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SESC Ipiranga recebe espetáculo inspirado em João Cabral de Melo Neto

São Paulo, por Kleber Patricio

O grupo Magiluth. Fotos: Vitor Pessoa.

Em janeiro, o grupo Magiluth estreia o seu mais novo espetáculo: Estudo Nº 1: Morte e Vida. As apresentações acontecem no teatro do SESC Ipiranga de 14 de janeiro a 20 de fevereiro de 2022, às sextas e sábados, às 21h (domingos, às 18h). Os ingressos começam a ser vendidos a partir das 14h do dia 11 de janeiro (para vendas no Portal do SESC) e 12 de janeiro (para venda nas bilheterias das unidades).

Haverá também o curso presencial Jogo da Pedra, em que os artistas compartilham a metodologia de trabalho do grupo e como se dá o diálogo entre a obra, o texto de João Cabral de Melo Neto e os debates contemporâneos sobre migrações forçadas. A atividade será presencial de 27 de janeiro a 17 de fevereiro, às quintas-feiras, das 16h às 20h. As inscrições acontecem a partir do dia 11 de janeiro, às 14h (as vagas são limitadas).

Depois de uma peça baseada em texto do autor francês Jean-Luc Lagarce (Apenas o Fim do Mundo), o Magiluth decidiu voltar seus olhos à literatura brasileira, desta vez com João Cabral de Melo Neto como elemento propulsor do debate. Mais do que trabalhar o Morte e Vida Severina textualmente, o grupo faz um estudo a partir dele. A obra atual, quase uma “peça-palestra”, usa o livro como disparador para discussões e como ele (escrito e lançado em 1954/55) se relaciona com questões contemporâneas.

Cópia de “Morte e Vida”.

Em Estudo Nº 1: Morte e Vida estão apontadas urgências sobressaltadas nos últimos anos, como a questão da migração em busca de condições “melhores” e da relação desse homem com a terra, com o trabalho, com a morte e com o poder político; a questão climática, da seca, e como isso tem afetado a(s) vida(s) em várias partes do mundo; como o assunto é perpassado pela política, que enriquece os coronéis e quem está no poder, enquanto empobrece a população e não atende aos cuidados básicos; o trabalho e a uberização (e a ideia que a competição e a flexibilização só têm provocado mais desemprego e pauperização).

No decorrer da história do país, em inúmeras circunstâncias, pessoas foram levadas a deixar os seus territórios de origem em busca de melhores condições. Hoje, os “severinos” (personagem principal do poema) assumem várias nacionalidades e a migração tem outros encadeamentos. São essas relações que o Magiluth explora na peça-palestra.

A encenação | Para a direção de Estudo Nº 1: Morte e Vida, o Magiluth convidou Luiz Fernando Marques, o Lubi – parceiro do grupo desde 2012 e diretor dos espetáculos Aquilo que meu olhar guardou para você e Apenas o Fim do Mundo; este último, juntamente com Giovana Soar e o ator e diretor Rodrigo Mercadante, que possui reconhecida experiência acerca de trabalhos cênicos construídos a partir de textos poéticos e não-dramáticos.

A ideia de estudo é muito presente. Elementos que geralmente ficam camuflados em uma encenação estarão aparentes aos olhos do público – como os sistemas de som e luz, por exemplo. “É um estudo no sentido de compartilhar a nossa aproximação no tema, mas também para que o público possa construir isso com a gente. É um convite de olhar para esse material, que é um clássico, mas com os olhos de hoje. E para isso a gente embaralha as cartas, coloca outras regras e, de alguma forma, muda algumas molduras nas quais esse tema está há muitas décadas encaixado e gera alguns deslocamentos”, diz Luiz Fernando Marques.

A trilha sonora reforça a ideia de ciclos da peça, com elementos originais e uso de músicas de artistas do punk e do hardcore de Pernambuco. A direção musical é de Rodrigo Mercadante.

