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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Theatro Municipal do RJ apresenta Noite de Música Francesa com a OSTM

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Lipe Portinho.

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta, em agosto, mais um concerto da Série Vozes 2022, uma homenagem à música francesa da segunda metade do século XIX. Com o patrocínio Ouro Petrobras e realização AATMRJ, o concerto “Noite de Música Francesa” acontecerá no dia 12, sexta-feira, às 19h, com a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal sob o comando do novo maestro Felipe Prazeres.

Vale ressaltar que o novo regente é tido como um dos músicos mais conceituados de sua geração, exercendo também a função de regente e spalla da Orquestra Petrobras Sinfônica, além de ser diretor artístico e cofundador da orquestra Johann Sebastian Rio, principal orquestra de câmara do Rio de Janeiro.

“Estamos muito felizes em celebrar importantes efemérides neste ano, também no campo da música francesa, com compositores da envergadura de Massenet e Lalo, com a estréia da Abertura de sua ‘Le Roi D’Ys’ no Rio de Janeiro, num concerto sob a regência de nosso novo Maestro, Felipe Prazeres e com os solistas Marcelo Salles e Gabriella Pace”, afirma o diretor artístico do TMRJ, Eric Herrero.

O Maestro Felipe Prazeres. Foto: Renato Mangolin.

“É realmente uma mistura de emoção e ansiedade o fato de fazer esta minha estreia como regente titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal. E olha a coincidência: minha filha, Nina, completa cinco anos, exatamente no mesmo dia do concerto. Então tem todo um simbolismo de nascimento e de esperança. Estou bem empenhado em fazer uma linda apresentação e que a gente possa passar para o público toda esta emoção”, ressalta Felipe Prazeres.

Para abrilhantar ainda mais a noite, dois solistas convidados: o violoncelista Marcelo Salles e o soprano Gabriella Pace.

A abertura da Ópera “Le Roy D’Ys”, de Edouard Lalo, que este ano é celebrado pelo 130º aniversário de falecimento, será executada pela primeira vez no Rio de Janeiro, seguida do “Concerto para Violoncelo N° 1”, de Camille Saint-Saëns, que estará a cargo do primeiro violoncelo da Sinfônica do Theatro Municipal do Rio, Marcelo Salles.

A segunda parte do programa é dedicada a árias francesas e trará um dos principais nomes brasileiros no canto lírico, Gabriella Pace, interpretando algumas das mais emblemáticas árias já compostas desse período como “Elle a fui, la tourterelle,” de “Os Contos de Hoffman”, de Offenbach. O programa terá ainda outra celebração: os 180 anos de aniversário de nascimento de Massenet com “Adieu notre petite table”, da ópera “Manon”, e fechará com “Me voilà seule dans la nuit, da ópera “O Pescador de Pérolas”, composta por Georges Bizet.

Soprano Gabriella Pace

A soprano Gabriella Pace. Foto: Heloísa Bortz.

Iniciou os estudos com o pai, Héctor Pace, e foi aluna de Leilah Farah e Pier Miranda Ferraro. Atualmente aperfeiçoa-se com Sylvia Sass. Vencedora do Prêmio Carlos Gomes 2010, Pace já colaborou com maestros como Lorin Maazel, Pier Giorgio Morandi, Isaac Karabtchevsk, Roberto Minczuk, Rodolfo Fischer, Luiz Fernando Malheiro e Fábio Mechetti. Das diversas personagens que já interpretou, destacam-se Jenůfa, Fiordiligi, Menina das Nuvens, Ilia, Pamina, Tytania, Eurídice e Adina. Frequentou vários festivais de música de câmara no Brasil e na Europa ao lado de grandes músicos, como os pianistas Bengt Forsberg, Gilberto Tinetti e David Kadouch. Gravou o CD “Ciclo Portinari e Outras Telas Sonoras”, do compositor brasileiro João Guilherme Ripper, e a “Canção do Amor”, de Villa-Lobos, junto à OFMG pelo selo Naxos.

Violoncelista Marcelo Salles

Iniciou-se no violoncelo com Emílio De César, estudando depois com Ataíde de Matos, Atelisa de Salles e A. Guerra Vicente. Na UniRio, bacharelou-se em violoncelo na classe do professor Alceu Reis. Fez cursos paralelos com Antônio Meneses e Márcio Carneiro. Atualmente é o primeiro violoncelo da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal RJ e integra a Orquestra Petrobras Sinfônica, assim como é do corpo docente do projeto socioeducacional de sua Academia Juvenil. Tocou como solista à frente de várias orquestras brasileiras e, como camerista, além de ser o violoncelista do Quarteto Bosisio, atuou em diversos conjuntos tanto no Brasil como no exterior, excursionando pela Europa (Itália, Dinamarca, França, Alemanha, Portugal e Noruega) e Estados Unidos (Washington e New York). Em sua discografia, destacam-se os CDs “Mosaico”, do Duo Salles, com obras inéditas para violino e violoncelo de cinco compositores brasileiros, e o CD “José Guerra Vicente – Obra Completa para Violoncelo e Piano”.

Maestro Felipe Prazeres

Um dos mais conceituados músicos de sua geração, Felipe Prazeres atua como regente e spalla da Orquestra Petrobras Sinfônica. Foi um dos criadores da Academia Juvenil, projeto educativo da OPES onde desenvolve um trabalho de orientação musical de cerca de 35 jovens músicos a cada ano, oriundos de projetos sociais. De 2014 a 2018, foi maestro assistente de Isaac Karabtchevsky. É diretor artístico e cofundador da orquestra Johann Sebastian Rio, principal orquestra de câmara do Rio de Janeiro e uma das mais promissoras do país. Atua ainda como spalla da Orquestra Sinfônica da UFRJ, onde também rege concertos desde 2013.

