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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Povo Karipuna sob ameaça: segunda Resex mais desmatada da Amazônia é risco à vida de povos indígenas

Amazônia, por Kleber Patricio

Foto: Alexandre Cruz Noronha/Amazônia Real.

Por Vinicius Valentin Raduan Miguel e Adriano Karipuna — Inevitável falar do povo Ianomami, alvo de incontáveis ataques e sistemáticas omissões na unidade federativa de Roraima. Distanciados, mas não afastados da conexão histórica de sermos um só Brasil e uma grande família de povos indígenas, não podemos descurar de outro processo de violações em curso no Estado de Rondônia. Falamos da Terra Indígena Karipuna, que fica localizada na capital do estado de Rondônia, Porto Velho, o maior município em dimensão territorial do Brasil.

Hoje, o ancestral território Karipuna está sob ameaças intermináveis. Da exploração ilegal de madeira, passando pelas incursões de agropecuaristas-grileiros, que invadem, surrupiam e desmatam a área regularmente, já sem nenhum acanhamento. Hoje, a Reserva Extrativista (Resex) de Jacy Paraná, vizinha à TI Karipuna, é a segunda região mais desmatada da Amazônia, contando com quase duzentas mil cabeças de gado sobre a área.

O Povo Karipuna se vê com insuficiente proteção ambiental-territorial. Os órgãos de tutela ambiental, sejam federais ou estaduais, apresentam um histórico de omissões e silêncios, não atuando de forma preventiva e proativa com vistas a desincentivar as constantes intrusões e exploração ilegal dos recursos locais.

É do próprio Governo do Estado que vêm achaques legislativos que intentam reduzir a Resex, ampliando a pressão de especuladores. A instabilidade política causada pela ganância das elites locais leva a constantes promessas de “revogação” de áreas ambientalmente protegidas. Sem a segurança jurídica, há aprofundamento de riscos de invasões que buscam consolidar um “fato consumado” de incêndios criminosos e desmatamento ilegal, com a conversão do território indígena em pastagem.

Hoje, não é de desconhecimento da União e do Estado de Rondônia a situação de vulnerabilidade do Povo Karipuna – como de outros povos aqui na Amazônia. São dezenas de expedientes formais, de comunicados de organizações da sociedade civil e mesmo determinações exaradas pelo Ministério Público Federal (MPF). Marque-se que existem indígenas isolados, de nenhum contato com a comunidade envolvente. Esse fato já foi alardeado para Fundação Nacional dos Indígenas (Funai), MPF e até mesmo para a Polícia Federal.

Preocupam-nos as constantes trocas de agentes públicos, o descomprometido de atores estatais que deveriam ter um planejamento público e colaborativo e a fragilidade institucional demonstrada pelos aparelhos de segurança pública – até o momento, incapazes de desmantelar e responsabilizar um vasto esquema de invasão, grilagem, desmatamento e exploração ilegal dos territórios Karipuna. Essas denúncias, com agravado risco à integridade física e psíquica dos indígenas, vêm sendo levadas também a órgãos internacionais e à imprensa.

Um projeto de etnodesenvolvimento, de transferência de renda, de consolidação de uso de águas e de segurança alimentar é necessário, sobretudo com a contemporânea diminuição da oferta de alimentos decorrente da intrusão criminosa na região. Um amplo programa de saúde, como raramente executado, é outro ponto que merece resposta.

Efetivar os direitos humanos dos Povos Indígenas de toda a Amazônia deve ser um imperativo ético e normativo imediato. Obstar o genocídio implica em ações imediatas e não mais em adiamentos ou discursos de baixa efetividade. Essa é uma tarefa urgente.

Nota: *Segundo o Prodes, sistema de monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a TI Karipuna é a nona terra indígena mais desmatada do país entre 2015 e 2021, período em que 4.754 hectares foram ilegalmente devastados no território.

Vinicius Valentin Raduan Miguel é professor da Universidade Federal de Rondônia, advogado.

Adriano Karipuna é ativista socioambiental do povo indígena Karipuna.

(Fonte: Agência Bori)

Museu da Língua Portuguesa lança exposição virtual de Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação e libera materiais educativos

São Paulo, por Kleber Patricio

Mostra temporária “Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação”. Fotos: Ciete Silvério.

Desde dia 23 de janeiro, a mostra “Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação” estará disponível em versão virtual e gratuita, para ser vista de qualquer lugar do mundo. Trata-se da exposição temporária atualmente em cartaz na sede do Museu da Língua Portuguesa, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo. Para acessar basta clicar no link https://nheepora.mlp.org.br/ e explorar todo o conteúdo, que joga luz nas línguas e culturas dos povos originários do Brasil. “Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação” tem curadoria da artista e educadora Daiara Tukano.

