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Festa da Família reúne moradores do Parque Campo Bonito

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

A Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria de Habitação e em parceria com o Serviço Social da Indústria (SESI), realiza no sábado (1/7) a Festa da Família na Emeb Profª Maria Helena da Costa e Silva (Rua Sapucaia, 240 – Parque Campo Bonito) das 9h às 13h. Na ocasião, haverá brinquedos infláveis, bem como barracas algodão doce e de cachorro quente. O palhaço Koringa ficará responsável pela animação.

O evento é aberto ao público e marca o encerramento dos 12 meses da realização dos cursos e treinamentos gratuitos nos condomínios Araçá, Copaíba, Embaúba, Angelin, Garapá, Pinnus, Teka e Ingá e no bairro Parque Campo Bonito.

O recurso para a implantação dos cursos e treinamentos foi proveniente do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), pelo convênio firmado entre a Caixa Econômica Federal e o município de Indaiatuba. O objetivo principal era oferecer aos moradores beneficiados com o Programa Minha Casa Minha Vida do Governo Federal meios para uma boa convivência nos condomínios, fortalecer laços, orientar e fornecer respaldo social. (Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Paço Imperial inaugura grande exposição da artista Vitória Taborda

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Na próxima quarta-feira, dia 28 de junho, o Paço Imperial inaugura a exposição “Aparência”, da artista carioca Vitória Taborda, que marca o reencontro com sua cidade natal após um longo período morando em Nova York, nos EUA. Foi no Rio de Janeiro onde ela fez toda a sua formação em arte contemporânea, tendo sido integrante da chamada “Geração 80”. Com curadoria de Vera Beatriz Siqueira, serão apresentadas 141 obras inéditas, pertencentes a três séries: “Animale Insectum”, “Paisagismo” e “Ovo Duro”, produzidas desde 2016 até hoje, nas quais a artista reconfigura esteticamente elementos existentes na natureza, criando obras ao mesmo tempo semelhantes e diferentes da nossa fauna e flora.

“Os sentidos não se fixam, estão sempre cambiantes, há um jogo de ilusão e encantamento, que não se resolve. Essa é a grandeza do trabalho. É como a obra do Magritte: ‘Isto não é um cachimbo’. Na obra da Vitória poderíamos dizer: Isto não é um inseto. Gera uma dúvida, é um enigma que não se fecha”, conta a curadora Vera Beatriz Siqueira.

Em comum, todos os trabalhos se apropriam de elementos retirados da natureza, que são reconfigurados e ressignificados. “É um trabalho puramente estético, mimicando a natureza e a sua resistência a interpretações intelectuais, a despeito de nossas incessantes tentativas. Tenho interesse na geometria, cores e formas encontradas na natureza, como padrões/vocabulário pré-existentes. Gosto também de forma antes de função”, afirma a artista.

A pesquisa para estes novos trabalhos começou a partir da mudança da artista para a Região Serrana do Rio de Janeiro. “Moro numa casa no meio da Mata Atlântica que tem uma enormidade de asas, patinhas e partes de insetos variados. Fui reconfigurando-os dentro de uma estrutura correta do inseto em termos de número de patas, asas etc., mas seguindo uma estética de acordo com o meu olhar. Seguindo esta mesma noção, fiz o mesmo com as plantas, colhendo galhos, folhas secas etc.”, conta a artista.

“O trabalho de Vitória Taborda parte de encanto estético com a exploração da natureza, invertendo a direção e a função da tarefa mimética. Recolhe pequenos galhos, folhas secas, corpos de insetos mortos, formando uma coleção de coisas usadas para mimetizar não a forma atual da natureza, e sim a sua versão fabulosa e imaginativa, nascida do contato duradouro, persistente e compassivo com o mundo que o origina”, diz a curadora.

Séries em exposição

“Animale Insectum”

Inspirada pelo significado em latim da palavra “Insectum”, que significa “cortar em partes”, esta série é composta por 99 trabalhos nos quais a artista cria novos insetos a partir de partes de insetos existentes na natureza, tendo sempre uma preocupação estética. “O artista anseia por criar trabalhos únicos que desafiem classificações pré-existentes, em busca de melhor compreensão de nossa existência. O cientista também anseia em descobrir algo ainda escondido, seja um novo fenômeno ou um sistema sem precedentes, para melhor compreender o mundo existente. Desta forma, este trabalho é um diálogo entre ciência e arte, suas simetrias e semelhantes buscas”, afirma a artista.

