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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Anuário Circuito Arq+Decor traz tendências para arquitetura e reflexões sobre o metaverso

Campinas, por Kleber Patricio

Carmen Saucedo. Fotos: divulgação.

É sobre o futuro do morar – um morar em tempos muitos fluidos, de constantes mudanças, aceleradas pela pandemia, onde a casa virou a centralidade da maior parte das atividades de uma pessoa – que a 5ª edição do Anuário Circuito ARQ + DECOR 2022/2023 se debruça.

O lançamento do Anuário, que está recheado de temas inovadores, tendências e projetos poderosos e dotados de muita beleza e tecnologia, aconteceu na Galeria de Arte Arqtus Concept – Lígia Testa no dia 25 de outubro, terça-feira, com a presença de profissionais e fornecedores renomados do setor.

O Anuário Circuito Arq+Decor é uma publicação que tem por objetivo divulgar o segmento da arquitetura, engenharia, design, decoração e paisagismo e a força do interior paulista no segmento, trazendo uma vitrine de profissionais e empresas do setor. Nesta edição, o anuário aborda o tecnológico mundo do Metaverso, visto por muitos como a próxima evolução do mundo digital. Afinal, em poucos anos, o metaverso será parte de nossas vidas e todos nós vamos construí-lo também. Nesse novo conceito cibernético, pessoas e empresas irão integrar o mundo real e virtual de uma forma bastante imersiva. Negócios, educação, lazer e entretenimento e qualquer outra área que possamos pensar farão parte dele.

Metaverso – arquiteto Matheus Stancati.

Um fenômeno que terá proporções inimagináveis junto ao desenvolvimento da inteligência artificial, realidade virtual e realidade aumentada, que mesmo ainda não disponível universalmente, irá mexer no mundo como conhecemos, na forma como moramos, vivemos e fazemos negócios, especialmente na área de arquitetura e decoração, onde já começa a fazer parte do pensar arquitetônico.

Será muito difícil não estar envolvido. Muitas empresas já estão buscando designers e arquitetos para construir seus espaços personalizados nesse novo mundo – um mundo paralelo, onde será possível, por exemplo, experimentar produtos, encontrar amigos, criar avatares, assistir a shows, estar na empresa virtualmente e fazer reuniões remotas em ambiente profissional criado sem nenhum tijolo físico ou até mesmo fazer compras e atividades físicas sem ir a lugar nenhum.

A entrevista com o jovem prodígio e mestre em Arquitetura Matheus Stancati, mostra como estes temas estão entrando na arquitetura. Ele é cofundador do Sunken Blimp (‘Dirigível Afundado’), trabalho que aborda explorações de design interdisciplinar, design computacional e fabricação digital. Apaixonado pela interseção entre design, neurociência, robótica e design industrial, ele oferece uma pincelada sobre o que está por vir. “Provocar o setor a pensar sobre os impactos nos negócios e no fazer da profissão e, como se posicionar, explorar e até errar, mas principalmente desafiar-se e se preparar, é uma de nossas missões. O Anuário Circuito Arq+Decor, mesmo diante das incertezas, confia e impulsiona a pujança do segmento na região, uma das mais potentes do Brasil”, enfatiza a publisher Carmem Saucedo.

Metaverso – construção – arquiteto Matheus Stancati.

A capa é assinada pela artista internacional Flávia Carvalho Jackson, inspirada pelas flores – vulneráveis em muitos aspectos, resilientes por vezes e persistentes na próxima floração, mostrando a dinâmica dos tempos que exigem adaptações. Um dos legados da pandemia de Covid-19 é, sem dúvida, a certeza de que tudo pode mudar a qualquer momento e teremos todos – pessoas e empresas – de nos adaptar com rapidez e resiliência. A flexibilidade e atualização serão vitais na criação das estratégias de futuro. A edição traz essa contribuição para o setor se antecipar, de forma preditiva, pelos novos cenários da construção.

Em formato de livro, o Anuário reúne o trabalho de profissionais destas áreas e as marcas mais bem posicionadas do mercado que atendem à região, com a proposta de facilitar a interface com quem procura por serviços, produtos, materiais e novas soluções. Afinal a vida está mudando e é preciso se adaptar, seja reformando ou construindo, no plano físico ou no online.

Entre os profissionais em destaque nesta edição, estão Andrea Kaimoti, Gabriela Gonzalez, Iara Kilaris, Fabio Brescia, Joia Bergamo, Raquel del Valle e Patrícia O’Reilly, entre outros. “O que torna tudo isso possível é esse incrível arcabouço de profissionais altamente gabaritados que a Região de Campinas possui, pessoas que transformam em realidade os sonhos de outras. E é para mostrar todo esse talento e expertise que apresentamos os talentos desta 5ª edição, profissionais e escritórios que detém o know-how do segmento em que atuam, elaborando projetos de destaque nas áreas residencial, comercial e corporativa ou mesmo igrejas (entrevista com Eduardo Faust, brasileiro consagrado internacionalmente pelos projetos de arquitetura sacra), além de alto comprometimento com qualidade”, reforça Saucedo.

