Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

Continuar lendo...

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

UP Time Art Gallery apresenta exposição “Ciclos e Fases” na capital paulista

São Paulo, por Kleber Patricio

Obra “MASP” do artista paulistano Natan. Foto: divulgação.

Com o propósito de levar a arte para os mais diversos públicos e lugares, a UP Time Art Gallery, galeria itinerante que busca divulgar o que há de melhor no cenário de arte contemporânea, estreia sua nova exposição “Ciclos e Fases”, no restaurante Le’Bou. Localizado no bairro do Itaim Bibi, Zona Sul de São Paulo, o charmoso bistrô recebe a mostra individual do artista Natan, que participou de duas grandes exposições internacionais em 2022, no Carrousel du Louvre, em Paris, e na FIABCN, em Barcelona. Em cartaz até 23 de janeiro de 2023, a mostra é gratuita e aberta ao público.

Com o propósito de revelar o processo infindável de transformação da matéria e do próprio homem, a exposição representa as investigações individuais de Natan, que retrata seu passado, presente e futuro nas obras. “Nesta exposição, o artista promove o conceito de que, assim como as estações do ano e as fases da lua, cada ciclo possui o seu próprio magnetismo e atrai novos ensinamentos e experiências”, explica Marisa Melo, curadora artística e fundadora da galeria. Segundo ela, “Ciclos e Fases” traz a importância dos novos horizontes inerentes à vida e desperta o aprendizado em vivenciar cada fase do ser humano.

Paulistano, Natan deu início à sua jornada na arte com apenas 10 anos de idade, quando já brincava com traços e contornos do cotidiano. Quando começou a compor suas primeiras telas, o artista ainda trabalhava no mercado publicitário, onde atuou como desenhista. “Com inspirações em Frank Frazetta e Boris Vallejo, as obras de Natan emanam uma beleza ímpar, com trabalhos que são reconhecidos em diversos estados do Brasil”, finaliza a curadora.

Exposição “Ciclos e Fases” – Natan

Curadoria: Marisa Melo

Realização: UP Time Art Gallery

Data: até 27 de janeiro de 2023

Local: Le’Bou – Rua Dr. Renato Paes de Barros, 415 – Itaim Bibi – São Paulo (SP)

Horário: de segunda a quarta-feira das 12h às 15h e de quinta à domingo das 11h30 às 15h e das 18h às 23h

Serviço:

UP Time Art Gallery

Site

Instagram

Telefone: +55 (11) 99724-0909.

Sobre a UP Time Art Gallery | Galeria de arte itinerante que reúne artistas do Brasil e de países da Europa para disseminar o que há de melhor no cenário da arte contemporânea. Fundada por Marisa Melo, empresária no mercado de arte. A galeria alcança mais de 30 países ao redor do mundo, apresentando exposições 3D e presenciais com um time de artistas distintos.

(Fonte: Agência Brands)

Um passeio de verão mais que especial em São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/Bike Tour SP.

As férias de verão chegaram e, para deixar o momento ainda mais prazeroso, o Bike Tour SP traz opções de roteiros com passeios incríveis para aproveitar ao máximo a capital paulista pedalando. O tour proporciona um mix de emoções, diversão e conhecimentos culturais para espairecer, fugir da rotina do dia a dia, seja para um passeio individual ou para aqueles que gostam de aproveitar a companhia da família.

O projeto oferece passeios turísticos em São Paulo acompanhado por um guia de turismo. A iniciativa é gratuita e, em contrapartida, pede apenas a contribuição de 2kg de alimentos para cada participante. Outro diferencial é o equipamento de áudio, o AudioTour, que te leva pra longe, te faz “viajar” passando informações sobre os pontos culturais visitados nos idiomas:  português, inglês e Libras.

Sampa é uma das capitais que está entre as primeiras quando o assunto é turismo, conta com museus, teatros, parques e áreas verdes que deixam a cidade ainda mais encantadora, e com as férias de fim ano, o tour é uma excelente alternativa para se aventurar e curtir bastante.

