Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

Continuar lendo...

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

São Paulo: conheça espaços para saborear as principais tendências gastronômicas de 2023

São Paulo, por Kleber Patricio

Não é só o universo da moda e da beleza que seguem as tendências do momento. A cada ano, novos sabores, ingredientes e técnicas despontam nos bares e restaurantes, conquistando seguidores gastronômicos que adoram acompanhar as tendências do momento. Além disso, drinks clássicos e pratos icônicos também voltam com tudo para a mesa, com releituras e novas nuances cosmopolitas. Para os foodies de plantão, que adoram uma novidade do universo da gastronomia e coquetelaria, a holding gastronômica Turn the Table, detentora dos espaços O Pasquim Bar e Prosa, Vero! Coquetelaria e Cozinha e A Ventana Bar, na capital paulista, preparou um roteiro especial, com pratos assinados pelo renomado chef Thiago Sodré – eleito chef revelação no Rio de Janeiro pela Veja Rio –, para quem deseja ficar a par das principais tendências que prometem bombar em 2023 no setor A&B, segundo o relatório de tendências do turismo e gastronomia elaborado pelas empresas americanas AF&Co e Carbonate. Confira, a seguir, quais são elas:

1 – Pratos turísticos

Burrata com Tomate Assado – A Ventana Bar. Crédito das fotos: divulgação.

Com o preço das passagens e hospedagens em alta para viajar, um belo jeito de turistar dentro do Brasil é saborear pratos icônicos dos países ao redor do mundo elaborados em restaurantes do país. A aposta deste ano são sanduíches de inspiração global e o argentino Choripán ganha destaque na lista. Com clima boêmio, O Pasquim Bar e Prosa, que possui três endereços na capital paulista, sendo no bairro da Vila Madalena, Casa Verde e um quiosque no Mercado Municipal, traz o famoso lanche porteño no cardápio. Preparado com linguiça, pão artesanal e molho chimichurri, o Choripán (R$39,90) acompanha fritas. Seguindo a linha internacional, o célebre parisiense Creme Brulée ganha sabores brasileiros no A Ventana Bar, localizado na charmosa Praça dos Omaguás, em Pinheiros, com o Brulée de Queijo Coalho (R$42) com goiabada.

2 – Sabores da infância e salgadinhos nostálgicos

Banidos por muito tempo dos coquetéis refinados e dos cardápios dos restaurantes, os clássicos salgadinhos de festa chegam com tudo em 2023, assim como as sobremesas favoritas do passado. Para quem está em busca de sabores que remetem à infância, a Coxinha de Frango (R$33) do Vero! Coquetelaria e Cozinha, também localizado na Praça dos Omaguás, é a pedida. No cardápio da casa, que é referência em agito e badalação, os clientes também podem encontrar o Trio de Mini Cheeseburgers com Fritas (R$39). Para a sobremesa, a dica é o Sundae (R$22,90) com duas bolas de sorvete de creme, farofa doce e calda de chocolate do O Pasquim Bar e Prosa e o Trio de Rabanada (R$32) com Nutella e doce de leite do A Ventana Bar.

3 – Cogumelos e muitos vegetais

Trio de Moscow Mules – O Pasquim Bar e Prosa.

Segundo a pesquisa das empresas americanas AF&Co e Carbonate, os cogumelos ganham ainda mais força neste ano. Além da variedade de espécies, o ingrediente chega como alternativa para a redução do consumo de proteína animal, em virtude da sua versatilidade nas preparações. No A Ventana Bar, os clientes podem saborear a iguaria em duas versões, sendo o Shiitake Dorê (R$38) com alioli de abacate e no prato Cogumelos Grelhados (R$42), que acompanha legumes, homus, tahine e mix de folhas. Pratos onde os legumes e vegetais são protagonistas também vão bombar, como é o caso da Salada de Queijo de Cabra com Abóbora Assada (R$36), destaque do cardápio do Vero! Coquetelaria e Cozinha e leva tomate cereja, mix de folhas, sementes de girassol e molho de mostarda e mel.

