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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Carnegie Hall revive a grande noite da bossa nova 60 anos depois

Nova York, por Kleber Patricio

Seu Jorge e Daniel Jobim comandarão a noite de homenagens ao concerto histórico da Bossa Nova no Carnegie Hall, Nova York. Foto: Fabio Nunes.

A batida diferente volta a ecoar em Nova York este ano. O dia 8 de outubro marca o retorno da bossa nova à lendária sala de espetáculos que apresentou ao mundo nomes como Tom Jobim, João Gilberto, Sérgio Mendes e Carlos Lyra. Artistas de diferentes gerações vão se reunir no Carnegie Hall para “A Grande Noite – Bossa Nova”, apresentação única capitaneada por Seu Jorge e Daniel Jobim, com um grande elenco de artistas convidados. O show será um tributo à apresentação histórica de novembro de 1962 no mesmo Stern Auditorium, que definiu os rumos do movimento musical.

Mais de 60 anos depois, a Bossa Nova ganha novos timbres, vozes e sonoridades na apresentação do Carnegie Hall. A Grande Noite reúne desde nomes consagrados até artistas que começam a despontar na carreira. Seu Jorge, acompanhado pelo piano de Daniel Jobim (neto de Tom) e banda, interpreta clássicos como “Chega de Saudade”, “Corcovado”, “Garota de Ipanema”, “Wave”, “Samba de uma Nota Só”, “Luiza”, “Eu Sei Que Vou Te Amar” e “A Felicidade”.

O time de artistas convidados inclui o compositor e guitarrista Roberto Menescal (pioneiro da Bossa Nova, que se apresentou no concerto de 1962) e Carlinhos Brown, em carreira ascendente no exterior. A noite terá ainda Carol Biazin, cantora paranaense de 25 anos autora do hit “Penhasco” (sucesso na voz de Luísa Sonza). Carol se apresentou na edição deste ano do Lollapalooza SP.

Registro do festival Bossa Nova at Carnegie Hall, em 1962, com Roberto Menescal, Ana Lúcia, o conjunto de Oscar Castro Neves, Carlos Lyra, Normando e Chico Feitosa. Foto: foto Dan Blaweiss.

A Grande Noite traz um momento de muita expectativa para os artistas envolvidos. Seu Jorge não vê a hora de pisar em solo sagrado para a bossa nova. “Foi uma grande surpresa receber esse convite. Lá se vão 60 anos daquele concerto histórico que mostrou nossa arte para o mundo. Estou orgulhoso de participar dessa apresentação ao lado de grandes músicos. O Carnegie Hall é o lugar das excelências, o que torna um desafio cantar um repertório de tanta sensibilidade como esse”, diz o cantor.

Daniel Jobim também conta as horas para a apresentação. “É um sonho. Há 60 anos, o Carnegie Hall projetou uma geração inteira de músicos no exterior. Eu me sinto honrado por tocar na mesma casa que recebeu meu avô e tantos artistas geniais. Dividir o palco com Seu Jorge e convidados nesse dia é bom demais”, conta.

Roberto Menescal, da primeira geração da bossa, lembra uma história divertida envolvendo o concerto de 1962. “Quando fui convidado a me apresentar no Carnegie Hall, não tinha a menor noção de como isso seria importante. Quase não fui. Tinha uma pescaria marcada naquele dia e avisei ao Itamaraty que não poderia ir. Aí o Tom Jobim me ligou e disse: ‘Menesca, você tá louco! É o Brasil que estará lá. Não sou eu nem você. É a música brasileira. É importantíssimo para o país’. Claro que eu fui e acabou sendo uma das coisas mais significativas na minha carreira. Percebi que a nossa música estava saindo do Brasil para o mundo. Vou reviver essa emoção agora, com outros artistas, novas caras da música. Tocar naquele palco é reviver toda essa emoção. A gente ganha um espaço muito grande no mundo com esse concerto”, revela Menescal.

Carlinhos Brown. Foto: Leo Aversa.

