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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Após estímulo do atual governo e das Forças Armadas à destruição da Amazônia, país deve investir na sociobiodiversidade da floresta

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Agência de Notícias do Acre/Flickr.

Há uma visão dominante entre membros do atual governo de que a Amazônia precisa ser ocupada, de forma rápida e através de atividades agropecuárias e extrativistas, para garantir a soberania do território brasileiro. Tais atividades são defendidas pelas Forças Armadas, influenciada por discursos consolidados no período da ditadura militar, de que a proteção viria da exploração. Esta concepção vai na contramão de uma economia de conhecimento da natureza, que poderia trazer diversos benefícios econômicos, sociais e ambientais ao país, incluindo o combate à criminalidade, a valorização da cultura, o aumento de investimentos estrangeiros para preservação e oportunidades de uso sustentável da floresta. Este panorama é descrito por Ricardo Abramovay, professor sênior na Universidade de São Paulo (USP), em artigo publicado na segunda (31) na revista “Estudos Avançados”.

O artigo traz uma narrativa que, nas palavras de Abramovay, funciona quase como uma denúncia. Trechos de discursos evidenciam a visão do governo brasileiro, resumida na fala do vice-presidente Hamilton Mourão no Webinar Brasil 2020 – 200 anos de Independência: “Uma das maiores questões que ameaça a soberania é a sustentabilidade”. O autor descreve o panorama da precariedade da governança florestal no Brasil, ilustrando a visão governamental e as reações da sociedade civil, ativistas, cientistas, empresas e governos estaduais ao aumento da destruição visto nos últimos anos.

Para Abramovay, tal visão vem do desconhecimento aliado a compromissos políticos e resulta na intensa destruição da Amazônia, acompanhada pelo fortalecimento de atividades ilegais e criminosas. Este processo envolve o desvirtuamento da função das Forças Armadas: “Em vez de protegerem a floresta e as populações da Amazônia, estão, sob o pretexto da soberania nacional, protegendo e estimulando a criminalidade, a destruição da floresta, o tráfico de madeira, o garimpo de ouro e a grilagem de terras”.

O pesquisador cita o combate à criminalidade como um dos possíveis benefícios de olhar a floresta amazônica de forma mais sustentável. O combate à emissão de gases emissores de efeito estufa também seria beneficiado pela redução do desmatamento, uma de suas principais causas. Além disso, a grande sociobiodiversidade das florestas tropicais detém alto potencial de geração de renda, luta contra a pobreza e inovação científica e tecnológica: “Estes militares preconizam formas de uso do território que não são capazes de aproveitar conhecimentos de povos da floresta e aquilo que a ciência hoje tem de mais avançado para dizer a respeito do uso sustentável da biodiversidade”, diz Abramovay.

Diante da destruição acentuada nos últimos anos, ativistas, empresários e outros atores relevantes têm se posicionado a favor de um novo olhar para a Amazônia. Para Abramovay, a unidade crescente entre os diversos setores da sociedade é fundamental neste cenário: “As práticas econômicas destrutivas são norteadas por uma cultura, por um jeito de olhar para o território, que tem de mudar e vai mudar, as vantagens de uma nova visão tem de aparecer e isso é fundamental”.

(Fonte: Agência Bori)

Encontro de Música Contemporânea 2022 da OSU homenageia profs. Denise Garcia e Fernando Hashimoto

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: Ton Torres.

Na próxima quinta-feira, dia 10, a partir das 19h30, a Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU) apresenta o “Encontro de Música Contemporânea 2022”, concerto especial que traz homenagem à professora Denise Garcia e ao professor Fernando Hashimoto.

Denise Garcia é compositora paulista e professora de composição do Departamento de Música da Unicamp. Suas obras sinfônicas têm sido apresentadas pela Orquestra Sinfônica da Unicamp, Orquestra Sinfônica de Campinas, Orquestra Sinfônica da USP, Orquestra de Câmara da USP, Orquestra de Sopros de Tatuí, Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e Orquestra Sinfônica de Santo André.

