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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Curso de extensão oferecido pela Unicamp com participação da Viva e Deixe Viver forma contadores de histórias

Campinas, por Kleber Patricio

Contação de Histórias em Hospitais. Foto: divulgação.

A Viva e Deixe Viver, associação que congrega 1,3 mil voluntários contadores de histórias para crianças em 85 hospitais do País, e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), por meio do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL), irão se unir para realização do curso de extensão “A arte de contar histórias e o lúdico no âmbito da saúde e educação”, que irá formar novos contadores. Em formato semipresencial, o aluno terá contato com diversas narrativas ficcionais infantis e irá aprender técnicas de contação de histórias, estudando aspectos como uso da linguagem e da voz, expressão facial e corporal e uso de recursos auxiliares, entre outros.

Para participar, é preciso ter completado o Ensino Médio. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até 8 de outubro no site da ExteCamp (clique aqui). No total, a carga horária do curso será de 38 horas, divididas entre atividades presenciais (20 horas teóricas e 8 horas práticas) e online (5 horas teóricas e 5 horas práticas). Além da grade regular, serão oferecidas atividades complementares, como o Viva ON e Domingueiras, cursos e atividades oferecidas através de projetos incentivados pela Associação Viva e Deixe Viver. As aulas começam em 15 de outubro e seguem até 03 de dezembro.

“Pesquisas recentes mostram que ouvir histórias faz bem para crianças e adolescentes hospitalizados. Em apenas 30 minutos, o estresse diminui e a sensação de bem-estar aumenta. Com a prática, os contadores também são beneficiados. Por isso, aprender a contar histórias e suas técnicas é tão importante”, explica Márcia Abreu, professora do Departamento de Teoria Literária do IEL e responsável pelo curso.

Pesquisa com crianças e adolescentes hospitalizados – Conduzida pelo físico Guilherme Brockington, doutor em educação e com pós-doutorado em neurociências, professor da Universidade Federal do ABC (UFABC) e por Márcia Abreu, professora titular do Departamento de Teoria Literária da Unicamp, o estudo contará com a participação de médicos e também de alguns dos alunos formados no curso de extensão. O estudo medirá o impacto que a contação de histórias infantis pode causar sobre o estado emocional e o nível de estresse de crianças.

Alunos no Curso de Extensão. Foto: Pexels.

“Qualquer um que já contou ou ouviu uma boa história é capaz de sentir seus impactos. Até a pesquisa que realizamos em 2021, havia apenas evidências anedóticas desses impactos. Entretanto, conseguimos mostrar que, com apenas 30 minutos de contação de histórias, pode-se impactar psicológica e fisiologicamente crianças hospitalizadas, com mudanças importantes nos níveis de marcadores biológicos, como ocitocina e cortisol, e psicológicos, como escala de dor e respostas emocionais”, afirma Guilherme Brockington.

A pesquisa é similar à conduzida, em 2021, pelo Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e da Universidade Federal do ABC (UFABC), em parceria com a Associação Viva e Deixe Viver (Viva), que evidenciou, pela primeira vez, que o ato de contar histórias é capaz de trazer benefícios fisiológicos e emocionais para crianças que se encontram em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

Neste estudo, previsto para ser iniciado em janeiro de 2023, haverá como complemento o comparativo dos impactos de crianças hospitalizadas na rede pública e privada. Também serão estudados os efeitos do contato com tipos diversos de histórias (simples e complexas, em verso ou em prosa) e da presença de uma pessoa que narra. “Não temos dúvidas de que os resultados serão surpreendentes. No primeiro estudo, comprovamos que a contação de histórias exerce certa influência, porque as crianças ficavam menos amedrontadas e tristes e se tornavam mais colaborativas, por exemplo, aceitando realizar um exame que antes não queriam fazer”, encerra Valdir Cimino, fundador da Viva e Deixe Viver.

