Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Japan House SP é tema de exposição no Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera

São Paulo, por Kleber Patricio

O Pavilhão Japonês, no Parque Ibirapuera. Foto: divulgação.

De 2 de março a 23 de abril, a Japan House São Paulo apresenta a exposição “Retrospectiva: 6 anos de Japan House São Paulo” no Pavilhão Japonês, localizado dentro do Parque Ibirapuera. A iniciativa é resultado de uma parceria com a Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social – Bunkyo, que administra o Pavilhão Japonês. A mostra apresentará um panorama da história da Japan House São Paulo desde a sua chegada à capital paulista em 2017.

Por meio de fotos e textos, a ação relembrará as 39 exposições que passaram pela instituição nipônica ao longo desses seis anos, assim como outras atividades que narraram a cultura japonesa, envolvendo diferentes perspectivas artísticas, tecnológicas, educacionais e gastronômicas, entre outras. “Estamos muito felizes com a parceria institucional com o Bunkyo e esta importante ação no Pavilhão Japonês, um lugar lindo e privilegiado em nossa cidade. Com esta exposição oferecemos a milhares de pessoas novas oportunidades de contato com a cultura japonesa e reforçamos nossos laços com diferentes pontos geográficos e comunidades da cidade, além da Liberdade ou da Avenida Paulista”, comenta Eric Klug, presidente da Japan House São Paulo. Para Renato Ishikawa, presidente do Bunkyo, “esta parceria surge para coroar uma nova etapa do Pavilhão Japonês representada pelas obras de acessibilidade e que oferece uma cafeteria, loja, diversas atividades culturais, além da sua arquitetura bem característica. Agora, com esta exposição, os visitantes terão uma visão da diversidade e riqueza da cultura japonesa, aqui, dentro do Parque Ibirapuera”.

Apesar da parceria formal inédita somente neste ano, o Pavilhão foi peça-chave na construção da Japan House São Paulo. A inspiração para a imponente fachada de 36 metros de largura e 11 de altura que marca a Avenida Paulista surgiu após a visita de Kengo Kuma – responsável pelo projeto arquitetônico da instituição junto com o escritório brasileiro FGMF – ao Pavilhão Japonês em sua primeira visita ao Brasil. Ambos os projetos foram construídos com madeira hinoki e técnicas de encaixe.

A Japan House São Paulo. Foto: Rogério Cassimiro.

Desde sua inauguração até janeiro de 2023, a JHSP já recebeu mais de 2,7 milhões de visitantes. Dentre as mostras inesquecíveis que serão relembradas na exposição no Pavilhão Japonês, estão “Kengo Kuma – Eterno Efêmero”, sobre o trabalho do consagrado arquiteto japonês Kengo Kuma; “O fabuloso universo de Tomo Koizumi”, com as vestidos icônicos do designer de moda Tomo Koizumi; “Parade – um pingo pingando, uma conta, um conto”, exposição individual inédita da artista visual Yuko Mohri; “Equilíbrio”, instalação que trouxe uma representação do ciclo da água utilizando balões de acabamento holográfico de maneira lúdica; e “[ím]pares”, que ressaltou o senso estético japonês por meio do trabalho de cinco designers de joias. Além das exposições, será apresentado também um panorama das mais distintas atuações, como Clube de Leitura, Ciclo de Mangá, Podcast JHSP e Caminhos Brasil Japão, entre outras iniciativas da instituição. Desde 2021, a JHSP expandiu seu alcance geográfico com ações digitais e físicas em outros Estados, como Paraná, Rio Grande do Sul, Pará e Pernambuco, e países como Argentina e México, atingindo um público de 50 mil pessoas presencialmente e dois milhões digitalmente a cada mês.

Serviço:

Retrospectiva: 6 anos de Japan House São Paulo

Período: de 2 de março a 23 de abril de 2023

Local: Pavilhão Japonês – Av. Pedro Álvares Cabral, s/ n°, portão 10 – Parque Ibirapuera – São Paulo (SP)

Horários: quinta a domingo, das 10h às 17h

Valores: adulto: R$15,00; estudante com carteirinha: R$7,00; idosos a partir de 60 anos: R$7,00; crianças de 5 a 12 anos: R$7,00; crianças até 4 anos: isento

Entrada gratuita às quintas-feiras.

