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Novo estudo investiga capacidade de cientistas encontrarem fenômeno raro de lentes gravitacionais em mapeamento digital do céu

Brasil, por Kleber Patricio

Exemplo de lente gravitacional de uma galáxia distante (esquerda) sendo deformada por um aglomerado de galáxias no meio do caminho até nós na Terra (direita).

Especialistas são capazes de identificar fenômenos raros em imagens produzidas por telescópios — e a performance desses especialistas independe da experiência, confiança ou posição acadêmica. É o que mostra um artigo internacional publicado no repositório ArXiv nesta quarta (11), com a participação do Brasil.

O trabalho investigou a capacidade humana de identificar as chamadas “lentes gravitacionais”, fenômenos raros causados pela deformação da luz proveniente de galáxias distantes ao passar por galáxias massivas – ou aglomerados de galáxias – no meio do caminho até o telescópio. Sua identificação requer a análise cuidadosa de milhares de imagens de galáxias e aglomerados de galáxias.

O desafio usou quase 1,5 mil imagens simuladas e reais do Dark Energy Survey (DES, em inglês, Levantamento da Energia Escura). Trata-se de uma colaboração internacional, com participação do Brasil, que mapeou cerca de um quarto do Hemisfério Sul a partir do telescópio Blanco, de 4 metros, no Chile, usando uma câmera de 570 Megapixels. Suas imagens profundas e de alta definição permitem mapear a distribuição de matéria no universo com grande precisão.

A observação de lentes gravitacionais por telescópios terrestres como Blanco é desafiadora. Isso porque suas imagens são afetadas pela atmosfera, que absorve e espalha a luz vinda de fontes astronômicas. O estudo, no entanto, revelou que é possível encontrar lentes gravitacionais com confiança a partir de um pequeno time diverso para realizar as classificações.

Isso é importante porque tem sido cada vez mais difícil para um ser humano analisar bilhões de imagens de forma eficiente com o aumento das observações do Universo com grandes mapeamentos digitais do céu, como o DES. Cabe aos humanos treinar algoritmos de Inteligência Artificial para identificar fenômenos astronômicos em imagens e validar as identificações feitas pelas máquinas.

O estudo foi liderado pela astrofísica Karina Rojas, que realiza estágio de pós-doutorado na Universidade de Portsmouth (Reino Unido). Ela é especialista no uso de inteligência artificial para encontrar novas lentes gravitacionais fortes. Além dela, um time internacional de mais de 50 cientistas dos EUA, Suíça, Espanha, Itália, Suécia, México, Alemanha, Austrália, França e Brasil participaram do desafio de encontrar sinais de lentes gravitacionais fortes nas imagens.

No Brasil participaram o astrofísico Ricardo Ogando, do Observatório Nacional (Rio de Janeiro), dois estudantes de mestrado orientados por ele, Filipe Silva e Gabriel Calçada, e a cientista-cidadã Micaele Gomes, que na época do desafio cursava o Ensino Médio em São José dos Campos (interior de SP). “O convite para me juntar a um time com conhecimentos e experiências diversas para realizar a identificação de lentes gravitacionais me chamou a atenção devido ao desafio fascinante de identificarmos esses fenômenos de forma eficiente com o apoio das imagens do DES”, diz Micaele. “Participar do estudo publicado foi uma experiência incrível de contribuição para o conhecimento científico no mundo e de entender ainda mais sobre esses fenômenos que também são o objeto de estudo da minha pesquisa orientada pelo Ricardo Ogando no Observatório Nacional”.

“O trabalho mostra que nossos olhos ainda desempenham um papel importante em verificar a qualidade dessas classificações feitas pelos computadores, além de proporcionar um ponto de vista diferente das classificações”, conclui Ogando.

(Fonte: Agência Bori)

Caixa comemora 162º aniversário com exposição “Mulheres que mudaram 200 anos”

Brasil, por Kleber Patricio

Imagem de divulgação. Da esquerda para a direita: Maria Leopoldina, Maria Felipa, Nísia Floresta e Maria Quitéria.

A Caixa comemora 162 anos nesta quinta-feira (12) e, para celebrar a data, todas as unidades da Caixa Cultural – Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo – recebem a exposição “Mulheres que Mudaram 200 anos”. Com visitação gratuita, a exposição estará aberta ao público a partir de 12 de janeiro em todas as unidades, com exceção da Caixa Cultural Brasília, que abrirá a exposição no dia 13.

“Mulheres que Mudaram 200 anos” é uma exposição histórico-biográfica sobre mulheres que tiveram participação relevante durante o processo de independência do Brasil e nos anos de sustentação do movimento. Com pesquisa historiográfica de Mary del Priore e direção curatorial de Marina Bortoluzzi, a exposição apresenta obras de arte de artistas visuais mulheres. Toda a equipe de produção da exposição é integralmente formada por mulheres.