Na função de regente, esteve à frente de orquestras como a World Youth Symphony, na Itália, Orquestra Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra Sinfônica Nacional (OSN-UFF) e Camerata SESI. Foi o primeiro regente a dirigir uma sinfonia de Mahler com a Orquestra Sinfônica da UFRJ. Em 2018 esteve à frente dessa mesma orquestra na Ópera “A Flauta Mágica”, de Mozart. Na Johann Sebastian Rio, dirige concertos com repertório de todas as épocas, mas com especial atenção à música barroca.

Programa dia 12 de agosto – Noite de Música Francesa

Édouard Lalo

Abertura da Ópera Le Roi d’Ys

Camile Saint-Saëns

Concerto p/ Violoncelo Nº 1 em Lá menor

Árias de Óperas Francesas

Georges Bizet: O Pescador de Pérolas

Recitativo “Me voilà seule dans la nuit”; ária “Comme autrefois dans la nuit sombre”

Jacques Offenbach – Les Contes d’Hoffmann

Ária: “Elle a fui la tourterelle”

Jules Massenet – Manon

Recitativo: “Allons il le faut pour lui même”; ária: “Adieu, notre petite table”

Marcelo salles – violoncelo

Gabriela Pace – soprano

Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal

Direção artística: Eric Herrero.

Serviço:

Concerto Série Vozes – Noite de Música Francesa

Regência de Felipe Prazeres com a OSTM

Data: 12 de agosto – sexta-feira

Horário: às 19h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM

Patrocínio Ouro Petrobras

Lei de Incentivo à Cultura

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal

Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal

Os ingressos para Noite de Música Francesa da Série Vozes 2022 estarão à venda na plataforma Imply.

Preços:

Frisas e Camarotes – R$60 (ingresso individual)

Plateia e Balcão Nobre – R$40

Balcão Superior – R$30

Balcão Superior Lateral – R$30

Galeria – R$15

Galeria Lateral – R$15.

(Fonte: Assessoria de Imprensa TMRJ)

Indaiatuba apresenta 7ª edição da Mostra de Artes Cênicas

Indaiatuba, por Kleber Patricio

“Tú Está Feliz, País?” cerá encenada no dia 13. Foto: divulgação.

A sétima edição da Mostra de Artes Cênicas acontece ao longo do mês em Indaiatuba (SP) com a participação de 11 grupos locais em espetáculos infanto-juvenis e adultos, além de abertura e encerramento com atrações especiais. Os espetáculos acontecem no Centro de Artes e Esportes Unificado (CEU) do Jardim São Conrado, no Centro Cultural Hermenegildo Pinto (Piano) e na Sala Acrísio de Camargo, com entrada franca, e os ingressos devem ser retirados uma hora antes do início de cada peça. A realização é da Prefeitura de Indaiatuba por meio da Secretaria Municipal de Cultura.

Os objetivos da Mostra são promover a difusão de trabalhos de grupos de pesquisa continuada na área de artes da cena, contribuir para a formação de público e plateia no município, bem como fomentar o teatro em Indaiatuba. “As companhias e grupos de teatro de Indaiatuba vêm se destacando a cada edição da Mostra de Artes Cênicas e este ano não será diferente”, afirma a secretária municipal de Cultura, Tânia Castanho. “Ainda mais agora, que voltamos ao habitat natural do teatro, que é o palco, para alegria de todos os envolvidos neste projeto e também do público”.

Todos os espetáculos participaram de Edital de Chamamento Público e foram avaliados por uma curadoria externa contratada pela Secretaria Municipal de Cultura. Três profissionais avaliaram os seguintes critérios: qualidade artística e cultural, impacto cultural da proposta para o município, factibilidade, técnica e originalidade.

“Três monges e a rosa” será apresentada no dia 20. Foto: divulgação.

Integram a curadoria: André Mattos, aluno de Ruy Guerra no Curso Superior de Cinema da Universidade Gama Filho, é professor de Teatro na escola O Tablado, de Maria Clara Machado, e diretor da Fazenda da Arte Produções Artísticas Ltda. Foi assistente de direção de Domingos Oliveira, Chico Anysio e Maria Clara Machado.

Ricardo Kosovski é doutor em Comunicação e Cultura pela ECO/UFRJ, dedicando-se ao magistério como Professor Associado IV da Escola de Teatro da Unirio e da Pós-Graduação em Artes Cênicas da mesma universidade. É ator e diretor teatral.

José Dias é Mestre e Doutor pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Atualmente, é professor titular da Universidade do Rio de Janeiro e professor adjunto da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Workshop

André Mattos, Ricardo Kosovski e José Dias, com o reforço de Heder Braga, mestre em teatro e professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro, irão ministrar o workshop “Método Tabladiano”, que acontece dia 28 de agosto, das 9h às 16h, na Sala Acrísio de Camargo, no Centro Integrado de Apoio à Educação de Indaiatuba (Ciaei).

A participação é gratuita e deve ser confirmada neste link.

“Os Saltimbancos” será encenada no dia 5.

