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Rir auxilia na recuperação de pacientes, afirma especialista

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Poison_Ivy/Pixabay.

A expressão popular está correta: rir é o melhor remédio e, além disso, tem efeito analgésico e pode acelerar a recuperação de pacientes. No Dia Internacional do Riso, comemorado em 18 de janeiro, a coordenadora do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera, professora Gláucia Karen de Sousa, afirma que risadas e bom humor podem ser utilizados como auxílio para restabelecer a saúde de pessoas em tratamento.

Um estudo da Universidade de Oxford mostra que o efeito de dar risadas é capaz de aliviar dores. “Diferentes pesquisas apontam que terapias alterativas de cunho lúdico causam mudança no comportamento de enfermos e estimulam a melhora nos quadros clínico e emocional, além de reduzir o estresse no período de internação”, explica a enfermeira. “O poder do riso é tão eficiente quanto o da acupuntura, da meditação e até de exercícios físicos”, completa.

O paciente sente benefícios instantâneos ao dar risadas. O cérebro começa a liberar uma dose de endorfina e de serotonina no organismo, substâncias que chegam à corrente sanguínea e proporcionam um leve estado de euforia. Com isso, as gargalhadas provocam uma reação química que ameniza a sensação de dor, aumenta a autoestima e promove o bem-estar.

Ocorre, também, a diminuição nos níveis de cortisol, produzido pela parte superior das glândulas suprarrenais. O hormônio do estresse, como é popularmente conhecido, tem efeito imunossupressivo quando está em abundância no corpo. “Se a pessoa em tratamento está de mau humor, então ela está mais propensa a desenvolver tensões musculares, enfraquecimento do sistema imunológico, pressão alta e outras doenças”, ressalta Gláucia.

O riso como prevenção | A especialista afirma que expressar o bom humor com sorrisos e risadas tem efeitos positivos para o organismo e pode prevenir problemas de saúde. “Além de promover o bem-estar e de reduzir o estresse, o simples gesto de rir movimenta nossa musculatura e causa relaxamento no corpo”, reflete a enfermeira.

Segundo a docente, as gargalhadas protegem o sistema cardíaco, uma vez que as paredes das artérias ficam flexíveis e dilatadas, e trazem melhora na circulação e na função vascular, além de limpar e fortalecer os pulmões. “Com um número grande de estímulos gerados, é possível aumentar a longevidade e a qualidade de vida quando rimos com mais frequência”, completa.

(Fonte: Ideal H+K Strategies)

Sherlock Holmes para ouvir: Tocalivros lança audiolivro “Estudo em Vermelho”

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Fãs das histórias do detetive mais famoso do mundo na literatura terão acesso ao primeiro título de Sherlock Holmes em nova versão de áudio. A produção especial do selo Tocalivros Clássicos de Um Estudo em Vermelho chega à plataforma de streaming de audiolivros ainda em dezembro.

Um dos maiores clássicos da literatura policial, criado pelo escocês Arthur Conan Doyle em 1887, narra a primeira aventura de Holmes e Dr. Watson. O cirurgião tinha acabado de voltar da guerra e foi morar com o excêntrico investigador em Londres. Os dois se tornam amigos, até que o primeiro crime acontece e o enredo desenrola com Holmes desvendando pistas simples, mas que passam despercebidas pela maioria das pessoas.

Além de nova tradução, a versão em áudio tem recursos sonoros modernos, como os efeitos binaurais, que deixam a narrativa ainda mais instigante. A atmosfera de suspense e ação proposta na obra ganha ainda mais expectativa com a narração imersiva dos atores e narradores Thiago Ubaldo e Priscila Scholz. A trilha sonora especial é composta pelo músico Juscelino Filho em parceria com Vinícius Basílio.

A intenção da Tocalivros em reviver esse grande clássico da literatura, segundo o produtor artístico Clayton Heringer, é promover o bom entretenimento e o acesso facilitado aos clássicos da literatura mundial com qualidade. “Uma oportunidade para aqueles que querem iniciar no conhecimento sobre uma das criações literárias mais surpreendentes e com um dos personagens mais famosos do mundo”, destaca.

