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Galeria Lume abre período expositivo de 2023 com “À espreita”, de Ana Vitória Mussi

São Paulo, por Kleber Patricio

“Mergulho na Imagem #2”, 2009 impressão serigráfica sobre Vidromatone – printing on glass brick – 57 x 57 x 8 cm 22 1/2 x 22 1/2 x 3 1/8 em edição de 3 (#1/3). Foto: Ana Pigosso.

Com uma retrospectiva do trabalho de mais de quatro décadas da artista-fotógrafa Ana Vitória Mussi (1943), que apresenta uma vasta produção composta por fotografia, imagens em movimento, objetos e instalações, a Galeria Lume exibe, a partir de 11 de fevereiro, sábado, às 11h, “À espreita”. Com curadoria de Paulo Kassab Jr., a exposição destaca fotografias que analisam os diálogos da artista com o principal dispositivo de circulação e produção de imagens de sua geração: a televisão.

Nos anos 70, Ana V. Mussi passou a integrar o grupo que se tornou conhecido como pioneiro da videoarte no Brasil, composto por outros sete artistas – Anna Bella Geiger, Fernando Cocchiarale, Sônia Andrade, Ivens Machado, Paulo Herkenhoff, Letícia Parente e Miriam Danowski. Por conta deste período de tempo (1974 a 1982) em que trabalhou em conjunto com o grupo, a mostra irá contemplar, também, obras de Anna Bella Geiger, que conversam e reforçam a produção de Mussi como forma de trabalhar a imagem em veículos de comunicação em massa.

Ana Vitória Mussi – “Mil e Uma Noites”, 2005 – caixa porta-joias e fotografia.

Para o curador, “Ana V. Mussi apropria-se de uma imagem criando outros significados sobre ela. Apoderando-se de cenas corriqueiras ou imagens clássicas do cinema, a artista não nos pede para abandonar o pensamento imagético, mas sim pensar na imagem e pela imagem, abdicar do que, no pensamento, se acorrenta à matéria para fazer a entidade subjetiva”.

Nas fotografias em que se apropria de imagens televisivas, a artista restitui a cada imagem a aparição inesperada do ato. A câmera paralisa a cena, interrompe a sessão e reluz o momento da ameaça do movimento: o golpe.

Nos últimos 40 anos, Ana M. vem dedicando-se à investigação de imagens como forma de explorar seus limites e possibilidades. Trazendo objetos, projeções, filmes, fotografias e esculturas, “À espreita” analisa a relação entre a condição da imagem no mundo, sobretudo a imagem televisiva e audiovisual, e a nossa submissão aos seus poderes – à sua capacidade de nos influenciar. É por essa janela (televisão), em nossas casas, que assistimos às guerras viscerais desta cidade, às invasões nas favelas, ao som ensurdecedor da artilharia, a população acuada e muda. Nenhum pássaro cruza, nenhum cão ladra. Estamos aqui e não lá, talvez pensemos aliviados, ainda que este “lá” esteja em imediata proximidade, ainda que os estrondos das armas que ouvimos bem aqui à nossa volta se confundam com aqueles emitidos ao vivo pela tevê.

Ana Vitória Mussi. “Aquela Gente” – 4, 2021.

“Ana Vitória Mussi, desde cedo, se deu a difícil tarefa de fotografar o ‘através’, o interstício entre o que se vê e o que permanece velado entre o olhar e o pensamento, entre a abertura e o confinamento do campo perceptivo”, explica Marisa Flórido César, curadora e pesquisadora obstinada do trabalho da artista.

Veja, a seguir, algumas obras-destaque da exposição:

Mergulho na Imagem

Nesta obra, a imagem de uma nadadora em pleno salto é impressa por foto-serigrafia em uma parede de tijolos de vidro. No chão, um abismo d’água aguarda o mergulho no reflexo prometido. Ana Vitória faz uso de tijolos de vidro desde os anos 1990 ao perceber, em sua forma, proximidades tanto com o monitor de tevê quanto com a transparência dos negativos e a superfície d’água congelada. Camadas de vidro que distorcem a imagem de acordo com o movimento de nossos corpos.