Além disso, o título (morte e vida) vai estar presente o tempo todo, com vários começos e vários finais. Isso faz com que a peça tenha uma forma espiralar, parecendo que está sempre começando. “Pensando nesses fluxos migratórios, trazemos a linguagem do teatro. Assim, todos os recursos tão próprios do teatro – como as portas de entrada, de saída, a cortina, o terceiro sinal etc. – e que têm a ver com a ideia de percurso serão destacados. E essas características dão a ideia de um jogo, uma partida nossa com o público. É a nossa terceira parceria e a gente gosta muito disso – de jogar e de jogar junto”, completa o diretor.

Grupo Magiluth | Em dezoito anos de trajetória, o grupo Magiluth desenvolveu diversos trabalhos. Foram dez montagens de espetáculo, três livros publicados, a realização do Festival Pague Quanto Puder de Artes Integradas e inúmeras performances, intervenções urbanas e oficinas. Durante o período de suspensão social causado pela pandemia de Covid-19, criou uma trilogia de experimentos sensoriais em confinamento, composta pelas obras Tudo que coube numa VHS, Todas as histórias possíveis e Virá.

Sinopse | A partir do poema dramático Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, o grupo Magiluth propõe um estudo cênico sobre a trajetória de imigrantes que deixam o sertão nordestino e seguem o caminho do rio em busca de melhores condições de vida e trabalho. O olhar híbrido e inquieto do coletivo pernambucano se volta, neste espetáculo, para os movimentos migratórios gerados por adversidades climáticas, políticas e sociais, buscando observá-los tanto em suas analogias quanto na heterogeneidade de seu conjunto.

Ficha Técnica

Criação e Realização: Grupo Magiluth

Direção: Luiz Fernando Marques

Assistente de Direção e Direção Musical: Rodrigo Mercadante

Dramaturgia: Grupo Magiluth

Elenco: Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres e Mário Sergio Cabral

Produção: Grupo Magiluth e Amanda Dias Leite.

Serviço:

Estudo Nº 1: Morte e Vida, com o Grupo Magiluth [presencial]

SESC Ipiranga

Rua Bom Pastor, 822 – Ipiranga – São Paulo/SP | (11) 3340-2000

De 14 de janeiro a 20 de fevereiro de 2022, sextas e sábados às 21h, domingos, às 18h

Ingressos: R$40,00 (inteira) | R$20,00 (meia e/ou credencial plena)

*o uso de máscaras é indispensável para o acesso à unidade

Ingressos à venda pelo Portal SESC SP e nas bilheterias da Rede SESC a partir do dia 11 de janeiro (para vendas no Portal) e 12 de janeiro (para venda nas bilheterias).

Classificação indicativa: 16 anos

No Teatro (200 lugares)

Curso Jogo da Pedra, com Grupo Magiluth [presencial]

O curso Jogo da Pedra visa fomentar a construção, junto aos artistas-criadores, de metodologias de trabalho baseadas no mais recente processo criativo desenvolvido pelo grupo Magiluth. O curso propõe, por meio de diálogos entre a obra de João Cabral de Melo Neto e debates contemporâneos acerca de migrações forçadas, uma investigação sobre as potencialidades de impulsos que deslocam posicionamentos, tanto no plano espacial e geográfico quanto nos aspectos simbólico e humano.

De 27 de janeiro a 17 de fevereiro, quintas das 16h às 20h

*o uso de máscaras é indispensável para o acesso à unidade

Inscrições a partir do dia 11 de janeiro, às 14h, no Portal SESC SP: sescsp.org.br/inscricoes

Grátis (vagas limitadas)

Site da unidade | Facebook | Instagram | YouTube.

(Fonte: Canal Aberto Assessoria de Imprensa)

Alma da Rua exibe “A Arte Urbana”

São Paulo, por Kleber Patricio

O longa A Arte Urbana é um documentário independente, de aproximadamente 70 minutos, que começou a ser realizado desde 2004. Ele conta com o registro histórico de imagens e entrevistas dessa época, além de imagens de arquivo que foram conseguidas por meio de uma pesquisa minuciosa de livros e arquivos de museus. O filme foi um dos vencedores no edital da RioFilme e selecionado para os festivais Street Art Movie Fest (França) e Bienal Internacional do Cinema Sonoro.