Para os pais que querem aproveitar as férias com seus filhos e conhecer um dos principais pontos turísticos da capital, a Avenida Paulista, o Bike Tour traz aos domingos o Bike Kids, percurso que conta com um trailer especialmente desenvolvido para levar crianças de até 8 anos de idade, por diversos atrativos da cidade. Separe um tempinho nessas férias, escolha um roteiro e venha participar para conhecer as incontáveis belezas da capital e sua história encantadora.

Bike Tour SP

Wesley Alves: (11) 3213-2245 | 97482-3549 – Celular e WhatsApp | contato@biketoursp.com.br

Instagram:@biketoursp.

(Fonte: MD assessoria & relacionamento)

“Órfãos de Amsterdã”: uma história real de luta e resistência

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa (divulgação).

Baseado em fatos, “Órfãos de Amsterdã”, de Elle van Rijn, conta a história de uma jovem comum que arriscou tudo para salvar do nazismo inúmeras crianças que tinham como destino Auschwitz. A Editora Melhoramentos lança o livro neste mês de janeiro, marcando o Dia Internacional da Lembrança do Holocausto (27/1), uma significante recordação em homenagem às vítimas do genocídio.

A creche na qual a jovem Betty Goudsmit-Oudkerk trabalhava foi transformada pelos alemães em um espaço para onde as crianças judias seriam encaminhadas – e lá aguardavam o transporte em direção aos campos de concentração. Mas ela e suas amigas, todas funcionárias da creche, se recusaram a aceitar o destino que os nazistas queriam dar a esses meninos e meninas. Elas escolhem pôr em risco as próprias vidas para salvar centenas de inocentes, enquanto nas ruas da cidade o dia a dia se torna cada vez mais assustador para os judeus.

A persistência dessas mulheres que lutaram dia e noite para salvar centenas de crianças da morte anunciada faz o leitor se emocionar e refletir sobre o doloroso período da Segunda Guerra Mundial. A escritora Elle van Rijn desenvolve a narrativa a partir do relato de Betty, que antes de falecer teve uma longa conversa com a autora, para apresentar uma obra fiel aos sentimentos vividos na época e capaz de tocar leitores de todas as gerações.

O livro traz notas históricas e da autora que contextualizam os acontecimentos retratados. Com um olhar sensível que promove uma leitura emocionante, a obra foi sucesso de vendas na Europa com mais de 30 mil exemplares vendidos apenas na Holanda.

Ficha Técnica:

Título: Órfãos de Amsterdã

Editora: Melhoramentos

Autora: Elle van Rijn

Tradução: Renata Tufano

Páginas: 304

Formato: 16 x 23

Preço sugerido: R$52,90

ISBN: 978-65-5539-519-8.

Sobre a autora | Elle van Rijn tem dez romances publicados, além de atuar como atriz e roteirista. A paixão da autora pela escrita é conduzida por histórias reais e ficcionais, sendo “Órfãos de Amsterdã” uma união extraordinária da ficção com acontecimentos marcantes baseados em fatos reais que fascinam cada leitor.

(Fonte: Jô Ribes Comunicação)

Museu Transgênero de História e Arte lança primeiro arquivo histórico transgênero museal do Brasil, o Amutha

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Museu Transgenero de Historia e Arte – Ian Guimarães Habib – Acervo Keila Simpson. Título: “À espera de cliente”.

O Museu Transgênero de História e Arte (Mutha), concebido por Ian Habib, seu CEO, inaugurou com ineditismo, em 12 de dezembro de 2022, o primeiro arquivo histórico transgênero museal do Brasil, o Arquivo Histórico do Museu Transgênero de História e Arte (Ahmutha). Pela primeira vez na história brasileira a população brasileira de pessoas corpo e gênero variantes pode contar sua própria história institucionalmente, em acervos arquivísticos museais, efetuando seus gerenciamentos, salvaguardas, preservações, pesquisas, educações e fruições. O acervo inclui vivências transgêneras, travestis, não-binárias, intersexo, indígenas, LGBTQIAP+, entre outras identidades.