Bang! (Vídeo arte)

A única legenda que aparece em “Bang” alerta: estamos na suspensão do “ainda não” que antecede o estopim da arma, o clique da câmera fotográfica, a deflagração do trágico acontecimento: a guerra. Um segundo tão asfixiante que parece se estender ad aeternum.

Em “Bang”, Ana Vitória Mussi mostra cenas de guerrilha urbana nos morros cariocas. As ocupações das Unidades de Polícia Pacificadora do Rio de Janeiro (emitidas ao vivo e fotografadas da televisão) são intercaladas com cenas de sete filmes e documentários da Segunda Guerra Mundial, ao som da canção “Bang Bang (My baby shot me down)”, que compõe a trilha sonora do filme “Kill Bill I” (2003/2004), de Quentin Tarantino. Ana Vitória interrompe o fluxo narrativo e o contínuo temporal das imagens do cinema e da tevê pela fotografia, as edita e monta em associações singulares: o salto do atleta olímpico do documentário de Leni Riefenstahl e o voo dos aviões de combate (os quase deuses e suas quedas); o complexo jogo de direcionamento e triangulação dos olhares (dos indivíduos e da massa indistinta) com as máquinas de guerra e as de imagem (dos binóculos à fotográfica e ao celular); a suavidade e a redenção do amor em tempos de insanas brutalidades.

Sobre a Galeria Lume

Ana Vitória Mussi – “Aquela Gente” – 1, 2021.

A Galeria Lume foi fundada em 2011 com a proposta de fomentar o desenvolvimento de processos criativos contemporâneos ao lado de seus artistas e curadores convidados. Dirigida por Paulo Kassab Jr. e Victoria Zuffo, a Lume se dedica a romper fronteiras entre diferentes disciplinas e linguagens, através de um modelo único e audacioso que reforça o papel de São Paulo como um hub cultural e cidade em franca efervescência criativa.

A galeria representa um seleto grupo de artistas estabelecidos e emergentes, dedicada à introdução da arte em todas as suas mídias, voltados para a audiência nacional e internacional, através de um programa de exposições plural e associado a ideias que inspiram e impulsionam a discussão do espírito de época. Foca-se também no diálogo entre a produção de seus artistas e instituições, museus e coleções de relevância.

A presença ativa e orgânica da galeria no circuito resulta na difusão de suas propostas entre as mais importantes feiras de arte da atualidade, além de integrar e acompanhar também feiras alternativas. A galeria aposta na produção de publicações de seus artistas e realização de material para pesquisa e registro. Da mesma forma, a Lume se disponibiliza como espaço de reflexão e discussão. Recebe palestras, performances, seminários e apresentações artísticas de natureza diversa.

Serviço:

“À espreita” | Ana Vitória Mussi

Texto curatorial: Paulo Kassab Jr.

Local: Galeria Lume, sala expositiva I

Abertura: 11 de fevereiro, das 11h às 17h

Período expositivo: 11 de fevereiro a 18 de março de 2023

Horário de visitação: segunda a sexta, das 10h às 19h, e sábado, das 11h às 15h

Endereço: Rua Gumercindo Saraiva, 54 – Jardim Europa, São Paulo – SP

Entrada gratuita

Informações para o público: tel.: (55) 11 4883-0351 / e-mail: contato@galerialume.com

https://www.instagram.com/galerialume/

https://www.facebook.com/GaleriaLume

https://galerialume.com/.

(Fonte: a4&holofote comunicação)

Festival Dança em Trânsito ocupa o Espaço Tápias, na Barra da Tijuca, com o projeto Palco Carioca

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Renato Vieira Cia de Dança inicia o projeto Palco Carioca nos dias 10, 11, 18 e 19 de fevereiro. Foto: Bruno Veiga.

