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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Casa das Rosas realiza exposição inédita de poesia experimental com obras de poetas latino-americanos

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: André Hoff.

A Casa das Rosas realiza a mostra Poesia Expandida 2022 até o dia 31 de janeiro de 2023 em museu da cidade de Itapira – SP. A exposição, que conta com obras de 27 poetas de diversos estados do Brasil e de países como Argentina e Colômbia, é realizada pela Casa das Rosas em parceria com o museu Casa de Menotti Del Picchia — local onde está instalada a mostra. E pode ser visitada gratuitamente, de terça a sexta, das 9h às 11h20 e das 14h às 17h20, e aos domingos, das 9h às 12h.

A Mostra Poesia Expandida 2022 é resultado da quarta edição do curso experimental Poesia Expandida do Centro de Referência Haroldo de Campos do museu Casa das Rosas. A formação tem a proposta de oferecer base teórica e elementos práticos para estimular os poetas a explorarem novas possibilidades de criação em diferentes meios e suportes, trabalhando a poesia de diferentes formas e experimentando recursos verbais, visuais e sonoros.

No conjunto dos trabalhos que estão sendo expostos, há poemas em versos, poemas visuais, poemas-objeto e poemas animados, nos quais palavra, imagem, voz e ruído interagem. O público poderá encontrar na Mostra um campo vasto de experimentação poética que expande as possibilidades sensoriais, de compreensão da realidade e de projeção de novas realidades.

Participam da exposição poetas de diferentes partes do Brasil e da América Latina; entre eles, Lia Krucken, artista, professora e curadora, natural de Salvador, Bahia. Investiga movências e deslocamentos com foco nas poéticas da afrodiáspora; María Castillo, nascida em Elena, Córdoba, Argentina, Pós-graduada em “Especialização em Processos e Práticas de Produção Artística Contemporânea” na Faculdade de Letras da Universidade Nacional de Córdoba – UNC; e Tulio Restrepo, Medellín, Colômbia, artista, professor e designer gráfico, especialista em Estudos Urbanos (EAFIT) e Mestre em Artes Visuais e Plásticas (UNAL).

Sobre a Casa das Rosas | A Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos é um museu dedicado à poesia, à literatura, à cultura e à preservação do acervo bibliográfico do poeta paulistano Haroldo de Campos, um dos criadores do movimento da poesia concreta na década de 1950. Localizado em uma das avenidas mais importantes da cidade de São Paulo, a Avenida Paulista, o espaço realiza intensa programação de atividades gratuitas, como oficinas de criação e crítica literárias, palestras, ciclos de debates, exposições, apresentações literárias e musicais, saraus, lançamentos de livros, performances e apresentações teatrais. O museu está instalado em um imponente casarão, construído em 1935 pelo escritório Ramos de Azevedo, que na época já tinha projetado e executado importantes edifícios na cidade, como a Pinacoteca do Estado, o Teatro Municipal e o Mercado Público de São Paulo.

Serviço:  

Mostra Poesia Expandida 2022

Período: 20 de dezembro de 2022 a 31 de janeiro de 2023

Local: Museu Casa de Menotti Del Picchia

Endereço: Parque Juca Mulato, SN – Centro, Itapira – SP

Horário de Visitação: terça a sexta, das 9h às 11h20 e das 14h às 17h20, e domingos das 9h às 12h.

Entrada gratuita

A Casa das Rosas está passando por restauro. O telefone atual para contato é do Anexo da Casa Guilherme de Almeida: (11) 3673-1883 | 3803-8525 ou pelo e-mail disponível no site.

Jardim do museu aberto de segunda a domingo, das 7h às 22h

Avenida Paulista, 37 – Bela Vista, São Paulo – SP

Programação gratuita.

(Fonte: Poiesis)

Parque Horto Florestal lança serviço de aluguel de bicicletas e triciclos

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/Parque Horto Florestal.

A Urbia acaba de anunciar uma novidade que vai diversificar ainda mais as opções de lazer dos frequentadores do Parque Estadual Alberto Löfgren – Horto Florestal. Trata-se do UrbiaBike, novo serviço para aluguel de bicicletas e triciclos que já está em operação no local.

A Concessionária oferece aos visitantes bicicletas de tamanho aro 26 e triciclos tamanho família, que poderão alugá-los ao lado do portão de entrada do Parque Horto Florestal. O atendimento é realizado todos os dias, das 8h às 16h.