Ficha técnica

Título: Um Estudo em Vermelho

Selo: Tocalivros Clássicos

Autor: Arthur Conan Doyle

Narradores: Thiago Ubaldo e Priscila Scholz

Preço: R$32,00

Duração: 4h39m15s

Data de lançamento: 17/12/2021

Link do audiolivro: https://bit.ly/umestudoemvermelho.

Para acessar uma amostra e conhecer o audiolivro, clique no link https://bit.ly/amostra_sherlock.

Sobre Thiago Ubaldo | Ator, bacharel formado pela Faculdade Paulista de Artes em 2008. Trabalhou com renomados diretores do teatro brasileiro, como Roberto Vignati e Fernando Neves. Também se formou em atuação para Cinema e TV pela Academia Internacional de Cinema em 2017.

Sobre Priscila Scholz| Iniciou sua carreira em 1997. Como atriz, já participou de inúmeros espetáculos adultos e infantis e diversas produções de audiovisual. Sócia na empresa SóRiso Produções Teatrais, onde produz, dirige e cria peças, e componente do Coletivo Flama e da Cia. Ópera do Mendigo. Narradora de audiolivros no aplicativo Tocalivros.

(Fonte: LC Agência de Comunicação)

Casa 1 lança dossiê sobre a manicomialização da comunidade LGBTQIA+ no Brasil

São Paulo, por Kleber Patricio

Imagem: divulgação.

A ONG Casa 1 acaba de lançar o dossiê ALOKA! Comentando histórias sobre a patologização das vidas LGBTQIA+, um documento que pode funcionar como ferramenta na luta contra as violências médicas e legais que a comunidade LGBTQIA+ atravessa há décadas no país.

Em um passeio histórico que traça um mapa dessa violência, o dossiê foi elaborado também como fonte para a transmissão de conhecimento e análise histórica das batalhas enfrentadas por essa comunidade no campo da saúde mental. O documento está disponível para download gratuito no site da Casa 1 e conta com uma versão reduzida e em preto e branco, para facilitar a impressão. A ideia é que a pesquisa se espalhe por universidades, salas de aula e rodas de discussão sobre saúde mental, luta antimanicomial e direitos humanos.

O texto, escrito por Gab Almeida Lamounier e com colaboração de João Maria Kaisen (jomaka), traz referências bibliográficas e também da memória oral de militantes das causas LGBTQIA+ no Brasil. Gab é mestre em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e declara: “A luta pela despatologização das experiências dissidentes de gênero e sexualidade continua sendo uma pauta importante para a nossa comunidade, que ainda se vê refém dos saberes jurídicos e psiquiátricos para acessar serviços básicos de saúde, além de outros direitos civis. O dossiê ALOKA pode ajudar a construir mais ferramentas para o enfrentamento à lógica manicomial, seja pela via da disputa acadêmica, seja pela construção de espaços autônomos de cuidado, seja pela sensibilização da sociedade a partir da arte e da literatura”.

Ainda segundo Gab, o dossiê traz um “cruzamento entre os campos da saúde mental, do gênero e das normas”, que pode ser muito útil para pessoas que estudam os três temas ou que buscam entrelaça-los para entender em profundidade os processos de criminalização e patologização do gênero.

O dossiê é mais um projeto da Editora Monstra, da Casa 1, e foi realizado em colaboração com o coletivo #VoteLGBT. No link que leva para o documento de ALOKA! também existem outros trabalhos da ONG em parceria com outras instituições. São documentos sobre violência política, representação LGBTQIA+ na política e saúde sexual, dentre outros.

Serviço:

Dossiê ALOKA! Comentando histórias sobre a patologização das vidas LGBTQIA+

Local: site da Casa 1 – Disponível para download gratuito.

Sobre a Casa 1 | A Casa 1 é uma organização localizada na região central da cidade de São Paulo financiada coletivamente pela sociedade civil. Sua estrutura é orgânica e está em constante ampliação, sempre explorando as interseccionalidade do universo plural da diversidade.

O trabalho engloba três frentes de atuação: a república de acolhida para pessoas LGBTQIA+ expulsas de casa por suas orientações afetivas sexuais e identidades de gênero; o Galpão Casa 1, centro cultural com programação gratuita, inclusiva e de qualidade. Já o terceiro eixo é a Clínica Social Casa 1, que conta com atendimentos psicoterápicos, atendimentos médicos pontuais e terapias complementares, sempre com uma perspectivas humanizadas e com foco na promoção de saúde mental.