Teatro O Tablado, ou simplesmente O Tablado, é uma escola brasileira de teatro fundada em 1951 no Rio de Janeiro pela escritora e dramaturga brasileira Maria Clara Machado, que já formou mais de cinco mil profissionais em artes cênicas. Inicialmente foi uma companhia de teatro amador, com uma pequena estrutura utilizada para seus ensaios, que mais tarde se transformou em um grande centro de formação de atores.

Foi a companhia que ajudou a modernizar o teatro no Brasil. Apresentava-se para todos os públicos, mas sua especialidade eram peças infantis, a maioria de autoria de sua criadora, que desenvolvia textos e montagens de altíssima qualidade, até hoje encenados.

“Por meio de aulas de improvisação do Método Tabladiano, vamos desenvolver sensibilidade, movimentação cênica, corpo, voz, ideias de direção de arte, de produção”, conta André Mattos. “Trataremos sobre a produção de um espetáculo teatral, passando pela história da dramaturgia”.

Confira a programação da 7ª Mostra de Artes Cênicas de Indaiatuba:

5 de agosto (sexta-feira)

Grupo Emcantar, com Saltimbancos

20h – Sala Acrísio de Camargo (CIAEI)

Passados 45 anos desde a primeira adaptação da peça “Os Saltimbancos”, feita por Chico Buarque e apresentada ao público no Canecão (RJ) em 1977, a realidade e a fábula sobre a exploração dos animais por seus patrões ainda encontram muitos pontos em comum. Celebrando seus 25 anos, o Grupo Emcantar apresenta a versão dirigida por Rafael Michalichem, onde os conceitos de solidariedade, justiça e diversidade ganham voz por meio dos famosos personagens do jumento, da gata, do cachorro e da galinha.

Juntos, eles decidem se rebelar, ir à cidade e se tornar músicos. Para a sua peça, o Emcantar desenvolveu arranjos e interpretações próprias das canções popularmente conhecidas. Uma banda ao vivo embala o quarteto de animais que tem pela frente alguns dos grandes desafios da humanidade: superar as suas diferenças, trabalhar em equipe e, assim, alcançar a tão sonhada liberdade. Mas será que a união da bicharada conseguirá mudar o rumo de suas vidas?

O elenco conta com Ana Lopez, Luciene Andrade, Marco Aurélio Querubim e Viviane Rodrigues. A banda traz Carlim Ribeiro (Violão, Teclado e Acordeon), Carlos Júnior (Guitarra, Flauta Transversal e Trompete), Ivan Ribeiro (Bateria) e Sandoval Cortes (Baixo).

A direção musical é de Carlim Ribeiro. Figurino, maquiagem, cenografia e design gráfico são de Pablo Mendonça. A sonorização é de Ricardo Campos e a iluminação de Mario Leonardo. A produção executiva é de Ana Carla Cortes Teles.

6 de agosto (sábado)

T Art, com A Natureza Pede Ajuda

16h – CEU São Conrado

Conheça a história de Manu, uma menina que não ligava para o mundo ao seu redor, só queria saber do que fosse cômodo e fácil. Até que ela conhece seu Chico, um senhor que ensina a importância de cuidar do meio ambiente e de proteger os animais que correm risco de extinção. Assim, Manu vai aprender que todos precisamos nos preocupar com o meio ambiente e com os animais.

O elenco conta com Pah Regina, Dirley Paco, Dri Moraes, Hugo Renato e Udachi (Fábio Augusto). A sonoplastia e iluminação são de Jerry Reis, o roteiro e direção de Udachi, a maquiagem de Pah Regina, os figurinos de Camila Pádua Marcelino e Udachi e cenário de Hugo Renato.

Grupo de Teatro Espelho Cênico, com Chá da Tarde

19h30 – Piano

A peça fala sobre a velhice ao retratar um dilema familiar: um homem idoso que não consegue mais cuidar de sua esposa com Alzheimer toma a decisão de se mudar para uma casa de repouso e comunica a notícia para os filhos. A maneira como os filhos reagem e o desenrolar da trama trazem alguns subtemas como amor, relação entre pais e filhos e descaso. A peça busca incitar a reflexão: “você seria capaz de dedicar parte do seu tempo para cuidar de alguém?”.

No elenco estão Bruna Frari, Diego Souza, Ieda Gomes e Marcelo Cruz. O roteiro e a direção são de Paloma Dourado, que também é responsável pela sonoplastia e iluminação, junto com Diego Grego, que assina a produção. O cenário e o figurino foram criados pelo grupo.

7 de agosto (domingo)

Trupe Cênica Brasil, com O Mundo de Clara

16h – Piano

Peça infantil conta a história de Clara, uma garotinha filha de um empresário cuja empresa está poluindo um rio. Com ajuda de seus amigos duendes, Belinsk e Zelinsk e a Fada Azul, Clara vai tentar convencer seu pai da importância de se preservar a natureza. O espetáculo tem duração de 60 minutos e mistura realidade e fantasia para fazer com que o público reflita a respeito de valores e atitudes na formação das crianças.

Roteiro e direção são de André Chiaroni, que também integra o elenco ao lado de Janaina Chiaroni, Willian Lourenção e João Chiaroni. Mariana Magalhães e Gaby Souza são contrarregras, Gabriel Chiaroni é responsável por som e iluminação e a coordenação geral é de Conceição Chiaroni.

