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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Livro aborda saúde mental da população negra e racismo no Brasil

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Com lançamento marcado para 27 de novembro, Clínica do Impossível: Linhas de Fuga e de Cura é o primeiro livro do psicólogo Lucas Veiga. Publicada pela editora Telha, a obra é uma coletânea de dez textos escritos pelo autor a partir de suas experiências clínicas com pessoas negras. Veiga tem se destacado no Brasil como expoente da Psicologia Preta (Black Psychology), prática surgida nos anos 1970 nos EUA. “Quando falo de uma clínica do impossível, refiro-me à prática terapêutica com pessoas pretas. Esses pacientes, além de suas questões individuais e singulares, trazem algo em comum, da ordem do impossível de se resolver imediatamente: o racismo. Todos os meus pacientes, negros e negras, continuarão lidando com a violência do racismo, inclusive eu”, argumenta Veiga.

Mas no livro, o impossível é apresentado como um duplo, que tem também sentido de resistência. “Se por um lado não há possibilidade de fim imediato do racismo, é impossível que pessoas negras sejam totalmente capturadas por ele”, diz.

Para isso, o psicólogo recorre à noção de fuga, sugerindo pensá-la como tecnologia de resistência, produtora de novos horizontes, negados pela dinâmica colonial. “A fuga é a recusa à subjugação, a ser definido por um outro, é a recusa a ter sua singularidade e potencialidade reduzidas pelo racismo estrutural”, conta. “Era impossível a população negra sobreviver ao projeto de extermínio do colonialismo e do genocídio ainda presente no Brasil, mas não apenas sobrevivemos como estamos em todos os lugares, nas ciências, na música, na literatura, na filosofia, na política, nas artes, no cinema. Apesar de termos de lidar com a máquina mortífera do racismo, seguimos produzindo realidades e modos de vida impossíveis considerando o cenário em que vivemos”, diz o autor em trecho do livro.

O autor Lucas Veiga.

Em capítulos como Clínica do impossível, que dá nome ao livro, Descolonizando a Psicologia: notas para uma Psicologia Preta e Como criar para si um corpo descolonizado, o psicólogo apresenta aplicações da Psicologia Preta e de práticas transdisciplinares.

Apoiados em temas cotidianos, E se eu fosse a Beyoncé? e As diásporas da bixa preta: sobre ser negro e gay no Brasil, debatem as relações entre racismo e saúde mental da população negra na atualidade.

Efeitos da pandemia | Em Pandemia e neurotização da vida: como será o amanhã?, Veiga explora os efeitos pandêmicos da Covid-19 na saúde mental dos indivíduos. “Vivemos agora uma neurotização da vida em escala planetária, no sentido de que somos convocados à interiorização, a nos fecharmos em torno de nossos países, nossas casas, de nós mesmos. […] Entendendo a interiorização como motor da neurose, a pandemia poderá gerar em nós uma dificuldade radical na lida com o fora, com o exterior, o estrangeiro, com o que não sou eu”, analisa.

Arte, política e ética no cuidado | Ao discutir a clínica transdisciplinar, o psicólogo fala do atravessamento de campos como o da arte, da filosofia e da política no fazer clínico. “O próprio trabalho do analista e do paciente é um trabalho artístico, ético e político, já que se refere a todo momento à criação de novos modos de vida”, explica.

Em O analista está presente, explora as aproximações entre a clínica e a arte. O título é inspirado na obra A Artista está presente (2012), da artista sérvia Marina Abramović. “Tivemos a oportunidade de nos conhecer aqui no Brasil, em 2015, e esta performance da Marina se tornou uma referência importante para minha pesquisa e prática clínica tanto no mestrado, quanto no trabalho que desenvolvo hoje”, conta.

Sobre o autor | Lucas Veiga é psicólogo e mestre em psicologia clínica pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Em 2019, criou o curso Introdução à Psicologia Preta, ministrado para mais de 1.200 alunos em oito capitais, no Distrito Federal e em formato virtual. É idealizador da plataforma descolonizando.com, que reúne textos, vídeos e cursos sobre saúde mental, questões raciais e anticoloniais. Tem atuado dando palestras e consultorias em saúde mental para organizações nacionais e multinacionais. Foi embaixador do projeto Pode Falar, da Unicef/ONU, capacitando profissionais para atendimento clínico emergencial de adolescentes e jovens de 13 a 24 anos.