Em alguns destes trabalhos, chamados “Mimetismo” (fenômeno no qual animais e plantas imitam o padrão de coloração ou o comportamento de outro organismo como forma de proteção), a artista coloca os insetos sobre pinturas geométricas feitas por ela, como se estivesse mimetizando a pintura como estratégia de sobrevivência.

Em pequenos formatos, medindo 15 cm X 10 cm e 15 cm X 22 cm, os trabalhos serão apresentados dentro de caixas de coleções entomológicas, assemelhando-se à classificação biológica feita pela ciência. Estima-se que existam cerca de seis milhões de insetos no planeta, mas somente um milhão foi classificado até agora. Partindo desta premissa, a artista cria seus próprios insetos e questiona: “Seriam então, os insetos ainda não classificados, não existentes? Ou talvez, eles ainda não foram inventados? Seriam os insetos a serem classificados o potencial recontar da mesma história ou, novamente, a recombinação dos mesmos elementos de outros insetos?”.

Nas caixas, a artista acrescenta o termo “animal em segmentos livres”, “ecoando os versos livres da criação poética moderna, que inspiram a sua paciente artesania, costurando partes de diferentes origens. A natureza é imitada em sua dimensão estética, resistindo a toda classificação e racionalização”, ressalta a curadora.

“Paisagismo”

Seguindo a mesma linha dos insetos, nesta série composta por 15 obras, Vitória Taborda cria trabalhos a partir de galhos, troncos e folhas secas. “São o resultado do trabalho cuidadoso de selecionar e modelar os galhos finos recolhidos depois que caem. São também dendrogramas, representações esquemáticas e suavemente nostálgicas de árvores ausentes. E são ainda projetos, planos fabulosos de podas geométricas, de controle da neve, de casas fantásticas a serem mobiliadas por nossa imaginação. Apontam, assim, para o futuro de uma realização mágica, mas também recendem a melancolia de uma realidade que não existe mais”, afirma a curadora Vera Beatriz Siqueira.

“Ovo Duro”

Esta série é composta por 27 obras feitas com ovos de galinha brancos e azuis, unindo-os, criando novas formas. “Este projeto trabalha com a desconstrução da estrutura do ovo, um objeto percebido e compreendido universalmente, não só pelo seu formato como também pela consistência, informações que são imediatamente decodificadas”, diz a artista. “Vitória cuidadosamente desconstrói, esvaziando-os, recortando-os, colando-os uns aos outros. As configurações que alcança falam de uma nova unidade, mas também de coisas inevitavelmente partidas. São outros seres segmentados que recolocam a temporalidade simultaneamente passada e futura no agora da arte”, completa a curadora.

Sobre a artista | Vitória Taborda estudou no Parque Lage nos anos 1980 e participou da exposição “Como vai você Geração 80”, em 1984, além de alguns salões de arte no Rio de Janeiro. Em 1988, foi para Nova York estudar Ilustração na School of Visual Arts. Estudou também encadernação e restauração de livros e produziu algumas edições limitadas de Livro de Artista, dois dos quais hoje pertencem à coleção do MoMA e a várias bibliotecas nos EUA. Neste período, participou de duas exposições coletivas de ilustração no Arts Director’s Club.

De volta ao Brasil, em 2002, continuou seu trabalho de arte, pintando a óleo em papel cartão (binder’s board), pensando nas partes e no todo, pensando nos fragmentos e no inteiro até se enveredar por colagens com elementos pré-existentes na natureza.

Sobre a curadora | Vera Beatriz Siqueira é historiadora da arte, professora e pesquisadora do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. É autora de vários livros sobre arte brasileira, incluindo “Arte no Brasil anos 20 a anos 40”, “Wanda Pimentel, Cálculo da Expressão: Goeldi, Segall, Iberê, Iberê Camargo, Burle Marx, Milton Dacosta, além de vários artigos em livros e revistas. Atuou como curadora de exposições na Fundação Iberê Camargo, Museu Lasar Segall, Museus Castro Maya e Paço Imperial, entre outros espaços culturais. Foi Coordenadora da área de Artes e membro do Conselho Técnico Científico do Ensino Superior (CTC-ES) junto à Capes/Ministério da Educação, entre 2018 e 2021. Atualmente coordena o Programa de Pós-graduação em História da Arte da UERJ.