Sobre a Japan House São Paulo (JHSP) | A Japan House é uma iniciativa internacional com a finalidade de ampliar o conhecimento sobre a cultura japonesa da atualidade e divulgar políticas governamentais. Inaugurada em 30 de abril de 2017, a Japan House São Paulo foi a primeira a abrir suas portas, seguida pelas unidades de Londres e Los Angeles. Estabelecida como um dos principais pontos de interesse da celebrada Avenida Paulista, a JHSP destaca em sua fachada proposta pelo arquiteto Kengo Kuma, a arte japonesa do encaixe usando a madeira Hinoki. Desde 2017, a instituição promoveu mais de trinta exposições e cerca de mil eventos em áreas como arquitetura, tecnologia, gastronomia, moda e arte, para os quais recebeu mais de dois milhões de visitantes. A oferta digital da instituição foi impulsionada e diversificada durante a Pandemia de Covid-19, atingindo mais de sete milhões de pessoas em 2020. No mesmo ano, expandiu geograficamente suas atividades para outros estados brasileiros e países da América Latina. A JHSP é certificada pelo LEED na categoria Platinum, o mais alto nível de sustentabilidade de edificações; e pelo Bureau Veritas com o selo SafeGuard – certificação de excelência nas medidas de segurança sanitária contra a Pandemia de Covid-19.

Sobre o Pavilhão Japonês | Situado dentro do Parque Ibirapuera, o Pavilhão Japonês foi construído conjuntamente pelo governo japonês e pela comunidade nipo-brasileira, sendo doado à cidade de São Paulo, em 1954, na comemoração do IV Centenário de sua fundação. Desde a inauguração, a gestão do espaço é realizada pela Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social, entidade representativa da comunidade nipo-brasileira, e está aberto ao público de quinta a domingo. Considerado um dos raros pavilhões fora do Japão a preservar as características originais, o local é uma das referências das autoridades japonesas em visita ao Brasil.

Confira as mídias sociais da Japan House São Paulo:

Site: https://www.japanhousesp.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/japanhousesp

Twitter: https://www.twitter.com/japanhousesp

YouTube: https://www.youtube.com/japanhousesp

Facebook: https://www.facebook.com/japanhousesp

LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/japanhousesp

Confira as mídias sociais do Pavilhão Japonês:

Site: https://www.bunkyo.org.br/br/pavilhao-japones/

Instagram: https://www.instagram.com/pavilhao_japones/.

(Fonte: Suporte Comunicação)

#CulturaEmCasa conta a história do samba, suas lutas e glórias

São Paulo, por Kleber Patricio

Thobias da Vai-Vai é um dos convidados do especial sobre samba e Carnaval. Foto: divulgação/reprodução Rede Sociais.

É Carnaval – a maior festa popular do mundo ganha as ruas e avenidas do Brasil e também a programação da #CulturaEmCasa, maior plataforma de streaming gratuita do país. Em um podcast especial, “Da Mesa de Escrever ao Notebook”, #CulturaEmCasa conta a história do samba, carro-chefe desta grande folia, ritmo que há anos embala as alegrias dos brasileiros e gringos. Em cinco episódios, especialistas apresentam o contexto histórico, suas resistências, suas origens, curiosidades e a importância do samba para a música, manifestações políticas e culturais com as participações de Thobias da Vai-Vai e Chocolatte de Vila Maria, criador do Bloco do Chocolatte.

#CulturaEmCasa é uma iniciativa da Secretaria da Cultura e Economia Criativa com gestão da Amigos da Arte. Para acompanhar toda a programação, basta acessar gratuitamente a plataforma #CulturaEmCasa pelo site https://culturaemcasa.com.br/ ou pelo APP #CulturaEmCasa, disponível em IOS e Android.

Confira:

Episódio 1 | O samba nasce nos navios negreiros, dos batuques de escravizados africanos que, no Brasil, revivem suas tradições religiosas. E o que veio depois é história: o ritmo se espalhou pelo país e ganhou uma qualidade bem brasileira: pluralidade. Chocolatte de Vila Maria, criador do Bloco do Chocolatte e um dos principais agentes de blocos do Carnaval de São Paulo, fala sobre a história do samba, suas origens, principais influências, características e o desenvolvimento do gênero no Brasil.

