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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Novo livro do historiador Dan Jones explora a Idade Média e evidencia o legado do período na sociedade atual

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro. Imagem: divulgação.

Os anos entre a queda do Império Romano do Ocidente no século V e a Reforma Protestante ganham destaque no novo livro do jornalista e historiador Dan Jones, “O poder e os tronos”. A obra abrange os mil anos de história do período conhecido como “Idade Média”, começando nas ruínas de Roma, saqueada em 410 d.C., até os primeiros contatos entre povos originários e europeus no século XVI, mostrando como o Ocidente foi reconstruído sobre as ruínas de um Estado em colapso e moldou o mundo como é conhecido hoje.

Para Jones, há três pontos cruciais que possibilitaram o sucesso das heranças históricas da era: comércio, conquista e cristianismo. Ao longo dos capítulos, a obra desbrava cada estágio da história e conta como as potências ocidentais prosperaram atraindo – ou roubando – as ideias e os recursos mais valiosos do planeta. Frequentemente subestimada e alvo de piadas, já que a palavra “medieval” costuma ser utilizado como um termo ofensivo para se referir à ignorância, Dan explica que a Idade Média foi forjada por grandes forças presentes atualmente: mudanças climáticas, pandemias, migração em massa e revoluções tecnológicas.

Dividida em quatro grandes seções cronológicas, a narrativa perpassa continentes e séculos, investigando diversas áreas da história – desde leis e guerras até à arte e à literatura. Dan Jones conta como as grandes nacionalidades europeias surgiram e se estabeleceram e como os sistemas ocidentais de lei e governança foram codificados, além de estabelecer um panorama da forma que as igrejas cristãs amadureceram como instituições poderosas e reguladoras da moralidade pública, enquanto a arte, a arquitetura e a investigação filosófica e científica passaram por períodos de transformações revolucionárias.

Com o objetivo de entreter, mas, sobretudo informar, “O poder e os tronos” é uma obra que não aborda apenas o poder político, mas também o humano. Ao misturar uma escrita narrativa com uma análise profunda, Dan Jones lança nova luz sobre locais icônicos, como Roma, Paris, Veneza e Constantinopla, mas também sobre algumas das pessoas mais famosas e notórias da história, como Joana D’Arc, Santo Agostinho e profeta Maomé. À medida que a sociedade enfrenta um ponto de virada crítico no próprio milênio, Dan Jones desconstrói a caricatura da “Idade das Trevas”, onde o período medieval é visto como uma época de noite intelectual permanente, e mostra que conhecer o passado e o que ficou de legado importa mais do que nunca.

Ficha técnica:

Título: O poder e os tronos

Autora: Dan Jones

Tradução: Claudio Carina

ISBN: 978-85-422-2143-5

Páginas: 672 p.

Preço livro físico: R$169,90

Selo Crítica – Editora Planeta.

Sobre o autor | Dan Jones é historiador, radialista e jornalista premiado. Seus livros, incluindo “Templários”, publicado pela Editora Planeta, já venderam mais de um milhão de cópias em todo o mundo. Ele escreveu e apresentou dezenas de programas de TV, como a aclamada série da Netflix e do Channel 5 “Secrets of Great British Castles”. Por dez anos, Dan escreveu uma coluna semanal para o Evening Standard e seus textos também apareceram em jornais e revistas como The Sunday Times, The Daily Telegraph, The Wall Street Journal, Smithsonian, GQ e The Spectator.

Sobre o Selo Crítica | Criado na Espanha, em 1976, e disponível no Brasil desde 2016, o selo Crítica é conhecido pela qualidade de seus títulos na área de história, ensaios e divulgação científica. Niall Ferguson, Mary Beard, Miguel Nicolelis, Noam Chomsky e Antony Beevor estão entre os principais autores no Brasil.

(Fonte: Editora Planeta)

Municipal do Rio recebe concerto cênico “Piedade”, de João Guilherme Ripper

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Arte: Carla Marins.