Sobre a Editora Telha | A Telha tem seu ‘début’ editorial seguindo uma premissa simples: quem disse que editar e publicar livros não pode ser divertido e prazeroso? Foi com esse devir — afinal, não é ele o “processo do desejo”? — que decidimos fazer as edições que gostaríamos de ver nas prateleiras.

Primor gráfico, acompanhamento personalizado, time especializado e aquele nível saudável de transtornos controlados e tratados que são o nosso charme: obsessão com prazos, compulsão por detalhes e o inevitável narcisismo fruto dos resultados dos jobs.

Serviço:

Livro: Clínica do Impossível: Linhas de Fuga e de Cura

Data de lançamento: 27 de novembro às 16h00

Local: Museu da República – Rua do Catete, 153 – Catete, Rio de Janeiro (RJ).

Autor: Lucas Veiga

Editora: Telha

Páginas: 122

Preço (Pré-Venda): R$39,00

Adquira através de: https://editoratelha.com.br/product/clinica-do-impossivel-linhas-de-fuga-e-de-cura/.

(Fonte: Aspas e Vírgulas)

Theatro Municipal de São Paulo celebra o Mês da Consciência Negra com programação especial

São Paulo, por Kleber Patricio

Ocupação Maria D’Apparecida – Movimento nº 1. Foto: divulgação.

O Theatro Municipal de São Paulo, que já foi palco da Semana de 22, de Mário e Oswald de Andrade, Anita Malfatti e tantos outros jovens célebres que deram início ao movimento modernista brasileiro, receberá no dia 20 de novembro dois espetáculos dirigidos e estrelados por artistas negros como parte da Programação do Mês da Consciência Negra, da Secretaria de Cultura.

A programação tem início no período da manhã, às 11h, na sala de espetáculos, com a obra Ocupação Maria D’Apparecida – Movimento nº 1, que tem direção cênica de Luis Fernando Marques. O espetáculo surge a partir da inquietação da dramaturga e atriz Dione Carlos, que, ao se deparar com o apagamento histórico da biografia da personagem Maria D’Apparecida Marques, encena sobre a vida da primeira cantora lírica negra a se apresentar na ópera de Paris.

Nascida em 1935, a carreira de Maria começou como atriz no Teatro Experimental do Negro, de Abdias Nascimento. Estudou no Conservatório Brasileiro de Música, com o desejo de seguir carreira como cantora lírica. Impedida de atuar profissionalmente no Brasil pelo fato de ser negra, resultado direto do racismo estrutural brasileiro, partiu para a França, onde estabeleceu residência e construiu uma carreira sólida e reconhecida, tendo interpretado uma inesquecível Carmen, na famosa ópera de Bizet, em Paris. Apesar do sucesso, nunca desistiu da cidadania brasileira. Em 1965, Maria pôde experimentar um pouco desta alegria ao realizar uma apresentação no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, onde interpretou a sua celebrada Carmen.

Ainda no mesmo dia, para fazer o público cair na risada, o mesmo palco, recebe, às 21h30, um elenco de comediantes de ponta do stand-up comedy brasileiro. Dirigido por Marton Olympo, o espetáculo Risadas Pretas Importam traz a reflexão do Dia da Consciência Negra dialogando inclusive com a reparação cômica. A peça traz também um humor temperado pelo afrofuturismo. Os ingressos estão disponíveis para venda pelo site do Theatro Municipal ou na bilheteria do local.

De acordo com o curador do grupo, Helio de La Peña, o Dia da Consciência Negra deste ano ganhará uma celebração à altura da sua importância. Um evento sonhado por Mário de Andrade vai se realizar, no Theatro Municipal de São Paulo, 99 anos após o lançamento da Semana de Arte Moderna – um espetáculo protagonizado, dirigido e produzido por talentos afro-brasileiros. “Vamos nos apresentar para uma plateia formada em grande parte por pessoas que jamais assistiram a um espetáculo naquela sala. E vamos levar ao palco o que o brasileiro tem de mais genuíno – seu humor”.