4 – Drinks sem álcool e cítricos

Cardápio à parte, a coquetelaria também não fica de fora das trends de 2023. Para este ano, a aposta são drinks com baixo teor alcoólico e/ou sem álcool. Para quem deseja curtir a noite sem a temível ressaca na manhã seguinte, O Pasquim Bar e Prosa traz três opções que não levam bebidas alcoólicas na preparação, como é o caso da Pink Lemonade (R$19,90), Mojito (R$19,90) e Moscow Mule (R$19,90), vendido também na versão Trio Moscow Mule (R$34,90) para os clientes experimentarem, cada um com uma espuma diferente, nos sabores gengibre, manga com maracujá e frutas silvestres. Já para quem não abre mão dos drinks alcoólicos, os sabores cítricos vão ganhar destaque nas receitas dos bartenders, a exemplo do Grapefruit & Rose Spritz (R$29) elaborado com Ketel One Botanical Grapefruit & Rose, tônica e toranja, e o Verona & Tonic (R$39) que leva Tanqueray London Dry, melaço de cana, limão e tônica de grapefruit, ambos do Vero! Coquetelaria e Cozinha, referência em coquetelaria na capital paulista.

5 – O que bombou em 2022 e segue em alta em 2023

Salada de Queijo de Cabra – Vero! Coquetelaria e Cozinha.

Ainda que o ano de 2022 tenha ficado para trás, algumas tendências seguem em alta, também, neste ano. A exemplo da Burrata, que segue sendo o queijo da vez e ganha favoritismo no menu do A Ventana Bar, com a Burrata com Tomates Assados (R$60), feita ao forno e que leva pesto artesanal e torradas para acompanhar. Outro favorito que continua conquistando o paladar é o italiano Espaguete Carbonara (R$38), que pode ser encontrado no Vero! Coquetelaria e Cozinha e segue a receita clássica com gema de ovo, bacon e parmesão. Para fechar as trends gastronômicas, o tradicional cafezinho ganha o acompanhamento do Licor 43, que vem conquistando a saideira das refeições. No O Pasquim Bar e Prosa e no A Ventana Bar, os clientes podem saborear o Carajillo 43 (R$35,90 e R$34, respectivamente), com café espresso e uma dose de Licor 43.

Serviço:

Sobre O Pasquim Bar e Prosa

Espaço que está há sete anos presente no almoço, happy hour e noitada dos visitantes, moradores e amantes da Vila Madalena, um dos bairros mais boêmios na cidade de São Paulo. Com rodas de samba e bandas de MPB (Música Popular Brasileira), o bar proporciona aos clientes música ao vivo de segunda a segunda, agradando aos que buscam por um ambiente relaxante, descontraído e com muita animação. O cardápio não deixa a desejar, oferecendo porções e petiscos típicos que estão sempre bem acompanhados de drinks autorais e bebidas clássicas para todos os paladares. Nos finais de semana, a feijoada se torna prato principal do bar, que define perfeitamente a cultura do povo brasileiro. Em 2022, a marca expande seus negócios também para a Zona Norte, no bairro da Casa Verde, e para um dos maiores pontos turísticos de SP, o Mercado Municipal, no centro da cidade.

O Pasquim Bar e Prosa – Vila Madalena

Local: Rua Aspicuelta, 524 – Vila Madalena – São Paulo (SP)

Horário: das 12h até o último cliente

Reservas: (11) 99919-7767 ou no Instagram

O Pasquim Bar e Prosa – Zona Norte

Local: Avenida Braz Leme, 89

Horário: das 12h até o último cliente

Reservas: (11) 99153-1395 no Instagram

O Pasquim Bar e Prosa – Mercado Municipal de São Paulo

Local: R. Cantareira, 306 – Centro

Horário: de segunda a sábado, das 8h às 18h; domingo, das 8h às 16h

Reservas: (11) 99919-7767 ou no Instagram.

Sobre o Vero! Coquetelaria e Cozinha

O Vero! Coquetelaria e Cozinha conta com um ambiente com as principais características da Casa de Julieta construída em Verona, na Itália, cidade que inspirou o nome do restaurante. O badalado espaço possui uma varanda com vista para a charmosa Praça dos Omaguás, onde é possível curtir uma boa música ao vivo, enquanto experimenta deliciosos drinks diferentes e exclusivos e compartilha de ótimos petiscos e pratos com os amigos, sendo uma ótima opção para quem quer curtir a noite e a madrugada na capital paulista. Com ambiente aberto, moderno e totalmente instagramável, o Vero! é o lugar perfeito para aquela baladinha com os amigos, atualizar as fotos nas redes sociais, enquanto aproveita um ótimo momento de descontração e diversão, com ótimos drinks e comidas para compartilhar. Além das delícias para comer e beber, a casa oferece discotecagem de quinta a sábado e samba ao vivo aos domingos.