Episódio 2 | Criador do Bloco do Chocolatte e um dos principais agentes de blocos do Carnaval de São Paulo, o convidado Chocolatte de Vila Maria está de volta para falar sobre o samba por um prisma que vai além do aspecto agregador dos blocos de rua: o samba como instrumento de denúncia contra o preconceito e a política vigente no país. Nesta série sobre o samba no Brasil, o artista comenta a história desse gênero musical, suas principais influências, características e como ocorreu seu desenvolvimento no país.

Episódio 3 | Tobias da Vai-Vai, presidente de honra desta, que é a primeira escola de samba de São Paulo, conta como surgiram as escolas de samba no Brasil. Tobias fala ainda sobre a participação das escolas de samba no cenário nacional a partir das temáticas adotadas ao longo da história.

Episódio 4 | A reflexão sobre o olhar inclusivo das escolas de samba, que atuam como um núcleo de tolerância, resistência e inserção social. O convidado Tobias da Vai-Vai conta sua trajetória, as glórias e os desafios como presidente desta escola de samba paulista.

Episódio 5 | Tradição ou ruptura? Neste último episódio sobre o samba no Brasil, nosso convidado, Tobias da Vai-Vai, presidente de honra da Vai-Vai, a primeira escola de samba de São Paulo, traça uma perspectiva sobre o futuro das escolas de samba em relação à estética e às tecnologias utilizadas durante os desfiles. Tobias reforça em seu discurso a necessidade de despertar para o compromisso das escolas de samba com a cultura e a responsabilidade social.

Com a direção, textos e narração de Cleber Papa, trabalhos técnicos de Tiago Costa e a produção de Pablo Civitella, “Da Mesa de Escrever ao Notebook” é uma produção da Amigos da Arte.

A #CulturaEmCasa é uma iniciativa da Secretaria da Cultura e Economia Criativa, com gestão da Amigos da Arte. Para acompanhar toda a programação, basta acessar gratuitamente a plataforma #CulturaEmCasa pelo site https://culturaemcasa.com.br/ ou pelo APP #CulturaEmCasa, disponível em IOS e Android.

#CulturaEmCasa

A plataforma de streaming e vídeo por demanda #CulturaEmCasa tem a missão de ampliar o acesso da população a conteúdos culturais de qualidade 100% gratuitos e difundir a intensa produção cultural do Estado de São Paulo, seus equipamentos e municípios. Em dois anos, a #CulturaEmCasa atingiu 4,4 mil cidades do Brasil e 166 países. A plataforma foi responsável pelo emprego direto e indireto de mais de 21 mil profissionais do setor, entre artistas, produtores e técnicos. CulturaEmCasa é uma iniciativa da Secretaria da Cultura e Economia Criativa gerida pela Amigos da Arte e conta com um acervo com mais de cinco mil conteúdos com diferentes linguagens artísticas, entre elas, peças de teatro, shows, musicais, entrevistas, infantis e produções exclusivas.

Lançada em abril de 2020, a plataforma, disponível na GoogleStore e AppleStore gratuitamente,  já foi acessada 7,7  milhões de vezes. São cerca de 3,6 milhões de usuários de 5,5 mil cidades. Com os olhos voltados para a diversidade, no começo de 2022, a plataforma, que já possuía ícones de acessibilidade, inaugurou uma categoria exclusivamente dedicada aos conteúdos acessíveis.

A ferramenta reúne também conteúdos do Teatro Sérgio Cardoso, do Teatro Estadual de Araras, além de diversos programas de difusão cultural como o Festival de Circo Online de São Paulo, o #CircuitoSP Online, a #ViradaSP Online, e o #SPGastronomia. Integram ainda a programação da plataforma, diversas iniciativas das instituições da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, entre as quais a Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), a Jazz Sinfônica, a Pinacoteca, a São Paulo Companhia de Dança, o Conservatório de Tatuí, o Projeto Guri, Fábricas de Cultura, TV Cultura, Bibliotecas, e os Museus da Imagem e do Som, MIS Experience, do Futebol, Índia Vanuíre, Casa de Portinari, Felícia Leirner/ Auditório Claudio Santoro, além dos museus casa-literários, Casa das Rosas, Casa Mário de Andrade e Casa Guilherme de Almeida.

Plataforma #CulturaEmCasa

www.culturaemcasa.com.br

Redes Sociais:

https://www.facebook.com/culturaemcasasp/

https://www.instragram.com/culturaemcasasp/

https://twitter.com/culturaemcasasp.