Fernando Hashimoto também é professor da Unicamp (percussão). É reconhecido internacionalmente como um especialista do repertório brasileiro de percussão, com estreias e primeiras gravações de dezenas de obras de compositores do país, muitas dessas comissionadas ou dedicadas a ele. Entre elas, destacam-se 18 concertos para percussão e orquestra.

Na apresentação, destaque para a estreia da obra “Outros quadros”, do compositor brasileiro Paulo Chagas. A obra inédita foi especialmente elaborada para o encontro. A composição, segundo Chagas, “inspira-se em elementos pictóricos e procedimentos estilísticos dos quadros de Paul Klee (1879-1940), como as qualidades expressivas, sequências e transparências das cores, o entrelaçamento de estruturas lineares horizontais e verticais, o espelhamento de imagens e motivos que formam grandes complexos, o papel estrutural do ritmo e das progressões rítmicas, e o entrelaçamento de simetrias e camadas múltiplas”, destaca.

O concerto acontece conta, ainda, com a participação solo de Leandro Cavini (barítono) e Bruno Demarque (trompa). A apresentação integra o rol de atividades especiais em alusão aos 40 anos de atividades da Sinfônica.

Anote: dia 10 de novembro, a partir das 19h30, no Auditório da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp (FCM). Entrada franca.

Serviço:

Encontro de Música Contemporânea 2022

10 de novembro, quinta-feira, 19h30

Local: Auditório da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp (FCM)

R. Albert Sabin – Cidade Universitária, Campinas – SP

Entrada franca. Não há retirada de ingressos. Acesso ao concerto por ordem de chegada.

(Fonte: Ciddic | Unicamp)

Prefeitura prorroga inscrições para quarta edição do Festival de Música Instrumental de Indaiatuba

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Gleysser de Menezes Dores, no Solo Erudito, levou o prêmio no 3º Femusin. Foto: divulgação.

As inscrições para o 4º Festival de Música Instrumental de Indaiatuba (Femusin) foram prorrogadas para dia 10 de novembro. O evento é promovido pela Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, e tem o objetivo de incentivar a produção instrumental regional, fomentar este gênero musical e revelar novos talentos. O Edital de Participação e a Ficha de Inscrição estão disponíveis no site da Prefeitura.

As eliminatórias estão agendadas para os dias 17 e 18 de novembro, dependendo do número de inscritos e classificados. Os vencedores serão divulgados no encerramento, que contará com show a ser anunciado posteriormente. As apresentações acontecerão no Auditório da Prefeitura de Indaiatuba, que fica na Avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé, 2.800.

O Festival será divido em quatro etapas: Inscrição, Eliminatória, Final e Premiação. A música instrumental se destaca por possuir grande importância dentro do cenário musical mundial, seja dentro de salas de concerto e bares de jazz ou em filmes, entreatos de óperas e afins.

Os gêneros para o estilo são amplos e podem ir desde a música de concerto, que abrange todos os períodos da história da música (barroco, clássico, romântico, contemporâneo) ou de gêneros mais recentes como o jazz, soul, blues, rock e new age, entre outros.

Requisitos

Podem participar do Festival de Música Instrumental de Indaiatuba coletivos eruditos e populares e solistas eruditos e populares. Não é necessário residir ou ter atuação comprovada no município. Os interessados devem ter, no máximo, 29 anos de idade. Cada participante poderá concorrer em até duas categorias diferentes com uma música ou peça por categoria inscrita.

Os finalistas poderão realizar a performance de uma música de aquecimento antes da música concorrente, que não poderá ter mais de quatro minutos de duração. A classificação das músicas e a atribuição de prêmios ficarão a cargo da Comissão Julgadora, composta por três profissionais ligados à música escolhidos pela Comissão Organizadora.