Há 20 anos, o projeto Dança em Trânsito reúne apresentações artísticas, formação, capacitação, reflexão e intercâmbio entre grupos de dança de diversas cidades do Brasil e do mundo. O festival, realizado em circuitos, possibilita trocas de experiências entre artistas nacionais e internacionais convidados, e incentiva o desenvolvimento das linguagens da dança.

O primeiro circuito já está programado para fevereiro, março e abril com o Palco Carioca, que irá contar com importantes companhias e grupos cariocas de dança, aos sábados e domingos, às 20h, na Sala de Espetáculos Maria Thereza Tápias, situada no Espaço Tápias, na Barra da Tijuca. Quem abre o evento é a Renato Vieira Cia de Dança com “Estudo número um”, nos dias 10, 11, 18 e 19 de fevereiro, seguido do Grupo Tápias apresentando “Casa de Abelha”, nos dias 25 e 26.

O projeto segue em março, com apresentações do Núcleo de Arte Ofício (4, 5, 11,12, 18 e 19/3) com espetáculo de teatro infantil “Nem sim, nem não”, às 16h. A programação de dança para o público adulto, às 20h, começa com a Cia Híbrida/Renato Cruz (4 e 5/3) e depois segue com Renata Costa e Samuel Frare (11 e 12/3), Paula Águas, Toni Rodrigues e Betina Guelman (18 e 19/3) e Bruno Cesário (25 e 26/3). Os pequenos voltam a ter espaço em abril no Palco Carioca com o Grupo Tápias nos fins de semana (1, 2, 8, 9, 15, 16, 22 e 23/4), às 16h, com o espetáculo de dança “Creme do céu”. O palco da Sala de Espetáculos Maria Thereza Tápias continua a receber os espetáculos de dança Marcia Milhazes Companhia de Dança (1 e 2/4), Cia Étnica de Dança/Carmem Luz (8 e 9/4), Laso Cia de Dança/ Carlos Laerte (15 e 16/4), Esther Weitzman Cia de Dança (22 e 23/4) e Regina Miranda Atores&Bailarinos (29 e 30/4).

Em 2023, o Dança em Trânsito circulará, durante o ano inteiro, por aproximadamente 33 cidades brasileiras e uma cidade estrangeira. Vai selecionar artistas e companhias brasileiras de norte a sul do Brasil para compor a programação das cidades e receber artistas e companhias internacionais.

Em tempo: O projeto de aulas de manutenção para profissionais de dança, que acontecem todas as sextas-feiras no Espaço Tápias, das 13h às 14h30, de forma gratuita para participação de profissionais de dança e artes cênicas, também contará com artistas cariocas em parceria com o Dança em Trânsito.

Sobre o Espaço Tápias

O novo Espaço Tápias, inaugurado em 30/4/2022 na Barra da Tijuca, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro, nasce com o propósito de transformar vidas, dar oportunidades e realizar sonhos.

Grupo Tápias se apresenta nos dias 25 e 26 de fevereiro. Foto: Fernanda Vallois.

O Espaço Tápias disponibiliza salas para aulas e uma sala para espetáculos e outros encontros envolvendo arte – a Sala Maria Thereza Tápias. É uma organização que visa favorecer, divulgar e oportunizar a dança com foco na dança contemporânea e em seus segmentos.

A disposição para incentivar a criação, para promover performances, estimular talentos e fomentar pesquisas são posturas e projetos valiosos para quem se dedica à dança e permeiam todas as ações do Espaço. Com a nova sede, contribui para o desenvolvimento e a expansão da dança, com ênfase na dança contemporânea no Brasil e no mundo.

A nova sede inaugurou nova etapa da jornada do Espaço Tápias, abarcando o que já é realizado até agora e lançando-o em novas empreitadas, para que, juntos, todos os amantes de dança e outras artes possamos trilhar novos caminhos e oferecer mais espaço à arte.