As experiências vividas por Maria Leopoldina, Maria Felipa, Maria Quitéria e Nísia Floresta demonstram a importância das mulheres para o desenvolvimento do Brasil como nação. Destacando o legado delas, a Caixa Cultural propõe, por meio da exposição, a valorização e a divulgação da arte e da cultura brasileira, além de trazer diferentes olhares sobre ser mulher.

Em cada unidade da Caixa Cultural serão apresentadas visões diferentes das personagens, ilustradas em pinturas, desenhos, esculturas, fotografias, vídeos, instalações e bandeiras, através do olhar de artistas como Janaína Vieira, Dani Rampe, Aline Motta, Moara Tupinambá, Keila Sankofa, Salissa Rosa, Maré de Matos e Mônica Ventura, dentre outras.

Mulheres homenageadas:

Maria Felipa fez história por sua grande coragem. Mulher negra, pescadora, capoeirista, marisqueira, ficou conhecida pelo episódio em que liderou um grupo de 40 pessoas que incendiou navios portugueses na luta pela independência do Brasil e da Bahia.

Maria Leopoldina, arquiduquesa da Áustria, imperatriz consorte do Brasil e rainha consorte de Portugal e Algarves, foi a primeira mulher a estar no poder do Brasil e quem assinou o decreto de separação entre Brasil e Portugal.

Maria Quitéria foi uma heroína de guerra brasileira na luta contra as tropas portuguesas na Independência. Em 1822, Quitéria fugiu da casa de seu pai, escondeu sua identidade, travestiu-se de homem e se tornou Soldado Medeiros, sobrenome de seu cunhado, de quem também levou o uniforme ao se alistar. No exército, ascendeu em muitos cargos, foi homenageada, condecorada e abriu precedentes para a presença feminina nas forças armadas. Com a derrota das tropas portuguesas, foi promovida a Cadete do Exército Pacificador e recebeu o título de “Cavalheiro da Ordem Imperial do Cruzeiro” do imperador D. Pedro I.

Nísia Floresta, considerada a precursora do feminismo no Brasil, foi uma escritora, intelectual e revolucionária que transcendeu os limites impostos da sua época e lutou, através da literatura e da educação, pela emancipação da independência das mulheres. Publicou o primeiro livro feminista do país, em 1832, aos 22 anos de idade, “Direitos das mulheres e injustiça dos homens”, que reivindicava igualdade de direitos e de educação para suas contemporâneas.

Além dessas mulheres, a exposição resgata a memória de Hipólita Jacinta de Teixeira de Melo, Bárbara Alencar, Urânia Vanério, Joana Angélica, Caretas do Mingau, Ana Lins, Mariana Crioula, Maria Joaquina de Almeida e Maria Josephine Matilde Duroche. Mais informações podem ser consultadas no site da Caixa Cultural.

Serviço:

Exposição “Mulheres que Mudaram 200 anos”

Caixa Cultural Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo

Data: de 12 de janeiro a 16 de abril de 2023

Entrada franca

Classificação: livre

Acesso para pessoas com deficiência

Caixa Cultural Brasília (DF)

Data: de 13 de janeiro a 16 de abril de 2023

Entrada franca

Classificação: livre

Acesso para pessoas com deficiência.

(Fonte: Assessoria de Imprensa da CAIXA)

Casa das Rosas abre inscrições para Curso Livre de Preparação de Escritores

São Paulo, por Kleber Patricio

A Casa das Rosas. Foto: Jariza Rugiano.

O Centro de Apoio a Escritores (CAE) da Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura está com inscrições abertas para o Clipe (Curso Livre de Preparação de Escritores) na categoria adulto, por meio do site do museu, até o dia 5 de fevereiro de 2023. A Casa das Rosas integra a Rede de Museus-Casas Literários de São Paulo, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerenciada pela Poiesis.

O curso é gratuito e promove um exercício livre do potencial criativo por meio da palavra escrita. O objetivo é contribuir para a criação literária em todas as suas etapas e gêneros, além de proporcionar capacitação técnica e recursos de profissionalização para autores iniciantes e pessoas que queiram escrever e publicar as próprias obras literárias.

Trata-se de uma formação anual que consiste em oito módulos mensais, com oito encontros de 2h cada, às quartas e sábados. Os assuntos dos módulos oferecem aos alunos uma experiência ampla e consistente de formação literária sobre gêneros, técnicas, estilos, obras e autores relevantes, sem um caráter acadêmico e privilegiando os aspectos criativos da linguagem, tanto em prosa como em poesia.