Nos últimos anos, para abranger o assunto no contexto mundial, a equipe esteve em Nova Iorque, Berlin e Havana entrevistando seus principais artistas, precursores atuantes no cenário mundial, além de contar com depoimentos de artistas vindos de outras partes do mundo, como Austrália e Chile.

Artistas consagrados no meio artístico mundial, como Os Gêmeos, contaram suas experiências, referências e como enxergam as atividades e interferências que acontecem no espaço público e quais as diferenças entre essa arte que acontece no meio urbano para a arte produzida nos ateliês.

No século XX, mais precisamente no final da década de 60, jovens do bairro nova-iorquino Bronx (EUA), restabeleceram o grafite utilizando a tinta spray. As ruas passariam a ser o cenário ideal para o surgimento de um novo movimento, por onde se poderia expressar ideologias e vontades de caráter político e social. Assim, a prática generalizou-se pelo mundo sob diferentes contextos, tipos e estilos, consolidando-se como uma nova forma de expressão. Hoje, o grafite ocupa um lugar essencial no circuito das artes visuais, frequentando espaços antes restritos a outras escolas. Nos grandes centros urbanos, o grafite deixou de ser apenas uma manifestação de resistência ou contracultura para se tornar uma rica atividade artística e importante meio de comunicação baseado na livre expressão.

Alguns dos artistas que aparecem no longa A Arte Urbana são Os Gêmeos, Binho Ribeiro, Zezão, Tinho, Smael, Dalm, Daze, Tomaz Vianna, Chivitz, Marcelo MENT, Carlos Esquivel e Marcelo ECO, entre outros.

Criada em 2016, a Alma da Rua já realizou mais de 80 exposições – 90% delas, com artistas que estão ativos nas ruas, mas não só nas ruas de São Paulo e Rio de Janeiro. Dentro da galeria, obras de alguns dos artistas mais importantes de street art do país, como o próprio Binho Ribeiro, EDMX, Enivo, Onesto, Pato, Cris Rodrigues, Mari Pavanelli e Gatuno, além de um espaço especial que apoia o movimento de pichação no Brasil, com obras de Dino e Cripta Djan. “A galeria é democrática”, explica Tito Bertolucci, dono e curador da Alma Da Rua.

Patrocínio: Pabst.

Serviço:

Alma da Rua

Rua Gonçalo Afonso, 96 – das 11h às 18h. Fechada às terças-feiras.

Assista o trailer aqui.

(Fonte: Assessoria de Imprensa Alma da Rua)

Verão chuvoso: Aquário de São Paulo é opção de passeio

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

Com o clima chuvoso, é ainda mais difícil garantir a diversão da criançada. Uma boa alternativa é aproveitar as atividades indoor, como o Aquário de São Paulo. Numa estrutura de 15 mil metros quadrados ampliada ao longo dos quinze anos de história, o espaço é o abrigo de cerca de 3.500 animais — 250 espécies do Brasil e de outros países. Ao todo, o Aquário soma 4 milhões de litros de água armazenada em tanques de acordo com as necessidades de cada espécie.

Roteiro do passeio | O passeio pelo Aquário é totalmente coberto e dividido por setores. O visitante começa uma aventura de conhecimento e de conscientização sobre a preservação de espécies na área de água doce, onde ficam animais de rios, lagos e cachoeiras, e a ambientação remete às florestas nacionais.

Na sequência, o setor marinho abriga o chamado Oceanário, com um tanque de 1 milhão de litros de água que apresenta uma visão cento e oitenta graus de peixes mero, arraias e tubarões das espécies mangona e lixa. Estes chegaram ao Aquário por meio de uma apreensão do Ibama em uma antiga exposição itinerante, onde os tubarões ficavam expostos ao público até em shoppings. Pinguins-de-Magalhães, macacos bugios, lontras, bichos-preguiça e tamanduás mirins também fazem parte do espaço.