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta o segundo concerto do Projeto Municipal ao Meio-Dia, “Piedade”, de João Guilherme Ripper, com a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal (OSTM), que acontece no dia 28 de abril, sexta-feira, às 12h, com ingressos a R$2,00 (dois reais). A récita do dia 29 de abril, sábado, começará às 17h, com preços de acordo com tabela abaixo. Com realização AATM e patrocínio Ouro Petrobras, Piedade contará com os solistas Gabriella Pace, Johnny França e Ricardo Gaio, Cyro Delvizio no violão e movimentação cênica de Daniel Salgado. A regência será de Silvio Viegas e a Direção Artística do TMRJ é de Eric Herrero.

Haverá uma palestra antes de cada récita. No dia 28, “A Tragédia de Euclides da Cunha no olhar de Daniel Salgado”, com a participação de Daniel e Eric Herrero, às 11h45, no palco principal. E no dia 29, será a vez de “A Brasilidade na Ópera Contemporânea”, uma conversa com João Guilherme Ripper e Sofia Ceccato, às 16h, no Salão Assyrio.

O Concerto Cênico narra momentos marcantes da vida do escritor Euclides da Cunha e contará com projeções que complementam a história contada no palco.

Ficha Técnica

Solistas: Gabriella Pace (Ana de Assis), Johnny França (Euclides da Cunha) e Ricardo Gaio (Dilermando)

Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal (OSTM)

Violão: Cyro Delvizio

Movimentação Cênica: Daniel Salgado

Regente: Silvio Viegas

Direção artística Theatro Municipal: Eric Herrero.

Serviço:

Municipal ao Meio-Dia (dia 28 de abril – 12h)

Piedade de João Guilherme Ripper

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro

Classificação: Livre

Haverá uma palestra gratuita antes de cada espetáculo:

Palestra do dia 28 de abril, 11h45, na Sala de Espetáculos

A Tragédia de Euclides da Cunha no olhar de Daniel Salgado

Com Eric Herrero e Daniel Salgado

Palestra do dia 29 de abril, 16h, no Salão Assyrio

A Brasilidade na Ópera Contemporânea, uma conversa com João Guilherme Ripper

Com João Guilherme Ripper e Sofia Ceccato

Dia 28 de abril – pré-estreia às 12h (ingressos a R$2,00) – Municipal ao Meio-Dia

Dia 29 de abril – às 17h

Preços dos ingressos:

Frisas e Camarotes – R$60,00 (ingresso individual) ou R$360,00 (6 lugares)

Plateia e Balcão Nobre – R$40,00

Balcão Superior – R$30,00

Balcão Superior Lateral – R$30,00

Galeria Central – R$15,00

Galeria Lateral – R$15,00

Ingressos à venda através do site theatromunicipal.rj.gov.br https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/evento/425b777d1fc9fe47c28a8795c6a2255f7ee615f2 ou na Bilheteria do Theatro

Lei de incentivo à cultura

Patrocínio Ouro Petrobras

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal

Realização: Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Petrobras, por meio do programa Petrobras Cultural, Governo Federal.

(Claudia Tisato Assessoria de Imprensa)

Cultura FM apresenta com exclusividade a ópera “Amor Azul”, de Gilberto Gil, neste domingo (23/4)

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Nadja Kouchi.

Na tarde deste domingo (23/4), Gilberto Gil e Aldo Brizzi ocupam a programação do tradicional Teatro de Ópera da Rádio Cultura FM (103,3 FM ou pelo Aplicativo Cultura Digital). Nomeada “Amor Azul”, a criação de influências musicais brasileiras será apresentada por Chico Carvalho a partir das 15h.

Dividida em dois atos, a ópera procura somar a persistência do sentimento amoroso com a esperança de novos horizontes no cenário político do Brasil. Em pleno vigor e no auge dos 80 anos, Gil e seu violão estabelecem um diálogo com os 150 músicos do Coro e Orquestra da Rádio France.

“Amor Azul” tem libreto inspirado em poemas hindus e traz à cena divindades típicas dessa cultura e religião, tais como Krishna e Radha. Durante o período em que passou detido por força da ditadura militar nos anos 60, Gil buscou na filosofia indiana um refúgio espiritual como forma de resistência às violências sofridas. Desde então, tornou-se um estudioso e entusiasta do tema. Percussionistas, cantores de ópera da Bahia e dançarinos indianos também acompanharam a Orquestra Filarmônica da Rádio France no palco do teatro.