Compõem o corpo docente deste ano o escritor e professor de escrita criativa, Marcelo Maluf — autor do livro de contos “Esquece tudo agora” (Terracota, 2012), e do infantil “As mil e uma histórias de Manuela” (Autêntica, 2013), e Isabella Martino, escritora, professora de literatura, pesquisadora e comunicóloga. Martino é fundadora e coordenadora do Clube de Poesia da Biblioteca Mário de Andrade e também conduz a comunicação do Círculo de Poemas, projeto em parceria da Editora Fósforo e Luna Parque.

Para participar do processo seletivo do Clipe Adulto é necessário ter mais de 18 anos, preencher o formulário disponível no site do museu e enviá-lo junto com uma pequena amostra de seu trabalho em prosa ou poesia. Os candidatos poderão se inscrever para os dois gêneros literários, desde que enviem um trabalho para cada, porém só cursarão uma das categorias.

Criado em 2013, o Clipe já contribuiu com o aperfeiçoamento de 660 escritores, resultando em mais de 100 títulos publicados, muitos deles com prêmios de incentivo para publicação. Na edição deste ano serão oferecidas 90 vagas, sendo 45 vagas para cada gênero literário e haverá lista de espera para 10 candidatos por turma. Os candidatos aprovados receberão um e-mail e/ou telefonema confirmando a participação. As aulas serão online, às quartas-feiras, das 19h às 21h, e sábados, das 14h às 16h, com início previsto para o dia 4/3/2023.

No caso de dúvidas, acesse o campo do Centro de Apoio a Escritores (CAE) no site do museu.

Serviço:  

Curso Livre de Preparação de Escritores (Clipe)

Período de inscrição: até 5/2/2023

Requisitos: ter mais de 18 anos e interesse por escrita e publicação de obras literárias.

Como se inscrever: o candidato deve preencher e submeter um formulário no site do Museu, junto com uma pequena amostra de seu trabalho em prosa e/ou poesia, com no máximo cinco páginas, no formato A4, fonte Times New Roman, corpo 12 e espaço simples. É permitido se inscrever para os dois gêneros: poesia e prosa, desde que o candidato anexe uma amostra a cada inscrição. A seleção, no entanto, é para apenas uma das modalidades escolhidas.

Resultado: 24/2/2023 (o candidato selecionado receberá um e-mail/telefonema confirmando a participação).

Início das aulas: 4/3/2023, das 14h às 16h, na plataforma Zoom. As aulas serão online, às quartas-feiras, das 19h às 21h, e sábados, das 14h às 16h

A Casa das Rosas está passando por restauro. O telefone atual para contato é do Anexo da Casa Guilherme de Almeida: (11) 3673-1883 | 3803-8525 ou pelo e-mail disponível no site.

Jardim do museu aberto de segunda a domingo, das 7h às 22h.

Avenida Paulista, 37 – Bela Vista, São Paulo – SP

Programação gratuita.

Sobre a Casa das Rosas | A Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos é um museu dedicado à poesia, à literatura, à cultura e à preservação do acervo bibliográfico do poeta paulistano Haroldo de Campos, um dos criadores do movimento da poesia concreta na década de 1950. Localizada em uma das avenidas mais importantes da cidade de São Paulo, a Avenida Paulista, o espaço realiza intensa programação de atividades gratuitas, como oficinas de criação e crítica literárias, palestras, ciclos de debates, exposições, apresentações literárias e musicais, saraus, lançamentos de livros, performances e apresentações teatrais. O museu está instalado em um imponente casarão, construído em 1935 pelo escritório Ramos de Azevedo, que na época já tinha projetado e executado importantes edifícios na cidade, como a Pinacoteca do Estado, o Teatro Municipal e o Mercado Público de São Paulo.

Sobre a Poiesis | A Poiesis – Organização Social de Cultura é uma organização social que desenvolve e gere programas e projetos, além de pesquisas e espaços culturais, museológicos e educacionais, voltados para a formação complementar de estudantes e do público em geral. A instituição trabalha com o propósito de propiciar espaços de acesso democrático ao conhecimento, de estímulo à criação artística e intelectual e de difusão da língua e da literatura.

(Fonte: Poiesis)

Inhotim terá ingressos grátis aos domingos

Brumadinho, por Kleber Patricio

Foto: Chris Monk/ Pixabay.

A partir de fevereiro, o Instituto Inhotim, sob patrocínio da B3 (a bolsa de valores do Brasil) por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem mais um dia de gratuidade mensal: todos os últimos domingos do mês. O dia de visitação sem custo de ingresso começa a valer no dia 26 de fevereiro de 2023 e segue durante todos os últimos domingos dos meses deste ano até janeiro de 2024. O horário de visitação aos domingos é das 9h30 às 17h30.

O Inhotim também oferece um dia gratuito mensalmente, neste mês de janeiro o dia 27 e, a partir de fevereiro, toda a última quarta-feira do mês. Para garantir os ingressos, os visitantes devem realizar a retirada do bilhete online pelo site do Sympla, a partir de 9/1.