A mostra virtual reproduz o passeio presencial à exposição, com a possibilidade de ver em detalhes as obras expostas, além de ouvir os sons ambientes, as instalações audiovisuais, os vídeos e áudios quase exatamente como estão disponíveis ao público no espaço do museu. Círculos brancos, indicados no chão do tour virtual, permitem que o visitante veja mais de perto detalhes da mostra.

Mostra temporária “Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação”.

Assim que se inicia o tour virtual, o internauta é surpreendido por sons de pássaros da floresta, que podem ser ouvidos na primeira sala, intitulada “Terra É Viva”. É possível, com apenas um clique, ler os textos informativos escritos nas paredes em português e traduzidos para várias línguas indígenas, assim como assistir ao vídeo “Resistência Indígena”, de Daiara Tukano e do Coletivo Bijari, que mostra como o processo de colonização e os conflitos de terra fizeram com que o número de línguas indígenas diminuísse drasticamente: de cerca de 1.000 no ano de 1500 para aproximadamente 175 atualmente.

Na sala 2, que recebeu o nome de “Língua É Memória”, estão expostas obras de artistas plásticos contemporâneos, como Paulo Desana e Denilson Baniwa, e  uma série de objetos de povos indígenas, emprestados pelo MAE-USP (Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo) – vídeos do Museu Paraense Emílio Goeldi e do Museu do Índio da Funai também estão espalhados pela mostra. Também estão disponíveis mapas inéditos que mostram a distribuição das línguas indígenas espalhadas pelo Brasil e até mesmo uma instalação audiovisual interativa que ensina o visitante virtual a falar algumas palavras, em línguas como xavante, tuyuka e terena. Destacam-se, no centro deste espaço, o trocano, um tambor feito a partir de uma tora única, que pertence aos povos do Alto Rio Negro, e uma urna da cultura Marajoara.

Fique atento: nesta visita virtual, dá ainda para brincar de karaokê e cantar uma música indígena. O significado das frases também aparece no vídeo.

Mostra temporária “Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação”.

Já na sala 3 da exposição Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação, chamada Palavra Tem Poder, as reivindicações contemporâneas e as conquistas atuais dos povos indígenas são enaltecidas. Destaca-se, por exemplo, o vídeo Marcha do ATL, de Kamikia Kisedje, sobre a questão da demarcação de terras. A produção indígena nas áreas da música, do cinema, da literatura e da educação também ganha espaço.

A instalação “Ninho do Japó”, de onde são exibidos curtas-metragens realizados por cineastas indígenas, e a tela “As Onças e o Tempo Novo”, de Tamikuã Txihi, indígena do povo Pataxó, também podem ser exploradas no tour on-line.

Por fim, na sala “Palavra Tem Espírito”, a quarta da exposição, os grandes pajés das comunidades indígenas são homenageados.

Material educativo gratuito

Junto com a exposição virtual, o Museu da Língua Portuguesa também disponibilizou gratuitamente uma série de materiais educativos e de pesquisa para download. O conjunto inclui um e-book contendo textos encontrados na exposição, os mapas criados exclusivamente para a mostra “Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação” e um caderno educativo para ser utilizado em sala de aula por professores e estudantes.

Mostra temporária “Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação”.

Contando com a participação de cerca de 50 profissionais indígenas – entre cineastas, pesquisadores, influenciadores digitais e artistas visuais como Paulo Desana, Denilson Baniwa e Jaider Esbell –, a mostra tem curadoria de Daiara Tukano, artista, ativista, educadora e comunicadora indígena; consultoria especial de Luciana Storto, linguista especialista no estudo de línguas indígenas; e coordenação de pesquisa e assistência curatorial da antropóloga Majoí Gongora, em diálogo com a curadora especial do Museu da Língua Portuguesa, Isa Grinspum Ferraz. A abertura da exposição marca, no Brasil, o lançamento da Década Internacional das Línguas Indígenas (2022-2032), instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) e coordenada pela Unesco em todo o mundo.

A exposição temporária “Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação” conta com a articulação e o patrocínio máster do Instituto Cultural Vale, o patrocínio do Grupo Volvo e da Petrobras e o apoio de Mattos Filho – todos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Conta, ainda, com a cooperação da Unesco, no contexto da Década Internacional das Línguas Indígenas, e das seguintes instituições: Instituto Socioambiental, Museu da Arqueologia e Etnologia da USP, Museu do Índio da Funai e Museu Paraense Emílio Goeldi.