Serviço:

Curso de extensão- “A arte de contar histórias e o lúdico no âmbito da saúde e educação”

Data: 15 de outubro a 3 de dezembro

Valor: R$380,00 (desconto para alunos da Unicamp e professores da Unicamp e Rede Pública de Ensino)

Formato: semipresencial oferecido pela Unicamp e Viva Deixe Viver

Inscrições até 8 de outubro: https://www.extecamp.unicamp.br/dados.asp?sigla=%8Eg%D5%C2%5E%E1%DB%9F&of=%F7%12%A8.

Sobre a Associação Viva e Deixe Viver | Fundada em 1997 pelo paulistano Valdir Cimino, a Associação Viva e Deixe Viver é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) pioneira em diversas frentes e políticas públicas. Por meio da arte de contar histórias, forma cidadãos conscientes da importância do acolhimento e de elevar o bem-estar coletivo, a partir de valores humanos como empatia, ética e afeto.  A entidade também é referência em educação e cultura, por meio da promoção de atividades de ensino continuado. Nesse sentido, conta com o canal Viva Eduque, espaço criado para a difusão cultural, educacional e gestão do bem-estar para toda a sociedade. Hoje, além dos 1.357 fazedores e contadores de histórias voluntários, que visitam regularmente 85 hospitais em todo o Brasil, a Associação conta com o apoio das empresas Safran, UOL, Banco Daycoval, Expressa Medicamentos, Flexicotton, Daviso, Montana, CCS e Pfizer.

(Fonte: LF & Cia Comunicação Integrada)

Livraria da Vila recebe lançamento de livros da Companhia dos Fermentados e feira de produtores artesanais

São Paulo, por Kleber Patricio

Fernando Goldenstein Carvalhaes e Leonardo Alves de Andrade, fundadores da Cia dos Fermentados. Foto: Ding Musa.

No dia 1º de outubro, a Livraria da Vila da Fradique Coutinho, na Vila Madalena, recebe o lançamento dos livros “Fermentação à brasileira” e “Açuçar, álcool e vinagre”, escritos por Fernando Goldenstein Carvalhaes e Leonardo Alves de Andrade, fundadores da Cia. dos Fermentados, empresa que resgata as técnicas de conservação e transformação dos alimentos por meio da fermentação. As publicações apresentam uma pesquisa que perpassa pelos tradicionais e já conhecidos alimentos fermentados, como pão, cerveja, vinho, chocolate, queijo, missô, shoyu e visa aplicar essas técnicas em ingredientes brasileiros e locais.

Com um total de 89 receitas, “Fermentação à brasileira”, traz o registro e a divulgação de técnicas antigas de produção e conservação de alimentos. Neste livro, o leitor vai aprender de forma simples, clara e objetiva, a teoria e a prática para fazer em casa kombuchas, refrigerantes naturais, conservas, vinagres, cervejas selvagens e muito mais.

Foto: divulgação.

No livro, “Açucar, Álcool e Vinagre”, ricamente adornado por fotos e ilustrações, será possível conhecer os vínculos entre o açúcar, o álcool e o vinagre e como produzir doces, geleias, picles, xaropes, tinturas, licores e vermutes com uma profusão de técnicas relacionadas. São mais de 260 receitas autorais inéditas do autor, somadas às de mais de 50 convidados ilustres, que além de receitas trazem também contos relacionados às suas experiências de vida dedicadas ao tema.

Durante o lançamento, também acontece a Feira dos Produtores Artesanais, promovida pela Companhia dos Fermentados, que oferecerá degustação de produtos como vinhos selvagens, sidras, hidromel, kombucha e comidinhas fermentadas, que estão relacionados ao universo dos dois livros. O evento conta ainda com a participação dos alunos do curso de gastronomia da faculdade Anhembi Morumbi, que irão produzir canapés a partir de alimentos fermentados dos expositores e da Companhia dos Fermentados.

Gratuita e aberta ao público, os interessados em se aprofundar sobre o tema poderão participar de uma Aula Aberta com os autores, sobre fermentação de bebidas e comidas, que acontece no auditório da Livraria da Vila.

Para participar, basta acessar o link www.fermentabrasil.com.br e confirmar presença.

Foto: divulgação.