Domingos gratuitos Inhotim B3: 26/2, 26/3, 30/4, 28/5, 25/6, 30/7, 27/8, 24/9, 29/10, 26/11, 17/12 e 28/1/2024.Devido aos feriados de fim de ano, o domingo gratuito de dezembro será no dia 17/12/23.

Informações gerais   

Horários de visitação: de quarta a sexta-feira, das 9h30 às 16h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30.

Entrada: R$50,00 inteira (meia-entrada válida para estudantes identificados, maiores de 60 anos e parceiros). Crianças de até cinco anos não pagam entrada.

Localização: O Inhotim está localizado no município de Brumadinho, a 60 km de Belo Horizonte (aproximadamente 1h15 de viagem). Acesso pelo km 500 da BR381 – sentido BH/SP. Também é possível chegar ao Inhotim também pela BR-040 (aproximadamente 1h30 de viagem). Acesso pela BR-040 – sentido BH/Rio, na altura da entrada para o Retiro do Chalé.

Opções de transporte regular:

Transfer – a Belvitur, agência oficial de turismo e eventos do Inhotim, oferece transporte aos sábados, domingos e feriados, partindo do hotel Holiday Inn Belo Horizonte Savassi (Rua Professor Moraes, 600, Funcionários, Belo Horizonte). É preciso comparecer 15 minutos antes para o procedimento de embarque e conferência do voucher. Veja mais informações sobre o transfer clicando aqui. Ônibus Saritur – saída da Rodoviária de Belo Horizonte de terça a domingo, às 8h15 e retorno às 16h30 durante a semana e às 17h30 aos fins de semana e feriados. R$51,75 (ida), R$46,05 (volta), R$97,80 (ida e volta).

Inhotim Loja Design | A loja do Inhotim, localizada na entrada do Instituto, oferece itens de decoração, utilitários, livros, brinquedos, peças de cerâmica, vasos, plantas e produtos da culinária típica regional, além da linha institucional do Parque. É possível adquirir os produtos também por meio da loja online.

(Fonte: Instituto Inhotim)

Chef napolitano Pasquale Cozzolino apresenta almoço harmonizado de seis atapas no La Braciera

São Paulo, por Kleber Patricio

O chef Napolitano Pasquale Cozzolino. Foto: divulgação.

Se aqui no Brasil o Dia da Pizza é comemorado em 10 de julho graças a uma iniciativa da Secretaria de Turismo de São Paulo, no resto do mundo é em 17 de janeiro que se celebra a autêntica receita napolitana. A data foi escolhida como o Dia Mundial do Pizzaiolo por coincidir com o Dia de Santo Antão (ou Sant’Antonio Abate), tido como o protetor desses profissionais.

E na La Braciera a efeméride não vai passar em branco. A casa recebe o premiado chef napolitano Pasquale Cozzolino para preparar um almoço de seis etapas com harmonização de vinhos na unidade da rede que fica nos Jardins. Ou seja, é um dia inteiro de pizza. O menu, servido a partir das 13h, custa R$195 por pessoa – ou R$250 com harmonização de vinhos –, limitado a 80 lugares, com reserva antecipada. No dia 19, às 15h, ele dará uma masterclass para os entusiastas das redondas (R$199). As reservas devem ser feitas pelo telefone (11) 94114-1120.

Nascido em Nápoles, berço da pizza na Itália, Cozzolino começou a estudar gastronomia ainda adolescente. Foi chef privado de artistas da música como U2, Madonna, Muse e Coldplay por turnês pela Europa e América do Sul até se fixar em Nova York, em 2011. Ali, se tornou sócio do restaurante Ribalta, no coração de Manhattan, eleito o dono de uma das melhores pizzas da cidade pela revista New York Magazine e pela festejada publicação italiana Gambero Rosso. Além disso, é autor do best seller “The Pizza Diet”, onde conta como perdeu 50 quilos comendo pizza todos os dias por cinco meses.

Sobre a La Braciera Pizza Napoletana | Criada em 2003, a La Braciera Pizza Napoletana (antiga Prima Donna), nasce para servir a “La Verace Pizza Napoletana”, utilizando processos e ingredientes originais da Itália como a massa, que leva apenas quatro ingredientes: Farinha Molino Caputo Italiana, fermento natural, água e sal – com fermentação longa de 72 horas. Presente nos bairros de Higienópolis, Jardins e Santana, a companhia combina ambientes agradáveis e aconchegantes com excelência no atendimento por meio de profissionais bem treinados e humanizados. A La Braciera oferece seus produtos por Whatsapp, iFood e telefone e mais de 90 bairros de São Paulo. https://labraciera.com.br/.

(Fonte: Assessoria de Imprensa Comidah)