12 de agosto (sexta-feira)

Coletivo Fleuma com Como uma Metáfora

19h30 – Piano

“Como uma Metáfora” explora algumas das cenas mais absurdas e metafóricas do livro “On”, de Marcus Mazieri. Coloca em cena figuras excêntricas cujos diálogos transitam entre a procura de um consenso improvável sobre um assunto, o iminente fim do mundo, o silêncio necessário para o sono de um bebê, as raízes do abacate e a vida das abelhas. Entre desentendimentos e incompreensões, as personagens se revelam caricaturas deste início de século 21. Elas – que não revelam serem a mesma ou uma infinidade de pessoas – expõem as consequências trágicas e cômicas de uma sociedade hiperativa, hiperconectada e hiperansiosa.

A peça conta com direção de Fabio Pimenta, que também atua ao lado de Marcus Mazierie, responsável pelo texto e dramaturgia. Luz, som, câmera e projeção são de Kimberly Christie e Filipe França, que também comanda a cenografia. A sonoplastia é de Diego Angelini e Victor Simões Lobato.

13 de agosto (sábado)

Grupo de Teatro Enrolados, com Duende Dudu em Uma Aventura Especial

16h – CEU São Conrado

Em uma cidadezinha interiorana, duende Dudu e o jovem Joãozinho descobrem que o meio ambiente está chateado com a humanidade. Como se não fosse o bastante, eles enfrentam uma bruxa malvada que tenta pôr fim na população. Para salvar a cidade e toda sua história, Joãozinho e Dudu fazem planos mágicos, com um ingrediente pra lá de especial: o amor.

Júnior Grotto assina direção, roteiro, cenário, figurinos, composição das músicas e a operação de som e luz. O elenco conta com Danielle Caroline, Renan Farias, Leticia Ribeiro e Giovani Rebonato.

Grupo de Teatro Estrada, com Tú País, Está Feliz?

19h30 – Piano

Adaptação do texto de Antônio Miranda, este poemário é um encontro do poeta com seus fantasmas: a solidão, a saudade dos amigos que partiram, a reclusão, a revolta com o “sistema”, os amores impossíveis, a liberdade ou falta dela, como inseparável companheira. Poesia em busca da liberdade, nutrida pela solidão, perseguidora de esperanças, tem seu mérito em questionar-se por si mesma: Tu está feliz? Mas, acima de tudo, é um grito de rebeldia e esperança, de sangue jovem, disposto à luta e às batalhas diárias por seguir acreditando cada dia, no dia que virá.

O elenco conta com Vlademir Daniel, Raphaela Silva, Nando Almeida, Kellen Tobaldini e Douglas Lyra. A adaptação é de Vlademir Daniel e a direção é coletiva, assim como cenários, figurinos e maquiagem. A sonoplastia, iluminação e operação de luz e som são de André Lupércio.

14 de agosto (domingo)

Grupo de Teatro Fântaso, com Utopia S.A.

16h – Piano

Dentro de cada cabeça pensante, existe a Utopia S.A, empresa especializada na imaginação das crianças. Três atendentes recebem ligações com pensamentos e transformam cada pedido em realidade. Quando a cabeça começa a pensar, o alarme começa a tocar. Mas ultimamente as ligações estão se acabando e a criatividade quase não existe. Certa manhã, eles recebem um alerta diferente e têm que realizar um pensamento muito diferente e pra lá de especial.

Tiago Marcon e Márcio Guimarães assinam texto, direção, iluminação, cenografia, sonoplastia, maquiagem, figurino, músicas e composições. As coreografias são de Natália Pinezzi, o operador de som é Bruno Brito e a operação de luz são de Bruno Blanco e Vitória Santos.

19 de agosto (sexta-feira)

Grupo Anankê, com Romeu e Julieta

19h30 – Piano

Romeu Montecchio e Julieta Capuleto são jovens perdidamente apaixonados, mas que não podem usufruir desse amor em virtude da enorme rivalidade das suas famílias. Rivais, eles começam a viver um intenso amor proibido. “Romeu e Julieta”, o espetáculo que tem como tema a peça de William Shakespeare, não foi adaptado, mas é uma criação autônoma feita sobre a narrativa do autor inglês, cuja estrutura poética se apoia nos tipos populares, nos maravilhosos personagens grotescos que perambulam pelo mundo, de cidade em cidade, desde a Idade Média até os tempos atuais. Uma homenagem à perseverança e a superação de barreiras impostas ao artista, seja no passado, seja no presente, e certamente continuará a ser no futuro.

Baseado na obra homônima de William Shakespeare, a peça tem texto de Wagner Cintra, direção de Marli Lopes, orientação artística de Lucas Gonzaga e preparação vocal e musical de Olivia Gênesi. O cenário é de Chicó Ferreira, figurino de Lucas Gonzaga e operação de sonoplastia e luz de Clélio Santos. O elenco conta com André Almeida, Gisele Campos, Flávio Cardoso, Marli Lopes, Chicó Ferreira, Leonardo Kayan e Gabriel Kitzmann.

20 de agosto (sábado)

Cia. Teatral Matéria Prima, com Menina Alice em Defesa do Meio Ambiente

16h – CEU São Conrado

Conheça a Menina Alice, uma garotinha protetora do meio ambiente, e seu amigo Caramelo, um cãozinho muito esperto e fiel, mas também um pouco atrapalhado. A aventura começa quando ela se prepara para cuidar do seu jardim e descobre que ele está todo destruído. Muito triste, mas sem desaminar, ela e seu amigo Caramelo começam a procurar explicações para o que teria acontecido. Resolvem chamar o Professor, um personagem muito inteligente e agitado que adora ensinar sobre o meio ambiente e sobre como ajudar a preservar a natureza. Assim eles descobrem o Sr. Sujeira, uma representação de todas as pessoas que não respeitam a natureza. Juntos, eles irão aprender uma importante lição.