Programação Palco Carioca – primeiro circuito do projeto Dança em Trânsito

Fevereiro:

10, 11, 18 e 19/2 – Renato Vieira Cia de Dança – com o espetáculo “Estudo número um”

25 e 26/2 – Grupo Tápias – com o espetáculo “Casa de abelha”

Março:

4, 5, 11, 12, 18 e 19/3 – Núcleo Arte Ofício (infantil) com “Nem Sim, Nem Não”

4 e 5/3 – Cia Híbrida – Renato Cruz com “Dança Frágil”

11 e 12/3 – Renata Costa e Samuel Frare com “Balão de oxigênio para mergulhos amorosos”

18 e 19/3 – Paula Águas, Toni Rodrigues e Betina Guelmann – “Seis Propostas para o Silêncio”

25 e 26/3 – Bruno Cezario com “Triz”

Abril:

1, 2, 8, 9, 15, 16, 22 e 23/4 – Grupo Tápias (infantil) com “Creme do Céu”

1 e 2/4 – Marcia Milhazes Companhia de Dança com “Paz e Amor”

8 e 9/4 – Cia Étnica de Dança – Carmen Luz com “Sankofa”

15 e 16/4 – Laso Cia de Dança – Carlos Laerte

22 e 23/4 – Esther Weitzman Companhia de Dança com “O que imagino sobre a morte”

29 e 30/4 – Regina Miranda e Atores Bailarinos com “Naitsu – Noites com Murakami”.

Serviço:

Palco Carioca

Temporada: 10 de fevereiro a 23 de abril

Local: Espaço Tápias – Sala de espetáculos Maria Thereza Tápias

Dias: sábados e domingos às 20h

80 lugares

Ingressos: Inteira $30,00 / Meia $15,00 – *pela plataforma Sympla

Endereço: Av. Armando Lombardi, 175 – 2º andar – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro (RJ).

(Fonte: Claudia Tisato Assessoria de Imprensa)

Sonia Di Morais lança seu primeiro single

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Capa do single. Foto: divulgação.

A cantora, compositora, arranjadora e maestrina Sonia Di Morais acaba de lançar o single “Quem é você?”. A canção, composta e produzida por Luiz Macedo com letra de Fernando Salem, é o primeiro single de Sonia disponível nas plataformas. Ouça o single em https://tratore.ffm.to/soniadi.

Sonia Di Morais é cantora, compositora, arranjadora e maestrina. Nasceu em São Paulo, em 8 de junho de 1974, filha de pais nordestinos numa família de 16 irmãos, onde desde pequena foi motivada a cantar.

Começou a cantar profissionalmente aos 21 anos e se formou em canto lírico, regência e especialização em canção popular.

Foi regente da Orquestra e Coral da Fundação Bradesco em Osasco /SP e coordenadora do projeto de musicalização da mesma instituição entre 2001 a 2022.  Regeu os Concertos de Natal da Lagoa Rodrigo de Freitas no Rio de Janeiro e Concertos de Abertura do Festival de Música de Inverno em Campos do Jordão por 12 anos, onde se apresentou com artistas dos mais importantes na cena musical brasileira, tais como Milton Nascimento, Simone, Ivan Lins e Gal Costa, entre outros.

Seu trabalho como cantora é baseado em canções próprias e interpretações e, ao longo de 2022, foi responsável pela direção musical e arranjos de seus shows com o Quarteto de Cordas da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba.

Instituto de Arte Contemporânea realiza exposição histórica de Carmela Gross

São Paulo, por Kleber Patricio

Carmela Gross, CARIMBOS, 1977-78, Arquivos do projeto.

O primeiro carimbo de Carmela Gross foi um desenho de um murro sobre a mesa, no IV Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, em Brasília, no ano de 1968. Em 1978, Carmela apresentou no Gabinete de Artes Gráficas, em São Paulo, outros “Carimbos”, um conjunto de 80 trabalhos feitos de carimbadas repetidas e organizadas sistematicamente sobre o papel, distribuídos por todo o espaço da galeria. Esses anos de estudo plástico e conceitual resultaram em um grande arquivo com mais de 300 documentos, que agora é apresentado no Instituto de Arte Contemporânea – IAC.