Um acervo arquivístico completamente gratuito, virtual e de fácil acesso, o Ahmutha é composto de coleções de caráter misto, bibliográfico, artístico, fotográfico, científico, histórico e documental, de tipologia arquivística e museal, formulado com interesses e metodologias híbridas. “São itens musealizados e conjuntos de tecnologias de formação de arquivos museais e de produção de dados, funcionando como um espaço comunitário e autônomo, onde é gerido parte do patrimônio simbólico, social, político e cultural tangível e intangível da população corpo e gênero diversa do/no Brasil”, explica Ian. “Esses agrupamentos de bens guardam entre si relações múltiplas, únicas, temporalmente coexistentes e descontínuas, nem sempre lineares ou binárias, e rompem com as leis cisheteronormativas de saber e poder, de modelos temporais fixos e do que pode ser dito sobre as transgeneridades em universos cisgêneros”, completa.  Dessa forma, os arquivos do Mutha incentivam a criatividade, fissuram e rompem a história até hoje produzida pela cisgeneridade sobre as transgeneridades, já que partem das próprias posições transgêneras de enunciação, de conjuntos de saberes trans que vêm para balançar as estruturas do que foi estabelecido como importante e guardado, e do que foi excluído ou apagado sobre a essa população.

O Arquivo Histórico (Ahmutha) comporá o conjunto de acervos arquivísticos museais do Mutha, junto ao Arquivo Artístico de Dados (AAD), ao site e às suas tecnologias de produção de memórias e dados. A estrutura do Ahmutha é composta pelo Programa de Produção, Preservação e Difusão Histórica (PPPDH), pelo Programa em Educação (PED) e pelo Acervo Digital (AD).

Título: “Uma tarde em Veneza”.

O PPPDH tem como objetivo coletar os Acervos do Ahmutha, efetuando o processo de musealização de todos os objetos, organizados por meio de pesquisa, documentação, digitalização, registro, ficha catalográfica, disponibilização, conservação preventiva e restauro. O Mutha convida a população e instituições públicas e privadas a colaborar com doações de materiais e fundos para manter o espaço em funcionamento.

O AD, uma espécie de biblioteca com mecanismo de busca comum que engloba todo o material musealizado, é composto por quatro acervos: Acervos de Pesquisa, dedicados a cada pessoa pesquisadora convidada pelo Ahmutha ou pelo Mutha; Acervos Transcestrais, dedicados a importantes personalidades, pessoas trans falecidas, com suas biografias de vida; Acervos Muthantes, com outras produções experimentais do próprio museu, que incluem intangíveis (performances, manifestações populares, outras) e obras de arte; e, por fim, destaca-se o Arquivo Vivo, tecnologia de manipulação de dados com curadoria compartilhada, criada para que pessoas trans vivas possam se autoarquivar e automusealizar, enviando seus próprios materiais. Os temas tratados serão pertinentes à toda diversidade do envelhecer trans: transformismo, história dos movimentos LGBTQIAP+, ativismo, migração, cidadania, direitos humanos, aposentadoria, comunidade, família, religião, cidades, território, raça-etnia, deficiência e questões de saúde, úteis para pesquisas em áreas como direito, artes, ciências humanas e ciências da saúde.

O PED tem como foco o desenvolvimento de programas educacionais em História e Arte e foi criado para oferecer às pessoas trans capacitação profissional no mercado das Artes e Humanidades e incentivar o empreendedorismo na indústria cultural, além de tornar as produções corpo e gênero diversas mais acessíveis para todas as pessoas que desejam aprender mais sobre elas, fortalecendo seu reconhecimento social. Além disso, organiza as atividades de Divulgação Científica do Ahmutha e oferece suporte para pesquisadores, instituições públicas e privadas, estudantes e o público em geral.

Título: “Despedida”.

Como parte das ações de inauguração, o Ahmutha promove, em dezembro de 2022 e janeiro de 2023, uma série de cursos. O Primeiro Ciclo de Cursos do Programa em Educação (PE) do Ahmutha visa promover a difusão de conhecimentos acerca do conteúdo e de seus modos de funcionamento e investir em processos pedagógicos acerca de memórias, histórias, museologias, produção de dados e arquivos corpo e gênero diversos. As inscrições estão abertas e vão até o dia de início de cada curso. Os cursos, gratuitos, com capacidade para 100 pessoas por sala e indicados para maiores de 18 anos, são: “O corpo como arquivo: Entrelaçando história, memória e museologia trans”, de Juno Nedel; “Transjardinagem: Performance como paisagem radical para arquivo vivo trans”, de Ian Habib; “Transencruzilhadas da memória: Preservação das memórias transmasculinas negras brasileiras”, de Bruno Santana; e “Práticas performativas feministas”, com Nina Caetano. Ian ressalta que não é necessário conhecimento anterior e que as atividades práticas desenvolvidas podem, mediante desejo e doação de cada participante, virem a compor o acervo Ahmutha.