O anuário conta com o apoio institucional do IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil – Núcleo Campinas AEAC – Associação de Engenheiros e Arquitetos de Campinas AREA – Associação Regional de Escritórios de Arquitetura Senac Campinas – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial.

A potência do setor na região

De acordo com artigo do anuário, escrito por Poliana Risso, vice-presidente da CAU-SP com apoio de Cinthia Monteiro, coordenadora do Escritório Descentralizado de Campinas/CAU, a importância da Arquitetura e do Urbanismo do interior paulista tem em Campinas uma das regiões de maior crescimento na área da construção civil de todo estado de São Paulo. Conforme dados disponibilizados pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias – ABRAINC, a cidade teve um aumento de 147,30% nos lançamentos de imóveis residenciais verticais (apartamentos) na comparação entre os anos de 2020 e 2021.

Campinas é responsável pelo segundo maior número de arquitetos registrados no CAU/SP, estando atrás apenas da capital. Com registros de 7.922 arquitetos ativos e 902 empresas ativas no Conselho, a regional de Campinas é responsável por atender mais profissionais que alguns estados brasileiros inteiros, como no caso da Bahia (7.404), Mato Grosso (3.620) e Goiás (5.382). Este alto número de profissionais é diretamente proporcional ao número de escolas de Arquitetura e Urbanismo compreendidas pela região. Neste ranking, Campinas concentra também o segundo maior número de instituições de ensino (IES) de cursos de Arquitetura e Urbanismo do estado (36) conforme mapas de estudos que demonstram a concentração na região. Tais informações revelam a potência campineira no âmbito das possibilidades de qualificação de todo o ambiente construído da região e também de ser um celeiro para novas possibilidades no metaverso.

(Fonte: Confraria da Informação)

Maioria das queimadas nos biomas brasileiros são provocadas pelo homem

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil.

De 2011 a 2020, a frequência e a quantidade de queimadas da Caatinga, Mata Atlântica e Amazônia, que não têm condições climáticas que favoreçam o fogo, foi semelhante a dos biomas do Cerrado, Pampa e Pantanal, cujo fogo é um elemento natural. Esse padrão, levantado por pesquisa publicada na revista científica “PeerJ Life & Environment” na terça (25), indica que grande parte dos incêndios, em todos os biomas, são provocados pelo homem e não pelas condições naturais do clima.

Liderado por pesquisadoras das universidades federais da Bahia (UFBA) e do Rio de Janeiro (UFRJ), o estudo investigou a ocorrência de padrões de queimadas nos seis biomas brasileiros, de 2011 a 2020, a partir de dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Elas também fizeram projeções sobre a ocorrência de incêndios nos biomas e sua vulnerabilidade e risco, em 2050 e 2090, a partir das projeções dos efeitos de mudanças do clima do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

Apesar de localizada a persistência do fogo em todos os biomas, houve pequenas variações em cada região, o que pode ser atribuído, também, a eventos de incêndios naturais. A Caatinga, por exemplo, foi o bioma com menos recorrência de episódios de queimadas. Isso se explica pelo fato deste bioma ter condições desfavoráveis à propagação do fogo, como a falta de biomassa. As queimadas foram mais persistentes na Mata Atlântica – o que acende um sinal de alerta dos pesquisadores.

Em todos os cenários projetados, a Mata Atlântica é o bioma que apresenta maior risco de incêndios, pois, possivelmente, irá diminuir a sua capacidade de se adaptar ao fogo ao longo das décadas. A Amazônia aparece como mais resiliente ao fogo, em comparação a outros biomas, como a própria Mata Atlântica e o Pampa, que têm mais perda vegetativa e menos áreas de proteção.

A pesquisadora Luísa Maria Diele-Viegas, coautora e líder do estudo, aponta que a principal contribuição do trabalho é de levantar evidências de que o aumento das secas, da temperatura média e a diminuição das chuvas serão propícias para a propagação do fogo com mais intensidade. “Se mantivermos a cultura de atear fogo para abertura de pasto e de áreas de plantio, os incêndios vão ficar cada vez mais incontroláveis”, ressalta.