Carlinhos Brown, por sua vez, já cantou no Carnegie Hall ao lado de Caetano Veloso e Lee Ritenour. Mas A Grande Noite, em outubro, terá um gosto especial para ele. “Nasci em 1962, no mesmo ano desse concerto histórico. É fantástico comemorar os 60 anos de um show que ajudou a construir a minha trajetória. A bossa nova mais do que se internacionalizou a partir dali. Ela mostrou um Brasil profundo, de poesias e lindas harmonias. Foi um momento de coesão, em que os artistas se encontravam nas esquinas do mundo. Temos que celebrar nomes como João Gilberto, Tom Jobim, Johnny Alf, Vinicius de Moraes, Nara Leão e Miúcha. A bossa nova é um movimento popular e, ao mesmo tempo, sofisticado. Quando ouvimos Jobim também nos conectamos com Gershwin e Cole Porter. A bossa nova conversa com o mundo”, define.

A Grande Noite foi idealizada pelo cantor e compositor Max Viana, também diretor artístico do evento. “O concerto é uma homenagem aos 60 anos do show mais importante da bossa nova, num dos palcos mais emblemáticos do mundo. Vamos celebrar a qualidade da música brasileira e dos artistas que, de alguma maneira, foram impactados pelas composições de Tom Jobim e pela voz e o violão de João Gilberto”, explica Viana.

O tributo ao concerto histórico de 1962 ganha vida pelas mãos do empresário Fabio Almeida, sócio da Join Entretenimento. Ele destaca que a Bossa Nova é um dos mais importantes símbolos da cultura brasileira. “Foi justamente no Carnegie Hall que esse capítulo tão relevante da história da nossa música ganhou tamanha proporção. Para nós, é motivo de enorme satisfação levar novamente a excelência da arte e da música brasileira a um dos palcos mais icônicos do planeta”, destaca o realizador do evento. Almeida ressalta que a Join tem como principal objetivo promover, preservar e difundir a arte e cultura produzidas no Brasil, através da união de grandes talentos a marcas e parceiros institucionais que comungam dos mesmos valores.

Outra empresa parceira, a MC Connections vê uma oportunidade única para celebrar a cultura nacional. “Reverenciar a bossa nova e celebrar uma cena tão importante para o Brasil, numa noite especial como essa, é algo muito inspirador. Ter marcas atreladas a esse momento diz muito sobre o apoio à cultura nacional”, ressalta o sócio Marcelo Campos.

A mestre de cerimônias do espetáculo será a atriz Alice Braga. O show será gravado para futuro lançamento de um álbum fonográfico.

(Fonte: Lupa Comunicação)

Campinas e Indaiatuba são habilitadas a participarem da estratégia “Destinos Turísticos Inteligentes” do Ministério do Turismo

Campinas e Indaiatuba, por Kleber Patricio

O Parque Ecológico de Indaiatuba, principal cartão postal da cidade. Foto: Eliandro Figueira.

Campinas e Indaiatuba, da Região Metropolitana de Campinas (RMC), foram dois dos 42 municípios brasileiros habilitados pelo Ministério do Turismo (MTur) a fazerem parte da estratégia de Destinos Turísticos Inteligentes (DTI). O objetivo da iniciativa é oferecer aos selecionados consultoria para realizar diagnóstico e auxiliar na construção de um plano de transformação, bem como apoiar no planejamento de um sistema de gestão de Destinos Turísticos Inteligentes.

Ao todo, 42 municípios foram habilitados nesta primeira etapa classificatória e, a partir daí, serão escolhidos 10 para participarem da estratégia. A divulgação final da primeira etapa ocorrerá no dia 17 de maio, momento em que será iniciada a fase de análise dos documentos classificatórios. “O DTI é uma ação que transformará realidades, conferindo mais competitividade aos nossos destinos por meio do fortalecimento de eixos estruturantes que se relacionam com o turismo, como acessibilidade, sustentabilidade e inovação. É mais investimento no turismo do nosso Brasil”, destaca a ministra do Turismo, Daniela Carneiro.

As cidades que integrarão o projeto que visa transformá-las em DTIs vão passar por um diagnóstico que apontará uma estratégia para o desenvolvimento do turismo local, além da capacitação de gestores locais do setor. Os municípios definirão os seus cronogramas de implantação com base nos resultados da avaliação realizada e de acordo com as principais necessidades e possibilidades de cada um. O trabalho desenvolvido segue nove pilares: Governança, Inovação, Tecnologia, Sustentabilidade, Acessibilidade, Promoção e Marketing, Segurança, Mobilidade e Transporte, e Criatividade.

Foto: divulgação/Tegra Incorporadora.