O Ahmutha foi concebido por Ian Habib em 2021, durante as sexta, sétima, oitava e nona ações do museu, e é fruto do projeto que contou com apoio financeiro do FUNDO ELAS+ Edital Mulheres em Movimento 2021: fortalecendo a solidariedade e a confiança e do Edital ProAC Nº 28/2021 – Museus e Acervos/Reforma/Ampliação/Modernização, do Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. A equipe responsável é formada por Purpurina Produções (Be Zilberman), Débora Paixão (Denu), Juno Nedel, Mayara Lacal e a colaboração de Jean Baptista, Tony Boita, Caio C. Maia, Cosmos Benedito, Lino Gabriel Nascimento dos Santos, Keila Simpson, Sissy Kelly, Fabiane Galvão, Karla Zhand, entre outros.

Lançamento do primeiro arquivo histórico transgênero museal do Brasil | Arquivo Histórico do Museu Transgênero de História e Arte (Ahmutha) – https://ah.mutha.com.br/.

(Fonte: Vicente Negrão Assessoria)

Bete Coelho apresenta espetáculo “Molly-Bloom” no Teatro Unimed

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Matheus Jose Maria.

O Teatro Unimed apresenta, a partir da sexta-feira, 27 de janeiro, o espetáculo “Molly-Bloom”, estrelado pela atriz Bete Coelho, que também assina a direção, ao lado de Daniela Thomas, e divide a cena com o ator Roberto Audio. Em nova montagem da Cia. BR116, o texto é formado pelas partes finais da obra “Ulysses”, de James Joyce, cuja primeira publicação fez 100 anos em 2022 – uma espécie de post-scriptum de toda ação do clássico do autor irlandês.

“Molly-Bloom”, com tradução de Caetano W. Galindo e codireção de Gabriel Fernandes, é o fluxo ininterrupto e fascinante do pensamento da personagem, que nunca deixou de ser um desafio e uma tentação para leitores, críticos e, talvez acima de todos, para as atrizes. Os escritos de James Joyce, assim como de outros autores concretos da literatura e dramaturgia mundial, foram apresentados a Bete Coelho por Haroldo de Campos em saraus e eventos culturais. Desde então a atriz pensava em levar Molly-Bloom aos palcos.

A trama | Em cena, Leopold Bloom [Roberto Audio], icônico personagem da literatura mundial, retorna a sua casa após flanar por cerca de 16 horas pela cidade de Dublin, capital da Irlanda. Sua esposa, Molly Bloom [Bete Coelho], já está dormindo – ou finge estar. Ele, exausto, deita na cama com cautela para não a acordar e cai no sono. Molly, então, parte para sua odisseia mental, singrando o mar de seus pensamentos. Entre travesseiros e fluidos líquidos e gasosos, navega as águas do passado, a infância em Gibraltar, seu pai, os enamoramentos, o primeiro beijo, o filho morto; navega as águas do presente, o casamento, o adultério, a barriga que está ficando grandinha, a conjectura de talvez parar com a cerveja no jantar, a filha; e as águas fascinantes e traiçoeiras da libido, do sexo, do proibido.

Solidão a dois

A atriz e diretora Bete Coelho explica que, em “Molly-Bloom”, a Cia. BR116 decidiu não encenar apenas o célebre monólogo final, desencaixando-o do livro como um fragmento isolado. “Optamos por incluir na montagem trechos do episódio anterior, onde Leopold Bloom, finalmente sozinho depois de um dia longo e cansativo, se prepara para entrar na cama com a esposa que, ele sabe, cometeu adultério naquele dia”. Trata-se de um gesto aparentemente discreto, essa ligeira manipulação do texto que reconecta Molly e Bloom, mas com um efeito profundamente transformador. Trazer o final do capítulo anterior permite ao público conceber de maneira muito mais plena aquele mundo, aquelas pessoas e a integralidade do livro Ulysses. Bete Coelho também destaca o pensamento revolucionário da consciência e da sexualidade femininas presentes nas falas de Molly Bloom.