Serviço:

Exposição “Aparência”, de Vitória Taborda no Paço Imperial

Abertura: 28 de junho de 2023, das 16h às 19h

Exposição: até 20 de agosto de 2023

Paço Imperial

Praça XV de Novembro, 48 – Centro – Rio de Janeiro – RJ

Terça a domingo, das 12h às 18h

Entrada gratuita.

(Fonte: Midiarte Comunicação)

Comédia “A Iluminada”, com Heloisa Périssé, terá duas sessões aos sábados no Teatro Unimed

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Fernando Sant’Ana.

Grande sucesso de público, com ingressos já esgotados em várias sessões, a comédia “A Iluminada”, escrita e estrelada por Heloisa Périssé, em cartaz de sexta a domingo no Teatro Unimed, terá duas sessões em todos os sábados de julho, às 17h e às 20h. Com direção de Mauro Farias e classificação 12 anos, os ingressos podem ser adquiridos pela Internet e na bilheteria do teatro. A comédia fica em cartaz somente até o dia 30 de julho.

Neste seu mais novo espetáculo, a autora e atriz Heloisa Périssé traz, para deleite do público, o universo da palestra quântica motivacional. Escrita após atravessar duas pandemias, a particular e a mundial, Heloisa teve a inspiração de falar de uma forma humorada sobre superação, como vencer os medos e ter coragem e confiança para seguir em frente. E com o desejo de que quem for assistir ao espetáculo, com sabedoria e com o coração aberto, saia da “palestra” com seus mantras de ensinamento em mente.

Depois de dois anos afastada dos palcos, chegou a ser convidada para fazer uma nova temporada da peça “E Foram quase Felizes Para Sempre”, um espetáculo solo que estreou em 2013 e que está em seu repertorio de grandes sucessos de crítica, público e bilheteria. Mas a atriz preferiu escrever algo novo, porque o momento pedia. E assim o fez! Tia Doro, a Iluminada, que já é uma personagem que há muito tempo faz parte de esquetes de cenas curtas, veio para ser seu mais novo e duradouro projeto.

Apostando na sua intuição e acreditando que o momento pedia que levasse para as pessoas palavras de otimismo, Heloisa iniciou o texto em agosto de 2021 e, em 20 de outubro de do mesmo ano, estreou em Lisboa, no Teatro Tivoli, abrindo a programação teatral do espaço, depois de quase dois anos fechado, com uma temporada de três semanas. Depois, seguiu em turnê pelo país, passando pelas cidades de Braga, Póvoa de Varzim e Porto, fechando com quatro apresentações. Uma turnê que também passou por Salvador, Brasília e Rio de Janeiro, sempre com grande sucesso, comprovando a grandeza do espetáculo e a aceitação do público, que sai do teatro transformado.

“Sempre oferecendo espetáculos de alta qualidade, o Teatro Unimed é um espaço aberto à diversidade e ao talento. E como rir também é um bom remédio, sobretudo contra o estresse e a favor do bem-estar, este divertido espetáculo é uma boa oportunidade de promover o encontro entre amigos e familiares, compartilhar momentos de lazer e diversão, contribuindo para a saúde mental das pessoas”, afirma Luiz Paulo Tostes Coimbra, presidente da Unimed Nacional.

Sinopse: Tia Doro, A Iluminada, faz uma alusão aos TED Talks. Na palestra mais animada da face da Terra, que além de ser motivacional é quântica, é oferecida ao público uma inusitada forma de ver o mundo. A palestrante, que quando nasceu foi batizada pelos pais como Dorotéia das Dores, é um exemplo de superação absoluta. Por ter tido uma família excêntrica, passou por bullying na escola, nos relacionamentos e em todas as coisas que pudessem configurar sua existência. Até́ que um dia ela chegou ao seu limite. Mas o que poderia ser seu fim acaba sendo seu recomeço, pois ela percebe que essa coleção de fracassos é exatamente o que pode levá-la ao sucesso. Quando seus olhos se abrem para o invisível, seu coração se enche de gratidão e fica em paz com seu destino. Apoiada na lei matemática de que menos com menos dá mais, ela passa pelo processo metamórfico da iluminação e se transforma definitivamente na Tia Doro. Revertendo o que seria maldição em benção. Como ela mesma diz: “peguei a merda e fiz em adubo!”