Vero! Coquetelaria e Cozinha

Endereço: Praça dos Omaguás, 62 – Pinheiros – São Paulo (SP)

Horário de Funcionamento: quinta e sexta-feira, das 17h até o último cliente; sábado, das 14h até o último cliente, e domingo, das 12hs até o último cliente

Reservas: (11) 97482-3451 ou no Instagram.

Sobre o A Ventana Bar

Localizado no coração de Pinheiros, o A Ventana Bar é um espaço onde se misturam as experiências de restaurante, bar e cafeteria em um mesmo local, oferecendo cardápio especial desde o café da manhã e totalmente instagramável. A casa ainda oferece uma extensa carta de cafés e drinks autorais, sendo uma ótima opção para o happy hour com os amigos. Além do espaço em Pinheiros, a casa conta com um quiosque no famoso Mercado Municipal de São Paulo, no centro.

A Ventana Bar

Endereço: Praça dos Omaguás, 110 – Pinheiros – São Paulo (SP)

Horário de Funcionamento: 8h às 23h

Reservas: (11) 97482-3451 ou no Instagram

A Ventana Bar – Mercado Municipal de São Paulo

Local: R. Cantareira, 306 – Centro

Horário: de segunda a sábado, das 8h às 18h; domingo, das 8h às 16h

Reservas: (11) 99919-7767 ou no Instagram.

Sobre a Turn The Table Brasil

Empresa proprietária das marcas O Pasquim Bar e Prosa, Vero! Coquetelaria e Cozinha, A Ventana Bar e A Saideira, com 12 operações em São Paulo e no Rio de Janeiro.

(Fonte: Agência Brands)

Cérebro fossilizado de peixe de 319 milhões de anos reestrutura evolução dos vertebrados

Ann Arbor, por Kleber Patricio

Foto: Jeremy Marble/University of Michigan.

O crânio tomográfico de um peixe fossilizado de 319 milhões de anos, retirado de uma mina de carvão na Inglaterra há mais de um século, revela o exemplo mais antigo de um cérebro de um vertebrado bem preservado. O cérebro e seus nervos cranianos têm cerca de 2,5 cm de comprimento e pertencem a um peixe extinto do tamanho de um lambari, como o lambari-guaçu. A descoberta abre uma janela para a anatomia neural e evolução inicial do principal grupo de peixes vivos hoje, os peixes com nadadeiras raiadas, de acordo com um estudo liderado pela Universidade de Michigan, publicado na quarta-feira (1º) na revista “Nature”.

O principal autor do estudo é o brasileiro Rodrigo Figueroa, aluno de doutorado da U-M que faz o trabalho como parte de sua dissertação, sob a orientação do paleontólogo Matt Friedman, do Departamento de Ciências da Terra e do Meio Ambiente da U-M. A descoberta fornece informações sobre a preservação de partes moles em fósseis de animais com coluna vertebral. A maioria dos fósseis de animais em coleções de museus foi formada a partir de partes duras do corpo, como ossos, dentes e conchas.

O cérebro tomografado e analisado para o novo estudo pertence ao Coccocephalus wildi, um peixe primitivo com nadadeiras raiadas que nadava em um estuário e que provavelmente se alimentava de pequenos crustáceos, insetos aquáticos e cefalópodes (um grupo que hoje inclui lulas, polvos e sépias). Os peixes com nadadeiras raiadas têm espinha dorsal e barbatanas sustentadas por hastes ósseas chamadas raios.

Quando o peixe morreu, os tecidos moles do seu cérebro e os nervos cranianos foram substituídos durante o processo de fossilização por um mineral denso que preservou, com detalhes, sua estrutura tridimensional. “Uma conclusão importante é que essas partes moles podem ser preservadas, e preservadas em fósseis que temos há muito tempo—este é um fóssil conhecido há mais de 100 anos”, disse Friedman, autor sênior do novo estudo e diretor do Museu de Paleontologia.