O comediante também trouxe para a entrevista a importância da diversidade no palco. “Um grupo formado por sete humoristas (4 homens e 3 mulheres) de múltiplas regiões do Brasil – São Paulo, Rio, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia e Brasília. A diversidade em origem, em gênero, em classe social, em faixa etária, tendo como denominador comum o talento e a experiência na comédia stand-up. Será uma noite de sonhos para quem estiver no palco, nos bastidores ou na plateia. Já estou roendo o cotovelo de ansiedade. Porque as unhas e os dedos já se foram”, conclui Helio.

Serviço:

Ocupação Maria D’Apparecida – Movimento nº 1

Luis Fernando Marques (Lubi), direção cênica

Marly Montoni, Dione Carlos e Rodrigo Mercadante, intérpretes

Fábio Leandro, pianista

Data: 20/11/2021

Horário: 11h00

Ingressos R$10 a R$40

Classificação Livre

Duração total 60 minutos

Risadas Pretas Importam

Concerto presencial, aberto ao público

Helio De La Peña, curadoria

Marton Olympio, Direção

Humoristas

Gui Preto

Kedny Silva

Yuri Marçal

Helio De La Peña

Niny Magalhães

Paloma Santos

Zete Brito

Jé Versátil, DJ

Data: 20/11/2021

Horário: 21h30

Ingressos R$20

Classificação 16 anos

Duração total 90 minutos

Para assistir a este espetáculo, é necessário seguir os protocolos de segurança estipulados no Manual do Espectador (acesse aqui), que incluem, a partir de 11 de novembro, a apresentação do comprovante de vacinação).

(Fonte: Approcah Comunicação)

Revistas científicas destacam projeto de rastreamento de DNA de HPV testado em Indaiatuba

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

A Secretaria de Saúde de Indaiatuba divulgou um estudo inédito na sexta-feira (12), publicado no início do mês de novembro, pela revista The Lancet Regional Health – Americas, do Reino Unido, uma das maiores do mundo no segmento médico, que indica a alta cobertura do teste de DNA-HPV no rastreamento do câncer do colo do útero com a detecção imediata da doença ainda em estágio inicial, antecipando o diagnóstico em 10 anos. O procedimento foi testado em Indaiatuba por pesquisadores da Faculdade de Ciências Médicas e do Hospital da Mulher “Prof. Dr. José Aristodemo Pinotti” da Unicamp, com o apoio da Roche Diagnostics. O teste de HPV tem capacidade para substituir, em larga escala e maior eficácia, o exame de Papanicolau (exame citológico), mais comumente utilizado no Brasil.

A pesquisa teve como objetivo central organizar o rastreamento do câncer do colo do útero em um grande conjunto populacional. Para tanto, os pesquisadores compararam os resultados de 16.384 testes de DNA-HPV realizados em Indaiatuba com outros 20.284 testes citológicos, realizados no período de 2014 a 2020, por mulheres na faixa dos 25 a 64 anos de idade residentes no município.

Após 30 meses de atividade em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, o programa com teste de HPV demonstrou cobertura populacional superior a 80%, conformidade dos testes, de acordo com a faixa de idade de 99,25% em comparação à obtida pelo programa citológico (78,0%). Dos 21 casos de câncer de colo identificados pelo programa em mulheres com idade média de 39,6 anos, 67% destes encontravam-se em estágio inicial, em comparação com 12 casos de câncer de colo detectados pela triagem citológica, com idade média de 49,3 anos, e apenas um caso em estágio inicial.

A Prefeitura de Indaiatuba instituiu no Sistema Único de Saúde (SUS) o rastreamento exclusivamente por meio do teste de DNA-HPV, substituindo o Papanicolau. Paralelamente, promoveu as condições para a realização do estudo, aliadas aos testes da Roche e a um software desenvolvido pela empresa multinacional e implantado em todas as unidades de saúde da cidade, o Tracking for Life, que foi essencial para organizar o novo fluxo de amostras e resultados na cidade, capacitar os profissionais de saúde para usar os novos algoritmos, garantir que os exames fossem feitos nos intervalos adequados e registro on-line das pacientes para evitar dependência dos dados em papel, além de estatísticas e relatórios. A máquina analisa o teste e a própria ferramenta comunica o sistema de informática da rede de saúde da Prefeitura sobre o resultado, economizando uma série de recursos financeiros antes alocados.