Amigos da Arte | A Amigos da Arte, Organização Social de Cultura responsável pela gestão do Teatro Sérgio Cardoso, Teatro Sérgio Cardoso Digital e Teatro de Araras, além da plataforma de streaming e vídeo por demanda #CulturaEmCasa,  trabalha em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e a iniciativa privada desde 2004. Música, literatura, dança, teatro, circo e atividades de artes integradas fazem parte da atuação da Amigos da Arte, que tem como objetivo fomentar a produção cultural por meio de festivais, programas continuados e da gestão de equipamentos culturais públicos. Em seus mais de 17 anos de atuação, a Organização desenvolveu cerca de 60 mil ações que impactaram mais de 30 milhões de pessoas.

(Fonte: Pridea Comunicação)

Feriados prolongados em 2023: confira quatro roteiros de road trips para explorar

Brasil, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

Em 2023, sete dos nove feriados nacionais são prolongados e apenas um caiu no fim de semana – o 1º de janeiro, que já passou. Representando um verdadeiro “ano positivo” para quem adora emendar o feriado, é só pegar o carro e explorar as estradas país afora. Para quem quer fugir dos desfiles e blocos de Carnaval e optar pela calmaria, esse é o melhor momento para planejar uma road trip (viagem de carro, em português), já que as festividades dos foliões são prolongadas e há queda no preço dos combustíveis.

Para encher o tanque sem medo do valor final e se divertir com o pé na estrada, a V1 – plataforma de mobilidade urbana que atua no aluguel e assinatura de carros de forma 100% digital – separou algumas dicas e roteiros para road trips no Sul e Sudeste brasileiros.

Aventuras pelo Paraná

Repleta de cidades turísticas, o estado do Paraná tem algumas das mais belas estradas do país. Para quem quer vivenciar um pouco da história e conhecer as rotas percorridas pelos tropeiros, a Estrada da Graciosa conecta as cidades de Campina Grande do Sul, Morretes e Antonina em meio à Serra do Mar, que possui diversas cachoeiras, rios, recantos e comércios locais. Considerada uma das mais belas estradas do Brasil, os trechos do entorno da rodovia foram declarados pela Unesco como parte da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, com variadas espécies de plantas nativas brasileiras.

Uma opção de viagem mais longa que abrange história, gastronomia e cultura paranaense é atravessar o estado de ponta a ponta pela BR-277. A rota dura cerca de dez horas sem interrupções e passa pelo litoral, Serra do Mar, Curitiba, Guarapuava, Cascavel, Medianeira e acaba em Foz do Iguaçu. Caso o feriado seja destinado somente para esse passeio, ainda é possível conhecer cidades dos Campos Gerais e ter contato mais próximo com outras áreas rurais que fazem parte das regiões metropolitanas.

Interestaduais

Ainda no sul, a Rota Romântica é uma das principais road trips da Serra Gaúcha. Ligando 14 municípios do Rio Grande do Sul, a paisagem é o maior atrativo e, entre dezembro e março, as hortênsias impressionam com suas cores e aromas em meio às montanhas por onde a rota cruza. Além da vista de tirar o fôlego, é possível vivenciar diversas atrações das culturas alemã e italiana do início ao fim do trajeto.

Se o intuito é se aventurar pelas estradas sem se apegar a um destino em especial, uma opção é a BR-116, que corta o país de “Nordeste a Sul”. Considerada a maior rodovia do país, com 4.600 quilômetros, a estrada leva a roteiros interessantes que vão desde o turismo rural até as vinícolas na Região Serrana pelos vinhedos, experiências das culturas alemã e bucovina, além de muita natureza intocada. Partindo do Paraná, é possível aproveitar os cinco dias de folga carnavalesca em São Paulo, Santa Catarina ou cidades gaúchas. Cabe destacar que essa rota deve ser feita por motoristas experientes, já que alguns trechos são sinuosos e há bastante fluxo de caminhões.

(Fonte: Central Press)

Documentário “Nheengatu” estreia trazendo importante reflexão sobre invasão de terras indígenas

São Paulo, por Kleber Patricio

Documentário Nheengatu. Fotos: divulgação.