Serviço: 

Exposição virtual “Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação”

https://nheepora.mlp.org.br/

Grátis

Exposição temporária “Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação”

Até 23 de abril

De terça a domingo, das 9h às 16h30 (permanência até 18h)

R$20 (inteira) e R$10 (meia)

Grátis para crianças até 7 anos

Grátis aos sábados

Acesso pelo Portão A (em frente à Pinacoteca)

Ingressos na bilheteria ou pela internet: https://bileto.sympla.com.br/event/68203

Museu da Língua Portuguesa 

Praça da Luz s/n – Luz – São Paulo

Estacionamento conveniado (Garage K): entrada pela Avenida Tiradentes, 248, e pela Rua João Teodoro, 78.

Sobre o Museu da Língua Portuguesa 

Localizado na Estação da Luz, o MLP tem como tema o patrimônio imaterial que é a língua portuguesa e faz uso da tecnologia e de suportes interativos para construir e apresentar seu acervo. O público é convidado para uma viagem sensorial e subjetiva, apresentando a língua como uma manifestação cultural viva, rica, diversa e em constante construção.

O Museu da Língua Portuguesa é uma realização do Governo Federal e do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, concebido e implantado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.

A reconstrução do Museu tem patrocínio máster da EDP e patrocínio do Grupo Globo, Itaú Unibanco e Sabesp – todos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O apoio é da Fundação Calouste Gulbenkian.

(Fonte: Museu da Língua Portuguesa)

Um livro pode mudar o rumo das Grandes Navegações

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Douglas Portelinha.

Do Paraná à Bahia, o engenheiro civil Douglas Portelinha morou em diferentes estados brasileiros. Por conta da profissão, também viveu em outros seis países: República Dominicana, Nicarágua, Honduras, Panamá, Angola e Argentina. A experiência com tantas viagens serviram de inspiração para o enredo de “O Segredo do Rei”.

A trama internacional é ambientada nas Grandes Navegações. No meio do processo de exploração dos Oceanos Atlântico e Pacífico, datado entre os séculos XV e XVI, uma peripécia envolve a chefe de uma agência de espiões, um cavaleiro templário e um rei ambicioso. Todos lutam pelo controle de dois livros importantes: “Mundus Novus”, com propagandas do Novo Mundo, e “Summa Oriental”, que contém registros de portos e regiões com especiarias.

Fatos históricos estão presentes durante a narrativa. Há, por exemplo, a introdução sobre o “Robô de Leonardo”, criado por Leonardo da Vinci. Em 1495, o pintor, arquiteto e engenheiro apresentou ao tribunal de Milão uma máquina robótica operada por roldanas e cabos. O objeto era funcional e podia replicar alguns movimentos.

Todos se inclinaram para a frente. Yohanna e Martina deram um passo ao mesmo tempo, encostando ombro a ombro para observar o peito de leão se abrir e aparecer a flor-de-lis dourada com o fundo azul. Um leve barulho de admiração no ar. O rei sorriu e disse: “Ciência!”. Algumas mentes são capazes de fazer coisas incríveis. Uma mente brilhante fez este autômato. Mas acumular conhecimento leva tempo e dedicação. (“O Segredo do Rei”, pg. 471)

A trajetória de Fernão de Magalhães, navegador português conhecido por ter realizado a primeira viagem marítima ao redor do mundo, também aparece no romance. Um ano após entrar no navio, ele morreu em Mactan, nas Filipinas, depois de se envolver em um combate com os moradores da ilha e ser preso em uma emboscada.

Mas uma personagem-chave do enredo é a filha de Américo Vespúcio, explorador responsável por escrever sobre o então “Novo Mundo” para os reinos da Espanha e de Portugal. Na narrativa, a sucessora do navegador comanda uma agência de espiões que tem por objetivo proteger os livros “Mundus Novus” e “Summa Oriental” dos inimigos.

Medalha de prata na categoria “Ficção em Português” na 24ª edição do International Latino Book Awards com “Draco Cola – a cauda do dragão”, sua obra de estreia, Douglas Portelinha surpreende novamente. Com arcos narrativos e batalhas mortais, “O Segredo do Rei” oferece entretenimento da melhor qualidade para quem busca uma leitura inteligente e boa dose de aventura depois de um dia de trabalho.

FICHA TÉCNICA

Título: O Segredo do Rei

Autor: Douglas Portelinha

Editora: Grupo Editorial Atlântico

ISBN/ASIN: 978-989-37-3992-1

Páginas: 490

Preço: R$20 (e-book)

Onde comprar: Amazon.