Serviço:

Teatro de Ópera

“Amor-Azul”, ópera-canção em 2 atos de autoria de Gilberto Gil e Aldo Brizzi

Dia 23 de abril, domingo, às 15h

Apresentação: Chico Carvalho

Ouça pela Cultura FM 103,3

Lei Nacional de Incentivo à Cultura – Realização — TV Cultura, Ministério da Cultura, Governo Federal.

(Fonte: TV Cultura)

Espetáculo “Dom Quixote” é atração em Indaiatuba nesta sexta

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

O musical “Dom Quixote” é a atração nesta sexta, 21 de abril, às 20h no Centro Cultural Hermenegildo Pinto (Piano). O espetáculo conta com produção da Yara Produções Artísticas, direção de Regina Rebello e com ingressos solidários, que serão revertidos para a instituição Gaadin Basquete Sobre Rodas.

A história relata os feitos de um ingênuo e fidalgo cavaleiro medieval, Dom Quixote. Ao lado dele, estão seu cavalo Rocinante e seu fiel amigo e escudeiro Sancho Pança. Ávido leitor dos romances de cavalaria, Dom Quixote cria seu próprio mundo ao se lançar em diversas aventuras.

O elenco é formado pelos atores Camila Luiza, Eliel Carvalho, Felipe Silva, Isafer Matos, Laís Licco, Leandro Mendes, Letícia Napoli, Lucas Andrade, Nathália Pereira, Paulo Longares e Rafael Cavacchini

A reserva dos ingressos abriu no dia 18 de abril, terça-feira, às 10h, pelo WhatsApp (11) 93766-4982 com número limitado. Para garantir o ingresso solidário, é necessário levar no dia do espetáculo um pacote de fralda geriátrica (não é obrigatório). Todos os itens arrecadados serão doados para a instituição Gaadin Basquete Sobre Rodas.

Este espetáculo é contemplado pelo do Governo do Estado de São Paulo, ProAC 02/2022 em circulação de espetáculos e irá viajar pelo estado de São Paulo.

Serviço:

Dom Quixote

Data: 21 de abril

Horário: 19h

Local: Centro Cultural Hermenegildo Pinto (Piano) – Av. Eng. Fábio Roberto Barnabé, 5924 – Jardim Morada do Sol, Indaiatuba – SP

Ingressos: um pacote de fralda geriátrica (não é obrigatório)

Reservas: pelo WhatsApp (11) 93766-4982

@yaraprodart.

(Fonte: Pino Assessoria de Imprensa Cultural)

MuBE reúne de forma inédita legado de Niède Guidon na Serra da Capivara em nova exposição

São Paulo, por Kleber Patricio

O Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia – MuBE se transformou em uma grande “caverna contemporânea” no último sábado (15) com a nova exposição “Pedra Viva: Serra da Capivara, o legado de Niède Guidon”, com curadoria de Guilherme Wisnik e dos curadores convidados Gisele Felice e Ricardo Cardim. A mostra une a importância do Parque Nacional com a trajetória da pesquisadora franco-brasileira e seus estudos sobre a ocupação humana na América, por meio de conceitos de arqueologia, paleontologia, geologia e botânica, além de arte contemporânea ocupando as áreas interna e externa do museu.

Distribuídas pela área interna do Museu estão, pela primeira vez em São Paulo, 134 peças emprestadas da Fundação Museu do Homem Americano (Fumdham) selecionadas pela arqueóloga Gisele Felice, dentre as quais ossos de megafauna, artefactos líticos e cerâmicos dos sítios arqueológicos da região. Vêm, especialmente para a mostra, três fragmentos de pedra com pinturas rupestres originais com cerca de 12 mil anos de idade.

“A criação do Parque Nacional, em 1979, envolveu a remoção de famílias que viviam no local. Niède Guidon e sua equipe sabiam bem que uma ação consequente dependeria de um desenvolvimento econômico e social da região envolvendo não apenas a atração do turismo, mas também a educação e a geração de renda para a população local. Mais de 40 anos depois, o seu legado é, ao mesmo tempo, científico, social e ambiental – o que quer dizer, político”, comenta Guilherme Wisnik, curador da mostra.