Ficha técnica

Texto: Heloisa Périssé | Direção: Mauro Farias | Cenografia: Clívia Cohen | Figurino: Raquel Farias | Luz: Paulo César Medeiros | Programação Visual/Vídeos/Conteúdo: Mauricio Tavares | Trilha: Max Vianna e Heloisa Périssé | Assessoria jurídica Teatro Unimed: Carolina Simão | Gerente técnico Teatro Unimed: Reynold Itiki | Comunicação Teatro Unimed: Dayan Machado | Assessoria de Imprensa Teatro Unimed: Fernando Sant’ Ana | Assessoria de Imprensa – Heloisa Périssé: Vicente Negrão Assessoria | Produção: Filomena Mancuzo e Heloisa Périssé | Produção São Paulo: Marcella Castilho.

Teatro Unimed

O Teatro Unimed está localizado em um dos pontos centrais da cidade de São Paulo: esquina da Rua Augusta com a Alameda Santos, a apenas uma quadra da Avenida Paulista e da estação de metrô Consolação. Sua programação é dedicada a espetáculos de alta qualidade, como o musical Lazarus, de David Bowie, com o qual o teatro abriu suas portas em agosto de 2019. Muito versátil, com o que existe de mais moderno em tecnologia cênica, ideal para espetáculos de teatro, música, dança, eventos, gravações e transmissões ao vivo, o Teatro Unimed é todo revestido em madeira, com 249 lugares, palco de 100m2, boca de cena com 12m de largura e fosso para orquestra. Primeiro teatro criado por Isay Weinfeld, o Teatro Unimed ocupa o primeiro andar do sofisticado edifício projetado pelo arquiteto, o Santos Augusta, empreendimento da desenvolvedora Reud, combinação única de escritórios, café, restaurante e teatro, o que permite uma experiência completa, antes e depois de cada espetáculo. Elegante e integrado ao lobby no piso térreo, o Perseu Coffee House é a porta de entrada do Santos Augusta. Com mobiliário vintage original dos anos 50 e 60, assinado por grandes nomes do design como Zanine Caldas, Rino Levi e Carlo Hauner, e uma carta de cafés, comidinhas e drinks clássicos, é o lugar perfeito para encontros informais, desde um café da manhã até o happy hour. O Casimiro Ristorante, localizado no quarto andar do edifício, é uma iniciativa de um dos mais admirados e tradicionais restaurantes de São Paulo o Tatini, fruto da dedicação de três gerações de profissionais voltados para a gastronomia italiana de qualidade: Mario Tatini, Fabrizio Tatini e Thiago Tatini.

Heloisa Périssé na comédia “A Iluminada” – Teatro Unimed

Ed. Santos Augusta, Al. Santos, 2159, Jardins, São Paulo, SP

Curta temporada: somente até 30 de julho de 2023

Horários: sextas, às 20h | sábados de julho, duas sessões, às 17h e às 20h | domingos, às 18h

Ingressos: Plateia – R$120 (inteira) e R$60 (meia-entrada) | Balcão – R$80 (inteira) e R$40 (meia-entrada)

Clientes Unimed têm 50% de desconto com apresentação da carteirinha – descontos não cumulativos

Horários da Bilheteria: sexta e sábado, das 12h30 às 20h30; domingos, das 10h30 às 18h30.

Duração: 60 minutos Classificação: 12 anos Capacidade: 249 lugares Gênero: comédia

Acessibilidade: Ingressos para cadeirantes e acompanhantes podem ser reservados pelo e-mail

contato@teatrounimed.com.br

Estacionamento com manobrista: R$25,00 (primeira hora) + R$10,00 (por cada hora adicional)

Vendas pela internet

Cancelamentos e reembolsos: Link

Atenção: Não será permitida a entrada na sala após o início do espetáculo, não havendo a devolução de valores pagos ou troca de ingressos para outra data.

(Fonte: Vicente Negrão Assessoria)

Explorando a Amazônia em família

Alta Floresta, por Kleber Patricio

Cristalino Lodge lança programa para viagens em família com crianças. Fotos: divulgação/Cristalino Lodge.

O premiado hotel Cristalino Lodge, localizado em Alta Floresta (MT), no sul da Amazônia, acaba de lançar uma novidade para as viagens em família: buscando aprofundar a vivência das crianças com a natureza e, com isso, despertar nos pequenos uma relação positiva com o meio ambiente, o Cristalino Lodge adicionou uma série de atividades desenhadas especificamente para famílias que desejam levar seus filhos com conforto e segurança para a Amazônia.