Para Caetano W. Galindo, que assina a tradução e a consultoria dramatúrgica de Molly-Bloom, “se a terceira parte do romance de Joyce trata da volta para casa, e nela finalmente vemos Bloom voltar ao seu ‘reino’ usurpado, mas ainda acolhedor, o que a encenação realiza ao reintegrar ao livro como um todo as famosas falas, foi uma operação da mesma natureza: ela trouxe Molly, que passou todo aquele dia 16 de junho de 1904 sem sair do seu endereço, de certa forma de volta para ‘casa’, fazendo com que sua voz de novo converse com a do marido, fazendo com que a noite apareça novamente como sequência e inversão dos valores do dia, com que a lua surja, aos poucos, na medida em que o sol desaparece”.

Ângulos diversos | Na encenação de “Molly-Bloom”, Daniela Thomas criou uma cenografia para que o público assista ao espetáculo como se lê a obra clássica de Joyce, de vários ângulos. O cenário multimídia é um convite para que a plateia esteja junto à cena, vendo pequenos detalhes da montagem. “A ideia é trazer a amplitude do livro para o palco oferecendo maneiras diferentes de olhar a mesma cena, sem induzir a uma única compreensão”, pontua Bete Coelho.

Início da programação 2023 do Teatro Unimed | “O Teatro Unimed tem se consolidado na produção artística nacional como um espaço de alta qualidade, seja por sua programação consistente e plural, seja por seus elementos técnicos e de máximo conforto para o público. Incluir na rotina atividades culturais e de lazer, juntamente com familiares e amigos, é fator diretamente ligado à promoção da saúde mental e do bem-estar”, afirma Luiz Paulo Tostes Coimbra, presidente da Unimed Nacional. “A semana do dia 25 de janeiro, data tão marcante para nós que amamos a cidade de São Paulo, tem se consolidado a cada ano como o período de início da programação do Teatro Unimed. Estamos muito orgulhosos de estrear a agenda 2023 com um espetáculo tão relevante, com profissionais altamente conceituados e aclamados pela crítica. Ao mesmo tempo, o Edifício Santos-Augusta está sempre totalmente aberto ao público que mora em São Paulo ou está de visita na cidade e que, além do Teatro Unimed, pode também usufruir da excelência do Perseu Coffee House, no térreo, e do Casimiro Ristorante dal Tatini, no quarto andar”, convida Fernando Tchalian, CEO da desenvolvedora Reud, controladora do Teatro Unimed.

Ficha Técnica

Autor: James Joyce

Tradução: Caetano W. Galindo

Direção: Daniela Thomas e Bete Coelho

Codireção: Gabriel Fernandes

Atriz: Bete Coelho

Ator: Roberto Audio.

Direção de Vídeo: Gabriel Fernandes

Consultoria Dramatúrgica: Caetano W. Galindo

Cenário: Daniela Thomas e Felipe Tassara

Produção de Cenografia: Mauro Amorim

Assistente de Direção: Lindsay Castro Lima

Desenho de Luz: Beto Bruel

Assistente de Luz: Sarah Salgado

Figurino: Bete Coelho e Daniela Thomas

Assistente de Figurino: Alice Tassara

Diretor Técnico: Rodrigo Gava

Diretor de Palco: Domingos Varela

Assistente de Palco: João Carvalho

Diretor de Cena: Murillo Carraro

Diretora de Arte: Alice Tassara

Assistente de Arte: Murillo Carraro

Camareiro: João Carvalho

Canção do Amor tocada por Caetano W. Galindo

Operador de Som: Rodrigo Gava

Operadora de Luz: Sarah Salgado

Serralheria: Mauricio Zati / Aço Studio Arquitetos

Diretor de Comunicação: Maurício Magalhães

Programação Visual: Celso Longo / CLDT

Fotos: Jennifer Glass

Assessoria Jurídica: Olivieri Associados

Dramaturgista da Cia.BR116: Marcos Renaux

Local de Ensaio: CASAVACA

Direção de Produção: Lindsay Castro Lima e Mariana Mantovani

Gerente técnico Teatro Unimed: Reynold Itiki

Assessoria jurídica Teatro Unimed: Carolina Simão

Comunicação Teatro Unimed: Dayan Machado

Assessoria de Imprensa Teatro Unimed: Fernando Sant’ Ana

Realização: Cia. BR116.

