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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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MACC apresenta exposição que celebra os 10 anos do Museu de Artes Visuais da Unicamp

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

O Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC) recebe este mês a exposição “Paisagem sob Inventário”, que abre ao público a partir de quarta-feira, 10 de agosto. A mostra vai até 30 de setembro, de terça a sexta-feira, das 9h às 17h, com entrada franca. “Paisagem sob Inventário” comemora os 10 anos do Museu de Artes Visuais da Unicamp e foi especialmente projetada e aprovada pelo Edital de Seleção de Exposições Temporárias do MACC, lançado no final do ano passado.

Ao todo, a exposição contará com aproximadamente 50 trabalhos, entre bi e tridimensionais, que serão apresentados tanto dentro do espaço expositivo do MACC, em sua Sala 1, quanto na área externa próxima ao Museu. Muitos dos trabalhos apresentados pelos artistas convidados são inéditos, criados especialmente para esta mostra. Assim também, algumas das peças do acervo do MAV, incorporadas recentemente, serão apresentadas ao público local pela primeira vez. São oito artistas visuais atuantes no cenário nacional e internacional que igualmente têm em suas produções forte interesse pelas relações dentre paisagem, espaço urbano, arte e sociedade contemporânea.

O ponto originário da proposta está na investigação acadêmica e artística presente nas últimas décadas do trabalho dos professores Sylvia Furegatti (diretoria do MAV e docente do IA Unicamp), Evandro Ziggiatti Monteiro (conselho executivo do MAV e docente FEC-FAU Unicamp) e Antônio Carlos Amorim (conselho executivo do MAV e docente da Faculdade de Educação da Unicamp). Sylvia e Antonio Carlos respondem pela curadoria da proposta e Evandro é organizador do Fórum virtual que estende o projeto para outras participações e estudos.

As discussões sobre paisagem que conduziram a curadoria do projeto amparam-se, principalmente, nos conceitos de paisagem elaborados por Javier Maderuelo, acadêmico, arquiteto e esteta espanhol cuja produção intelectual propõe um estudo minucioso sobre o problema que a visualidade implica ao conceito de paisagem.

MAV

Constituído a partir de uma resolução da Reitoria promulgada em janeiro de 2012, o MAV foi criado a partir dos esforços de acervamento elaborado pelos docentes do Departamento de Artes Plásticas do Instituto de Artes que, por meio das exposições realizadas em sua Galeria, organizaram uma coleção de peças de arte doadas à Gestão Central da Universidade na década de 1980 para a criação de seu museu de arte.

Seu último inventário, finalizado no segundo semestre de 2021, indica um total de 1.391 peças para seu acervo, dentre pinturas, esculturas, desenhos, gravuras, instalações artísticas, livros de artista, vídeos e demais linguagens das artes visuais que se somam a uma coleção expressiva de sete mil itens de arte correio e publicações deste campo artístico ainda em fase de catalogação.

Artistas participantes do projeto a partir do acervo do MAV: Lasar Segall (Vilna/Lituânia,1891-São Paulo,SP, 1957) | Renina Katz (Rio de Janeiro, 1925) | Antonio Henrique do Amaral (São Paulo, SP, 1935 – São Paulo, SP, 2015) | Bené Fonteles (Bragança/Pará, 1953) | Thomas Perina (Campinas, SP, 1921 – Campinas, SP, 1929) | Mario Bueno (Campinas, SP, 1916 – Campinas, SP, 2001) | Maria Ligia Magliani (Pelotas/RS, 1946 – Rio de Janeiro/RJ, 2012) | Fayga Ostrower (Lodz/Polônia, 1920 – Rio de Janeiro/RJ, 2001) | Beatriz Rauscher (1960) | Ermelindo Nardin (Piracicaba/SP, 1943) | Claudio Garcia (São Paulo/SP, 1955) | Ellen Banks (Boston/EUA, 1938- NY/EUA, 2017) | Luise Weiss (São Paulo, SP, 1953) | George Rembrandt Gutlich (São José Campos/SP, 1968) | Marcelo Moscheta (São José do Rio Preto, SP, 1976) | Marco Francesco Buti (Empoli, Itália, 1953).