O documentário que leva o nome de “Nheengatu”, língua falada em comunidades indígenas na Amazônia, estreou sábado (18) no SescTV. Na produção, o diretor José Barahona e sua equipe navegam pelo alto Rio Negro, na região de São Gabriel da Cachoeira, para conhecer e compreender a realidade da população, que vive na floresta, e teve o seu modo de vida impactado permanentemente pela colonização portuguesa. A partir de sábado, o filme também estará disponível sob demanda no sesctv.org.br/exclusivo.

Homens, mulheres e crianças mostram como a sua relação com a língua se dá a partir da chegada dos “brancos”, como eles chamam, quando suas rotinas começaram a mudar. História, religião, colonização, escravidão, negociação, política, cultura e invasão são assuntos abordados ao longo do documentário, que lida com o desafio, por vezes conflituoso, de achar o equilíbrio entre a preservação da cultura e a realidade contemporânea.

O filme, lançado em 2020, ganhou quatro premiações nacionais e internacionais; dentre elas, o Melhor Diretor e Melhor Desenho de Som no XXVI 15º FestAruanda, em 2020, e o Prêmio Etnomatograph, no 18º Millenium Docs Against Gravity Film Festival, na Polônia, em 2021.

Sua construção foi feita em linguagem cinematográfica mista, com imagens pela direção, olhar e com depoimentos do cineasta e a participação dos indígenas também por trás das câmeras. Com um celular na mão, eles registram algumas cenas do seu próprio cotidiano.

“Em 1500, os portugueses chegaram à Amazônia, quando aprenderam o tupi na costa e, à medida que foram avançando pelo interior do território brasileiro, foram misturando esse dialeto com outras línguas indígenas até essa língua geral, que se transformou hoje no Nheengatu”, narra José Barahona para introduzir as diversas histórias contadas.

Serviço:

Filme “Nheengatu”

Sinopse:

Ao longo de uma viagem no alto Rio Negro, na Amazônia profunda, o diretor busca uma língua imposta aos índios pelos antigos colonizadores. Através desta língua misturada, o Nheengatu, e dividindo a filmagem com a população local, o filme se constrói no encontro de dois mundos. Assista ao teaser aqui.

Direção: José Barahona

Documentário, Brasil, 2020

Duração: 1h53min

Classificação indicativa: livre

Estreia: 18/2

Reexibição: 22/2, quarta, 1h | 25/2, sábado, 0h.

Sobre o SescTV| O SescTV é um canal de difusão cultural do Sesc em São Paulo, distribuído gratuitamente, que tem como missão ampliar a ação do Sesc para todo o Brasil. Sua grade de programação é permeada por espetáculos, documentários, filmes e entrevistas. As atrações apresentam shows gravados ao vivo com grandes nomes da música e da dança. ocumentários sobre artes visuais, teatro e sociedade abordam nomes, fatos e ideias da cultura brasileira. Ciclos temáticos de filmes e programas de entrevistas sobre literatura, cinema e outras artes também estão presentes na programação.

Para sintonizar o SescTV:

Consulte sua operadora

Assista também online em sesctv.org.br/agoranatv

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No Instagram: @sesctv.

(Fonte: SESCTV)

Programa Cinematographos tem aula aberta com a cineasta Laís Bodanzky

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Unsplash.

O Núcleo Cinematographos do museu Casa Guilherme de Almeida está com inscrições abertas para nova turma do Programa Cinematographos de Estudos de Cinema. Os interessados podem se inscrever até o dia 28 de fevereiro neste formulário.

A formação está em sua 6ª edição e tem o objetivo de promover conhecimento crítico e dinâmico sobre a sétima arte, organizando-se em dois eixos: o primeiro, teórico, abrangendo aulas de história e teoria do cinema e, o segundo, prático, composto de workshops intensivos; entre eles, Roteiro para Cinema, Fotografia para Cinema e Montagem e Edição de Filme. Para participar não é necessário ter conhecimento prévio sobre o tema – apenas interesse em desenvolver consciência crítica sobre as áreas que compõem o universo cinematográfico.

O curso será totalmente online, mas terá uma aula inaugural em formato híbrido (Anexo do museu e virtual), prevista para o dia 16 de março e ministrada pela cineasta brasileira Laís Bodanzky, diretora de filmes como “Bicho de Sete Cabeças” (coprodução Brasil/ Itália – 2001), obra que projetou o ator Rodrigo Santoro internacionalmente e se tornou um clássico na cinematografia nacional; e “Como nossos pais” (2017), filme mais premiado do ano na época, selecionado para o 67º Festival de Berlim e vencedor da 45ª edição do Festival de Gramado. A aula terá a temática “Fazer cinema hoje” e será aberta ao público em geral – conheça mais sobre o trabalho de Bodanzky aqui.