Teatro Unimed | O Teatro Unimed está localizado em um dos pontos centrais da cidade de São Paulo: esquina da Rua Augusta com a Alameda Santos, a apenas uma quadra da Avenida Paulista. Sua programação é dedicada a espetáculos de alta qualidade e nunca antes exibidos na cidade, como o musical “Lazarus”, de David Bowie, com o qual o teatro abriu suas portas em agosto de 2019. Durante todo o período em que esteve fechado para espetáculos presenciais, o Teatro Unimed continuou produzindo cultura e lazer, com espetáculos de grande qualidade, online e sempre gratuitos, como parte do projeto Teatro Unimed Em Casa. Muito versátil, com o que existe de mais moderno em tecnologia cênica, ideal para espetáculos de teatro, música, dança, eventos, gravações e transmissões ao vivo, o Teatro Unimed é todo revestido em madeira, com 249 lugares, palco de 100m², boca de cena com 12m de largura e fosso para orquestra. Primeiro teatro criado por Isay Weinfeld (responsável pelos projetos dos hotéis do Grupo Fasano, do residencial Jardim, em Nova York, e do Hotel InterContinental, em Viena), o Teatro Unimed ocupa o primeiro andar do sofisticado edifício projetado pelo arquiteto, o Santos Augusta, empreendimento da desenvolvedora Reud, combinação única de escritórios, café, restaurante e teatro, o que permite uma experiência completa, antes e depois de cada espetáculo. Elegante e integrado ao lobby no piso térreo, o Perseu Coffee House é a porta de entrada do Santos Augusta. Com mobiliário vintage original dos anos 50 e 60, assinado por grandes nomes do design brasileiro, como Zanine Caldas, Rino Levi e Carlo Hauner, e uma carta de cafés, comidinhas e drinks clássicos, é o lugar perfeito para encontros informais, desde um café da manhã até o happy hour. O Casimiro Ristorante, localizado no quarto andar do edifício, é uma iniciativa de um dos mais admirados e tradicionais restaurantes de São Paulo o Tatini, fruto da dedicação de três gerações de profissionais voltados para a gastronomia italiana de qualidade: Mario Tatini, Fabrizio Tatini e Thiago Tatini.

Molly-Bloom

Teatro Unimed

Ed. Santos Augusta, Al. Santos, 2159, Jardins, São Paulo (SP)

Estreia: sexta-feira, 27 de janeiro de 2022

Curta temporada: de 27 de janeiro a 26 de março de 2022 (não haverá espetáculo de 17 a 19 de fevereiro, Carnaval)

Horários: sextas e sábados, às 20h; domingos, às 18h

Valores: Inteira – R$140,00 (plateia), R$100,00 (balcão). Meia-entrada – R$70,00 (plateia) e R$50,00 (balcão).

Clientes Unimed têm 50% de desconto com apresentação da carteirinha. Descontos não cumulativos.

Horários da Bilheteria: sexta e sábado, das 12h30 às 20h30. Domingos, das 10h30 às 18h30.

Duração: 75 minutos

Classificação: 14 anos

Capacidade: 249 lugares

Gênero: Comédia dramática

Acessibilidade: Ingressos para cadeirantes e acompanhantes podem ser reservados pelo e-mail contato@teatrounimed.com.br

Recomenda-se o uso de máscara durante todo o espetáculo.

Estacionamento com manobrista: R$25,00 (primeira hora) + R$10,00 (por cada hora adicional)

Vendas pela internet: www.sympla.com.br/teatrounimed

www.teatrounimed.com.br

https://www.facebook.com/TeatroUnimed

https://www.instagram.com/teatrounimed/.

(Fonte: Teatro Unimed)