Artistas convidados para o projeto:

Marlon de Azambuja (Santo Antônio da Patrulha/RS, 1976 – Vive e trabalha entre Madrid e Paris); Nazareno Rodrigues (São Paulo/SP, 1967 – Vive e trabalha em São Paulo); Amilcar Packer (Santiago, Chile, 1974 – Vive e trabalha em São Paulo); Guga Ferraz (Rio de Janeiro/RJ, 1974 – Vive e trabalha no Rio de Janeiro); Monica Mansur (Rio de Janeiro/RJ, 1956 – Vive e trabalha no Rio de Janeiro); Leandro Gabriel (Belo Horizonte/MG, 1970 – Vive e trabalha em Belo Horizonte); Bella Tozini (São Paulo/SP, 1980 – Vive e trabalha em Cabreúva/SP) e Thiago Bortolozzo (São Paulo/SP, 1976 – Vive e trabalha em Campinas).

Educativo

O projeto expositivo pretende combinar num mesmo espaço todos estes componentes, entre peças do acervo, trabalhos dos artistas convidados e o educativo da exposição. De modo mais específico, com relação às atividades com estudantes e professoras/es das escolas básicas, a proposta é de a visita constituir-se como possibilidade de formação estética, em um processo que envolva o antes, o durante e após a ida à exposição. Com o desejo de que as paisagens da cidade, das vidas dos sujeitos, dos objetos, dos corpos e dos sonhos possam ser sentidas e significadas diferentemente e que outras Campinas sejam compostas com e a partir das artes. E as escolas serem um dos protagonistas desse processo.

Escolas e grupos poderão agendar suas visitas por meio de formulário próprio a ser disponibilizado dentro em breve, por meio das equipes do MAV e do MACC. Acesse informações sobre o MAV Unicamp nos seguintes links: www.mav.unicamp.br; https://www.facebook.com/mavunicamp; @mavunicamp e https://www.youtube.com/channel/UCY1q9fPSTf5PPW6ma0j6epQ/featured.

Serviço:

Exposição “Paisagem sob Inventário”

Dia: 10 de agosto, aberto ao público de terça a sexta-feira, das 9h às 17h

Local: MACC: Av. Benjamin Constant, 1633, Centro – Campinas, SP

Telefone para contato: (19) 2515-7095

Entrada franca

*O acesso às salas do Museu obedece aos protocolos de segurança contra a Covid.

(Fonte: Prefeitura de Campinas)

23º Salão de Arte volta ao calendário paulistano

São Paulo, por Kleber Patricio

José Roberto Sevieri e Vera Lucia Chaccur Chadad. Foto: divulgação.

No mês de agosto, um dos mais importantes eventos de arte volta a figurar no calendário paulistano. O Salão de Arte terá sua 23ª edição no Clube Hebraica entre os dias 16 e 20, reunindo grandes antiquários, galerias de arte e designers de joias.

Entre os itens expostos para admiradores, estão grandes obras, peças e livros raros, fotografias, móveis, louças, porcelanas, lustres, abajures, pratos e uma infinidade de objetos finos para investimento. Na seleção de expositores confirmados estão Arte 132, Began, Caloula Filho Antiguidades, Caribe Galeria, Casa Leão, Country House, Cris Musse Arte, Fernando Motta Antiquário, FL Design, Homenco Antiguidades, LL Aaleria, Miguel Salles, Monica Botelho, Resplendor, Ruth Grieco Design, Sandra e Marcio, Sara Joias e Villa Antica, entre outros.