Em parceria com o Programa Natureza de Criança, liderado por Isabela Abreu, o hotel agora conta com uma verdadeira gama de vivências extraordinárias para os pequenos se encantarem, aguçando os sentidos e interagindo com a belíssima natureza do Cristalino Lodge. Para isso, os guias do hotel passaram por treinamentos de capacitação envolvendo não apenas técnicas e atividades, mas também a construção, dentro do universo da criança, das experiências encantadoras ao ar livre.

O hotel oferece um cenário propício e um laboratório ao ar livre.  A diversidade da fauna e flora, considerado um dos melhores locais para a observação de aves, animais e plantas na Amazônia, torna este um local ideal para uma rica imersão com os filhos.

“Estou absolutamente empolgada com a oportunidade de colaborar com o Cristalino Lodge e levar o Programa Natureza de Criança para um espaço tão rico e autêntico como a Amazônia. O nosso objetivo é desmistificar a ideia de que a natureza é algo distante ou inacessível. Pelo contrário, queremos mostrar que a natureza pode ser o maior parque de diversões do mundo, onde as crianças podem explorar e se conectar de maneira profunda e significativa com todo o entorno. Com isso, os pequenos poderão ressignificar a importância da biodiversidade, o equilíbrio dos ecossistemas e os princípios da sustentabilidade, por intermédio do encantamento, pela apreciação, pelas brincadeiras e se divertindo como nunca com sua família, despertando todos esses sentimentos”, aponta Isabela Abreu, que coordenou a implementação do programa no hotel.

O programa também vai além da interação, brincadeiras e educação formal, pois enfatiza a criação de conexões emocionais com a natureza. É com base nestas conexões que a próxima geração de líderes ambientais vai surgir. Explorar a natureza em um dos lugares de maior biodiversidade do planeta através de uma viagem em família permite o desenvolvimento de uma apreciação profunda pelo mundo natural desde a infância, estabelecendo bases essenciais para uma vida de respeito e cuidado pela Amazônia.

“Me lembro da primeira vez que visitei o Cristalino”, conta Alex Da Riva, proprietário e diretor geral do Hotel. “Ainda era criança quando vi uma das castanheiras centenárias, há cerca de 30 anos, e me lembro como fiquei impressionado. Acredito que minhas vivências na infância contribuíram com a visão de mundo que tenho hoje, de respeito para com o meio ambiente. Fico muito feliz em ver que a mesma castanheira continua lá e meu sonho é que as próximas gerações possam vivenciar a natureza da mesma forma que tive a oportunidade de vivenciar”.

O contato com a natureza promove a curiosidade, estimula a criatividade e ajuda as crianças a desenvolverem habilidades físicas e emocionais. Com este novo programa, o Cristalino Lodge passa a oferecer experiências únicas para as famílias com a segurança de que cada atividade será cuidadosamente planejada de forma exclusiva e executada por uma equipe de profissionais altamente capacitados.

“Eu acredito que, ao conectar crianças e jovens à natureza, é possível inspirar as novas gerações, que vêem a natureza não apenas como um recurso a ser preservado, mas como uma fonte de alegria, inspiração e aprendizado. Essas novas atividades são um exemplo inspirador de como o turismo e a educação podem trabalhar juntos para proteger o meio ambiente e inspirar as futuras gerações”, diz Vitória da Riva, fundadora do Hotel e da Fundação Ecológica Cristalino, ONG que atua na conservação e educação ambiental local.

Sobre o Programa Natureza de Criança | O Programa Natureza de Criança é uma iniciativa que tem como principal missão aproximar crianças à natureza por meio de um contato genuíno e espontâneo. A iniciativa tem como premissa a troca de experiências entre crianças de diferentes contextos e realidades, almejando criar um entendimento mútuo e uma conexão com o mundo natural. O programa possui uma abrangência para diversas faixas etárias e promove um impacto potencialmente transformador na vida dos participantes.

Sobre o Cristalino Lodge | O Cristalino Lodge é um destino privilegiado na Amazônia para amantes da natureza. O hotel está localizado em Alta Floresta, em uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) de 11.399 hectares – uma área seis vezes maior do que o arquipélago de Fernando de Noronha. Só de aves, são quase 600 espécies catalogadas, muitas delas raras para a ciência. A alta biodiversidade da região atrai visitantes do mundo todo em busca de conforto e contato com a floresta autêntica no coração do Brasil.