“Carimbos” trata do desenho decomposto em linhas, manchas, pinceladas e rabiscos. Ao longo do processo de pesquisa da artista, a repetição sugere uma busca pela síntese do desenho, pela racionalidade do gesto expressivo.

Carmela Gross, CARIMBOS, 1977-78, Arquivos do projeto.

Os materiais apresentados na exposição do IAC compõem uma linguagem plástica experimental e mostram como foi pensada e executada a ideia da artista: começa com um estudo da paisagem por meio de fotos e desdobra-se em vários conjuntos de desenhos, desde um pequeno pedaço de papel rabiscado até sua finalização. A exposição também traz alguns exemplares da série original, de 1978.

O ato de carimbar, o desenho esmurrado sobre uma folha de papel, também diz sobre seu tempo. Realizada durante a ditadura militar no Brasil, “Carimbos” remete simbolicamente à operação burocrática do aparato estatal na vida brasileira dos anos 1970. A coleção formada pelos carimbos, estudos, materiais gráficos e documentos será doada ao IAC e, em breve, estará disponível para pesquisa.

“Carimbos” tem curadoria de Ricardo Resende e foi viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura, Governo Federal, com o patrocínio de J.P. Morgan. O educativo do IAC tem o apoio do Instituto Galo da Manhã.

Sobre a artista

Carmela Gross, CARIMBOS, 1977-78, Arquivos do projeto.

Carmela Gross (São Paulo, 1946) tem realizado trabalhos em grande escala que se inserem no espaço urbano e assinalam um olhar crítico sobre a arquitetura e a história urbana. O eixo comum, para além da diversidade dos contextos e das propostas elaboradas em cada caso, é o conceito básico de trabalhar-na-cidade. O conjunto de operações, que envolvem desde a concepção do trabalho, passando pelo processo de produção, até a disposição no lugar de exibição, enfatiza a relação dialética entre a obra e o espaço, entre a obra e o público/transeunte. Os trabalhos procuram engendrar novas percepções artísticas que afirmam uma ação e um pensamento críticos e que trazem à tona a carga semântica do lugar, seja ele um espaço público, uma instituição ou o momento de uma exposição. https://carmelagross.com/cv

Sobre o Instituto de Arte Contemporânea

O Instituto de Arte Contemporânea – IAC é um centro de documentação e pesquisa. Foi fundado em 1997 por Raquel Arnaud visando preservar e disponibilizar para pesquisa uma ampla coleção de documentos relacionados à trajetória e à obra de artistas visuais e arquitetos brasileiros. Atualmente, a coleção do IAC conta com mais de 80 mil itens, incluindo os acervos dos artistas Amílcar de Castro, Antonio Dias, Carmela Gross, Hermelindo Fiaminghi, Iole de Freitas, Ivan Serpa, Lothar Charoux, Luiz Sacilotto, Rubem Ludolf, Sérvulo Esmeraldo, Sergio Camargo, Willys de Castro, do arquiteto Jorge Wilheim e da Petit Galerie.

O IAC também investe em diversas formas de produção de conhecimento, realizando exposições, publicações, visitas mediadas, seminários, cursos, aulas abertas e oficinas para públicos diversos, além de oferecer bolsas para pesquisa. Até o momento, foram produzidas 35 exposições e 27 publicações, entre livros e catálogos. Com sede própria desde 2020, a instituição conta com dois Prêmios A.P.C.A. – Associação Paulista de Críticos de Arte na categoria Artes Visuais, por Melhor Atividade Cultural, em 2006 e 2020.

Serviço:

Carmela Gross: “Carimbos”

Curadoria: Ricardo Resende

Abertura: 4 de fevereiro de 2023, às 12h

Visitação: 6 de fevereiro a 6 de maio de 2023

Terça a sexta-feira, das 11h às 17h

Sábado das 11h às 16h

Entrada gratuita.