Referência para o mundo das artes e antiguidades, o Salão de Arte, ao longo de suas 22 edições, é marcado por receber grandes galerias e antiquários expositores e apresentar coleções grandiosas. As galerias já apresentaram, por exemplo, obras de artistas renomados, como Di Cavalcanti, Portinari e Volpi, entre outros. Também já passaram por lá arte moderna, como Tarsila do Amaral, e contemporânea, como Beatriz Milhazes.

Outra tradição do Salão de Arte é reverter a venda de ingressos para instituições sociais e, este ano, a beneficiária será a Unibes (União Brasileiro-Israelita do Bem-Estar Social), que há mais de 105 anos desenvolve a autonomia de crianças, jovens, famílias e idosos em situação de vulnerabilidade e realiza, anualmente, 22 mil atendimentos nas áreas de inclusão social, apoio à educação, capacitação profissional, cultura e qualidade de vida.

Criado pela dupla Ariane Juliani e Vera Lucia Chaccur Chadad, volta agora com José Roberto Sevieri, da Proma, a frente da organização e com consultoria de Vera Chadad.

Sobre José Roberto Sevieri

José Roberto Sevieri, natural de São Paulo, é administrador de empresas, promotor de eventos e grande admirador da arte. Fundador da Proma Feiras, hoje é reconhecido como um dos grandes conhecedores de feiras comerciais.

Atuando desde 1977 à frente de seus negócios, Sevieri possui uma vasta experiência de mercado, recebendo diversas premiações ao longo da vida. Atualmente, é diretor e organizador do Salão de Arte, que chega a sua 23ª edição no Clube Hebraica.

Sobre Vera Lucia Chaccur Chadad

Vera Lucia Chaccur Chadad é presidente da Associação Beneficente Síria (ABS) e uma empresária que sempre foi apaixonada por obras de arte e antiguidades, o que fez com que começasse a fazer parte do Salão de Arte logo em sua terceira edição. Desde então, Vera fomentou o mercado de artes e antiguidades e hoje é um dos principais e mais respeitados nomes no meio. Atualmente, Vera empresta sua expertise prestando consultoria ao evento.

Serviço:

Data: de 16 a 20 de agosto de 2022

Horário: das 14h às 21h

Local: Clube Hebraica – Salão Marc Chagall

Endereço: Rua Dr. Alberto Cardoso de Melo Neto, 115 – Pinheiros – São Paulo, SP

Ingressos: www.sympla.com.br/evento/23-edicao-salao-de-arte/1546356

Mais informações: www.salaodearte.com.br.

(Fonte: Tudo em Pauta)

Grupo MEIO apresenta espetáculo “Babilônia” de 9 a 14 de agosto no Galpão do Folias

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Entre os dias 9 e 14 de agosto, o Grupo MEIO, com direção coletiva de Carolina Canteli, Iolanda Sinatra e Everton Ferreira, sendo os dois últimos também performers junto a Nina Giovelli e Maria Basulto, estreia “Babilônia” no Galpão do Folias, retomando a realização de um trabalho presencial do grupo, ao mesmo tempo em que realiza a pesquisa deste dentro de um espaço cênico.

Depois de alguns anos estudando e desenvolvendo a pesquisa de corpos-paisagens no contato direto com a rua, por meio de intervenções urbanas, reuniões em espaços públicos e estudos de observação e fotografia de rua, o grupo abraça a possibilidade de, ainda assim, pensar essa paisagem urbana que tanto pulsa em cada habitante e esquina de São Paulo, mas agora fazendo algumas perguntas fundamentais ao transpor e traduzir a rua para dentro da sala de apresentações, que são: afinal, não estaria a rua já incorporada na matéria física, na memória e na forma de mover-se e viver de cada sujeito? Como dar a ver isso? Como criar um trabalho cuja rua ou ideia de cidade paulista não está no olhar e percepção direta para/com o público, como é o caso da intervenção urbana, mas sim possibilitar perceber a rua encarnada na pesquisa desse corpo-paisagem?