“Era impossível preservar a cultura e a natureza em um local com tantas questões sociais e econômicas. Era necessário criar escolas de alto nível, preparar a população e criar novas fontes de trabalho”, explica Niède.

A exposição também terá esculturas, fotografias, projeções, pinturas, desenhos e publicações – obras de Marina Rheingantz, Rodrigo Andrade, Carmela Gross, Santídio Pereira, Lidia Lisbôa, Bruno Dunley, Fernando Limberger, Burle Marx, Alberto Martins, Gustavo Caboco, Davi de Jesus do Nascimento, Guga Szabzon, Castiel Vitorino Brasileiro, Raphael Oboé, Solange Pessoa, Iran do Espírito Santo, Maria Lira Marques, Tecfase e Mauro Restiffe, entre outros.

Além disso, espécies de plantas da Caatinga – como o Mandacaru, o Xique-xique, o Cacto azul, a Macambira-de-flecha e o Caroá e cerca de 500 peças secas de madeira nativa, obtidas com autorização da Secretaria do Meio Ambiente do Piauí, estarão presentes na área externa para representar o bioma. Assim, Niède e o acervo da Serra da Capivara mostram que a humanidade tem um passado antigo e rico, colocando a visão modernista em perspectiva.

“A exposição busca resgatar os conceitos que permearam o projeto inicial do MuBE como museu de ecologia. Para isso, propomos a união da arte, arqueologia, arquitetura e do meio ambiente no ano em que celebramos o aniversário de 90 anos de Niède Guidon, uma figura tão relevante para a preservação ambiental e cultural”, celebra Flavia Velloso, diretora-presidente do MuBE.

Serviço:

A exposição “Pedra Viva: Serra da Capivara, o legado de Niède Guidon” teve início no sábado (15), indo até o mês de julho. O MuBE, localizado na Rua Alemanha, 221 – Jardim Europa, está aberto ao público de terça a domingo das 11h às 17h. A entrada é gratuita.

Esta exposição conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura. Patrocínio Master: Instituto Vale e JP Morgan; Patrocínio Sênior: Instituto Votorantim e Biolab. Apoio: Prefeitura de São Paulo e Secretarias da Cultura e Meio Ambiente do Piauí. Parceria: FUMDHAM. Realização: MuBE e Secretaria da Cultura do Governo Federal.

Mais sobre Niède Guidon e a Serra da Capivara

Niède Guidon é uma arqueóloga franco-brasileira especializada em pré-história conhecida mundialmente pela defesa de sua hipótese sobre o processo de povoamento das Américas. Com seus estudos no interior do Piauí a partir da década de 1970, foi a principal responsável pela criação do Parque Nacional da Serra da Capivara, território com o maior número de sítios arqueológicos do continente americano. Nascida em 12 de março de 1933, ela completou seu nonagésimo aniversário neste ano.

O Parque Nacional da Serra da Capivara reúne mais de 1,3 mil registros pré-históricos da presença humana em 130 mil hectares de área. Liderada por Guidon, sua equipe encontrou evidências de que o povoamento do continente pode ser muito mais antigo e diferente do que se supunha, com pinturas rupestres de 35 mil anos e restos de fogueiras de 48 mil anos. Novos vestígios e novas técnicas de avaliação estimam a presença humana no continente a cerca de 100 mil anos atrás, segundo Guidon.

Sobre o Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia

O MuBE, ou Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia, foi criado a partir da concessão do terreno, situado entre a Avenida Europa e a Rua Alemanha, pela Prefeitura de São Paulo à Sociedade dos Amigos dos Museus (SAM), no ano de 1986, para a construção de um Centro Cultural de Escultura e Ecologia.

Para a escolha do projeto do prédio da instituição cultural, foi realizado um concurso vencido por Paulo Mendes da Rocha. Nascia, então, o MuBE e seu prédio, que é um marco da arquitetura mundial e que conta também com o jardim projetado por Roberto Burle Marx.

O Museu tem como objetivo divulgar os mais diversos segmentos da arte, priorizando a escultura e os suportes tridimensionais.

Siga o MuBE no Instagram: mube_sp.

(Fonte: Agora Site)