O elenco conta com Jeniffer Mendes, Pedro Mathias, Dartagnan Bertelli e Gerê Canova, que também é autor do espetáculo. O figurino é de Zenaide Baroni, o cenário de Marcelo Rosa, a coreografia de Jeniffer Mendes, a concepção de luz, trilha sonora e sonoplastia de Gerê Canova e a maquiagem é do grupo. As músicas são de Gerê Canova, interpretadas por Maria Clara, com arranjos de Gerson Lima, da Pal G Studio.

SLEZ, com Três Monges e a Rosa

19h30 – Piano

A trama se passa em um longínquo mosteiro, onde vivem 3 monges. Irmão Paulo, que se diz italiano, é um líder autoritário que não admite contradição, mas quando se trata do Bispo, as coisas mudam. Junto com ele, seus subordinados, Irmão Cosmi, um homem bondoso que sempre vê o lado bom das coisas e Irmão Marcus, um nordestino arretado muito esperto. Tudo vai bem, porém com a chegada de uma visita inesperada, tudo pode se transformar em suas vidas.

Texto e direção são de Elias Raimundo dos Santos, que integra o elenco com Leandro Alves, Ronaldo Zuppa e Sandra Alves. A sonoplastia e iluminação são de Tacau Almeida. O figurino é de Lúcia Braz. Produção e cenário são do grupo.

21 de agosto (domingo)

Grupo Diversão e Magia, com O Menino que Cuidava do Mundo

16h – Piano

Em um reino mágico tão tão distante, uma rainha recebe informações de que uma cidade do interior conhecida como Indaiatuba está sob ameaça de uma vilã. Então ela manda duas fadas à cidade sem magia para ajudarem um menino que vive preocupado com o meio ambiente, Joca, que mora com a mãe e está sempre pensando em preservar o meio ambiente e toda sua cidade. Será que juntos eles poderão salvar a cidade das maldades da vilã?

O elenco conta com Bruna Sampaio, Maria Eduarda, Giovanna Ragazini, Leticia de Siqueira, Victor Basilio e Giovanna Quitzau. Direção, roteiro, cenário, figurinos e operação de som e luz são de Mauricio Rezitano

27 de agosto (sábado)

André Mattos, com Dedé Show

20h – Sala Acrísio de Camargo (Ciaei)

Dedé Show é um evento especial com um dos mais renomados atores brasileiros: André Mattos. Um show de humor e emoção, onde André passeia pelos principais personagens de uma carreira consagrada, conjugada com sua própria história de vida: família, amores, trabalho e júbilos e também algumas poucas lágrimas.

Confira trabalhos marcantes de André sob a tutela de Chico Anísio, Domingos Oliveira, José Padilha, Maria Clara Machado, Murilo Salles e outros grandes artistas que proporcionaram ao ator realizações inesquecíveis no teatro, cinema e TV. Vamos reencontrar toda essa gente em Dedé Show. O roteiro é de André Mattos, com direção de Ricardo Kosovski, direção de arte de José Dias e música de Ary Sperling.

Endereços:

CEU do Jardim São Conrado: Rua Jordalino Pietrobom, 1.300

Centro Cultural Hermenegildo Pinto (Piano): Av. Eng. Fabio Roberto Barnabé, 5.924 – Jardim Morada do Sol

Sala Acrísio de Camargo (Ciaei): Av. Eng. Fábio Roberto Barnabé, 3.665 – Jardim Regina.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Instituto Anelo lança produções audiovisuais de música instrumental

Campinas, por Kleber Patricio

Trompetista Henrique Manchuria e grupo. Foto: Marlon Rissatto.

O Núcleo de Orientação de Carreira (NOC) do Instituto Anelo lança em agosto quatro produções audiovisuais de músicos ligados à instituição, uma associação sem fins lucrativos que há 22 anos oferece aulas gratuitas de música na região do Distrito do Campo Grande, em Campinas (SP). As estreias serão sempre aos sábados, às 17 horas, simultaneamente no Facebook, Instagram e YouTube.

Os lançamentos, todos de música instrumental, são os seguintes: “Esperança”, com o Trio Mangabeira (6 de agosto); “Sem Perder Tempo”, composição de Marcelo Louback (13 de agosto); “Recomeço”, de Jéssica Rodrigues (20 de agosto); e “Chá de Jasmim”, de Henrique Manchuria (27 de agosto).

Sob coordenação de Guilherme Ribeiro, o NOC foi criado em 2021 com o objetivo de auxiliar os músicos do Anelo – sejam eles professores, colaboradores ou parceiros – no desenvolvimento de suas carreiras, o que inclui a possibilidade de gravar suas composições no estúdio do Instituto e a produção de um videoclipe.

O Trio Mangabeira. Foto: Marlon Rissatto.

Além das quatro produções que estreiam agora em agosto, o NOC já lançou três videoclipes este ano: dois de música instrumental (“Clareia”, de Julia Mazzotti Toledo, e “O Terceiro Trem”, de Vinicius Corilow) e um de música popular brasileira (“Cortinas de Sal”, de Josimar Prince). Todos podem ser assistidos no canal do Instituto Anelo no YouTube.

Estreias

“Esperança”, que abre a segunda série de estreias do NOC, é uma composição coletiva do Trio Mangabeira, formado por Josias Teles (baixo), Isac Lima (bateria) e Renan Augusto (guitarra). Segundo Renan, a música nasceu no auge da pandemia de Covid-19, quando todos tinham a esperança de que as coisas em breve voltariam a ficar pelo menos próximas do normal – daí o nome da composição. “No clipe, todos estão de branco, já que o branco é uma cor de esperança, de leveza, de paz”, explica Renan.