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No setor dos mamíferos aquáticos, o grande destaque é o peixe-boi amazônico, porta-voz da causa voltada à preservação de sua espécie. Em seguida, as focas Ema, Deco, Lily e Vitu encantam o público em um ambiente temático de navio pirata.

Em 2015, o Aquário ampliou a viagem pelo mundo: o visitante passou a conhecer animais da África, da Indonésia e da Austrália: suricatos, lêmures, pítons, morcegos, cangurus, wombats e coalas fazem parte desse roteiro. Mais adiante, um lobo-marinho e o casal de ursos polares Aurora e Peregrino fecham o passeio pelo local.

Em todos os setores, o visitante pode saber mais sobre os animais por meio de banners e telas de computador expostas ao lado de cada espécie, com curiosidades da espécie, informações sobre alimentação, hábitos e preservação. Cada espaço também conta com educadores ambientais que estão sempre prontos para tirar dúvidas e dar informações.

Serviço:

Aquário de São Paulo

Endereço: Rua Huet Bacelar, 407 – Ipiranga – São Paulo, SP

Atendimento ao cliente: (11) 2273-5500

Horário de Funcionamento: 9h às 17h

Ingressos e atualizações aqui

É obrigatória a apresentação do comprovante de vacinação para visitar o Aquário de São Paulo. A exigência é válida para visitantes com mais de 12 anos.

(Fonte: Choices Comunicação)

TV Cultura produz série sobre o desmatamento na Amazônia

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação/TV Cultura.

A partir deste domingo (16/1), vai ao ar na TV Cultura a série inédita Amazônia: entre a vida e a morte. Em parceria com o Amazon Rainforest Journalism Fund e o Pulitzer Center, a produção mostra a situação no novo polo de desmatamento na Amazônia. A região, na divisa dos estados do Acre, Amazonas e Rondônia, é chamada de Amacro. A produção, dividida em quatro episódios, será exibida a partir das 16h30.

A equipe comandada pela premiada repórter Laís Duarte viajou de Porto Velho, em Rondônia, à cidade de Lábrea, no Amazonas, pela rodovia BR-319. A estrada é polêmica porque corta mais de cem terras demarcadas e unidades de conservação. A rodovia está sendo reasfaltada, obra que recebe duras críticas dos ambientalistas e povos indígenas da região. Entre os entrevistados, destaca-se a ambientalista Ivaneide Bandeira. Ela vive numa espécie de bunker, cercada de grades e câmeras, por causa das constantes ameaças de morte que recebe.

A série mostra que a taxa de desmatamento na Amazônia legal brasileira teve um aumento de quase 22% em um ano, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Esse é o maior índice de devastação da maior floresta tropical do mundo desde 2006, segundo as medições do projeto que monitora a destruição na Amazônia legal, o Prodes. A equipe de reportagem testemunha que a destruição da floresta é motivada pela extração de madeira ilegal, muitas vezes em terras públicas, para dar lugar à pecuária e à soja.

Em Lábrea – cidade onde termina a Rodovia Transamazônica –, segundo o IBGE no censo de 2010, 3330 pessoas se autodeclararam indígenas. Lá, a equipe entra em regiões de matas recuperadas e protegidas pelos indígenas. Desde 2011, eles contam com a ajuda da ONG Operação Amazônia Nativa para adotar o Sistema Agroflorestal – iniciativa que produz alimentos sem prejudicar o meio ambiente.

Domingo (16/1), às 16h30 e reapresentação quarta-feira (19/1), às 23h.

Reportagem e produção: Laís Duarte

Imagens: Adriano Tavares e Erinaldo Clemente

Produção: Ricardo Ferreira

Pós-produção: Leandro Silva

Direção: Simão Scholz.