Para participar da estratégia, os municípios deveriam estar nas categorias A e B do Mapa do Turismo Brasileiro de 2022 do Programa de Regionalização do Turismo. Além disso, deveriam ser entregues cinco documentos obrigatórios para a sua habilitação, sendo eles: formulário de inscrição no projeto “Estratégia Nacional DTI Brasil”, planejamento Estratégico de Turismo do Órgão Gestor, carta de compromisso assinada pelo prefeito do município inscrito como proponente com estabelecimento do órgão gestor, relação das organizações que prestam serviços turísticos existentes no município cadastradas no Cadastur, bem como quaisquer instituições relevantes para o sistema de gestão do DTI (Matriz de Partes Interessadas) e documento que determine geograficamente o território de atuação do DTI (ex.: bairro(s), centro histórico, distrito, município completo).

Os destinos selecionados receberão o certificado de “DTI em Transformação”, o que não significa que sejam destinos turísticos inteligentes, mas que estão no caminho para essa transformação. Portanto, o município precisa estar ciente de que somente se comprometendo a executar as ações estipuladas é que poderá ser reconhecido como um Destino Turístico Inteligente.

ETAPAS

Após a habilitação, a estratégia se dividirá em dois ciclos: o primeiro realizará um diagnóstico e um planejamento, onde é conhecida a situação em que a cidade se encontra, sendo o ponto de partida para o desenho de um Plano de Transformação que vai apoiar o município a transformar-se, de fato, em um destino turístico inteligente.

A segunda etapa será a execução das ações contidas no Plano para que o município consiga o Selo DTI Brasil, que pode ser obtido após o destino passar por uma auditoria realizada por técnicos do Ministério do Turismo junto a um ou mais representantes do Instituto Ciudades del Futuro – parceiro do MTur nesta iniciativa. A partir daí, a cidade entra em um processo de melhoria contínua, ampliando sua capacidade de enfrentar novos desafios sociais, políticos, tecnológicos e econômicos.

Um Destino Turístico Inteligente é aquele que gerencia seus processos e seu território de forma inovadora e sustentável, comprometido com pilares que impactam positivamente a qualidade de vida dos moradores e a experiência dos turistas. Além disso, para fazer parte dos Destinos Inteligentes, o município precisa se esforçar em resolver problemas de áreas como segurança, acessibilidade, infraestrutura, comunicação e marketing, entre outras, de forma inovadora e com o uso de tecnologias.

Vanderlei Costa, presidente do CRC&VB: “Notícia positiva para o setor do turismo regional”. Foto: divulgação.

O presidente do Campinas e Região Convention & Visistours Bureau (CRC&VB), Vanderlei Costa, classificou a seleção de Campinas e Indaiatuba, duas cidades da área de atuação da entidade, como positiva e promissora para todo o turism regional. “Primeiro porque mostra o interesse do poder público em qualificar e promover o turismo das cidades, o que vai fazer com que outros municípios se movimentem no mesmo sentido. E segundo, a seleção final tratará impactos positivos para o setor como um todo, refletindo em toda a nossa região e aumentando as possibilidades de um fluxo maior de turistas e de resultados para a economia”, completa.

(Fonte: Comunicação Estratégica Campinas)

Relatório aponta que é preciso ouvir mulheres pobres e negras para superar insegurança alimentar no Brasil

Rio Grande do Sul, por Kleber Patricio

Foto: FreePik.

Em novo relatório publicado no último dia 15 de maio, pesquisador reforça a importância de considerar a experiência de mulheres negras na formulação de políticas públicas alimentares, já que elas são as que mais enfrentam obstáculos no acesso a alimentos de qualidade.

Assinado por Arthur Saldanha, pesquisador de pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a publicação, que faz parte de uma série de estudos do grupo de pesquisa em Sociologia das Práticas Alimentares (SOPAS) da mesma instituição, demonstra que isso acontece porque raça, gênero e cor são os fatores que mais influenciam na insegurança alimentar e nutricional no Brasil: baixa renda, menor grau de escolaridade e diferença salarial entre homens e mulheres levam ao aumento do trabalho informal e à redução do poder de compra. Com isso, fica dificultado ou impossibilitado o acesso a alimentos de qualidade, bem como diminui o número de refeições diárias.

“Muito tem se falado sobre a fome e o alto consumo de alimentos pouco nutritivos no Brasil, mas estes são problemas que persistem de maneira desigual”, afirma Saldanha. Segundo ele, “a insegurança alimentar e nutricional está relacionada a outros problemas sociais crônicos no Brasil, como a qualidade e quantidade dos alimentos acessados, igualdade social na produção, comercialização e acesso a esses alimentos, ao racismo e o sexismo sofridos diariamente por essas mulheres”.