Os valores de locação das bicicletas são de R$10,00 por hora e R$5,00 a cada 30 minutos adicionais. Já o aluguel dos triciclos custa R$30,00 a hora e R$15,00 por mais 30 minutos. As locações podem ser realizadas pessoalmente nas estações, com opções de pagamento em dinheiro ou cartão de crédito e débito.

“O UrbiaBike reforça a nossa missão de requalificar o Horto Florestal. Nosso intuito é que o novo serviço traga ainda mais comodidade aos visitantes ao disponibilizar mais uma opção de passeio por dentro do espaço, desta vez, utilizando os modais”, afirma Samuel Lloyd, diretor da Urbia.

Serviço:

UrbiaBike no Parque Horto Florestal

Local: ao lado do portão de entrada do Parque Horto Florestal

Funcionamento: todos os dias, das 8h às 16h

Valores: bicicletas são de R$10,00 por hora e R$5,00 a cada 30 minutos, e triciclos são R$30,00 a hora e R$15,00 por mais 30 minutos.

Acesso | Para chegar ao Horto Florestal, há várias linhas de ônibus que partem do Terminal Santana e Parada Inglesa – ambos locais próximos às estações Santana e Parada Inglesa da linha 1-Azul do metrô de São Paulo – que passam pelo local. Algumas das alternativas de ônibus que partem dos terminais mencionados acima são: 2740/41 Metrô Parada Inglesa– Horto Florestal (ponto final); 1018/10 Metrô Santana–Vila Rosa; e 1775/10 Metrô Santana–Vila Albertina. Caso o visitante opte por ir de carro, há estacionamento para veículos no parque com entrada pela Av. José Rocha Viana 62.

(Fonte: Máquina Cohn & Wolfe)

Multilinguismo vai além de oferecer mais conhecimento em várias línguas para os alunos

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: JESHOOTS.COM/Unsplash.

O ensino de línguas ganhou corpo no Brasil nos últimos anos. A globalização e a revolução dos meios de comunicação aceleraram a necessidade de dominar não somente a língua nativa, mas também outras, como por exemplo, o inglês, o espanhol, o alemão – sendo que o inglês é considerado uma língua universal. Essa demanda estimulou o fortalecimento do multilinguismo, o que resultou em um aumento de 10% no número de escolas que investem no ensino de pelo menos dois idiomas, segundo dados da Associação Brasileira de Ensino Bilíngue.

De acordo com Lyle French, head de International Programs do colégio Lourenço Castanho, o trabalho com várias línguas é importante para os alunos em um momento competitivo. “Isso abre portas para que o aluno pense em estudar fora no Ensino Médio, fazer uma faculdade de alto nível no Brasil ou se tiver que dominar o inglês, por exemplo, para conseguir boas oportunidades de trabalho”. Uma pesquisa do British Council aponta que mais de 40% das empresas hoje consideram o domínio do inglês uma competência básica essencial.

A língua inglesa é um dos pilares do ensino da escola, que coloca em prática o World Language Program, que tem como intuito tornar o aluno proficiente em inglês. “É comum no Brasil as pessoas falarem que são fluentes em inglês, mas a verdade é que precisa ser proficientes na fala, na leitura e na escrita”, diz Lyle.

Ser proficiente em duas ou mais línguas ajuda o aluno pensar de forma diferente, de acordo com Lyle French. “Quando você domina duas línguas, já pensa diferente. Tem a mente mais aberta, mais vocabulário e acesso a uma ampla quantidade de repertório. Com isso, terá mais recursos para ler, compreender, escrever, falar, se comunicar, defender ideias e pontos de vista. E essas habilidades tornam as pessoas mais contratadas no mercado atualmente”.

Benefícios cognitivos

Ter domínio de outras línguas não traz nenhum prejuízo à construção de conhecimento dos alunos, de acordo com Lyle, independentemente da idade – muito pelo contrário. Quanto mais cedo o aluno tiver contato com uma segunda língua, melhor. “Quando o aluno começa a aprender outra língua na primeira infância, consegue criar mais conexões no cérebro, tornando-o mais plástico. Além disso, pensa com mais clareza, com mais rapidez e de forma geral, esse aluno é o que tem apresentado melhor desempenho quando mais velho – se depara com avaliações internas ou externas”.