O Trio Mangabeira é um dos grupos artísticos do Instituto Anelo. Foi formado em 2019, porém, seus integrantes, que são amigos de longa data, tocam juntos há bastante tempo. A proposta do grupo é unir a identidade musical de cada um em prol de uma única e nova sonoridade, fincada na diversidade da música brasileira. Os três são músicos profissionais e, além do Mangabeira, participam de outras formações no escopo musical do Anelo.

Trompetista Jéssica Rodrigues e grupo. Foto: Marlon Rissatto.

“Sem Perder Tempo”, de Marcelo Louback, é um frevo instrumental moderno, tanto na harmonia quanto no compasso, o que o distingue de um frevo tradicional, segundo explica o compositor. “A gente tende a se envolver muito fácil com as coisas hoje em dia e acaba perdendo muito tempo. Quando eu fiz essa música, eu foquei muito, com o pensamento de não perder tempo. Saiu essa composição e já veio o nome, ‘Sem Perder Tempo’, que tem tudo a ver com frevo, que é algo rápido e forte, decisivo”, conta.

Marcelo Louback é saxofonista, flautista, compositor e arranjador. Com formação clássica e popular, participou, ao longo de sua carreira como músico profissional, de festivais, gravações, programas de TV e espetáculos de teatro – entre eles, “O Beijo da Mulher Aranha”, com Claudia Raia. Também já se apresentou com artistas como Chico César, Mônica Salmaso, Mazinho Quevedo e Toquinho, entre outros. No Instituto Anelo, Louback faz parte da Orquestra Anelo e do Anelo 6teto.

“Recomeço”, da trompetista Jéssica Rodrigues, tinha outro nome quando composta: ‘Semestre’. Ela conta que a música foi composta como um trabalho de finalização de semestre na aula de Improvisação, quando cursava o segundo ano de Bacharelado em Música na Faculdade Souza Lima, de São Paulo. “Na época, achei que era uma música muito doida e que representava bem o semestre. Apresentei o trabalho e passei de ano”, lembra. Porém, à época do recital de conclusão de curso, ela fez algumas alterações no tema e percebeu que a música tinha muito mais significados do que apenas um semestre da faculdade. “Assim, mudei o nome para Recomeço”, conta Jéssica, que gravou pela primeira vez uma composição própria.

O saxofonista Marcelo Louback. Foto: Edis Cruz.

Aliás, a escolha dessa música para representá-la no NOC não foi aleatória: em 2022, Jéssica trocou São Paulo por Campinas para se dedicar ao trabalho no Instituto Anelo, onde é professora de trompete e de Prática de Banda, participa da Orquestra Anelo e coordena a agenda de eventos da instituição.

“Chá de Jasmim”, do trompetista Henrique Manchuria, encerra essa série de estreias. Segundo ele, a composição foi inspirada em conversas com uma amiga de longa data, com quem costumava sentar para tomar um chá (de jasmim) e ficar divagando sobre a vida. “A música traz esse lugar das nossas conversas. Começa com um tema até tenso, colocando as pautas da conversa na mesa, os questionamentos e as dúvidas, sempre com esse clima de tensão e relaxamento. Aí entram os solos, que meio que ilustram essa divagação de duas pessoas conversando. No final, traz um novo tema, que seria a resolução dessa conversa, para fechar com o tema inicial”, diz. Afinal, completa Manchuria, toda divagação, apesar de ter uma resolução, sempre deixa um questionamento para a próxima conversa.

Formado em trompete pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Manchuria já trabalhou com artistas consagrados como DjDuh, Emicida, Rashid, Drika Barbosa, Zeca Baleiro, Bivolt, NaveBeatz, Inquérito, Liége e Silvanny Sivuca. Atualmente, é produtor geral do canal de clipes musicais Mancha Sessions e participa da direção do Instituto Margem Cultural, que visa trazer para a cena musical artistas da periferia de Campinas e região. Também faz parte da Orquestra Anelo.

O Instituto Anelo

Fundado em 10 de maio de 2000, o Instituto Anelo é um projeto intergeracional que já atendeu, ao longo de 22 anos de atividades, mais de 10 mil alunos em seus projetos. Alguns deles tornaram-se músicos profissionais e professores, inclusive lecionando na própria instituição.

Atualmente, o Anelo trabalha com os seguintes projetos:

– Brincando com os Sons – Iniciação musical para crianças a partir de 5 anos;

– Instrumentos Orquestrais – Ensino de violino, sopros de madeira e de metais, para crianças, adolescentes e jovens a partir de 8 anos;

– Instrumentos Diversos – Ensino de instrumentos de cordas dedilhadas, percussivos e de teclas a crianças a partir de 8 anos, adolescentes e adultos;

– Práticas Musicais Coletivas – Compreende os coros Infantil, Juvenil e Adulto, Grupo de Sanfona, de Violão e de Percussão; e

– Práticas de Conjunto – Práticas de Banda e Orquestra Iniciante com a participação de alunos (adolescentes, jovens e adultos) de diferentes instrumentos.

Além disso, tem a própria big band, a Orquestra Anelo, e conta com grupos artísticos formados por professores e colaboradores do projeto que representam a instituição em eventos e festivais.