Para Figueroa, este fóssil superficialmente inexpressivo e pequeno não mostra apenas o exemplo mais antigo de um cérebro vertebrado fossilizado, mas também que as ideias sobre a evolução do cérebro de espécies viventes precisarão ser retrabalhadas. “Com a ampla disponibilidade de técnicas de imagem modernas, eu não ficaria surpreso se descobrisse que cérebros fósseis e outras partes moles são muito mais comuns do que pensávamos anteriormente”, disse Figueroa. “A partir de agora, nosso grupo de pesquisa e outros colaboradores vão olhar para crânios de peixes fósseis com uma perspectiva nova e diferente”.

O fóssil do crânio da Inglaterra é o único espécime conhecido de sua espécie, então apenas técnicas não destrutivas poderiam ser usadas durante o estudo liderado pela U-M.

Figueroa e Friedman trabalham com tomografia computadorizada de crânios de fósseis de peixes com nadadeiras raiadas, incluindo vários espécimes que Figueroa trouxe para Michigan por empréstimo de instituições do Brasil, como o Centro Paleontológico da Universidade do Contestado (Cenpaleo), em Mafra, Santa Catarina. O objetivo do estudo é obter detalhes da anatomia interna que forneçam informações sobre suas relações evolutivas.

No caso de C. wildi, Friedman não estava procurando por um cérebro quando ligou seu scanner micro-CT e examinou o fóssil do crânio. “Eu escaneei o fóssil e notei que havia um objeto distinto e incomum dentro do crânio”, disse Friedman. A bolha não identificada era mais brilhante na imagem da TC — e, portanto, provavelmente mais densa — do que os ossos do crânio ou a rocha ao redor. “É comum ver crescimentos minerais amorfos em fósseis, mas esse objeto tinha uma estrutura claramente definida”, disse Friedman.

O objeto misterioso exibe várias características encontradas em cérebros de vertebrados: possui simetria bilateral, contém espaços ocos com aparência semelhante aos ventrículos. Também possui múltiplos filamentos que se estendem em direção a aberturas na caixa craniana, semelhantes aos nervos cranianos, que viajam por esses canais em espécies viventes.

Embora apenas seu crânio tenha sido recuperado, os cientistas acreditam que C. wildi teria de 6 a 8 polegadas de comprimento. A julgar pelo formato da mandíbula e pelos dentes, provavelmente era um carnívoro, segundo Figueroa. Os cientistas suspeitam que, quando o peixe morreu, ele foi rapidamente soterrado em sedimentos com pouco oxigênio presente. Esses ambientes podem retardar a decomposição de partes moles do corpo.  Além disso, um microambiente químico dentro da caixa craniana pode ter ajudado a preservar os delicados tecidos cerebrais e substitui-los por um mineral denso, possivelmente pirita, disse Figueroa.

Figueroa e Friedman disseram que a descoberta destaca a importância de preservar espécimes em museus de paleontologia e zoologia. “Esse fóssil apresenta preservação excepcional de tecidos moles, mas tais estruturas não haviam sido evidenciadas até hoje, mesmo esse fóssil tendo sido estudado por diversos pesquisadores ao longo de mais de um século”, disse Figueroa. “Ainda existe muito a ser descoberto nas gavetas de museus e instituições brasileiras”, ele disse. “É por isso que manter os espécimes físicos é tão importante. Porque quem sabe, em 100 anos, o que as pessoas poderão fazer com os fósseis em nossas coleções agora.”

(Fonte: Agência Bori)

Carne representa 86% da pegada de carbono na dieta dos brasileiros, mostra pesquisa

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: FreePik.

De 2008 a 2017, a presença da carne aumentou 12% no prato dos brasileiros de todas as faixas de renda. Por isso, o consumo deste alimento contribui com 86% da pegada de carbono da dieta, um indicador de emissão de carbono na atmosfera. Os dados são da análise de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) publicada dia 31 de janeiro no periódico científico “Environment, Development and Sustainability”.

O estudo foi realizado a partir da análise da Pesquisa de Orçamento Familiar nos anos 2008 e 2017, que divulgou informações sobre consumo individual e também sobre o preço dos alimentos. “Juntar informações sobre consumo e preço dos alimentos não é muito comum na literatura científica. Essa é uma inovação do artigo”, explica Aline Martins de Carvalho, docente da Faculdade de Saúde Pública da USP.