Outra decisão da Secretaria Municipal de Saúde amparada pela assessoria dos pesquisadores da Unicamp foi modificar a sua estratégia de imunização contra o HPV, antecipando as vacinas dos meninos a partir dos 9 anos, quando já ocorria a das meninas. Também tomou medidas para que a cobertura vacinal atingisse o mínimo necessário para conter a transmissão do vírus, 80%, diferentemente do que ocorre no restante do Brasil, principalmente pelo estigma associado ao início da vida sexual. A principal delas foi voltar a oferecer a vacina nas escolas, que previne câncer e que ocorreu em 2018.

Para o médico ginecologista e vice-prefeito de Indaiatuba, Dr. Túlio Tomass do Couto (SOLIDARIEDADE), daqui a dez anos, a expectativa é de que não ocorram mais casos de câncer de colo uterino na cidade. “Nosso objetivo foi realmente inaugurar uma política pública completa e consistente para erradicar o câncer de colo de útero, que é uma doença 100% evitável. Tenho certeza de que esses dados serão úteis, a partir de hoje já, para muitos outros gestores de saúde interessados em salvar vidas e em utilizar da maneira mais adequada os recursos disponíveis para a saúde com responsabilidade e coragem”, afirmou Túlio.

De acordo com o professor do departamento de Tocoginecologia da FCM e pesquisador líder do estudo, Júlio César Teixeira, além da possibilidade de substituição do exame convencional para o diagnóstico do câncer do colo do útero no Brasil, os resultados obtidos demonstram a necessidade de maior apoio às atualizações dos programas existentes, onerosos e de baixo impacto na mortalidade da doença. “Este estudo de base populacional foi realizado em um cenário da vida real e é um dos estudos pioneiros incluindo mulheres de média e baixa renda e entre 25 a 29 anos, usuárias do SUS. Os resultados são cruciais para fornecer um caminho factível para implementar o teste de HPV como rastreamento do câncer do colo”, disse o docente.

Dentre as inovações oferecidas por um programa de rastreamento do câncer do colo do útero utilizando teste de DNA-HPV, Dr. Júlio destaca a precedência diagnóstica da doença de quase 10 anos em comparação ao exame de Papanicolau. “A detecção em estágio inicial possibilita um tratamento mais barato, menos mutilador e com chances de 100% de cura. Os resultados imediatos, além dos anteriores já publicados com demonstração de custo-efetividade, podem apoiar os gestores de Saúde no estabelecimento de um programa nacional de rastreamento mais eficiente e duradouro e, principalmente, com impacto real na mortalidade”, comentou.

(Fonte: Assessoria de Imprensa | Prefeitura de Indaiatuba)

Livros: Edusp lança “Palmares & Cucaú: O Aprendizado da Dominação”

São Paulo, por Kleber Patricio

A Editora da Universidade de São Paulo (Edusp) e o Centro de Pesquisa em História da Cultura da Universidade Estadual de Campinas (Cecult) lançam virtualmente na próxima quinta-feira, 18 de novembro, às 18 horas, o livro Palmares & Cucaú: O Aprendizado da Dominação, da professora e historiadora Silvia Hunold Lara, como parte dos debates acerca do Dia da Consciência Negra. A publicação é um retrato histórico sobre o acordo de paz negociado em 1678 entre o governo de Pernambuco e o rei dos Palmares, o maior e mais duradouro assentamento de fugitivos da história da escravidão no Brasil. Para o lançamento, Silvia Hunold Lara participará de uma conversa, mediada pela também historiadora Lucilene Reginaldo, da Cecult, no canal do Youtube e no perfil no Facebook do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp.