Sobre a Livraria da Vila | Com 37 anos de mercado, a Vila conta com dezoito lojas, sendo quatorze em São Paulo, duas no Paraná, uma em Brasília e, agora, Ribeirão Preto. A Livraria da Vila busca cada vez mais se consolidar no cenário editorial e apresentar-se como um espaço acolhedor, receptivo e democrático. Muito mais do que um lugar que reúne grandes obras da literatura – são mais de 200 mil títulos em seu acervo, continuamente atualizado –, a Livraria da Vila se preocupa em participar ativamente das comunidades que cercam suas unidades, tornando-se ponto de encontro dos amantes dos livros, da literatura, da música, das artes e da diversidade.

Serviço:

13h às 14h – Aula Aberta | Tema: Fermentação de bebidas e comidas

Fernando Goldenstein Carvalhaes e Leonardo Alves de Andrade

Data: 1/10

Local: Auditório da Livraria da Vila Fradique Coutinho– vagas limitadas – 40 pessoas.

(Rua Fradique Coutinho, 915 – Pinheiros – São Paulo/SP)

14h às 17h00 – Sessão de Autógrafos | Feira de Produtores Artesanais

Livros: Fermentação à brasileira e açúcar, álcool e vinagre

Autores: Fernando Goldenstein Carvalhaes e Leonardo Alves de Andrade

Gratuito – confirmar participação: www.fermentabrasil.com.br.

(Fonte: a4&holofote)

Segunda edição da Mostra de Filmes de Indaiatuba reúne sete produções na Tulha do Casarão

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Paulo Miklos estrela ‘Dá Licença de Contar’, sobre Adoniran Barbosa. Imagem: divulgação.

A Secretaria de Cultura de Indaiatuba acaba de lançar o Cine Cultura, criado com o objetivo de fomentar e difundir a cultura cinematográfica. Dentro deste novo projeto estão a parceria com o Museu da Imagem e do Som (MIS), do Governo do Estado de São Paulo, por meio do Pontos MIS, e a segunda edição da Mostra de Filmes de Indaiatuba, que acontece de 26 a 29 de setembro, na Tulha do Casarão Cultural Pau Preto.

O Cine Cultura visa fomentar ações no campo audiovisual no município e disponibilizar ao público produções diversas, das mais variadas metragens, desenvolvendo a capacidade de observação crítica e estimulando a reflexão. O projeto conta com o apoio do Pontos MIS, presente em mais de 100 municípios do interior, litoral e regiões metropolitanas do Estado de São Paulo. Em Indaiatuba, o projeto exibe filmes gratuitamente todas as quintas e sábados, na Tulha do Casarão.

Em correalização com o MIS e as produtoras Baum, Bendita Maria e Nando Almeida, a 2ª Mostra de Filmes de Indaiatuba reúne sete produções. No encerramento, o Pontos MIS exibe o inédito “A Viagem de Pedro”, dirigido por Laís Bodansky (Como Nossos Pais) e protagonizado por Cauã Reymond (Uma Quase Dupla) como Dom Pedro I.

‘A Viagem de Pedro’, protagonizado por Cauã Reymond, encerra a programação. Foto: Fabio Braga.

Todas as produções têm entrada franca e nos dias de exibição serão distribuídos 50 ingressos, sempre a partir das 18 horas. Confira abaixo a programação e detalhes das produções que integram a 2ª Mostra de Filmes de Indaiatuba. O Casarão Pau Preto está localizado na Rua Pedro Gonçalves, 477, Centro. Mais informações pelo telefone (19) 3875-8383.

PROGRAMAÇÃO

26 de setembro, a partir das 19h30

Dá Licença de Contar

Classificação: 16 anos

Duração: 17 minutos

Roteiro e direção: Pedro Serrano

Um curta-metragem que recria o universo existente nas canções de Adoniran Barbosa, calcado em uma estética condizente com tempo e espaço no qual o artista estava inserido. Episódios e personagens famosos nas canções do sambista paulistano são o fio condutor da história, retratando São Paulo nos anos 50. Em seu elenco, conta com Paulo Miklos, Gero Camilo, Gustavo Machado, Aisha Jambo e Caio Juliano.