(Fonte: Pool de Comunicação)

Santo Antonio do Pinhal: tranquilidade e sossego nas montanhas da Serra da Mantiqueira

Santo Antonio do Pinhal, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Neste Carnaval, para quem deseja tranquilidade, paz e contato com a natureza para aliviar a rotina agitada de trabalho, a dica é Santo Antonio do Pinhal, a apenas 170 km de São Paulo. Encravada no coração da Serra da Mantiqueira e cercada por montanhas, a cidade do santo casamenteiro já se tornou referência para viajantes que buscam sossego.

O que fazer em Santo Antônio do Pinhal 

O centro da cidade possui arquitetura com traços da cultura europeia e oriental, comunidades presentes na região. Os turistas podem visitar a igreja da Matriz, Mirantes e a fonte de Santo Antônio, com bica de água fresca que desce das montanhas. Outra opção são as diversas lojinhas do centro da cidade com lembrancinhas, artesanato local, roupas, móveis com design requintados e obras de arte.

Cachoeira do Lajeado. Foto: Wagner Ribeiro.

Como as principais atrações de Santo Antônio do Pinhal estão ligadas direta ou indiretamente à natureza, os visitantes podem fazer trilhas com diversos graus de dificuldade, conhecer bosques, rios, cachoeiras e nascentes, sendo a principal delas a Cachoeira do Lajeado. Mas, sem dúvida, o Pico Agudo é cartão postal e um passeio indispensável.

Com aproximadamente 1.700 metros de altitude, o Pico Agudo sempre deslumbra os turistas com a beleza da vista de 360°. É possível admirar as montanhas da Serra da Mantiqueira, do Sul de Minas e do Vale do Paraíba, além de respirar ar puro e, claro, namorar em um cenário único do interior paulista.

No Pico Agudo ainda é possível assistir praticantes de Asa Delta e Parapente realizando voos no local. Se você for aventureiro e quiser experimentar a sensação de ganhar os céus da cidade, vale destacar que diversas agências locais agendam voos com instrutores preparados para garantir a adrenalina com segurança.

Voo de parapente no Pico Agudo. Foto: Wagner Ribeiro.

Outra opção interessante é conhecer a antiga Estação de trem Eugênio Lefèvre, ainda em atividade, e tomar um delicioso café e provar o famoso bolinho de bacalhau. A poucos metros da estação, também dá para visitar o Mirante Nossa Senhora Auxiliadora, com vista panorâmica para as cidades de Taubaté, Pindamonhangaba e Tremembé.

Em termos de hospedagem, a Pousada Quatro Estações de Pinhal é uma ótima opção, considerada uma das mais aconchegantes da região e com tarifas bem atrativas.

Outro atrativo da Quatro Estações de Pinhal é o fato de aceitar cães. Para os filhos peludos é cobrado a diária de R$40. São aceitos cães de pequeno porte. Em caso de dúvidas sobre o tamanho do seu filho peludo, verifique com a equipe da pousada antes de fazer a sua reserva.

Estação de trem Eugênio Lefèvre. Foto:
Wagner Ribeiro.

A Pousada Quatro Estações de Pinhal possui 10 chalés com estacionamento, wi-fi, lareira, frigobar, telefone, DVD, TV a cabo com mais de 100 canais, cama Queen Size e banheiros equipados com secador de cabelo. No que se refere ao lazer, a Quatro Estações de Pinhal oferece uma jacuzzi aquecida e uma piscina, salão de jogos e uma confortável sala de estar.

Para mais informações e reservas acesse www.pousada4estacoesdepinhal.com.br, ligue (12) 3666-2260 ou envie mensagem para o WhatsApp (12) 99198-0944.

Bistrô Seu Beneditú: gastronomia regional

Para os amantes da boa mesa, vale a pena saborear as delícias do Bistrô Seu Beneditú, instalado dentro da Pousada Quatro Estações. A gastronomia do Bistrô privilegia ingredientes orgânicos produzidos na cidade. O Bistrô está aberto diariamente, das 12h30 às 16h para almoço e das 19h às 22h para jantar. O atendimento é realizado somente com reservas antecipadas.

(Fonte: WR Comunicação)