Patrocínio | O projeto Instituto Anelo: Música e Cidadania – Plano Anual 2022 tem como patrocinadora master a CPFL Energia, por meio de parceria com o Instituto CPFL, e também conta com patrocínio da Unimed Campinas, CI&T e Instituto Omni, via Lei Federal de Incentivo à Cultura e Programa de Ação Cultural – ProAC/ICMS. O Instituto Anelo também conta com o apoio da Associação Beneficente Maria e Tsu Hung Sieh e do Instituto Robert Bosch.

Serviço:

Lançamento de vídeos do Núcleo de Orientação de Carreira (NOC)

Quando: Dias 6, 13, 20 e 27 de agosto de 2022

Horário: 17 horas

Plataformas:

YouTube (youtube.com/institutoanelooficial)

Facebook (facebook.com/institutoanelo)

Instagram (@institutoanelo)

PROGRAMAÇÃO

6/8/2022

Música: Esperança

Composição: Trio Mangabeira

Arranjo: Trio Mangabeira

Direção geral: Guilherme Ribeiro

Produção executiva: Jéssica Rodrigues

Captação de áudio: Deivyson Fernandez e Romulo Oliveira

Mixagem e masterização de áudio: Fernando Baeta

Captação de imagens e edição de vídeo: Marlon Rissatto

Músicos:

Isac Lima (bateria)

Josias Teles (baixo)

Renan Augusto (guitarra)

13/8/2022

Música: Sem Perder Tempo

Composição: Marcelo Louback

Arranjo: Marcelo Louback

Direção geral: Guilherme Ribeiro

Produção executiva: Jéssica Rodrigues

Captação de áudio: Deivyson Fernandez e Romulo Oliveira

Mixagem e masterização de áudio: Fernando Baeta

Captação de imagens e edição de vídeo: Marlon Rissatto

Músicos:

Marcelo Louback (saxofone)

Guilherme Ribeiro (acordeon)

Josias Teles (baixo)

Josimar Prince (violão)

Léo Pelegrin (bateria)

20/8/2022

Música: Recomeço

Composição: Jéssica Rodrigues

Arranjo: Jéssica Rodrigues

Direção geral: Guilherme Ribeiro

Produção executiva: Jéssica Rodrigues

Captação de áudio: Deivyson Fernandez, Felipe Gondim e Romulo Oliveira

Mixagem e masterização de áudio: Fernando Baeta

Captação de imagens e edição de vídeo: Marlon Rissatto

Músicos:

Jéssica Rodrigues (trompete)

André Kusmitsch (piano)

Guilherme Ribeiro (efeitos)

Gustavo Fonseca (baixo)

Lorenzo Flammia (guitarra)

Paulo Mathias (saxofone tenor)

Vinícius Teixeira (bateria)

27/8/2022

Música: Chá de Jasmim

Composição: Henrique Manchúria

Arranjo: Henrique Manchúria

Direção geral: Guilherme Ribeiro

Produção executiva: Jéssica Rodrigues

Captação de áudio: Deivyson Fernandez, Felipe Gondim e Romulo Oliveira

Mixagem e masterização de áudio: Henrique Manchuria

Captação de imagens e edição de vídeo: Marlon Rissatto

Músicos:

Henrique Manchuria (trompete)

Filipe Lapa (bateria)

Henrique Simas (baixo)

Julia Toledo (piano).

Saiba mais:

Mais informações sobre o Instituto Anelo: anelo.org.br

Redes sociais: facebook.com/institutoanelo | Instagram: @institutoanelo | YouTube: Instituto Anelo Oficial | Twitter: @AneloInstituto | LinkedIn: Instituto Anelo

(Fonte: Lalá Ruiz Assessoria de Imprensa)

Quinta do Olivardo promove noite portuguesa inspirada na região da Bairrada

São Roque, por Kleber Patricio

O Bacalhau à Bairrada. Foto: divulgação.

A Quinta do Olivardo, tradicional restaurante de gastronomia portuguesa localizado em São Roque, na Rota do Vinho, prepara uma noite para lá de especial neste sábado, dia 6 de agosto, a partir das 19h, para celebrar o lançamento do Vinho dos Mortos Malbec.

Um cardápio todo especial foi pensado para comemorar, com pratos tradicionais da região da Bairrada, em Portugal. Entre os destaques está o Leitão à Bairrada, que é assado lentamente com técnicas artesanais que remetem a 1743. O restaurante possui uma estrutura completa montada somente para a elaboração dessa iguaria, seguindo à risca a regra do preparo, tempero e forma de servir utilizados em Portugal.

Outra opção é o Bacalhau à Bairrada, que não faz parte do cardápio da Quinta do Olivardo, mas que chega para abrilhantar a noite dedicada a essa região.

Para completar a festa, a fadista Ciça Marinho encanta com a sua voz e as tradicionais músicas portuguesas.

Mais informações e reservas pelo WhatsApp (11) 97088-5401.

Serviço:

Lançamento Vinho dos Mortos Malbec

Data: 6 de agosto, a partir das 19h

Quinta do Olivardo – São Roque

Segunda a domingo, das 10h às 17h

Encomendas: WhatsApp (11) 97088-5401

Estrada do Vinho, km 4 – São Roque, SP

Instagram: @quintadoolivardo.

(Fonte: Maxima SP)

Indígenas são tema de exposição fotográfica no SESI Amoreiras

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: Dani Sandrini.

O Espaço Galeria do SESI Campinas Amoreiras recebe, a partir desta quinta, 4 de agosto, a exposição “Terra Terreno Território”, da fotógrafa e artista visual Dani Sandrini. Com visitação gratuita e acessibilidade, a exposição traz obras com audiodescrição e peças táteis.