De acordo com French, essas conexões são naturais. “No futuro, essa criança vai falar com fluência, ter mais vocabulário e falar de forma natural, sem precisar ficar pensando muito em vocabulário”.

Outro benefício, de acordo com estudos, é a redução da chance de desenvolver doenças que afetam o cérebro, como é o caso do Alzheimer, entre outros tipos de demência. Exercitar o cérebro de forma mais desafiadora eleva o nível de plasticidade e auxilia na prevenção de doenças.

O estudo intitulado “Bilingual Brains”, feito na Universidade de Stanford, na Califórnia, aponta que, por ter a neuroplastia do cérebro estimulada, o aluno tem maior habilidade de bloquear distrações e reter a atenção, além de analisar e organizar as informações com mais facilidade.

Especialistas apontam que trabalhar o processo de aprendizado de uma segunda língua, já ativa algumas áreas do cérebro responsáveis pela memória, foco, atenção, pensamento crítico, pensamento analítico e criatividade. Além de todos esses benefícios cognitivos, um dos grandes benefícios é o fato de que o aluno conseguirá conversar em mais de um idioma.

(Fonte: Betini Comunicação)

SESI Campinas abre inscrições para Super Férias 2023

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

As férias escolares estão chegando e o SESI Campinas Santos Dumont quer resgatar a magia e a criatividade das brincadeiras que marcaram gerações. A programação da nova edição terá oficinais de esporte, gincanas e competições, danças, atividades rítmicas e aquáticas, oficinas de artes e muito mais.

O programa terá início a partir de 10/1 e vai até 20/1. Todas as atividades serão realizadas no CAT SESI de Campinas, unidade Santos Dumont, que conta com piscinas, quadras, campo de futebol, além da supervisão de monitores especializados e toda segurança e higiene necessárias para as crianças.

As Super Férias poderão ser contratadas por dia ou semana, com valores a partir de R$30. Para a inscrição da criança, é necessário que os pais ou representante legal compareçam à unidade de interesse com RG e CPF do participante e do responsável. Todas as condições para inscrição e pagamento estão disponíveis no site campinassantosdumont.sesisp.org.br/super-ferias-2023.

Serviço:

SESI Campinas Santos Dumont

Endereço: Av. Ary Rodriguez, 200 – B. Bacuri – Campinas/SP

Programação: atividades esportivas, caça ao tesouro, gincanas e competições, danças e atividades rítmicas, brincadeiras e atividades aquáticas e oficina de artes

Telefone: (19) 3765-9210 ou WhatsApp (19) 99611-2082

Horário de funcionamento da secretaria:

Segunda, terça e quinta: das 08h30 às 20h30

Quartas-feiras: das 8h30 às 12h e das 17h às 20h30

Sextas-feiras: das 9h30 às 12h e das 13h às 17h30

Sábados: das 8h30 às 12h e das 13h às 16h30

Atendimento de segunda e quinta, por ordem de chegada e retirada de senha na unidade

Atendimento de terça, quarta, sexta e sábado, atendimento agendado previamente (agende aqui).

(Fonte: Assessoria de Imprensa SESC Campinas Santos Dumont)

Um Shakespeare do subúrbio: em “Eu, Romeu” o ator Marcos Camelo, da Adorável Companhia (RJ), estreia em São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Silvia Patricia.

Encenada desde 2020, um pouco antes de a pandemia assolar o mundo, o espetáculo “Eu, Romeu” estreia em São Paulo, na Sala Augusto Boal – Teatro de Arena Eugênio Kusnet, apresentando um outro universo para o personagem Romeu, do clássico Romeu e Julieta, de William Shakespeare. De 6 a 29 de janeiro, o ator Marcos Camelo apresentará a história que transita pela vida real de um ator do subúrbio carioca que provavelmente não teria a chance de estar dentro do personagem criado pelo escritor inglês. O solo narrativo mistura música, teatro, circo em comunicação direta com a plateia, com a finalidade de um teatro de extrema intimidade com cada pessoa. Sextas e sábados às 20h, domingos às 19h, com ingressos a R$40,00 e R$20,00 (meia-entrada).