Nele, são especificados as características do consumo de acordo com cada tipo de carne. Entre todos os grupos, o consumo de peixe reduziu 23%; de porco aumentou 78%; frango, 36%; e a carne bovina não apresentou mudanças expressivas no consumo no período analisado, apesar de ser a carne mais consumida pelo brasileiro.

A partir de um recorte de renda, os pesquisadores constataram que as famílias mais pobres, com menos de meio salário mínimo por pessoa, não aumentaram o consumo total de carne no período analisado. Este grupo reduziu o consumo de peixe, mas as refeições com frango e porco aumentaram. Dessa forma, seu impacto ambiental foi menor que os demais grupos. Entretanto, isso pode ter se dado pelo preço, acesso e aspectos sociais envolvidos no consumo de carne.

De acordo com Carvalho, o consumo da carne em altas quantidades impacta o meio-ambiente e a saúde das pessoas, aumentando o risco de quadros de câncer de intestino, hipertensão, diabetes e obesidade. Dessa forma, reduzir o seu consumo é uma saída importante, mas não é a única para melhorar a saúde das pessoas e do planeta. “Também é preciso verificar relações de preço, acesso, cultura, consumo e sustentabilidade nos diferentes grupos econômicos”, recomenda a pesquisadora.

Além disso, a nutricionista reforça a importância de discutir os impactos do consumo de carne com a população por meio das políticas públicas. “É necessária também uma abordagem inter e transdisciplinar para investigar as variações do consumo de carne no Brasil, com foco nos valores e na intencionalidade dos sujeitos”, conclui a autora do artigo.

(Fonte: Agência Bori)

“As bambinas e os samurais brasileiros: uma saga migratória” será lançado em SP

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro (Divulgação – Literare Books International ).

Maria Gravina Ogata, geógrafa, advogada e doutora em Ciência Política, lançará seu livro “As bambinas e os samurais brasileiros: uma saga migratória” dia 2 de fevereiro na Livraria da Vila, do Shopping JK Iguatemi, em São Paulo (SP).

Em sua obra, a autora apresenta o relato das inúmeras aventuras migratórias vividas pela sua família no Brasil. Trata da saga dos imigrantes italianos e japoneses cujos caminhos se cruzaram na cidade de São Paulo, passando por várias gerações até a chegada dos seus netos, que são fruto da mistura de etnias, algo muito comum no Brasil. São retratados aspectos históricos referentes às diásporas migratórias do final do século XIX, de todo o século XX e do início deste século XXI.

Este ensaio ilustra os momentos cruciais que os brasileiros têm vivido, mostrando como uma nação, que recebeu muitos imigrantes, está se tornando um país de emigração, de onde muitos saem em busca de novos horizontes e de melhores condições de vida.

Maria Gravina Ogata. Foto: Divulgação – Literare Books International.

A obra foi editada pela Literare Books International e trata-se da revisão e da atualização do conteúdo do livro anterior “Os samurais alagoanos e a bambina paulista: migrar é preciso…” (2018). Neste novo livro, foram incluídos os membros da família (no texto e na capa) que nasceram depois de 2017, a pandemia da Covid-19, o Governo Bolsonaro e as eleições presidenciais de 2022. Todas essas informações têm foco na questão migratória.

Os interessados em ler “As bambinas e os samurais brasileiros: uma saga migratória” tanto podem adquiri-lo durante o evento de lançamento, quanto pelos sites da editora Literare Books (loja.literarebooks.com.br), Amazon e demais livrarias físicas e plataformas digitais.

Serviço:

Lançamento do livro “As bambinas e os samurais brasileiros: uma saga migratória”

Data: 2 de fevereiro de 2023 – Horário: a partir das 18h30

Local: Livraria da Vila – Shopping JK Iguatemi – Rua Av. Juscelino Kubitschek, 2041, Loja 335/336 – Piso 2 – Itaim Bibi – São Paulo (SP)

Aberto ao público: Sim.