(Fonte: Assessoria de Imprensa | Casa 1)

Museu da Casa Brasileira tem entrada grátis até 31 de janeiro

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Jaqueline Caires.

O Museu da Casa Brasileira, que desde o dia 1º de janeiro passou a ser administrado pela Fundação Padre Anchieta, terá entrada gratuita de terça a domingo, das 10h às 18h, até o dia 31 de janeiro. Com a iniciativa a FPA, que também mantém as Rádios e TV Cultura, dá as boas-vindas ao público e reforça o comprometimento com a instituição cultural e o público. “Esta é uma contribuição da Fundação Padre Anchieta para que mais pessoas tenham acesso ao Museu da Casa Brasileira”, destaca José Roberto Maluf, presidente da instituição.

Os visitantes poderão conhecer as exposições de longa duração Remanescentes da Mata Atlântica & Acervo MCB, que tem como missão refletir sobre a transformação da floresta brasileira, passando pela exuberância das árvores de grande porte até o desaparecimento de espécies e, no piso superior, A Casa e a Cidade – Coleção Crespi Prado, que apresenta o uso residencial do imóvel que hoje abriga o museu. Construído entre 1942 e 1945, o “casarão” abrigou uma das famílias mais tradicionais e influentes de São Paulo (SP) na primeira metade do século 20 e se insere em um território da cidade que testemunhou grandes transformações urbanas no decorrer das décadas. O público ainda irá desfrutar do jardim do Museu, que conta com mais de 8 mil metros quadrados e espécies arbóreas originárias.

Os ingressos serão disponibilizados somente no Museu da Casa Brasileira. Para a visitação é necessária a apresentação do comprovante de vacinação de Covid-19. Serão seguidos todos os protocolos de segurança devido à pandemia, com controle de acesso ao MCB.

Serviço:

Visitação gratuita até 31/1/2022

Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 18h

Acessibilidade no local

Bicicletário com 40 vagas | Estacionamento pago no local.

Sobre o MCB | O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo administrada pela Fundação Padre Anchieta, dedica-se, há 51 anos, à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira, sendo o único museu do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração, com uma agenda que possui também atividades do serviço educativo, debates, palestras e publicações contextualizando a vocação do museu para a formação de um pensamento crítico em temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas inúmeras iniciativas, destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país realizada desde 1986 e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.

Museu da Casa Brasileira | Av. Faria Lima, 2705 – São Paulo/SP | Tel.: (11) 3032-3727

Acompanhe o Museu da Casa Brasileira também pelas redes sociais.

Site | Instagram | Facebook | Twitter | Youtube | LinkedIn.

(Fonte: Assessoria de Imprensa | MCB)

Grupo GRUA apresenta performance inédita “Aquilo que deixamos para depois”

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Leandro Moraes.

Entre os dias 5 e 8 de fevereiro, o grupo de dança GRUA apresenta a performance itinerante Aquilo que deixamos para depois, contemplado pelo 29º Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo. Partindo da Praça Roosevelt em direção a espaços do entorno, o grupo constrói dali seu percurso de atuação.  As apresentações acontecem três vezes ao dia, totalizando doze sessões, que são o resultado de um processo que teve duas etapas iniciadas durante a crise sanitária. A primeira foi a residência artística de três meses, na Casa do Povo (Bom Retiro), em parceria com o grupo Mexa, e a segunda voltou-se para a criação dessa performance.

Durante o processo de residência, que ainda irá se desdobrar em um material audiovisual, os trabalhos foram feitos em duos ou trios devido à recomendação de distanciamento social. Lá, foram experimentadas trocas artísticas com proposições dramatúrgicas de João Turchi e do Grua, com o acompanhamento e as provocações da dramaturgista do corpo Rosa Hercoles.

A busca por conexões com corpos plurais e diversos está expressa por meio da participação das artistas convidadas Taty Dell Campobello e Luisa Brunah (atrizes e performers), que participaram de todas as etapas do projeto e cujas atuações afetam e reconfiguram as escolhas artísticas do grupo ao proporem modos e materialidades distintas, provocando novos atravessamentos no processo de formalização desta performance.