A autora apresenta uma pesquisa extensa, com novos documentos que são incorporados à análise de fontes já conhecidas, para revelar detalhes dos acontecimentos que levaram os habitantes dos Palmares a se instalar na região de Cucaú, onde permaneceram até o início de 1680, quando foram atacados e reescravizados. O livro também contribui para mostrar o ponto de vista dos escravos na história da escravidão e dos habitantes dos Palmares na história dos mocambos.

Silvia Hunold Lara é doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (USP) e foi professora da Unicamp até se aposentar, quando passou a ser colaboradora do departamento de história da instituição. Suas pesquisas têm ênfase na História do Brasil Colonial, na História Social do Trabalho, especialmente na História da Escravidão, e nas relações entre História e Direito.

Também é autora dos livros Campos da Violência. Escravos e senhores na Capitania do Rio de Janeiro, 1750-1808 (389 páginas, Editora Paz e Terra, 1988) e Fragmentos Setecentistas. Escravidão, cultura e poder (456 páginas, Companhia das Letras, 2007). Juntamente com Joseli M. Nunes Mendonça, editou a coletânea Direitos e Justiças no Brasil. Ensaios de história social (543 páginas, Editora Unicamp, 2006) e, com Gustavo Pacheco, a coletânea Memória do Jongo: as gravações históricas de Stanley J. Stein. Vassouras, 1949 (197 páginas, Editora Cecult, 2007).

Serviço:

Lançamento: Palmares & Cucaú: O Aprendizado da Dominação

Conversa com a autora Silvia Hunold Lara

Quando: 18 de novembro, quinta-feira, às 18h

Transmissão: Canal do YouTube e no Facebook do IFCH Unicamp.

(Fonte: Ex-Libris Comunicação Integrada)

Dia da Consciência Negra será tema de atividades para crianças e famílias na Casa Museu Ema Klabin

São Paulo, por Kleber Patricio

Programação acontece na Casa Museu Ema Klabin. Foto: divulgação.

Promover uma reflexão por meio de atividades educativas e lúdicas é uma maneira de abordar temas importantes para a formação, desde a infância. No próximo dia 20 de novembro, a partir das 14h30, a Casa Museu Ema Klabin promove a oficina-jogo África(s) em Ação, desenvolvida pela artista e educadora Thelma Löbel.

O jogo, desenvolvido exclusivamente para a Casa Museu Ema Klabin, vai explorar a imensidão e a pluralidade do continente africano, tendo como ponto de partida a Coleção Africana da Casa Museu Ema Klabin. O tabuleiro irá revelar os territórios onde os encontros, descobertas e narrativas acontecem.

No dia 28 de outubro, domingo, a partir das 14h30, a escritora Selma Maria vai contar uma história inédita, A Menina Cheia de Cores, enquanto a ilustradora Nina Anderson fará os desenhos ao vivo, durante a narração. Após a apresentação, a escritora e a ilustradora conduzirão um bate-papo com o grupo.

A Menina Cheia de Cores, de autoria de Selma Maria, parte de uma carta que a menina Bianca recebe de sua avó ao nascer. A carta faz referência à cultura europeia apresentada a ela, suas lendas e contos de fadas como o da Branca de Neve, até revelar para menina suas verdadeiras raízes.

A programação tem apoio cultural do Governo do Estado de São Paulo, por meio do ProAC ICMS da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e patrocínio da Klabin S.A.

Serviço:

Casa Museu Ema Klabin

Oficina-jogo África(s) em Ação – sábado, 20/11, das 14h30 às 16h30. 25 vagas, atividade presencial, a partir dos 7 anos. Inscrição: https://emaklabin.org.br/consciencia-negra/africas-em-acao

Contação de história A Menina Cheia de Cores, de autoria de Selma Maria – domingo, 28/11, a partir das 14h30. 70 vagas, atividade presencial, a partir dos 4 anos. Sem necessidade de inscrição.

Gratuito*

Rua Portugal, 43 – Jardim Europa, São Paulo, SP

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Site: https://emaklabin.org.br/.

* Como em todos os eventos gratuitos, a Casa Museu Ema Klabin convida quem aprecia e pode contribuir para a manutenção das atividades a apoiar com uma doação voluntária no site.

(Fonte: Mídia Brazil Comunicação Integrada)