Ainda de acordo com o relatório, o índice crescente de pobreza e extrema pobreza na América Latina com as consequências da pandemia de Covid-19 e da elevação de preços por causa da inflação fazem com que o quadro de insegurança alimentar no país piore e persista. Em uma conjuntura em que a maioria das pessoas sofre com a redução do poder de compra, suas escolhas são direcionadas para produtos menos saudáveis, que são mais acessíveis. Por conseguirem comprar menos coisas, elas também deixam de consumir produtos mais variados. É o caso do aumento no consumo de alimentos ultra processados, por exemplo, geralmente ricos em gorduras e açúcares.

O autor destaca que o ativismo de mulheres negras pode ajudar a construir políticas públicas alimentares para enfrentar essas questões, levando em consideração essas desigualdades. “A aproximação do poder público às iniciativas alimentares locais, como movimentos sociais, organizações e articulações de mulheres negras, permitirá um mapeamento mais preciso sobre as demandas dessas mulheres e, consequentemente, uma formulação de política pública alimentar mais assertiva para esse grupo”, afirma o pesquisador da UFRGS.

Outro aspecto que chama a atenção do autor é o fato das mobilizações de mulheres negras frequentemente lançarem atenção para demandas de outros grupos sociais, como indígenas, populações tradicionais e comunidade LGBTQIA+. Saldanha segue com investigações nessas temáticas no Rio Grande do Sul como parte do seu trabalho de pesquisa na UFRGS, se interessando pela relação entre práticas alimentares e gênero, classe e raça.

(Fonte: Agência Bori)

Indaiatuba recebe programação da 21ª Semana Nacional de Museus no Casarão, Estação e Museu da Água

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Exposição itinerante ’30 Anos do Parque Ecológico de Indaiatuba’ é atração no Museu ‘Antônio Reginaldo Geiss’. Foto: Fábio Alexandre.

O Museu ‘Antônio Reginaldo Geiss’, no Casarão Pau Preto, vinculado ao Departamento de Preservação e Memória da Secretaria Municipal de Cultura, em parceria com o Museu Ferroviário de Indaiatuba e o Museu da Água, participa da 21ª edição da Semana Nacional de Museus com o tema “Museus, Sustentabilidade e Bem-Estar”. As atividades acontecem entre os dias 18 a 21 de maio e integram ainda a programação do 31º Maio Musical.

A escolha do tema, proposto anualmente pelo Conselho Internacional de Museus – ICOM para o Dia Internacional dos Museus, celebrado em 18 de maio, tem como objetivo destacar a importância dos museus como espaços que promovem o bem-estar e a sustentabilidade e apoiar três dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU): Saúde e Bem-Estar Global, Ação Climática e Vida na Terra.

O tema ‘Museus, Sustentabilidade e Bem-Estar’ lembra-nos de que os museus podem contribuir para o bem-estar das pessoas de muitas maneiras, incluindo a promoção da saúde mental, a educação e a sensibilização ambiental. Os museus ajudam a promover a inclusão social, a diversidade, a conexão com a natureza, a compreender a questão climática e amplificar a voz dos povos originários tornando-se, assim, importantes aliados na luta pela sustentabilidade a partir da sua própria concepção de “bem-viver”.

Em sua 21ª edição, a Semana Nacional de Museus, que acontece de 15 a 21 de maio, visa ressaltar o papel fundamental destes espaços na contribuição para o bem-estar, o bem-viver e o desenvolvimento sustentável das comunidades, onde possuem papel fundamental como espaços que promovem a consciência, fortalecem as identidades e a participação cidadã.

PROGRAMAÇÃO

18 de maio, às 9h – Casarão Pau Preto

Abertura da exposição itinerante 30 Anos do Parque Ecológico de Indaiatuba no espaço do Museu Antônio Reginaldo Geiss.

18 de maio, às 19h30 – Casarão Pau Preto

Apresentação do Grupo Plano de Voo com o show Paragens Brasileiras, dentro da programação do 31º Maio Musical.

19 de maio, das 9h às 12h – Museu da Água

Ação Educativa aberta ao público.