Durante o curso, os alunos terão aulas com profissionais de diferentes áreas do cinema; entre eles, Ana Rita Bueno, cenógrafa e diretora de arte desde 1985. Bueno estreou profissionalmente no curta “Franksteinpunk”, de Eliana Fonseca e Cao Hamburguer, e assinou a cenografia de diversos projetos, tais como “Cidadão Brasileiro”, na Rede Record, e o programa infantil “Traquitana”, na TV Cultura. Além da direção de arte de longas como “Se Deus Vier que Venha Armado”, de Luis Dantas, e “Reflexões de um Liquidificador”, do diretor André Klotzel. Mais informações sobre seu trabalho neste link.

Também faz parte do corpo docente do programa o diretor de fotografia em filmes, videoartes e séries Bruno Polidoro. Com mais de 15 anos de atuação, Polidoro fotografou 18 longas-metragens que estrearam em importantes festivais, como Sundance (“A Nuvem Rosa”, de Iuli Gerbase, 2021), IDFA: International Documentary FilmFestival Amsterdam (“5 Casas”, de Bruno Gularte Barreto, 2020), PÖFF: Tallinn Black Nights (“A Colmeia”, de Gilson Vargas, 2019), e Chicago Latino Film Festival (“Legalidade”, de Zeca Brito, 2019). Clique aqui para conhecer mais detalhes sobre os projetos que já desenvolveu.

São oferecidas aulas de História do Cinema e Teorias do Cinema pelas terças e quintas, das 19h às 21h, e workshops aos sábados, das 10h às 13h. Mais informações podem ser encontradas no site da Casa Guilherme de Almeida.

Fique por dentro: algumas obras cinematográficas com trabalhos de alguns docentes do curso estão disponíveis em plataformas de streaming, entre elas “Reflexões de Liquidificador” (Apple TV); “Como nossos pais” (Netflix) e “Legalidade” (iTunes, Google Play e Telecine Play).

Serviço:  

Programa Cinematographos 2023

Núcleo Cinematographos do museu Casa Guilherme de Almeida

Formação gratuita

Inscrições: até 28 de fevereiro de 2023

Como se inscrever: preencher o formulário com carta de intenção e enviar junto com o currículo.

Resultado do processo seletivo: 8 de março de 2023

Aula inaugural de Laís Bodanzky: 16 de março de 2023 (formato híbrido) – no Anexo da Casa Guilherme de Almeida e com transmissão ao vivo no canal do museu no YouTube (serão disponibilizadas uma média de 20 vagas presenciais para o público em geral)

Taxa única de matrícula para os aprovados no programa: R$250,00

Museu – R. Macapá, 187 – Perdizes | São Paulo (SP)

Anexo: Rua Cardoso de Almeida, 1943 – Sumaré, São Paulo (SP)

Tel.: (11) 3673-1883 | 3803-8525 | 3672-1391 | 3868-4128

Agende sua visita e confira as medidas de segurança para se proteger da Covid-19 pelo site do museu.

Algumas atividades continuam on-line e com programação pelo site do museu ou +Cultura

Acessibilidade: rampa de acesso, elevador, piso podotátil e banheiro adaptado; videoguia em Libras e réplicas táteis

Programação gratuita.

Sobre a casa Guilherme de Almeida

Inaugurada em 1979, a Casa Guilherme de Almeida, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, gerenciada pela Poiesis, está instalada na residência onde viveu o poeta, tradutor, jornalista e advogado paulista Guilherme de Almeida (1890-1969), um dos mentores do movimento modernista brasileiro. Seu acervo é constituído por uma significativa coleção de obras, gravuras, desenhos, esculturas, pinturas, em grande parte oferecidas ao poeta pelos principais artistas do modernismo brasileiro, como Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Emiliano Di Cavalcanti, Lasar Segall e Victor Brecheret. Hoje o museu oferece uma série de atividades gratuitas relacionadas a todas as áreas de atuação de Guilherme de Almeida, da literatura traduzida ao cinema, passando pelo jornalismo e pelo teatro. Trata-se da primeira instituição não acadêmica a manter um Centro de Estudos de Tradução Literária no país.

(Fonte: Poiesis)