O Cristalino Lodge possui 18 bangalôs abastecidos com energia solar, duas torres de observação, mais de 30km de trilhas para passeios guiados e atividades como canoagem e banho de rio no deck flutuante. A gastronomia Amazônica, assinada pelo renomado chef Fábio Vieira, complementa a experiência no hotel com muito estilo. Desde 1990, a Fundação Ecológica Cristalino contribui com o lodge no desenvolvimento de programas de conservação, educação e pesquisa em prol da biodiversidade. Eleito pela National Geographic Traveler como um dos 25 melhores ecolodges do mundo, o Cristalino Lodge recebeu o certificado GreenLeaders TripAdvisor na categoria Platinum e foi vencedor do prêmio de sustentabilidade da Brazilian Luxury Travel Association – BLTA.

Cristalino Lodge

Alta Floresta (MT) – Sul da Amazônia

Fones: +55 (66) 3521-2221

WhatsApp: +55 (11) 93432-2121

office@cristalinolodge.com.br

cristalinolodge.com.br

Cristalino nas redes sociais – @cristalinolodge

Natureza de Criança nas redes sociais – @naturezadecrianca.

(Fonte: Visar Planejamento)

MASP apresenta exposição de cerâmicas e metais pré-colombianos do comodato MASP Landmann

São Paulo, por Kleber Patricio

Chavín (Tembladera) Estatueta, c. 1200-500 a.C., cerâmica, 16,7 × 7,9 × 6,3 cm – Comodato MASP Landmann.

O MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta, de 30 de junho a 3 de setembro de 2023, a mostra Comodato MASP Landmann — cerâmicas e metais pré-colombianos, que ocupa o espaço expositivo no 2º subsolo do museu. Com curadoria de Marcia Arcuri, curadora-adjunta de arte pré-colombiana, MASP, e assistência de Leandro Muniz, assistente curatorial, MASP, a exposição traz 721 artefatos pré-colombianos produzidos por povos ameríndios entre os séculos 2 a.C. e 16 e é acompanhada do lançamento de um catálogo com três ensaios inéditos em português. A mostra tem apoio do JP Morgan.

Esta é a segunda exposição dedicada ao comodato da coleção de arte pré-colombiana de Edith e Oscar Landmann, emprestada em 2016 para permanecer por um período de dez anos no museu. A primeira, que apresentou um conjunto de tecidos, integrou a programação do ano dedicado às Histórias das mulheres, histórias feministas, em 2019. Anteriormente, em 2017 e 2018, foram realizados dois seminários sobre o tema. Agora, chegam ao público os objetos do comodato atribuídos a 35 culturas arqueológicas do continente americano. Peças Chavín, Paracas, Nasca, Moche, Huari, Lambayeque, Chimú, Chancay, Inca, Calima, Tolima, Zenú e Muísca, assim como as Marajoara, da Amazônia brasileira, estão entre os exemplares do vasto legado histórico e científico construído pelas antigas populações de regiões que hoje pertencem aos territórios do Equador, Peru, Colômbia, Venezuela, Panamá, México, Brasil e dos países caribenhos.

Mochica, c. 400-700. Vaso de alça estribo, cerâmica, 23,9 × 14 × 19,7 cm. Comodato MASP Landmann.

A mostra reúne artefatos que espelham o diversificado repertório de ideias, gestos, técnicas e práticas materializadas principalmente em cerâmica e metal, mas também em madeira, pedra e osso, objetos cujas composições também integram plumas, fibras e pigmentos vegetais ou minerais. “A história das populações originárias do continente americano é pouco conhecida pela maioria dos brasileiros, estando praticamente ausente em referências bibliográficas e nos livros didáticos produzidos no país. Por outro lado, a difusão do conhecimento arqueológico e etnográfico da América Indígena vem se ampliando a partir de iniciativas de museus e outras instituições do campo das artes. É neste cenário que se apresenta a segunda exposição do Comodato MASP Landmann”, pontua a curadora-adjunta de arte pré-colombiana Marcia Arcuri.