No evento de abertura, nesta quinta, às 19h30, o público participa de bate-papo com a presença da artista, do indígena Netuno Borum Krekmun (artesão e liderança indígena) e de Wagner Souza e Silva (curador da exposição).

Com o objetivo de provocar reflexões sobre como é ser indígena nas grandes cidades, no século XXI, Dani Sandrini utiliza duas técnicas de impressão fotográfica do século XIX. As imagens foram captadas na Grande São Paulo, em aldeias indígenas (onde predomina a etnia Guarani) e no contexto urbano (que abriga aproximadamente 53 etnias), durante o ano de 2019.

Foto: Beto Assem.

“Terra Terreno Território” é composta por dois agrupamentos fotográficos. No primeiro, a impressão é feita artesanalmente em papéis sensibilizados com o pigmento extraído do fruto jenipapo (o mesmo que indígenas usam nas pinturas corporais). E, no segundo, diretamente em folhas de plantas (taioba, singônio, malvavisco, amora e batata doce). Os processos – chamados de antotipia e fitotipia, respectivamente – se dão artesanalmente, por meio da ação da luz solar, em tempos que vão de três dias a cinco semanas de exposição.

As imagens fotográficas – de tamanhos que variam entre 10×15 a 50x75cm – trazem uma temporalidade inversa à prática fotográfica vigente, da rapidez do click e da imagem virtual. “O tempo de exposição longo convida à desaceleração para observar o entorno com outro tempo e sob outra perspectiva. Como a natureza, onde tudo se transforma, esses processos produzem imagens vivas, uma referência à permanente transformação da cultura indígena, que não ficou congelada 520 anos atrás”, reflete a artista.

A delicadeza do processo orgânico traz também uma consequente fragilidade para as fotografias com a passagem do tempo. A artista explica que “dependendo da incidência de luz natural diretamente na imagem, por exemplo, pode levá-la ao apagamento”. Sandrini considera esta possibilidade como um paralelo ao apagamento histórico que a cultura indígena vem sofrendo em nosso país. Ela diz que “a proposta favorece também a discussão acerca da fotografia com seu caráter de memória e documento como algo imutável, ampliando seus contornos e podendo se vincular ao documental de forma bem mais subjetiva. A certeza é a transformação. A foto não congela o tempo. Os suportes que aqui abrigam as fotografias geram outros significados”, reflete.

Foto: Dani Sandrini.

Com “Terra Terreno Território”, a fotógrafa alerta para a necessidade de compreender a cultura indígena para além dos clichês que achatam a diversidade do termo. “Aqui, a intenção é exatamente oposta: é desachatar, lembrar que muitos indígenas vivem do nosso lado e nem nos damos conta. Já se perguntaram o porquê de essa história ter sido apagada?”, comenta Dani que, no projeto, fotografou pessoas de diversas etnias, oriundas de várias regiões do país, ora posando para um retrato ora em suas rotinas, suas atividades, seus eventos, rituais ou celebrações.

“Terra Terreno Território” nasceu do projeto Darueira, em 2018, contemplado no 1° Edital de Apoio à Criação e Exposição Fotográfica, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo por meio da Supervisão de Fomento às Artes. Realizado em 2019, ganhou exposição na Biblioteca Mario de Andrade de outubro a dezembro. Em 2020 (no formato online, devido à pandemia), a exposição passou pela Galeria Municipal de Arte do Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes (Chapecó/SC), Cali Foto Fest (Colômbia) e Pequeno Encontro de Fotografia (Olinda/PE). Em 2021, integrou o Festival Photothings (exposição online no metrô de São Paulo, ensaio escolhido para integrar a Coleção Photothings). Em 2022, além da circulação por unidades do SESI São Paulo, foi selecionada para a Exposição Latinas en París (Fotografas Latam, Fundación Fotógrafas Latinoamericanas).

Foto: Bruna Bombarda.

Dani Sandrini | Fotógrafa e artista visual, a paulistana Dani Sandrini desenvolve projetos documentais e artísticos desde 2014, apesar de ser fotógrafa comercial desde 1998. A depender do projeto e suas singularidades, sua fotografia é colocada nas telas ou papéis, mas também pode conter outros elementos que adicionam significados à imagem final, bem como camadas extras de subjetividade. Pesquisa o entrelaçamento de materiais e suportes com a imagem fotográfica e a ação do tempo sobre a mesma. Dani tem experiência em processos fotográficos alternativos e desenvolve projetos utilizando impressão por transferência, fotografia estenopeica, cianotipia, antotipia e fitotipia.

Serviço:

Exposição: Terra Terreno Território

Artista: Dani Sandrini

Abertura: 4 de agosto – quinta, às 19h30

Bate-papo: Dani Sandrini, Netuno Borum Krekmun e Wagner Souza e Silva

Local: Espaço Galeria

Temporada: 5 de agosto a 1º de outubro de 2022

Horário: terça a sábado – das 9h às 11h e das 14h às 20h, exceto feriados

Visitação gratuita – Classificação: Livre.

Acessibilidade: piso tátil, audioguia, 5 obras táteis e 10 obras com audiodescrição

Agendamento escolar e de grupos: caccampinas1@sesisp.org.br.

SESI Campinas Amoreiras

Avenida das Amoreiras, 450 – Parque Itália, Campinas/SP

Tel: (19) 3772-4100 | https://campinasamoreiras.sesisp.org.br/.

(Fonte: Verbena Assessoria)