Sugar Dead

Classificação: 16 anos

Duração: 23 minutos

Roteiro e direção: Flávio Carnielli

Uma garota ingênua cai na armadilha da ambiciosa proprietária de uma agência de sugar babies, que realiza uma trama macabra para aumentar seus lucros. Com Lolla Tavares, Marcos Zuin, Amanda Moreira e Natália Mariotto.

27 de setembro, a partir das 19h30

O Homem que Sabia de Menos

Classificação: livre

Duração: 20 minutos

Roteiro e direção: Rodrigo Otaviano

Detetive Montana (Hélcio Henriques), ex-investigador da polícia, agora detetive particular, é contratado por uma mulher (Claudia Menezes) para investigar o marido (Ton Crivelaro), sob suspeita de estar sendo chantageado. Durante as investigações, um poderoso empresário (Sergio Vergílio) e antigo desafeto do detetive desaparece.

Pérola Negra

Classificação: livre

Duração: 20 minutos

Roteiro e direção: Moa Almeida

O atrapalhado Zé Botina tem a missão de encontrar o cavalo Pérola Negra, mas o dono da fazenda desconfia que algo não se encaixa no desaparecimento de seu valioso animal e todos são suspeitos, até que se prove o contrário. Uma comédia caipira fantástica.

28 de setembro, a partir das 19h30

Antônia

Classificação: 12 anos

Duração: 9 minutos

Roteiro e direção: Flávio Carnielli

Interior do Brasil, século XIX. Após perder a filha e a neta para a varíola, um casal de idosos decide abandonar suas crenças e tomar uma medida drástica contra o que consideram uma injustiça divina. Com Wagner Kampynas, Violeta Nagai, Ana Flávia Passos e Anne Passos.

Recém-formado

Classificação: 12 anos

Duração: 24 minutos

Roteiro e direção: Bruno Alcântara

Gustavo é um engenheiro recém-formado com dificuldades para encontrar um trabalho. Quando ele consegue e percebe não estar tendo boas oportunidades, decide tomar uma atitude para ser promovido. Com Bruno Alcântara, Jhonny Trombini, Nath Corazza, Lucas Cavalcanti, Bruninho Lemes, Marcelo Lorençoni e Leandro Leal.

29 de setembro, às 19h30

A Viagem de Pedro

Classificação: 14 anos

Duração: 96 minutos

Direção: Laís Bodanzky

Roteiro: Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi

1831, Pedro (Cauã Reymond), o ex-imperador do Brasil, busca forças físicas e emocionais para enfrentar seu irmão que usurpou seu reino em Portugal. O filme se passa no Oceano Atlântico, a bordo de uma fragata inglesa na qual se misturam membros da corte, oficiais, serviçais e escravizados, numa babel de línguas e de posições sociais. Pedro se vê doente e inseguro. Entra na embarcação em busca de um lugar e uma pátria. Em busca de si mesmo.

O elenco conta ainda com Luise Heyer (Leopoldina), Victoria Guerra (Amélia), Isabél Zuaa (Dira), Rita Wainer (Domitila), Francis Magee (Comandante Talbot), Welket Bunguê (Contra-Almirante Lars), João Lagarto (Dom João), Luísa Cruz (Carlota Joaquina), Isac Graça (Miguel), Luiza Gattai (Maria da Glória), Dirce Thomas (Benê), Marcial Mancome (Bukassa), Sergio Laurentino (Chef) e Calvin Denangowe (Tigre).

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Big Band do Conservatório de Tatuí celebra a história do jazz

Tatuí, por Kleber Patricio

Foto: arquivo/Conservatório de Tatuí.

O Teatro Procópio Ferreira, espaço cultural do Conservatório de Tatuí será palco do concerto ‘Uma Viagem Pelo Jazz’ apresentado pela Big Band do Conservatório de Tatuí e que é coordenado por Diego Garbin. O grupo se apresenta na quarta-feira, 28, às 20h, com um repertório de clássicos como “Fly Me To The Moon” e “The Lady Is a Tramp”, ambas as músicas conhecidas internacionalmente na voz de Frank Sinatra. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados via plataforma virtual INTI ou pessoalmente, na bilheteria do teatro, de terça a sexta-feira, das 13h às 16h e das 17h às 20h.

Como celebração ao surgimento das Big Bands, movimento cultural popularizado nos Estados Unidos no início do século XX, o programa da Big Band do Conservatório de Tatuí remonta a época conhecida como Era do Swing, quando o jazz ganhou status de música pop e se consagrou em todo o mundo. Benny Goodman, Duke Ellington, Count Basie, Gleen Miller, Lester Young e cantoras como Billie Holiday e Ella Fitzgerald foram alguns dos nomes mais significativos representando essa época. O jazz é marcado pela improvisação e ritmos não lineares e tem suas raízes na música norte-americana.

Criada em 1975, a Big Band do Conservatório de Tatuí reúne cerca de 20 integrantes, entre estudantes de nível avançado e professores da instituição. O grupo tem o objetivo de fomentar a prática de big band, além de incentivar o estudo de repertório tradicional para esta formação musical. Por ter uma formação versátil, o grupo apresenta uma grande variedade de gêneros musicais – da música instrumental contemporânea ao jazz tradicional e à música brasileira de vanguarda.

A Big Band do Conservatório de Tatuí é coordenada pelo trompetista e professor Diego Garbin, formado em Trompete na mesma instituição no ano de 2008. Garbin já tocou ao lado de renomados artistas como Hermeto Pascoal e Toninho Horta. Atualmente é professor do curso de Trompete MPB/Jazz no Conservatório de Tatuí.

PROGRAMA

Rich Hirsch (1970)

Fantasia on an Ellington Theme

Bart Howard (1915-2004)

Fly Me To The Moon

Arranjo: Quincy Jones

Duke Ellington/Irving Mills (1899-1974/1894-1985)

It Don’t Mean a Thing (If It Ain’t Got That Swing)

Arranjo: Matt Harris

Herbie Hancock (1940)

Dolphin Dance

Arranjo: Bob Mintzer

Thad Jones (1923-1986)

US

Maria Schneider (1960)

Green Piece

Dave Holland (1946)

Upswing

Richard Rodgers (1902-1979)

The Lady Is a Tramp

John Coltrane

Giant Steps

Arranjo: Diego Garbin.

Serviço:

Concerto Big Band do Conservatório de Tatuí “Uma Viagem Pelo Jazz”

Data: 28 de setembro de 2022, quarta-feira

Horário: 20h

Local: Teatro Procópio Ferreira

Rua São Bento, 415, Centro, Tatuí-SP

Entrada gratuita.

(Fonte: Máquina Cohn & Wolfe)

MCB lança projeto musical no âmbito do bicentenário da Independência do Brasil

São Paulo, por Kleber Patricio

Imagem: “Descanso após o almoço”, 1826/1826 – Jean-Baptiste Debret.

No contexto das celebrações do bicentenário da Independência do Brasil, o Museu da Casa Brasileira – com curadoria da cantora e pesquisadora Anna Maria Kieffer e ambientação de João Malatian – lança o projeto ‘Instrumentos Musicais na Casa Brasileira – Concertos comentados’. A proposta, que ocorre em paralelo à exposição ‘Independências: casas e costumes no Brasil’, aborda principalmente a música e os instrumentos ouvidos na casa brasileira desde a chegada da família real até a abdicação de D. Pedro I.

No formato de três concertos comentados, que acontecerão nos dias 30/9, 7/10 e 14/10, sextas-feiras, às 19h30, as apresentações serão executadas com instrumentos de época. O projeto mostra um repertório baseado em informações coletadas por historiadores, musicólogos e viajantes, cuja prática pode ser observada na iconografia do período e teve como ponto de partida o fortepiano atribuído a D. Pedro I, instrumento que integra o acervo do Museu da Casa Brasileira.

“O programa musical contempla importantes compositores nascidos no Brasil, ou que viveram entre nós, além de obras de estrangeiros aqui executadas na época, complementadas por exemplos de música popular que chegaram até nós através da tradição oral”, comenta a curadora.

Para Giancarlo Latorraca, diretor técnico do MCB, “projetos como esse ampliam o repertório cultural proposto a partir das apresentações expositivas. No caso específico do período abordado, o público poderá conferir a interpretação de cantigas, modinhas e lundus, além de serenatas de vários compositores”.

Concertos comentados

No dia 30 de setembro, às 19h30, o show será ‘Onde canta o sabiá’ e serão apresentados instrumentos de teclado, como cravo e fortepiano, tocados na casa brasileira na virada do século XVIII para o XIX, em solo, em duo com diferentes tipos de flautas ou acompanhando a voz.

Para o segundo concerto, ‘Memórias Concertantes’, que acontece no dia 7 de outubro, o destaque é para a presença dos instrumentos de arco no Brasil tocados, em muitos casos, por instrumentistas que fizeram parte da Capela Real, considerada por muitos visitantes como um dos mais sofisticados conjuntos vocais-instrumentais de seu tempo.

Para encerrar os shows, no dia 14 de outubro, o concerto ‘A Cidade e o Campo’ destacará os instrumentos usados na música popular e tradicional do período, como a viola de arame, da família das guitarras barrocas, além da harpa, anteriormente utilizada na igreja para acompanhar os ofícios litúrgicos e, no período aqui abordado, como instrumento de salão, recriando – ao lado da viola – antigas folias e fandangos executados na corte para entretenimento da princesa espanhola Carlota Joaquina, consorte de D. João VI.

Para alcançar ainda mais pessoas com o projeto, os três concertos também serão transmitidos ao vivo pelo canal do YouTube do Museu da Casa Brasileira.

Serviço:

Instrumentos Musicais na Casa Brasileira – Concertos comentados

‘Onde canta o sabiá’

Dia 30 de setembro, sexta-feira, às 19h30

Entrada gratuita

Intérpretes: Maria José Carrasqueira, cravo e fortepiano; André Cortesi, flautas históricas; Anna Maria Kieffer, meio-soprano, curadoria e comentários. Ambientação de João Malatian.

Memórias Concertantes

Dia 07 de outubro, sexta-feira, às 19h30

Entrada gratuita

Intérpretes: Conjunto MusicaRara – Paulo Henes, violino; Alesi Souza, rabeca e violino; Alceu Camilo Jr, violino e viola; Renato Amaral, cello; Direção Musical, Paulo Hennes e André Cortesi; Anna Maria Kieffer, meio-soprano, curadoria e comentários. Ambientação de João Malatian

A Cidade e o Campo

Dia 14 de outubro, sexta-feira, às 19h30

Entrada gratuita

Intérpretes: Gisela Nogueira, viola de arame; Silvia Ricardino, harpa; Eduardo Janho-Abumrad, baixo; Anna Maria Kieffer, meio-soprano, curadoria e comentários. Ambientação de João Malatian.

Local: Museu da Casa Brasileira

Av. Brig. Faria Lima, 2705 – Jardim Paulistano, São Paulo – SP

O MCB não possui estacionamento. Prefira o transporte público.

Transmissão ao vivo pelo canal do YouTube do MCB.

Sobre o MCB

O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, administrada pela Fundação Padre Anchieta, dedica-se, há 52 anos, à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira, sendo o único museu do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração, com uma agenda que possui também atividades do serviço educativo, debates, palestras e publicações contextualizando a vocação do museu para a formação de um pensamento crítico em temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas inúmeras iniciativas destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país realizada desde 1986; e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.

Sobre Anna Maria Kieffer

Cantora e pesquisadora, dedica-se à pesquisa e à divulgação da música antiga, da memória musical do Brasil e da música vocal contemporânea, tendo participado como curadora, criadora e intérprete de festivais no Brasil, Américas e Europa. É autora de trilhas sonoras para cinema, exposições e espaços museológicos, bem como de roteiros para obras interdisciplinares de sua concepção. Está associada ao Studio de Pesquisas de Bruxelas -SRSEA e é membro da EMF – Electronic Music Foundation, em Albany, Nova York. É fundadora e diretora de AKRON – projetos culturais, que inclui a produção de música, cinema e livros.

(Fonte: Assessoria de Imprensa MCB)