Um evento que mostra o que pode acontecer com o encontro de ações provocadas pelo homem e condições favoráveis à expansão do fogo, segundo Diele-Viegas, é que queimou mais de 30% do Pantanal em 2019 e 2020. O episódio foi provocado pela falta de chuvas e a baixa umidade do ar na região, devido ao desmatamento da Amazônia. A análise do estudo projeta que secas extremas se tornarão mais frequentes com as mudanças climáticas, o que pode facilitar a ocorrência e propagação de incêndios.

Diante disso, Diele-Viegas acredita que a pesquisa pode embasar políticas públicas para preservar a biodiversidade dos biomas, além de promover medidas de controle e prevenção de incêndios. “É importante, por exemplo, promover educação ambiental para que as pessoas entendam os efeitos negativos de se utilizar esse tipo de método”, aconselha a pesquisadora.

(Fonte: Agência Bori)

Indaiatuba concorre em duas categorias no Prêmio Top Destinos Turísticos 2022

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Indaiatuba concorre na categoria Turismo de Parque Temáticos. Fotos: Eliandro Figueira.

Indaiatuba concorre mais uma vez nas categorias Turismo Cultural e Turismo de Parques Temáticos na quarta edição do Prêmio Top Destinos Turísticos 2022. O selo é o reconhecimento mais importante do setor para os municípios. Para ser eleita, a cidade precisa receber o maior número de votos. A votação é online, segue até 15 de novembro e ocorre por meio do site www.votetop.com.br. Cada participante pode votar em quantas categorias desejar, porém somente será validado um voto por categoria. Para votar é obrigatória a identificação através de validação do link social (Facebook).

Finalizada a etapa da Votação Popular, os seis municípios mais bem pontuados serão avaliados pela Comissão Técnica Julgadora. Os finalistas serão anunciados em 23 de novembro e os vencedores no dia 7 de dezembro.

Finalistas serão anunciados em 23 de novembro e os vencedores, no dia 7 de dezembro.

“O turismo é um setor que emprega, gera renda e atrai um público consumidor de toda a região. Além de funcionar como um dos motores da economia, por meio dele conseguimos desenvolver trabalhos culturais e sociais com apoio aos negócios e artistas locais. Por isso, investimos muito nessa área nos últimos anos e contamos com o apoio de todos para conseguirmos uma votação expressiva”, comenta a secretária municipal de Cultura, Tânia Castanho. “Figurar entre os finalistas do Prêmio Top Destinos Turísticos 2022 traz benefícios não somente ao turismo local, mas também ao comércio e outros segmentos”.

Indaiatuba concorre em duas categorias. Turismo Cultural, que envolve atividades turísticas relacionadas à vivência do conjunto de elementos significativos do patrimônio histórico e cultural e dos eventos culturais, valorizando e promovendo os bens materiais e imateriais da cultura. Já Turismo de Parque Temáticos refere-se a viagens motivadas por visitações a um recinto ou espaço com um conjunto de atrações para fins de diversão, entretenimento, educação ou cultura, normalmente organizadas em torno de uma linha que lhe sirva de tema.

Organização

Criada pela Associação dos Dirigentes de Vendas do Brasil (ADVB) e Associação Mundial dos Profissionais de Viagens e Turismo – Skål Internacional São Paulo, a premiação desenvolve o sentimento de pertencimento na população residente; contribui com o resgate da autoestima; a promoção do bem receber e favorece a sinergia entre poder público e iniciativa privada em âmbito territorial.

Votação online segue até 15 de novembro pelo site oficial do prêmio.

A votação popular via internet e o júri técnico, constituído por especialistas nos diferentes segmentos de mercado – que correspondem às categorias em disputa – validam a qualidade de atrativos turísticos promocionados e aproximam o conjunto dos destinos participantes das múltiplas plataformas de distribuição que compõem o trade turístico.

A inciativa conta com o apoio institucional da Associação dos Municípios de Interesse Turístico do Estado e São Paulo (Amitesp), Associação Paulista de Municípios (APM), Associação das Prefeituras das Cidades Estância de São Paulo (Aprecesp), União dos Vereadores do Estado de São Paulo (Uvesp) e do São Paulo Convention and Visitors Bureau – Visite São Paulo.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Prêmio Solano Trindade busca autores negros de teatro em todo o Brasil

São Paulo, por Kleber Patricio

SP Escola de Teatro: Edital busca valorizar autores negros de teatro de todo o Brasil. Fotos: Nappy/divulgação.

A SP Escola de Teatro lança em 2022 o terceiro edital do Prêmio Solano Trindade. O concurso, com inscrições abertas até 4 de novembro, vai selecionar para publicação três textos de estudantes e professores negros (pretos e pardos) de escolas de teatro de todo o Brasil. As peças vitoriosas vão ser publicadas em livro em 2023 em formato impresso e digital. O edital completo pode ser acessado neste link.