Os critérios de avaliação serão: idade dos participantes; interpretação, que engloba expressão musical, afinação e contextualização estilística da obra; composição executada, que envolve nível de dificuldade técnica e qualidade de execução; e, por último, desempenho musical, em que serão avaliados criatividade, técnica e entrosamento.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3875-6144 ou pelo e-mail cultura.femusin@indaiatuba.sp.gov.br.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Urbia realiza 2ª edição da caminhada noturna na Floresta Cantareira

São Paulo, por Kleber Patricio

Imagem: vista da Pedra Grande no período noturno | Urbia.

Após o grande sucesso da caminhada noturna realizada em outubro no Parque Floresta Cantareira, a Urbia Águas Claras, administradora do local, decidiu promover uma segunda edição do passeio. Com 60 vagas disponíveis, o evento acontecerá no dia 19 de novembro, das 19h às 23h. Os ingressos estão à venda exclusivamente no site Urbia Pass, pelos valores de R$80,00 (inteira) e R$40 (meia entrada, mediante comprovação).

O passeio tem como destino o Mirante da Pedra Grande, totalizando um trajeto de aproximadamente 7km, ida e volta. No local, os participantes poderão desfrutar de uma das vistas mais bonitas da cidade de São Paulo durante uma hora de parada. Tendo grau de dificuldade de médio para alto, incluindo trechos de subida íngreme, a caminhada será acompanhada por educadores ambientais da Urbia. Outro ponto importante é que o café da Pedra Grande estará em funcionamento no momento da visita, disponibilizando a venda de snacks, salgados e bebidas.

O grupo deve se encontrar no Centro de Visitantes do Horto Florestal, localizado no espaço da Estação Vida. Além disso, os visitantes poderão utilizar o estacionamento do parque, durante o período, por R$12,00. Para que não haja dispersão do grupo, será proibida a realização de caminhos alternativos ao roteiro definido pela equipe da Urbia. Menores de 18 anos também são bem-vindos, porém apenas acompanhados por responsáveis.

Para garantir a segurança e conforto de todos os participantes, é obrigatória a utilização de calçados fechados, como tênis ou botas de caminhada; calça; agasalho; garrafa de água e lanterna de mão. Em caso de mau tempo ou outras adversidades, a Urbia poderá interromper, adiar, alterar ou cancelar a caminhada.

Acesso | Para chegar ao Horto Florestal, há várias linhas de ônibus que partem do Terminal Santana e Parada Inglesa – ambos locais próximos às estações Santana e Parada Inglesa da linha 1-Azul do metrô de São Paulo – que passam pelo local. Algumas das alternativas de ônibus que partem dos terminais mencionados acima são: 2740/41 Metrô Parada Inglesa – Horto Florestal (ponto final); 1018/10 Metrô Santana – Vila Rosa; e 1775/10 Metrô Santana – Vila Albertina. Caso o visitante opte por ir de carro, há estacionamento para veículos no parque com entrada pela Av. José Rocha Viana 62.

Serviço:

Local: Centro de Visitantes do Horto Florestal

Funcionamento: 19 de novembro

Horários: 19h às 23h

Valor: R$80,00 inteira e R$40,00 meia entrada

Link para ingressos.

Sobre a Urbia

Criada em 2019, a Urbia Gestão de Parques nasce para valorizar, cuidar e preservar o patrimônio histórico e ambiental, enquanto oferece lazer qualificado, entretenimento e cultura a todos os usuários. A dedicação da empresa se concentra em criar, a cada dia, um mundo melhor com mais diversidade, inclusão e cidadania. Ao todo, são quatro concessões especializadas na gestão de parques públicos da capital paulista e da região sul do país. A primeira é a Urbia Gestão de Parques de São Paulo é uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) criada para cuidar da gestão dos seis parques paulistanos (Ibirapuera, Tenente Brigadeiro Faria Lima, Jacintho Alberto, Jardim Felicidade, Eucaliptos e Lajeado), apoiada no desenvolvimento sustentável, com o objetivo de conectar pessoas por meio do lazer, entretenimento e cultura, e proporcionar momentos de imersão e harmonia com a natureza. Além destes, a Urbia também é responsável pela gestão dos Parques Horto Florestal e da Cantareira, ambos localizados na Zona Norte de São Paulo/SP; áreas de visitação dos Parques Nacionais de Aparados da Serra e da Serra Geral (Cânions), situados em Cambará do Sul/RS; e recentemente foi vencedora da licitação de concessão das áreas de visitação do Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu/PR, onde a assunção do espaço deverá acontecer em breve.