Para identificar a proveniência dos objetos de coleções, os pesquisadores partem de metodologias que identificam semelhanças estilísticas entre diferentes artefatos com o intuito de compará-las e analisá-las a partir de um quadro de designações culturais. Com base em informações sobre peças encontradas em contextos arqueológicos, associam-se os estilos a determinadas áreas de distribuição e periodizações de ocorrência. Contudo, as fronteiras espaciais e cronológicas das chamadas culturas arqueológicas nem sempre são claras e, cada vez mais, novas pesquisas de campo e contextos de escavação provocam revisões dos entendimentos prévios.

“Reconsiderações nas leituras sobre os registros arqueológicos serão sempre uma tendência, dado que ainda há muito a ser explorado nas pesquisas de campo”, explica Arcuri. “Pela natureza da ciência arqueológica, as investigações requerem grande investimento (de recursos pessoais, financeiros e tecnológicos), um diálogo constante com a revisão dos paradigmas teóricos das tantas áreas afins de conhecimento e, acima de tudo, o compromisso social com os povos originários contemporâneos”, continua.

Muísca Tunjo (objeto votivo), c. 600-1600 metal (cobre), 17,3 × 6,2 × 1 cm – Comodato MASP Landmann.

“Entendemos que algumas camadas comuns, que subjazem às particularidades históricas da produção de cada uma daquelas peças, podem ser entendidas como componentes estruturantes das sociocosmogonias ameríndias. Ao assumir o potencial das coleções arqueológicas para a investigação científica, valorizamos o olhar dos colecionadores que se mantiveram atentos ao mundo dos objetos selecionados, uma característica marcante da coleção Landmann”, conclui a curadora-adjunta.

Comodato MASP Landmann – cerâmicas e metais integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias indígenas. Este ano, a programação também inclui mostras de Carmézia Emiliano, MAHKU, Paul Gauguin, Sheroanawe Hakihiiwe e Melissa Cody, além da grande coletiva Histórias Indígenas.

Catálogo

A fim de ampliar as fronteiras do conhecimento sobre a herança cultural e científica dos antigos povos ameríndios, o catálogo em português, desenvolvido para a exposição, reúne três ensaios, além de reproduções dos objetos arqueológicos de arte pré-colombiana. O livro é organizado por Marcia Arcuri, com assistência de Leandro Muniz, e inclui apresentações de Adriano Pedrosa e Julio Landmann e ensaios de George Lau, Marcia Arcuri, Marcos Martinón-Torres e María Alicia Uribe Villegas. Com design de Edilaine Cunha, a publicação tem 408 páginas e mais de 800 imagens, incluindo mapas e uma cronologia relativa. Um dos destaques presente na publicação é a ênfase nas sociocosmologias dos antigos ameríndios.

Poucas coleções no mundo reúnem conjuntos tão significativos, capazes de revelar a diversidade étnica e cultural do passado remoto do continente americano. Atribuem-se os exemplares da coleção a 35 distintas “culturas arqueológicas”, sendo esse o termo empregado para se referir aos conjuntos de artefatos que apresentam características estilísticas, tecnológicas e visuais comuns, que permitem inferir fronteiras culturais e temporais, bem como processos de interação e de trocas entre distintas populações pré-colombianas.

Sobre o Comodato MASP Landmann | Desde 2016, está aos cuidados do MASP o Comodato MASP Landmann, com a Coleção Edith e Oscar Landmann — reconhecida entre os importantes acervos de arte pré-colombiana na América Latina e como um dos poucos presentes nos museus brasileiros. Ao longo de quase 50 anos, Oscar e Edith Landmann reuniram 906 peças de arte pré-colombiana, entre têxteis, cerâmicas e metais. São obras produzidas por diferentes povos, a maioria da América do Sul, e que cobrem um espectro temporal de mais de 2.500 anos — entre 1200 a.C. e o século 16.

Serviço:

Comodato MASP Landmann — cerâmicas e metais pré-colombianos

Curadoria: Marcia Arcuri, curadora-adjunta de arte pré-colombiana, MASP, com assistência de Leandro Muniz, assistente curatorial, MASP

2º subsolo

30/6—3/9/2023

MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

Avenida Paulista, 1578 – Bela Vista – São Paulo, SP

Telefone: (11) 3149-5959

Horários: terça grátis Bradesco, das 10h às 20h (entrada até as 19h); quarta a domingo, das 10h às 18h (entrada até as 17h); fechado às segundas

Agendamento on-line obrigatório por este link

Ingressos: R$60 (entrada); R$30 (meia-entrada)

Site oficial | Facebook | Instagram.

(Fonte: MASP)