20 de maio, das 9h30 às 11h30 – Museu Ferroviário de Indaiatuba

Oficina Reciclagem de Potes de Sorvete, atividade desenvolvida para que as crianças aprendam de maneira lúdica sobre a reciclagem de materiais.

Público-alvo: 6 a 12 anos

Vagas: 15

Inscrições: (19) 3834-6319

21 de maio, às 10h – Casarão Pau Preto

Apresentação da Camerata SESI Indaiatuba, dentro da programação do 31º Maio Musical.

Endereços:

Museu ‘Antônio Reginaldo Geiss’ – Casarão Pau Preto: Rua Pedro Gonçalves, 477, Centro

Museu da Água: Rua do Museu, 205, Tombadouro

Museu Ferroviário: Praça Netwon Prado, s/nº, Jardim Pompeia.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Musical “Benjamin, O Palhaço Negro”, retorna aos palcos cariocas

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Fotos do elenco original por Paulo Aragon.

O musical “Benjamin, O Palhaço Negro” retorna ao Rio de Janeiro em curta temporada no Espaço Tápias, nos dias 20, 21, 27 e 28 de maio, às 20h. O espetáculo recebeu o “Prêmio Musical Rio Destaques 2022” na categoria selo musical.rio e celebra a vida e obra de Benjamin de Oliveira, o primeiro palhaço negro do Brasil. Nascido no fim do século XIX, mesmo com desafios em sua trajetória, revelou-se um artista múltiplo dos palcos, picadeiros e cinema. Interpretado por seis jovens pretos (Elis Loureiro, Isaac Belfort, Igor Barros Peterson Ferreira e Sara Chaves, stands in: Caio Nery e Vitória Rodrigues), os artistas dão vida a inúmeros personagens que permearam a história de Benjamin. O relato por meio da vivência dos atores e atrizes em cena reflete sobre racismo e apagamento de narrativas pretas na arte.

Dirigido por Tauã Delmiro, o musical foi construído de forma colaborativa a partir do roteiro base criado por Rebeca Bittencourt. A dramaturgia do espetáculo é permeada por canções originais criadas especificamente para ‘Benjamin’, contando com trilhas exclusivas feitas pelo artista James Lau. Já a direção musical é composta pela olhar inovador de Peterson Ferreira ao lado de Nakiska Muniz e coreografias de Marcelo Vittória.

‘Benjamin, O Palhaço Negro’ é um projeto idealizado e produzido por Isaac Belfort CEO da Belfort Produções em parceria com a Produtora Alada. O musical fez estreia nacional em Outubro de 2022 no Rio de Janeiro e já realizou uma curta turnê passando por São Paulo, Niterói, e a Quadra da G.R.E.S Portela.

FICHA TÉCNICA

Elenco: Elis Loureiro, Isaac Belfort, Igor Barros Peterson Ferreira e Sara Chaves.

Stands in: Caio Nery e Vitória Rodrigues

Idealização e Direção de produção: Isaac Belfort

Direção geral: Tauã Delmiro

Direção musical: Peterson Ferreira e Nakiska Muniz

Direção de Movimento de coreografias: Marcelo Vittória

Dance capitan: Elis Loureiro

Design de Som: Breno Lobo

Roteiro Base: Rebeca Bittencourt

Produção musical e Trilha sonora: James Lau

Músicas: Nakiska Muniz, Rebeca Bittencourt, Tauã Delmiro e Peterson Ferreira.

Assistente de direção e residente: Manu Hashimoto

Design de Luz: JP Meirelles

Figurinista e Costureiro: Isaac Neves

Concepção cenário: Alex Carvalho

Visagismo: Caio Godard

Fotos: Paulo Aragon

Cenotécnico: Adriano Farias

Audiovisual: Leo Rocha

Identidade visual e ass. de produção : Gabriel Barbosa

Mídia e produção: Samara Fellipe

Produção Executiva e marketing: Samara Fellipe

Produtora associada: Produtora Alada

Produção Geral: Belfort Produções.

Serviço:

Benjamin, O Palhaço Negro

Datas: 20, 21, 27 e 28 de maio (sábados e domingos)

Local: Espaço Tápias – Sala de Espetáculos Maria Thereza Tápias

Horário: 20h

Duração: 1h20

Classificação: 16 anos

80 lugares

Ingressos: Sympla | R$30 (meia) e R$60 (inteira)

Endereço: Av. Armando Lombardi, 175 – 2º andar – Barra da Tijuca.

(Fonte: Claudia Tisato)