A tragédia mais amada de William Shakespeare se mistura à recorrente tragédia dos subúrbios do Rio de Janeiro, onde o CEP de um indivíduo determina os acontecimentos de sua vida, até onde este pode ir e o tamanho de suas conquistas. Transpor essas barreiras equivale a uma verdadeira odisseia, uma constante luta desigual para afirmar sua potência, alcançando seus objetivos e sonhos. Em cena, Marcos Camelo sintetiza através do corpo a dicotomia de ter a cabeça em Verona, dividida entre Montéquios x Capuletos, e os pés em Rocha Miranda, bairro da Zona Norte carioca, localizado entre Morro do Jorge Turco e o Morro do Faz Quem Quer, trazendo à cena a história de heróis perdedores, daqueles que fazem o que podem com o que são e que com honra, dignidade e bom humor ousam sonhar, lutar e quase sempre perder.

Segundo Marcos, o espetáculo traz o desafio de um teatro vivo, interessado em tocar as pessoas, proporcionando uma experiência intima e pessoal, ultrapassando a facilidade do individualismo que aflige a todos nos dias atuais. Ele se utilizou de duas premissas para construir o espetáculo: um assunto que precisamos falar e um acontecimento que precisamos celebrar. Daí a ideia de contar a conhecida tragédia de Shakespeare sob a perspectiva de um ator que muito provavelmente não seria escalado para protagonizar uma montagem clássica de Romeu e Julieta. “A inspiração para o espetáculo partiu do quanto estão estruturados na sociedade os sistemas pré-determinados que impõe limites aos cidadãos devido a sua ascendência, a cor de pele, CEP e cultura”, avalia.

E onde o Romeu de Shakespeare encontra o Romeu de Marcos? Marcos só se encontra com Romeu na intensidade com que vive a paixão adolescente. Se por um lado Romeu se sente livre para invadir a festa de uma família da alta sociedade de Verona, onde não era convidado – e também, sabidamente não era bem vindo –, para o jovem do subúrbio/periferia do Rio de Janeiro e, de modo geral, do Brasil a resposta à sua paixão é “NÃO”.

Os estereótipos e a regionalização das oportunidades estão no palco, além das barreiras físicas e reservas de mercado. Celebrar a insistência petulante dos improváveis, a paciência dos que não se encaixam e exaltar a teimosia. O espetáculo “Eu, Romeu” apresenta uma dramaturgia autoral e contemporânea, mesclando Romeu e Julieta a acontecimentos da vida de seu intérprete, tornando-os intrinsecamente ligados e apontando que no cotidiano real a cor e a origem de um indivíduo podem tornar sua trajetória trágica. “Schopenhauer certa vez escreveu que vida e sonho são páginas do mesmo livro. E que folheá-las corresponderia a sonhar. Em cena um ator lança mão de tudo o que é – e tem – para fazer com que o espectador brinque com este livro mesmo acordado. Um ator que é o início e o fim de todas as ações”, diz.

Eu, Romeu com Marcos Camelo e direção de Cecília Viegas.

O espetáculo, premiado em vários festivais pelo Brasil, já circulou por Goiás, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul e Amazônia. O que o público de São Paulo pode esperar do espetáculo? “Um artista que fala de si para falar do mundo, um espetáculo divertido, provocador que tem a cara do nosso povo. É Shakespeare do hip hop ao samba”, responde Marcos.

O que Marcos diria para Shakespeare em um encontro informal? A resposta é “Que a provocação de Hamlet tocou um cidadão do subúrbio do Rio de Janeiro – O ‘Ser ou não ser’ existir ou não existir e, em última instância, viver ou morrer. Me fez perceber o quanto eu precisaria me esforçar para Viver, com V maiúsculo e não simplesmente caminhar pelo mundo por um determinado período de tempo já um tanto sem vida, um tanto morto”.

Montagem | Cenário e figurino funcionais que se tornam aparelhos, sendo utilizados em construções de imagens fantásticas, ressignificação do espaço, criando códigos e levando o trabalho do estado do ator para além do seu corpo, ampliando a experiência estética. A Iluminação oferece o suporte adequado à linguagem proposta, transitando entre a neutralidade, que reforça um teatro a partir do ator, para uma luz forte e intensa, apoiando a poesia e dramaticidade construída quase que artesanalmente pelo artista em cena.

Ficha Técnica

Marcos Camelo: Elenco, roteiro e figurino

Cecília Viegas: Direção artística, argumento e pesquisa de aparelho

Júlio Coelho: Iluminação

Sobre a Adorável Companhia

Eu, Romeu com Marcos Camelo e direção de Cecília Viegas.