O encontro com o Mexa mobilizou questões inevitáveis para seguir pensando acerca das intervenções artísticas urbanas Reflexões como os estereótipos, a intolerância, a misoginia, o racismo estrutural, a masculinidade tóxica, o crescimento da desigualdade social e a perda de direitos, entre outros, pedem mais do que nunca uma revisão acurada e um destaque em todos os campos de conhecimento, e a arte tem um papel central nessa discussão. E é este jogo de perspectivas, criado a partir dessa realidade caótica e desigual, que potencialmente interessa ao GRUA, assim como “a possibilidade de criar rupturas entre as lógicas estabelecidas nas práticas do grupo”, segundo Willy Helm, um dos diretores do grupo.

Aquilo que Deixamos para Depois também reforça rumos distintos, pensados pelo grupo nos últimos anos, sobretudo, na performance Se7e, criada em 2018. “Lá nós nos interessávamos pelas questões relativas aos privilégios e dos valores culturais associados à masculinidade, sempre a partir de um diálogo artístico e de uma composição cênica em tempo real, por meio do improviso. Em Aquilo que Deixamos para Depois, nos aproximamos mais ainda destas questões em decorrência dos nossos cruzamentos com o Mexa”, conta Helm.

Desde o início do processo criativo, o grupo investiu no repertório de cada artista, visando à descoberta de outras possibilidades dentro do jogo de improviso. “Desta forma, reunimos, coletivamente, imagens e propostas de ação, no sentido de conectá-las e organizá-las para performance. Pensamos em roteiros como condutores do jogo de improviso, não como algo fechado, mas, sim, como um procedimento que poderia ser reconfigurado durante as apresentações”, comenta.

Sobre o grupo | GRUA – Gentlemen de Rua, grupo composto por artistas que trazem em seu nome e proposta, desde 2002, um pensamento direcionado para a exploração de possíveis relações com a cidade. Artistas que experienciam o espaço urbano como observadores, acompanhando os acontecimentos em seu entorno, propondo uma dança torrencial a partir de suas ações, feita de nexos de conexão com o lugar. O refinado jogo de percepção e escuta desenvolvido pelo grupo alcançam tamanho sinergismo que estruturam um modo de improvisar com características próprias de cooperação, de intervenção, de conexão com os lugares e de ressignificação dos paradigmas do humano urbano.

Sinopse | Ainda atravessado pela crise sanitária, o trabalho aponta para o desejo do grupo de descobrir novos modos de existência na cidade, tornando os corpos passantes cúmplices de uma investigação que desnuda questões presentes na história do grupo. Aquilo que Deixamos para Depois ensaia uma retomada das ruas, um recomeço diante um processo que busca problematizar aquilo que o grupo entendia por corpo e cidade.

FICHA TÉCNICA

Coordenação do projeto: Jorge Garcia, Osmar Zampieri e Willy Helm

Direção Grua: Jorge Garcia, Osmar Zampieri e Willy Helm

Grueiros: Emiliano Manso Aka Alexandre Magno, Fernando Martins, Roberto

Alencar, Jerônimo Bittencourt, Jonatan Vasconcelos, Vinícius Francês, Jorge Garcia e Willy Helm

Artistas Convidadas: Luiza Brunah e Taty Dell Campobello

Dramaturgista: Rosa Hercoles

Trilha: Fernando Martins

Filme Performance: Osmar Zampieri

GRUA digital: Danusa Carvalho e Lud Picosque

Figurino e acessórios: João Pimenta, Luiza Brunah e Taty Dell Campobello

Produção: Lud Picosque / Corpo Rastreado

Design Gráfico: Renê Loui

Mídias Sociais: Portal MUD

Fotografia: Leandro Moraes.

Serviço:

Aquilo que Deixamos para Depois

5 a 8 de fevereiro, às 14h, 15h30 e 17h

Local: Espaço central da Praça Roosevelt, São Paulo/SP

Gratuito | Capacidade Indeterminada | 60 Minutos | Livre.

(Fonte: Canal Aberto)