(Fonte: Literare Books)

2º Festival de Verão de Campos do Jordão traz 34 concertos gratuitos que vão do clássico ao popular

Campos do Jordão, por Kleber Patricio

Imagem do 1º Festival de Verão de Campos do Jordão. Foto: Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

Em 2023, entre 30 de janeiro e 18 de fevereiro, o 2º Festival de Verão de Campos do Jordão, do Governo do Estado de São Paulo, oferecerá 34 apresentações musicais divididas em dois eixos (música Popular e música Clássica), além de contar com um Núcleo Pedagógico em formato original, neste ano dedicado a grupos musicais já existentes ou constituídos, exclusivamente, para essa finalidade (distribuídos entre música popular instrumental e/ou vocal e música clássica de câmara instrumental e/ou vocal). É reconhecido como o maior evento de música clássica da América Latina e ganhou um novo formato em 2022, passando a acontecer também no verão, além de manter a tradicional edição de inverno todo mês de julho.

Os primeiros cinco concertos desta edição acontecerão no Salão Nobre, localizado no 1º andar da Sala São Paulo, e todos os demais serão no Auditório Claudio Santoro, o palco mais tradicional do Festival de Campos do Jordão, dentro do Museu Felícia Leirner, instituições da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. Todas as performances serão gratuitas e sem a necessidade de retirada prévia de ingressos, limitadas às capacidades do Salão Nobre (150 lugares) e do Auditório (814 lugares). Já as atividades pedagógicas serão realizadas inteiramente na Sala São Paulo entre os dias 29/jan e 18/fev.

Com o Festival de Verão, o Governo do Estado de São Paulo busca ampliar este já tradicional evento – no que diz respeito à época de sua realização, potencializando a capacidade turística do Vale do Paraíba, e ao seu aspecto conceitual, abraçando linguagens e formatos musicais explorados com menor frequência durante o Festival de Inverno (que, em 2023, chegará à sua 53ª edição).

“A segunda edição do Festival de Verão será inovadora. Num formato mais compacto, o festival deste ano privilegiará a prática de grupos e colocará em evidência a nova geração de músicos populares e clássicos que, através de seus trabalhos autônomos, terão protagonismo na definição dos espetáculos, juntamente com grupos tradicionais como Osesp, Brasil Jazz Sinfônica e nomes relevantes da música brasileira”, afirma o diretor executivo da Fundação Osesp, Marcelo Lopes.

PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA

Na programação musical do 2º Festival de Verão, destacam-se apresentações do Heloísa Fernandes Quarteto, que abre o evento com música brasileira instrumental (4/fev); da São Paulo Big Band com os cantores Vanessa Moreno (4/fev), Ana Cañas (12/fev) e Wilson Simoninha (18/fev); da Brasil Jazz Sinfônica ao lado da cantora e compositora Maria Gadú (11/fev); dos jazzistas noruegueses do Paal Nilssen-Love Sextet (5/fev); do conjunto de música clássica Percorso Ensemble, acompanhado da cantora Eliane Coelho (18/fev); da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo — Ojesp tocando trilhas de filmes emblemáticos (18/fev); além do programa Floresta Villa-Lobos, que a Osesp apresentou em 2022 na Sala São Paulo e no Carnegie Hall, em Nova York, e que encerra esta edição do Festival (18/fev). Todos os concertos são gratuitos e acontecem no Auditório Claudio Santoro.

PROGRAMAÇÃO PEDAGÓGICA

No Módulo Pedagógico, que será realizado de 29/jan a 18/fev, o 2º Festival de Verão de Campos do Jordão será devotado a atividades de grupos musicais já existentes ou constituídos exclusivamente para essa finalidade, e dedicados à música popular instrumental e/ou vocal e à música clássica de câmara instrumental e/ou vocal. O eixo Música Popular tem coordenação artístico-pedagógica do trompetista e professor Daniel D’Alcantara, enquanto o Trombone Solista da Osesp e regente Wagner Polistchuk é o responsável pelo eixo Música Clássica.

Os 20 grupos de bolsistas selecionados nesta edição do Festival estarão divididos em dois: dez deles dedicados à Música Popular (de trios a sextetos) e dez à Música Clássica de Câmara (trios, quartetos e quintetos). As atividades pedagógicas acontecerão inteiramente na Sala São Paulo, enquanto as performances desses grupos ficarão divididas entre Campos do Jordão (Auditório Claudio Santoro) e São Paulo (Salão Nobre – Sala São Paulo).