Sobre o autor | Douglas Portelinha nasceu em Pitanga, no interior do Paraná, e atualmente mora em São Paulo. Engenheiro civil, ele já morou em várias cidades do Brasil e em seis países diferentes. Passou por regiões como São Paulo, Rio de Janeiro, Buenos Aires, República Dominicana, Nicarágua, Honduras e Panamá. Essas viagens pelo mundo foram fonte de inspiração para sua carreira como escritor. Seu primeiro livro foi “Draco Cola – a cauda do dragão”, que ganhou medalha de prata na 24ª edição do International Latino Book Awards, na categoria Ficção em Português. “O Segredo do Rei”, lançamento mais recente do autor, mistura história mundial com ficção.

Redes sociais: Instagram | Facebook.

(Fonte: LC Agência de Comunicação)

Fundação Bienal divulga datas da 35ª Bienal de São Paulo – “coreografias do impossível”

São Paulo, por Kleber Patricio

Hélio Menezes, Grada Kilomba, Diane Lima e Manuel Borja-Villel, curadores da 35ª Bienal de São Paulo ©Levi Fanan/Fundação Bienal de São Paulo.

A agenda será movimentada em 2023 para os amantes da arte contemporânea. A Fundação Bienal de São Paulo divulgou esta semana as principais datas relacionadas à 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível. O calendário de eventos começa no dia 31 de agosto, quando a Bienal recebe convidados para o tradicional jantar de captação de recursos. No dia 2 de setembro, será celebrada uma grande festa para a mostra, com a presença de artistas, curadores e convidados. E a programação não para por aí: ainda em setembro, dia 4, acontece coletiva de imprensa seguida de coquetel exclusivo. Como de costume, a abertura da exposição é realizada em dois momentos diferentes. Primeiro, no dia 5 de setembro, acontece a abertura para convidados e profissionais do circuito e, no dia seguinte, 6, a mostra abre para o público geral, seguindo com visitação gratuita por três meses, até seu encerramento no dia 10 de dezembro.

O coletivo de curadores da 35ª Bienal, composto por Diane Lima, Grada Kilomba, Hélio Menezes e Manuel Borja-Villel, está reunido no Brasil para dar continuidade ao trabalho de planejamento do evento. A Bienal de São Paulo divulgará nos próximos meses os primeiros nomes de artistas que fazem parte da exposição e outras novidades relacionadas a esta edição.

(Fonte: Fundação Bienal de São Paulo)

Artistas brasileiros transformam malas em obras de arte

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Beto Lee.

Inovação foi o mote da Sestini – referência em malas, mochilas, bolsas e acessórios – para o lançamento da plataforma de arte Sestini Urban. O projeto transforma malas de viagem em telas, para que artistas contemporâneos possam criar obras únicas, pintadas a mão. Dessa forma, a marca traz para os produtos a estética da arte urbana e se aproxima do público jovem, consumidor de tendências e que está em busca de itens exclusivos.

A intenção do Sestini Urban é fazer com que a arte transcenda espaços fixos, amplie sua presença e viaje junto com o cliente. “Buscamos referência em uma das expressões artísticas mais democráticas da atualidade para propor um movimento que não tem fronteiras e une arte, identidade e impacto social por meio da personalização das nossas malas”, explica o co-CEO da Sestini, Eduardo Ruschel.

A convite da Sestini, a curadoria da primeira fase do projeto ficou sob responsabilidade do artista Didu Losso, que desenvolve iniciativas culturais há 19 anos e possui uma série de assinaturas em pinturas, esculturas e instalações no Brasil e nos Estados Unidos. Juntam-se a ele nomes expoentes como Akemi Higashi, Dan Roots, Fabio Maca, Gatuno, Karol Stefanini, Kuêio, Luna Buschinelli, Mag Mog e Minhau. Cada artista conseguiu imprimir seus traços únicos, utilizando técnicas próprias e ferramentas adequadas para a conservação da obra na estrutura das malas.

Foto: divulgação.

Os modelos customizados podem ser encontrados para venda exclusivamente no site oficial do projeto Sestini Urban. Nesta primeira fase, são apenas 32 malas disponíveis, sem reposição. Parte do recurso obtido com as vendas será destinada à Associação Laramara, que desenvolve projetos artísticos com crianças, jovens e adultos com deficiência visual.

Todas as informações e movimentações, incluindo mais detalhes sobre a biografia dos artistas e as malas personalizadas, podem ser acompanhadas pelo perfil oficial do projeto na rede social.

(Fonte: Markable Comunicação)