(Fonte: Assessoria de Imprensa | Urbia)

Municipal do RJ recebe ópera “O Barbeiro de Sevilha” em curta temporada

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Imagem: Carla Marins.

Em novembro, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro vai apresentar “O Barbeiro de Sevilha”, de Gioachino Rossini, a ópera cômica que mais vezes subiu ao palco do Theatro: foram quase 40 temporadas.

Com o patrocínio Ouro Petrobras e realização AATM, a ópera, com melodias ágeis, ritmo frenético e situações hilariantes, tem agradado plateias do mundo todo por mais de dois séculos. As récitas acontecem nos dias 16 (ensaio aberto), 18, 20, 22 (fechado para escolas), 23 e 26 de novembro e todas terão uma palestra gratuita uma hora antes das apresentações. Com concepção e direção cênica de Julianna Santos, “O Barbeiro de Sevilha” contará com os solistas Vinicius Atique (Figaro), Lara Cavalcanti (Rosina), Cintia Graton (Rosina – dia 22/11), Anibal Mancini (Almaviva), Saulo Javan (Don Bartolo), Murilo Neves (Don Basilio), Rose Provenzano-Páscoa (Berta), Leonardo Thieze (Fiorello) e Flávio Mello (Oficial) com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal sob a direção musical e regência de Felipe Prazeres. A Direção Artística do TMRJ é de Eric Herrero.

“Il barbiere di Siviglia” (“O Barbeiro de Sevilha”) é uma ópera em dois atos de Gioachino Rossini com libreto de Cesare Sterbini baseado na peça homônima de Beaumarchais. O título original da obra era  “Almaviva, o sia l’inutile precauzione” (“Almaviva, ou seja, a precaução inútil”).

Antes de Rossini, Giovanni Paisiello compôs o seu “Barbeiro de Sevilha” em 1782 (dez anos antes do nascimento de Rossini). Com esse mesmo trabalho, Paisiello recebeu um dos maiores sucessos de sua carreira. Tendo sido Paisiello um dos maiores representantes da ópera napolitana, o sucesso anterior de seu Barbeiro de Sevilha fez parecer inadmissível que um compositor de 23 anos, mesmo que tão talentoso, ousasse desafiá-lo. Só que Rossini não queria desafiar ninguém, pois que, na verdade, nem teve nenhuma responsabilidade pelo assunto.

O que aconteceu foi que a obra tinha sido escolhida pelo empresário do Teatro Argentino em Roma, o Duque Francesco Sforza Cesarini, que encomendou a Rossini um trabalho para o próximo carnaval. E, naquela época, qualquer representação tinha que submeter-se à censura papal. Com isso, por precaução e estratégia o empresário propôs “O Barbeiro de Sevilha” como tema, que foi imediatamente aprovado pelos censores papais.

A primeira apresentação ocorreu em 20 de fevereiro de 1816 no Teatro Argentina, em Roma, e terminou em meio a assobios. O clima geral foi de boicote total, devido aos adeptos da versão da ópera de Paisiello, favorecida também pela morte súbita do empresário do Teatro Argentina. Contudo, já a partir da segunda apresentação, o público aclamou a obra de Rossini, levando-a a obscurecer a versão anterior de Paisiello e tornando-se uma das óperas mais representadas no mundo.