Sendo o assunto “modos de viver na cidade” sempre interessante ao grupo, especialmente no que cabe à arte quando no encontro com o público não especialista e o espaço público – sendo esse encontro um ato artístico, mas também político –, MEIO procura aguçar a curiosidade, aprender com o estar num lugar sem pressupor que a arte deva interromper algo ou alguém, mas como a direção artística do coletivo gosta de dizer: “quando fazemos intervenções urbanas, as fazemos e pensamos porque queremos que essas sejam mais que intervenções, sejam ‘convivências urbanas’, abrindo a possibilidade de viver a arte e a rua de forma menos rígida, menos provida de regras da coreografia da obrigação financeira, da coreopolítica e coreopolícia”, como diz o pesquisador André Lepecki. Para MEIO fazer arte é sim afirmar a disputa estética e ética com outras instituições e entidades notoriamente contrárias a uma cultura e vida democrática e diversa, não acreditando que o artista é de mais valia ou exerce poder sobre ninguém – aliás, o grupo também reforça a luta por serem vistos como trabalhadores e trabalhadoras; porém, estes têm o conhecimento de que é somente pela inserção da arte no cotidiano, tecendo gestos sensíveis ao tecido urbano, percebendo que é mais importante a coreografia estar dentro do contexto, porém cultivando a desobediência à norma, para que o sujeito no seu núcleo individual e coletivo tenha um senso de pertencimento, possa imaginar existências e viver para além da sobrevivência.

Fazer um “ato parado” ou muito pequeno numa grande cidade em meio ao fluxo de pedestres, como é o caso da intervenção urbana ‘180’ (2018), com que o grupo MEIO se posiciona em locais de grande circulação de pessoas e mercadorias, cuja ação silenciosa (da parte dos performers) é a de fazer um giro de 180º em um único ponto, como seres que desafiam o impulso de transitar e criam um corpo-paisagem entre humano, planta artificial, escultura-viva ou qualquer outra imagem acerca desse corpo que ao esconder sua rostidade, borra-se também no espaço público, faz-se corpo-coisa, corpo-árvore, corpo-poste, corpo-prédio. Ou mesmo favorecer o dissenso com uma ação artística, permitindo que a rua não seja simbolizada apenas nos seus fluxos maquínicos, mas sim, revelar o campo sutil da rua, suas curvas subterrâneas, as percepções labirínticas e sensíveis do viver numa cidade que se assemelham e penetram nas entranhas, vísceras e, por consequente, nas vidas de cada pessoa, como é no caso da criação em “Babilônia”.

Portanto, foi através de muito tempo pesquisando a arte na rua, para a rua e sobre a rua, que MEIO nutriu os hábitos sensoriais, gestuais e imaginários através de outras forças, assumidamente distintas da força do automatismo em que na maioria das vezes, a vida urbana produz. E foi assim, que no atual processo de criação, com apoio do edital ProAC 04/2021, Produção e temporada de Espetáculos Inéditos de Dança, o grupo se acercou da ideia de criar uma babilônia, um labirinto a ser percebido muito mais pelos rolamentos, espirais e caminhos que as performers fazem durante o trabalho, do que materializar essa cidade no seu mapa arquitetônico. Preteriu-se fazer a partir de construções coreográficas, cujo movimento de queda, tontura e até mesmo enjoo, possam dar a perceber uma sensação de cidade em sua travessia, em um estado de vertigem, em que os cruzamentos das ruas e avenidas, também se mesclam com as encruzilhadas e cruzamentos de decisões, violências ou até pequenos gestos de afetividade que fazem parte da vida numa cidade superpovoada, repleta de encontros de mundos distintos, totalmente contraditória e efervescente.

