese defendida por Milton, a existência do território só é dada pela vida que o anima e por suas relações sociais na tentativa de compreender as outras relações que se dão a partir de si. “O conceito de ‘território’ é expandindo de maneira transversal para uma investigação sobre os aspectos ambientais, sociais e artísticos que acontecem dentro do Inhotim como espaço, em seu entorno e na multiplicidade de relações que a partir dele se desdobram”, explica Douglas de Freitas.

Funcionamento | O Instituto Inhotim está funcionando de quinta-feira a domingo e em feriados, com capacidade para mil visitantes por dia. A entrada é gratuita em toda última sexta-feira do mês, exceto em feriados, com o mesmo limite de público. A compra e retirada de ingresso é realizada exclusivamente online e com antecedência, pela Sympla, tiqueteira oficial do Inhotim. Em função dos protocolos de saúde, vale lembrar que não está sendo feita operação de venda de entradas na bilheteria do parque.

Os protocolos de saúde estabelecidos no Inhotim, como o uso obrigatório de máscara, por funcionários e visitantes, displays de álcool em gel distribuídos pelo parque e distanciamento entre as mesas nos pontos de alimentação, seguem em vigência.

O Instituto avalia diariamente o cenário da pandemia na região e atua sempre em consonância com as decisões estabelecidas pelos órgãos de saúde. Todas as orientações sobre como chegar ao Inhotim, compra de ingressos, os protocolos adotados e regras de visitação estão disponíveis no site da instituição.

Serviço:

Inaugurações no Inhotim – Novas obras de Lucia Koch e Rommulo Vieira Conceição e mostra Entre Terras, de Aleksandra Mir

Local: Galeria Praça

Visitação: de quinta a sexta-feira, das 9h30 às 16h30; e aos sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30

Ingressos: R$22 (meia) e R$44 (inteira) no Sympla

Entrada gratuita na última sexta-feira de cada mês, exceto feriados, mediante retirada prévia através do Sympla. Moradores de Brumadinho cadastrados no programa Nosso Inhotim e Amigos do Inhotim também possuem entrada franca.

Museu itinerante “Mistérios do Antigo Egito e Terra Santa” chega a Campinas

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/Museu Itinerante Mistérios do Antigo Egito e Terra Santa.

Com quase 200 peças, incluindo 50 inéditas para Campinas, o Museu Itinerante Mistérios do Antigo Egito e Terra Santa chega ao Parque D. Pedro Shopping. A exposição de peças arqueológicas, que possui 60 originais e 113 réplicas, estará disponível para visitação próximo ao cinema de 20 de agosto a 17 de outubro. Os ingressos serão vendidos no local.

Entre os destaques, está uma ala com 27 réplicas, incluindo os três valiosos sarcófagos do Tutankhamon, o “faraó menino”, famoso por conta do achado de sua tumba ainda lacrada em 1922, onde foi encontrado um tesouro. Outras peças que chamam a atenção são as réplicas de múmias, a réplica do famoso busto da Rainha Nefertiti (foto) e utensílios originais como lamparinas da Terra Santa, estatuetas de deuses originais do Egito, como a Bastet, de aproximadamente 2000 a.C.

A iniciativa é uma realização da Maisur Musa Produções Culturais, cujo acervo é particular de Maisur Musa, brasileiro apaixonado por antiguidades desde os 15 anos de idade, quando fez sua primeira descoberta arqueológica na Palestina. Depois, aos 17 anos, ele realizou sua primeira visita ao Egito, quando despertou um fascínio pela história, arte, arquitetura e cultura dos antigos egípcios.

Maisur iniciou sua coleção e, em 1995, fez sua primeira exposição em importante shopping do estado de Santa Catarina. Desde então, realizou mais de 90 exposições pelo território brasileiro com um grande sucesso, atraindo todos os tipos de públicos, todas as faixas etárias, desde leigos a estudantes e profissionais das diversas áreas pertinentes aos temas da exposição.

Despertando a curiosidade e o interesse em muitas pessoas que nunca tiveram a oportunidade de conhecer de perto estes territórios, bem como outros museus e exposições no exterior e no Brasil, as exposições de Maisur geram uma transformação, estimulando a sensibilidade até em quem nunca teve o interesse nas áreas abrangentes do evento. O objetivo de Maisur Musa é “estimular a busca pelo conhecimento, como faziam os antigos egípcios”, por isso o ingresso é nominal dando o direito ao visitante de retornar à mostra várias vezes para apreciar, pesquisar e entender cada vez mais sobre essas riquezas. Além disso, é possível consultar historiadores que mediam as visitas.

 

Serviço:

Exposição Museu Itinerante Mistérios do Antigo Egito e Terra Santa

Data: de 20 de agosto a 17 de outubro

Ingressos: R$40,00 e R$20,00 (meia-entrada para menores de 21 anos, estudantes, professores, idosos, militares e PNE) – Ingresso é nominal, permanente e intransferível. Pode-se retornar a visitar outros dias, sem pagar novamente.

Local: Av. Guilherme Campos, 500 – Jardim Santa Genebra (próximo ao cinema) – Campinas/SP

Horário de funcionamento: segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 21h.

Mais informações: Parque D Pedro

Agendamento para grupos de estudantes: misteriosdoantigoegito@hotmail.com –  Disponibilidade a partir das 8 horas para grupos ou instituições agendadas.