Companhia formada por uma bailarina/acrobata e um ator/palhaço: Cecília Viegas e Marcos Camelo. Criada para satisfazer o desejo por uma autonomia artística e por uma cena autoral, multidisciplinar numa linguagem popular e ao mesmo tempo sofisticada.

Circo, Teatro e dança na construção de uma estética que torne o acontecimento teatral uma experiência única. A sede da companhia é no quintal da casa deste casal, em Guapimirim, Baixada Fluminense, onde foi montado o primeiro espetáculo do grupo, o infantil “Nosso Grande Espetáculo”, em 2017. Este já foi encenado no Paraná, Goiás, Tocantins, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Temporada em Copacabana, teatro Glaucio Gill, em abril de 2019. A TV Brasil registrou o espetáculo que virou o especial de TV Palhaçaria. Foi selecionado no edital Primeiros Olhares dos Doutores da Alegria (SP) para apresentações em hospitais públicos. Em março de 2020 estrearam o espetáculo adulto solo narrativo: “Eu, Romeu” em Goiânia no SESC Centro.

Site: https://www.adoravelcia.com

Redes sociais:

https://www.instagram.com/adoravelcia/

https://www.facebook.com/adoravelcia/.

Marcos Camelo

Nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, de uma parte da cidade sem biblioteca, cinema, teatro ou qualquer outro espaço para produção e consumo de cultura. A experiência de ver, ouvir e contar histórias, festas populares, onde a dança, o jogo e a brincadeira o levaram ao teatro. Do teatro para o palhaço e o circo foi um pulo. Formação, técnica, treinamento e pesquisa para que a cena seja o lugar de estar junto e construindo uma realidade alternativa à dureza do dia a dia e sendo ainda uma experiência estética única, arrebatadora e transformadora. Este é Marcos Camelo, ator formado na Escola Estadual Martins Pena, ex-integrante dos Doutores da Alegria, Fundador e Palhaço do Grupo Roda Gigante, diretor do premiadíssimo “Acorda Amor”, da Cia. Quatro Manos, e diretor artístico da Adorável Companhia. Atuou nos espetáculos “Inventário”, “Os Fabulosos” (Os Fabulosos), “Contos do Mar” (Cia 4 Manos), “Nosso Grande Espetáculo” e “TV Brasil Especial Palhaçaria”. Protagonista da série “A Liga do Natal” em 2020.

Cecília Viegas

Nascida em Vila Isabel, Zona Norte do Rio de Janeiro. Decidiu ser bailarina aos três anos de idade e assim foi de alma e corpo. Formou-se na Escola Estadual de Danças Maria Olenewa que lhe deu oportunidade de trabalhar como corpo de baile no Theatro Municipal do Tio de Janeiro em temporadas de “Giselle”, “La Bayadere”, “O Lago dos Cisnes”, “A Bela Adormecida” e “O Quebra Nozes”. Com Licenciatura em Ciências Biológicas, no circo encontrou um lugar para realização artística com infinitas possibilidades de reinvenção, ressignificação, além de ser um potente transformador social enquanto ferramenta de arte educação. Fundou seu projeto social, Flutuarte, em Guapimirim, pelo qual recebeu Moção de Honra pelo Conselho Tutelar de Guapimirim e Homenagem do Fórum Cultural da Baixada Fluminense. Buscou formação em pedagogia do circo, fundou a Adorável Companhia com Marcos Camelo para possibilitar sua pesquisa de circo, teatro e dança de forma autoral acreditando que a arte é a melhor ferramenta para inspirar pessoas a serem protagonistas de um mundo que está em permanente construção.

Serviço:

Eu, Romeu

Temporada: de 6 a 29 de janeiro de 2023

Onde: Sala Augusto Boal – Teatro de Arena Eugênio Kusnet

Endereço: Rua Doutor Teodoro Baima, 94 , República – São Paulo (SP)

Tel: (11) 3259-6409

Dias e horários: sextas e sábados às 20h, domingos às 19h

Ingressos: Inteira R$40,00 – Meia R$20,00

Duração: 60 minutos

Classificação etária: 14 anos

Gênero: teatro narrativo

Capacidade: 99 lugares.

(Fonte: Alexandre Aquino Assessoria de Imprensa)