Enredo da obra:

Em Sevilha o Conde d’Almaviva apaixona-se pela bela Rosina, que no entanto vive praticamente prisioneira por causa do seu tutor, Dom Bartolo, que, por querer desposá-la, tem muitos ciúmes dela… porém, com um interesse econômico muito maior do que por verdadeira afeição. O Conde, apesar da estreita vigilância de Don Bartolo, ainda consegue comunicar seu amor a Rosina, mas não revela imediatamente sua identidade, por desejar que ela o ame por quem ele é e não por seu título. Assim, ele se apresenta a ela como Lindoro, um simples estudante. Rosina corresponde ao seu assédio, mas não sabe como fugir da vigilância de Dom Bartolo.

É neste momento que Figaro, um barbeiro inteligente e simpático, entra em cena para ajudar os dois amantes atuando como ‘mensageiro’: a seu conselho, o Conde, inicialmente consegue entrar na casa de Dom Bartolo sob a identidade falsa de um soldado em busca de hospitalidade, depois de um instrutor de música. Mas Don Bartolo, que é muito desconfiado, tem um assistente, Don Basilio, que lhe sugere inventar uma calúnia para desacreditar o Conde aos olhos de Rosina. No entanto, o Conde e Rosina espertamente, conseguem organizar-se para a fuga, graças à cumplicidade de Fígaro, que os ajuda distraindo Dom Bartolo com a desculpa de barbeá-lo.

Dom Bartolo e Dom Basilio seguem tentando desacreditar o Conde aos olhos de Rosina, dizendo-lhe que ele mentiu para ela e que ele não é nenhum estudante. Aí, Rosina, arrependida de ter confiado nele, está prestes a desistir de sua fuga e casar-se com Dom Bartolo por puro despeito. Só que, no final, o Conde esclarece tudo, revela sua verdadeira identidade e o motivo pelo qual se apresentou a ela como Lindoro. Rosina, então, entende tudo o que se passou e concorda em casar-se com ele, jogando por terra os planos de Don Bartolo.

Solistas:

Figaro – Vinicius Atique (barítono)

Rosina – Lara Cavalcanti (mezzo-soprano) | Cintia Graton  (mezzo-soprano) – (22/11)

Almaviva – Anibal Mancini (tenor)

Don Bartolo – Saulo Javan (baixo)

Don Basilio – Murilo Neves (baixo)

Berta – Rose Provenzano-Páscoa (soprano)

Fiorello – Leonardo Thieze (baixo)

Oficial – Flávio Mello (barítono)

Ficha Técnica:

Música de Gioachino Rossini

Libreto de Cesare Sterbini

Direção musical e regência – Felipe Prazeres

Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal (OSTM)

Regência do Coro: Priscila Bomfim

Concepção e direção cênica – Julianna Santos

Cenografia – Giorgia Massetani

Figurinos – Olintho Malaquias

Iluminação: Fabio Retti e Paulo Ornellas

Direção Artística do TMRJ: Eric Herrero.

Récitas:

16/ 11 – 19h (ensaio aberto)

18/11 – 19h (estreia)

20/11 – 17h

22/11 – 14h (récita para escolas)

23/11 – 19h

26/11 – 19h.

Serviço:

O Barbeiro de Sevilha

Récitas: 16/ 11 (ensaio aberto), 18/11, 23/11 e 26/11- às 19h, 20/11 às 17h, 22/11 às 14h (fechado para escolas)

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro

Classificação: livre

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM

Patrocínio Ouro Petrobras

Lei de Incentivo à Cultura

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal

Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal

Os ingressos da ópera O Barbeiro de Sevilha estarão à venda no site do Theatro Municipal (http://theatromunicipal.rj.gov.br/) e na bilheteria do Theatro.

Antes de cada espetáculo, haverá uma palestra sobre a ópera e suas curiosidades.

Preços dos ingressos:

Frisas e Camarotes – R$80,00 (ingresso individual) ou R$480,00 (6 lugares)

Plateia e Balcão Nobre – R$60,00

Balcão Superior – R$40,00

Balcão Superior Lateral – R$40,00

Galeria Central – R$20,00

Galeria Lateral – R$20,00.

(Fonte: Claudia Tisato Assessoria de Imprensa)