“Além do trabalho de mentoria com os alunos, haverá cinco vivências com temas abrangentes como o desenvolvimento da neurociência para a música, a comunicação não violenta, a carreira de um músico e seus desafios, a consciência corporal de um músico e a construção, produção e fomento de um projeto artístico, entre outros. São assuntos que atravessam a vida de um músico e irão complementar a formação artística e alguns aspectos que envolvem a construção de uma carreira”, explica Rogério Zaghi, diretor pedagógico desta edição do Festival. “Tudo isso será abordado nas vivências que os 87 bolsistas, ou 20 grupos, terão todas as tardes na primeira semana. Na segunda semana, eles gravarão na própria Sala São Paulo um vídeo clipe com alta qualidade de imagem e som com orientação da nossa equipe e, aos finais de semana, irão para Campos do Jordão fazer as apresentações com sua própria identidade”, finaliza.

Realização | O 2º Festival de Verão de Campos do Jordão é um programa do Governo do Estado de São Paulo, realizado por meio da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado e pela Fundação Osesp. Tem direção geral de Marcelo Lopes, direção pedagógica de Rogério Zaghi e coordenação artístico-pedagógica de Daniel D’Alcantara (Música Popular) e de Wagner Polistchuk (Música Clássica). A produção executiva fica a cargo de Alessandra Cimino.

PROGRAMAÇÃO – 2º FESTIVAL DE VERÃO DE CAMPOS DO JORDÃO

SALA SÃO PAULO – SALÃO NOBRE

30 JAN (SEG) 19H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

31 JAN (TER) 19H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

1 FEV (QUA) 19H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

2 FEV (QUI) 19H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

3 FEV (SEX) 19H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

AUDITÓRIO CLAUDIO SANTORO

4 FEV (SÁB) 15H00 – HELOÍSA FERNANDES QUARTETO

4 FEV (SÁB) 16H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

4 FEV (SÁB) 17H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

4 FEV (SÁB) 18H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

4 FEV (SÁB) 21H00 – SÃO PAULO BIG BAND & VANESSA MORENO

5 FEV (DOM) 11H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

5 FEV (DOM) 12H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

5 FEV (DOM) 13H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

5 FEV (DOM) 14H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

5 FEV (DOM) 17H00 – PAAL NILSSEN-LOVE SEXTET

11 FEV (SÁB) 15H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

11 FEV (SÁB) 16H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

11 FEV (SÁB) 17H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

11 FEV (SÁB) 18H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

11 FEV (SÁB) 21H00 – BRASIL JAZZ SINFÔNICA & MARIA GADÚ

12 FEV (DOM) 11H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

12 FEV (DOM) 12H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

12 FEV (DOM) 13H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

12 FEV (DOM) 14H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

12 FEV (DOM) 17H00 – SÃO PAULO BIG BAND & ANA CAÑAS

17 FEV (SEX) 17H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

17 FEV (SEX) 18H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

17 FEV (SEX) 19H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

17 FEV (SEX) 20H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

17 FEV (SEX) 21H00 – GRUPOS DO FESTIVAL

18 FEV (SÁB) 11H00 – PERCORSO ENSEMBLE & ELIANE COELHO

18 FEV (SÁB) 15H00 – SÃO PAULO BIG BAND & WILSON SIMONINHA

18 FEV (SÁB) 18H00 – OJESP/TRILHAS DE FILMES

18 FEV (SÁB) 21H00 – OSESP/Floresta Villa-Lobos.

Serviço:

2º Festival de Verão de Campos do Jordão

Data: 30 de janeiro a 18 de fevereiro [Módulo Pedagógico: 29/jan a 18/fev]

Ingressos: entrada gratuita e sem a necessidade de retirada de ingressos, limitada às capacidades do Auditório Claudio Santoro (814 lugares) e da Sala São Paulo – Salão Nobre (150 lugares).

Locais: Auditório Claudio Santoro

Av. Dr. Luís Arrobas Martins, 1.880, Alto da Boa Vista — Campos do Jordão, SP. Tel. (12) 3662-2334. Horário de funcionamento: somente em dias de concerto, 3h antes do início do evento.

Sala São Paulo – Salão Nobre

Praça Júlio Prestes, 16, 1º andar, Campos Elíseos — São Paulo, SP. Tel. (11) 3367-9500.

Acompanhe a Cultura: Site | Facebook | Instagram | Twitter | LinkedIn | YouTube.

(Fonte: Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo)