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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Superintendente do SAAE participa de documentário sobre o Rio Jundiaí

Jundiaí, por Kleber Patricio

Foto: Thomaz Edson.

O superintendente do Serviço Autônomo de Água e Esgotos de Indaiatuba (SAAE), Eng. Pedro Claudio Salla, recebeu na quarta-feira (15), integrantes da Companhia Saneamento de Jundiaí (CSJ). A CSJ está produzindo um documentário sobre a história dos municípios. Nele, especialistas falam sobre o projeto de despoluição e recuperação da qualidade da água do Rio Jundiaí, trabalhos e projetos realizados para adequar os despejos de detritos, tratamento de esgotos, entre outros temas pertinentes. Salla foi cotado para discorrer sobre o tema devido ao seu amplo conhecimento sobre o assunto.

Por ser um dos pioneiros no desenvolvimento de projetos para combater a poluição no Rio Jundiaí desde a década de 1970, o superintendente Pedro Claudio Salla, com seu amplo conteúdo histórico de trabalho à frente da autarquia, concedeu uma entrevista que podemos chamar de aula, contando com riqueza de detalhes a grande “luta” em amplas frentes de trabalhos, desde a formação de conselhos e consórcios entre municípios, reinvindicações solicitando a cooperação do Governo Estadual e Federal e projetos realizados por iniciativa própria do município por meio do SAAE de Indaiatuba.

Despoluição do rio Jundiaí

A despoluição do rio Jundiaí começou em 1982, quando foi criado o Comitê de Estudos e Recuperação do Rio Jundiaí (Cerju), reunindo todas as cidades da bacia, mais as indústrias e o Governo do Estado. As cidades de Indaiatuba e Jundiaí foram as pioneiras, por implantarem, ainda na década de 1980, programas de coleta e tratamento de esgoto.

O rio Jundiaí nasce na Serra da Pedra Vermelha, em Mairiporã, e deságua no rio Tietê, em Salto. Com uma extensão de 123 km, ele passa por cidades industrializadas e recebeu por muito tempo os efluentes desses municípios.

Com a construção das Estações de Tratamento de Esgotos nos municípios que o margeiam, o rio Jundiaí foi reclassificado em 2014; primeiramente em Indaiatuba e, em 2017, em toda sua extensão, tornando-se o primeiro rio a ser reclassificado no Brasil.

Sua reclassificação aumentou em 40% a disponibilidade de água bruta para Indaiatuba.

(Fonte: DCS/SAAE Indaiatuba)

Caminho da Mata Atlântica chega ao litoral de Santa Catarina

Santa Catarina, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

O Instituto Camargo Corrêa, em parceria com a Femesc (Federação de Escalada e Montanhismo do Estado de Santa Catarina) e Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina), recuperou 71 quilômetros de trilhas de Mata Atlântica no litoral de Santa Catarina. O traçado reúne 12 trilhas localizadas nos municípios de Biguaçu, Palhoça e São José, que, agora, podem ser utilizadas para a prática de caminhadas e montanhismo.

O trecho integra o Caminho da Mata Atlântica, trajeto de 4 000 quilômetros que está sendo criado para conectar o Parque Nacional de Aparados da Serra, no Rio Grande do Sul, ao Parque Estadual do Desengano, no Rio de Janeiro.

O projeto nacional foi incubado pela WWF e tem como apoiador o Instituto Camargo Corrêa, além de parceiros institucionais do Instituto Chico Mendes (ICMbio),  Instituto do Meio Ambiente (IMA) e Instituto Estadual do Ambiente (INEA).  Desde 2020, o projeto possui uma governança própria estruturada em 3 níveis (Nacional, Estadual e núcleos locais). O objetivo é estimular o ecoturismo e a prática do montanhismo para promover o desenvolvimento das comunidades locais e a conservação da biodiversidade em um dos biomas mais ameaçados do mundo.

A redefinição, sinalização e limpeza das trilhas em Santa Catarina foram acompanhadas de ações destinadas ao fomento ao empreendedorismo, com o desenvolvimento de negócios locais como o estacionamento para recepção dos turistas; o Viveiro Três Riachos, um sitio humanizado de criação de galinhas soltas, sem uso de gaiolas, o que atraiu turistas e seguidores nas redes sociais preocupados com o bem-estar-animal que recebeu um quiosque novo para exposição dos produtos coloniais e a aldeia Yguá Porã, em Biguaçu (SC),  que passou a oferecer um espaço para camping, alimentação e vivências culturais para os visitantes.

Para a diretora-executiva do Instituto Camargo Corrêa, Bárbara Matias Bueno de Mattos Galvão, o projeto coloca em prática três pilares de atuação da instituição: a educação, empreendedorismo e infraestrutura. “Ao estimular o turismo, aumentamos a consciência sobre a importância do bioma. Mas, para que o turista possa aproveitar as trilhas, é preciso ter serviços de apoio. Para isso, fizemos um trabalho de capacitação e desenvolvimento de estabelecimentos de turismo rural e criamos uma fonte de renda sustentável para famílias que moram na região”, diz.

Empreendedores locais de oito estabelecimentos participaram de workshops de negócios e receberam investimento para construção de estacionamento, sanitários e quiosques para recepção de caminhantes. O projeto beneficiou 15 famílias que vivem e trabalham nas proximidades do trajeto.

Também foi feito um workshop de turismo receptivo, o que fomentou o ingresso de 20 jovens na cadeia produtiva do ecoturismo; concurso de desenho com o tema Mata Atlântica, o que levou a participação de 632 alunos e alunas do quinto ano de escolas públicas e privadas, e uma competição de fotografia voltada para professores que contou com 117 docentes dos 24 municípios da grande Florianópolis.

Sobre o Instituto Camargo Corrêa

Criado em 2000, o Instituto Camargo Corrêa (ICC) mobiliza e orienta o investimento social privado do portfólio Mover, atuando especialmente nas regiões onde estão as unidades de negócio destas empresas. Em parceria com clientes, fornecedores, poder público, instituições não governamentais e lideranças comunitárias, promove projetos voltados ao desenvolvimento econômico por meio do empreendedorismo, educação e ao acesso das comunidades mais vulneráveis à uma infraestrutura digna. Todas as iniciativas do ICC são alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e pilares do ESG. https://www.linkedin.com/company/instituto-camargo-correa e  https://www.instagram.com/institutocamargocorrea/.

Sobre o Caminho da Mata Atlântica

O Caminho da Mata Atlântica é uma trilha de longo curso entre os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O percurso cruza a Serra do Mar mostrando toda a diversidade de ambientes da costa brasileira, engajando a sociedade na conservação e recuperação da Mata Atlântica e promovendo o desenvolvimento socioeconômico inclusivo e a valorização do patrimônio natural e cultural. Mais informações: http://caminhodamataatlantica.org.br/.

(Fonte: Nova PR)

“Crônicas de um rebelde”: o soco de Mário Vargas Llosa em Gabriel García Márquez

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro. Fotos: Salatiel Correia.

O soco dado por Mário Vargas Llosa em Gabriel García Márquez, dois dos mais importantes escritores da América Latina, a corrupção de empreiteiros nos investimentos hidroelétricos, o corporativismo da classe médica. Fatos ligados à história, política, economia e à própria literatura compõem “Crônicas de um rebelde”, lançamento do autor Salatiel Pedrosa Soares Correia.

Crítico e experiente, o engenheiro elétrico, que atuou por três décadas na ex-estatal de energia de Goiás, apresenta na obra uma seleção de 60 crônicas publicadas na imprensa nos últimos 30 anos. Diferente dos outros sete livros lançados, de conteúdo técnico, neste o autor visa impactar “pessoas que enxergam na luz da crítica uma arma do verdadeiro cidadão”.

Com caricaturas de José Carlos Guimarães, a obra anuncia a visão do autor em títulos provocativos como “Compram-se teses de mestrado e doutorado”, “Enel e o ‘Capitalismo de motel’” e “Um mar de lama” – este apresenta uma análise da vida e governo de Getúlio Vargas, enquanto o segundo denuncia as consequências da privatização da empresa pública de energia, em prejuízo à população.

O tema da corrupção no setor elétrico volta às páginas da obra em uma análise do engenheiro civil e professor da Universidade Federal de Goiás Irapuan Costa Júnior sobre os ensaios publicados por Salatiel. Irapuan também acumula larga experiência na área pública, como prefeito, governador do Estado e senador da República. Já a literatura ganha importantes referências nas obras de Eric Hobsbawm e seu retrato do século XX em “A Era dos Extremos”; e Juan Rulfo e a relação com seu discípulo mais genial, Gabriel García Márquez.

Assim como o tcheco Franz Kafka ou o brasileiro Graciliano Ramos,

Juan Rulfo foi capaz de construir uma obra de elevada concisão narrativa.

Pedro Páramo é um romance de apenas 128 páginas de pura literatura.

(Crônicas de um rebelde, p. 24)

Motivado pela necessidade de se tornar um sujeito da história, como ensinou o sociólogo francês Alain Touraine, Salatiel Correia apresenta em “Crônicas de um rebelde” uma visão lúcida e fundamentada de temas e personalidades que foram e continuam relevantes. Ao se distanciar da racionalidade técnica na busca de uma formação mais humanística, o autor deixa, essencialmente, percepções que fazem o leitor aprender, e questionar.

Ficha técnica

Título: Crônicas de um rebelde

Autor: Salatiel Pedrosa Soares Correia

ISBN/ASIN: 978-65-00-57575-0

Formato: 16×23 cm

Páginas: 223

Preço: R$65,00

Onde comprar: Amazon | Magalu.

Sobre o autor | Salatiel Pedrosa Soares Correia é goiano, nascido na cidade de Piracanjuba. Mestre em Planejamento Energético pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), é formado em engenharia Elétrica e Administração de Empresas. Trabalhou na Celg (Companhia de Distribuição do Estado de Goiás), antiga estatal do estado, por mais de 30 anos.

Na área de humanas, é um grande admirador da literatura nacional e mundial. Já foi articulista em jornais importantes dos estados de Goiás, Tocantins e Minas Gerais. “Crônicas de um rebelde” é seu oitavo livro publicado.

(Fonte: LC Agência de Comunicação)

Turismo: o que comer em Bonito (MS)

Bonito, por Kleber Patricio

Prato de Piraputanga. Fotos: divulgação.

As águas de Bonito, no Mato Grosso do Sul, já são velhas conhecidas de muitos viajantes brasileiros – e também estrangeiros. Mesmo quem nunca esteve no destino, mas gosta de viagens de natureza e belas paisagens, com certeza já se deparou com imagens de seus rios cristalinos que são ideais para flutuação e mergulho. Mas e a gastronomia local? Em um roteiro pela região sul-mato-grossense, o visitante pode esperar uma diversidade de sabores que vão desde os peixes de água doce até carnes exóticas, frutas e ingredientes típicos dos biomas de Cerrado e Mata Atlântica.

Por ser um estado novo – implantado apenas em 1979 – o Mato Grosso do Sul não possui um prato considerado típico, como é o caso do acarajé na Bahia. Sua gastronomia é influenciada pela cultura pantaneira das comitivas, principalmente com arroz de carreteiro e feijão tropeiro, que não podem faltar nos buffets, mas também pelos diversos povos que ali se instalaram – e até os vizinhos paraguaios.

Ou seja, entre um passeio e outro pelas atrações de ecoturismo de Bonito, que incluem flutuação, mergulho, banho de cachoeira, boa cross e bote, entre outros, é possível fazer um roteiro gastronômico cheio de surpresas na cidade.

A Acqua Studio de Viagens, agência especializada em roteiros e experiências pela região, organizou um guia com os principais destaques para quem está planejando uma viagem à cidade sul-mato-grossense e tem curiosidade em saber o que comer em Bonito. Confira:

Peixes

Em um lugar com tantos rios, os peixes de água doce são a estrela no prato. As espécies mais comuns encontradas nos restaurantes locais são pintado, piraputanga, pacu e traíra. Nos preparos, os mais tradicionais são na brasa, ensopados, ao urucum e moqueca. Além disso, há os caldos de piranha que fazem sucesso nas noites mais frescas da região.

Carnes

Carne com acompanhamentos.

A qualidade da carne bovina nesta região também é bastante destacada. Os rebanhos de gado do Mato Grosso do Sul fazem do estado um dos principais lugares do país para provar carnes com maciez, textura e consistência únicas. De acompanhamentos, os mais comuns oferecidos são vinagrete, mandioca e arroz.

Outra carne que vem se popularizando na região é a de jacaré. Em razão da superpopulação do animal no Pantanal, os locais vêm consumindo cada vez mais a carne exótica. Para os visitantes, a dica é experimentar em uma entrada ou aperitivo, como pastel ou bolinho.

Sopa paraguaia

Bonito está a cerca de 200 quilômetros do Paraguai e, por conta disso, também teve influência do país vizinho em sua gastronomia. O prato mais marcante é a sopa paraguaia. Apesar do nome, trata-se de um bolo salgado de milho – ou fubá – que é encontrado desde buffets de café da manhã nos hotéis, a restaurantes no centro da cidade.

Sobremesas

Chico Balanceado.

Graças à biodiversidade do bioma do Cerrado, há uma infinidade de frutas que rendem bons sorvetes em Bonito. No centrinho da cidade, é possível provar sabores como buriti, jaracatiá, guavira, gabiroba e bocaiuva.

Os fãs de sorvete também podem experimentar uma sobremesa criada na cidade: três sabores de sorvete combinados com frutas e cobertos com marshmallow. O prato vai ao forno criando uma casquinha quente, mas mantendo o gelado por dentro.

Outra sobremesa imperdível no destino é o Chico Balanceado, feito com creme Paris, banana caramelizada e merengue gratinado.

A Acqua Studio de Viagens indica, a seguir, alguns dos principais restaurantes de Bonito, com opções para todos os gostos e bolsos:

Varandas – instagram.com/varandasbonitoms

Casa do João – instagram.com/casadojoaorest

Juanita Restaurante – juanita.com.br

Beco da Arte Gastrobar – instagram.com/becodaartegastrobar

Restaurante do Marco Velho – instagram.com/restaurantedomarcovelho

Espaço Jack – instagram.com/espacojackbonito.

Sobre a Acqua Studio de Viagens

Atuando há oito anos como o único studio de viagens de Bonito, a Acqua Studio de Viagens teve seu trabalho reconhecido pela Certificação Socioambiental Selo Verde do Instituto Chico Mendes. A agência, que visa oferecer aos viajantes roteiros que priorizam personalização e flexibilidade, é a primeira do destino a receber o selo.

A Acqua promove roteiros e experiências que respeitam as normas ambientais de Bonito e colaboram para o crescimento da comunidade local, destacando, além das belezas naturais, os aspectos histórico-culturais da região.

Mais informações: www.acquaviagens.com.br.

(Fonte: Assimptur)

Cinemateca Brasileira exibe filmes infantis com sessões gratuitas

São Paulo, por Kleber Patricio

Frame de “Rio”. Imagem: divulgação.

A Cinemateca Brasileira realiza sessões dedicadas às crianças com frequência quinzenal, sempre aos sábados. Serão exibidos filmes brasileiros e estrangeiros, de diferentes períodos e estilos, de modo a fomentar a formação de público cinematográfico desde a infância.

18 de fevereiro, sábado, às 15h

Rio

EUA, 2011, 96 min, cor, digital, livre

Direção: Carlos Saldanha

Elenco: Jesse Eisenberg, Anne Hathaway, George Lopez, will.i.am, Jamie Foxx, Tracy Morgan, Rodrigo Santoro

Sinopse: Quando Blu, uma arara azul domesticada que vive em uma pequena cidade dos Estados Unidos, encontra uma fêmea da sua espécie, a ferozmente independente Jade, ele parte em uma aventura para o Rio de Janeiro com a ave dos seus sonhos.

Comentários: Dirigido pelo brasileiro Carlos Saldanha, o “Rio” a maior bilheteria de 2011 e o segundo filme mais visto do ano nos cinemas brasileiros. Era considerado o “projeto dos sonhos” do diretor, que realizou também “A Era do Gelo” e “O touro Ferdinando”.

4 de março, sábado, às 15h

Peixonauta

Brasil, 2018, 77 min, cor, dcpl, livre

Direção: Kiko Mistrorigo, Célia Catunda, Rodrigo Eba

Imagem: divulgação/Papo de Cinema.

Peixonauta, Marina e Zico saem do Parque em busca do Dr. Jardim e dos primos Pedro e Juca, mas ao chegarem à cidade grande, encontram tudo vazio. Após investigarem melhor, percebem que as pessoas não sumiram, mas sim, encolheram. Intrigados e correndo contra o tempo, Peixonauta e seus amigos precisam desvendar a causa do fenômeno e salvar a população do desaparecimento completo.

Cinemateca Brasileira

Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Mariana – São Paulo (SP)

Horário de funcionamento:

Espaços públicos: de segunda a segunda, das 8 às 18h

Salas de cinema: conforme a grade de programação

Biblioteca: de segunda a sexta, das 10h às 17h, exceto feriados

Sala Grande Otelo (210 lugares + 4 assentos para cadeirantes)

Sala Oscarito (104 lugares)

Retirada de ingresso 1h antes do início da sessão.

Cinemateca Brasileira

Foto: Caio Brito.

A Cinemateca Brasileira, maior acervo de filmes da América do Sul e membro pioneiro da Federação Internacional de Arquivo de Filmes – FIAF, foi inaugurada em 1949 como Filmoteca do Museu de Arte Moderna de São Paulo, tornando-se Cinemateca Brasileira em 1956, sob o comando do seu idealizador, conservador-chefe e diretor Paulo Emílio Sales Gomes. Compõem o cerne da sua missão a preservação das obras audiovisuais brasileiras e a difusão da cultura cinematográfica. Desde 2022, a instituição é gerida pela Sociedade Amigos da Cinemateca, entidade criada em 1962 que recentemente foi qualificada como Organização Social.

O acervo da Cinemateca Brasileira compreende mais de 40 mil títulos e um vasto acervo documental (textuais, fotográficos e iconográficos) sobre a produção, difusão, exibição, crítica e preservação cinematográfica, além de um patrimônio informacional online dos 120 anos da produção nacional. Alguns recortes de suas coleções, como a Vera Cruz, a Atlântida, obras do período silencioso, além do acervo jornalístico e de telenovelas da TV Tupi de São Paulo, estão disponíveis no Banco de Conteúdos Culturais para acesso público.

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(Fonte: Trombone Comunicação)