As inscrições para o Prêmio Solano Trindade 2022 são gratuitas. Para concorrer, os candidatos brasileiros ou estrangeiros com residência regular no Brasil precisam ser maiores de 18 (dezoito) anos, autodeclarados afrodescendentes, possuir vínculo docente e/ou discente (aluno ou professor) em escolas e/ou universidades de artes cênicas ou ter concluído os estudos em no máximo três anos.

Para se inscrever, além da ficha de inscrição mencionada em edital, o proponente deverá preencher todos os anexos relacionados abaixo e encaminhá-los no mesmo link de inscrição.

Anexo I: Texto (peça teatral); Anexo II: Comprovante(s) de matrícula em nome do autor em escola de arte, ou diploma de conclusão de curso de até 3 anos antecedente a data de publicação deste edital; Anexo III – Autodeclaração de cor/raça – disponível aqui; e Anexo IV: Cópia colorida de documento de identificação com foto (RG, CNH ou RNE).

SP Escola de Teatro | Inaugurada na cidade de São Paulo, em 2010, a SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco propõe novos desafios para o ensino das Artes Cênicas no Brasil. Com um modelo pedagógico ousado, o espaço toma como prismas da formação as sensibilidades e as potencialidades artísticas, humanas, críticas e cidadãs. A instituição é ligada à Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo e gerida pela Adaap – Associação dos Artistas Amigos da Praça, uma Organização Social de Cultura, sem fins lucrativos, formada por integrantes dos principais grupos de teatro da cidade de São Paulo.

(Fonte: Lellima Comunicação)

Indaiatuba abre inscrições para quarta edição do Festival de Música Instrumental

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Gaudiê Otero, na categoria Coletivo Popular, foi o vencedor do 3º Femusin. Fotos: divulgação.

As inscrições para o 4º Festival de Música Instrumental de Indaiatuba (Femusin) estão abertas até 3 de novembro. Promovido pela Secretaria Municipal de Cultura, o evento tem como objetivos incentivar a produção instrumental regional, fomentar este gênero musical e revelar novos talentos. O Edital de Participação e a Ficha de Inscrição estão disponíveis no site da Prefeitura.

O Festival é dividido em quatro etapas: Inscrição, Eliminatória, Final e Premiação. A música instrumental se destaca por possuir grande importância dentro do cenário musical mundial, seja dentro de salas de concerto e bares de jazz ou em filmes, entreatos de óperas e afins.

Os gêneros para o estilo são amplos e podem ir desde a música de concerto, que abrange todos os períodos da história da música (barroco, clássico, romântico, contemporâneo), ou de gêneros mais recentes, como o jazz, soul, blues, rock e new age, entre outros.

Requisitos

Gleysser de Menezes Dores, no Solo Erudito, levou o prêmio no 3º Femusin.

Podem participar do Festival de Música Instrumental de Indaiatuba coletivos eruditos e populares, solistas eruditos e populares compostos por participantes residentes em Indaiatuba ou com atuação musical comprovada na cidade. Os interessados devem ter, no máximo, 29 anos de idade.

Cada participante poderá concorrer em até duas categorias diferentes com uma música ou peça por categoria inscrita. A inscrição deve ser feita em www.indaiatuba.sp.gov.br/cultura/concursos/festival-de-musica-instrumental-de-indaiatuba/ até o dia 3 de novembro.

As eliminatórias estão agendadas para os dias 3 a 7 de novembro e a final acontece nos dias 17 e 18 do mesmo mês, dependendo do número de inscritos e classificados. Os vencedores serão divulgados no encerramento, que contará com show a ser anunciado posteriormente. As apresentações acontecerão no Auditório da Prefeitura de Indaiatuba, que fica na Avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé, 2.800.

Gustavo Henrique Portes de Almeida, no Solo Popular, conquistou o júri do 3º Femusin.

Os finalistas poderão realizar a performance de uma música de aquecimento antes da música concorrente, que não poderá ter mais de quatro minutos de duração. A classificação das músicas e a atribuição de prêmios ficarão a cargo da Comissão Julgadora, composta por três profissionais ligados à música escolhidos pela Comissão Organizadora.

Os critérios de avaliação serão: idade dos participantes; interpretação, que engloba expressão musical, afinação e contextualização estilística da obra; composição executada, que envolve nível de dificuldade técnica e qualidade de execução; e por último, desempenho musical, em que serão avaliados criatividade, técnica e entrosamento.

Em 2021, os vencedores foram Gaudiê Otero, na categoria Coletivo Popular, Gleysser de Menezes Dores, no Solo Erudito, Gustavo Henrique Portes de Almeida, no Solo Popular, e Guilherme de Oliveira Sander, destaque do evento.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3875-6144 ou pelo e-mail cultura.femusin@indaiatuba.sp.gov.br.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)