(Fonte: Assessoria de Imprensa | TV Cultura)

Retrospectivas Spotify: artistas mais escutados e menos remunerados

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Sara Kurfeß/Unsplash.

Recentemente, as redes sociais foram invadidas por retrospectivas de usuários do Spotify, compartilhando com amigos e seguidores os artistas e músicas que mais ouviram em 2021. A ação, assim como em anos anteriores, teve boa repercussão, inclusive inspirando memes, e reflete a popularidade cada vez maior da plataforma — são 381 milhões de usuários ativos no mundo todo, 19% a mais do que aqueles registrados em 2020.

Contudo, os resultados expressivos vêm em um período conturbado no relacionamento com artistas, descontentes com os valores pagos por play — US$0,00348 (menos de meio centavo de dólar). “O Brasil, por exemplo, é o país que mais escuta a sua própria música. No Top 50 do Spotify, a grande maioria das músicas é brasileira. No entanto, devido a uma série de fatores, o valor pago por play arrecadado no Brasil é um dos menores do mundo. Paga-se muito pouco pelos streams; então, os artistas brasileiros, apesar de terem centenas de milhões de plays, recebem muito pouco”, analisa João Luccas Caracas, CEO da gestora musical Adaggio, o primeiro fundo brasileiro especializado na aquisição de catálogos musicais.

O CEO aponta que a arrecadação é ainda mais baixa para os compositores e que, em alguns lugares do mundo, já há um movimento buscando melhorar isso. “Nas plataformas digitais, os compositores recebem cerca de um quarto do royalty que a gravadora recebe. No Reino Unido, por exemplo, tem acontecido um movimento para que o autor que recebe da editora tenha uma remuneração mais justa comparada àquela que o artista recebe da gravadora”.

Ainda assim, Caracas destaca a importância do streaming para o mercado fonográfico. “Passamos por um período muito difícil entre 2000 e 2015, quando a pirataria reinou e o valor de mercado das gravadoras e editoras quase ruiu. Muitas delas tiveram que se fundir para sobreviver. Conforme o streaming foi sendo adotado, foi trazendo essa outra fonte de arrecadação, que salvou a indústria fonográfica. Além disso, quando você tem uma música no Spotify, ela é distribuída pelos quatro cantos do mundo. Ficou mais fácil aumentar o alcance do trabalho e permitir que ele seja ouvido em países que você jamais imaginou”.

Em março deste ano, artistas e profissionais da indústria musical se reuniram em frente à sede do Spotify em diferentes cidades do mundo, incluindo São Paulo, para pedir que o preço do play fosse elevado até chegar a um centavo de dólar. Logo depois, em abril, dezenas de músicos, juntamente com Paul McCartney, assinaram uma carta defendendo que as plataformas reavaliem os valores pagos. A pressão deve se manter.

“O streaming trouxe novas perspectivas para a indústria, bastante positivas. Falta apenas que todas as partes sejam valorizadas e remuneradas de maneira justa. E ninguém pode questionar a importante parcela que compete a artistas e compositores no crescimento da indústria, especialmente esse último. O compositor é a peça mais essencial para a criação de uma música, mas, é o que menos recebe no digital. Portanto, nada mais justo do que eles receberem de forma proporcional à sua participação nesse sucesso”, finaliza Caracas.

Sobre a Adaggio | A Adaggio é uma gestora musical fundada pelo músico João Luccas Caracas, que conta com um time de executivos veteranos da indústria fonográfica. O fundo Arbor Adaggio é gerido pela Arbor Capital, com recursos de clientes e sócios da gestora e sócios da Atmos Capital. Juntos, oferecem aos investidores uma exposição pura e simples de canções e direitos de propriedade intelectual dos compositores e artistas associados. A empresa já alocou 75% do capital e está fazendo diligência em 60 catálogos que, juntos, valem cerca de R$250 milhões. A empresa é formada por músicos e para músicos, com a missão de eternizar e ressignificar canções.

(Fonte: Agência NoAr)