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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Livros: “Serra do Mar – A bacia do Rio Grande e seu entorno”

São Paulo, por Kleber Patricio

A muralha verde (na Serra do Mar). Fotos: Horizonte Educação.

A Horizonte Educação e Comunicação amplia seu portfólio de projetos editoriais ligados à cultura, ao meio ambiente, à história e ao patrimônio histórico e cultural brasileiro com o lançamento do livro “Serra do Mar – A bacia do Rio Grande e seu entorno”, com distribuição gratuita de 1.200 exemplares para escolas públicas da zona sul da cidade de São Paulo e para a região do ABC Paulista.

Dividida em cinco capítulos, a obra é um registro documental que reúne imagens e textos inéditos sobre a Serra do Mar, retratando as características geográficas, a paisagem natural e as atividades econômicas da região do ABC Paulista e o sul do município de São Paulo, além da história, as várias etapas da industrialização da região, a relação com a Mata Atlântica e o esforço para a manutenção da biodiversidade e das áreas protegidas nesse bioma.

Durante a jornada da leitura, trechos interativos podem ser acessados por QR Codes que levam o leitor para entrevistas e vídeos de imagens aéreas, trazendo a dimensão da importância deste patrimônio histórico natural. O conteúdo multimídia e o livro podem ser acessados gratuitamente no link https://projetoserradomar.com.br/.

A publicação do livro tem o patrocínio da BASF e realização da Horizonte, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O livro faz parte de um projeto educacional que prevê, além da distribuição gratuita de 1.200 exemplares do livro para 300 escolas públicas da região sul de SP e dos municípios de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, o envio de um caderno do professor com atividades pedagógicas e oficinas de capacitação de professores.

Repercussão educacional

As capacitações ocorrerão no segundo semestre deste ano, com a primeira programada para ocorrer na sede da Fundação Espaço ECO, consultoria de sustentabilidade instituída e mantida pela BASF, localizada em São Bernardo do Campo, SP. “Um dos nossos objetivos nos projetos culturais é que eles tenham uma grande repercussão educacional. Por isso, essa iniciativa inclui a difusão do extenso conhecimento reunido por nossa equipe de especialistas para o uso em centenas de escolas da região retratada. O livro é um dos pilares para que educadores discutam com seus alunos a relação da Serra do Mar e da Mata Atlântica com a maior área metropolitana do Brasil. Além dos exemplares gratuitos nas escolas, o PDF da obra e do guia de incentivo à leitura está disponível gratuitamente no site do projeto www.projetoserradomar.com.br, comenta Peter Milko, diretor da Horizonte.

Entre as regiões destacadas da Serra do Mar está a Reserva Suvinil, uma área de Proteção de Mananciais com 30 hectares de Mata Atlântica, que corresponde a 30 campos de futebol, localizada dentro do Complexo Industrial de Tintas e Vernizes da BASF em São Bernardo do Campo (SP). Um estudo de biodiversidade na Reserva, realizado pela Fundação Espaço ECO, identificou no local 176 espécies de plantas pertencentes a 55 famílias e 117 gêneros botânicos. Na Reserva, também moram 85 espécies de aves, oito de mamíferos e, ao menos, cinco de serpentes e três de lagartos, assim como anfíbios e peixes. O espaço ainda conta com cinco nascentes, que formam dois córregos tributários da Represa Billings.

QR Code – vídeo da página 41.

Sinopse | Ao percorrer os caminhos históricos do litoral paulista ao planalto, visitar áreas de conservação ambiental e aldeias indígenas, registrar o patrimônio histórico e as etapas de industrialização da região, este livro retrata como a área metropolitana de São Paulo se relaciona com a Serra do Mar e a Mata Atlântica. Com textos e fotografias inéditas, que revelam perspectivas surpreendentes da paisagem natural, da biodiversidade e da presença humana na maior região metropolitana do Brasil, o registro é complementado por vídeos de imagens panorâmicas e depoimentos de personagens da vida local – acessíveis pelos QR Codes que o leitor vai encontrar nas páginas de sua jornada ao longo da serra e do entorno da bacia do Rio Grande.

Ficha técnica | Integram o time que desenvolveu o projeto “Serra do Mar: A bacia do Rio Grande e seu entorno” nomes consagrados em cobertura fotográfica e jornalística de patrimônios culturais e naturais, como o premiado fotógrafo Adriano Gambarini, o ex-editor da National Geographic, Brasil Ronaldo Ribeiro, e o publisher de dezenas de livros e revistas da Horizonte Peter Milko. A reportagem foi de Kevin Damásio e a direção de arte, de Ana Cristina Silveira.

Sobre a Horizonte Educação e Comunicação | Há mais de 30 anos planejando e realizando projetos educacionais, culturais e editoriais sobre meio ambiente e sustentabilidade, desenvolve programas sob encomenda e com uso das leis de incentivo à cultura. Com uma equipe que reúne pedagogos, professores, artistas plásticos, designers, editores, jornalistas e outros especialistas com ampla experiência, propõe soluções de comunicação para as temáticas socioambientais com foco em resultado e inovação. Soma, nesta trajetória, mais de 120 projetos nacionais realizados, com presença em mais de 400 cidades brasileiras, mais de 8.600 professores capacitados, mais de 5 milhões de alunos impactados e mais de 580 publicações lançadas. Acesse: http://www.edhorizonte.com.br/.

(Fonte: Horizonte Educação e Comunicação)

Projeto leva inclusão digital a manguezais da Amazônia

Amazônia, por Kleber Patricio

Aula do Cursos de Aula de Informatica no Projeto Mangues da Amazônia. Foto: divulgação.

Uma revolução silenciosa acontece em comunidades do litoral paraense, na maior faixa contínua de manguezais do planeta. Com a expectativa de maior acesso ao conhecimento e oportunidades de renda, jovens de famílias extrativistas – voltadas principalmente à pesca e captura de caranguejo – frequentam aulas de informática nos laboratórios do Instituto Federal Tecnológico do Pará (IFPA), na cidade de Bragança (PA), em projeto socioambiental que busca promover a inclusão digital como fator de autonomia e melhor qualidade de vida, essencial à conservação e uso sustentável dos recursos naturais.

“A internet nos coloca no mundo globalizado e as comunidades da região precisam estar incluídas e se beneficiar das transformações digitais como ferramenta para oferecer serviços, dinamizar o turismo ou melhorar ou escoar a produção extrativista”, afirma Diego Carneiro, coordenador da área socioambiental do projeto Mangues da Amazônia.

A iniciativa é realizada pelo Instituto Peabiru e Associação Sarambuí, com patrocínio da Petrobras e apoio do Laboratório de Ecologia de Manguezal (LAMA) da Universidade Federal do Pará (UFPA). “Na pandemia de Covid-19, as famílias locais se viram diante da necessidade de acessar a internet e agora querem avançar nesses benefícios”, explica o pesquisador, ao lembrar que o acesso à tecnologia tem potencial de diminuir o isolamento e abrir portas em postos de trabalho nas cidades da região.

Realizado aos sábados no IFPA, com o total de 72 horas-aula, o curso de informática abrange a capacitação em ferramentas básicas para uso de computadores, como configurações de programas e acesso à internet, bem como a gestão de mídias digitais. Como diferencial, a iniciativa inclui a orientação em empreendedorismo, para transformação desse conhecimento em negócios com produtos e serviços que complementam a renda das famílias, a exemplo do turismo de base comunitária.

Alunos do Curso de Informatica do Projeto Mangues da Amazônia. Foto: UP Marketing para Mangues da Amazônia.

No primeiro ciclo, participam das atividades 60 jovens que vivem no entorno da Reserva Extrativista Marinha Caeté-Taperaçu, no município de Bragança – 40 deles egressos do PROMANGUE, iniciativa que mobiliza estudantes de 13 a 19 anos em rodas de conversa semanais sobre direitos humanos, conservação e outros aspectos ligados aos manguezais, além dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Junto a esse grupo, o curso de informática inclui outras 20 participantes do projeto Ciência é Praia das Meninas, desenvolvido pelo IFPA na região de Ajuruteua.

A iniciativa, voltada para meninas de 10 a 16 anos, tem o propósito de aproximar a academia das realidades locais e reforçar a importância da mulher na ciência por meio de atividades de formação. “A inclusão digital se soma ao desafio das questões de gênero nas comunidades tradicionais, onde a mulher tem pouco acesso a oportunidades, além da violência doméstica e outros problemas sociais”, aponta Cleidson Gomes, professor do IFPA e pesquisador do Mangues da Amazônia.

A prefeitura de Bragança é parceira do curso de informática, com a cessão de ônibus para o transporte entre as comunidades extrativistas e o campus do IFPA, local em que os jovens convivem com o ambiente acadêmico e despertam para continuidade dos estudos no Curso Superior. “O acesso ao conhecimento mobiliza senso crítico e oportunidade de renda, com retorno para as comunidades”, observa Gomes.

Na visão de Rodrigo Barata, professor do IFPA e coordenador local do curso de informática, a inclusão digital é uma ferramenta que ajuda a melhorar e a escoar a produção extrativista, normalmente restrita à venda nas feiras da região. “Abre-se um leque de possibilidades para as comunidades, além de enriquecer a produção acadêmica”, explica. Mestre em gestão de inovação e propriedade intelectual, o professor enfatiza a importância do tema no contexto dos atuais desafios da Amazônia e conclui: “com a iniciativa de contato com os laboratórios e a aquisição de conhecimento, os jovens se tornam multiplicadores de novas ideias no núcleo familiar”.

Sobre o Projeto Mangues da Amazônia | O Mangues da Amazônia é um projeto socioambiental com foco na recuperação e conservação de manguezais em Reservas Extrativistas Marinhas do estado do Pará. É realizado pelo Instituto Peabiru e pela Associação Sarambuí, em parceria com o Laboratório de Ecologia de Manguezal (LAMA), da Universidade Federal do Pará (UFPA), e conta com patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental. Com início em 2021 e duração de dois anos, o projeto atua na recuperação de espécies-chave dos manguezais através da elaboração de estratégias de manejo da madeira e do caranguejo-uçá com a participação das comunidades.

Sobre a Associação Sarambuí | A Associação Sarambuí é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) com sede em Bragança – Pará, constituída em 2015, cuja missão é promover a geração de conhecimento de maneira participativa, em prol da conservação e sustentabilidade dos recursos estuarino-costeiros. Suas ações são direcionadas ao ecossistema manguezal, ao longo da costa amazônica brasileira, em particular no litoral do Estado do Pará. É uma das organizações realizadoras do projeto Mangues da Amazônia.

Sobre o Instituto Peabiru | O Instituto Peabiru é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) brasileira fundada em 1998 que tem por missão facilitar processos de fortalecimento da organização social e da valorização da sociobiodiversidade. Com sede em Belém, atua nacionalmente, especialmente no bioma Amazônia, com ênfase no Marajó, Nordeste Paraense e na Região Metropolitana de Belém (PA). É uma das organizações realizadoras do projeto Mangues da Amazônia.

(Fonte: Arco W Comunicação e Design)

SESI Amoreiras abre inscrições para curso gratuito de teatro

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

O Núcleo de Artes Cênicas (NAC) do SESI Campinas Amoreiras está com inscrições abertas para o curso gratuito de Iniciação Teatral, voltado a interessados em ter contato com o universo do teatro. Serão abertas duas turmas: de 15 a 17 anos e acima de 18 anos. As inscrições devem ser feitas até 20 de julho presencialmente na Secretaria a unidade mediante agendamento de horário.

Os alunos terão a oportunidade de vivenciar as aulas no palco do Teatro do SESI Amoreiras e no final do curso poderão apresentar o resultado a parentes e amigos. As vagas remanescentes ficam liberadas até o preenchimento da turma. O curso é semestral, com carga horária de 30 horas e um encontro semanal ao longo do semestre. O início das aulas está previsto para 2 de agosto.

Os NACs realizam atividades gratuitas de formação artística visando melhorar a qualidade de vida dos participantes e estimular processos de aprendizagem teatral por meio da prática e da experimentação cênica. Em 2021, o NAC de Campinas teve o desafio da montagem teatral online, que resultou no espetáculo “Nem melhor nem pior na mesma”.

Sobre o Núcleo de Artes Cênicas | Criado em 1987, o Núcleo de Artes Cênicas (NAC) do SESI-SP vem sendo desenvolvido de maneira ininterrupta e ocupa atualmente 5 unidades por todo o Estado de São Paulo: Campinas Amoreiras, Itapetininga, Ribeirão Preto, São José dos Campos e São José do Rio Preto. Os cursos oferecidos gratuitamente pelos NACs proporcionam a vivência da prática teatral para pessoas de diversas idades, que tenham ou não algum conhecimento sobre as artes cênicas.

Serviço:

Núcleo de Artes Cênicas do SESI-SP 2022

Iniciação Teatral – 15 a 17 anos

Terça, das 15h às 17h

Iniciação Teatral – acima de 18 anos- Noite

Terça, das 19h às 21h

Inscrições: presenciais na Secretaria do SESI Amoreiras, com agendamento de horário pelo site

Documentos necessários: RG, CPF, comprovante de endereço. Para alunos menores de 18 anos, a inscrição é realizada pelo responsável.

(Fonte: SESI Campinas Amoreiras)

Decoratto lança coleção ‘In Natura’

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

A Decoratto promoveu, na manhã da última quarta-feira, 29/6, o evento de lançamento da Coleção ‘In Natura’. A mostra foi realizada em uma casa do século XIX que sobreviveu aos percalços do tempo, localizada no espaço de eventos Estação Casa Velha, em Indaiatuba/SP.

A proposta da nova coleção é um resgate aos laços familiares, raízes e lembranças afetivas. O piso de tijolo, as portas antigas, as janelas abertas e as marcas do tempo conseguiram transmitir perfeitamente a sensação da coleção a todos os convidados, em um verdadeiro resgate da convivência em família.

As peças propõem aconchego, texturas naturais e formatos mais orgânicos promovendo a integração e proximidade nos ambientes da casa – um verdadeiro convite para viver e valorizar o natural, o bem-estar e o que nos remete aos sentimentos e lembranças do passado, da vida com amor.

Evento reuniu arquitetos, designers de interiores e imprensa na Estação Casa Velha.

O evento contou com a participação especial do designer de interiores Newton Lima, sócio da Casa MOLLDE e colunista da revista Casa Vogue, para um talk sobre as principais tendências do Design e de Milão.

A coleção completa está disponível para visitação na loja Decoratto (Rua Humaitá, 873 – Centro – Indaiatuba/SP) de segunda a sexta-feira das 9h às 18h30 e sábado, das 9h às 16h.
E também é possível assistir ao vídeo do lançamento no Instagram @decorattoindaiatuba.

Flavia Carvalho Jackson apresenta exposição “Fragmentos” na Galeria Ligia Testa

Campinas, por Kleber Patricio

Artista plástica campineira com carreira internacional expõe pela primeira vez no Brasil. Fotos: divulgação.

Antes de embarcar para uma turnê internacional no segundo semestre, a artista Flavia Carvalho Jackson expõe em Campinas, sua terra natal. Nos dias 14 e 15 de julho, a Galeria Ligia Testa recebe a exposição “Fragmentos”.

A exposição traz para Campinas uma coletânea dos diferentes trabalhos de Flávia, radicada nos Estados Unidos, onde ganhou reconhecimento e projeção internacional por sua arte com forte influência latina, de cores intensas e vibrantes. Neste segundo semestre, Flávia está em turnê internacional com exposições no Brasil, Itália, Estados Unidos e no Carrousel du Louvre (Paris) em outubro.

Filha de socióloga e sempre em contato com o universo artístico, Flávia é dona de uma trajetória visceral, que a colocou em evidência nos principais circuitos internacionais de arte. Durante a pandemia da Covid-19, a artista produziu quase que cotidianamente, imersa a partir da intensidade criativa que faz parte do universo de sua pintura em conflito com um mundo em pandemia, marcado pelas incertezas e agora por um mundo em reconstrução e pós-pandêmico.

Do prestígio alcançado nos Estados Unidos por sua arte viva e cheia de latinidade, a artista vive uma fase intensa, levando suas obras para o mundo todo com agenda internacional cheia. Em turnê, ela decidiu inserir uma passagem rápida por sua terra natal, Campinas, antes da exposição no Saphira e Ventura Gallery, em Nova York, seguida da Academia Delle Arti Maço, no Museum Veroli, na Itália e, depois, do Le Carrousel du Louvres, na França, além de outras exposições agendadas nos Estados Unidos e Europa.

É a primeira vez que a artista expõe no Brasil e serão apenas dois dias: 14 e 15 de julho. Motivo de muita alegria e escolhas. Foi nos EUA que ela despontou, onde o espaço da arte é cultuado e valorizado. Segundo ela, expor em Campinas, sua terra natal, antes da agenda internacional do segundo semestre, tem a ver com “reverenciar de onde parti, revisitar minhas memórias, olhar para dentro. Campinas sempre será um porto seguro, um pedaço de mim”, conceitua a artista.

Sobre a exposição em Campinas

Na sexta-feira (15), Flávia estará presente na Galeria Ligia Testa para interagir com o público pessoalmente e com profissionais brasileiros para troca e intercâmbio, a partir das 16h.

A exposição em Campinas é uma celebração da vida, da vontade de rever as pessoas e da saudade de casa, ressignificação dos tempos de pandemia. Intitulada ‘Fragmentos’, o nome dado à exposição em Campinas remete a uma parte de um todo que foi separado. “As peças que trouxe para Campinas são fragmentos das obras e exposições de que já participei, um pouco do todo vivido até aqui, ao mesmo tempo em que tem a ver com a minha história, com as influências e pessoas que participaram da minha trajetória para que eu me tornasse quem eu sou, pedaços que inspiram a minha arte hoje”, reflete Flavia.

Para a curadora Ligia Testa, “o nome da exposição escolhido pela artista diz muito sobre ela mesma e sobre sua arte. Fragmentos são pedaços de algo, são partes de um todo. E, se ‘o todo é maior que a soma de suas partes’, nós somos maiores a cada transformação no tempo, já que viver é fragmentar-se a todo instante”, disse Ligia.

Sobre o tempo de transformações, da fragilidade dos tempos de pandemia que vivemos e ainda estamos vivendo, da necessidade de ouvir e dialogar com nossa alma, tudo fez parte das inspirações da artista. “A arte é vida, respiro, refúgio, santuário, onde a mensagem é deixada e imortalizada atravessando ciclos históricos. É atemporal e contagiante, inspira e conecta. Gostaria que todas as pessoas do mundo pudessem ter a sorte que tive, de entrar em contato com a arte pelo menos uma vez na vida”, explana Flávia.

É assim, com muito entusiasmo, amor e dedicação, que a artista campineira vem se destacando no mercado internacional em um processo de mergulho interno. Trazer sua arte para o Brasil, começando em Campinas, é também estimular outros brasileiros a ‘seguir com todo o seu coração’, frase de uma das telas que estará na exposição em Campinas: ‘go with all your heart’.

“Aonde a minha arte puder chegar eu quero estar, ainda mais no meu país, na minha terra. Tudo que é feito com amor, persistência e dedicação é impossível não dar certo”, ilustra a artista sobre como conduz sua carreira. A campineira obteve êxito no mercado artístico internacional de forma espontânea e muito rápida, figurando assim nas agendas de exposições mundo afora.

Serviço:

Agenda da artista no segundo semestre de 2022

Julho – Campinas: Brasil

Exposição solo “Fragmentos”, coletânea da artista Flávia Carvalho

Local: Galeria Arqtus – Ligia Testa: Rua Heitor Penteado, 1611, Taquaral, em frente ao portão da  Concha Acústica

Data: 14 e 15 de julho

Horários:

Abertura da exposição: quinta, dia 14, das 13h às 17h

Vernissage: sexta, dia 15, com a presença da artista, das 16h às 21h

Site da artista: http://flaviaart.com/

Setembro – Nova York: EUA

Saphira e Ventura Gallery, Nova York

Outubro – Veroli: Itália e Paris: França

Academia Delle Arti Maço Museum – Veroli

Carrossel do Louvre – Paris

Dezembro – Miami: EUA

Art Basel Week – Miami

Convidada para o Mark Arts como artista comissionada para criar 12 obras de arte para o baile de Gala.

(Fonte: Confraria da Informação)