Grupo MEIO

MEIO é um grupo dirigido e performado por Carolina Canteli, Everton Ferreira e Iolanda Sinatra e conta com a participação dos artistas Lucas Reitano, Maria Basulto e Nina Giovelli. Tem como foco atual pensar a dança enquanto campo ampliado, explorando sua intersecção com várias linguagens artísticas e técnicas, com o intuito de entender as diferentes camadas do entendimento de corpo e paisagem (corpo-paisagem). É essencial para o grupo o exercício de habitar a urbe, as ruas, os palcos e espaços cênicos com o mesmo comprometimento ético e estético, desejando revelar em atos coreográficos, possíveis modos de existir na cidade, com o intuito de reformular a compreensão da subjetividade imposta pelo senso de “normalidade”, criando outras ficções ou mesmo questionando as várias coreografias do dia a dia. Em maio de 2018, estreou a intervenção urbana de dança ‘180’ pela programação “Cartografia do Possível” do Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo. Ainda em 2018 foram selecionados no Circuito Vozes do Corpo 2018 e no Festival do Instituto de Artes 2018 com a mesma intervenção. Em novembro de 2019, realizaram a residência “Corpos-paisagens: corpos que atravessam os fluxos da cidade” no SESC Pinheiros, convidando os artistas da residência a performarem o trabalho ‘180’ no Largo da Batata – Pinheiros. No final de 2020, foram contemplados pelo 28º Fomento à Dança com o projeto “Corpos-paisagens: corpos que atravessam os fluxos da cidade”, projeto que foi executado de modo virtual por meio de ações de formação, investigação e criação artística. Nele, estrearam ‘Matérias ‘Movediças – ação acoplamento’, série episódica de 4 vídeos para 4 marcos históricos da cidade de São Paulo, a co-criação com artistas da residência que leva o nome do projeto, de 20 releituras de ‘180’, para o formato audiovisual e ‘Matérias Movediças’, um trabalho de dança audiovisual.

Serviço:

Babilônia

De 9 a 14 de agosto – terça a sábado às 20h e domingo às 19h no Galpão do Folias

Endereço: R. Ana Cintra, 213 – Santa Cecília, São Paulo – SP

Retirada de ingressos 1h antes

Entrada gratuita

Ficha Técnica

Direção artística e criação: Carolina Canteli, Everton Ferreira e Iolanda Sinatra

Criação e Performance: Everton Ferreira, Iolanda Sinatra, Maria Basulto e Nina Giovelli

Produção Executiva e Administrativa: Iolanda Sinatra

Assistente de Produção: Tetembua Dandara e Mariana Dias

Preparação Corporal: Paulo Carpino

Provocação Cênica: Deise de Brito

Iluminação e Automação: Marcus Garcia

Trilha sonora: Natália Francischini

Design Gráfico: Felipe Teixeira

Foto e vídeo: Lucas Reitano

Classificação: livre

Duração: 40 minutos

Instagram: @grupo_meio

Site: https://www.grupo-meio.com/.

(Fonte: Grupo Meio)

Concerto da Sinfônica de Indaiatuba apresenta obras de Mozart e Grieg

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Fotos: Felipe Gomes.

A Sala Acrísio de Camargo, em Indaiatuba (SP), recebe, no próximo dia 13, concerto gratuito do naipe de cordas da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba. A apresentação acontece às 20h, e traz obras de Mozart e Grieg. A direção artística e regência são do maestro Paulo de Paula.

As peças musicais escolhidas para a noite estabelecem um diálogo evidenciando semelhanças e diferenças a partir da sonoridade dos instrumentos de cordas. Para abrir o repertório, será executada a “Pequena Serenata Noturna”, composta por Wolfgang Amadeus Mozart, e seus quatro movimentos — Allegro, Romanze, Menuetto e Rondó.

Em seguida, é a vez da “Suíte Holberg”, escrita por Edvard Grieg para o bicentenário de nascimento de Ludvig Holberg, uma das figuras mais importantes da literatura dinamarquês-norueguesa tradicional. Com influências do período barroco, a obra tem cinco movimentos: Praeludium, Sarabande, Gavotte-Musette, Air e Rigaudon.

Cultura | Além de fomentar essa arte a partir de sua programação de concertos, a Sinfônica também desenvolve ações para incentivar o aprendizado em música. Em julho, aconteceu o Encontro Musical de Indaiatuba (EMIn), que recebeu mais de 200 estudantes de Indaiatuba e outras cidades do Brasil. Em sua 3ª edição, o evento trouxe 13 oficinas de diferentes instrumentos, incluindo práticas orquestrais e uma série de apresentações abertas à comunidade. Todas as atividades foram oferecidas de forma gratuita.

Como assistir | Para conferir o concerto do dia 13 basta apenas chegar com antecedência, pois a disponibilização dos lugares é por ordem de chegada. A apresentação é realizada pela Amoji (Associação Mantenedora da Orquestra Jovem de Indaiatuba) e Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e do ProAC (Programa de Ação Cultural de São Paulo). A Sala Acrísio de Camargo fica no Ciaei (Centro Integrado de Apoio à Educação de Indaiatuba), na Avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé, 3665 – Jardim Regina, Indaiatuba (SP).

Vídeo: Concerto Mozart e José Maurício – clique aqui.

Serviço:

Orquestra Sinfônica de Indaiatuba | Mozart e Grieg

Data: 13/8

Horário: 20h

Entrada gratuita

Local: Sala Acrísio de Camargo – Ciaei (Centro Integrado de Apoio à Educação de Indaiatuba)

Avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé, 3665, Jardim Regina, Indaiatuba (SP) – mapa aqui.

Sobre a Amoji | A Amoji (Associação Mantenedora da Orquestra Jovem de Indaiatuba) é responsável pela manutenção da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba, que vem se destacando por sua intensa atuação na divulgação e popularização da música orquestral, realizando anualmente mais de uma dezena de concertos gratuitos com participação de músicos do município de Indaiatuba (SP) e solistas de renome. Promove também o Encontro Musical de Indaiatuba (EMIn), que disponibiliza masterclasses para estudantes de música de todo o Brasil e uma programação cultural de concertos para a comunidade.

Site: www.orquestradeindaiatuba.org.br | Instagram: orquestrasinfonicadeindaiatuba | Facebook: orquestra.deindaiatuba.

(Fonte: Armazém da Notícia)

OMA Galeria recebe exposição do artista sergipano Nario Barbosa

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Nario Barbosa.

No próximo sábado, dia 13 de agosto, a OMA Galeria abre a exposição “Achados e Perdidos”, individual do artista sergipano Nario Barbosa.

Com texto crítico de Ícaro Ferraz, a mostra apresenta 15 trabalhos inéditos do artista: fotografias de objetos esquecidos em estações de trem e metrô da capital paulista. Utilizando linhas coloridas e agulha para bordar ponto a ponto sobre as fotografias, Nario destaca objetos do cotidiano, como chaves, óculos, alianças, ferramentas de trabalho, mas também, uma pia. A OMA é uma das 50 galerias parceiras da Nano Art Market – marketplace que comercializa e entrega obras de arte em nível nacional.

A mostra segue em cartaz até o dia 29 de outubro (OMA Galeria, Rua Pamplona, 1197, casa 4, Jardins – São Paulo, SP).

Sobre a Nano Art Market | A Nano acredita em um mercado de arte maior e mais acessível para todos. Por isso, propõe transformar, por meio da produção de conteúdo, a maneira como as pessoas se relacionam ao meio. Reúne em seu ecossistema, além dos marketplaces de obras físicas e digitais, a Escola Nano de Arte e Mercado, um completo editorial de arte e uma plataforma própria destinada a leilões de arte online. Em breve, terá um software para gestão de coleções e produtos financeiros atrelado ao mundo da arte, assim como um token próprio da Nano e a Nano Data para servir ao circuito de arte nacional. www.nanoartmarket.com.br.

(Fonte: Marrese Assessoria)